Artigos da Federaçãooo

Académico Vs Barcelos com transmissão em directo

A iniciativa é do clube da casa que, assim, dá um excelente contributo para a promoção da modalidade. O jogo será no próximo Sábado, pelas 16:45. Aqui fica o link para esta transmissão em directo:
www.justin.tv/academicotv


Um dos melhores treinadores do mundo

No entanto, a sua capacidade de lançar jovens ao mais alto nível é o que o distingue de outros Treinadores de topo. Juan Carlos Navarro, Pau Gasol, Rudy Fernandez e Ricky Rubio são os nomes mais sonantes de uma vasta lista de jogadores que chegaram à Liga ACB pela sua mão. A ANTB tem o prazer de lançar o seu site com uma entrevista a este senhor do Basquetebol.

ANTB.pt – Neste momento não se encontra a trabalhar em nenhum clube. É uma opção ou são contingências da vida de Treinador?Aíto Garcia Reneses (AGR) – Nos últimos 40 anos estive sempre a treinar alguma equipa. Por duas vezes, estive um ano sem treinar e esta é a terceira vez. Não sei o que vai acontecer no futuro. Pode ser que não volte a treinar ou poderei voltar, mas é algo que não depende só de mim. Depende de haver clubes interessados e de que eu considere que é um projecto interessante.ANTB – Nunca treinou fora de Espanha. Seria interessante viver uma experiência no estrangeiro?AGR – Ao longo dos anos tive várias propostas do estrangeiro. No entanto, como o basquetebol em Espanha estava a crescer e eu estava a desfrutar, sempre recusei as abordagens. Houve convites, mas nunca houve conversações sérias. Agora, se houver possibilidades, estou aberto a estudá-las.O Europeu da PolóniaANTB.pt – Em relação ao último Europeu da Polónia, o que achou do nível do jogo e da competição em geral?AGR – Parece-me que as equipas tentaram fazer coisas muto parecidas umas com as outras. Creio que o mais importante que se pode retirar da competição é que as coisas que as equipas fazem, podem fazer-se bem, de forma regular ou muito bem. E o que diferencia o nível a que as equipas fazem as coisas é a técnica individual dos jogadores.E em Espanha, há muitos jogadores que têm muito boa técnica individual. Exemplificando – não é a mesma coisa ser eu a jogar um bloqueio directo ou ser o Juan Carlos Navarro. Ter jogadores da capacidade de um Navarro, de Pau e Marc Gasol ou de Rudy Fernandez dá à tua equipa um nível de jogo superior. Mesmo que na teoria estejas a realizar as mesmas coisas que outras equipas.ANTB.pt – Considera então que a grande diferença esteve na qualidade dos jogadores espanhóis?AGR – Sim, sem dúvida. Embora o nível do Europeu tenha sido muito elevado. Como tive a oportunidade de afirmar durante o Clinic, o basquetebol dos Estados Unidos estava, há 20 anos, 20 passos à frente do Europeu. Agora só está um passo à frente.ANTB.pt – Porquê que isso aconteceu? E acha que o basquetebol europeu pode ultrapassar o americano?AGR – Porque no resto do mundo se melhorou imenso. E se estiverem em “louckout” na NBA durante 5 anos, seguramente que vão ficar para trás.Lançando talentosANTB.pt – Durante a sua carreira, lançou vários jovens em equipas profissionais tais como Pau Gasol, Juan Carlos Navarro, Rudy Fernandez e Ricky Rubio. Foi uma casualidade ou entende que é sua responsabilidade como Treinador colocar jovens a jogar em equipas de elite?AGR – Creio que é minha obrigação colocar jovens a jogar se estes tiverem o nível suficiente. Tive a sorte de lançar Andrés Jimenez, depois Montero, Villacampa e os irmãos Jofresa. Mais tarde Navarro e Pau Gasol e no Joventut Badalona o Rudy Fernandez e o Ricky Rubio. A verdade é que eles tinham capacidade para jogar a alto nível e era minha obrigação confiar neles.ANTB.pt – Mas há que ter coragem porque quando optamos por um jogador jovem, há um jogador de 28, 30 ou 32 anos que passa a jogar menos minutos…AGR – Esta é uma questão que me colocam muitas vezes porque há algumas diferenças na minha carreira para a de outros Treinadores. Alguns lançam um jovem a cada dez anos enquanto eu lanço um a cada dois ou três anos. A questão não está tanto no facto de eu acreditar neles, mas que eles me demonstrem no treino que têm capacidade. Se isso acontece, é-me igual que tenham 18 ou 24 anos. Ou que tenham já um nome formado ou sejam completamente desconhecidos. Se demonstram no treino que têm capacidade, jogam. Depois se isso é aceite pela equipa, passam a considerá-lo normal. Dou o exemplo mais recente do Rubio que começou a jogar na Liga ACB com 14 anos, que é algo quase impossível. O jogador que concorreu com ele na mesma posição umas épocas mais tarde era o Elmer Bennet que já tinha 34, o dobro da idade do Rubio na altura. A sua relação era normal porque tanto o Bennet como os restantes companheiros reconheciam qualidade ao Rubio e todos colaboravam.ANTB.pt – Quando lançamos estes jovens, é normal que eles cometam alguns erros mais que o tal veterano de 28 anos. Mas são erros quase inevitáveis se queremos que ele progrida. Como gerir essas situações?AGR – Posso responder com o exemplo do Marcelinho Huertas que trouxe para o Joventut de Badalona há algumas épocas. Hoje em dia está no Barcelona e é um dos melhores bases da Liga ACB. Quando começou a jogar comigo fazia muitos “turnovers”, cerca de 3 por jogo. Hoje em dia faz um por jogo e várias assistências, fazendo mais minutos. Isto para dizer que é necessário algum tempo para os jogadores melhorarem. Se faz os tais 3 “turnovers” joga apenas 15 minutos por jogo. Quando melhorar passa a jogar 17 e depois 20, etc. Até porque fazia várias coisas bem como dirigir o contra-ataque e defender. Há que valorar tanto os erros como os pontos fortes. E depois há aqueles jogadores que são tão inteligentes que ajustam o seu jogo de forma a não cometer tantos erros e fazer apenas aquilo que interessa à equipa. O Ricky Rubio jogou uma final do Europeu de Sub-16 e marcou mais de 50 pontos. Nessa mesma época, a média de pontos dele no Joventut foi de cerca de 7 por jogo. Não fazia as mesmas coisas, revelando a sua inteligência ao adaptar-se ao que tinha capacidade para fazer em cada situação. A maior parte não tem esta capacidade e precisam de mais tempo, mas se trabalham bem temos que confiar neles.ANTB.pt – Falando em particular do Ricky Rubio. O que acha que se passou com ele no último ano. Parece que estancou um pouco a sua evolução?AGR – É difícil analisar porque não trabalhei com ele. Mas a verdade é que no Mundial da Turquia, nesta última época no Barcelona e no Europeu da Polónia esteve pior que em ocasiões anteriores. Confio que vá recuperar novamente a sua linha ascendente.ANTB.pt – Acha que os problemas ao nível do lançamento foram determinantes neste abaixamento de nível?AGR – Não. Lembro-me que no Europeu de Juniores lançava mais de 3 triplos por jogo com percentagens superiores a 50%. No último ano no Joventut e no primeiro no Barcelona teve boas percentagens de lançamento. Só nesta última época é que esteve mal tanto no lançamento exterior como até em zonas mais próximas do cesto. Creio que terá sido um problema circunstancial porque a sua mecânica de lançamento, não sendo perfeita, é bastante aceitável.O Basquetebol portuguêsANTB.pt – O basquetebol português tem vindo a perder qualidade e expressão nos últimos anos. Em que é que nos deveríamos basear para criar uma estratégia de desenvolvimento do nosso basquetebol?AGR – Creio que deveriam promover mais contactos internacionais, sobretudo com o basquetebol espanhol porque está muito próximo. Fazer o máximo de jogos possíveis tanto a nível de clubes, como de selecções. É provável que percam bastantes jogos, mas competem a um nível mais elevado o que leva à melhoria. Sobretudo, não devem ficar fechados no vosso país.ANTB.pt – Na principal liga portuguesa masculina, em que nenhuma equipa joga nas competições europeias, podem jogar 4 estrangeiros. No actual estado de desenvolvimento do nosso basquetebol, considera que é uma medida correcta?AGR – É difícil emitir uma opinião. No entanto, creio que todo o tipo de normas administrativas que condicionem a nacionalidade dos jogadores tendem a desaparecer. Em Espanha também há algumas normas que obrigam à presença de certo número de jogadores espanhóis ou que tenham sido formados na “cantera” do clube. São todas limitações transitórias porque a longo prazo, será a qualidade dos jogadores que vai definir quem joga e quem não joga.Até porque depois se inventam todo o tipo de situações para “dar a volta” aos regulamentos. Já viram a quantidade de americanos com passaportes da Geórgia, Macedónia, Congo e outros países?No entanto, pôr em prática algumas normas num determinado momento, para que o basquetebol se desenvolva pode ser que seja benéfico. Mas não conheço suficientemente a realidade portuguesa para dar uma resposta definitiva.ANTB.pt – Na Rússia, por exemplo, existem normas que obrigam a que esteja determinado número de jogadores russos entre os cinco que estão em campo. Como vê este tipo de medidas na perspectiva do Treinador?AGR – Parece-me estranho que as mesmas equipas joguem com umas normas na competição interna e outras na competição europeia. Isso é um problema grande para uma equipa.Podem criar as normas proteccionistas que quiserem, mas acredito muito mais no trabalho ao nível da formação. Posso ser um clube rico e ter dinheiro para contratar os melhores jogadores, mas, ao mesmo tempo, trabalhar bem na formação para que os jogadores consigam chegar à equipa profissional. Há que trabalhar com qualidade e ilusão na formação para que os jovens tenham capacidade para jogar na equipa principal.As normas administrativas não são o mais importante. Jogadores como Navarro e Gasol chegaram à primeira equipa do Barcelona quando esta tinha muitos estrangeiros e de qualidade. Depois esses estrangeiros foram para o banco e eram eles que jogavam. Isto porque trabalharam muito e bem e foram ajudados pelos Treinadores que trabalharam com eles.Um clube ou um Estado devem ter a aspiração de ter jogadores locais de grande nível e trabalhar para isso.ANTB.pt – Em Portugal há um problema ao nível dos desportistas jovens entre os 18 e os 20 anos. Quando entram na Universidade ou na vida profissional, é muito difícil conjugar isso com as horas que são necessárias para se treinar a alto nível. O que é que se deve fazer para conseguir um melhor equilíbrio entre as duas facetas?AGR – Cada caso pode exigir um planeamento diferente. Mas dando como exemplo o caso de um jogador de 18 anos que entra numa equipa profissional, creio que não se pode dedicar exclusivamente ao basquetebol. Tem que estudar e formar-se como pessoa. Não só como jogador profissional. A formação como jogador é tão importante como a sua formação social, cultural, etc.Deve fazer-se um esforço para compaginar as duas vertentes da sua vida. É importante que uma escola ou universidade facilitem ao jogador a possibilidade de alterar a data da realização de um exame porque coincidiria com a data de um jogo. Mas o clube também tem que fazer algumas concessões. O Rubio, por exemplo, não ia a todos os treinos porque coincidiam com a hora das aulas. Tem que se ir integrando os jogadores paulatinamente, sem descurar nenhuma das vertentes da sua vida.Isto porque um jogador com boa formação pessoal se torna um melhor jogador e também porque não temos a certeza que esse jogador vai ser, de facto, profissional de basquetebol. Se não o conseguir, tem de ter outras opções intactas. Não podemos permitir que os atletas percam os anos entre os 17 e os 21 para se formarem como pessoas. Ainda têm toda a sua vida pela frente.É difícil coordenar as duas vertentes, mas é essencial consegui-lo. Com cedências de parte a parte.ANTB.pt – O basquetebol espanhol deu um grande salto de qualidade em meados dos anos 80 com a criação da Liga ACB que levou a um desenvolvimento muito grande. Quais foram as principais condições que se verificaram para que esse salto qualitativo tenha sido possível?AGR – A iniciativa privada é essencial. Se estamos à espera que os organismos públicos tomem iniciativas, que a federação organize, é possível que isso aconteça. Mas não podemos estar de braços cruzados à espera que isso aconteça. Temos que ser nós a tomar a iniciativa.Quando diversos clubes e cidades se juntam e tentam criar uma organização, esta pode ter resultados positivos. Foi o que aconteceu com a Liga ACB. Queriam trabalhar numa estrutura melhor e ter mais condições de desenvolvimento. Um ou dois sozinhos não conseguiriam, mas juntou-se um grupo alargado e cada um deu os seus contributos.Levou a melhorias a todos os níveis desde qualidade dos pavilhões, bolas e cestos iguais para todos, mais promoção nos media e melhores condições para o público. Tudo isto elevou a qualidade do jogo.A Euroliga ANTB.pt – Em relação à Euroliga deste ano, que equipa ou equipas considera favoritas?AGR – Na época passada, as equipas gregas tinham um enorme potencial. Com os problemas económicos sentiram alguns problemas, sobretudo o Olimpiakos. O Panathinaikos defendeu-se melhor.O CSKA Moscovo reaparece com uma equipa de grande nível, depois as equipas espanholas com o Barcelona e o Real Madrid. O Armani Jeans Milano parece que não sente os problemas económicos e fez um grande investimento. E o Maccabi Telavive é sempre candidato.O vencedor sairá deste grupo de equipas. Não me parece plausível que apareça alguma equipa fora destas que referi (Panathinaikos, CSKA Moscovo, Barcelona, Real Madrid, Milano e Maccabi) que possa ter capacidade para lutar pelo título…..


João Santos pronto para vencer a dobrar nos Açores

E a escolha de adjectivo não se esgota na imposição de um curto período de recuperação entre jogos, mantendo aplicabilidade na análise a cada um dos adversários. Ambos para vencer.

Primeiro o Terceira Basket, às 18h30 locais de sábado (mais uma hora em Portugal continental), depois o Lusitânia, menos de 24 horas depois, às 16h30 de domingo. No primeiro adversário, o internacional português distingue a influência de três norte-americanos, a propósito do segundo, sublinha o jogo colectivo e, sobre ambos, reconhece dificuldades. A atenuar já com a disponibilidade de Rob Johnson, que caracteriza como “uma mais-valia”, em especial na proximidade das tabelas.Duplamente complicado“É uma jornada dupla complicada. A equipa do Terceira tem quatro americanos que jogam muitos minutos, com praticamente todos os movimentos ofensivos a passar por eles, enquanto o Lusitânia apresenta um jogo mais colectivo. Em resumo, são duas equipas difíceis.”Valor acrescentado“O Rob Johnson vem acrescentar valor à equipa e ajudar-nos numa posição em que existia uma lacuna. Vai ser-nos útil, essencialmente no capítulo defensivo, nos ressaltos e na execução ofensiva das nossas jogadas. Será, portanto, uma mais-valia para a equipa.”Reposição de níveis físicos“Estes quinze dias, em que não competimos oficialmente, ajudaram-nos a repor parte da condição física. Cada jogador tem as suas mazelas, o seu momento de forma e, na minha opinião, este intervalo ajudou a colocar todos num patamar físico muito semelhante.”Adversários com qualidade“O Benfica reforçou-se bastante, é uma equipa com um forte poder ofensivo, mas há equipas com muita qualidade na nossa liga e que vão certamente bater o pé aos candidatos ao título. Ainda é muito cedo para tirar ilações sobre a competitividade das restantes equipas e o único dado certo para nós é que o FC Porto Ferpinta continua a trabalhar da mesma forma que fez na época passada e com os mesmos objectivos, que passam por vencer todas as competições em que está envolvido.”


“Máximo de concentração e empenho”

Depois da Taça Vítor Hugo e da Supertaça, sempre com vantagem para as algesinas, as duas equipas voltam a encontrar-se no pavilhão dos Lombos, este domingo pelas 10.30 horas, desta vez a contar para a fase regular do campeonato. A atleta Sara Felipe quer somar mais um triunfo, diante de um adversário que conhecem bem, e que obriga a dar o máximo durante os 40 minutos nos dois lados do campo.

A conquista da Supertaça já faz parte do passado, e a experiência de Sara Filipe já lhe permite abordar este jogo sem pensar no êxito do fim-de-semana anterior. ”Temos consciência, que apesar da nossa vitória da Supertaça no último fim-de-semana, este é sempre um jogo complicado e que exige de nós o máximo de concentração e empenho.”Não há dois jogos iguais, mas existem verdades que não se alteram em apenas uma semana. A valia e o grau de dificuldade do jogo não se alterou, razão pela qual a internacional diz só ser possível vencer se a equipa se apresentar ao seu melhor nível durante todo o encontro. “Enfrentamos um adversário que conhecemos bem, e, por isso, sabemos que temos de trabalhar a nossa consistência tanto defensiva como ofensiva durante os 40 minutos.”Seguir na frente do campeonato sem derrotas é o objectivo a que Sara e suas companheiras se propõem, mas para que isso aconteça a aplicação durante o encontro terá se ser a cem por cento. “Sabendo que não nos podemos dar ao luxo de “relaxar”, temos de manter um bom ritmo de trabalho com vista mais uma vitória, desta vez para o campeonato nacional.”


Eurocup Women – Sonho desfeito

Mas quem marcou presença saiu certamente com um sentimento de clara desilusão face ao que o conjunto vaguense foi capaz de fazer em campo, pois claudicou no único aspecto que realmente faz a diferença: a concretização.

As expetativas para este embate eram elevadas. Havia uma enorme vontade de triunfar e dar um bom espetáculo. A estratégia montada mostrou claramente que a AD Vagos estava preparada e a forma como encararam o jogo demonstrava muita ambição. No primeiro parcial, assistiu-se a grande equilíbrio até ao último minuto, altura em que as francesas convertem dois triplos e finalmente conseguiram alguma vantagem. Até aqui nada de anormal à exceção da clara superioridade da AD Vagos na luta das tabelas, autenticas guardiãs da sua tabela, mas também do seu défice de concretização, pois não conseguiam materializar a superioridade em campo mesmo com segundos e terceiros lançamentos. Tudo era bem feito até ao momento de lançar a bola ao cesto. E se o primeiro período foi aziago, o segundo foi simplesmente agonizante e completamente atípico. A AD Vagos esteve quase 8 minutos sem conseguir marcar pontos na tabela adversária. Quem assistia estava incrédulo com a forma como alguns lançamentos eram falhados ou como a bola pura e simplesmente não entrava. A frustração crescia à medida que os minutos passavam e, claro, as francesas do Nantes, mesmo sem demonstrarem grande superioridade dentro do campo, lá foram amealhando pontos e dispararam para uma diferença enorme (10-35). Um desconto de tempo algo tardio pedido pelo técnico de Vagos fez alterar o rumo dos acontecimentos e a AD Vagos faz um parcial de 8-0 até ao intervalo. Só para se ter uma ideia do quanto o resultado de 35-18 ao intervalo a favor das francesas era injusto, a AD Vagos ganhou mais ressaltos (21 contra 19), dos quais 10 foram ofensivos contra apenas 2 das francesas, teve mais ataques e lançou mais vezes (36 lançamentos de campo contra 30). Então como é possível não replicar esta superioridade no resultado? Pior. Como é possível chegar ao intervalo a perder por 17 pontos se dominava praticamente todos os aspetos do jogo? É simples. No basquete ganha quem encestar a bola no cesto mais vezes ou consegue, com esses cestos, mais pontos do que o adversário. É este o factor que determina quem vence e quem perde. E foi claramente aqui que a AD Vagos perdeu. O seu adversário, apesar de mais forte e experiente, teria certamente saído de Anadia com as orelhas a ferver ou mesmo com o seu ritmo cardíaco debilitado não fosse a forma desastrada como as jogadoras do Vagos desperdiçaram lançamentos. A segunda parte trouxe mais do mesmo e as francesas do Nantes, bem comandadas pela internacional gaulesa Caroline Aubert, o motor da equipa, foram relaxando, cometeram menos erros e fizeram os mesmos 35 pontos da primeira parte. A AD Vagos, com percentagens de lançamento muito fracas (27,7% em 47 tentativas dos 2 pontos e 11,5% em 26 tentativas dos 3 pontos) para qualquer competição, seja ela nacional ou internacional, perde a sua grande oportunidade de fazer história nesta competição. Nem as suas duas atletas brasileiras conseguiram fazer a diferença. A única jogadora da equipa a esquivar-se desta malapata foi a extraordinária Joana Lopes, mais uma vez a fazer a diferença e a única a chegar aos dois dígitos (17 pontos e 12 ressaltos) mesmo apesar da fraca percentagem de concretização, sinal de que ainda assim sofreu o contágio das colegas de equipa. A nau da AD Vagos não “morreu na praia” como em outras situações, longe disso face ao resultado desnivelado, mas podia ter soltado amarras, largado velas e navegar rumo ao sonho europeu se as suas jogadoras tivessem estado em dia “sim”. Vamos ver se para a semana, frente às turcas do Optimum TED Ankara, conseguem dar outro colorido à sua exibição e, melhor ainda, recuperam animicamente já este domingo, em casa, frente ao GDEMAM para a Liga portuguesa. Nota positiva para a tripla de arbitragem oriunda da Bélgica, Espanha e Inglaterra que esteve em bom plano. Pavilhão Municipal dos Desportos, Anadia AD Vagos (39): Artémis Afonso (2), Inês Pinto (nj), Ana Teixeira (2), Mariana Alves, Joana Lopes (17), Inês Faustino (4), Lilian Gonçalves (2), Flávia Santos (8), Daniela Domingues (2), Sara Ressurreição, Carolina Anacleto (nj), Joana Jesus (2)Treinador: Nuno Ferreira Nantes Rezé Basket (70): Tiphaine Mélois, Caroline Aubert (18), Tania Boucand (nj), Sarah Michel (14), Johanne Gomis (4), Lenae Williams (14), Yuliya Andreyeva (5), Regina Palusna, Doriane Tahane (2), Aminata Diop (13)Treinador: Laurent Buffard


“24 Horas Esgueira Basket” voltou a ser um sucesso

A quinta edição do “24 Horas Esgueira Basket”, que decorreu entre as 22 horas de sexta-feira (28 de Outubro) e as 22 horas de sábado (29 de Outubro).

Foi mais um grande evento organizado pelo CPE, que conseguiu juntar mais de duas centenas de pessoas, entre participantes e elementos da organização, havendo, ainda, a destacar a presença dos muitos pais e familiares dos atletas inscritos no torneio e de adeptos da modalidade, que não resistiram a passar pelo pavilhão. Números, sem dúvida, notáveis tendo conta que o torneio não decorreu num período de férias, ao contrário do que se verificou em anos anteriores.O basquetebol saiu, sem dúvida, mais forte desta grande jornada, que ficou marcada, ainda, por um grande “fair-play” e um enorme convívio entre todas as pessoas que se associaram de alguma forma a esta autêntica festa da modalidade.Desportivamente, foram 47 as equipas (185 participantes) que disputaram esta autêntica maratona de jogos de 3×3 (foram jogadas 250 partidas), que testou os “limites” dos inscritos.No sector masculino, as equipas “Eliseu, volta estás perdoado” e “Os que têm amigos” triunfaram nos escalão “A” e “B”, respectivamente, ao passo que as equipas femininas que venceram a edição deste ano do “24 Horas” foram a “Sem Pilinha”, no escalão “A”, e a “Temos uma lesionada”, no escalão “B”.Os concursos de “3 Pontos”, “2 Ball”, “Alemão” e “Jogo das Estrelas” também ajudaram a proporcionar um bom ambiente e grandes momentos durante o “24 Horas”, no qual a organização distribuiu, pelos vencedores, quatro bicicletas, quatro bolas, quatro T-shirts, duas sweats e três azulejos.O Clube do Povo de Esgueira agradece a todos os que se inscreveram no evento deste ano e aos que, de uma forma directa, ou indirecta, permitiram que o “24 Horas Esgueira Basket” se realizasse. Para o ano há mais.Vencedores:Jogos 3×3Sector FemininoEscalão B: “Temos uma Lesionada”Escalão A: “Sem Pilinha”Sector MasculinoEscalão B: “Os que têm amigos”Escalão A: “Eliseu, volta estás perdoado”Vencedores dos concursos:“2 Ball”Inês Leitão/ Diogo Saraiva“3 pontos”Escalão A : Diogo AnastácioEscalão B: Diogo Saraiva“Alemão”Escalão A1.º Lugar: Ricardo Espindola2.º Lugar: Ricardo CostaEscalão B1.º Lugar: José Rego2.º Lugar: Inês Franco“Jogo das Estrelas”Pedro Santos/ Catarina Marques/Patrícia Silva


Chegou a hora da AD Vagos!

Mesmo a jogar em casa emprestada, prevê-se casa cheia para assistir a um espetáculo de grande nível. As expetativas são elevadas dado o percurso extraordinário da equipa portuguesa na Liga Feminina e ao facto de ter vencido no mês passado a Taça Vitor Hugo.

À exceção da sua jogadora brasileira Lilian Gonçalves, a braços com uma pequena lesão torácica que não a impedirá de dar o seu contributo, o conjunto de Vagos está na sua máxima força e tem grande vontade de vencer esta primeira ronda. Do lado das francesas, e apesar de não estarem muito bem na Liga francesa, a motivação é forte para ultrapassar as portuguesas. Nuno Ferreira, técnico das vaguenses, antevê “um jogo terrivelmente difícil, como vão ser todos nesta competição”. Quem segue de perto a AD Vagos, decerto que se lembra das duas derrotas que esta equipa gaulesa aplicou na época passada às vaguenses. Para Nuno Ferreira, as francesas já não constituem surpresa alguma e conhece bem a equipa que vai defrontar. Segundo as suas palavras, o Nantes é “uma equipa com quem já jogamos, mas que do ano passado apenas mantém duas jogadoras que normalmente jogavam: a francesa de seleção Caroline Aubert e a ucraniana Andreyeva. Mudaram muito a estrutura da equipa, mas os reforços que entraram são claramente jogadoras de um nível muito elevado, como são os casos de Lenae Williams (americana) e a internacional francesa Johane Gomis. São muito fortes no 1×1 e grandes lançadoras”. Mas o técnico aponta outros pontos fortes como o jogo interior das gaulesas preconizado pela jovem internacional francesa Bonan, a internacional senegalesa Diop e a eslovaca Palusna, todas acima de 1,90. No entender de Nuno Ferreira, estas jogadoras “além de possuírem um enorme portencial fisico e qualidade ofensiva, vão dificultar em termos defensivos nas áreas próximas do cesto”, acrescenta. E o que é preciso fazer para anular o jogo das francesas? Nuno Ferreira é peremptório: “Sabemos que só sendo muito fortes fisicamente, lutando por cada posse de bola como se fosse a última, equilibrando a luta e o ganho dos ressaltos, conseguiremos estar no jogo”. Nas palavras do técnico há apenas um pensamento que é a vitória, mas para isso a equipa “não pode ser batida no 1º ou 2º drible e torna-se imperioso retirar tempo de ataque ao Nantes”, afirma. Ofensivamente, a AD Vagos terá de estar numa noite mágica. Mas quem já assistiu aos jogos desta época sabe que a equipa de Vagos está numa forma incrível e já teve outras tardes de grande magia, que o digam o Académico, o CAB e o Barcelos. Na opinião de Nuno Ferreira, no ataque “há que jogar em transições rápidas, procurar a jogadora livre criando desiquilíbrios através do drible ou do passe e executar com intensidade para termos o sucesso”. É esse sucesso que todos os vaguenses e anadienses esperam que a equipa feminina alcance no final desta partida. “O nosso lema é acreditar muito e trabalhar para isso, não temos nada a perder a vamos á procura do sucesso”, conclui o técnico com a convicção plena de que chegou a hora da AD Vagos brilhar ao mais alto nível e elevar o nome de Portugal e do basquetebol português.


Supremacia incontestável ante a ES Amadora

CAR Jamor Feminino voltou à senda das vitórias. No seu quarto jogo da temporada e ante a Escola Secundária da Amadora (que esta época regressou à 1ª Divisão depois de ter sido campeão nacional da 2ª Divisão Feminina), as pupilas de Kostourkova tiveram mais uma boa prestação, vencendo sem margem para dúvidas (72-20).

A superioridade do CAR Jamor foi visível desde o apito inicial e acentuou-se à medida que o tempo ia decorrendo e a capacidade física das comandadas de Artur Cruz baixava, incapazes de acompanhar o ritmo bem vivo das anfitriãs.A meio do 1º período (10-2) Artur Cruz pedia o seu 1º desconto de tempo, mas as suas jogadoras não conseguiram melhorar a sua eficácia de lançamento, terminando os 10 minutos iniciais com 12 pontos de desvantagem (16-4). Pese embora tivesse resguardado a sua base titular (Joana Soeiro) no banco, com 3 faltas cometidas no quarto inicial, Mariyana Kostourkova procedeu à rotação do banco, sem grandes quebras de rendimento. Com boa percentagem no tiro exterior (44%), resultante de 4 triplos em 9 tentativas, as pupilas de Kostourkova chegaram ao intervalo na frente por 21 (31-10), após um 2º quarto (15-6) em que a superioridade na tabela defensiva era manifesta, proporcionando saídas rápidas na transição defesa-ataque. No 3º período (18-7) a equipa de Artur Cruz manteve a fraca eficácia na área restritiva tendo sofrido um parcial de 11-0 a partir do minuto 24 (38-17). No derradeiro quarto (23-3) e com Joana Soeiro a provar o seu excelente momento de forma, jogando com grande à vontade e confiança (mais 3 bombas), as comandadas de Kostourkova não adormeceram e tiveram ambição e condição física para manter um ritmo elevado até final. Só assim foi possível que a diferença pontual tenha aumentado para os 52 pontos finais.Nas vencedoras grande destaque para Joana Soeiro, MVP da partida (26,0 de valorização) e o verdadeiro motor da equipa. Terminou com 22 pontos, 58% nos lançamentos de campo com realce para os 71% nos triplos (5/7), 2 ressaltos defensivos, 4 assistências, 5 roubos e 3 faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres. Foi muito bem acompanhada por Laura Ferreira (13 pontos, 1/2 nos triplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 5 assistências, 4 roubos e 2 desarmes de lançamento), Joséphine Filipe (8 pontos, 11 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência e 1 desarme de lançamento) e Ana Granja (5 pontos,1/2 nos triplos, 10 ressaltos sendo 6 ofensivos e duas assistências). Uma palavra de incentivo para Sofia Pinheiro que tem estado a contas com uma pubalgia e ontem fez a sua estreia. Na formação da ES Amadora as mais valiosas foram a capitã Patrícia Patrão (8 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 3 faltas provocadas) e Liliana Teixeira (3 pontos,1/1 nos triplos, 9 ressaltos defensivos,1 roubo e 3 faltas provocadas). Em termos globais a vitória do CAR Jamor deveu-se basicamente pela superioridade nas tabelas (47-32 ressaltos), tanto na tabela defensiva (31-23) como na ofensiva (16-9), pela maior eficácia nos lançamentos de campo (37%-13%) repartidos pelos duplos (34%-10%) e pelos triplos (44%-40%), com 8 convertidos em 18 tentativas contra apenas 2 em 5 tentados. Foi ainda muito mais colectivo (22-2 assistências), roubou mais bolas (19-7) e cometeu menos erros (16-24 turnovers), sendo ainda mais eficaz da linha de lance livre (77%-38%), ao converter 10 em 13 tentativas, enquanto o adversário falhou 10 em 16.Outros indicadores interessantes: 31 pontos obtidos em contra-ataque, 30 pontos vindos do banco e 28 pontos na área pintada.Ficha do jogoCAR Jamor Feminino (72) – Joana Soeiro (22), Laura Ferreira (13), Nádia Fernandes, Inês Veiga (2) e Ana Granja (5); Joséphine Filipe (8), Sara Dias, Simone Costa (9), Inês Viegas (4), Inês Ferreira (5), Jéssica Encarnação (4) e Sofia PinheiroES Amadora (20) – Marta Costa (3), Patrícia Patrão (8), Liliana Teixeira (3), Sónia Graça e Eldina Costa (4); Fátima Araújo, A. Gouveia e Ana Carmo (2)Por períodos: 16-4,15-6,18-7, 23-3Árbitros: Sérgio Silva e Inês Freire Na próxima semana o CAR Jamor tem uma curta deslocação a Algés, para jogar com a equipa anfitriã (4ª feira, às 21H30).


Torneio de S. Martinho

Foram 14 as equipas de Mini Atletas que jogaram e se divertiram desde, cerca, das 9h30 da manhã.

Os Minis 8 do Anadia FC, Basket Condeixa e Olivais Coimbra foram dos primeiros a defrontarem-se, ao mesmo tempo que os Minis 10 do Anadia FC, de duas equipas do S.C. Beira-Mar e duas equipas do Olivais Coimbra. Depois foi a vez das equipas de Sub-12 entrarem em campo. O Anadia FC com uma equipa masculina e outra mista, o Olivais Coimbra com duas equipas masculinas e uma feminina e o Sporting Figueirense com uma equipa feminina. Entretanto estava uma actividade preparada para as equipas de Minis 10 e Minis 8, dividida em 6 estações, em que cada uma era um desafio diferente entre: gincanas, percursos de manejo de bola, de lançamento, de coordenação, de ténis ao alvo… onde os Minis Atletas tentavam a maior marca possível.Tirou-se a fotografia de “família” deste Torneio de S. Martinho e, para além disso, a todos foi entregue um pequeno certificado de participação, para ajudar a guardá-lo na lembrança.Foi, sem dúvida, uma excelente manhã e o ambiente fantástico em que decorreu todo o torneio, é prova disso mesmo!Para terminar, o Minibasquete do Olivais Coimbra quer agradecer aos clubes participantes terem aceitado o nosso desafio, pois foi óptimo poder partilhar todo este convívio convosco. Depois, agradecer a todos os pais por também terem feito parte desta manhã, e um obrigado especial aos pais dos nossos atletas e aos olivanenses que nos apoiaram na preparação e angariação de géneros importantes para o torneio, assim como durante todo o torneio. Não esquecendo os atletas olivanenses (da equipa de Seniores Femininos: a Jéssica Almeida e a Maria João Andrade e das equipas de formação: Andeira Rebelo, Ana Garcia, Hugo Matos, Francisco Simões, João França e Gonçalo Domingues) que se disponibilizaram para arbitrar e apoiar nas diversas actividades dos Minis. Obrigada a todos!


Clinic de Treinadores foi um sucesso

Ninguém poderia ficar indiferente ás intervenções de Aíto G. Reneses, grande referência do “cartaz” de prelectores presentes, que abordou a “Defesa Individual a todo o campo” e “Conceitos de ataque a partir de um passe interior.” Outra das intervenções que motivou grande entusiasmo foi a de Carlos Colinas (Treinador do Celta de Vigo e Sel. Nac. de Espanha) que apresentou “Padrões defensivos em situações de ajuda”.Importantes contributos foram também dados por José Tavares, Ricardo Vasconcelos e Mário Gomes. Referindo-se a um tema decisivo, mas muitas vezes menosprezado, o Prof. José Tavares referiu-se á definiçao de tarefas que o Coordenador Técnico de um Clube deverá desempenhar.Os Seleccionadores Nacionais Ricardo Vasconcelos e Mário Gomes, apresentaram as suas experiências de participação competitiva das respectivas Selecções Nacionais seniores. Apesar do significativo registo finall de treinadores assistentes, registamos a presença de pouco mais de 50 treinadores ABP, num universo de mais de 250 treinadores licenciados.Um agradecimento muito especial ás entidades que contribuíram para o sucesso que esta iniciativa representou:- Escola Nacional de Basquetebol/FPB;- Moncho Lopez;- ANTB;- CD PÓVOA;- Ao Exmo. Sr. Vereador (Engº. Aires Pereira) da CM Póvoa de Varzim, assim como aos Prof. Castro Lopes e Júlio Silva do Pelouro do Desporto da CM Póvoa de Varzim e ainda, a todos os funcionários do Pav. Desp. Mun. da Póvoa de varzim


Minibásquete com “pernas para andar”

Quase um ano depois, a equipa do CNMB organiza a sua primeira reunião com as Associações. Essa reunião teve lugar em Leiria, no auditório da junta de freguesia do Arrabal, perto das instalações do clube Soutocico.A reunião teve início as 15:30 com a seguinte ordem de trabalhos:1. Apresentação dos membros do CNMB às Associações;2. Evolução do MB desde 2000 – factos mais relevantes;3. Plano de atividades da época 2011/12 e 2012/134. Projetos novos;5. Propostas e sugestões dos CDMB;6. Como aumentar o nº praticantes no MB? Estratégias e soluções.Estiveram presentes as Associações de Leiria, Castelo Branco, Algarve, Santarém, Setúbal, Braga e Viana. Foi uma reunião longa, produtiva e dinâmica onde todos contribuíram para melhorar o nosso minibásquete nacional. Agradecemos o apoio da Associação de Basquetebol de Leiria por ter criado as condições para a nossa primeira reunião técnica, onde a Associação manifestou o desejo de ser nossa anfitriã no próximo ano.


Sob a batuta de Bagio

No topo da tabela, apenas Benfica B e Imortal continuam invictos. Individualmente, Pedro Bagio é o elemento do plantel alcantarense que mais tem brilhado, como o provam as médias de 22 pontos e 10,6 ressaltos, bem acompanhado por Pedro Freire (17,7 pontos) e Bruno Cunha (7,3 pontos e 3,7 assistências).

Na 1ª jornada, o Atlético recebeu e venceu o Micaelense por esclarecedores 82-44. Os 38 pontos de diferença espelham bem a diferença de qualidade entre os dois conjuntos, numa partida em que vários atletas estiveram em evidência. Pedro Bagio foi o maior destaque frente aos açorianos, ao somar 18 pontos e 9 ressaltos, mas os desempenhos dos suplentes Miguel Cabral (15 pontos, todos da linha de 6,75m) e André Cohen (14 pontos) merecem um sublinhado. Na ronda seguinte, visita ao Lumiar para medir forças com a Academia. Os números da derrota (71-88) não traduzem o equilíbrio do encontro, até porque, a poucos minutos da buzina final, o Atlético perdia apenas por cinco pontos. Bagio voltou a ser o melhor em termos individuais, assinando 17 pontos e 11 ressaltos, seguido de Pedro Freire (21 pontos) e Bruno Cunha (9 pontos). A 3ª e mais recente jornada significou o regresso aos triunfos. Na recepção ao Estoril Basket, o Atlético venceu por 80-66, pese embora as fracas percentagens de lançamento (56% nos lançamentos de dois pontos e 27% nos triplos). O poste Pedro Bagio somou novo duplo-duplo, desta vez com 31 pontos e 12 ressaltos. Pedro Freire (21 pontos) e Bruno Cunha (9 pontos) também mostraram bons pormenores.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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