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Polónia foi a “vitima”

No que se refere à discussão pelas primeiras oito posições da tabela e, fundamentalmente, pelos 4 lugares nas meias finais, a Sérvia venceu a Finlândia (60-73), próxima adversária de Portugal, e garantiu o primeiro lugar e, em virtude disso mesmo, irá defrontar a Dinamarca que, ao derrotar Israel (49-70) relegou a Polónia para a discussão do 5º ao 8º lugar.

Entretanto, na parte inferior da tabela, a Ucrânia e o Luxemburgo venceram frente às equipas da Irlanda (46-76) e Estonia (43-62) garantindo presença no grupo L onde se disputarão as posições entre o 9º e o 11º, juntamente com a Eslovénia que já ontem tinham garantido esse objectivo. Já as irlandesas e estonianas juntam-se à Noruega que perdeu hoje com a Alemanha (23-73), formação que disputará com Roménia e Suiça a melhor classificação entre o 12º e o 14º.Se dúvidas existiam a equipa portuguesa tratou de as desfazer logo no arranque. Excelente inicio de Portugal, em especial no aspecto defensivo que permitiu conquistar uma distância na ordem da dezena de pontos no final dos primeiros 10 minutos. A Polónia tentou esboçar uma reacção mas as jovens portuguesas não facilitaram e foram paulatinamente aumentando a distância que, ao intervalo, se cifrava em 23-39.Apesar dos números confortáveis Portugal continuo a jogar de forma intensa eliminando assim qualquer tentativa de aproximação polaca. No final do terceiro parcial o fosso já ultrapassava a vintena de pontos favoráveis às cores lusas 41-62 e o último período afigurava-se como a confirmação da superioridade lusa. Assim foi. As pupilas de Ana Catarina Neves não reduziram a intensidade do seu jogo e à passagem do minuto 37 atingiam a maior vantagem no score – 32 pontos. Mais uma vitória garantida, invencibilidade mantida e encontro marcado com a Finlândia nas meias-finais, no Sábado, às 20h45 no CDC de Matosinhos.


Portugal soube-se impor

Uma vitória que começou a ganhar forma durante a 1ª parte, mas que se complicaria durante o segundo tempo. Destaque para a boa reação do conjunto português quando em desvantagem no marcador, e para o desempenho individual de Diogo Brito, que à sua conta converteu 29 pontos.

Com o base Pedro Oliveira (4 pontos, 9 assistências e 8 ressaltos) a comandar muito bem as movimentações ofensivas da equipa, e o extremo Diogo Brito com a mão quente (16 pontos no quarto inicial), Portugal cedo se adiantou no marcador. No final do 1º período já vencia por dez pontos de diferença (26-16), vantagem que aumentaria para dezassete no final do 1º tempo.Na etapa complementar a eficácia ofensiva da equipa portuguesa decaiu, e se no final do 3º período a marcha do marcador ainda estava controlada (62-52), tudo se complicaria no derradeiro período. Os turnovers complicavam a tarefa do conjunto português, que a pouco mais de 4 minutos do final do encontro perdia por quatro pontos de diferença (65-69). Momento complicado para os jovens portugueses, mas um triplo de Carlos Salamanca (13 pontos), e dois pontos de Diogo Brito recolocavam Portugal na frente do marcador (70-69). Foi o mote para um final de jogo muito bom por parte dos atletas nacionais, que até final do jogo não sofreriam mais pontos, terminando a partida com um parcial de 16-0.Um resultado positivo é sempre importante na estreia de uma competição, pelo que o grupo sai reforçado para enfrentar já esta sexta-feira, pelas 20 horas, a Seleção da Finlândia.Destaque a ainda para o estreante Jorge Pires, autor de 10 pontos, 7 ressaltos, 2 roubos de bola e 2 assistências, e para a prestação de Hugo Pereira (11 pontos).


Derrota por dois pontos

A formação liderada por Mário Palma voltou a defender muito bem, mas em momentos chave do jogo, por falta de sorte, ou por não saber cuidar da posse de bola, permitiu sempre que o adversário permanecesse na liderança do jogo. Ainda assim, os atletas portugueses voltaram a demonstrar imenso crer, de tal forma que tiveram uma última posse de bola para vencer o encontro. Concentração total para o encontro da Estónia, para a desforra em solo holandês, no jogo que se pretende que seja decisivo para a atribuição do 1º lugar do grupo.

O resultado no final da 1ª parte poderia ser bem mais favorável à equipa portuguesa. Não fossem os inúmeros turnovers, quase todos cometidos quando partiam para situações de contra-ataque, e a falta de algum coletivismo e disciplina tática a executar os movimentos ofensivos. Valeu aos comandados de Mário Palma os tiros de longa distância, 5 convertidos nos primeiros 20 minutos de jogo, para se manter na discussão do resultado.Já que defensivamente, a formação portuguesa esteve muito bem, a resolver com eficácia os bloqueios diretos (influenciando para a linha final), muito bem nas situações de 2×1 sempre que a bola entrava na posição de poste baixo, e a trocar quase sempre com sucesso os bloqueios indiretos nas ações ofensivas holandesas.Só os centímetros traíram a perfeição defensiva, já que os jogadores interiores da Holanda conseguiram segundos lançamentos fáceis, fruto do bom desempenho na tabela ofensiva. Um cesto com falta, no último segundo do 1º tempo, fazia com que Portugal fosse para o descanso a perder por sete pontos de diferença (26-33).No recomeço da etapa complementar a equipa portuguesa voltou a ser mortífera nos lançamentos triplos, se bem que demonstrasse maior fluidez ofensiva, na procura do melhor jogador para efetuar o lançamento. Reflexo desse acerto atacante foi o empate a 44 pontos conseguido já perto do final do 3º período. Ainda assim, foram os holandeses a terminarem melhor o quarto, já que lideravam por quatro pontos (48-44).No derradeiro período, tudo parecia complicar-se para a equipa portuguesa. Com um parcial de 5-0, a Holanda conseguia a maior vantagem no encontro (53-44), fazendo o técnico Mário Palma parar o encontro de imediato. Mesmo cometendo demasiados erros, muitos deles não forçados, Portugal mostrava a sua raça, recusando-se a entregar-se antes do final do encontro. Sem querer encontrar desculpas, Portugal não teve a sorte do jogo, vários cestos holandeses convertidos em cima dos 24 segundos, algumas decisões de arbitragem duvidosas, mas acima de tudo demasiados erros em que as posses de bola eram oferecidas ao adversário.Ainda assim, e sem ter estado bem no ataque, Portugal dispôs de uma posse de bola a 16 segundos do final do encontro para vencer o jogo. O lançamento triplo não entrou, mas fica a sensação que Portugal pode perfeitamente bater-se pela vitória na Holanda, discutindo assim o 1º lugar do grupo, até porque a derrota por dois pontos (57-59) de diferença é perfeitamente ultrapassável no confronto direto. Convém não esquecer que, antes disso, Portugal terá de defrontar a equipa da Estónia, um adversário que se desloca ao nosso país sem qualquer tipo de pressão pois não tem nada a perder.João Betinho foi o melhor marcador português com 15 pontos, bem como aquele que melhores momentos de espetáculo proporcionou. O poste Cláudio Fonseca (10 pontos e 5 ressaltos) bateu-se galhardamente com as torres holandesas, e João Santos (10 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) foi o terceiro elemento português a terminar o jogo na casa das dezenas. Referência ainda para o facto de Portugal ter desperdiçado sete lances-livres (10/17 – 58.8%), que num jogo decidido por dois pontos acaba por ter relevância acrescida.No final do jogo, o Selecionador Mário Palma não escondia alguma desilusão, se bem se mostrasse inconformado com a superioridade da equipa holandesa. “Não estamos felizes. Fizemos uma série de pequenos erros. Não sei porquê, mas perdemos bolas que normalmente não perdemos, assim como falhamos tiros fáceis. Foram esses pequenos erros que não nos permitem ganhar um jogo que foi equilibrado, apesar de termos estado bem na defesa. Eles tiveram a sorte do jogo e daí terem ganho. Mas, em condições normais, teríamos vencido este encontro “.


Israel não teve argumentos para Portugal

As jovens portuguesas continuam no seu caminho rumo às meias-finais e ao objectivo principal de subir à Divisão A europeia. Hoje foi Israel que se vergou perante o poderio da equipa portuguesa que não vacila e continua a vencer quem aparece pela frente (57-40). Este resultado garante praticamente o apuramento para as meias finais e só uma catástrofe frente à Polónia, que hoje baqueou frente à Dinamarca (84-66). No outro grupo já se conhecem os semifinalistas. Depois de um mau começo de campeonato a Finlândia “engatou” nas vitórias e não mais perdeu. Hoje derrotou a Bielorrússia (40-53) e garantiu desde logo a presença na luta pelo pódio. Já a Sérvia continua invicta, tal como Portugal, e hoje atropelou a Inglaterra (80-44).

Não foi uma partida fácil apesar dos 17 pontos de diferença no final. Israel é uma equipa aguerrida e bem organizada e na primeira parte colocou inúmeras dificuldades ao conjunto luso conseguindo, inclusive, estar na frente a meio do segundo parcial por 7 pontos (11-18). A equipa portuguesa arregaçou as mangas e nos últimos 2 minutos da primeira parte conseguiu não só reduzir a distância como sair para o intervalo na frente – 21-18.A segunda parte foi totalmente diferente uma vez que o descanso fez bem às jogadoras lusas que entraram determinadas e, com um bom 3º período, começaram a cavar um fosso acima das dezenas. O último período não mudou a atitude da nossa seleção e à passagem do 2º minuto Portugal atingia a maior diferença do encontro (49-27) e a vitória no encontro estava praticamente garantida. Até final, foi gerir a diferença e rodar o plantel. Em mais uma excelente demonstração colectiva Maria Kostourkova (7pts e 16 ress), Carolina Bernardeco (13 pts, 5 roubos e 4 ass) e Sofia Almeida juntou 10 ressaltos aos 10 pts de Leonor Serralheiros e 13 pts de Carolina GonçalvesAmanhã, Portugal joga com a Polónia, às 20h45, no CDC de Matosinhos.


Duelo de “gigantes” em Sines

Um triunfo no jogo desta quarta-feira, em Sines, entrada livre, às 20 horas, frente à Holanda, sem ser decisivo, colocaria a Seleção Portuguesa muito bem posicionada para vencer a sua poule. Um adversário que já foi bem estudado, e onde o jogo interior será o principal problema. Ainda assim, a formação nacional espera poder contar com o apoio do público português, para fazer a sua defesa difícil de transpor.

É sempre importante começar a vencer, tanto mais quando o primeiro jogo é disputado em casa de um adversário direto. A vitória sobre a Estónia, demonstra que Portugal pode lutar pelo 1º lugar do Grupo B, isto apesar de se encontrar numa fase de transição. No jogo de Tallin, os jogadores mais experientes souberam assumir a responsabilidade do momento, principalmente nos momentos mais complicados do jogo.Como é seu hábito, o selecionador Mário Palma faz da defesa a principal característica das suas equipas, uma arma que será fundamental para ultrapassar a diferença de estatura existente entre os jogadores holandeses e portugueses. Cinco atletas com 2.07 metros ou mais, sendo que o mais alto mede 2.18 metros. Um handicap que não constitui surpresa para a equipa técnica portuguesa, e muito menos é um problema novo que tenha que ultrapassar. Independentemente do adversário, Portugal terá de continuar a apostar numa grande agressividade defensiva, numa enorme eficácia nas situações de contra-ataque, bem como no capitulo do lançamento. A Holanda, tal como Portugal, tem neste momento um triunfo, vitória caseira frente à Estónia (74-71), um sucesso alicerçado no domínio exibido na luta das tabelas, e principalmente nos cestos fáceis conseguidos em transições rápidas. Bloquear defensivamente, recuperar defensivamente e obrigar a Holanda a jogar em ataque organizado, serão certamente temas que o treinador Mário Palma abordará na preparação para o jogo desta quarta-feira.


Falta de atitude e desconcentração explicam derrota

A falta de atitude e a desconcentração contaminaram todo o grupo e quando se acordou já era tarde, porque o adversário, que vinha de dois desaires consecutivos, fez das tripas coração e mesmo sem duas jogadoras influentes (Shequila Joseph e Leah Mc Derment) que integraram o cinco inicial nos 2 jogos anteriores, mereceu ganhar a partida, mostrando carácter e vontade de apagar a má impressão deixada anteriormente.

Depois de um 1º quarto incaracterístico (15-11), em que as anfitriãs tomaram as rédeas do jogo a partir dos 4-5 (minuto 3) impondo um parcial de 11-2. As nossas representantes, apáticas na defesa e individualistas no ataque, davam todos os trunfos às adversárias.No 2º período (13-18) Portugal reagiu como lhe competia, mas não era a mesma equipa dos dias anteriores. Joana Soeiro não mostrava a atitude de liderança que lhe é habitual e quando a cabeça não tem juízo… como diz a canção, neste caso a equipa é que paga. Bem tentou Kostourkova acordar as suas comandadas para a realidade, mas mesmo com 2 descontos de tempo, um no minuto 7, aos 13-7, ainda no 1º quarto e outro no minuto 16, aos 26-25, a dinâmica de jogo não era a mesma. Pouco discernimento, falta de confiança e foi com um pouco de sorte à mistura que Laura Ferreira, em cima da buzina para o intervalo, colocou Portugal outra vez na frente (28-29). No reatamento a Inglaterra fez logo 4-0 de rajada no minuto 22 e ainda no mesmo minuto lesiona-se Joana Soeiro numa jogada em que sofre uma lesão muscular (a chamada paralítica) num choque contra duas adversárias em que a responsabilidade do embate é claramente da base portuguesa. Alarme nas hostes lusas, retirada em braços do recinto de jogo, para não mais voltar a reentrar. Todavia a eventual gravidade que se supunha inicialmente, desvaneceu-se, na opinião de Nádia Palongo, fisioterapeuta da selecção. O seleccionado luso, desnorteado, sem liderança e a jogar sem cabeça, consentiu um parcial de 9-0 (37-29 no minuto 24), altura em que Kostourkova pára o cronómetro pela 3ª vez. Com poucos resultados práticos porque o 3º quarto (18-8) chegava ao fim com a Inglaterra na frente (46-37), depois de a 18 segundos da buzina, Sofia Pinheiro ter acertado o seu único triplo. Portugal só acordou a meio do 4º período (13-22), quando Susana Lopes deu o mote com o seu único triplo que reduziu o prejuízo para 11 pontos (53-42), depois de as anfitriãs terem chegado à maior vantagem (53-39), no minuto 24. O seleccionador britânico Len Busch parou o jogo de imediato, com 5 minutos e 30 segundos para jogar, mas não conseguiu travar a arrancada das nossas representantes que marcaram mais 8 pontos seguidos (53-50, no minuto 27). O jogo agora estava vivo, o ritmo era completamente diferente e era a base Bravo-Harriott, melhor jogadora em campo (24 pontos), que carregava com a equipa da casa, ao marcar o seu 4º triplo (56-50) e mais um duplo (58-52), tudo no minuto 38. Mas uma bomba de Laura Ferreira à entrada do minuto 39 (58-55) mantinha acesa a chama da esperança lusa. Megan Lewis (8 faltas provocadas) da linha de lance livre convertia o seu 11º lançamento (59-55), mas ainda haveria tempo para Susana Lopes (não acusou a pressão de substituir a base titular) e a capitã Laura Ferreira forçarem o prolongamento (59-59), embora com posse de bola a 20,2 segundos do termo e após um desconto pedido por Kostourkova, Portugal tenha desperdiçado ocasião soberana para desfazer o empate a 59 pontos.No prolongamento (11-8) as inglesas foram mais consistentes, mesmo depois de Bravo-Harriott ter sido excluída (68-63) a 46,9 segundos do termo da partida. Foi da linha de lance livre que Emília Ferreira (68-65) e Laura Ferreira (68-67) ainda colocaram o jogo em aberto, mas Megan Lewis a 6,9 segundos da buzina não tremeu e converteu mais 2 lances livres, selando o resultado (70-67). Resultado final: Inglaterra 70-67 PortugalDestaque nas vencedoras para Jay Ann Bravo-Harriott (24 pontos e 4 triplos), indiscutivelmente a Jogadora mais valiosa do encontro (voltou a não haver estatística…), logo seguida por Megan Lewis (17 pontos e 8 faltas provocadas, com 13/16 nos lances livres). Na selecção portuguesa, Laura Ferreira, embora tenha sido a melhor marcadora da equipa (17 pontos), não conseguiu assumir a liderança após a saída do recinto da base Joana Soeiro. Ganhou 4 ressaltos, sendo 2 ofensivos, fez 3 assistências, roubou uma bola e provocou 4 faltas, com 4/4 nos lances livres. Em termos de eficácia de lançamento esteve melhor nos duplos (5/10) do que nos triplos (1/5). Mesmo assim terá sido a mais valiosa (17,0 de valorização) das lusas. Foi bem secundada por Susana Lopes (8 pontos, 1/3 nos triplos, 4 ressaltos defensivos, uma assistência e uma falta provocada com 1/2 nos lances livres). As jogadoras interiores estiveram pouco esclarecidas e demasiado estáticas, facilitando a defesa adversária.Em termos globais, Portugal esteve uma sombra do que pode e já lhe vimos fazer. Pouco colectivo (8 assistências), pouco agressivo na defesa (6 roubos) e com fraca eficácia nos lançamentos de campo (30%), tanto nos duplos (33%) como nos triplos (20%), não conseguiu fazer valer os seus pontos fortes. Bem esteve na linha de lance livre (81%), desperdiçando apenas 4 em 21 tentativas.Em suma: um jogo para tirar ilações. Com uma atitude como a que hoje mostrou, a selecção portuguesa não tem quaisquer hipóteses frente aos pesos pesados da Divisão A. Pode ser que sirva de emenda… pois o Europeu começa já na próxima semana (dia 15). Ficha de jogoArena do Crystal Palace National Sports CentreInglaterra (70) – Jay Ann Bravo-Harriott (24), Megan Lewis (17), Janice Monakana (), Evelyn Adebayo (9) e Harriett Otewill-Soulsby (8); Lauren Milighan (2), Francesca Quinn (2), Anna Forsyth e Freya Szmidt (2) Portugal (67) – Joana Soeiro, Laura Ferreira (17), Joana Cortinhas, Josephine Filipe (8) e Emília Ferreira (8); Sofia Pinheiro (5), Inês Veiga (2), Susana Lopes (8), Simone Costa (10), Francisca Meinedo (5), Sara Dias e Ana Moniz (4)Por períodos: 15-11, 13-18, 18-8, 13-22, 11-8 Árbitros: E. Udyansky e H. Tang A comitiva lusa regressa amanhã a Lisboa, com chegada prevista para as 22H15, no voo TP 367 procedente de Londres (Heathrow). A partida deste aeroporto londrino está marcada para as 19H35. De manhã o grupo aproveitará o tempo livre para conhecer um pouco da capital inglesa, nomeadamente alguns monumentos e lugares mais conhecidos. A saída do minibus que nos levará a Heathrow está agendada para as 15H00, para evitar a hora de ponta (a partir das 16H00), que duplica no mínimo o tempo necessário para efectuar o percurso. Após a chegada a Lisboa, a equipa permanece em estágio no Seminário Torre da Aguilha (Carcavelos) até à próxima 5ª feira (dia 9), treinando ainda 3 vezes (2 treinos na 5ª feira e um, de manhã, na 6ª feira). A concentração final será no dia 12 (2ª feira), véspera da partida para o Europeu, na Croácia.


Ucrânia, Luxemburgo e Eslovénia vencem

No primeiro jogo do dia a Ucrânia não encontrou dificuldades de maior para derrotar a Roménia por 65-48, logo seguida de um Luxemburgo que continua a fazer uma boa prova e demonstrou isso mesmo superando a Suiça por claros 59-38. O último jogo do dia prometia maiores emoções e durante a primeira parte assim foi. A Eslovénia fez uma boa segunda parte e garantiu a vitória por 53-69.


Mais uma demonstração de qualidade

No grupo B, e depois de um mau começo na prova, a Finlândia conseguiu recuperar e, ao bater a Inglaterra hoje (57-46) obteve o 1º lugar no seu grupo. No outro jogo, de nada serviu a vitória do Luxemburgo sobre a Roménia (44-50) ficando estas duas equipas relegadas.
No grupo D foi dia de emoções fortes. Israel começou por fazer a sua obrigação vencendo a Estónia (64-46) que termina esta ronda sem triunfos. Mas para se qualificar precisava que a Polónia se mantivesse invicta frente à Eslovénia. Mas teve que sofrer até ao último segundo com as eslovenas a venderem cara a derrota (60-58) e, consequentemente, perderem uma presença nos primeiros 8.

Sabia-se que este podia ser o jogo mais difícil de Portugal na primeira fase. E a primeira parte assim foi. Os primeiros minutos foram de equilíbrio e à passagem dos 6 minutos e meio, um cesto germânico dava a última vantagem às alemãs. Assistiu-se então a um excelente período de basquetebol por parte de Portugal que até final do primeiro parcial apenas permitiu um ponto marcando 8 (9-15). Se terminou bem, melhor começou com 7-0 nos primeiros 2 minutos do 2º período colocando o resultado em 9-22. As jogadoras lusas não abrandaram e à passagem do 4º minuto Portugal conseguia a maior diferença – 15 pontos. Foi altura da reacção alemã. Melhorando na defesa ao jogo interior luso, conseguiram encurtar distâncias até 7 pontos perto do intervalo. No entanto, um cesto com falta permitiu os 3 pontos que repuseram vantagem de dois dígitos na saída para o intervalo (25-35).A segunda parte começou na mesma toada mas sensivelmente a meio do 3º período Portugal deu um “salto” no marcador colocando o jogo a 16 pontos e, à entrada para os decisivos 10 minutos, 38-53. Não abrandou a equipa lusa e a cerca de 3 minutos do fim detinha a maior vantagem do encontro (42-68). A selecionadora Ana Catarina Neves aproveitou então para retirar algumas das jogadoras mais influentes e a Alemanha aproveitou para atenuar os estragos finais (52-70).Carolina Bernardeco (15 pts e 4 roubos) e Maria Kostourkova (17 pts e 8 ress) assumiram o destaque individual neste jogo num coletivo que vale pelo forte conjunto e união.Amanhã, as equipas que disputarão os lugares entre o 1º e o 8º descansam pelo que Portugal só volta a jogar dia 7, pelas 20:45 horas, frente a Israel.


Pontuação muito distribuída em triunfo indiscutível

A superioridade lusa só foi levemente contestada no quarto inicial (12-19) até ao minuto 6, quando se registaram duas igualdades (8-8 e 10-10), precisamente nesse minuto. A partir daí o colectivo de Kostourkova nunca mais perdeu o comando das operações, tendo chegado à maior diferença (27 pontos) à entrada do minuto 34 (35-62), já no último período (17-20), o mais equilibrado. Nos restantes parciais o seleccionado luso foi sempre superior, tanto no 2º período (12-17) como no 3º quarto (11-20). Até ao intervalo (24-36) as comandadas de Kostourkova estiveram desastradas no tiro exterior (0/7), mas na etapa complementar a pontaria melhorou (3 triplos no reatamento), com a capitã Laura Ferreira a dar o mote no minuto 23 (28-43), imitada por Joana Soeiro (35-48) e Sofia Pinheiro (35-51), volvidos 3 e 4 minutos respectivamente. Foi um parcial de 0-13 consentido pelas anfitriãs, que chegaram ao final do 3º período a perder por 21 (53-56).Nos derradeiros 10 minutos e com a vitória perfeitamente garantida, Mariyana Kostourkova procedeu a várias rotações no banco, com a poste Sara Dias a ter uns 3 minutos finais muito eficazes ao marcar a sua conta pessoal (9 pontos) nesse curto lapso de tempo, compensando a prestação menos conseguida na 1ª metade da partida. Resultado final: Inglaterra 52-76 PortugalDestaque na selecção portuguesa para as prestações de Emília Ferreira (10 pontos, 8 ressaltos sendo 1 ofensivo e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres), Sofia Pinheiro (13 pontos, 2/5 nos triplos, 5 ressaltos defensivos, 3 assistências e 3 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres), Joana Soeiro (11 pontos, 1/4 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 3 assistências, 4 roubos e 3 faltas provocadas com 6/6 nos lances livres) e Josephine Filipe (9 pontos, 3 ressaltos defensivos, duas assistências, 2 roubos e uma falta provocada com 1/1 nos lances livres). Mas houve mais 3 jogadoras a marcar 9 pontos: Laura Ferreira (1/2 nos triplos, 2 ressaltos ofensivos, duas assistências, 2 roubos e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), Simone Costa (duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres) e Sara Dias (5 ressaltos sendo 3 ofensivos e duas faltas provocadas com 3/3 nos lances livres).Nas inglesas a mais valiosa foi de novo Janice Monakana que fez um duplo-duplo (16 pontos, 13 ressaltos sendo 10 ofensivos, 1 triplo e 9 faltas provocadas com 10/18 nos lances livres). Foi bem acompanhada por Jay Ann Bravo-Harriott (12 pontos, 1/2 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres). Shequila Joseph (7 pontos, 1 triplo e 3 ressaltos sendo 1 ofensivo) esteve abaixo do habitual, mas veio para o banco lesionada, não voltando a reentrar.O triunfo de Portugal teve por base uma melhor defesa (12 roubos), um maior colectivismo (12 assistências) e uma maior eficácia da linha de lance livre (56%-92%), ao falhar apenas duas de 24 tentativas contra 15 das adversárias em 34 lançamentos tentados. Portugal também cometeu menos erros seguramente, mas não temos dados concretos pois hoje não havia estatística. Muito equilíbrio na luta das tabelas (39 ressaltos para cada lado), com as nossas representantes a superiorizarem-se na tabela defensiva (19-26 ressaltos), enquanto as inglesas dominaram a tabela ofensiva (20-13).Ficha de jogoArena do Crystal Palace National Sports CentreInglaterra (52) – Leah McDerment (5), Jay Ann Bravo-Harriott (12), Janice Monakana (16), Shequila Joseph (7) e Harriet Ottewill-Soulsby (4); Lauren Milighan, Megan Lewis (4), Anna Forsyth (2), Evelyn Adebayo (2), Freya Szmidt e Francesca QuinnPortugal (76) – Joana Soeiro (11), Laura Ferreira (9), Joana Cortinhas (2), Josephine Filipe (9) e Emília Ferreira (10); Simone Costa (9), Inês Veiga (2), Sofia Pinheiro (13), Susana Lopes, Sara Dias (9), Francisca Meinedo (2) e Ana MonizPor períodos: 12-19, 12-17, 11-20, 17-20Árbitros: E. Udyansky, A. Senior e H. Tang As duas equipas voltam a defrontar-se amanhã (3º e último jogo de preparação), no mesmo recinto, a partir das 16H15.


Portugal derrota a Estónia

ortugal começou com o pé direito a qualificação para o Eurobasket’2015. A equipa nacional derrotou a Estónia, em Tallin, por 72-66, num encontro muito importante para as aspirações de apuramento, em que a Seleção mostrou atitude, garra e muita determinação.

Portugal conseguiu suster um assalto final forte por parte da equipa da Estónia, conquistando uma importante e moralizadora vitória (72-66), no jogo de abertura da Fase de Qualificação – Grupo B do EuroBasket 2015.Depois deste trinfo, Portugal vai agora receber, na próxima quarta-feira, a Holanda num encontro potencialmente decisivo para as aspirações das equipas, enquanto a Estónia, com duas derrotas em outros tantos jogos, está numa situação extremamente complicada.As duas equipas, durante os primeiros 12 minutos do jogo, revelaram grande eficácia no lançamento de longa distância, até que Cláudio Fonseca, com dois excelentes movimentos de poste baixo em posses de bola consecutivas, deram inicio a um parcial de 15-3 favorável a Portugal. Uma fase muito positiva da equipa nacional, que transformou um jogo fechado (28-27), numa confortável vantagem pontual no final do 1º tempo (43-30). Este período de ascendente português foi uma exceção, já que nenhuma das equipas conseguia dominar de forma clara a marcha do marcador. Ainda assim, um triplo de Mário Fernandes (13 pontos, 7 ressaltos e 6 assistências), a 1.43 do final do terceiro quarto, aumentava a liderança de Portugal para 60-41.Embora o jogo parecesse resolvido, a Estónia, com o apoio dos seus adeptos, reagiu no derradeiro período do encontro. O bom momento da equipa da equipa da casa foi sustido por dois contra-ataques consecutivos da autoria de Carlos Andrade (16 pontos, 5 ressaltos e 5 assistências). Portugal voltava a dispor de uma confortável almofada pontual (69-60), com 01:47 para o final do jogo, uma vantagem importante para a formação portuguesa somar o seu primeiro triunfo nesta fase de apuramento.No final do encontro, o selecionador nacional Mário Palma destacava a qualidade da defesa portuguesa, frente a um adversário com qualidade, que colocou alguns problemas com a mudança de defesa. “A Estónia é uma boa equipa. Estudamo-los bem e sabíamos a forma como jogavam. Quando mudaram para a zona de defesa, tivemos alguns problemas, mas no geral nós controlamos o jogo e merecemos a vitória. A nossa defesa ganha jogos.”Cláudio Fonseca mostrava-se satisfeito com a prestação da equipa, embora reconhecesse que na segunda parte Portugal não foi tão consistente a defender. “Jogamos bem. Tivemos uma boa primeira parte, e um pouco pior na defesa durante a segunda parte. Temos de continuar e tentar melhorar para o próximo jogo e aprender com nossos erros.”


Bielorrússia garante qualificação

Já a Ucrânia derrotou a Suiça (74-59) e alcançou a primeira vitória na prova e almeja chegar ainda ao 3º lugar do grupo.


Vitória categórica das Sub-18 lusas ante as inglesas

Foi efectivamente um bom indicador para aferir das possibilidades das comandadas de Kostourkova no Campeonato da Europa que se avizinha. Como a seleccionador recomendou às suas jogadoras quer no final do treino desta manhã, quer no início da partida, estes jogos de preparação têm que ser encarados com ambição, determinação e vontade de vencer. Só assim se conseguem retirar ilações com vista a uma presença condigna no Europeu, ode Portugal terá uma tarefa árdua, disso não restam dúvidas.Só no 2º quarto (29-21), o único que as britânicas venceram, as nossas representantes não estiveram bem, particularmente em termos defensivos, em que foram demasiado permeáveis, ao consentirem quase 30 pontos. Nos restantes parciais tiveram muito bom desempenho, merecendo destaque os 10 minutos iniciais (8-19), nomeadamente até ao minuto 8 (3-19), com uma atitude defensiva muito bem conseguida.No último período (11-23) e já com Josephine Filipe excluída (5 faltas no minuto 37, aos 61-77), as anfitriãs deram o tudo por tudo a partir do minuto 39, após Mariyana Kostourkova ter parado o cronómetro pela última vez. Com 1minuto e 45 segundos para jogar (66-78), as britânicas recorreram sistematicamente à falta pessoal para parar o cronómetro, mas as lusas, imperturbáveis, estiveram irrepreensíveis da linha de lance livre, fazendo 6/6 através de Laura Ferreira (4) e Joana Soeiro (2). Já no minuto 40 a capitã Laura Ferreira acertou o seu 3º triplo em 4 tentativas, selando depois com um duplo o resultado final. Resultado final: Inglaterra Sub-18 66-89 Portugal Sub-18Destaque na selecção de Portugal para as exibições de um quarteto: Joana Soeiro, MVP do encontro (21,0 de valorização), que fez um duplo-duplo ao contabilizar 17 pontos, 2/5 nos triplos, 1 ressalto defensivo, 11 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres, Josephine Filipe (20,0 de valorização) ao anotar 20 pontos, 8/14 nos duplos, 4 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres, Laura Ferreira (18,0 de valorização) ao somar 19 pontos, 3/4 nos triplos, 4 ressaltos defensivos, 1 roubo e 3 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres e ainda Joana Cortinhas (6 pontos, 3/3 nos duplos, 2 ressaltos ofensivos, 4 assistências, 5 roubos, 2 desarmes de lançamento e uma falta provocada).Nas anfitriãs a mais valiosa foi Janice Monakana (20,0 de valorização) que saltou do banco para terminar com 18 pontos, 7/10 nos duplos, 4 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 7 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres, logo seguida de Shequila Joseph (18,0 de valorização) que contabilizou 16 pontos, 4/8 nos triplos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 4 assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/4 nos lances livres. Bons pormenores de Leah McDerment (11 pontos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 7/7 da linha de lance livre).O êxito luso assentou basicamente na maior eficácia nos lançamentos de campo (36%-49%) repartidos pelos duplos (41%-50%) e pelos triplos (25%-47%), no maior colectivismo (12-19 assistências), no menor número de erros cometidos (29-22 turnovers) e ainda por ter mais roubos de bola (7-10). Muito equilíbrio na luta das tabelas (36-35 ressaltos), desfeito na tabela ofensiva (14-13) e também na eficácia da linha de lance livre (79%-78%), com as inglesas a falharem 5 em 24 tentativas e Portugal a desperdiçar os mesmos 5 em 23 tentados. Excelente o acerto das nossas representantes nos tiros do perímetro, com 7 triplos convertidos em 15 tentados. Ficha de jogoArena do Crystal Palace National Sports CentreInglaterra (66) – Leah McDerment (11), Jay Ann Bravo-Harriott (8), Lauren Milligan, Shequila Joseph (16) e Harriet Ottewill-Soulsby (2); Megan Lewis (4), Anna Forsyth (4), Evelyn Adebayo (2), Janice Monakana (18), Freya Szmidt (1) e Francesca QuinnPortugal (89) – Joana Soeiro (17), Laura Ferreira (19), Joana Cortinhas (6), Josephine Filipe (20) e Emília Ferreira (5); Simone Costa (11), Susana Lopes (2), Sara Dias (1), Inês Veiga, Francisca Meinedo, Sofia Pinheiro (8) e Ana MonizPor períodos: 8-19, 29-21, 18-26, 11-23Árbitros: E. Udyansky, A. Senior e H. TangAmanhã (2ª feira) realiza-se o 2º jogo de preparação entre as duas selecções, com início marcado para as 17H15, no mesmo recinto.


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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