Artigos da Federaçãooo

Fernando Sousa convocado para a Selecção Nacional

O “Objectivo Lituânia 2011” que pretende a presença de Portugal na Fase Final do Eutrobasket, tendo que para isso levar a melhor sobre a Hungria (9 de Agosto) e Finlândia (24 de Agosto).

Mercê da excelente época que Fernando Sousa realizou, não foi com surpresa que o seu nome aparece nos 17 convocados.Para Norberto Alves, treinador da Académica ” A convocatória do Fernando Sousa é um grande orgulho para todos nós. Uma pessoa com o carácter do Fernado e com o nível que atingiu merece ir à selecção. Reflecte, ainda, o seu trabalho ao longo de muitos anos. Tive o previlégio de treinar o Fernando durante 7 épocas, primeiro na 3ª divisão, depois na Proliga e finalmente na Liga e acompanhei de perto o crescimento de um jogador que através do exemplo diário sempre deu tudo à equipa e ao seu clube do coração: A Académica. Ele é um exemplo de dedicação e de fair-play. Espero que tudo lhe corra bem nos treinos da selecção e consiga dar à equipa de todos nós aquela que é a sua melhor característica como jogador: a coragem.”


“Temos condições para discutir o jogo”

A autarquia de Sintra é mais uma vez parceiro da F.P.B., apoiando a organização no tocante ao recinto para treinos e jogos (há também o Portugal-Suécia no próximo sábado, às 16h30) e suportando os encargos de alojamento e alimentação das equipas intervenientes. Também a Associação de Basquetebol de Lisboa, Junta de Freguesia de Casal de Cambra e o GD Escola Maria Alberta Menéres dão o seu contributo à organização. Depois do desaire em Bergen, no passado domingo, ante a Noruega, subsistia a dúvida em relação às marcas decorrentes do resultado negativo. Será que isso já faz parte do passado ou ainda permanece na cabeça de todos os que integram o grupo de trabalho?O seleccionador nacional Ricardo Vasconcelos confessou-nos a sua opinião:« A equipa trabalha sempre de forma muito séria e intensa e isso por si só traz motivação e níveis de confiança! Lógico que a derrota foi sentida pois foi um jogo que ficámos com a sensação que podíamos ter ganho, mas é passado. Não pode nem vai alterar a forma de abordar esta partida frente à Eslovénia». Para baralhar ainda mais as coisas, a Eslovénia impôs a primeira derrota à Suécia (70-63), mantendo-se todavia as suecas na liderança, por cesto-average, visto que na 1ª volta haviam vencido por maior diferença (78-61). Como é que o nosso adversário de logo à noite, desfalcado de pedras influentes, casos da poste Sandra Pirsic (lesionada), da extremo Maja Erkic e da base Nika Baric, que no final de Maio ganhou o prémio de melhor jogadora jovem dos campeonatos europeus de 2010, atribuído pela FIBA, conseguiu suplantar uma forte Suécia, com todas as suas trutas à excepção de Frida Aili? «A Suécia perdeu uma jogadora muito influente no seu jogo, mas a independentemente disso, também a Eslovénia perdeu centímetros e isso joga a nosso favor, pois também os perdemos. Acredito que temos condições, perante o nosso público, de jogarmos de igual para igual. Condicionar o jogo dos bases adversários será essencial para levar de vencida esta equipa», referiu o seleccionador luso. Na partida frente às norueguesas foi patente a principal pecha das nossas representantes: a falta de eficácia nos lançamentos de campo (29%), nomeadamente na 1ª parte. Registou-se alguma melhoria (pouca) na 2ª metade, nos lançamentos duplos (de 28% para 34%), mas sobressaiu a dificuldade em atacar o cesto com êxito na área pintada. Como é que se poderá ultrapassar esta lacuna?«Sem dúvida que as baixas percentagens constituíram o maior dos males no passado domingo, mas acredito que vamos melhorar. Temos trabalhado para isso. Precisamos de controlar melhor a ansiedade e lutar mais pelo ressalto ofensivo», explicou o nosso interlocutor.A capitã Sara Filipe regressou da Noruega afectada por uma amigdalite. Foi naturalmente medicada, não treinou por precaução ontem de manhã, mas já trabalhou com as suas companheiras no treino da tarde e hoje no apronto matinal. Estará em perfeitas condições para logo à noite? «A Sara está disponível para dar o seu melhor!».


José Silva junta-se à lista de convocados.

C. Barreirense). Passam assim a ser 18, para já, os atletas com que equipa técnica conta para começar os trabalhos de preparação tendo em vista a qualificação para o Campeonato da Europa. Os jogadores escolhidos concentram-se, em Guimarães, a 19 de Junho, e iniciarão os trabalhos no dia seguinte, estando previstos 10 treinos semanais nesta 1ª fase.


Jovens promessas

Nesta entrevista as jovens jogadoras contam como é estar na equipa das quinas, bem como todas as expectativas que têm para este encontro.

Chegar à Selecção Sénior era um sonho que ambicionavam quando começaram a fazer parte das selecções mais jovens? Michelle Brandão Sim. Acho que esse é um objectivo de qualquer jogador, ainda mais quando se faz parte das selecções jovens. Se me perguntasse, quando era mais nova, se aos 20 anos achava que ia estar na selecção a minha resposta certamente seria não. Por isso, esta chamada ainda deixa-me mais contente e mostra que com muito trabalho poderemos atingir os nossos objectivos.Maria João Correia – A selecção sénior é com certeza um sonho para todas as jogadoras, conseguir chegar a este nível é qualquer coisa de aliciante. No inicio quando cheguei às selecções mais jovens, era tudo muito novo, e só queria aproveitar e retirar o melhor das experiências que ia tendo, e se calhar nessa altura não pensava ainda na selecção sénior. Com o passar do tempo e dos anos, as coisas foram mudando, e aí comecei a sonhar em ir à selecção sénior, e além de um sonho isso tornou-se num objectivo. Luiana Livulo Acho que é o sonho de qualquer jogadora jovem poder representar a Selecção ao mais alto nível. Não sou excepção, era um sonho que está finalmente concretizado.Sentem-se privilegiadas, relativamente ao masculino, pelo facto de com a vossa idade serem já titulares indiscutíveis dos vossos clubes? Michelle Brandão Não acho que seja uma questão de privilégio, mas acho que isso acontece muito fruto do nosso trabalho e dos nossos treinadores. Eu, como todos os jogadores jovens, precisei de jogar, precisei de errar para melhorar e nem todos os treinadores estão dispostos a fazer isso. Felizmente tenho um treinador que aposta em mim e que me deu todas as condições para crescer. Nestes últimos anos existem vários casos semelhantes ao meu, o que a curto-prazo é uma mais-valia para as selecções jovens, e certamente a longo prazo será para a selecção sénior e mesmo para a Liga. Penso, por isso, que esse será o caminho para o futuro do basquetebol português quer no feminino, quer no masculino. Maria João Correia Sabemos bem que isso não é muito vulgar nos masculinos, não há muitos jovens da nossa idade a jogar muitos minutos na Liga, apesar de haverem alguns. E de certo modo isso é um privilégio. Mas por outro lado se o somos é porque trabalhámos para isso e porque também o merecemos. Luiana Livulo Penso que existe uma diferença clara entre a Liga feminina e a masculina. A feminina aposta muito mais na formação, dando assim mais oportunidade às jogadoras mais jovens, como é o nosso caso, por isso é de certo modo um privilégio. O facto de conhecerem os treinadores das selecções mais jovens torna agora mais fácil a vossa integração? Michelle Brandão Sim, acaba por não ser tudo novo, uma vez que já trabalhámos com eles. Depois nas sub-20 a filosofia de jogo é a mesma, o que ajuda ainda mais. Maria João Correia O facto de já terem sido nossos treinadores antes, já sabermos a forma como trabalham, já sabemos aquilo que vamos encontrar, a forma como temos que estar e trabalhar, e isso de certa forma ajuda na nossa integração. Luiana Livulo Sem dúvida, o facto de já termos trabalhado com eles em anos anteriores ajuda a nossa integração, pois já conhecemos o modo como trabalham, o que faz com que não seja tudo novo para nós.Quais as principais diferenças, se é que existem, nos trabalhos da selecção sénior? Michelle Brandão Primeiro as jogadoras são mais experientes, naturalmente aumenta a qualidade de treino. Com a qualidade de treino elevada, as exigências são maiores, logo não podemos errar tanto. Depois o nosso estilo de jogo obriga-nos a tomar decisões num curto período de tempo, pois temos muitas opções em cada movimento, o que nos obriga a estar muito concentradas. Maria João Correia As jogadoras são mais velhas, com muita experiência e maturidade, o que é muito bom para nós. E também a intensidade que se coloca nos treinos, é muito superior. Luiana Livulo A qualidade das jogadoras é um nível completamente diferente, elas são bastante experientes, o que é óptimo para nós pois não aprendemos apenas com os treinadores.A poucos dias do primeiro jogo desta segunda volta, como seria para cada uma, o jogo ideal? Michelle Brandão Primeiro, ganhar! Depois conseguir ajudar a equipa da melhor maneira possível O mais importante é a vitória e o sentimento dever cumprido. Maria João Correia Seria sem dúvida um jogo em que toda a equipa estivesse bem, que fizéssemos as coisas que temos vindo a treinar ao longo destes dias, quer na defesa quer no ataque. E de certa forma melhorar, não cometendo os mesmos erros. E claro no fim uma vitória. Luiana Livulo Conseguirmos transportar para o jogo todo o trabalho que foi desenvolvido ao longo de todos os treinos, pois se o fizermos tenho a certeza que vamos conseguir obter a tão desejada vitória!Acham que são as primeiras de um conjunto de outras jogadoras que estão para chegar à Selecção principal? Michelle Brandão Sim, como já referi anteriormente, há cada vez mais jogadoras jovens a jogar na Liga com minutos importantes, por isso acredito que num futuro próximo haverá mais jogadoras jovens a serem chamadas. Temos o exemplo da Joana Jesus, Daniela Domingues, Inês João Faustino, Joana Bernardeco e a Sofia Silva, todas elas jogadoras jovens, que já estiveram presentes nos trabalhos da Selecção Sénior Maria João Correia Penso que sim, pois há muitas jogadoras jovens a jogar a um bom nível e que podem muito bem, fazer parte desse conjunto no futuro. Luiana Livulo Sim, como nós já várias jogadoras jovens foram chamadas para observação, por isso acredito que no futuro mais jogadoras a integrarão a Selecção.


Norueguesas mais consistentes na ponta final

A derrota por 55-49, frente à Noruega, nesta cidade nórdica com uma população de cerca de 200 mil habitantes, traduziu a inexperiência da equipa e uma manifesta falta de eficácia na área pintada, mormente evidenciada durante a 1ª metade, em que apenas marcámos 22 pontos, com percentagens muito fraquinhas.

Depois de uns 10 minutos iniciais de bastante equilíbrio (17-13), desfeito apenas no minuto 10 com Tori Halvorsen (que estuda e joga numa Universidade norte-americana) a fazer 15-13 da linha de lance livre e fixando o resultado em cima da buzina, Portugal sofreu um parcial de 9-1 em 6 minutos, acusando muita dificuldade em atacar o cesto. As norueguesas, mais pesadas e também mais rápidas, levavam a melhor nos lances divididos, utilizando amiúde o contra-ataque (7 na 1ª parte) e faziam cesto em segundos lançamentos, explorando da melhor maneira alguma apatia lusa. Assim, a diferença pontual ao intervalo (33-22) era reflexo precisamente dessa incapacidade em concretizar as movimentações de ataque (26% nos lançamentos de campo, contra 37% das anfitriãs). O descanso fez bem às pupilas de Ricardo Vasconcelos, com o segundo triplo de Ana Oliveira a dar o mote para a recuperação, logo no minuto 21 (33-25). Defendendo com muita entreajuda e agressividade, Portugal reagiu como se impunha e foi buscar o jogo, ao reduzir de 40-31 (minuto 26) para 40-39, impondo um parcial de 8-0, até ao final do 3º período (7-17).Prosseguindo com a mesma determinação no último quarto, a selecção lusa conseguiu mesmo a viragem do marcador no minuto 34, com Ana Oliveira a colocar Portugal na frente (42-43), obrigando o treinador nórdico a pedir um desconto de tempo à entrada do minuto 35. Carla Nascimento ainda elevaria a contagem para 42-45, da linha de lance livre mas em pouco tempo a Noruega voltou ao comando, primeiro por intermédio de Nanna Sand (que reentrara poucos segundos antes), a fazer 46-45 e a sua companheira de equipa Tina Moen (que joga no Isla de Tenerife, da 2ª Liga espanhola) a aumentar para 48-45, com 3 minutos e 1 segundo para jogar. Acto contínuo o seleccionador luso parou o cronómetro e Portugal viu renascer a esperança com um bomba de Ana Fonseca a empatar a partida (48-48) à entrada do minuto 39. Nova igualdade (49-49) ainda no mesmo minuto, mas a experiência e o sentido de cesto de Nanna Sand (ainda de grande utilidade aos 33 anos) a relançar as norueguesas com novo duplo a 1,15 minutos do termo (51-49). A perder por 53-49 e com 30,3 segundos para jogar, Ricardo Vasconcelos esgota os descontos de tempo, dando instruções para parar o cronómetro, recorrendo às faltas. Carla Nascimento viria a ser excluída completando a 5ª falta a 15 segundos do final. Foi da linha de lance livre que a Noruega selou o resultado final (55-49). « Acabámos por fazer uma 1ª parte fraca, em que os níveis elevados de ansiedade se reflectiram em percentagens de lançamento fraquíssimas, vindo ao de cima a nossa inexperiência. Apenas 4 pontos na área pintada até ao intervalo são elucidativos da nossa dificuldade em marcar.», começou por explicar o seleccionador luso.« Depois de termos recuperado, muito à custa de uma menor rotação na 2ª parte, faltou-nos oxigénio e isso fez baixar o discernimento. Faltou nesse período uma maior eficácia no tiro exterior, para que tivéssemos conseguido conservar a vantagem. É importante referir a falta de experiência da nossa equipa. Era preciso em determinados momentos, alguém com capacidade para sacar uma falta que nos devolvesse a tranquilidade e a confiança.», concluiu Ricardo Vasconcelos. Nas vencedoras, destaque para a base Anette Johansen (9 pontos, 7 ressaltos defensivos, duas assistências, 3 roubos, 7 faltas provocadas e nenhum turnover em quase 39 minutos de utilização), a norueguesa mais valiosa, seguida da extremo Tina Moen (12 pontos, 4/5 nos duplos, 5 ressaltos defensivos, 3 assistências e 4 faltas provocadas, com 4/6 nos lances livres), Tori Halvorsen (12 pontos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo e 4 faltas provocadas, com 4/5 nos lances livres) e Kristina Tattersdill (9 pontos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 3 faltas provocadas). Referência ainda para a utilidade de Nanna Sand, que marcou 2 cestos decisivos nos derradeiros 3 minutos.Na selecção portuguesa, saliência para a prestação de Joana Lopes, MVP e melhor ressaltadora da partida, autora de um duplo-duplo (13 pontos,11 ressaltos sendo 1 ofensivo, 4 assistências, 2 roubos,1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas), com o senão de ter estado abaixo do habitual nos lançamentos do perímetro (apenas 1 triplo em 8 tentados). Foi bem secundada por Carla Nascimento (4 pontos, todos de lance livre, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, 4 assistências, 2 roubos e 5 faltas provocadas), Ana Oliveira (9 pontos, 2/5 nos triplos, 2 ressaltos e 3 assistências), Tamara Milovac (8 pontos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo e 2 desarmes de lançamento) e Ana Fonseca (4 pontos,1 triplo, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência e 1 roubo). Em termos globais a superioridade da Noruega assentou na maior eficácia de lançamento nos duplos (39%-34%) e no facto de ter ganho a luta das tabelas (44-36 ressaltos), incluindo a tabela ofensiva (11-9) e ainda de ter provocado mais faltas (21-15), convertendo 17 lances livres contra 13 das portuguesas, ainda que com percentagens similares (68%-68,4%). Portugal foi mais colectivo (12-15 assistências) e cometeu menos erros (17-14 turnovers). Equilíbrio houve nos roubos de bola (8 para cada lado) e na percentagem de triplos (20% para ambos, mas com as nossas representantes a converterem 4 contra 2 das adversárias). Ficha do jogo:Haukelandshallen, em Bergen Noruega (55) – Anette Johansen (9), Sigrid Skorpen (2), Tina Moen (12), Nanna Sand (7) e Kristina Tattersdill (9); Tori Halvorsen (12), Maren Austgulen (2), Therese Häger, Hege Blikra (2), Torunn Ytrehus e Tina NessePortugal (49) – Carla Nascimento (4), Ana Oliveira (9), Joana Lopes (13), Sara Filipe (4) e Tamara Milovac (8); Ana Fonseca (4), Maria João Correia (2), Débora Escórcio, Michelle Brandão (4), Célia Simões, Luiana Livulo (1) e Diana NevesPor períodos: 17-13, 16-9, 7-17, 15-10Árbitros: Haydn Jones (País de Gales) e Jonas Bille (Dinamarca) A comitiva portuguesa regressa amanhã a Lisboa, com chegada prevista para as 18h10 no voo TP 507 procedente de Oslo.


Mário Palma anuncia convocados

No Pavilhão Multidesportos Mário Mexia, “casa” que receberá a selecção nos decisivos encontros de apuramento a 9 e 24 de Agosto, e depois das boas vindas do anfitrião, Vereador Luís Providência, Mário Saldanha começou por sublinhar que “todos, sem excepção, temos que nos focar no objectivo comum que é a presença na Lituânia 2011, em Setembro”. Em seguida, foi a vez de Mário Palma falar sobre os jogadores convocados, o plano de trabalho e, confiante afirmar que “É possível o apuramento, e queremos o 1º lugar nesta qualificação.”
Jogadores convocados e mais nos detalhes da notícia.

Foi uma Conferência de Imprensa bastante concorrida. Coimbra e a sua Câmara Municipal voltam a abraçar o basquetebol e a Selecção Nacional de Seniores Masculinos. Depois de vitórias contra a Macedónia e Polónia nesta cidade, Coimbra poderá ficar agora na história como o local onde Portugal carimbou o apuramento para o Eurobasket 2011, na Lituânia.Para Mário Saldanha, este é o momento de unir esforços e apoios em redor da Selecção Nacional e de um objectivo que deve ser comum a todos, jogadores, treinadores, dirigentes, adeptos e Comunicação Social, apelando à presença massiva de público nos jogos frente à Hungria (a 9 de Agosto) e à Finlândia (dia 24 de Agosto).Já o novo Seleccionador Nacional, Mário Palma, mostrou-se confiante e traçou objectivos: Apuramento, se possível em 1º lugar, olhando já para o teoricamente eventual grupo do Eurobasket 2011 e almejando o apuramento para a segunda fase.A equipa técnica convocou, para já, 17 atletas que se concentrarão em Guimarães a 19 de Junho e iniciarão os trabalhos no dia seguinte, estando previstos 10 treinos semanais nesta 1ª fase. Mário Palma revelou ainda que a equipa lusa vai realizar três jogos de controlo na Turquia, entre 12 e 16 de Julho e duas partidas na Suíça, nos dias 2 e 3 de Agosto. De premeio, Portugal irá regressar a Guimarães para disputar um Torneio Internacional com as Selecções do Irão, Roménia, Angola e Filipinas, entre 23 e 27 de Julho” “Este é um bom programa de preparação. A federação possibilitou-nos as melhores condições de trabalho”, reconheceu o seleccionador.JOGADORES CONVOCADOS”FC Porto – Carlos Andrade, João Santos, José Costa e Miguel MirandaBenfica – António Tavares, Elvis Évora e Miguel MinhavaAcadémica – Fernando SousaV. Guimarães – Cláudio Fonseca e Paulo CunhaCAB – Fábio Lima e Jorge CoelhoOvarense – Nuno CortezGinásio – Marco Gonçalves e Tomás BarrosoBreogan (Espanha) – Betinho GomesEvreux (França) – Filipe da Silva


“Temos a nossa estratégia montada para ganhar”

Antes lançámos os tópicos para a abordagem, nomeadamente o facto de a selecção que está aqui em Bergen, estar desfalcada de Sónia Reis e Paula Muxiri, ausentes por motivos diferentes e que em conjunto representaram nos 3 encontros da 1ª volta, realizados em Agosto de 2010, mais de 35 pontos e 13 ressaltos por jogo.«Não só perdemos as duas melhores marcadoras (24 pontos da Sónia e 11,3 da Paula) mas também as duas melhores ressaltadoras (9,3 ressaltos da Sónia e 3,7 da Paula). Estamos conscientes disso e tivemos que trabalhar tacticamente para compensar essas ausências. Independentemente do que perdemos, a equipa está mais afinada tacticamente do que a do ano passado. Das 11 que foram utilizadas há um ano restam apenas 5. Mas contamos com jogadoras que apareceram fisicamente em muito melhor condição do que há um ano.»Perante uma Noruega que se apresenta na cauda da classificação do Grupo A, só com derrotas (médias de 49,7 pontos marcados e 71,7 sofridos) não é linear dizer-se que são favas contadas. Ricardo Vasconcelos está consciente das dificuldades com que as suas pupilas se irão deparar amanhã.« Temos a nossa estratégia montada para ganhar. Vamos jogar com uma Noruega muito forte fisicamente nas tabelas, muito batalhadora, mas que é seguramente a mais fraca do Grupo onde estamos inseridos. Não é um adversário fácil, mas pode-se tornar um jogo fácil. Depende muito da maneira com o encararmos. Possuímos jogadoras mais baixas, mas muito velozes, capazes de imprimir um ritmo intenso. A chave da vitória passa claramente pelos aspectos defensivos e do comando do ritmo do jogo, impondo um basquete intenso e veloz que decorre da forma como defendemos no campo todo.»A finalizar uma questão pertinente. A preparação da equipa foi a suficiente? O seleccionador não se esquivou, dizendo de sua justiça.« Independentemente das restrições financeiras, que compreendemos e aceitamos numa altura de crise como a que atravessamos, a preparação pecou pela falta de jogos (apenas 4). É preciso não esquecer que é uma equipa que tem 7 jogadoras novas. No entanto as condições de trabalho proporcionadas foram perfeitamente aceitáveis e o desempenho e entrega das jogadoras foram fantásticos. Jogo após jogo sentimos que a equipa apresentava melhorias significativas.»


Selecção Feminina já está em Bergen

A viagem em voo TAP que saiu de Lisboa cerca das 09h30 decorreu sem complicações até Oslo, onde aterrámos por volta das 14h15 locais. No aeroporto da capital norueguesa tivemos que levantar a bagagem e fazer novo check-in para a ligação até Bergen, desta feita a ser assegurada pela SAS.Só houve tempo para uma refeição ligeira no aeroporto e embarcar de seguida para uma viagem com uma duração de 50 minutos, que se fez num abrir e fechar de olhos.Um autocarro transportou a comitiva lusa até ao hotel (Scandic Neptun), bem no centro de uma cidade costeira muito interessante, pelo que nos foi dado observar ao longo do trajecto (cerca de 25 minutos) e complementado por um passeio a pé que fizemos após o jantar. A equipa técnica optou por não treinar no dia da viagem, para que amanhã (sábado), véspera do jogo com a Noruega, se possam realizar duas sessões de treino, uma de manhã (das 10 às 11h30) e outra ao final da tarde (das 19 às 20h30), esta já no recinto (Haukelandshallen) onde defrontaremos a congénere norueguesa no domingo, partida com início agendado para as 16h00, que marca o início da 2ª volta do Campeonato da Europa, Divisão B. O único contratempo é uma amigdalite que vem afectando o seleccionador Ricardo Vasconcelos. Embora medicado desde anteontem, o certo é que a infecção ainda não foi debelada. Em relação às 12 jogadoras, estão todas em perfeitas condições, incluindo Ana Oliveira que já ultrapassou a tendinopatia rotuliana que a apoquentou nos últimos tempos.


Equipa técnica anuncia convocados e plano de trabalho

Além da equipa técnica nacional e do Presidente da FPB, estará presente na Conferência de Imprensa o Vereador da Câmara Municipal de Coimbra, Dr. Luís Providência, entidade que uma vez mais uniu esforços no inexcedível apoio que tem dado à modalidade e, em particular, à Selecção Nacional.


Limar as últimas arestas

A equipa técnica tem oportunidade de limar as últimas arestas até à véspera da partida para a Noruega que está agendada para a próxima 6ª feira. A comitiva viaja directamente do Centro de Estágio de Rio Maior para o Aeroporto de Lisboa na manhã do dia da viagem.

O primeiro jogo da 2ª volta é já no domingo, em Bergen, cidade costeira da Noruega, a cerca de 500 quilómetros da capital (Oslo). Recorde-se que no Verão de 2010, quando se iniciou a campanha para este Campeonato da Europa, Divisão B, o confronto com as norueguesas saldou-se pela única vitória lusa (69-35), em partida disputada em Coimbra, a 7 de Agosto. Depois perdemos em Ljubljana, com a Eslovénia (67-63), após prolongamento, fechando a 1ª volta com nova derrota em Norrköping, ante a Suécia (68-54). A selecção sueca lidera o Grupo A, invicta, seguida da Eslovénia (uma derrota), Portugal (duas) e Noruega (três). O seleccionador nacional Ricardo Vasconcelos não fez alterações em relação às 12 jogadoras que alinharam nos 4 jogos de preparação, realizados em Helsínquia (com a Finlândia) e no nosso país (com a Suiça), ou seja:Ana Fonseca (Olivais)Ana Oliveira (Algés)Carla Nascimento (ADBA – Espanha)Célia Simões (Boa Viagem)Débora Escórcio (ADBA – Espanha)Diana Neves (Boa Viagem)Joana Lopes (AD Vagos)Luiana Livulo (GDESSA)Maria João Correia (CAB Madeira)Michelle Brandão (Olivais)Sara Filipe (Algés)Tamara Milovac (CD Torres Novas) Para acertar os últimos pormenores a equipa técnica tem previstos treinos bidiários à excepção do dia de hoje (treino só à tarde).A comitiva chefiada pelo vice-presidente José Tolentino integra ainda os seguintes elementos:Seleccionador – Ricardo VasconcelosTreinadores Adjuntos – José Araújo e Eugénio RodriguesFisioterapeuta – Maria José PiresSecretário – Nuno Manaia


Portugal virou o resultado no 3º período

Foi preciso haver uma transfiguração quase total após o descanso, que chegou com as helvéticas na frente por 24-35, diferença alicerçada basicamente nos 10 minutos iniciais (7-16), para que as comandadas de Ricardo Vasconcelos conseguissem dar a volta ao resultado.Até ao intervalo a selecção helvética exerceu um domínio avassalador nas tabelas, ganhando mais 15 ressaltos que as nossas representantes, o que aliado à maior eficácia de lançamento explicava naturalmente a supremacia no marcador.No reatamento a atitude do seleccionado luso mudou drasticamente, passando a disputar todos os lances com grande determinação e pondo em campo uma agressividade defensiva que deu os seus frutos. Liderado pela base Carla Nascimento, o colectivo luso mostrou uma boa capacidade de reacção, com a reviravolta a surgir no minuto 27 (41-40). A partir daí Portugal não mais perdeu a liderança do marcador, tendo alcançado a maior vantagem (8 pontos) aos 56-48 já no último quarto, no minuto 36.O seleccionador da Suiça numa derradeira tentativa pediu o seu último desconto de tempo com 1 minuto e 55 segundos para jogar (aos 58-53), mas não conseguiu inverter a situação. Foi da linha de lance livre que o resultado sofreu alteração até aos números finais (59-57), com a melhor marcadora da partida, a nº 13 helvética (Twehues) a converter os 4 lances de que dispôs, selando o resultado já no minuto 40.O seleccionador luso como primeiro ponto positivo enalteceu « a boa resposta que a equipa deu na 2ª parte, já que até ao intervalo estávamos a perder a luta das tabelas. Como não temos ninguém dominante na luta dos ressaltos, tivemos que contar com todas.». Mais adiante Ricardo Vasconcelos referiu-se ao segundo ponto positivo:« Foi o 2º jogo consecutivo em que conseguimos 11 das 12 atletas utilizadas a marcar um cesto e isso agrada-me porque as jogadoras compreenderam a mensagem que lhes procurei transmitir, aquando do 1º confronto com a Finlândia.»Na selecção portuguesa o maior destaque vai para o colectivo, pela forma como soube reagir à adversidade. Todavia a mais valiosa foi Carla Nascimento (10 pontos, 2 ressaltos defensivos, 4 assistências, 2 roubos e 10 faltas provocadas, embora algo perdulária nos lances livres pois falhou 5 em 9 tentativas), bem acompanhada por Joana Lopes (12 pontos, 5 ressaltos defensivos, uma assistência e 3 faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres). Uma palavra de estímulo para Tamara Milovac (6 ressaltos sendo 3 ofensivos), a melhor ressaltadora da equipa, mais confiante no seu papel.Da equipa helvética veio a MVP do encontro, com 26,0 de valorização: M. Giroud (15 pontos, 17 ressaltos sendo 6 ofensivos, uma assistência, 3 roubos e 4 faltas provocadas), bem secundada pela melhor marcadora do jogo, K. Twehues (21 pontos, 3 triplos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 12 faltas provocadas, com 6/7 nos lances livres) e por A. Kassongo (8 pontos, 4 ressaltos defensivos, 3 roubos e 1 desarme de lançamento).Em termos globais a vitória lusa assentou basicamente na melhor eficácia dos duplos (53%-46%), com os restantes indicadores a revelarem muito equilíbrio: assistências (9-7), roubos (11-12), turnovers (19-18), % de triplos (20%-22%) e % de lances livres (63%-62%). Ao invés as helvéticas foram superiores nas tabelas (26-37 ressaltos), embora tenha havido uma boa reacção lusa na 2ª parte (16-12 ressaltos), nomeadamente na tabela ofensiva (5-2 ressaltos). Ficha do jogo:Pavilhão Desportivo dos Lombos, em CarcavelosPortugal (59) – Carla Nascimento (10), Ana Oliveira (2), Joana Lopes (12), Sara Filipe (9) e Tamara Milovac (6); Ana Fonseca (5), Maria João Correia, Michelle Brandão (6), Débora Escórcio (2), Diana Neves (3), Célia Simões (2) e Luiana Livulo (2) Suiça (57) – B. Muller, A. Rol (2), K. Twehues (21), M. Giroud (15) e A. Kassongo (8); L. Thalmann (4), V. Doresfast (3), S. Kershaw, M. Milenkovic (1), M. Hechendom e E. Moldovanyl Por períodos: 7-16, 17-19, 28-10, 7-12Árbitros: Fernando Rezende, Pedro Rodrigues e Sónia TeixeiraHoje as duas selecções voltam a defrontar-se a partir das 20h30 no pavilhão do Algés.


Indiscutível a segunda vitória ante a Suiça

À medida que os minutos iam decorrendo aumentavam os níveis de confiança do colectivo de Ricardo Vasconcelos, que paulatinamente punha em campo todos os seus argumentos, alternando com a propósito o jogo interior com o tiro exterior (este em muito bom nível, com 8 triplos convertidos em 17 tentados, traduzindo-se nuns excelentes 47%).Depois de um 1º quarto com algum equilíbrio (20-19), devido à reacção helvética nos segundos finais, aproveitando algum abrandamento das lusas, no 2º período (20-7), a partir do minuto 13 (25-24) as comandadas de Ricardo Vasconcelos impuseram um parcial de 11-0 em pouco mais de 3 minutos, com Ana Fonseca a acertar duas bombas consecutivas (28-24 e 31-24, respectivamente no minuto 15 e 16), para Michelle Brandão fazer de seguida os 33-24, fechando Ana Oliveira esse parcial sem resposta adversária com um triplo (36-24, no minuto 18). Aos 31-24 (ainda decorria o minuto 16) o treinador da Suiça, o bósnio Tomic Milenko, ainda pediu um desconto de tempo com o objectivo de travar a embalagem das lusas, mas sem o conseguir pois Michelle Brandão, já no minuto 20, primeiro da linha de lance livre (convertendo os dois) e depois com um duplo quase em cima da buzina, fixou o resultado em 40-26, ao intervalo.No reatamento a poste Tamara Milovac, nitidamente mais confiante, assumiu as despesas no ataque das nossas cores com 6 pontos na área pintada, dando a maior vantagem (18 pontos) ao seleccionado luso aos 44-26 (minuto 21), respondendo Karen Twehues, de novo a melhor marcadora helvética, com dois cestos consecutivos, ambos no minuto 23, a reduzir para 44-30. Melhorando a eficácia no tiro exterior no 3º período (2 triplos, tantos quantos na 1º metade da partida) a formação suiça conseguiu equilibrar as operações, vindo mesmo a vencer este quarto (14-16), que terminou com a selecção portuguesa na frente (54-42). No último quarto (19-19) a Suiça encheu-se de brios e aproveitando algum abrandamento do colectivo luso conseguiu baixar a fasquia da dezena de pontos para uns perigosos 58-52 (apenas 6 pontos) no minuto 35. Antes já o seleccionador nacional parara o cronómetro (aos 58-48, no minuto 34), mas sem resultados práticos porque a equipa orientada por Tomic Milenko acreditava que ainda era possível a reviravolta. Acabou por ser um triplo de Joana Lopes (61-52, à entrada do minuto 36) a serenar os ânimos e a devolver a tranquilidade às suas companheiras. Depois num ápice mais duas bombas consecutivas de Ana Fonseca nos minutos 36 (64-53) e 37 (67-53) obrigaram o treinador Milenko a parar o jogo, com 3 minutos e 2 segundos ainda para jogar. A vitória já não fugia a Portugal ainda que a Suiça, muito voluntariosa nunca tivesse baixado os braços, reduzindo a diferença pontual que voltou a ser de 16 (aos 73-57, a meio minuto do termo) nos instantes finais para 12 (73-61), com Karen Twehues a converter o seu 2º triplo a escassos 4 segundos do termo.« Este seguramente foi o nosso jogo mais consistente dos 4 que fizemos em 5 dias, com uma viagem de regresso da Finlândia pelo meio. Melhorámos tanto do ponto de vista defensivo como ofensivo. Os 19 turnovers foram compensados com uma % altíssima de 3 pontos (47%), o que é muito bom. Todavia temos que baixar os 19 turnovers, que ainda é um número elevado.», sintetizou Ricardo Vasconcelos no seu comentário à partida. « Há dois aspectos positivos que quero realçar: primeiro a condição física que conseguimos apresentar nesta altura. O segundo aspecto é que voltámos a repetir as 11 jogadoras a marcar pontos, o que acontece pela 3ª vez consecutiva.», concluiu o seleccionador nacional.Destaque na selecção de Portugal para Joana Lopes, MVP do encontro, ao contabilizar 14 pontos, 60% nos lançamentos de campo (80% nos duplos e 40% nos triplos), 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências, 1 roubo e uma falta provocada), logo seguida da capitã Sara Filipe (6 pontos, 5 ressaltos sendo 4 ofensivos, 3 assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas) e da temível triplista Ana Fonseca (12 pontos, 4/5 nos triplos, 1 ressalto defensivo e uma falta provocada). Referência ainda para as prestações de Ana Oliveira (11 pontos, 1 triplo e 2 roubos) e Carla Nascimento (6 assistências e 4 roubos) ainda que em noite infeliz nos lançamentos. Na selecção helvética saliência para o trio formado por Annie Kassongo, a mais valiosa (10 pontos, 4/5 nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 2 roubos e uma falta provocada), Karen Twehues (16 pontos, 2 triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência e 3 faltas provocadas) e Marielle Giroud (10 pontos, 5 ressaltos defensivos, 5 assistências, 2 roubos e 6 faltas provocadas, com 6/10 da linha de lance livre).Em termos globais, a vitória de Portugal assentou fundamentalmente na melhor eficácia de lançamentos de campo (51%-47%), tanto nos duplos (53%-52%) como nos triplos (47%-36%), aliado ao maior colectivismo (18-14 assistências), ao maior número de roubos de bola (12-8 roubos) e ao menor número de erros cometidos (19-25 turnovers). Ao invés a Suiça ganhou a luta das tabelas (25-28 ressaltos, com a coincidência de haver um empate na tabela ofensiva, com 7 ressaltos para cada lado) e provocou mais faltas (12-22). Mas na linha de lance livre as helvéticas foram mais perdulárias, falhando 6 das 22 tentativas (73%) enquanto as lusas estiveram irrepreensíveis (7/7). Ficha do jogoPavilhão Gomes Pereira, em AlgésPortugal (73) – Carla Nascimento, Ana Oliveira (11), Joana Lopes (14), Sara Filipe (6) e Tamara Milovac (8); Débora Escórcio (2), Ana Fonseca (12), Luiana Livulo (5), Maria João Correia (2), Michelle Brandão (6), Célia Simões (2) e Diana Neves (5)Suiça (61) – Bettina Muller, Alexia Rol, Karen Twehues (16), Annie Kassongo (10) e Marielle Giroud (10); Lara Thalmann (2), Sarah Kershaw (11), Marijana Milenkovic (6), Vanessa Dorestant (3), Marisa Heckendorn (2), Eva Moldovanyl (1) e Delphine MonnierPor períodos: 20-19, 20-7, 14-16, 19-19Árbitros: Carlos Santos, José Manuel Lopes e Rui Ribeiro


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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