Artigos da Federaçãooo
Eléctrico conquista Troféu António Pratas
Os alentejanos estiveram sempre na frente do marcador, gerindo quase até ao limite nos instantes finais do jogo a curta vantagem que dispunham à entrada do derradeiro período. A linha de lance-livre acabou por ser decisiva, onde a maior experiência dos jogadores do Eléctrico se revelou fundamental para garantir a conquista do troféu.
Tudo parecia correr bem à equipa de Ponte de Sor, que no final dos primeiros dez minutos já vencia por uma diferença de dez pontos (23-13). No 2º período, a equipa do Dragon Force melhorou em termos defensivos, conseguindo aproximar-se no resultado até final da 1ª parte (25-30).No recomeço da etapa complementar o equilíbrio foi a nota dominante, com as defesas a superiorizarem-se aos ataques. O tempo corria a favor dos alentejanos, que à entrada do decisivo período venciam por quatro pontos de diferença (45-41).O jogo estava emotivo, com a curta vantagem do Eléctrico a manter-se até bem perto do termo do encontro. Um triplo de Eduardo Guimarães, a 1.50 minutos do final, colocava o Dragon Force a perder pela diferença mínima (53-54). Tiago Pinto não tremeu da linha de lance-livre (56-53). Já a equipa do Dragon Force desperdiçou três dos quatro lances-livres de que dispôs nos últimos segundos do jogo.Os comandados de Andry Melnychuk suportaram bem o desgaste físico desta fase final, tendo tido em Paulo Raminhos (14 pontos, 3 ressaltos e 2 roubos de bola), Aylton Medeiros (12 pontos e 10 ressaltos), MVP do jogo com 19.5 de valorização e João Lanzinha (13 pontos, 8 ressaltos e 4 roubos de bola) os principais obreiros desta conquista.O internacional Miguel Queiroz (12 pontos, 6 ressaltos e 2 roubos de bola) foi o jogador mais produtivo da equipa do Dragon Force, uma equipa que na sua primeira experiência a este nível atinge a final da competição.
I Ação de Formação do BCL
Esta Ação, com a temática central do Minibasquete, teve a excelente preleção e simpatia do Comandante San Payo Araújo e foi aberta a todos os treinadores e Animadores de Minibasquete interessados na modalidade.
Nesta iniciativa estiveram presentes 21 Treinadores, representativos de grande parte dos clubes da Associação de Basquetebol de Viana do Castelo e fica, desde já, aqui registado um agradecimento a todos os participantes.O Basket Club Limiense começa assim a cumprir com o seu Plano Técnico Formativo, realizando a I de três grandes Ações a decorrer nesta época Desportiva. A próxima é já em Janeiro e será voltada para os escalões mais velhos. Um até já…
D´Andre Brown é reforço do Maia Basket
Formado no Indian River State College, D’Andre já jogou em diversos países como México, República Dominicana, Costa Rica e Mongólia, tendo obtido no último ano médias de 23,4 pontos, 12 ressaltos, 6,3 assistências, 3,2 desarmes de lançamento e 2,1 roubos de bola.Brown é um jogador que vem reforçar as posições 2 e 3 e que tem como principais características a precisão no lançamento exterior e a capacidade atlética, prometendo ser influente tanto na defesa como no ataque. Consulta os vídeos com alguns highlights de D’Andre Brown:http://www.youtube.com/watch?v=I-E817HdPEkhttp://www.youtube.com/watch?v=O8YJzDOeGLQ
Olivais e CRCQ Lombos numa final inédita
O vencedor passará a figurar no ranking dos emblemas que já triunfaram nas 6 anteriores edições (AD Vagos e CAB Madeira, respectivamente com 4 e 2 troféus conquistados). Antes (15H00) as duas equipas insulares (Boa Viagem e CAB Madeira) lutam pelo 3º lugar.
As meias-finais disputadas ontem à tarde no Pavilhão Municipal da Graça, proporcionaram os seguintes resultados: Olivais FC 47-45 Boa ViagemCRCQ Lombos 77-49 CAB Madeira A partida entre olivanenses e açorianas valeu pela incerteza que pairou quanto ao vencedor, na ponta final, pois no minuto 39 registava-se uma igualdade (45-45). Foi Josephine Filipe que com um tiro de meia distância a 13,9 segundos da buzina deu a vitória à equipa de Coimbra. Isto depois de as comandadas de Paulo Silva terem liderado o marcador a partir do início do 2º quarto (16-8), quando viraram o resultado de 8-9 (1º período) para 17-12, obrigando Marcos Couto, treinador do Boa Viagem a parar o cronómetro no minuto 17. A vantagem olivanense ao intervalo (24-17) reflectia a maior eficácia nos lançamentos de campo, a melhor defesa e o menor número de erros (6-10 turnovers).Continuando a defender com mais agressividade, como é seu timbre, o Olivais manteve o controlo das operações e pese ter começado a ter problemas com as faltas (nomeadamente Carsidália Silva e Josephine Filipe), chegou ao final do 3º período (15-12) com uma almofada de 10 pontos (39-29), fazendo transições rápidas. No último quarto (8-16) o Boa Viagem encetou uma boa reacção, começando por reduzir o prejuízo de 41-29 (12 pontos) para apenas 4 pontos (41-37), com um parcial de 0-8, através de um triplo de Célia Simões e de 5 pontos da base norte-americana Jasmine Crew (um duplo e 3 lances livres). No minuto 35 no acto de lançamento que passou o resultado para 43-37, Marcy Gonçalves lesionou-se, tendo saído para não mais regressar às quatro linhas. As açorianas acreditaram que ainda havia tempo para dar a volta e correndo atrás do prejuízo, chegaram ao empate (45-45), por intermédio de Célia Simões, mas a 13,9 segundos do termo sofreram o cesto de Josephine que carimbou o passaporte do Olivais para a final.Destaque nas vencedoras para as prestações de Artémis Afonso (15,0 de valorização) ao somar 4 pontos, 12 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 3 roubos e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres e de Marçy Gonçalves (12,5 de valorização), melhor marcadora da partida, que anotou 16 pontos, 8/11 nos duplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 2 roubos e 3 faltas provocadas. Foram bem acompanhadas pela experiente capitã Ana Fonseca (11 pontos, 4 ressaltos defensivos, duas assistências, 3 roubos e 5 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), Josephine Filipe (7 pontos, 6 ressaltos sendo 5 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e duas faltas provocadas) e Carsidália Silva (5 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 roubo e uma falta provocada), com as respectivas valorizações a saírem penalizadas devido às faltas pessoais (cada uma com 4 faltas). A MVP do encontro foi a poste norte-americana do Boa Viagem, Eetisha Riddle (24,5 de valorização) que fez um duplo duplo (10 pontos, 15 ressaltos sendo 7 ofensivos, uma assistência, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas com 2/4 nos lances livres). Seguiram-se-lhe a sua compatriota Jasmine Crew (13 pontos, 4 ressaltos, uma assistência, 5 roubos, 1 desarme de lançamento e 9 faltas provocadas com 9/11 da linha de lance livre), mas com uma eficácia desastrada (12%) nos duplos (2/17) e Célia Simões (11 pontos, 9 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência e 3 faltas provocadas com 2/4 nos lances livres). Já a poste Tamara Milovac (10 pontos, 5 ressaltos, 2 roubos e 1 desarme de lançamento) cometeu demasiados erros (11 turnovers), mais de metade dos da sua equipa (20), números que já não se usam particularmente na sua posição. No 2º jogo o CRCQ Lombos não permitiu veleidades às madeirenses. Melhor dizendo: o CAB Madeira entrou a todo o gás e com 42 segundos jogados já vencia por 5 (0-5), com uma arrancada fulminante de Mª João Correia na bola de saída, seguida de uma bomba de Catarina Freitas no 2º ataque da equipa. Mas a experiente formação de José Leite respondeu de forma categórica, impondo um parcial de 15-0 (!). O técnico insular ainda parou o cronómetro à entrada do minuto 6 (12-5) mas Inês Viana acertou logo a seguir o seu 1º triplo. A rotação nos Lombos fez naturalmente baixar o ritmo e as comandadas de João Pedro Vieira reduziram para 19-13, resultado no final do 1º período. No início do 2º quarto (15-7) as insulares ainda baixaram a fasquia para 4 (19-15), mas a única bomba de Márcia Costa deu o mote (22-15) para novo arranque da equipa de Carcavelos (25-15), com Sónia Reis a concluir um lance de contra-ataque. Segundo desconto de tempo do CAB no minuto 16 mas Sónia Reis, bem servida pelas suas companheiras, nomeadamente Mery Andrade e Felicité Mendes, continuava a facturar, sendo ao intervalo (34-20) a melhor marcadora da equipa, a par de Mery, cada uma já com 10 pontos na sua conta pessoal. Mas a jovem poste Maria Kostourkova que alinhou no 5 inicial era também determinante nas tarefas defensivas (6 ressaltos sendo 4 ofensivos), contribuindo de forma decisiva para a superioridade do CRCQ Lombos nas tabelas no final da 1ª metade (27-17 ressaltos). No 3º período (19-12) prosseguiu o sinal mais dos Lombos com Márcia Costa (6 pontos) e Inês Viana (5), a assumirem as despesas de marcação de pontos a partir do minuto 25, num parcial de 11-7, enquanto a capitã Marta Bravo era a mais inconformada das insulares (5 pontos). Ao cabo de 30 minutos jogados (53-31) a fasquia ultrapassava a vintena (22 pontos), com as comandadas de José Leite a terem o jogo completamente controlado. No derradeiro quarto (24-17) veio ao de cima a tremenda eficácia dos Lombos nos lançamentos do perímetro (mais 3 triplos, sendo 1 de Filipa Bernardeco e 2 de Inês Aragão), para terminarem com excelentes 55% (6/11). O CAB Madeira pese toda a sua aplicação não teve argumentos para complicar a vida ao seu adversário, que mostrou ter muitas soluções. Destaque nas vencedoras para Mery Andrade, MVP do jogo (23,5 de valorização) ao contabilizar 12 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 4 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres, seguida de Sónia Reis (20,0) ao anotar 14 pontos, 6/9 nos duplos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 3 desarmes de lançamento e 3 faltas provocadas com 2/4 nos lances livres. Foram bem acompanhadas por Inês Viana (17,0 de valorização) ao somar 12 pontos, 4/5 nos lançamentos de campo repartidos por 2/3 nos duplos e 2/2 nos triplos, 5 ressaltos defensivos, duas assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres, Márcia Costa (13 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos, duas assistências, 6 roubos e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres) e Maria Kostourkova (5 pontos, 8 ressaltos sendo 6 ofensivos, 3 assistências, 2 desarmes de lançamento e duas faltas provocadas). No CAB Madeira, em que algumas jogadoras estão debilitadas por terem contraído gastro enterite, a mais valiosa foi a capitã Marta Bravo (10 pontos, 1 ressalto defensivo, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e 3 faltas provocadas com 3/3 nos lances livres). Maria João Correia (11 pontos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência, 3 roubos e 4 faltas provocadas com 4/6 nos lances livres) e a poste nigeriana (representou recentemente o seu país no AfroBasket) Udenze Justina (11 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 roubos e 3 faltas provocadas) foram penalizadas nas suas valorizações pela fraca eficácia nos duplos (2/11) e pelos 6 turnovers, respectivamente. A norte-americana Christian Shelter também esteve demasiado perdulária nos duplos (1/11), terminando com 7 pontos apenas, sendo 5 de lances livres em 6 tentativas. Fichas de jogoPavilhão Municipal da Graça, em Lisboa OIivais FC (47) – Ana Fonseca (11), Marcy Gonçalves (16), Artémis Afonso (4), Josephine Filipe (7) e Carsidália Silva (5); Daniela Jesus (2), Inês Veiga (2) e Adriana Baptista Boa Viagem (45) – Jasmine Crew (13), Célia Simões (11), Ana Paula Silva, Tatiana Milovac (1) e Eetisha Riddle (10); Tamara Milovac (10), Bárbara Silva, Eliana Costa e Carolina CostaPor períodos: 8-9, 16-8, 15-12, 8-16Árbitros: Samira Barrima e Luís de Oliveira ****************************************************************************CRCQ Lombos (77) – Felicité Mendes (2), Filipa Bernardeco (3), Mery Andrade (12), Sónia Reis (14) e Maria Kostourkova (5); Márcia Costa (13), Inês Viana (12), Marinela Pinheiro (2), Inês Aragão (10), Mafalda Guerreiro, Catarina Cavaco (2) e Carolina Leite (2) CAB Madeira (49) – Mª João Correia (11), Catarina Freitas (3), Marta Bravo (10), Carolina Escórcio (2) e Christian Shelter (7); Udenze Justina (11), Ana Jardim (2), Carla Relva (3), Cíntia França e Mónica Luís Por períodos: 19-13, 15-7, 19-12, 24-17Árbitros: Pedro Coelho e Inês Freire Calendário de jogos para domingo:15H00 (3º/4º lugares) Boa Viagem-CAB Madeira e 17H00 (Final) Olivais FC-CRCQ Lombos
Técnico Pedro Costa: «Colocar o Esgueira no topo»
Oriundo de uma cidade onde se “respira basquetebol”, o Esgueira apresenta-se na temporada 2013/14 determinado a ser competitivo. E o percurso que realizou nesta prova de pré-época mostra isso mesmo…
Que benefícios poderá retirar desta qualificação para a final-four do Troféu António Pratas?Este torneio aparece numa fase muito precoce da época. É um momento de avaliação do trabalho desenvolvido até ao momento, vai permitir-nos fazer mais um ou dois jogos contra equipas fortes, o que é ótimo para ganharmos ritmo competitivo. Em termos mentais foi muito importante ganhar, pois motiva ainda mais ao trabalho diário e acima de tudo deu para ver que nos podemos bater com as grandes equipas deste campeonato.Duas excelentes vitórias que assentaram essencialmente em que fatores?Numa excelente defesa, num espírito de superação notável dos meus atletas, em especial no segundo jogo.Acredita que este sucesso não foi pontual? Ou se preferir, o Esgueira irá ser capaz de manter esta competitividade ao longo da temporada?É para isso que treinamos. Somos uma equipa 100% amadora, temos consciência das nossas limitações, mas também acreditamos no nosso valor. Sabemos que também vamos perder, não exultaremos as vitórias nem dramatizaremos as derrotas. Queremos ser sempre competitivos.Como descreveria o grupo de trabalho que treina?Uma equipa com um caráter fora do normal em que o todo é maior que a soma das partes.O Esgueira ambiciona continuar a subir até ao lugar onde já foi referência no basquetebol nacional?A Direção do CPE tem os pés bem assentes na terra e tem feito um trabalho notável na reestruturação e reorganização do Clube. Somos novamente um Clube atrativo. Vive-se e respira-se Basquetebol em Esgueira como puderam testemunhar as pessoas presentes no playoff e final da CNB1 no ano passado e também no último jogo com o Illiabum. Não acredito que haja ambiente mais quente em Portugal no Basquetebol. Neste momento este é o lugar do Esgueira mas se a oportunidade chegar….Pessoalmente ambiciono colocar num futuro próximo o Esgueira no topo do Basquetebol Nacional, para isso terá de haver um maior apoio ao Clube das forças vivas da Cidade. A cidade merece ser representada no topo do basquetebol Nacional por uma equipa.Objetivo para este Troféu António Pratas? E já agora para esta temporada na competição da Proliga? Para já alcançamos o 1º objetivo da época que era estar na fase final deste torneio. Agora que aqui chegamos, vamos dar tudo para estar presentes na final, com a consciência que nos espera uma tarefa muito difícil, pois o Elétrico é uma das melhores equipas deste campeonato…se passarmos…tudo pode acontecer….Para o campeonato apontamos como objetivo mínimo a ida ao playoff.
Dragon Force bate Benfica “B”
Num duelo bastante intenso, os benfiquistas estiveram no comando durante largos períodos, mas na parte final foram batidos pelo jogo exterior da formação nortenha que, com dois triplos convertidos por João Gallina e Pedro Figueiredo, lograram uma vitória saborosa. Miguel Queiroz foi a grande figura de um embate que fez esgotar a lotação do Pavilhão de Sangalhos, somando 16 pontos e 15 ressaltos. Do lado portista, Pedro Figueiredo também esteve em plano destaque, com 17 pontos. Entre as águias, Artur Castela (que tal como Pedro Belo jogou na véspera pela equipa principal), com 15 pontos e 8 ressaltos, foi o elemento que mais se destacou.De salientar que frente a frente estiveram muitas das jovens promessas do basquetebol português. A maioria dos atletas em causa já foi internacional pelas seleções nacionais e, muito provavelmente, o futuro dos dois emblemas, assim como da seleção principal, poderá passar por muitos dos elementos que este sábado mediram forças.
Rui Mota: «Podemos fazer boa época»
O primeiro teste é o Troféu António Pratas.
O gosto pelo jogo parece não desaparecer?Acima de tudo gosto de jogar e gosto de competir. E enquanto me sentir útil e com capacidade para jogar com os melhores vou continuar. Espero continuar mais alguns anos.O que o levou a aceitar o convite da Académica?Foram alguns motivos que me levaram a aceitar este convite. O jogar na principal Liga em Portugal, numa equipa que nos últimos anos tem tido excelentes desempenhos. Depois, a possibilidade de trabalhar na minha área, sou licenciado em Educação Física e queria começar a trabalhar, e a Académica proporcionou-me isso. Existindo ainda a forte possibilidade de voltar a estudar e tirar o doutoramento aqui em Coimbra, isto é ainda uma situação que a direção está a resolver. Finalmente estou também a ajudar na coordenação da formação do clube.Afigura-se uma tarefa muito complicada este ano para a Académica?Como é do conhecimento público, a Académica começou esta época desportiva com uma nova direção que está a tentar resolver o mais rápido possível alguns problemas que foram deixados da anterior direção. É por isso que ainda não temos a equipa completa, mas penso que a partir do momento em que os jogadores estrangeiros estiverem connosco, com o trabalho e a ambição que é demonstrada por todos acho que podemos fazer uma boa época. Será como é evidente uma época difícil, mais ainda quando fomos finalistas na época passada. No entanto, penso que podemos fazer uma boa época.Existem perspetivas de que a equipa se venha a tornar mais equilibrada e competitiva?Os jogadores estrangeiros devem chegar o quanto antes, e com eles e com os portugueses que temos na nossa equipa penso que vamos ser competitivos em todos os jogos.Tem-lhe dado gozo trabalhar num clube que está a lutar para se manter na LPB?Está a dar-me muito prazer, começar mais um projeto, em que o objetivo é a manutenção, mas que a ambição de toda a estrutura passa por ir para todos os jogos para ganhar. Já tive em outras situações idênticas, mais propriamente no Penafiel, em que o trabalho e a ambição de toda a equipa nos levou a fazer uma excelente época. Inclusive fomos a melhor defesa da fase regular, penso que aqui na Académica podemos fazer um trabalho ainda melhor. Acredita que a Académica vai surgir no Troféu António Pratas como um adversário a ter em conta?O troféu António Pratas vai ser visto por nós mais um patamar com vista a preparação para o inicio do campeonato. Como é evidente vamos para os jogos com a ambição de fazer o melhor possível tendo em conta preparação da equipa e os elementos que cá estão e os que ainda não chegaram. O principal objetivo é chegar a dia 26 e estarmos completamente preparados para o 1º jogo do campeonato.
CAB consegue redimir-se
Uma vitória por 70-58, alcançada pela forma perfeita como os madeirenses geriram a vantagem conquistada durante o 2º período do jogo. Nada decidido no Grupo Centro Norte, se bem que com este resultado a vida da Ovarense ficou um pouco mais facilitada, com os vareiros a deslocarem-se a Oliveira de Azeméis para a última jornada deste grupo.
Mesmo assim, o CAB não entrou muito bem no jogo, perdendo o primeiro período por 17-14. No segundo período, os madeirenses revelaram uma atitude muito diferente, marcando mais do dobro dos pontos que tinham anotado nos primeiros dez minutos. O intervalo chegou com o marcador a 44-30, favorável aos insulares, que tinham na pontaria de Ricky Franklin e na postura defensiva forte as suas principais armas.No terceiro período, o equilíbrio foi a nota dominante. Apresar de ter ganho o período (12-13), o CAB revelou alguma quebra física, porventura o efeito de uma pré-época que ainda decorre e que tem sido pautada pela grande exigência. Como resultado, o CAB sentiu dificuldades na luta do ressalto, baixou a sua agressividade defensiva, o que permitiu à Oliveirense maior liberdade nos seus movimentos ofensivos.No quarto e derradeiro período, o CAB voltou a estar ligeiramente melhor (13-12), que somada à vantagem que já tinha arrecadado ao longo dos primeiros 30 minutos lhe permitiu vencer o encontro. A Oliveirense bateu-se até final, mas percebeu-se que as duas equipas ainda procuram a sua melhor forma desportiva.Ricky Franklin (17 pontos) voltou a ser o melhor da equipa da madeirense, registo ainda para a boa exibição do compatriota Aaron Anderson (12 pontos e 15 ressaltos). O norte-americano Aaron Fuluer (21 pontos e 18 ressaltos), MVP do jogo com 27.5 de valorização, esteve em bom plano, bem como o novo reforço João Soares autor de 18 pontos e 6 ressaltos.Entretanto, na Zona Sul, o Algés levou a melhor sobre o Galitos, por 67-62. O domínio do jogo foi repartido durante a primeira parte, com a equipa de Algés a dar a volta ao resultado no 2º quarto (34-29), já que nos primeiros 10 minutos a formação do Barreiro foi superior (17-10). A curta vantagem amealhada pelos comandados de André Martins viria a revelar-se decisiva, uma vez que na etapa complementar o equilíbrio foi a nota dominante. Josimar Cardoso (17 pontos e 4 ressaltos) voltou a estar em bom plano, tendo sido bem acompanhado por Pedro Rocha (12 pontos, 4 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola) e Henrique Piedade (11 pontos) e João Santos (9 pontos e 11 ressaltos), MVP do jogo com 20.5 de valorização. O base do Galitos Miguel Minhava (15 pontos, 6 assistências e 3 ressaltos), fez um jogo muito completo, mas nem com a ajuda de António Tavares (11 pontos) e o norte-americano Andrew Bechanov (11 pontos, 4 ressaltos, 5 desarmes de lançamento e 2 assistências) conseguiu evitar a derrota da equipa.
Vitória relança-se na luta
E cedo os comandados de Fernando Sá deram indicações que estavam dispostos a ultrapassar a equipa do Basquete de Barcelos. A vitória do Sampaense frente ao Lusitânia por 85-62, colocou a equipa açoriana fora da competição. O conjunto de S. Paio de Gramaços vai agora discutir com a Académica, este domingo, às 16 horas, no Pav. Serafim Marques, uma presença na fase final da prova.
O parcial de 25-9, favorável aos vitorianos, deu o mote para um confortável triunfo dos vitorianos frente ao conjunto de Barcelos (82-52). Após este resultado continua tudo em aberto no Grupo Norte, pelo que o jogo entre o Barcelos e o Maia Basket, Esc. Sec. de Barcelinhos às 17.30h, irá decidir quem passará à fase seguinte. Foram cinco os jogadores vitorianos a conseguirem 10 ou mais pontos, sendo que José Silva, MVP do encontro com 25.5 de valorização, foi o melhor com 18 pontos, seguido de perto por João Guerreiro, autor de 16 pontos. Marko Loncovic (16 pontos), de regresso a Barcelos, foi o mais produtivo dos visitantes, com Rui Coelho (11 pontos) a terminar igualmente na casa das dezenas.O bom começo da equipa de S. Paio de Gramaços (26-10) permitiu-lhe construir uma vantagem pontual, colocando um ponto final no encontro durante o 3º período, altura em que a diferença subiu para mais de vinte pontos (65-41). Os novos reforços Jovonni Shuler (25 pontos, 8 roubos de bola, 3 ressaltos e 2 assistências), MVP do jogo com 35 de valorização, muito eficaz a lançar ao cesto, e Joel Almeida (20 pontos, 3 roubos de bola e 1 ressalto) deram boas indicações ao treinador do Sampaense José Calabote. Augusto Sobrinho (30 pontos) bem remou contra a maré, mas a equipa açoriana não cuidou muito bem a posse de bola, como demonstram os 30 turnovers cometidos.
Eléctrico na final
Ao domínio inicial dos alentejanos respondeu bem a formação de Aveiro durante a segunda parte, vendendo cara a derrota. Mesmo nos instantes finais, altura em que a equipa de Ponte de Sor dava sinais de ter o jogo praticamente controlado. Os comandados de Andry Melnychuk voltam a marcar presença numa final deste competição, já o Esgueira deixou uma excelente imagem nesta sua estreia em competições da Proliga.
Se durante a 1ª parte a equipa de Ponte de Sor dominou (46-35), superioridade essa mais evidente durante o quarto inicial (20-11), o recomeço da etapa complementar foi bem diferente. O descanso fez bem aos comandados de Pedro Costa, já que no final do 3º período tinham encurtado para a uma posse de bola a diferença que os separava do Eléctrico (46-49). No último período a equipa alentejana conseguiu uma pequena vantagem, que chegou a ser de sete pontos (65-58) a pouco mais de um minuto do final do jogo. E quando tudo parecia decidido, dois triplos consecutivos colocaram a formação de Esgueira a perder pela diferença mínima (64-65). A 32 segundos do fim, Renato Loio empatava a partida a 65 pontos da linha de lance-livre, mas seria Aylton Medeiros, assistido por Mário Jorge, a converter o cesto que coloca o Eléctrico de Ponte de Sor na final do Troféu António Pratas/Proliga. Ayton Medeiros foi o “herói” do jogo, mas foi igualmente o melhor marcador do Eléctrico, com 15 pontos, aos quais somou 14 ressaltos. Mais um do que João Lanzinha (14 pontos, 5 assistências e 5 roubos de bola), o segundo na marcação de pontos da equipa.A entrega do Esgueira esteve bem personificada na exibição de Renato Loio (18 pontos e 2 roubos de bola), bem acompanhado por António Gaioso (11 pontos, 8 ressaltos e 3 assistências) e Pedro Valente (10 pontos, 3 roubos de bola e 2 ressaltos).
Carolina Berdardeco: «Nível é superior»
Mas a ideia passa por ganhar experiência e só se aprende jogando com as melhores. Leia a entrevista nos detalhes desta notícia.
Como é ser a mais nova de três irmãs que jogam na Liga em equipas diferentes?É bastante interessante, sabendo que por ser a mais nova sou a que tem menos experiência na Liga Feminina. Jogar contra elas é sempre bom e para mim torna o jogo mais divertido.Que balanço faz dos dois jogos que realizaram no passado fim-de-semana?Depois destes 2 jogos sinto que a nossa equipa ainda está a começar, algumas de nós nunca jogámos na Liga. Estes encontros foram importantes para percebermos bem a que nível estamos a jogar. É bastante superior ao nosso e esperamos ganhar alguma coisa com isso.Depois de uma participação brilhante no último Europeu de Sub-16, como correu a experiência de defrontar duas das mais fortes equipas da Liga?A experiência é sempre boa, e por serem equipas muito mais fortes que qualquer uma equipa do Europeu de Sub-16, penso que correu bem. Fizemos sempre o que estava ao nosso alcance, sabíamos o tipo de equipas com que estávamos a jogar e o importante foi fazer aquilo que andamos a treinar desde o início da época.Quais os principais problemas que sentiu durante os encontros, uma vez que ocupa a sempre delicada posição de 1º base?O ter que pensar em várias soluções ao mesmo tempo pois as adversárias são jogadoras muito mais fortes e sabem muito mais do jogo. O GDEMAM continua a ser um clube que vive da formação e a produzir talentos para o basquete feminino?Claro que sim. Temos boas jogadoras no nosso clube, da nossa formação, e o clube irá fazer tudo o que tiver ao seu alcance para que elas se possam formar como jogadoras e como pessoas, o que também é importanteAcredita que o GDEMAM vai tornar-se numa equipa mais forte e competitiva com o decorrer da competição?Penso que sim, o nosso objetivo este ano na Liga não é sermos campeãs nacionais, como é óbvio, mas sim podermos jogar frente a atletas mais experientes, o que nos vai fazer aprender bastante. Esta oportunidade de poder jogar contra estas equipas vai ser bastante importante para mim; vai ser um bom e novo desafio.
Benfica entra a ganhar
O SL Benfica entrou a vencer no Troféu António Pratas, ao derrotar, em casa, a equipa do Algés (94-59). A resistência algesina durou um período, empate a 16 pontos, já que no 2º quarto os encarnados dispararam em definitivo no marcador (41-26). Uma superioridade que se manteve na etapa complementar, com os comandados de Carlos Lisboa a exporem as fragilidades da jovem equipa do Algés. Tomás Barroso, com eficácia no lançamento, foi o melhor marcador do jogo com 17 pontos. Já Betinho Gomes, com 23.5 de valorização, autor de um duplo-duplo (15 pontos e 11 ressaltos), foi o MVP do encontro. O poste Josimar Cardoso, bateu-se muito bem com as torres benfiquistas e terminou o jogo com 16 pontos e 4 ressaltos.A Ovarense confirmou as boas indicações deixadas na pré-temporada e obteve uma vitória, diante o seu público, frente ao CAB Madeira (66-38), naquela que foi a jornada inaugural do Grupo Centro Norte. Os lançamentos triplos (4 consecutivos) foram decisivos para que os vareiros se afastassem no resultado no inicio do 2º período (31-18). Não mais os madeirenses conseguiriam entrar na discussão do resultado, com a diferença pontual entre as duas equipas a acentuar-se no último período. O jovem atleta vareiro, Nuno Morais, esteve com a mão quente ao apontar 23 pontos, sendo que 18 foram dos 6 triplos convertidos em oito que tentou. O norte-americano Ricky Franklin (21 pontos) foi a solução ofensiva dos madeirenses, uma equipa que muito provavelmente está a acusar o inicio tardio da preparação, bem como a falta de ritmo competitivo.Muita emoção no jogo que opôs o Maia Basket ao Vitória, na 1ª jornada do Grupo Norte. Depois de várias alternâncias no marcador durante o último período, os oito pontos convertidos por Nuno Marçal, que não tremeu da linha de lance-livre, no minuto final foram decisivos para que os maiatos batem-se o conjunto vitoriano (69-65). Isto depois, do conjunto maiato ter conseguido fugir no final da 1ª parte (36-28), vantagem de imediato anulada pelos vitorianos no recomeço da etapa complementar, que entrariam no derradeiro quarto a perder pela diferença mínima (52-53). Grande exibição de Nuno Marçal (22 pontos e 11 ressaltos), MVP do jogo com 26.5 de valorização, neste seu regresso às competições da LPB, bem acompanhado por Paulo Diamantino (11 pontos e 6 ressaltos) e Pedro Tavares (12 pontos). No Vitória, João Balseiro ficou a um ressaltos do duplo-duplo (23 pontos e 9 ressaltos), algo que o norte-americano Anthony Meier (16 pontos e 10 ressaltos) na sua estreia.No Grupo Centro Sul, a Académica, a jogar em Montemor-o-Velho, fruto do triunfo frente ao Lusitânia por 71-65, ficou mais próxima da passagem à fase seguinte da competição. Depois de um começo de temporada bastante conturbado e cheio de incertezas, dentro do campo os conimbricenses revelaram o oposto, contrariando a imagem e fragilidade que pairava em torno da equipa.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
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