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“Uma equipa que é campeã tem de se sentir sempre preparada”

Entrevista para ler aqui:

 

Qual é o balanço que faz da pré-época e da integração dos novos reforços na UD Oliveirense?

 

Trabalhámos bem e os novos jogadores procuraram ajustar-se a uma nova equipa, num processo que leva o seu tempo e que, naturalmente, ainda decorre. Neste sentido, a pré-época decorreu normalmente.

 

A Supertaça é o primeiro jogo oficial da época, sente a equipa preparada para disputar o primeiro troféu da temporada?

 

Uma equipa que é campeã tem de se sentir sempre preparada, independentemente do momento da época e do ajustamento dos novos jogadores. É isso que temos transmitido a todos, nomeadamente aos novos e é isso que estamos à espera.

 

Olhando para o plantel do FC Porto, que qualidades destacaria mais na formação azul e branca?

 

Tem jogadores estrangeiros experientes e manteve a mesma base de trabalho. Penso que isso, associado à versatilidade de muitos jogadores, faz com que os veja num momento mais avançado do que é normal neste momento inicial da época.

 

Depois de dois anos inexcedíveis no comando técnico da UD Oliveirense, que expectativas tem para a nova temporada?

 

Sabemos que vai ser um ano difícil. Perdemos 4 dos jogadores do cinco inicial e temos de montar tudo de novo. É necessário avaliar quem chegou e perceber se têm o DNA de campeão.

 

Ainda não o sabemos e isso é normal. Mas esta situação não deixa de ser um desafio aliciante que tenho a certeza que vamos superar com os mesmo resultado dos anos anteriores, por muito que isso pareça impossível para muitos quando se olha para o plantel dos nossos adversários.


“Estamos sempre com a mentalidade e ambição adequada para defrontar a todos os adversários”

O treinador dos “dragões” espera ainda uma época sem lesões no plantel portista.

 

Entrevista para ler aqui:

 

O ano desportivo arranca de forma oficial para o FC Porto este domingo, que conclusões retira da preparação para mais uma época?

 

Sabendo que os resultados na pré-epoca são irrelevantes, porque se trata dum período de carga de trabalho e provas sem qualquer objetivo competitivo, estamos contentes como têm decorrido até agora.

 

Para os atletas, mais que para os técnicos, é também importante somar vitórias como as quatro conseguidas perante equipas espanholas ou a vitória nos dois torneios internacionais disputados, no sentido de consolidar a confiança e os diferentes comportamentos táticos que queremos implementar.

 

Ao contrário da temporada passada, a UD Oliveirense apresenta bastantes reforços. Que dificuldades espera no duelo com os bicampeões nacionais?

 

Espero as dificuldades próprias que sempre coloca um adversário muito competente, independentemente da altura da época e/ou determinados reforços.

 

A Oliveirense é uma equipa muito bem trabalhada e orientada e não é por acaso que têm conseguido estar nos últimos anos, não apenas nos dois últimos, na discussão dos títulos nacionais.

 

O FC Porto venceu a UD Oliveirense na final da Taça de Portugal da época passada, o reencontro na luta por um título será já este domingo. Sente a equipa preparada para o desafio?

 

Estamos sempre com a mentalidade e ambição adequada para defrontar a todos os adversários, essa é a postura do FC Porto em qualquer modalidade.

 

Quais são as expectativas para época 2019-2020?

 

O primeiro que um treinador deseja é ter os atletas disponíveis para trabalhar nas suas melhores condições físicas e de saúde, algo que infelizmente não tem acontecido nas últimas quatro épocas em que as lesões tem impedido alguns jogadores muito importantes de participar nos diferentes pontos altos ou se preparar nas melhores condições.

 

Apenas na Supertaça 16-17 e na Taça de Portugal 18-19 é que tivemos a possibilidade de fazer uma preparação específica para essas competições com todos os elementos a participar nos treinos; se calhar é por isso que são dois títulos ganhos pelo FC Porto.


SL Benfica com último obstáculo pela frente rumo à Fase de Grupos da “Champions”

As “águias” jogam a 1.ª mão da 2.ª eliminatória de qualificação esta quinta-feira, a partir das 21 horas, na Luz, com transmissão na BTV.

 

João “Betinho” Gomes, esta temporada regressado aos “encarnados”, e com um passado titulado no clube, anteviu o duelo para a FPB.

 

Quais são as maiores qualidades do Mornar Bar, por aquilo que já estudaram do adversário?

 

Por enquanto não vimos muita coisa do Mornar, porque houve mudanças na equipa relativamente à época passada, e não havendo acesso a todos os jogos da pré-época acabamos por ter pouca informação sobre eles.

 

Mas conhecendo alguns jogadores deles, posso dizer que vão aproveitar muito o jogo interior, sabendo que têm dois postes muito altos, um com 2,15 metros e outro com 2,16 metros.

 

Em que aspetos o Benfica tem de ser superior para conseguir um bom resultado na Luz?

 

Tal como aconteceu no jogo contra o Donar, e tendo a perfeita noção de que não vai ser um jogo igual, vamos ter que tirar vantagem da nossa defesa e do contra-ataque.

 

Sendo o Mornar Bar uma equipa muito alta, podemos tirar partido da nossa mais baixa estatura e da nossa maior velocidade.

 

Alcançar a Fase de Grupos da Liga dos Campeões é a melhor injeção de moral possível para um bom arranque de campeonato?

 

Sim, claramente. O objetivo de alcançar a Fase de Grupos e poder continuar a jogar partidas de alto nível contra equipas de topo vai preparar-nos não só para o arranque do campeonato, mas também para o resto da época.

 

Tens rubricado boas exibições. Como está a ser este regresso ao Benfica e ao basquetebol português?

 

Está a ser muito bom! Já conheço bem o Benfica, clube em que alcancei excelentes resultados, o que me dá um extra de confiança de forma a poder ajudar a equipa da melhor maneira possível.


Arranque oficial da temporada nacional passa pelo Algarve

O Pavilhão Gimnodesportivo de Portimão e o Pavilhão da Escola Secundária da Bemposta são os palcos do primeiro Ponto Alto da época.

 

A FPBtv transmite todos os jogos da competição, com A Bola TV a também emitir em direto a final, que está agendada para as 10h30 de domingo.

 

Toda a informação sobre a prova para consultar aqui.

 

As entradas para o público são livres!


Palmarés da Supertaça Masculina

E é precisamente o emblema de Oliveira de Azeméis, bicampeão nacional, o atual detentor do troféu, com o FC Porto a tentar levantar uma taça que não conquista desde 2016.

 

O SL Benfica surge como equipa mais titulada (14 ocasiões), seguindo-se a AD Ovarense (8) e o FC Porto (6).

 

A UD Oliveirense, além da mencionada vitória de há um ano, já havia conquistado a Supertaça em 2003, com o CA Queluz a também ter dois títulos.

 

Illiabum Clube e a já extinta equipa da Portugal Telecom também inscrevem os seus nomes nesta galeria de vencedores, graças aos triunfos de 1992 e 2002, respetivamente.


Palmarés da Taça Vítor Hugo

O União Sportiva é o atual detentor do troféu, depois de levar a melhor sobre o GDESSA Barreiro na época passada, conquista que se juntou à de 2015/16.

 

Mas é a AD Vagos o clube mais titulado, tendo festejado por cinco vezes, com destaque para o “tetra” entre 2009 e 2012.

 

O CAB Madeira levantou a taça em três ocasiões (2007, 2008 e 2016), enquanto a Quinta dos Lombos sorriu em 2013 e 2014.

 

Quem levará a melhor este ano? A resposta será dada no domingo, a partir das 10h30, numa prova que vai ter total cobertura da FPBtv.


“Vencemos três jogos, o que é um recorde para uma equipa africana num Mundial”

A formação africana, que tem ainda como adjunto Ivan Kostourkov, ficou às portas do apuramento direto para os Jogos Olímpicos. Entrevista a não perder.

 

Que balanço faz da participação da Tunísia neste Mundial?

 

Foi muito boa, mas não atingimos o objetivo de qualificação para os Jogos Olímpicos. Tínhamos capacidade para isso, mas falhámos no jogo diante de Porto Rico, em que perdermos na última posse de bola deles.

 

A pressão e a falta de experiência notaram-se muito durante esse jogo, e por isso não fomos competentes para suportar a pressão porto-riquenha. Falhámos lançamentos fáceis, registámos turnovers e por isso perdemos, infelizmente, já que éramos a melhor equipa do grupo a seguir à Espanha, a meu ver.

 

Em condições normais ter-nos-íamos qualificado para os Jogos Olímpicos, e a verdade é que ganhámos três jogos – o Irão qualificou-se com três triunfos – e vencemo-los mesmo. Contra a Espanha estivemos muito bem na primeira parte, e por isso a participação foi boa.

 

Apesar de Porto Rico e Irão estarem acima de nós no ranking, provámos que podíamos ter garantido o apuramento. Vencemos três jogos, tal como a Nigéria, o que é um recorde para uma equipa africana num Mundial.

 

E como projeta o Torneio Olímpico de qualificação?

 

Vamos encontrar equipas fortíssimas, sendo que existem quatro vagas, com oito equipas já apuradas. Será muito difícil, não sei como se definirão os grupos, mas é de esperar muito equilíbrio.

 

Para uma equipa como a Tunísia será muito complicado ficar em primeiro no grupo, a acontecer seria tremendo. Não há impossíveis, mas adivinham-se muitas dificuldades para as formações africanas e asiáticas.

 

Prevejo que se apurem quatro equipas europeias, não esquecendo que neste lote de países surgem a Eslovénia, atual campeã europeia, Polónia e Alemanha, entre outras.

 

A nossa grande hipótese de apuramento seria por intermédio do Mundial, e reparem como ficámos pelo caminho por pontos, com a segunda parte diante da Espanha a revelar-se decisiva. Ficámos empatados pontualmente com a Nigéria, mas o cesto-average foi-lhes favorável.

 

Como olha para este Mundial, avaliando toda a competição? Que aspetos mais destaca?

 

Organizar um Mundial com 32 equipas nunca é fácil, e só um país como a China para o organizar sozinho. Nesse aspeto, de facto, a competição foi muito bonita.

 

O lado mais negativo prendeu-se com algumas viagens muito longas, com a França, equipa fortíssima, a sair prejudicada, quando alimentava esperanças de ganhar a prova.

 

Os EUA apresentaram-se com uma equipa de terceira-quarta linha, e provaram não ser assim tão fortes para se darem a este luxo, apesar de serem, claramente, a maior potência mundial.

 

Cada vez há mais jogadores europeus na NBA e por isso verificou-se um grande equilíbrio, sendo que a Espanha acabou por beneficiar de uma média de idades de 30 anos, com vários atletas a alinhar no Real Madrid e Barcelona, revelando uma grande experiência.

 

A Espanha é o país com mais medalhas internacionais nos últimos 20 anos e eliminou a Austrália após dois prolongamentos, uma das seleções que mais hipóteses tinha de se sagrar campeã.

 

A meu ver, a grande surpresa foi a Argentina, “levada às costas” até à final pelo Scola, um jogador de 39 anos, mas no jogo decisivo não houve nada a fazer. A formação espanhola foi um vencedor justo, numa competição que provou que cada vez é maior o equilíbrio a nível mundial.

 

Por último, destaco a Nigéria, que organizou um estágio a envolver 44 jogadores, muitos oriundos da NBA e de clubes da Euroliga. É a única seleção, fora dos EUA e do espaço europeu, que se pode bater com os gigantes, podendo mesmo qualificar-se na fase de grupos dos Jogos Olímpicos.

 

É uma equipa com jogadores de grande qualidade, que saem muito cedo para outros países, e por isso temos de os seguir com atenção.


SL Benfica mais perto da Fase de Grupos da Liga dos Campeões

As “águias” perderam (76-66) diante do Donar Groningen, o que se revelou suficiente depois do robusto triunfo por 95-65, em Lisboa.

 

Os “encarnados” controlaram as operações, apesar de terem estado quase sempre em desvantagem, nunca fazendo perigar a qualificação.

 

Toure’ Murry (21pts, 3res, 1ast, 2rbb), João “Betinho” Gomes (15pts, 3res, 2dl) e Micah Downs (12pts, 7res, 4ast) estiveram em destaque na equipa portuguesa.

 

O Benfica tem agora como último obstáculo os montenegrinos do Mornar Bar, com a 1.ª mão a estar agendada para quinta-feira, na Luz.


“Águia” procura voar para a segunda eliminatória de acesso à Champions

Segue-se o duelo na Holanda, marcado para as 19 horas desta sexta-feira, num jogo que pode ser visto aqui.

 

Toure’ Murry, reforço “encarnado” para esta temporada, e que deu nas vistas na Luz, mostra cautelas em entrevista à FPB, apesar da boa vantagem da equipa portuguesa.

 

Recordamos que em caso de qualificação, o Benfica terá pela frente os montenegrinos do Mornar Bar.

 

O Benfica tem uma vantagem de 30 pontos sobre o Donar Groningen. Quais são os maiores cuidados a ter no jogo da segunda mão?

 

Temos que continuar a lutar na defesa e trabalhar de uma melhor forma para controlar os nossos adversários.

 

Devemos ter uma atitude positiva durante todo o jogo, nunca desistindo. Se a nossa defesa for muito intensa, o ataque será eficaz.

 

Como têm sido estes primeiros tempos no Benfica? O que estás a achar do clube e do nosso país?

 

Esta experiência no Benfica está a ser ótima, um clube histórico e com uma grande cultura.

 

Trata-se de uma equipa que luta por títulos e eu estou feliz por fazer parte dela. Além disso, a cidade de Lisboa é linda e as pessoas falam inglês, pelo que a adaptação está a ser fácil.

 

Quais são os teus principais objetivos para esta temporada?

 

O meu principal objetivo é ajudar o Benfica a sagrar-se campeão e a entrar na Liga dos Campeões, para competir com os melhores da Europa. Isso far-me-há feliz.


SL Benfica entra em grande na qualificação para a Liga dos Campeões

As águias começaram melhor e nunca se encontraram a perder no encontro que esteve sempre controlado.

 

A forte entrada em campo do conjunto encarnado facilitou bastante a estreia nas competições europeias, já que nos dez minutos inicias o Benfica conseguiu uma vantagem na casa das dezenas (26-13).

 

Confortáveis na liderança da partida, os comandados de Carlos Lisboa foram paulatinamente aumentando a diferença graças à defesa agressiva, bem como à grande eficácia no lançamento exterior.

 

No regresso dos balneários, de onde veio a vencer por 20 pontos (47-27), a formação portuguesa continuou a demonstrar a sua qualidade e controlou o jogo até ao apito final.

 

A larga margem obtida é reflexo dos 16 triplos convertidos (53% de eficácia), assim como das 27 assistências produzidas.

 

Beto Gomes (21pts, 6reb, 1as e 1dl), Micah Downs (20pts, 4reb, 5ast), Toure’ Murry (17pts, 6reb, 8ast e 1rb), Gary McGhee (10pts, 6res, 1rb e 2dl) e Arnette Hallman (6pts, 10res, 5as e 2rb) foram os destaque da equipa da casa, que leva para a Holanda uma confortável margem de 30 pontos.

 

A 2.ª mão desta 1.ª ronda de qualificação joga-se em Groningen e está agendada para as 19h00 de sexta-feira.


Espanha conquista o Ouro na China

No entanto, nem só do triunfo espanhol se fez este Campeonato do Mundo, que também contou com algumas caras bem conhecidas dos portugueses.

 

A formação comandada pelo italiano, Sergio Scariolo, bateu na final a Argentina (75-95) e nunca chegou a conhecer o sabor da derrota, durante a estadia na China. Ricky Rubio foi a peça mais preponderante na La Roja, recebendo honras de jogador mais valioso de toda a prova.

 

No que diz respeito à luta pelo último lugar no pódio, França e Austrália bateram-se pelo bronze, com os Les Bleus a saírem vencedores no confronto com os Boomers (59-67).

 

O cinco ideal da competição acabou por integrar dois dos campeões mundiais, Ricky Rubio e Marc Gasol, mas também o argentino Luís Scola, o francês Evan Fournier e o sérvio Bogdan Bogdanovic.

 

Relativamente à presença portuguesa na China, destacar a excelente prestação da Tunísia comandada por Mário Palma que, depois de ter conquistado o Afrobasket 2017, esteve muito perto de colocar a Seleção do Norte de África entre o lote das 18 melhores formações do Mundo.

 

A Tunísia foi a segunda melhor Seleção africana na prova, apesar de falhar a qualificação direta para os Jogos Olímpicos de Tóquio por uns escassos três pontos (67-64), na derrota diante Porto Rico, ainda na primeira fase do Mundial.

 

Com este resultado, a Tunísia foi relegada para a metade inferior da tabela, restando a luta pela melhor classificação possível (entre o 17.º e 32.º posto).

 

Depois de ultrapassar Filipinas e Angola, a Tunísia encerrou a participação no 18.º Campeonato do Mundo na 20.ª posição.

 

Ainda no que diz respeito às ligações com o basquetebol nacional, evidenciar a presença angolana na competição, nomeadamente de Jaques Conceição, atleta da AD Ovarense e do ex-SL Benfica, Carlos Morais.

 

A formação de William Voigt regressou da China com apenas um triunfo conquistado – em partida diante das Filipinas (84-81) – destacando-se, também, o intenso duelo com a Tunísia (86-84).

 

Por último, mas não menos importante, importa relembrar que foi no âmbito do Campeonato do Mundo que o presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, Manuel Fernandes, foi reconhecido pela FIBA como o melhor líder das federações de basquetebol da Europa.

 

O «President Award» reconheceu o trabalho dos últimos cinco anos, bem como o impacto positivo que o mesmo teve no desenvolvimento do basquetebol em Portugal.

 

Podem consultar a classificação final do Mundial, aqui.


“Águia” arranca temporada oficial esta terça-feira (17h30)

As “águias” vão tentar obter o melhor resultado possível, três dias antes do duelo em solo holandês. Nota: Foto do SL Benfica

 

Em conferência de imprensa, Rafael Lisboa, base dos “encarnados”, mostrou-se confiante: “Queremos ganhar numa competição muito forte, na qual todas as equipas são boas.

 

Estamos bem preparados, defrontámos clubes fortes e diferentes, que nos testaram de variadas formas.

 

Estamos confiantes de que vamos fazer um bom jogo e de que venceremos a primeira mão”, afirmou.

 

O MVP do último Europeu de Sub20 da Divisão B analisou o Donar Groningen: “Trata-se de uma equipa que joga muito bem sem bola, posicionando-se bem, e que conta com atletas experientes. Têm postes fortes no ressalto”, salientou.

 

Rafael Lisboa deu conta da boa integração dos atletas chegados este verão à Luz, voltando a revelar confiança no futuro: “Alguns dos jogadores novos já tinham passado pelo clube, casos do “Betinho” e do Hollis, e o Coleman já conhecia a nossa equipa, sendo que o Toure’ Murry e o Gary McGhee estão a adaptar-se da melhor forma.

 

Temos um grupo muito interessante e a criar condições para ganhar todas as provas nacionais e fazer uma boa campanha europeia. A equipa é diferente, mas sinto que estamos mais fortes”, finalizou.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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