Artigos da Federaçãooo

Selecção de Sub-20 Femininos em estágio

Eugénio Rodrigues que este ano conta apenas com 4 das seleccionadas que estiveram em Miskolc, irá ter pela frente muito trabalho para montar a equipa, num grupo único (10 participantes), muito aberto onde a Bélgica, Letónia, República Checa, Bielorússia e Inglaterra se perfilam como os mais sérios candidatos à subida (sobem 3). Para esta 1ª acção, que se inicia hoje (5ª feira) ao final da manhã para terminar no próximo domingo no Centro de Estágio da Cruz Quebrada, o seleccionador convocou as seguintes 15 jogadoras:Ana Raimundo (AD Ovarense)Carolina Anacleto (AD Vagos)Gabriela Raimundo (AD Ovarense)Helena Costa (BC Barcelos)Helga Gonçalves (CRCQ Lombos)Inês Pinto (AD Vagos)Inês Viana (CRCQ Lombos)Jessica Almeida (Algés)Joana Jesus (AD Vagos)Leonor Cruz (CD Torres Novas)Márcia Filipe (GDEMA Menéres)Nádia Fernandes (GDEMA Menéres)Paula Couto (GDEMA Menéres)Sara Dias (AD Vagos)Vânia Sousa (Montijo BB)A dupla técnica terá oportunidade de fazer um primeiro teste aos argumentos com que poderá contar, nos 2 jogos treino com a selecção de Sub-18, agendados para os próximos sábado (17H30) e domingo (10H00), no Pavilhão LORD (Faculdade de Motricidade Humana).Responsáveis:Dirigente – Vítor DuarteSeleccionador – Eugénio RodriguesTreinador Adjunto – José AraújoSecretário – Nuno ManaiaFisioterapeuta – Bárbara Rola


Kostourkova observa 15 jogadoras até domingo

Recorde-se que a subida à Divisão A resultou do excelente desempenho do seleccionado luso no Europeu deste ano realizado em Strumica (Macedónia), onde as nossas representantes arrecadaram a medalha de bronze (3º lugar), atrás da Bielorússia (1º) e Inglaterra (2º). Mariyana Kostourkova convocou as seguintes 15 jogadoras:Ana Granja (SC Coimbrões)Ana Sofia Moniz (CPN)Catarina Cavaco (Juventude VRSA)Chelsea Guimarães (Algés)Francisca Meinedo (CPN)Inês Veiga (Calvão)Jessica Costa (Montijo BB)Joana Soeiro (Algés)Josephine Filipe (Olivais FC)Laura Ferreira (GDESSA)Mª Inês Santos (Física TV)Maria Kostourkova (CRCQ Lombos)Sara Marques (AD Ovarense)Simone Costa (Algés)Sofia Pinheiro (AD Ovarense)A inclusão das postes Maria Kostourkova e Chelsea Guimarães (ainda Sub-16) nesta acção resulta do acordo havido entre as duas seleccionadoras (Sub-16 e Sub-18), sob proposta do coordenador das selecções jovens, Ricardo Vasconcelos, seleccionador nacional de seniores femininos, naturalmente com o aval do DTN Manuel Fernandes e da Direcção da FPB. A não sobreposição de datas dos dois Europeus irá permitir a utilização das referidas atletas nos dois escalões, tal como já aconteceu este ano em Strumica, acompanhadas de Simone Costa que agora já é Sub-18 de 1º ano.A realização de 2 jogos treino com a Selecção Nacional de Sub-20 (também entra em estágio na Cruz Quebrada), agendados para sábado (17H30) e domingo (10H00), no Pavilhão LORD (Faculdade de Motricidade Humana), irá permitir à equipa técnica fazer uma primeira aferição das capacidades de cada uma das convocadas com vista à participação no Campeonato da Europa, onde iremos ter como adversários no Grupo C, as congéneres da Grécia, Sérvia e Suécia.Responsáveis:Seleccionadora – Mariyana Kostourkova Treinadora Adjunta – Ana Margarida FariaSecretário – Nuno ManaiaFisioterapeuta – Madalena CarvalhoDirigente – José Tolentino


Seleccionadora Ana Neves observa 16 jogadoras

A seleccionadora nacional Ana Catarina Neves irá observar 16 jogadoras que se concentram hoje a meio da tarde numa unidade hoteleira de Valongo, com os treinos bidiários a decorrer no Pavilhão Municipal de Ermesinde.Listagem das 16 convocadas:Ana Rute Queta (GDESSA)Andreia Peixoto (AD Sanjoanense)Beatriz Silva (SL Benfica)Carolina Bernardeco (GDEMA Menéres)Carolina Gonçalves (Algés)Catarina Miranda (CPN)Catarina Rolo (CPN)Constança Neto (SIMECQ)Inês Brandão (CB Cornella, Espanha)Isabel Costa (BC Barcelos)Joana Fernandes (AD Vagos)Jovana Nogic (SL Benfica)Lizanni Brito (Algés)Maianca Umabano (NCR Valongo)Sara Carreiras (Juventude VRSA)Sofia Almeida (CPN)Entretanto face à lesão de Constança Neto foi convocada para o seu lugar Ana Rita Reis (AD Sanjoanense).Outra situação é a das postes Maria Kostourkova (CRCQ Lombos) e Chelsea Guimarães (Algés), que estando prevista a sua dupla utilização em Sub-16 e Sub-18, tal como já sucedera nos Europeus de 2012, irão participar no estágio das Sub-18 que principia amanhã na Cruz Quebrada.No próximo sábado (29 de Dezembro) a dupla técnica terá oportunidade de fazer um primeiro teste de aferição no jogo contra as seniores do SC Coimbrões, a partir das 18H00, no Pavilhão Municipal de Coimbrões.Responsáveis:Dirigente – Manuel Barbosa Seleccionadora – Ana Catarina NevesTreinador Adjunto – Agostinho PintoSecretário – João JaneiroFisioterapeuta – Carla Nunes


Portugal no Grupo B

O sorteio foi realizado este sábado, em Freising, na Alemanha.

Esta fase será disputada por todas as equipas que não conseguiram qualificar-se para o Europeu de 2013. Apura-se apenas uma Seleção e as que ficarem de fora vão, depois, disputar a fase de qualificação “normal”, em 2014.Portugal ficou, segundo o sorteio, incluído no Grupo B, juntamente com a Holanda e a Estónia, e vai realizar jogos em casa e fora. No tal são quatro os agrupamentos e os vencedores de cada um deles encontram-se nas meias-finais, com os qualificados a disputarem depois uma final, sempre a duas mãos, que ditará o primeiro apurado para a fase final daquela prova.Em femininos, Portugal vai também disputar uma vaga para o Europeu de 2015, a realizar na Roménia e na Hungria, mas neste caso os encontros de cada grupo serão disputados num único local (a definir posteriormente). O primeiro de cada um dos quatro agrupamentos passa às meias-finais, realizando-se, depois, uma final. Também nas senhoras apura-se apenas uma equipa para o Eurobasket’15, sendo que as restantes vão poder disputar, depois, o apuramento “normal” em 2014.Portugal está incluído no Grupo D com Israel, Alemanha e Macedónia.


Seleções conhecem adversários

Confira nos detalhes desta notícia os adversários, as datas e os locais das várias competições.

MASCULINOSSub-20 (Divisão B) De 11 a 21 de Julho, em Targovist (Roménia)Grupo BPORTUGALSuíçaHolandaFinlândiaChipreBélgicaSub-18 (Divisão B) De 18 a 28 de Julho, em Strumica (Macedónia)Grupo DPORTUGALMontenegroLuxemburgoBélgicaBielorrússiaSub-16 (Divisão B) De 8 a 18 de Agosto, em Sarajevo (Bósnia)Grupo APORTUGALNoruegaFinlândiaBélgicaEstóniaMacedóniaFEMININOSSub-20 (Divisão B) De 4 a 14 de Julho, em Albena (Bulgária)Grupo ÚnicoPORTUGALRoméniaLuxemburgoBielorrússiaRep. ChecaLetóniaBélgicaGrã-BretanhaIsraelSub-18 (Divisão A) De 15 a 25 de Agosto, em Vukovar e Vinkovic (Croácia) Grupo CPORTUGALGréciaSuéciaSérviaSub-16 (Divisão B) De 1 a 11 de Agosto, em Portugal (local a definir)Grupo CPORTUGALDinamarcaIrlandaAlemanha


Clinic “Seleções Nacionais Jovens – Fiba Europe 2012″

Pode consultar o programa, através do PDF que disponibilizamos, nos detalhes desta notícia

A recepção do Clinic será feita no Pavilhão do Seixal, a partir das 9horas. O Clinic terá início às 9h15 com as apresentações habituais do trabalho das selecções jovens, seguindo-se um debate entre os participantes. Pelas 11h15, terá início a sessão prática, com os selecionadores Ricardo Vasconcelos e Rui Alves. A ENB informa que os créditos respeitantes a esta formação serão incluídos na contagem para a renovação da Cédula de Treinador de Desporto.


Portugal fica na Divisão A!

Ao cabo de uma longa discussão, a nossa proposta foi aprovada!

Está a decorrer este fim-de-semana, em Lubliana, na Eslovénia, a reunião do Board da FIBA Europa e, entre os diversos pontos discutidos, há a destacar duas propostas apresentadas pela FPB – defendidas pelo DTN, Manuel Fernandes, membro da Comissão Executiva – que acabaram por ser aprovadas.A primeira diz respeito ao último Campeonato da Europa de Sub-20 Feminino, Divisão A, onde Portugal foi claramente penalizado, uma vez que a nossa Seleção foi afetada por uma salmonela que “atirou” 6 jogadoras para o hospital, obrigando a equipa nacional a atuar desfalcada durante quase toda a competição. A FPB entende que esta situação excecional afetou a verdade desportiva e por isso que propôs que nenhuma seleção fosse despromovida, mantendo-se todas na Divisão A, incluindo Portugal. Após uma longa discussão a nossa proposta foi aprovada!A segunda diz respeito à alteração do calendário da competição das seleções jovens femininas, cujas datas dos campeonatos de Sub-16 e Sub-18 se sobrepunham, impedindo que a nossa geração mais forte de Sub-16 – que integra Maria Kostourkova, Chelsea Guimarães e Carolina Bernardeco – pudesse disputar as duas competições. Esta proposta foi, igualmente aprovada.A reunião prossegue este domingo e o principal tema em discussão prende-se com uma proposta que sugere que os Campeonatos da Europa de seniores sejam disputados de 4 em 4 anos, em vez de 2 em 2, como acontece atualmente.


«É necessário dar passo em frente»

Conheça nesta entrevista os projetos e as metas que o selecionador nacional se propõe atingir, bem como o diagnóstico que faz da modalidade no nosso país.

O que o levou a aceitar renovar o vínculo com a FPB no cargo de Selecionador Nacional?Tenho consciência que esta é uma fase extremamente difícil para a Seleção, mas tendo em conta o respeito com que sempre fui tratado, as condições de trabalho que me foram proporcionadas, não podia recusar assumir este período de transição tão complicado. Mais fácil teria sido retirar-me. Mas é necessário que pessoas dêem o passo em frente e assumam as responsabilidades de enfrentar este quadro negro em que se encontra o basquetebol nacional.Que prioridades definiu para este novo ciclo de trabalho?Implementar um modelo de jogo que ligue todas as Seleções jovens, bem como estreitar uma permanente ligação entre todos os treinadores que trabalham com Seleções. É necessário que exista uma colaboração eficaz entre todo o quadro técnico da Federação de modo a que se trace um objetivo claro para o futuro. Todas as pessoas envolvidas no processo devem sentir-se confortáveis com o que irão fazer, para que toda a área da formação se torne mais forte e coesa, e se possam formar mais jogadores para o futuro. Falando agora mais concretamente da Seleção sénior, e depois do balanço que certamente fez da última fase de qualificação, quais os aspetos em que a Seleção tem necessariamente melhorar para futuro?Em várias áreas. A equipa tem de saber jogar em campo aberto. Está obrigada a melhorar muito a eficiência do lançamento de modo a poder valorizar em cestos de campo as muitas ações que cria em termos ofensivos. Evoluir ainda mais na defesa do 1X1, bem como nos bloqueios na bola, especialmente na zona central do campo. Embora o aspeto mais importante seja provavelmente conseguir jogar concentrada durante 40 minutos. Mas para que isso seja possível obriga a hábitos de treino e de jogo que têm de ser completamente alterados, e daí a importância do trabalho que se realiza nos clubes.Por diversas vezes fez referência à falta de minutos de jogo de alguns jogadores da Seleção, assim como a pouca experiência internacional da grande maioria deles. Reafirma que são essas as principais causas para estarmos num nível um pouco abaixo em relação às melhores seleções europeias?Um fator incontornável é que somos mais baixos que as outras equipas europeias. Não temos uma rotatividade muito grande, uma vez que existe uma decalage entre os jogadores que compõem a Seleção, razão pela qual não podemos ir para pressões todo campo exatamente pela qualidade dos suplentes. A falta de experiência internacional agravou ainda mais este cenário, ao fazer com que as equipas apenas façam um jogo por semana, uma situação que só piora as coisas. Se juntarmos a tudo isto a crise económica que afeta os clubes todos, que faz com que muitas vezes jogadores importantes não treinem o volume e a intensidade suficiente que são exigidas para a alta competição a que se joga na Europa, temos criada a tempestade perfeita!Depreendo então, por todo o seu discurso, que reconhece qualidade e potencial aos jogadores portugueses?Os jogadores são vítimas neste processo todo, uma vez que não terem tido a possibilidade de participar na competição internacional, e isso reflete-se naturalmente no contato internacional que lhes é proporcionado. Só a jogar com equipas e jogadores mais fortes é que podemos evoluir. A partir do momento em que isso deixou de ser possível, os atletas nacionais ficaram muito condicionados na sua evolução Durante esta fase de apuramento, o respeito e a atitude que mostraram pelo jogo foi das coisas que mais me marcou. E não fossem os problemas financeiros que envolvem o basquetebol português e teríamos sido muito mais fortes. Houve uma geração que ainda beneficiou disso, mas cada vez mais vamos perder o comboio da Europa, isto porque deixamos de competir nas provas europeias, o que faz com que os nossos jogadores não tenham condições de trabalho iguais. Apesar de tudo isto, sinto-me orgulhoso do trabalho, da atitude profissional, do desejo de evoluir demonstrado pelos jogadores, e garanto que não são eles o problema o basquetebol português. Posso garantir que trabalham bem e foram excecionais na forma como se entregaram, algo que também começa a ser verdadeiro para os jogadores mais jovens, uma vez que vão pelo mesmo caminho. Só assim conseguimos o que fizemos, isto sem esquecer o apoio incondicional que a Federação nos deu ao longo de todo este período.Tem alguma proposta ou ideia para contornar o problema da falta de contacto internacional?Nos últimos anos utilizaram-se muitos jogadores estrangeiros na competição nacional, e isso teve consequências muito graves na afirmação dos jogadores jovens portugueses, uma vez que deixaram de ter hipóteses e espaço nos seus clubes. Se a isto juntarmos o facto de os clubes não participarem na competição internacional, encontramos a explicação para o estado atual do basquetebol português. Enquanto os clubes não garantirem que o seu quadro de jogadores esteja renovado e com a consistência exigida, deve-se manter a regra de dois estrangeiros. Se optar-se pelos comunitários então não se permite a entrada de jogadores americanos. Exceto o caso de haver clubes que queiram participar nas prova europeias. Mas se isto acontecer penalize-se então, como acontece já em outras Federações, os clubes que se recusem a participar nas competições europeias.No futuro próximo, qual será a equipa a iniciar os próximos trabalhos da Seleção Nacional?A Seleção de Esperanças continuará a trabalhar, e eu vou dedicar especial atenção a essa equipa. Em virtude que ainda falta apurar uma equipa para o próximo Campeonato da Europa, temos de aguardar pela definição da competição que vai dar acesso a esse lugar. Se sentir que não existem fortes possibilidades de apuramento, poderá dar-se o início da renovação anunciada da Seleção. Mas isso será sempre uma decisão política e que só poderá ser tomada pela Direção da Federação, sendo que depois seguirei esse caminho. Assumindo eu essa responsabilidade, porque não vai ser nada fácil, desde que em consonância com a própria Direção.Definiu algum objetivo a curto/médio prazo para a Seleção Nacional?Criar as condições para que seja rápida a transição de uma geração para a outra. Implementar um modelo de jogo para todas as seleções nacionais, para que no futuro os jogadores se integrem e saibam perfeitamente o que esperar nas outras seleções.Um desejo que gostaria de ver realizado para bem do basquetebol nacional?Voltar a ver uma Seleção Nacional numa fase final de um Campeonato da Europa, e que hajam equipas portuguesas a participar regularmente na Euroliga. Que o basquetebol se tornasse na 2ª modalidade do país, e recebesse os mesmos apoios que as equipas em Espanha. Mas para que isto acontecesse era necessário que os dirigentes e as pessoas ligadas aos clubes se decidissem por apostar ainda mais para competir a nível internacional.


Clinic FibaEurope

A primeira sessão decorreu em auditório com Rui Alves, Catarina Neves, Carlos Seixas, Mariana Kostourkova, André Martins e Eugénio Rodrigues a exporem as maiores dificuldade com que se depararam e dando indicações para conteúdos importantes a trabalhar por todos os treinadores de forma a melhorar esses itens. Igualmente se destacou quais os pontos fortes dos nossos atletas dos diferentes escalões. No primeiro ano em que os sub-16 femininos e masculinos, competiram sem terem o trabalho continuado de centro de treino ao longo da época, fizeram-se sentir dificuldades ao nível da táctica individual e das capacidades físicas.Num pequeno resumo que podemos fazer da sessão, a defesa é um dos pontos destacados como positivo. A maioria das nossas selecções ficou nos primeiros lugares do ranking nos pontos sofridos, apenas em sub-16 foi referida alguma capacidade para defender jogadores mais altos.A exigência e o espírito crítico dos treinadores que trabalham com os jovens mais aptos, revelaram-se na hora de falar sobre os pontos mais débeis das suas equipas. Assim, foram várias as dificuldades referidas. Salientamos a tomada de decisão, quer em contra-ataque quer em ataque, as recepções dinâmicas e a capacidade ofensiva de 1×1, condição física e consistência no lançamento. Na segunda parte da sessão, os selecionadores Ricardo Vasconcelos e Rui Alves estiveram em campo, dando exemplos práticos de como treinar alguns destes pontos fracos, em especial a táctica individual e a tomada de decisão em contra-ataque e em ataque.No final houve ainda espaço para um pequeno debate com os treinadores presentes.A adesão foi considerável, com cerca de 70 treinadores de jovens a assistir dos quais 20 são treinadores do distrito de Coimbra. A Associação de Basquetebol de Coimbra realizou esta acção em parceria com a Escola Nacional de Basquetebol/Federação Portuguesa de Basquetebol e a Câmara Municipal de Cantanhede.


Refletir sobre a Seleção

Uma longa travessia do deserto que, segundo o seu discurso ao longo desta fase de grupos, irá ser prolongada. O experiente treinador português não vê a curto prazo jogadores que possam substituir alguns jogadores que muito provavelmente fecharam o seu ciclo na Seleção, casos de Elvis Évora, Paulo Cunha e João Santos, embora reconheça que o atleta português tem qualidades para competir internacionalmente.

Quando os resultados não aparecem torna-se mais complicado de proceder a uma renovação, pois o peso das derrotas em nada ajuda a uma natural integração dos mais jovens. Integração essa que seria bem mais fácil e eficaz, se, tal como Mário Palma referiu por diversas vezes, os jogadores nacionais tivessem experiência internacional, ou seja, competissem nas provas europeias de clubes.Sabemos bem que a conjuntura atual torna isso quase uma miragem, bem como provoca problemas gravíssimos na vida familiar de alguns atletas, que muito provavelmente em momento algum foram capazes de estar focados única e exclusivamente naquilo que tinham de fazer dentro de campo.Logicamente que existiram falhas técnicas no desempenho dos atletas nacionais, sendo que as percentagens de lançamento foram talvez o principal problema com que nos debatemos. Um problema transversal a todas as Seleções e que nos deve preocupar, pois deveria ser a principal arma ofensiva de Portugal face a equipas, quase sempre, mais altas e pesadas.O controlo da posse de bola, não realizar turnovers, é outra das falhas apontadas por Mário Palma ao longo destes jogos, mas isso tem diretamente a ver com o nível e a intensidade a que os jogadores portugueses estão habituados a competir. Algo que se reflete na incapacidade demonstrada pela equipa em estar concentrada durante os 40 minutos do jogo, um fator determinante quando se joga a este patamar. Maus períodos custam quase sempre jogos, uma vez que é extremamente complicado, para não dizer impossível, recuperar de desvantagens pontuais diante estas equipas.Com o avançar da fase de qualificação ficou bem patente uma evolução da equipa nacional na luta do ressalto, conseguiu nos jogos finais equilibrar os números do ressalto, bem como conseguir fazer pontos nas áreas mais próximas do cesto. Destaque neste capítulo para o crescimento de Cláudio Fonseca, sem esquecer os desempenhos do base Mário Fernandes, também ele a terminar em grande esta qualificação, na condução da equipa, nomeadamente a assistir os seus companheiros.A fase preparatória prometeu mais, embora, tirando o primeiro encontro frente à Itália, Portugal conseguiu sempre ser competitivo frente a todos os adversários. Nalguns casos os períodos negros ao longo dos jogos, noutros a falta de rotação do banco com jogadores a acusarem o cansaço fisico nos momentos finais, ou simplesmente a falta de experiência para jogar os minutos finais dos encontros onde tudo se decide. Torna-se evidente que Portugal não tem um jogador que por si só, possa assumir a responsabilidade de decidir um jogo, ficando Portugal obrigado a ser perfeito caso queira vencer jogos no futuro. Um custo que tem que se pagar pela juventude e inexperiência desta equipa, mas que em momento algum não deixou de encher de orgulho o técnico Mário Palma pela forma séria como trabalhou e se preparou para cada jogo. A evolução de jogo para jogo deixa boas expetativas para o futuro, mas tal como o Selecionador já avisou vai levar bastante tempo até que Portugal possa novamente estar presente numa grande competição internacional. Olhando para a atual realidade do basquetebol português, o Selecionador mostra-se satisfeito com aquilo que foi atingido, não confundir com os resultados alcançados, mas preocupado com o rumo que a modalidade está a tomar nos últimos anos.


Cinco minutos fatais

Uma esperança que se manteve viva até bem perto do final, mas nos 5 minutos finais do encontro os comandados de Mário Palma deitaram tudo a perder, acabando por ceder por 64-77. Foi o último jogo de qualificação para o Eurobasket’13. Fica uma vez mais provado que conseguimos competir internacionalmente, uma constatação que tem de dar alento para o futuro próximo desta Seleção.

Num encontro em que a formação nacional equilibrou a luta das tabelas (empate a 33), o elevado número de turnovers (19), bem como as baixas percentagens de lançamento de campo, em nada contribuíram para o sucesso da equipa. O técnico nacional bem tentou conseguir uma rotação do banco, mas a verdade é que Portugal voltou a ceder nos momentos finais do jogo, altura em que as partidas se decidem. Portugal viajou até Minsk com o objetivo de fechar com chave de ouro esta fase de apuramento, ou por outras palavras conquistar a sua primeira vitória no grupo. E o inicio do encontro confirmou isso mesmo, com Portugal a liderar por 6-0 à passagem do 2º minuto. Ainda liderou até aos 10-9, mas na parte final do 1º período a equipa da casa conseguiu uma ligeira vantagem (21-15).O bom momento dos bielorrussos prolongou-se no arranque do segundo quarto, conquistando a sua vantagem máxima de 9 pontos com pouco mais de 2 minutos jogados (26-17). Nada que atemorizasse a formação nacional, que com uma boa reação, triplo importante de Mário Fernandes (7 pontos e 10 assistências) volta a encostar o resultado até à diferença mínima (27-28), embora não tenha sido capaz de voltar ao comando do jogo. O intervalo aproximava-se com a equipa portuguesa sempre na discussão do jogo, não permitindo mais que o adversário se afastasse novamente no marcador. Os jogadores portugueses recolhiam aos balneários a perder por seis pontos (38-32), um resultado que deixava tudo em aberto para a segunda parte.Os comandados de Mário Palma regressaram ao jogo determinados a dar a volta ao resultado, tendo chegado novamente à liderança (43-41), a pouco mais de 2 minutos do final do 3º quarto. Uma curta vantagem que a equipa nacional não foi capaz de manter, já que no final do 3º período eram novamente os bielorrussos a comandar o resultado (54-51).Um triplo de João Santos (8 pontos e 8 ressaltos) já perto do meio do último quarto mantinha Portugal dentro do jogo (56-60), mas três minutos bastaram – 2 pontos apenas convertidos – para que Portugal voltasse a comprometer o triunfo (58-69). Com apenas 3 minutos para jogar, o tempo jogava a favor da equipa da casa. Cláudio Fonseca (22 pontos, 8 ressaltos e 3 roubos de bola), mais uma bela exibição, com uma tapinha ainda colocou a diferença nos 10 pontos (62-72), mas seria o melhor que a equipa conseguiria até final (64-77).No final do encontro o técnico Mário Palma era um treinador resignado, preferindo dar ênfase ao futuro da Seleção: “No inicio do jogo conseguimos manter equilibrado o resultado, mas próximo do final não tivemos o que é necessário para disputar a vitória. Nós temos atletas muito jovens e estamos a tentar prepara-los melhor, mas infelizmente a situação do basquetebol no nosso país é muito pobre.”


Grande jogo não evita derrota frente à Turquia

Neste caso tratava-se da Turquia, nada mais nada menos que a vice-campeã do Mundo, mas a equipa nacional acabou por perder por 69-79. Os comandados de Mário Palma já não têm possibilidades de se apurar para o Europeu do próximo ano, mas não perdem o vigor e mais uma vez tudo fizeram para alcançar um triunfo nesta fase de qualificação.

Que primeiro período de excelência aquele que Portugal realizou no encontro frente à Turquia (21-17)! Bem a alternar a eficácia do tiro exterior, com as ações nas áreas próximas do cesto, onde, neste capítulo, Cláudio Fonseca (10 pontos) esteve brilhante a jogar de costas para o cesto, ou então a jogar sem bola nas leituras das penetrações dos seus companheiros. Betinho, João Santos e Cunha complementavam através do jogo exterior, bem comandados pelo base Mário Fernandes. Dez minutos de grande nível, que reduziram a poderosa Turquia a um adversário “banal”. Mas tudo se alteraria durante o segundo quarto, com a equipa nacional a perder a sua consistência ofensiva, os tiros deixaram de cair, refletindo-se naturalmente na acumulação de turnovers, bem aproveitados pelos turcos para somar cestos fáceis em contra-ataque. A estatura dos jogadores turcos fazia-se sentir na luta das tabelas, a conquistarem segundos lançamentos, enquanto que a rotação do banco português não produziu os efeitos desejados pelo técnico Mário Palma. Nos últimos dois minutos da 1ª parte, Portugal estabilizou novamente o seu ataque, cinco pontos consecutivos, ao mesmo tempo que retomava a sua defesa zona, que traduziu-se no aproximar do resultado (31-35). Para o segundo tempo o técnico Mário Palma tentava condicionar o sucesso do jogo interior da Turquia com o recurso a situações de 2×1 nas posições de poste baixo, mas Portugal era traído pelo ressalto ofensivo. No ataque, Mário Fernandes voltava a comandar a equipa, sendo o tiro de três pontos, 2 consecutivos por parte de Miguel Minhava, a principal arma utilizada por Portugal, assim como o reaparecimento de Cláudio Fonseca no jogo, voltando à liderança (47-45) à passagem do 7º minuto. O base português mostrou igualmente inspiração ofensiva (3 + 2 pontos) e Portugal voltava a comandar no final do quarto por cinco pontos de vantagem (52-47), depois de ter estado a perder por sete no decorrer do período.Nos últimos dez minutos o ritmo do jogo elevou-se, bem como a agressividade e o contacto físico por parte dos turcos quando defendiam. Os jogadores portugueses, como resultado das faltas sofridas, cedo conquistaram o direito a ir para a linha de lance livre, se bem que o lançamento de longa distância mantinha os turcos na discussão do resultado. A cinco minutos do final, os vice-campeões do mundo estavam empatados com Portugal a 59 pontos.Nos minutos seguintes sucederam-se as alternâncias na liderança do marcador, até que, após novo turnover por parte da formação nacional, Karamani, já tinha marcado um triplo, converte um cesto com falta e faz subir a diferença para os cinco pontos (68-63),isto a 2.30 minutos do final. João Santos com um cesto de dois ainda reduz para três, mas a Turquia com mais um triplo (71-65), dava um passo de gigante rumo à vitória. Os brilhantes atletas nacionais acusaram falta de frescura física, pelo que as más decisões acumularam-se, levando a que em alguns ataques Portugal não fosse capaz de atirar ao cesto.Vitória final da Turquia (79-69) que assim mantém-se na corrida do apuramento, em mais um jogo em que Portugal esteve brilhante, chegando mesmo a ser claramente superior ao seu adversário durante vários períodos do encontro. Apesar da derrota, os atletas portugueses podem sentirem-se orgulhosos por aquilo que fizeram durante os 40 minutos, naturalmente com coisas a corrigir, mas que não retira o brilhantismo com que Portugal se bateu com a forte equipa turca, que jogava em Coimbra o seu apuramento para o próximo Europeu.Fantásticos desempenhos de Cláudio Fonseca (20 pontos, 8 ressaltos e 4 desarmes de lançamento), a bater-se muito bem no jogo interior, Mário Fernandes (17 pontos, 6 assistências e 2 ressaltos), a dirigir e a revelar-se mortífero no tiro exterior, bem como nas leituras dos bloqueios diretos, João Betinho (11 pontos e 8 ressaltos) e João Santos (11 pontos, 5 ressaltos e 2 assistências), estes dois últimos a acusarem mais na parte final do jogo o cansaço acumulado.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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