Artigos da Federaçãooo

João Freitas comenta jogo com Benfica

Apesar dos atuais campeões nacionais recolherem total favoritismo à conquista de todos títulos em disputa na presente temporada, os comandados por João Freitas estão determinados a fazer uma boa partida e deixar tudo dentro de campo. Nas vésperas do encontro, João Freitas falou ao Site Oficial do CAB e fez a antevisão do encontro.

“Primeiro vou dar todas as razões por que o Benfica é favorito par este jogo. Desde há um mês que jogam todos os fins de semana. Logo têm um ritmo de jogo e rotinas já consolidadas. Têm um plantel com uma qualidade imensa que lhes dá um conjunto de rotações de muita qualidade. São os Campeões Nacionais, reforçados com dois dos melhores jogadores da Selecção Nacional. Acabaram de ganhar o Troféu António Pratas, ganhando todos os jogos por vantagens de mais de 25 pontos e sem jogarem com todo o plantel.””Do outro lado nós, CAB-Madeira. Competimos só um fim de semana e fizemos dois jogos. O Jason está magoado e dificilmente jogará. O Shawn só a semana passada recomeçou a treinar e está com uma gripe muito forte. Não sabemos ainda o que valemos como equipa. Os jogadores ainda se estão a conhecer e a aprender a jogar juntos. Ainda temos muito que trabalhar e mudar. Então estão aqui todos os argumentos para dizer que, mais do que ganhar o Benfica tem todas as condições para ganhar e por muitos.””Mas há um factor que trabalhamos todos os dias: a cabeça dos jogadores. O trabalho é imenso. Quando os jogadores acreditam em algo esse algo por vezes aconteçe. Temos que ir às crenças e às capacidades escondidas de cada um para que se superem em cada momento. Erros, vamos fazer muitos. Mas vamos fazê-los bem. Se perdermos vamos perder bem. E podem acreditar que cada jogador e o treinador vão deixar a pele dentro de campo, para que todos os sacrifícios que fazemos e que fazem os dirigentes desta equipa valham a pena. Se perdemos, perdemos de pé. Com orgulho. Mas todos juntos. Sem desculpas, mas conhecendo a realidade. A época não começa nem acaba neste jogo. Temos muitos mais desafios pela frente.”


Experiência das anfitriãs foi determinante

A estreia das pupilas de Mariyana Kostourkova aconteceu na Amadora, no Pavilhão Municipal José Caeiro e saldou-se por uma derrota (48-42), que basicamente resultou da maior experiência de meia dúzia de jogadoras da ES Amadora, já com muitos anos de basquete, casos das irmãs Marta e Vanessa Costa, Ana Silva, Camy Burity,Teresa Rodrigues,Carla Aires e Rita Ponte.De qualquer forma a vitória da equipa de Mafalda Araújo é justa, até porque venceu 3 dos 4 parciais, ainda que por margens curtas, tendo empatado o último quarto (15-15).Na formação de Kostourkova (composta por 12 jogadoras residentes e 4 externas) mais de metade tem idade de Sub-16 (Constança Neto é de 1998, tendo apenas 14 anos), revelando por via disso ainda muita ingenuidade nos aspectos técnicos e tácticos do jogo. Da equipa da época passada apenas transitou a internacional Sub-18, Ana Granja, que este ano foi escolhida para capitã.Nas vencedoras destaque para as prestações de Ana Silva (9 pontos e 4 faltas provocadas, com 7/9 nos lances livres), Cami Burity (12 pontos e 2 triplos), Marta Costa (9 pontos e 1 triplo) e Vanessa Costa (8 pontos).No colectivo de Kostourkova as mais produtivas foram a base Catarina Cardoso (9 pontos e duas faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres) e a benjamim da equipa, Constança Neto (8 pontos e 2 triplos). Notou-se ainda pouco entrosamento, o que é perfeitamente natural, dado que apenas têm 1 mês de treinos, em conjunto. Há que trabalhar diariamente com afinco e entusiasmo para se conseguir melhores desempenhos. Não foram utilizadas Catarina Cavaco e Maria Inês Santos (ambas lesionadas) e ainda Ana Rute Queta e Patrícia Jorge, por opção técnica Ficha de jogoES Amadora (48) – Marta Costa (9), Ana Silva (11), Vanessa Costa (8), Rita Ponte (2) e Carla Aires (4); Liliana Teixeira (2), Cami Burity (12), Teresa Rodrigues, Sónia Graça, Fátima Araújo, Inês Santos e Eldina CostaCAR Jamor Feminino (42) – Catarina Cardoso (9), Maianca Umbano (4), Emília Ferreira (2), Ana Granja (4) e Maria Kostourkova (3); Susana Lopes (2), Mafalda Marques (5), Chelsea Guimarães (5), Andreia Peixoto, Ana Rita Reis, Beatriz Silva e Constança Neto (8) Por períodos: 9-8, 12-11, 12-8, 15-15Árbitros: Rui Fonseca e Joana Pessoa O CAR Jamor voltará a jogar na próxima 4ª feira, (dia 24) frente ao GDEMA Menéres, em partida agendada para as 21H15, no Pavilhão Municipal de Casal de Cambra.


Sérgio Ramos: «Faltou presença na Euroliga»

Agora, aos 37 anos, prepara-se para abraçar a carreira de treinador nos escalões de formação do Benfica, uma nova etapa, um desafio aliciante, onde certamente continuará a ser bem sucedido. Leia a entrevista nos detalhes desta notícia.

Houve alguma hesitação quanto ao colocar um ponto final na sua carreira de jogador? Terminar uma carreira desportiva nunca é um momento fácil especialmente, quando ainda te sentes com disponibilidade mental para treinar e tentar ser melhor cada dia. Tive uma longa carreira desportiva, cerca de 20 anos como sénior, e não queria terminar estando lesionado. No entanto, existiram vários factores que me levaram a tomar esta decisão.Olhando para trás, quais os momentos mais marcantes da sua carreira? É difícil eleger porque foram muitos os momentos marcantes: a subida aos seniores com 16 anos, a ida para o Benfica com 19 anos, o meu primeiro ano no estrangeiro em Itália, a aventura em Espanha de competir na melhor Liga da Europa e jogar contra os melhores jogadores do continente, o regresso para o Benfica e contribuir para ganhar, 14 anos depois, o campeonato nacional.Os momentos onde me senti mais realizado a nível profissional foram os anos onde competi na Liga ACB, onde a minha capacidade competitiva atingiu níveis mais elevados e senti que podia competir contra qualquer adversário.Ficou por alcançar algum objetivo que tinha em mente? Ficou a mágoa de não saber onde podia ter chegado se não tivesse ficado 2 anos sem competir por causa das 2 operações que realizei ao joelho direito. Quando poderia ter dado o salto competitivo para uma equipa de topo em Espanha aconteceu a lesão no joelho que interrompeu a progressão desportiva e a evolução que estava a ter como jogador. O objetivo de fazer parte de uma equipa de topo na ACB, que participasse na máxima competição Europeia (Euroliga), foi um dos objetivos que ficou por realizar.Sempre se imaginou no papel de treinador? Isso ajudou-o a tomar a decisão de deixar de jogar? Já tinha tido uma experiência com treinador-adjunto em 2005, quando trabalhei com o professor José Tavares nos cadetes A do Benfica. Foi uma experiência gratificante e que me fez ganhar o gosto pelo treino e por ensinar o jogo. Por esse motivo ingressei novamente na Universidade e tenho frequentado cursos de formação com o objetivo de me preparar o melhor possível para assumir funções de treinador. No entanto o facto de ter deixado de jogar não foi motivado pelo meu desejo de treinar, apesar de nos últimos anos, enquanto jogador, ter vindo a assumir um pensamento mais crítico e reflexivo sobre o papel e as funções do treinador.Foi por opção sua que começou a treinar uma equipa de formação? Não foi opção treinar uma equipa de formação, no entanto considero que um treinador deve passar por um processo normal de aprendizagem, que deve incluir etapas em equipas de formação. Ser jogador não é o mesmo que ser treinador, são necessários outros conhecimentos, outras capacidades, outra postura e comportamentos, que são adquiridos com a formação teórica e, principalmente, com a prática diária do treino. Não nos tornamos treinadores de um dia para o outro, é necessário estudar, aprofundar conhecimentos, trocar ideias e opiniões e depois treinar, treinar muito, pois só com a prática podemos evoluir enquanto treinadores. Treinar seniores e equipas de formação são duas coisas distintas, apesar de terem algumas similitudes, como a exigência, a disciplina, o rigor, a entrega e dedicação às tarefas diárias. Os objetivos individuais e coletivos, as necessidades e as expetativas dos atletas relativas à prática desportiva não são os mesmos e por esse motivo os conteúdos do treino têm que ser diferentes. Joguei 20 anos como sénior e, possivelmente estaria habituado e até mesmo preparado para treinar uma equipa sénior, no entanto esta etapa é importante na minha aprendizagem e formação como treinador. Considera um bom sinal o facto de vários ex-jogadores estarem a assumir a responsabilidade de treinar em Portugal? Acho positivo que assim o façam, desde que se formem e ganhem capacidades e competências para desempenhar bem o papel de treinadores. As vivências de jogador são importantes e dão-te um feeling especial sobre aquilo que acontece no seio de uma equipa, mas não são condição suficiente para se ser um bom treinador. A formação teórica, a troca de experiências com outros treinadores e, sobretudo a prática do dia-a-dia, são os factores essenciais no crescimento de um treinador. A minha primeira experiência como treinador em 2005 elucidou-me para a necessidade de melhorar a minha formação e desenvolver competências que nada têm a ver com as competências de jogador. Aconselho a todos os ex-jogadores que gostem de treinar a não descurar essa formação e a deixarem-se guiar por técnicos mais experientes, que os possam ajudar nas primeiras etapas de treinador. Será que existem em Portugal esses treinadores experientes e com disponibilidade e capacidade para ensinar jovens treinadores a treinar? É uma questão que não me compete a mim responder, mas deixo a reflexão no ar.Houve algum treinador que o tenha marcado, ao ponto de ser a sua referência no ensino do basquetebol? Tive dois excelentes treinadores na minha formação como jogador, o Jorge Faustino e o Luís Guedes. Ensinaram-me as técnicas e táticas do jogo, mas sobretudo ensinaram-me a ter paixão pelo jogo, a ser perseverante na busca dos meus objetivos, a ter confiança em mim mesmo, a respeitar os outros, a divertir-me e fazer amigos no basquetebol.No alto rendimento tive muitos treinadores, todos eles importantes, mas destacaria dois: o Jorge Coelho, pela oportunidade que me deu de crescer jogando e cometendo erros na equipa sénior do Estrelas da Avenida quando tinha apenas 17 anos; e o Edu Torres, que foi o treinador que melhor soube potenciar as minhas qualidades e mais contribui para o enorme salto qualitativo que dei como jogador de basquetebol – a sua forma de comunicar, de motivar e de ensinar foram decisivas na minha evolução.O que considera ser fundamental transmitir aos miúdos neste seu novo papel? Acho importante transmitir-lhes a mentalidade, ou se quisermos o hábito comportamental, de tentarem ser melhores cada dia em todos os aspetos da sua vida, quer seja no basquetebol ou na escola. É importante que cada um deles estabeleça objetivos pessoais e que, com dedicação, espírito de sacrifício, trabalho, perseverança possam lutar por ter melhores resultados, seja a nível desportivo ou escolar. Sem estes fatores não podem tornar-se bons jogadores nem em profissionais competentes em qualquer área que escolham no futuro. O talento não chega, é necessário algo mais, tentar superar-se cada dia que agarram numa bola ou num livro escolar. Por esse motivo, os treinadores devem ser responsáveis, não só por ensinar as técnicas e táticas do jogo, mas também por ensinar os comportamentos e hábitos que deve ter um jogador de elite. Acredito profundamente no potencial formador e educador que o desporto possui e, por esse motivo, é fundamental educar os nossos jovens os comportamentos e as atitudes adequadas a ter em contexto desportivo e na vida em sociedade. O desporto oferece oportunidades únicas de convívio, de cooperação, de trabalho em equipa, de aprender a respeitar os outros, de lidar com a frustração da derrota e com a alegria da vitória, de perseverança e superação. É neste contexto que os treinadores têm a responsabilidade de intervir: nem todos serão jogadores profissionais de basquetebol mas todos eles se podem tornar em cidadãos e profissionais responsáveis e competentes.Alguma mensagem que queira deixar? Aqueles que gostem de basquetebol e que tenham a ambição de ser melhores cada dia, não deixem de trabalhar com dedicação e perseverança para alcançar os seus sonhos ou objetivos, sejam eles chegar à Liga Portuguesa, à Liga ACB ou à NBA. Não tenham medo de sonhar alto e ambicionar algo que nunca foi alcançado anteriormente. Para treinar basquetebol apenas necessitamos uma bola e um cesto. Não necessitamos treinadores (às vezes atrapalham mais do que ajudam!) nem de ninguém que nos diga o que fazer. Treinem, treinem sozinhos e treinem muito e não deixem de sonhar. Um repto: nenhum jogador português chegou à NBA. Quem será o primeiro?


Salesianos disputa no CNB1

Nos últimos anos, a equipa tem conseguido épocas de sucesso na zona sul da CNB2, onde venceu por duas vezes a série Sul B e chegou a estar muito perto da subida de divisão.

Na divisão CNB1, os Salesianos vão “medir forças” com alguns nomes históricos do basquetebol como o Atlético, o Belenenses ou o Seixal. A equipa de Évora é constituída por um grupo de atletas da cidade e estudantes da Universidade de Évora. A estreia dos Salesianos na CNB1 está marcada para o próximo sábado, às 17:00, no Pavilhão D. Bosco, em Évora, tendo como adversário o Moscavide.


A.B. Santarém – 3ª Ação de Formação Contínua para Juízes de Basquetebol

2,3 da Chamusca a 3ª Ação de Formação Contínua para Juízes de Basquetebol que contará com a presença do Dr. Luís Sousa – Presidente da AB Santarém.

PROGRAMA 09h45/10h00 – Assuntos Administrativos: Pagamentos, boletins de jogo, relatórios, chegada aos campos e faltas a os jogos. 10h00/11h00 – Árbitros: Técnica de Arbitragem a 2 (Prof. André Ferreira – AB Aveiro e Bruno Casinha – AB Santarém) 10h00/11h00 – Oficiais de Mesa: Manuseamento de consola do marcador e recomendações a operadores de 24 (novas regras) – (Bruno Bernardino, André Duarte e Lurdes Rufino – AB Santarém) 11h00/11h30 – Entrega/Oferta de equipamentos a árbitros e oficiais de mesa + foto do grupo 11h30/11h45 – Espaço ANJB (José Cassapo) e jogo convívio Dinamizador: Presidente do CAD da AB Santarém – Bruno Casinha Colaboração especial da Câmara Municipal da Chamusca


Compal Air de novo nas Escolas

Com ele volta o basquetebol a fazer parte da actividade de milhares de alunos, alguns já praticantes da modalidade, mas para a maioria, aparecendo como uma actividade nova ou não praticada, que ao longo do ano poderão experimentar.

Estaremos assim, mais uma vez nas escolas com os mesmos objetivos de proporcionar aos jovens atividades de qualidade, onde para além da vertente competitiva se alia uma vertente formativa, nomeadamente de responsabilização de alunos, através da organização das atividades. Na vertente competitiva desejamos que o Compal Air proporcione experiências que sirvam as diferentes realidades das crianças e jovens que nele participam, de forma séria e divertida. Apesar das dificuldades crescentes, quer da escola, quer da FPB e da própria Compal, não deixaremos de trabalhar com empenho na manutenção das atividades e na estrutura deste projeto, realizando a fase local, regional e nacional.As inscrições devem ser feitas de forma online no site www.compalair.pt, ou no portal da FPB, em www.fpb.pt ou no Desporto Escolar, em www.desportoescolar.min-edu.pt, até 31 de Dezembro.Contamos convosco para sermos mais


Marido da Presidente da A.B. Madeira

Vitima de doença prolongada o marido da actual Presidente da Associação de Basquetebol da Madeira, deixou hoje a nossa companhia. À Presidente da ABM, restante família enlutada e amigos a FPB endereça os mais sentidos pêsames.


Lilian Gonçalves: “Sinto o grupo motivado”

A conquista de mais um Troféu Vítor Hugo veio demonstrar que as vaguenses estão no caminho certo, embora Lilian considere que é imperioso continuar a trabalhar diariamente. O grupo está “motivado e empenhado”, pelo que não restam dúvidas que o Vagos irá lutar por todos os títulos em disputa na presente temporada.

Já é tradição o Vagos iniciar as épocas a vencer o Troféu Vítor Hugo. Isso é um bom prenúncio para o resto da temporada?Acho que a conquista de uma Taça é sempre bom. É sinal que estamos no caminho certo, mas sabemos que ainda existe muito para trabalhar. Há muitas coisas para melhorar se quisermos conquistar novas competições.Mas para vencer este troféu o Vagos conseguiu duas vitórias por poucos pontos. Significa que não foi fácil ganhar esta competição pela quarta vez consecutiva?Sim, não foi fácil e nem esperávamos que fosse. Sabemos do valor das equipas adversárias e, temos consciência também que esta é uma fase com altas cargas de treino para a construção de uma forma física. Sabíamos que teríamos que superar dificuldades.O Vagos mantém quase todo o plantel da época passada. Isso pode revelar-se uma vantagem durante a competição?Acho que o fato de estarmos juntas há mais tempo pode ser um fator favorável sim, mas que não implica menos trabalho. Há que se manter o empenho e a dedicação sempre.Terceiro ano consecutivo em Vagos. Qual a sua opinião do plantel para este ano?Sinto o grupo motivado e isso é fundamental. Acho que é um plantel com plenas condições para disputar com qualquer equipa da competição.Pelo que pode observar até agora, acha que o campeonato este ano poderá vir a ser mais disputado?Acho que ainda é cedo para tal afirmação. Não jogamos ainda com todas as equipas, o que dificulta essa avaliação.Reconquistar o título é o grande objetivo do Vagos para esta temporada?É um dos objetivos, mas não podemos pensar em título sem pensarmos no dia a dia, pensarmos em cada jogo e no trabalho diário.Que opinião tem da evolução do basquetebol feminino em Portugal?No meu ponto de vista, a evolução do basquetebol, aqui ou em qualquer outro país, está vinculada ao trabalho desenvolvido na base, com as jogadoras jovens. Tem que ser um trabalho adequado e de qualidade. Aliado a isso têm que estar os clubes, com compromissos sérios, e com responsabilidade e comprometimento com as competições e com a federação.


Benfica conquista troféu

Os encarnados, com um bom 2º período (19-4), conquistaram uma vantagem pontual, não sendo mais incomodados no comando do marcador. Apesar de derrotados, o bom desempenho defensivo por parte dos conimbricenses, bem como a forma destemida como abordaram esta final são aspectos a ter em conta.

A Académica ainda chegou a causar sensação ao terminar na frente os primeiros 10 minutos do jogo (17-14). A paragem fez bem aos benfiquistas, fundamentalmente nos aspetos defensivos, bem patente nos 4 pontos sofridos até ao intervalo (33-21).No inicio da etapa complementar os comandados de Norberto Alves voltaram a bater-se muito bem, equilibrando inclusive o 3º período (14-16),que mesmo assim acabaria favorável ao conjunto benfiquista (49-35).No último quarto a equipa de Carlos Lisboa voltou a aumentar a sua intensidade defensiva, os tiros de três pontos começaram a cair, fazendo que a diferença pontual se acentuasse na parte final do encontro.O norte americano Seth Doliboa (13 pontos e 12 ressaltos) voltou a ser o MVP do jogo com 20 de valorização, embora o melhor marcador da equipa tenha sido Cláudio Fonseca com 14 pontos, a que somou 7 ressaltos, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento, e fez esquecer as ausências de Gentry e Elvis. No jogo exterior encarnado, João Betinho (13 pontos, 7 ressaltos e 4 roubos de bola) o mais produtivo, que voltou a não contar com Lace Dunn.Apesar de “ainda” não contar com estrangeiros no seu plantel, a Académica bateu-se bastante bem, ao conseguir limitar o potencial ofensivo do Benfica a 71 pontos. No ataque as coisas foram um pouco mais difíceis, em parte porque as percentagens de lançamentos foram paupérrimas. Ainda assim, Fernando Sousa registou 15 pontos, logo seguido por Arnett Hallman, com 13 pontos.


Favoritismo do Benfica confirmado

Os encarnados voltaram a exibir uma clara vantagem física sobre o seu opositor, sabendo retirar disso mesmo os argumentos necessários para dominar em todos os capítulos do jogo.

O treinador Carlos Lisboa voltou a pedir aos seus jogadores uma enorme intensidade defensiva, marcando as linhas de passe, a pressionar bola, a procurar sempre o contra-ataque com transições rápidas para cestos fáceis.Quando obrigados a jogar em meio-campo, as vantagens benfiquistas nas áreas próximas do cesto, mesmo sem Gentry e Elvis, eram notórias, quer por ações individuais, ou então, o ressalto ofensivo que muito massacrou a defesa do Barcelos.A equipa minhota sentia dificuldades em encontrar soluções para atacar o cesto, sendo o tiro exterior, na maioria dos casos, a solução procurada.A diferença pontual entre as duas equipas começou a avolumar-se desde o primeiro quarto do jogo (26-8), com destaque para a prestação defensiva do Benfica, pelo que ao intervalo o jogo estava praticamente decidido a favor dos atuais campeões nacionais (49-25).A final joga-se este domingo, no Pavilhão Império Bonança, pelas 17 horas, com a formação da Académica a discutir com o SL Benfica, quem será o grande vencedor deste Troféu António Pratas.Destaque na equipa encaranada para o MVP do jogo, Seth Doliboa (22 pontos, 11 ressaltos e 3 assistência se 2 desarmes de lançamento), com 36 de valorização. Do lado do Barcelos, Matic Sirnik (14 pontos, 11 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola) foi o jogador mais valorizado.


Mário e Filipe em bom plano

Em Espanha, João Soares esteve 4 minutos em campo na vitória do Planasa Navarra, na LEB Ouro.

Em França Filipe da Silva assinou uma exibição muito positiva mas não conseguiu evitar a derrota da sua equipa. O Rouen cedeu na visita ao St. Vallier, por 91-94, na Divisão Pro B, uma partida onde o base português somou 16 pontos, 5 ressaltos, 9 assistências e 2 roubos de bola, em 33 minutos.Desempenho semelhante teve Mário Fernandes, na Suécia. O Jamtland perdeu em casa diante do Uppsala, por 71-75, mas não foi por falta de empenho do madeirense. Em 29 minutos Mário registou 13 pontos, 3 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola.Na LEB Ouro espanhola, o Planasa Navarra levou a melhor sobre o Força Lleida Club Esportiu, por 78-73. João Soares esteve 4 minutos em campo.Sónia Reis, que veste a camisola da Irun na Liga Feminina espanhola, não foi utilizada, enquanto Carla Nascimento e Carla Freitas só se estreiam na Liga Feminina 2, também em Espanha, na próxima semana. Miguel Cardoso, no Nanterre (Pro A), não jogou.


Académica finalista

A equipa de Coimbra comandou a marcha do marcador quase durante todo o jogo, embora nos minutos finais, chegou a estar a perder por sete pontos de diferença, tendo sido obrigada a uma reviravolta no marcador.

A formação de Coimbra esteve na frente durante os primeiros três períodos, e por mais do que uma vez esteve muito perto de chegar à vantagem na casa das dezenas. A última das quais já muito perto do final do 3º período (51-43), mas uma boa reação dos insulares colocava o resultado em aberto à entrada do decisivo quarto, 49-51 favorável à Académica.A liderança dos estudantes prolongou-se quase até meio do último período (56-54), mas três triplos consecutivos por parte dos insulares, precipitavam a mudança no comando do jogo (63-59). A vantagem chegaria a subir até aos sete pontos (69-62), quando apenas faltavam 1.47 minutos para o termo do jogo.Os comandados de Norberto Alves, num esforço final, aproveitando bem o desacerto da linha de lance-livre dos açorianos, voltam a empatar o jogo com um triplo de Fernando Sousa (14 pontos, 6 assistências, 5 ressaltos e 3 roubos de bola) a 25 segundos do fim. De seguida recuperaram a posse de bola graças a um roubo de bola de Diogo Simões, que tentaria, sem sucesso o último lançamento após um pedido de desconto de tempo. Mas seria a presença de Arnett Hallman (6 pontos, 15 ressaltos e 7 assistências) no ressalto ofensivo que garantiria a presença da Académica na final, deste domingo, do Troféu António Pratas.O maior destaque deste jogo vai para a fantástica exibição de Marco Gonçalves, MVP do jogo com 39.5 de valorização, que registou um duplo-duplo (26 pontos e 15 ressaltos), a que somou 4 roubos de bola. Os 19 pontos de João Balseiro foram igualmente importantes para o triunfo dos conimbricenses.O melhor marcador dos açorianos foi Daniel Monteiro com 17 pontos, logo seguido pela dupla de estrangeiros Marcel Monplaisir (11 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) e Jeremy Goode (6 roubos de bola, 4 ressaltos e 3 assistências) ambos com 14 pontos.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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