Artigos da Federaçãooo
Apresentadas as equipas técnicas nacionais para 2024
Já são conhecidas as equipas técnicas das Seleções Nacionais para 2024, aprovadas na reunião de Direção da FPB, por proposta do diretor técnico nacional.
Anunciamos a lista:
Seleções Nacionais 5×5
Seniores masculinos – Mário Gomes (selecionador), Nuno Manarte e Sérgio Ramos (treinadores-adjuntos)
Seniores femininos – Ricardo Vasconcelos (selecionador), Agostinho Pinto e Pedro Dias (treinadores-adjuntos)
Sub20 masculinos – André Martins (selecionador), João Costeira e Paulo Simão (treinadores-adjuntos)
Sub20 femininos – José Araújo (selecionador), Gilda Correia e Pedro Dias (treinadores-adjuntos)
Sub18 masculinos – João Tiago Silva (selecionador), Hugo Matos e Pedro Oliveira (treinadores-adjuntos)
Sub18 femininos – Agostinho Pinto (selecionador), Marco Rodrigues e Margarida Pereira (treinadores-adjuntos)
Sub16 masculinos – André Cardoso (selecionador), Dinis Amaral e Andrii Melnychuk (treinadores-adjuntos)
Sub16 femininos – Mariyana Kostourkova (selecionadora), Adriano Cerdeira e Luís Miguel Oliveira (treinadores-adjuntos)
Sub15 masculinos – Paulo Raminhos (selecionador) e Miguel Matos (treinador-adjunto)
Sub15 femininos – André Silva (selecionador) e Mariana Guedes (treinador-adjunto)
Sub14 masculinos – Rui Nazário (selecionador) e Diogo Maricato (treinador-adjunto)
Sub14 femininos – Diogo Almeida Santos (selecionador) e Ana Filipa Noivo (treinadora-adjunta)
Seleções Nacionais 3×3
Seniores masculinos – Hugo Salgado (selecionador)
Seniores femininos – Francisco Costa (selecionador)
Sub17 masculinos – João Chaves (selecionador)
Sub17 femininos – Jorge Dias (selecionador)
Seleções Nacionais BCR
Seniores masculinos – Óscar Trigo (selecionador) e Javi Lopez (treinador-adjunto)
Sub23 – Ricardo Vieira (selecionador) e Daniel Pereira (treinador-adjunto)
3×3 – Ricardo Vieira (selecionador), Daniel Pereira e Fernando Lemos (treinadores-adjuntos)
Equipas Técnicas Nacionais 2024
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“Podemos chegar a muitas jovens. Queremos que fiquem muitos anos na modalidade!”
No passado domingo, 28 de janeiro, o pavilhão do Clube do Povo de Esgueira, um dos palcos da 14.ª edição da Taça Federação, também acolheu a iniciativa “Time Out”, inserida no projeto do “Impulso Feminino”.
O evento, que reuniu muitas jovens praticantes e figuras da modalidade, contou com a reportagem da FPBtv.
O nosso canal ouviu pais de atletas, Daniela Domingues (jogadora), Marta Perdigão (árbitra), as irmãs Ana e Gabriela Raimundo (jogadoras e treinadoras), Ana Costa (árbitra), Cristina Leite (coordenadora no “Time Out”) e Cátia Mota (responsável pelo Departamento de Comunicação, Marketing e Eventos da FPB), que destacou os grandes propósitos da iniciativa.
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AB Coimbra promove Clinic Treinadores a 11 de fevereiro
Abertura de inscrições para cursos de treinador de grau II
Estão abertas as inscrições para os cursos de treinador de grau II a realizar em Lisboa, Aveiro e Covilhã.
As inscrições estarão abertas até 2 de maio e devem ser realizadas online.
Link para inscrição aqui.
Após confirmação da inscrição serão solicitados os seguintes documentos:
• Título de treinador grau I – TPTD grau I Basquetebol, válido;
• Uma fotografia digital atualizada;
• Comprovativo de pagamento da taxa de inscrição – – NIB: 0036.0427.99101413420.24 (a enviar para mafaldafabiao@fpb.pt, devidamente identificado).
Para esclarecimentos, contactar via email a Mafalda Fabião – enb@fpb.pt ou mafaldafabiao@fpb.pt, ou via telefone – 218 815 822.
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FPB presente em ação de formação sobre Orientações Técnicas Nacionais
A Federação Portugal de Basquetebol (FPB) esteve presente, na última sexta-feira, numa ação de formação sobre as Orientações Técnicas Nacionais.
Nuno Manaia, diretor técnico nacional, e Jorge Fernandes, diretor da Escola Nacional de Basquetebol, foram protagonistas na sede da Associação de Basquetebol de Vila Real (AB Vila Real) neste evento, que contou com 36 treinadores.
A Associação de Basquetebol de Bragança associou-se à AB Vila Real nesta ação de formação, na qual os técnicos puderam recolher informações e colocar questões sobre outros temas do basquetebol português.
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“O acompanhamento vai muito para além das capacidades técnicas ou táticas”
O nome de Isabel Ribeiro dos Santos faz parte da história do basquetebol nacional. Treinadora, formadora e antiga jogadora internacional portuguesa, Isabel Ribeiro dos Santos é mentora das treinadoras no projeto PROMISE.
A técnica não esconde a felicidade com este projeto: “Foi com muito prazer que aceitei o convite para participar num projeto que pretende elevar e reforçar a igualdade de oportunidades para as treinadoras portuguesas”, afirma.
Isabel Ribeiro dos Santos revela que o papel de mentora acaba por ser bem abrangente: “Ser mentora é um desafio muito interessante, porque o acompanhamento que faremos às treinadoras vai muito para além das capacidades técnicas ou táticas. Ser mentora é aconselhar do ponto de vista pessoal, do ponto de vista comportamental e do relacionamento com atletas, pais e outros agentes ligados ao treino, e eu penso que a minha experiência de 40 anos ligados ao treino pode ser uma mais-valia para as treinadoras que vou acompanhar”, diz.
Para Isabel Ribeiro dos Santos, a sua atual realidade será uma ajuda no papel que vai desempenhar: “O facto de ser mulher, professora e mãe também me dá “autoridade” para ajudar jovens treinadoras a perceber o caminho que podem percorrer para conciliar a sua carreira profissional com a familiar”, refere.
Com um trajeto de grande sucesso na modalidade, Isabel Ribeiro dos Santos explica o segredo: “Ao longo do meu percurso de vida, não posso dizer que foi fácil ser profissional num meio em que a maioria era homem, mas procurei sempre o conhecimento, procurei sempre ser muito organizada, disciplinada e respeitadora, o que fez com que todos os colegas com quem me cruzava, fossem homens ou mulheres, respeitassem o meu trabalho”, conclui.
O projeto PROMISE veio para ficar. Um Projeto Erasmus+, no qual a FPB se encontra inserida, juntamente com outras seis organizações europeias: Federação Catalã de Basquetebol, Basquetebol Nouvelle-Aquitaine, Federação de Basquetebol do Kosovo, Federação de Basquetebol da Irlanda, Federação Búlgara de Basquetebol e Universidade Ramon Llull (Barcelona).
O projeto, que se iniciou em janeiro de 2023 e previsão de término em junho de 2025, é liderado pela Federação Catalã de Basquetebol, e graças ao empenho e trabalho de todas as organizações envolventes, visa enfrentar a situação de desigualdade e discriminação de género. O PROMISE tem como objetivo promover uma maior inclusão e participação de atletas, dirigentes, juízas, treinadoras do género feminino no basquetebol em todos os níveis de responsabilidade através da conceção, implementação e avaliação de um programa de intervenção holístico.
Na vertente direcionada para as treinadoras foram encontradas duas conceituadas mentoras: Isabel Ribeiro dos Santos e Gilda Correia. Já no que toca às árbitras e juízas, a mentora também já representou Portugal nos maiores palcos: Sónia Teixeira.
Em anexo poderão ver mais sobre o objetivo do projeto, bem como todas as suas implicações. PROMISE_Programa de Mentoria
Para qualquer questão adicional relativa ao projeto PROMISE, solicitamos que enviem as questões para departamentotecnico@fpb.pt.
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“O PROMISE é um importante passo na progressão da Mulher-Treinadora”
Gilda Correia, atualmente com 43 anos, e técnica de referência do basquetebol nacional, é mentora das treinadoras no projeto PROMISE.
Em entrevista à FPB, Gilda Correia, técnica-adjunta da Seleção Nacional de sub20 femininos e da equipa feminina do SL Benfica, assume a importância do momento: “O PROMISE, para mim, significa um primeiro e importante passo na progressão da mulher-treinadora de basquetebol. O projeto pretende criar uma comunidade capaz de desenvolver competências (técnicas, táticas, de liderança, de gestão de grupos, etc.), bem como promotora de novas e melhores oportunidades profissionais”, afirma.
A treinadora não esconde o orgulho por poder fazer parte deste projeto: “Ao convite feito pela FPB, o sim era, obviamente, a resposta a ser dada. Este e outros projetos semelhantes são importantes que surjam e que neles haja investimento. Sinto-me orgulhosa por ter sido considerada e motivada para partilhar o conhecimento que fui adquirindo ao longo destes anos, tanto a um nível nacional como internacional”, refere.
Gilda Correia revela aquilo que é pretendido: “O papel como mentora será um papel facilitador, de acompanhamento e gerador de desafios. Ao contrário dos cursos de treinadores, neste projeto, os conteúdos são mais fluídos e individualizados. Procuramos ir ao encontro daquilo que cada uma das treinadoras pretende adquirir como experiências ou conhecimentos, “desenhando” um coaching ajustado a cada caso”, adianta.
Convidada a olhar para o seu trajeto enquanto basquetebolístico, e se sentiu maiores entraves por ser mulher, Gilda Correia responde da seguinte forma: “As maiores dificuldades que neste percurso fui sentindo, não foram o de chegar ao ponto em que estou. Até aqui chegar, o que fiz, como muitos outros, foi investir na minha formação específica, preparar-me para corresponder com qualidade às oportunidades que foram surgindo, tendo passado pelos vários escalões de formação, liderado seleções regionais, integrado equipas técnicas nacionais, avançando e progredindo para equipas seniores. Fui assim procurando construir uma carreira a passos curtos, firmes e consolidados. O passo seguinte é que se tem apresentado o mais difícil de alcançar. Sem sentir discriminação ou estigmatização, constato que a mudança no patamar do alto nível se processa a um ritmo muito lento. Tenho, porém, esperança de que projetos como o PROMISE possam alavancar uma presença mais frequente da Treinadora-Mulher no alto rendimento do desporto português”, conclui.
O projeto PROMISE veio para ficar. Um Projeto Erasmus+, no qual a FPB se encontra inserida, juntamente com outras seis organizações europeias: Federação Catalã de Basquetebol, Basquetebol Nouvelle-Aquitaine, Federação de Basquetebol do Kosovo, Federação de Basquetebol da Irlanda, Federação Búlgara de Basquetebol e Universidade Ramon Llull (Barcelona).
O projeto, que se iniciou em Janeiro de 2023 e previsão de término em Junho de 2025, é liderado pela Federação Catalã de Basquetebol, e graças ao empenho e trabalho de todas as organizações envolventes, visa enfrentar a situação de desigualdade e discriminação de género. O PROMISE tem como objetivo promover uma maior inclusão e participação de atletas do género feminino no basquetebol em todos os níveis de responsabilidade através da conceção, implementação e avaliação de um programa de intervenção holístico.
Na vertente direcionada para as treinadoras foram encontradas duas conceituadas mentoras: Isabel Ribeiro dos Santos e Gilda Correia. Já no que toca às árbitras e juízas, a mentora também já representou Portugal nos maiores palcos: Sónia Teixeira.
Em anexo poderão ver mais sobre o objetivo do projeto, bem como todas as suas implicações. PROMISE_Programa de Mentoria
Para qualquer questão adicional relativa ao projeto PROMISE, solicitamos que enviem as questões para departamentotecnico@fpb.pt.
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“É um orgulho para mim, enquanto treinador português, representar o nosso País”
Entre a elite da formação de treinadores desde 2019, Rui Alves continua o seu percurso na formação internacional, desta vez o desafio não foi igual aos habituais e a formação focou-se no basquetebol, mas orientado para árbitros e não para treinadores. O treinador de 48 anos conversou com a FPB e explicou o propósito da viagem até ao Uruguai.
Foi no âmbito do projeto FRIP (FIBA Referee Instructor Programme), programa FIBA que faz parte da estratégia delineada para a década de 2014-24, que visa fomentar a evolução da qualidade e quantidade de árbitros distribuídos pelo basquetebol mundial, que o treinador português surgiu como elemento ideal para lecionar um dos três módulos que compõe o nível 1 deste Workshop FIBA. “Ensinar e aprender com adultos”, “Conhecimento de Arbitragem” e ainda “Conhecimento de Basquetebol para Árbitros”, completam este nível 1, com Rui Alves a ficar encarregue de formar os árbitros no que diz respeito aos conhecimentos que os mesmos têm sobre o “jogo jogado”.
O experiente treinador, explicou à FPB o que fez na semana passada, no Uruguai: “O FRIP, é um projeto já de alguns anos da FIBA, para desenvolver a qualidade da arbitragem a nível mundial, através da formação de instrutores de árbitros. Pessoas que vão avaliando os árbitros e, no fundo, melhorar a arbitragem no seu geral, à escala global. No âmbito dessas formações, há um módulo que é direcionado exclusivamente para o conhecimento do jogo. Um módulo que é aplicado, presencialmente, por um treinador. Foi nesse âmbito que marquei presença no Uruguai”, explicou.

Rui Alves Instrutor FIBA
Destacado para lecionar o nível 1 do FRIP na Europa, o técnico português recebeu o convite para partilhar (também) o seu conhecimento com os parceiros do continente americano: “Inicialmente a FIBA destacou-me para fazermos isto em finais de janeiro aqui na ‘nossa’ Europa, algo que continua de pé, mas também era preciso alguém na América do Sul para desempenhar este papel. Durante estes dias recebemos delegações de todos os países da FIBA América, portanto não nos cingimos à América do Sul, mas também a outros pontos de todo esse lado do globo, delegações canadianas, norte-americanos, brasileiras, panamenhas, etc…”, acrescentou.
Já com a agenda recheada, Rui Alves alertou ainda para a continuação deste trabalho de formação de instrutores de árbitros no continente europeu. Em janeiro o treinador luso vai até a uma das capitais europeias do basquetebol – Grécia – para lecionar este nível 1 do FRIP, seguindo-se outros dois cursos de treinadores, no Kosovo e em Cabo Verde, também previstos para 2024.

Rui Alves
Orgulhoso do percurso que tem vindo a desenvolver no âmbito da formação de treinadores e agora, também, de juízes, Rui Alves não deixa de reconhecer a responsabilidade e ainda a oportunidade de representar Portugal fora de portas: “É um orgulho para mim, enquanto treinador português, representar o nosso País neste tipo de eventos, mas também uma responsabilidade acrescida por isto mesmo. A perspetiva, no fundo, é abrir portas, aproveitar a oportunidade para demonstrar que o treinador português tem qualidade”, concluiu.
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“Ano após ano, as atletas portuguesas mostram que são merecedoras de crédito!”
A cumprir a segunda época ao serviço do Recoletas Zamora, emblema que atua na Liga Challenge, o segundo escalão do basquetebol feminino em Espanha, o treinador português, Ricardo Vasconcelos, tem estado em grande plano no país vizinho.
Com 10 vitórias em outros tantos jogos, a equipa do técnico luso, que também lidera a seleção nacional de seniores femininos como selecionador nacional, fez história ao conseguir o melhor início de sempre na competição. Em entrevista à FPB, falou sobre o planeamento da temporada, a forma como lidera o grupo e também quais os objetivos para o que resta da temporada.
“Criámos um plantel de 11 jogadoras com possibilidades de ajudar a equipa a ganhar jogos. Procurámos, em consciência, fazer uma equipa bastante completa, com mais do que uma atleta para cada posição e com características diferentes na mesma posição. Ainda assim, acreditar que estaríamos 10-0 nesta fase da temporada não era fácil de prever”, começa por explicar.
O técnico acrescenta: “Sabíamos que a Liga Challenge tem um nível de igualdade tremendo, com vários orçamentos mais elevados que o nosso. Na realidade, a possibilidade de jogar com 11 jogadoras do nível da competição, e deixar o adversário sem saber qual das atletas vai sobressair mais no seu jogo, tem-nos dado muitas possibilidades de ganhar jogos em momentos diferentes no jogo”, atenta.
Diz-se que trabalhar sobre vitórias é melhor do que trabalhar sobre derrotas, mas também se ouve que as equipas aprendem mais com as derrotas do que com as vitórias. Quando questionado sobre o que este momento de forma lhe mostrou sobre a equipa, a resposta é clara:
“As vitórias trazem confiança. A confiança é um ótimo elemento para gerar mais vitorias. O grande objetivo de uma equipa de competição é ganhar jogos. O mais importante neste processo é tentar garantir que a confiança não seja tóxica, não nos traga relaxamento e/ou a irresponsabilidade de nos tornármos sobranceiros. O que nos dá vitórias é o trabalho diário, e esse não pode piorar”.
De forma a que equipa não sofra de excesso de confiança e mantenha a concentração, Ricardo Vasconcelos fala sobre o trabalho que faz para manter as atletas focadas: “Fazer autoanálise. Procuramos que o foco seja no que temos de melhorar enquanto equipa (e individual também) e nas chaves do jogo do próximo adversário. Quando as semanas são completas podemos trabalhar as duas coisas, quando são curtas, com jogos a meio da semana, temos de escolher qual das duas é a mais importante”, explica.
Esta sequência de resultados incluiu uma pausa para o trabalho das seleções, momento no qual Ricardo Vasconcelos liderou Portugal rumo a duas vitórias na qualificação para o Women’s EuroBasket 2025. Apesar desse momento, a equipa não acusou a pausa e manteve o nível. “O trabalho do grupo é feito em grupo. Apesar de grande parte das decisões serem tomadas por mim, muito do trabalho é realizado pela equipa técnica. Então, deixámos definida a carga de trabalho, os aspetos físicos, técnicos e táticos sobre os quais vamos incidir, e demos um par de dias mais de descanso as jogadoras. Depois de planificado, o adjunto, o preparador físico e os fisioterapeutas fazem a sua parte, mas falamos sempre que seja necessário ajustar algum detalhe”.
🎙️ MEDIA DAY |
El entrenador del Recoletas Zamora, Ricardo Vasconcelos, y la jugadora Alejandra Sánchez han comparecido hoy en la rueda de prensa previa al encuentro de la #LFChallenge#VamosZamarat 🟠 pic.twitter.com/l3mDEcYsM1
— Recoletas Zamora (@RecoletasZamora) November 30, 2023
“Espanha, como todos sabemos, tem uma mentalidade e cultura desportiva bastante mais apurada que nossa. Acredito que todas as jogadoras que estão nas várias Ligas espanholas desfrutam e beneficiam dessa cultura. Mas, o mais interessante é o bom nome que essas mesmo atletas deixam sobre o basquetebol português! Ano após ano, elas melhoram e deixam a marca de uma boa educação desportiva, que se converte na ideia de que a atleta portuguesa é merecedora de crédito”, assevera.
Com este bom início em mente, Ricardo Vasconcelos aborda o futuro: “O nosso objetivo é subir à LF Endesa. Somos conscientes da dificuldade da competição, bem como o sistema no qual se joga. Dez vitorias ajudam a ganhar dinâmica, mas são 16 equipas, das quais 9 ou 10 poderão chegar a final 4 e subir. Não nos resta outra senão continuar a trabalhar. O que fizemos até agora não é suficiente para o nosso objetivo!”.
“Esta é uma liga super interessante. Podemos encontrar estrangeiras de bom nível, espanholas de muita qualidade em busca de mais minutos e planteis, em geral, com muito potencial. As poucas equipas que tem orçamentos mais reduzidos estão situadas nas grandes cidades e podem jogar com muitas jovens de talento. Os clubes espanhóis sentem-se mais confortáveis em contratar jogadoras que ja estejam adaptadas a Espanha, e tenham demonstraram valor numa das suas ligas, então a LF Challenge é uma liga apreciada pelas jogadoras jovens com interesse em chegar à liga Endesa”.
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Mery Andrade homenageada na Gala do Desporto da Amadora
Mery Andrade, uma das melhores basquetebolistas portuguesas de sempre, com carreira na WNBA, e primeira treinadora lusa a assumir um lugar numa equipa técnica na NBA (adjunta nos Toronto Raptors), foi homenageada na Gala do Desporto da Amadora. A antiga internacional portuguesa, pelas mãos de Tiago Santos, seu primo, recebeu o Troféu Prestígio, uma elevada distinção do município amadorense, acompanhando João Alves, figura do futebol nacional.
A cerimónia decorreu no Cineteatro D. João V, com a Federação Portuguesa de Basquetebol a marcar presença através do seu diretor técnico nacional, Nuno Manaia.
Apesar de se encontrar do outro lado do Oceano, Mery Andrade fez questão de deixar uma mensagem para todos os presentes: Gostaria de poder expressar a minha profunda gratidão e honra por esta homenagem. Este prémio não é individual, premeia a Escola Secundária da Amador e a Câmara Municipal pelo trabalho que têm feito pelo basquetebol. Aproveito também para incentivar os jovens a praticarem desporto, e em especial o basquetebol. Não permite uma melhoria física, como ensina valores de trabalho de equipa, superação e sacrifício. Valores esses que aprendi na ESA e que aproveitei sempre ao longo de toda a carreira, mesmo agora na NBA. Obrigado, mais uma vez, ao município da Amadora. Obrigado!”, não escondeu a honra.
A FPB recolheu declarações de Tiago Santos, que não escondeu o orgulho pelo trajeto da sua prima: “Toda a família tem um grande orgulho nela, pela forma como se dedica às coisas, sente muito amor por aquilo que faz! Este ano foi de mudança, onde deu um grande passo para a NBA, e é um mérito muito grande! É mesmo um orgulho para toda a família. Desde cedo percebi que ela teria sucesso. Ela nunca gostou de estar parada, sempre foi muito dedicada e sempre gostou de aprender coisas novas. Lembro-me de que ela, uma vez nas férias, tirou um curso de personal trainer e deu-me uma “sova” no Dafundo. Só porque ela precisava de testar aquilo que aprendeu. Ela não sabe ficar-se pelo normal, quer sempre ser mais competente. Sou um primo “babado”, é uma pessoa por quem tenho muito carinho, sempre acompanhei de perto a sua carreira, ainda nos tempos na Amadora. Fomos sempre mantendo o contacto, sempre percebi que ela é de outro patamar”, referiu.
Já Nuno Manaia deixou rasgados elogios a Mery e falou da importância destas homenagens: “É sempre importante sermos reconhecidos nos sítios onde passámos a infância. Ela é aqui uma “filha da terra”. É extremamente justo este prémio, juntamente com o João Alves. Ela viveu aqui a sua infância e que foi campeã nacional na ESA. A Mery é muito focada e respeitadora de quem a norteia, com muito boa atitude. Tive oportunidade de privar com ela nas Seleções Nacionais, e vi como ela era respeitada. É um modelo que deve ser seguido por todos os jovens. Depois transpôs isto para a função de treinadora, na competição basquetebolística mais conhecida de todo o mundo. Há muitos anos que ambicionávamos ter representantes na NBA. Agora temos o Neemias Queta e a Mery. Isto significa que estamos a subir de patamar. Mas precisamos de mais, queremos mais exposição para continuar a crescer”, vincou.
Parabéns, Mery Andrade!
Antes de chegar à NBA, esta época, Mery Andrade, enquanto jogadora, foi internacional portuguesa em 129 ocasiões, entre 1991 e 2010 (sexta atleta mais internacional do basquetebol português) e formada na universidade de Old Dominion, onde foi induzida no Hall of Fame em 2010, sendo que começou a jogar basquetebol na Escola Secundária da Amadora. A par de Ticha Penicheiro, é uma das duas portuguesas que jogaram na WNBA. Em mais de cinco anos na principal liga norte-americana, Mery defendeu as cores das Cleveland Rockers e das Charlotte Sting.
Depois, entre 1999 e 2015, jogou como profissional na Europa, nos campeonatos de Itália e de Portugal, onde brilhou pela formação da Quinta dos Lombos em 2013-14, contribuindo para as conquistas da Taça Vítor Hugo, Taça Federação e Liga Feminina, ao mesmo tempo que treinava a equipa feminina de sub14.
Em 2015 abraçou em definitivo a função de treinadora na universidade de San Diego, onde esteve durante quatro anos, e também cumpriu quatro épocas como treinadora-adjunta dos Birmingham Squadron (G League), equipa afiliada aos New Orleans Pelicans (NBA). A ligação com a NBA permitiu-lhe integrar projetos como o Jr. NBA e a BAL (Basketball Africa League). Pelo meio fundou o projecto ABC Evolution, de que é CEO.
Em abril passado, outra grande homenagem a Mery Andrade em solo português, com a inauguração de dois campos 3×3 BasketArt a si dedicados, em Cascais.
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Benfica regressa à EuroCup esta quinta-feira
No regresso da EuroCup feminina, o SL Benfica disputa esta quinta-feira (20h30, transmissão na FPBtv, cujo acesso é gratuito) o seu último jogo a contar para o grupo G. As “encarnadas”, com as contas do apuramento complicadas, vão receber as britânicas do Caledonia Gladiators.
As “águias” tentam obter o primeiro triunfo nesta edição da prova, sendo que em solo escocês perderam por 73-52 a 18 de outubro.
O Caledonia Gladiators, já qualificado para a próxima fase, surge ainda invencível nesta competição e na sua liga interna.
Eugénio Rodrigues, treinador do emblema da Luz, em declarações aos meios de comunicação do clube, salientou o poderio do adversário: “É um plantel recheado de jogadoras de várias nacionalidades, um contingente com espanholas, ucranianas e americanas. É uma equipa com várias soluções, e, sobretudo, muito física, com muitos centímetros, e que nos coloca algumas dificuldades a esse nível”, analisou.
O técnico recordou a partida realizada na Escócia: “Foi um jogo com dois momentos. Um primeiro em que os primeiros dois quartos foram muito nivelados, em que estávamos empatados ao intervalo. Depois, na segunda parte, no terceiro e quarto quartos, as jogadoras do Caledonia Gladiators foram muito fortes, e não tivemos a mesma capacidade da primeira parte para lidar com esse contacto, com essa capacidade física. É algo para o qual temos de ter muita atenção, estar bem mais preparados para esse impacto que vai ser, de certeza, uma das armas a ser utilizadas pelo adversário”, avisou.
Já Catarina Barreiros, atleta do Benfica, apelou à concentração: “Vamos ter de estar muito concentradas e dispostas a ganhar. Vamos ter de estar muito concentradas e dispostas a ganhar. Queremos voltar a dar alegrias aos adeptos e à equipa, pois, uma vitória melhora muito o ânimo. Vai ser um jogo duro, mas acreditamos que podemos ganhar”, vincou.
FC Porto joga esta quarta-feira com apuramento em mente
O FC Porto alinha esta quarta-feira (17h30, transmissão aqui), na Dinamarca, diante do Bakken Bears, numa partida da quinta jornada da fase de grupos da FIBA Europe Cup.
Os “azuis e brancos” são líderes invencíveis do grupo E e defrontam uma equipa que, em sentido contrário, ainda não ganhou nesta competição. Em caso de triunfo, o FC Porto garante o apuramento para a segunda fase da prova, caso vença na Dinamarca e o Norrkoping supere o Manisa BBSK.
No último dia 24 de outubro, no Dragão Arena, o FC Porto bateu o conjunto dinamarquês por 89-78.
Curiosamente, na sua liga, e tal como o FC Porto no nosso campeonato, o Bakken Bears segue imbatível.
Na antevisão desta partida, em declarações prestadas aos meios de comunicação do emblema da Invicta, o treinador Fernando Sá disse esperar um jogo diferente do da primeira ronda: “Estou à espera de algumas diferenças. Primeiro eles tiveram uma semana de descanso e fisicamente estarão melhores. Depois vão jogar um jogo decisivo para a qualificação, mesmo continuando a depender de outros. Isso para nós também é importante, porque sabemos que temos o apuramento garantido se vencermos e acho que vai ser um jogo duro, competitivo e com muitas posses de bola contra uma equipa que joga muito rápido. Temos de estar muito concentrados na responsabilidade individual, para além da coletiva que temos vindo a exibir. As coisas têm-nos corrido bem, os jogadores têm mantido os pés bem assentes no chão, deixam que sejam os adeptos a festejar e não entram em euforias, porque as coisas podem mudar depressa e temos de estar preparados para tudo. Temos demonstrado capacidade de sofrimento para jogar em todas as condições e não nos vamos queixar disso, temos que estar preparados e vencer na mesma”, vincou.
Já Luís Silva, internacional jovem português ao serviço do FC Porto, apontou uma equipa focada no triunfo: “Fiquei muito feliz com a minha estreia na Europa, fazê-la num clube como o FC Porto é ainda melhor e agora há que continuar a trabalhar. Penso que vai ser um jogo difícil, mas temos tudo para ganhar e vamos dar o máximo para trazer a vitória. Ganhar este jogo é muito importante para garantirmos a próxima fase. Acho que o cansaço não nos vai afetar e penso que temos o que é preciso para vencer. Temos que estar juntos, dar tudo dentro de campo e ouvir o que o treinador tem para nos dizer”, afirmou.
O pode ser visto aqui também:
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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