Artigos da Federaçãooo
“Estão preparados para mais uma etapa da sua aprendizagem”
Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?
Na minha opinião, com este novo modelo de 2. ª fase do Campeonato Nacional, com o qual estou de acordo, permitiu às equipas do Norte e do Sul apuradas para esta Final 6 de Sub 14, obter níveis competitivos superiores relativamente às equipas do Clube União Sportiva e Escola Desportiva Francisco Franco. Assim, com esta vantagem, serão as favoritas à vitória na Final 6.
Como avalia os adversários em competição?
Apesar de neste escalão se verificar uma heterogeneidade dentro das equipas, creio que todas elas apresentam algumas características diferentes umas das outras, o que irá enriquecer ainda mais a Final 6. Serão jogos equilibrados e o tempo de jogo reduzido não irá permitir resultados desnivelados.
Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
O apuramento para esta fase Final 6 será uma oportunidade para eles continuarem a aprender competindo. Estão preparados para mais uma etapa da sua aprendizagem.
“O que mais tem importância é mesmo o fator psicológico”
Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?
Creio que numa fase final nacional como é a de Sub 14, dificilmente se pode apontar um claro candidato ao primeiro lugar, pois são cinco jogos em três dias e tudo pode acontecer durante um fim de semana tão intenso como este. No entanto, do que já conhecemos das equipas presentes, acho que as equipas da Zona Sul (Benfica e Torres Novas) e da Zona Norte (Dragon Force e nós, Maia Basket) deverão ter uma ligeira vantagem relativamente às equipas das ilhas (União Sportiva e Francisco Franco), proveniente do facto de terem passado por fases prévias mais competitivas, que é algo que traz sempre uma maior aprendizagem ao longo da época.
Como avalia os adversários em competição?
Daquilo que já observámos dos nossos adversários, penso que vai ser uma fase final muito emotiva e equilibrada, pois cada uma das equipas tem os seus pontos fortes e as suas debilidades e, apesar de serem equipas bem diferentes, quer na sua constituição, quer na forma como se apresentam em campo, são capazes de se fazer valer das suas forças para lutar por cada jogo. Acho que vai ser uma fase final em que o ritmo de jogo vai ser elevado e em que as equipas vão jogar com uma intensidade interessante, aliado a uma boa capacidade de lançamento exterior em grande parte dos casos. Como já referi, creio que o Benfica, Torres Novas, Dragon Force e a nossa equipa serão quem deverá ter mais condições para alcançar melhores resultados, mas quer o União Sportiva, quer a Francisco Franco, também podem ter uma palavra a dizer.
Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
Considero que, nestas idades, o que mais tem importância numa fase final é mesmo o fator psicológico, saber lidar com a ansiedade destes momentos pode ser algo decisivo neste fim de semana. Da nossa parte, espero que os nossos atletas desfrutem desta fase final, pois é um ponto alto em que muitos atletas gostariam de estar, mas poucos têm esta oportunidade, aproveitando esta experiência para evoluir competindo entre os melhores. A nossa “chave” passa por colocarmos em campo aquilo em que somos mais fortes, o nosso jogo coletivo, estando certo de que a coesão que permitiu ao nosso grupo chegar até aqui será a principal mais-valia da nossa equipa.
“Sermos fiéis às nossas ideias de jogo e sermos Porto é uma missão a cumprir”
Para ler na FPB.
Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?
Num evento de tão poucos dias, num escalão de formação como é o de Sub 14 é, na minha opinião, errado apontar favoritismos. O título não é uma miragem e sabemos que todas as equipas estarão tentadas a "agarrar" a taça. A nós, cabe-nos lutar por ser um dos candidatos e estarmos orgulhosos por poder fazê-lo a representar um clube como o FC Porto.
Como avalia os adversários em competição?
Todas as equipas apresentam-se nesta fase da época no auge do seu trabalho desenvolvido ao longo de um ano. Desta forma, esperamos ter pela frente três dias de competição do mais alto nível.
Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
Esta fase final será sem dúvida, mais um palco para o desenvolvimento individual dos nossos atletas, onde procuraremos que cada um de nós contribua com o seu melhor. Demonstrando o nosso trabalho, alegria e compromisso. Quando nos propomos a sermos cada dia melhores, na verdade não se poderia pedir melhor forma de terminar a temporada com um desafio como este. Tratar-se-á, a meu ver, mais de uma questão de apresentarmos um trabalho desenvolvido ao longo do ano, uma forma de jogar, uma identidade. Sermos fiéis às nossas ideias de jogo e sermos Porto é uma missão a cumprir.
“A nossa lógica de jogo é defesa e contra-ataque”
Como avalia os adversários em competição?
CAB e SL Benfica têm uma vantagem: repetem a presença na Final 6, e apesar de algumas atletas se estarem a estrear, outras já têm a experiência nesta prova. A única equipa que conhecemos bem é o SL Benfica, com quem disputámos o apuramento na Zona Sul. É uma equipa muito bem trabalhada, com conceitos de jogo simplificados que potenciam as capacidades técnicas das suas jogadoras. Com bom lançamento exterior e diversas jogadoras decisivas que podem fazer a diferença individualmente. Defendem muito bem, tanto em pressão h/h campo inteiro, como a 1/2 campo, sabendo dar ajudas e acertando as rotações com bastante eficácia e muito ritmo coletivo. Por seu turno, o CAB Madeira tem duas atletas que participaram ativamente na Final 4 Nacional de Sub 16, sendo que a Inês Vieira é uma atleta a ter em conta (talvez dos maiores talentos individuais desta geração). Pressionam muito bem no campo inteiro, apostando imenso no 2×1 à bola e provocando diversos problemas às equipas adversárias. Tem atletas bastante eficazes no lançamento, e uma das coisas que me impressionou na época passada era exatamente essa capacidade de trabalhar os seus ataques e conseguir espremer as defesas adversárias à procura da jogadora em melhor posição para lançar, com muita paciência e conforto. Não espero uma equipa muito diferente da do ano passado nesse aspeto, até tendo em conta o que a Seleção da Madeira realizou este ano nas Festas do Basquetebol em Albufeira. O Maia Basket, como disse, joga em casa, e isso é algo que lhes trará uma motivação e um complemento extra para suportarem as dificuldades da competição. Conheço pouco esta equipa, mas a ideia que tenho é que talvez seja a mais forte fisicamente das seis. Já o Guifões não joga em "casa", mas é como se jogasse, pois de certeza será capaz de mobilizar muita gente para apoiar a sua equipa nesta Final 6. Tem excelentes valores individuais também e o complemento de terem "família" mais perto, o que será sem dúvida um aditivo que vai potenciar a capacidade de superação das suas atletas. Do Operário infelizmente tenho poucas informações. Mas são uma equipa bastante combativa, pelos resultados obtidos nas competições nos Açores. Não considero esta equipa uma das favoritas, mas será certamente uma formação que terá de ser respeitada pelas restantes, sob pena de poder provocar algumas surpresas.
Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
Digo-lhes desde o início da época: a bola vai ao ar e no final ganha a equipa que melhor defende… por isso, é aí que elas têm de ser mais fortes. Defensivamente! Depois, temos de ser claramente decisivos nas saídas e na eficácia das transições defesa-ataque. Temos uma equipa bastante homogénea e isso permite-nos jogar sempre em ritmos altos e intensos, e penso que será por aí que poderemos fazer a diferença. A nossa lógica de jogo é defesa e contra-ataque (lógica trabalhada e potenciada no GDESSA, dos Minis às Seniores)… o jogo não é só isso, mas é por aí que entendemos poder fazer a diferença a nosso favor. Para além disto, temos depois a questão mental, que será também decisiva para garantir competitividade. Saber lidar e negar a frustração do erro ou do insucesso. Agarrar o sucesso das boas ações como propulsor de ações ainda melhores. Estar preparado para dar tudo o que se tem para dar, e ainda ser capaz de dar mais um pouco. Estarem agilizadas para suportar dores, para suportar cansaço. Enfim, fundamental assegurar um espírito competitivo muito forte em cada uma delas, porque só com superação serão capazes de ter sucesso.
“O jogo é o reflexo do treino e um aferidor de competências”
Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?
Olhando para os clubes envolvidos nesta fase final, Benfica e Dragon Force, pelo historial, são os candidatos à vitória. Contudo, já todas as equipas passaram por diversas etapas até chegar aqui, por isso todas vão procurar ter sucesso e nestas idades tudo pode acontecer. Nós vamos cheios de vontade de jogar nesta prova e procurar o melhor resultado. Não há campeões antecipados, é no campo que se decidem os jogos e no final faremos o balanço.
Como avalia os adversários em competição?
Todos são fortes, estamos todos nesta fase por mérito próprio. Todos os adversários são equipas com plantéis bastante profundos, com uma realidade e uma visão do basquetebol nacional muito presente no seu dia-a-dia. Convivem com essas referências muitas vezes, o que lhes permite com maior facilidade adquirir alguns requisitos. Todos apresentamos bom basquetebol, pelo que prevejo um torneio bastante competitivo, com resultados imprevisíveis.
Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
Nós vamos para estes jogos como fomos para todos os outros. O jogo é o reflexo do treino e um aferidor de competências. Temos noção das nossas limitações, mas também sabemos fazer coisas boas, esta é mais uma fase da evolução deste grupo, que promete ser competitivo e com grande margem de evolução. Estamos melhor do que há dez meses atrás, temos consciência de que o trabalho realizado deu frutos e nos motivou a trabalhar mais e melhor. Crescemos muito como grupo e como pessoas, somos mais confiantes, transpondo essa confiança para a vida académica, procurando ser melhores alunos e melhores jogadores. Aproveito para felicitar todos os participantes, desejar-lhes sorte e que todos possamos fazer desta fase final mais uma festa do basquetebol nacional.
“Betinho” volta a perder na final italiana
A equipa onde alinha João “Betinho” Gomes foi derrotada em casa por 67-73, apesar da boa exibição do internacional português, que somou 13 pontos, 8 ressaltos, 1 assistência, 1 roubo de bola e 3 desarmes de lançamento. O jogo 4 está agendado para esta sexta-feira.
Cursos de grau I com inscrições abertas
Até 29 de maio:
– Braga (Guimarães)
– Setúbal (Almada)
– Madeira (Funchal)
Até 6 de junho:
– Porto (Matosinhos e Valongo)
Até 17 de julho:
– Aveiro
– São Miguel
De referir ainda que as inscrições para os cursos de grau II (Almada, Ponte de Lima e Faro) se encontram abertas até 3 de julho, podendo encontrar toda a informação no separador da ENB do nosso site.
Segunda jornada da fase final da II Liga Master
Esta quinta-feira teremos um Illiabum vs Esgueira (16 horas) e um duelo entre Galitos e Beira-Mar (18 horas), jogos que serão acompanhados na FPB TV!
De recordar que Illiabum e Galitos entraram a vencer no passado dia 11 de junho.
Mário Gomes: “Comportamento dos jogadores foi exemplar”
Sub20 Masculinos em observação
B), que se realiza entre 14 e 23 de Julho, na Roménia. A equipa técnica lusa, composta por André Martins e João Costeira, têm trabalhado com 17 atletas num estágio que se prolonga até ao próximo sábado, dia 17 de Junho.
Festa de Encerramento da AB Braga
Para alguns, o definitivo adeus ao Minibásquete, para outros um até breve.
No sábado, dia 10, estiveram em ação os Sub 12 com muita animação, jogos e a realização do All-Star Feminino e Masculino, enquanto no domingo, dedicado aos Sub 10, o contágio de festa sempre esteve presente, tendo como ponto alto a realização do Circuito Técnico que o SCM Fonte venceu.
Andrii Melnychuk no Centro de Treino de Ponte de Sôr
O treinador Andrii Melnychuk, que comandou o Eléctrico FC desde a CNB1 até à Liga Placard, é o escolhido para o cargo de Treinador Principal e será coadjuvado por dois adjuntos e um fisioterapeuta. A supervisão e coordenação técnica será da responsabilidade do Diretor Técnico Nacional, prof. Mário Gomes, e do Selecionador Nacional de Sub16 Masculinos, prof. António Paulo Ferreira.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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