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Sporting e Benfica entram a vencer nos playoffs da Liga Placard

O Sporting CP entrou a vencer nos playoffs da Liga Placard ao receber e vencer o Vitória SC por 94-58 no primeiro jogo da eliminatória.

Os “leões” entraram a todo o gás e depressa mostraram a sua capacidade ofensiva e defensiva, ao conseguirem um parcial de 28-8 nos dez minutos inicias. A turma vimaranense conseguiu responder no segundo quarto e reduziu a diferença, mas ao intervalo a equipa da casa seguia na frente por 43-29.

No regresso do intervalo os vencedores da Taça de Portugal repetiram a façanha do primeiro período e obtiveram um parcial de 30-11, que acabou por ser determinante para as contas finais da partida.

Travante Williams (28pts, 5res, 7ast, 3rb, 1dl) esteve em evidência pelos lisboetas, bem como James Ellisor (21pts, 3res, 2ast), Diogo Araújo (13pts, 5res, 3ast, 1rb, 1dl) e João Fernandes (11pts, 6res, 2ast, 1rb, 1dl). No Vitória importa mencionar as exibições de Jaron Hopkins (13pts, 7res, 5ast, 1rb, 2dl) e Alexander Peacok (15pts, 7res).

Na segunda partida do dia o SL Benfica bateu a UD Oliveirense por 95-89 e segue na frente da sua eliminatória nos playoffs.

Depois de uma primeira parte de muito equilíbrio, em que ao intervalo o marcador assinalava 44-42 para a equipa da casa, o segundo tempo viu o ritmo manter-se com várias trocas de liderança. No entanto, no início dos dez minutos finais as “águias” conseguiram um parcial de 14-2 que lhes permitiu saltar para a frente do marcador e gerir a vantagem até ao final.

Nos “encarnados” destacaram-se Nic Moore (20pts, 3res, 4ast, 1rb), Bryce Alford (22pts, 3res, 1ast), Cameron Jackson (17pts, 4res, 2ast, 3rb, 1dl), João “Betinho” Gomes (13pts, 8res, 3ast, 2rb, 1dl), e pela Oliveirense, Justin Alston (23pts, 8res, 1ast, 2rb, 1dl) e EC Matthews (21pts, 5res, 6ast) foram os mais esclarecidos.


Ovarense e Esgueira encontram-se no playout da Liga Placard

A Arena de Ovar acolhe, esta sexta-feira pelas 20h30, o embate entre Ovarense GAVEX e Esgueira/Aveiro/OLI no playout da Liga Placard, que pode ser acompanhado na FPBtv ou n’ABOLAtv.

Pedro Bastos, base da equipa da casa, e Gustavo Teixeira, atleta dos visitantes, fizeram a antevisão do primeiro jogo desta eliminatória à melhor de cinco.

“A Ovarense é um clube que está habituado a estar sempre no playoff, a lutar por título, mas não conseguindo esse objetivo, temos a responsabilidade de ganhar esta série”, afirma Pedro Bastos à entrada para esta eliminatória.

Depois de um início com resultados negativos, a equipa da casa tem vindo a crescer, algo que dá confiança para a eliminatória: “Estamos motivados como temos estado em todos os jogos. Temos vindo a melhorar e sentimos que nos últimos jogos temos estado melhor coletivamente e temos feito bons resultados o que nos dá confiança e tranquilidade”, explica.

“O Esgueira, tal como nós, vai dar tudo em campo para poder “sobreviver”. É uma equipa que não vira a cara a luta e tem jogadores de grande qualidade por isso espero-os motivados”, antecipa o atleta de 26 anos.

Para o internacional português, o fator determinante do playout será a consistência apresentada por ambas as equipas: “Não se pode jogar a um nível num jogo e depois esse nível ser muito inferior no jogo 2, por exemplo. A equipa que for mais regular acho que vai vencer”, vaticina Pedro Bastos.

Um dos destaques do conjunto do Esgueira esta época tem sido Gustavo Teixeira, base de 20 anos, que se mostra entusiasmado para que o jogo comece: “Eu não acho que estejamos ansiosos ou nervosos, estamos motivados para jogar e eu quero é que comece o jogo, porque depois tudo corre naturalmente”, confessa.

“Sentimo-nos confiantes, queremos ganhar e continuar na Liga. A equipa está a lutar e tem treinado bem e vão ser jogos difíceis, mas temos que lutar e jogar em equipa”, considera o internacional jovem por Portugal, que mostra conhecer bem o seu adversário: “Um dos aspetos mais perigosos que eles têm é a defesa deles, que é muito pressionante e agressiva, e temos que ter cuidado”.

Com 4.8 assistências por jogo, Gustavo Teixeira foi o “facilitador” principal da turma de Aveiro, e grande parte do jogo ofensivo do conjunto do Esgueira passará pelas suas mãos. “No ataque vamos ter que mover muito mais a bola, jogar em equipa, e na defesa temos que ser agressivos como eles e tentar criar-lhes dificuldades”, planifica.


Académica recebe Galitos no playout da Liga Placard

Académica EFAPEL e Galitos Barreiro encontram-se esta sexta-feira, pelas 20h30, no primeiro jogo do playout de manutenção da Liga Placard.

A FPB falou com Josh McNair, atleta dos “estudantes”, e Daniel Machado, da equipa da margem sul do Rio Tejo, sobre esta importante partida, que vai ter transmissão na FPBtv.

O conjunto coimbrense chega a este encontro vindo de uma vitória importante frente ao FC Barreirense, que quebrou uma série de quatro desaires consecutivos. “Vamos para o jogo animados. Sei que não chegámos aos playoffs, mas o playout é importante para nós”, confessa o atleta norte-americano.

“Eles são uma boa equipa, com vários jogadores que já jogaram a este nível antes, alguns veteranos que sabem o que é preciso para vencer, mas eu sinto que estamos com mais “fome” e vontade”, explica Josh McNair, que chegou este ano a Portugal e foi o terceiro melhor marcador da equipa com 13.5 pontos por jogo.

Para o atleta de 24 anos, o plano defensivo será fundamental para o sucesso dos “estudantes” nesta série: “Sabemos que conseguimos marcar como equipa, temos jogadores ofensivos, mas para ganharmos temos de colocar intensidade defensiva e deixar que a nossa defesa nos ganhe estes jogos”, esclarece.

“Queremos entrar em campo e dar tudo para garantirmos a presença no campeonato na próxima temporada”, acredita McNair.

Com menos um ponto no fim da fase regular, o Galitos Barreiro ficou imediatamente atrás da turma coimbrense. Apesar disso, Daniel Machado, base da formação visitante, admite que a equipa entra confiante para a eliminatória: “Estamos confiantes. Sabemos que a Académica gosta de jogar rápido, que sabe defender de forma agressiva, mas estamos preparados”.

“Estamos ansiosos, mas vamos ter de ter calma porque são cinco jogos e temos de pensar jogo a jogo e impor o nosso ritmo para conseguirmos ganhar”, reconhece o português de 31 anos, dos mais experientes da formação do Barreiro.

Quanto ao seu adversário, Daniel Machado destaca a sua intensidade: “Como gostam de jogar rápido temos de os tentar impedir. Gostam de defender agressivamente para fazer com que os adversários ataquem rápido, por isso temos que impor o nosso ritmo e jogar com calma”, analisa.

“Temos muita vontade e quem tiver mais vontade nestes jogos é quem vai ganhar”, admite.


FC Porto e CAB protagonizam duelo nos playoffs da Liga Placard

O FC Porto e o CAB Madeira SAD são os intervenientes de uma das eliminatórias dos playoffs da Liga Placard, com o primeiro jogo a estar agendado para sexta-feira (18h30), com transmissão na FPBtv.

Estivemos à conversa com Eric Anderson Jr. e Diogo Gameiro, que deram a sua opinião sobre este duelo.

Nos “azuis e brancos”, Eric Anderson faz o “raio-x” ao opositor madeirense: “Uma das maiores qualidades do CAB é a capacidade do base em organizar jogadas e envolver toda a equipa. É uma equipa que tem excelentes lançadores e um bom poste”, analisa.

O poste dos “dragões” quer que a equipa jogue “à FC Porto”: “Acredito que a chave para ultrapassar esta eliminatória é jogarmos com todas as nossas forças, ao estilo do FC Porto, e partilhar a bola. Temos de melhorar em todos os aspetos do jogo. Precisamos de elevar o nosso nível e dar um pouco mais a cada dia”, refere.

Eric Anderson não hesita quando se fala da conquista da Liga: “Na minha opinião somos os favoritos à conquista do título, e para os meus colegas também, e agora só temos de o mostrar”, vinca.

O atleta norte-americano diz-se completamente preparado para a fase derradeira da temporada: “Estou pronto para os playoffs. Estamos aqui para ganhar o campeonato, e ser o MVP da equipa não significa muito para mim, é mais um prémio coletivo. Somos uma equipa equilibrada em que qualquer um merecia a distinção de MVP. A experiência aqui está a correr muito bem e estamos entusiasmados pelo início dos playoffs”, destaca.

No CAB, Diogo Gameiro explica como a sua equipa deve abordar os difíceis desafios que aí vêm: “Temos de pensar jogo a jogo, não podemos entrar em grandes euforias nem em grandes “depressões”. Vamos encarar estes playoffs com máxima seriedade, responsabilidade, mas serenos e cientes do momento que estamos a passar. O FC Porto terminou a fase regular com um registo fantástico, e por si só, é claramente favorito. São muitos os aspetos que temos de ter em atenção para ter sucesso, mas considero um ponto essencial controlar o ritmo do jogo (especialmente com um plantel curto como o nosso), e tentar evitar ao máximo grandes oscilações, quer a nível ofensivo quer a nível defensivo. Para além disso, perceber que cada jogo tem uma história diferente, e temos que saber reagir entre jogos, seja após vitoria ou derrota”, salienta.

A turma insular terminou no 7.º posto da fase regular do campeonato, e Gameiro faz uma retrospetiva sobre o percurso do grupo: “A nossa época foi um pouco inconstante, sobretudo na primeira volta. Tivemos algumas lesões logo no início de época, o que fez com que jogássemos com a equipa completa só passados 5 ou 6 jogos do começo do campeonato. Aos poucos fomos melhorando, corrigindo aspetos que não estavam a funcionar tão bem, e sem dúvida de que os jogadores novos que chegaram vieram acrescentar qualidade e consistência à equipa. Tínhamos objetivos bem traçados entre nós, e a 2.ª volta foi a prova de que o 7.º lugar era o mínimo que podíamos atingir. A meu ver, tínhamos qualidade para fazer melhor, mas fico satisfeito por ver como todo o grupo soube reagir e cumprir com o objetivo proposto”, afirma.

O base aponta às vitórias para o CAB: “Creio que o objetivo é comum às 8 equipas que vão disputar estes playoffs: vencer jogos. Até hoje sempre tivemos a consciência tranquila de que tudo fizemos para vencer, e estes jogos que se seguem não vão ser exceção. Estamos a fazer a preparação da melhor maneira possível, mesmo com algumas limitações, mas queremos que no final da época estejamos tranquilos e cientes de que demos tudo o que tínhamos dentro de campo”, diz.

Na hora de falar sobre o FC Porto, Diogo Gameiro enumera as maiores qualidades e recorda os anteriores jogos diante deste adversário: “O FC Porto tem um plantel que, para além da qualidade, é extenso, o que lhes permite jogar com uma intensidade elevada durante o jogo todo. Aliado ao rigor tático que tem a nível ofensivo, é uma equipa que apresenta alguns jogadores que são capazes de criar os seus próprios lançamentos e de desequilibrar individualmente. Os jogos contra o FC Porto, na fase regular, foram completamente distintos. No primeiro jogo estávamos num processo de adaptação às trocas recentes que tinham sido feitas na equipa, mas mesmo assim foi um jogo conseguido da nossa parte. Na segunda partida, alinhámos sem três jogadores, o que alterou por completo a dinâmica da equipa, e por isso sofremos uma derrota pesada. Não existem jogos perfeitos, mas de maneira geral devemos ser mais agressivos na defesa. Temos de ter atenção às rotações defensivas e à recuperação defensiva. Em ambos os jogos, o FC Porto teve demasiados lançamentos abertos e esse é um aspeto que não podemos permitir nestes playoffs”, deixa a nota.


Revelações Imortal e Lusitânia em confronto na Liga Placard

O Imortal LUZiGÁS e o Lusitânia Expert, respetivos terceiro e sexto classificados da fase regular da Liga Placard, vão encontrar-se numa das eliminatórias dos playoffs.

Tanner Omlid e Sérgio Silva abordaram este embate entre equipas que têm dado muito boas indicações, e cujo primeiro jogo está marcado para sexta-feira (19h), com transmissão na RTP2 e FPBtv.

No Imortal, Tanner Omlid prevê dificuldades: “O Lusitânia é uma excelente equipa e essa é a sua maior ameaça. Joga muito bom basquetebol e partilha bem a bola. Tem vários jogadores que podem resolver a questão em qualquer partida. Espero que o Lusitânia pratique o seu melhor basquetebol. Para vencermos, temos de ser competitivos durante os 40 minutos, porque o nosso adversário tem muito coração e talento, nunca desiste”, deixa o aviso.

O base-extremo dos algarvios é a voz da exigência que reina no grupo: “Eu já estava à espera de que jogássemos a um nível alto este ano, mas é difícil para um grupo competitivo contentar-se com um terceiro lugar”, afirma.

Omlid quer um Imortal a ir até final nos playoffs, apesar das lesões de Tyere Marshall e Jalen Jenkins: “O nosso objetivo é tentar chegar o mais longe possível nos playoffs e ganhar o nosso último jogo, e que isso signifique conquistar o título. As lesões do Marshall e do Jenkins foram um revés para nós, mas fazem com que os jogadores aptos aproveitem ainda mais”, atira.

Em grande forma, algo que pôde ser visto na recente Final Four da Taça de Portugal Alfaloc, o atleta norte-americano declara a sua admiração pelo emblema de Albufeira: “Sinto que neste momento estou exatamente como gostaria de estar enquanto jogador. O Imortal tem sido uma bênção e só tenho coisas boas a dizer sobre este clube”, finaliza.

Por seu turno, no Lusitânia, Sérgio Silva mostra-se muito satisfeito com a prestação da equipa: “Está a ser uma grande época para nós, de superação e união tremenda de toda a equipa. O nosso sexto lugar não superou as nossas expectativas. O objetivo do clube era a manutenção e presença nos playoffs, mas desde cedo percebemos que queríamos mais. Este grupo tornou-se uma família e lutou sempre com o objetivo de atingir o lugar mais acima possível”, destaca.

O conjunto açoriano já não conta nas suas fileiras com Temidayo Yussuf, MVP da fase regular, mas Sérgio Silva salienta a capacidade de união do grupo: “O Yussuf fará sempre parte da nossa família e quando vemos alguém tão especial a sair de perto de nós é sempre difícil, mas a nível desportivo os jogadores e o Nuno Rodrigues encararam, desde o primeiro dia, a saída como mais um obstáculo que tínhamos que superar, e mais uma vez a equipa uniu-se e trabalhou nesse sentido”, afirma.

O jogador de 25 anos assume o foco na passagem às meias-finais da Liga: “Este ano, o Lusitânia quis ser competitivo e lutar pela vitória em todos os jogos, portanto o foco é exatamente o mesmo nos playoffs. Iremos lutar pela vitória em todos os jogos e sonhamos com a presença na meia-final do campeonato”, não hesita.

Pela frente estará o Imortal, que merece rasgados elogios de Sérgio Silva: “O Imortal é uma equipa completa, com jogadores de muita qualidade em todas as posições e que joga com uma intensidade muito alta. Não considero que as lesões do Marshall e do Jenkins tornem o Imortal mais acessível. Os jogadores que têm mostraram ter a capacidade de se adaptar a essas ausências. Mesmo sem esses dois jogadores, o Imortal é muito perigoso, uma equipa mais móvel e que torna o jogo mais rápido e com perigo iminente em termos exteriores, porque todos os jogadores que estão dentro de campo têm capacidade de lançar. O terceiro lugar da fase regular e a presença na final da Taça de Portugal só provam que o nosso adversário tem muita qualidade e que temos que estar ao nosso melhor nível para conseguir competir e lutar pela vitória”, assevera.


Benfica e Oliveirense medem forças nos “quartos” da Liga Placard

Quis a classificação final da fase regular da Liga Placard ditar que SL Benfica e UD Oliveirense se encontrem nos quartos-de-final dos playoffs.

A eliminatória abre esta quinta-feira, na Luz, a partir das 18h30, num clássico com transmissão na FPBtv e n’A Bola TV que foi abordado por João “Betinho” Gomes e José Barbosa, jogadores de proa do basquetebol nacional.

No Benfica, “Betinho” Gomes destaca o espírito coletivo do adversário: “Acredito que o jogo coletivo seja a maior qualidade da Oliveirense. Pode ter um ou dois jogadores que se destaquem individualmente, mas o verdadeiro ponto forte deles é o jogo em equipa”, reforça.

Para o experiente atleta das “águias”, eleito melhor jogador da década 2010-20, os playoffs podem mudar tudo: “Quando se trata do playoff qualquer adversário é dificil, é um outro campeonato onde tudo pode acontecer, então qualquer equipa tem motivação extra para ganhar”, avisa.

O Benfica não terminou da melhor forma a fase regular, e por isso “Betinho” aponta o caminho para que a equipa suba de rendimento e chegue ao título: “Temos de melhorar nossa intensidade defensiva. Eu sou daqueles que acredita que para ganhar campeonatos tem que se defender. Se dermos uma passo em frente na nossa agressividade defensiva, é meio caminho andado para ganhar o campeonato”, analisa.

O extremo benfiquista não quer deixar fugir o campeonato: “Eliminar a Oliveirense seria um excelente tónico para o restante playoff, mas nós não estamos focados no que vem a seguir, mas sim no primeiro jogo, esta quinta-feira. O Benfica não tem outro foco que não seja ganhar tudo. Falhámos 2 objetivos esta época e agora temos a oportunidade de conseguir o terceiro, que é o mais importante, ganhar o campeonato”, salienta.

Na Oliveirense, José Barbosa alinha pelo mesmo diapasão, com a conquista do campeonato no horizonte: “Para além de sabermos que o quinto lugar pouco ou nada reflete do valor atual da nossa equipa e dos adversários, nunca entramos para perder, somos um grupo bastante competitivo. Portanto, se nos propusemos a lutar pelo “tri” no início da época, mais focados ainda estamos agora após levar de vencida os denominados “três grandes” nas jornadas finais da fase regular. Vamos com os pés bem assentes no chão, mas cheios de confiança e vontade para batalhar”, vinca.

O base internacional português destaca a pressão inerente aos playoffs: “Esta fase dos playoffs é uma fase onde a parte psicológica entra muito e, por vezes, as equipas cedem só pelo acréscimo da pressão que existe. Uma eliminatória de playoffs é sempre difícil, uma eliminatória contra o Benfica mais difícil se torna, mas já passámos por tanto e, como disse antes, já batalhámos tanto juntos que sei perfeitamente que é possível vencer, o que pode servir de inspiração e aumento da confiança do grupo”, espera.

Barbosa apela à competitividade do bicampeão nacional: “Se formos competitivos ao limite, como temos sido nos últimos jogos, defendermos ao nosso melhor nível e cumprirmos o plano de jogo na íntegra, poderemos passar à fase seguinte. Foram notórias as constantes ausências de jogadores ao longo da época e, não servindo como desculpa, é sempre mais difícil crescer enquanto a equipa está em modo de “sobrevivência”, tentando amealhar vitórias com os recursos que tínhamos, do que propriamente a trabalhar com a equipa completa. Ainda assim crescemos e chegamos à parte final da época como uma equipa capaz de se bater com qualquer adversário. Classificámo-nos na quinta posição, mas poderia ter sido na quarta ou até na terceira, em situações normais portanto. Estou orgulhoso do quanto batalhámos e considero o balanço positivo. Resta manter este espírito para os playoffs e entrar para cada jogo como se de uma batalha se tratasse”, destaca.

Quanto ao rival da Luz, Barbosa dirige fortes elogios: “O Benfica é uma equipa bastante completa e com pontos fortes em todas as vertentes do jogo”, finaliza.


Sporting recebe Vitória SC na abertura dos playoffs da Liga Placard

Os playoffs da Liga Placard arrancam esta quinta-feira, às 18h30, com um dos jogos (transmissão na FPBtv) a opor o Sporting CP, líder da fase regular, ao Vitória SC, oitavo classificado.

Na antevisão desta eliminatória falámos com o “leão” Travante Williams e o “conquistador” Jaron Hopkins, duas das figuras do campeonato.

No Sporting, Travante Williams alerta para a qualidade minhota: “O Vitória SC é uma equipa bem treinada, que joga de forma intensa durante toda a partida. É uma formação com talento”, analisa.

O extremo “verde e branco” dá a receita para a passagem às meias-finais: “Para ultrapassar esta eliminatória, temos de igualar a intensidade do adversário e jogar bem defensivamente, assim como estarmos focados no objetivo coletivo”, afirma.

Travante quer manter a eficácia revelada pelo Sporting até ao momento: “É importante que continuemos a fazer aquilo que conseguimos durante a maior parte da fase regular, manter o nosso foco, sermos fortes do ponto de vista defensivo e acertar os lançamentos”, salienta.

A lutar pelo seu terceiro título nacional consecutivo, Travante mostra toda a sua ambição: “Não importa se somos favoritos ou não. Temos um objetivo para o qual trabalhamos. Estamos animados por poder continuar a mostrar o nosso talento. Tenho fome de títulos, quero mais, sinto que o trabalho ainda não acabou”, vinca.

Do lado do Vitória SC, Jaron Hopkins identifica os pontos fortes do adversário de Alvalade: “O Sporting é uma equipa experiente, que traz intensidade para todos os encontros e que gosta de condicionar o jogo ofensivo dos adversários”, traça o perfil.

O base-extremo do conjunto da cidade-berço apela à consistência do grupo: “Penso que o Sporting é uma equipa bem orientada e pronta para abordar todos os jogos. Serão necessários 40 minutos de qualidade para ultrapassar um adversário como este. O nosso objetivo é sermos o mais consistentes possível ao longo dos playoffs. Teremos de proteger melhor o nosso cesto, e assim teremos melhores chances”, indica.

Hopkins reconhece alguma irregularidade dos “conquistadores” durante a fase regular: “Na minha opinião, tivemos altos e baixos durante a fase regular. Sabemos qual é o nosso potencial e estivemos abaixo do mesmo nalguns jogos”, aponta.

O jogador norte-americano, um dos mais valorizados da Liga, quer contribuir para o sucesso do Vitória SC: “Sinto-me bem. Tenho jogado bem nas últimas partidas e vou tentar elevar o meu jogo durante os playoffs para ajudar a equipa”, conclui.


Yussuf é o MVP Tissot da Liga Placard

Com o fim da fase regular da Liga Placard, chegou a hora de olharmos para os números e percebermos quem foram os grandes destaques estatísticos da competição.

Temidayo Yussuf, poste norte-americano com passaporte nigeriano que atuou no Lusitânia Expert antes de se transferir para o Antibes Sharks da ProB francesa, foi o MVP Tissot da fase regular da Liga Placard.

O jogador de 24 anos que fez a sua estreia em Portugal foi determinante ao longo de 23 jogos, apresentando médias de 19.6 pontos, 10.1 ressaltos, 3.4 assistências, 0.9 roubos de bola e 0.7 desarmes de lançamento, por encontro. Esta conjugação de números resultou na valorização mais elevada da Liga na temporada 2020/21, cifrada nos 27.2 pontos MVP.

No que toca à marcação de pontos, bastaram apenas 13 jogos ao base da Ovarense Gavex, Marcus Lovett Jr., para atingir a média mais elevada do campeonato. O norte-americano que chegou a meio da temporada apresentou uma média de 20.5 pontos por partida.

E porque falamos de pontos, importa também destacar aqueles que os marcaram com mais eficácia. Nesse capítulo contamos com as percentagens estratosféricas de três jogadores diferentes. Patrick McGlynn, que esteve ao serviço do Galitos Barreiro, foi o anotador mais capaz da linha de lance livre. Em 62 tentativas, o base norte-americano converteu 59 lances livres, obtendo uma média de 95.2% de eficácia sempre que se deslocou para a linha de lance livre.

Nos lançamentos mais próximos do cesto, o destaque vai para John Fields que converteu 140 lançamentos em 204 tentados. O poderoso poste do Sporting CP, apresenta uma média de 68.6% nos lançamentos de dois pontos. No que diz respeito aos lançamentos para lá da linha dos 6.75m, realce para o “franco-atirador” do Vitória SC, Tyler Seibring. O extremo-poste dos vimaranenses converteu 55 triplos ao longo dos 26 jogos da Liga Placard, o que resulta numa média de mais de dois triplos por encontro. Tudo isto foi conseguido com uma percentagem de lançamento de 51% de eficácia.

Na luta das tabelas, voltamos a referir Temidayo Yussuf que, além de se destacar como MVP da competição, foi também o jogador mais capaz no ressalto. O poste ex-Lusitânia apresenta uma média de 10.1 ressaltos conquistados por jogo. Foi igualmente o mais dominante, quer na tabela ofensiva (3.6 ressaltos de média) como na defensiva (6.5 ressaltos de média).

O “rei” das assistências da edição 2020/21 também chega das ilhas, mas desta vez falamos de Diogo Gameiro, base do CAB Madeira SAD. O base dos madeirenses obteve a média mais elevada da temporada, com 9.4 passes para cesto, por encontro. No plano defensivo, realce para Jaron Hopkins do Vitória SC, que conseguiu alcançar a extraordinária média de 3.4 roubos de bola num total de 87 bolas recuperadas em 26 jogos feitos. No que diz respeito aos desarmes de lançamento, Alonzo Ododa, que também passou pelo Galitos Barreiro, destaca-se com uma média de 1.8 desarmes de lançamento, por encontro.


Bright Mensah encerra fase regular com MVP Tissot

O base do Maia Basket esteve em grande plano na jornada de encerramento da fase regular da Liga Placard já que alcançou os 52.5 pontos de valorização MVP, a mais elevada da temporada.

Mensah foi preponderante no triunfo sobre as “águias” (95-84), já que aos 38 pontos marcados com mais de 80% de eficácia no lançamento, acrescentou ainda seis ressaltos, nove assistências e três roubos de bola.

Além do norte-americano do Maia Basket, também Chris Davenport (valorização 35.5 – 15pts, 18res, 5ast, 4rb, 2dl) do Lusitânia Expert, DJ Fenner (valorização 34 – 31pts, 6res, 3ast, 2rb, 1dl) e Tanner Omlid (valorização 33 – 17pts, 7res, 5ast, 6rb, 3dl) do Imortal LUZiGÁS e Ben Drake (valorização 28.5 – 17pts, 15res, 1rb) do Esgueira/Aveiro/OLI, merecem destaque no cinco ideal 26.ª e última jornada da fase regular da Liga Placard.


Fase regular da Liga Placard chega ao fim

A fase regular da Liga Placard chegou ao fim este sábado, com o Sporting CP a terminar no topo da tabela e o Maia Basket e o FC Barreirense a descerem de divisão. Além disto, a 26.ª e última jornada do campeonato definiu o emparelhamento para a fase de playoffs e playout.

Em Oliveira de Azeméis, a UD Oliveirense foi superior ao Sporting CP depois de uma primeira metade equilibrada, mas que colocava na frente o conjunto unionista (43-37). No regresso dos balneários a Oliveirense voltou a mostrar-se superior e chegou mesmo a liderar o marcador com 23 pontos de diferença. No útimo e quarto período os “leões” tentaram ripostar, mas a Oliveirense voltou novamente a demonstrar a sua superioridade, fixando o resultado final em 87-76.

Na equipa da casa destaque para as performances de João Guerreiro (16pts, 4res), Terrell Carter (16pts, 8res, 4ast, 3rb, 1dl), Justin Alston (14pts, 6res, 2ast, 1rb), José Barbosa (15pts, 3res, 9ast, 3rb) e EC Matthews (12pts, 4res, 1ast, 2rb), enquanto nos leões se evidenciaram Shakir Smith (26pts, 2res, 3ast, 1rb), Diogo Araújo (19pts, 4res, 2ast, 2rb) e Travante Williams (15pts, 1ast, 1dl).

À entrada para a última jornada as duas equipas já se encontravam em zona de disputa do playout da Liga Placard, mas o Esgueira/Aveiro/Oli acabou por levar a melhor sobre o Galitos Barreiro (74-92). A vencer por 35-51 ao intervalo, o Esgueira continuou na frente do marcador no 3.º quarto apesar da aproximação da equipa da casa (58-70). Nos restantes dez minutos, os forasteiros voltaram a ter as melhores sensações e através de um parcial de 16-22 estabeleceram o resultado final em 74-92.

No Galitos, realce para as exibições de Daniel Machado (20pts, 1res, 1ast, 3rb), Derreck Brooks Jr. (12pts, 10res, 6ast, 1rb) e Rozelle Nix (13pts, 3res). O Esgueira contou com as boas performances de Ben Drake (17pts, 15res, 1rb), Kareem Brewton (15pts, 3res, 4ast, 3rb), Gustavo Teixeira (15pts, 8res, 11ast, 1rb), Stuckey Mosley (12pts, 3res, 2rb), Gonçalo Madureira (12pts, 3res, 1ast, 1rb) e Christian Foxen (11pts, 2res, 1ast, 1rb).

O Maia Basket despediu-se da Liga Placard com uma vitória perante o SL Benfica por 95-84. Os maiatos entraram melhor no jogo e logo nos dez minutos iniciais conseguiram distanciar-se no marcador (29-17). Apesar da resposta das águias, o Maia Basket foi para o intervalo a vencer por 52-39, liderança que nunca mais perderiam até ao final da partida. Apesar da aproximação encarnada das águias no final do 3.º quarto, o Maia foi mais forte e fixou o resultado final em 95-84.

Bright Mensah (38pts, 6res, 9ast, 3rb), Lamar Morgan (21pts, 8res, 1ast), Theo Johnson (20pts, 4res, 2ast, 2rb) e Pedro Lopes (10pts, 2res, 1rb) brilharam no Maia Basket, já nos encarnados destaque para os jogos de Fábio Lima (19pts, 7res, 3ast, 2rb), Quincy Miller (19pts, 10res, 1ast, 1rb, 1dl), Nic Moore (13pts, 2ast, 2rb) e Arnette Hallman (11pts, 10res, 2ast, 2rb).

No Funchal, o CAB Madeira SAD levou a melhor sobre o Lusitânia Expert (87-81). Num encontro marcado por altos e baixos para as duas formações, começaram melhor os forasteiros que logo no 1.º quarto entraram a vencer (11-25). Antes do intervalo surgiu a resposta madeirense que, além de voltar a equilibrar o jogo se prolongou na segunda metade do mesmo. Depois do parcial de 23-17 nos derradeiros dez minutos, os madeirenses asseguraram nova vitória e o sétimo lugar na fase regular.

Nos madeirenses estiveram em bom plano Arvydas Gydra (22pts, 8res, 1ast, 1rb), Paul Jorgensen (19pts, 7res, 2ast), Justin Gray (17pts, 7res, 2ast, 2rb, 2dl) e Nuno Sá (15pts, 9res, 4ast, 1rb). Nos açorianos, relevo para os bons jogos de Montell Goodwin (23pts, 4res, 4ast), Keven Gomes (14pts, 4res, 1ast), Sérgio Silva (15pts, 8res, 2ast, 1rb) e Chris Davenport (15pts, 18res, 5ast, 4rb, 2dl).

Em Albufeira, o Imortal LUZiGÁS levou a melhor sobre o FC Porto (99-95), numa partida que ficou decidida após prolongamento. Os algarvios entraram melhor no jogo e a o intervalo venciam por 46-41. No arranque do 3.º quarto o FC Porto entrou mais forte e através de um parcial de 20-30 passou para a dianteira do jogo (66-71) que apenas se viria a resolver após prolongamento. Depois de disputados os cinco minutos extra, o Imortal somou o vigésimo triunfo na prova, terminando a fase regular no terceiro posto.

DJ Fenner (31pts, 6res, 3ast, 2rb, 1dl), António Monteiro (21pts, 5res, 1ast, 2rb), Tanner Omlid (17pts, 7res, 5ast, 6rb, 3dl) e Ty Toney (14pts, 6res, 6ast, 4rb) foram os algarvios mais inspirados, já no FC Porto estiveram a bom nível João Soares (12pts, 3res, 1rb), Miguel Queiroz (11pts, 10res, 1rb, 1dl), Jalen Riley (10pts, 1res, 2ast), Tanner McGrew (11pts, 3res, 4ast, 3rb), Garrett Nevels (11pts, 6res, 2ast), Brad Tinsley (10pts, 2res, 5ast, 1rb) e Vlad Voytso (10pts, 6res, 2ast, 1dl).

Numa partida com pouca história, a Académica EFAPEL foi superior ao FC Barreirense em todos os aspetos, levando de vencida o conjunto da margem Sul do Tejo por 111-56.

Nos “estudantes” estiveram em destaque Ashford Golden (24pts, 4res, 3ast), Josh McNair (12pts, 5res, 3ast), Daniel Relvão (13pts, 7res), Robert MCcoy (21pts, 5res, 2ast), já no Barreirense estiveram em bom plano Miguel Correia (17pts, 5res, 5ast, 3rb) e Ian Kinard (17pts, 5res, 2ast).

Partida emocionante na Arena de Ovar, que viu o duelo entre o 8.º classificado, Vitória SC, triunfar perante a Ovarense Gavex após prolongamento (108-118). O encontro começou por pender para a formação visitante que foi para o intervalo com uma posse de bola de vantagem (36-38). No regresso dos balneários, o jogo voltou a ser espelho do equilíbrio entre as duas formações, que apenas no tempo extra viriam a desfazer a igualdade no marcador. No prolongamento o Vitória SC foi mais forte e através de um parcial 27-37 ficou o resultado final em 108-118.

Na turma vareira, realce para as grandes performances de Chris McKnight (16pts, 7res, 2rb), Pedro Bastos (16pts, 2ast, 4rb), Marcus Lovett Jr. (31pts, 3res, 6ast, 3rb), Brock Gardner (13pts, 7res, 2ast, 4rb) e George Beamon (18pts, 6res, 4ast, 2rb, 1dl), ao passo que os vimaranenses tiveram em Jaron Hopkins (28pts, 12res, 2ast, 4rb, 1dl), “Litos” Cardoso (16pts, 3res, 4ast), Ricardo Monteiro (15pts, 10res, 2ast, 1rb, 1dl), Brandon Parrish (15pts, 7res, 2ast, 1rb, 1dl) e Coreontae DeBerry (15pts, 5res, 1ast) os jogadores em maior evidência.

A disputa do playout fica entre Ovarense Gavex, Académica EFAPEL, Galitos Barreiro e Esgueira/Aveiro/OLI. Os playoffs da Liga Placard 2020/21 ficaram definidos com a presença de Sporting CP, FC Porto, Imortal LUZiGÁS, SL Benfica, UD Oliveirense, Lusitânia Expert, CAB Madeira SAD e Vitória SC.


“Na Primeira Pessoa” com Filipe Carneiro

No quinto capítulo da rubrica “Na Primeira Pessoa”, os holofotes recaem em Filipe Carneiro, base/extremo da APD Braga e internacional em três campeonatos da Europa. Aos 29 anos de idade, o atleta mais veloz a nível nacional soma 13 temporadas no BCR e garante continuar à procura de aprimorar e diversificar o seu jogo.

Dono de um extenso palmarés, entre Campeonatos, Taças e Supertaças, além de uma experiência no AMFIV, de Vigo, no escalão máximo do BCR espanhol, o atual tetracampeão nacional expressa o desejo de tornar a APD Braga na formação mais laureada e de ajudar a levar Portugal ao topo da divisão B.

 

Para ver aqui.


Encontro de alto nível no encerrar da fase regular da Liga Placard

A fechar a fase regular da Liga Placard, temos um grande jogo entre UD Oliveirense e Sporting CP, este sábado (15h), com transmissão na FPBtv.

Justin Alston e Diogo Araújo, jogadores do bicampeão nacional e dos “leões”, respetivamente, falaram à FPB sobre este encontro.

Do lado oliveirense, Justin Alston traça os “verde e brancos”: “O Sporting é uma grande equipa em termos defensivos. Eles tentam desequilibrar os adversários através de pressão a campo inteiro, o que lhes cria várias oportunidades fáceis para marcar”, analisa.

A turma de Oliveira de Azeméis ocupa o 5.º lugar e ainda pode subir na classificação, e por isso Alston aponta aos bons resultados: “Acredito que se jogarmos o nosso basquetebol, vamos cumprir o objetivo e finalizar a fase regular no quarto lugar. Nos playoffs, vamos ter de melhorar em várias áreas do jogo. É tempo de ganhar, e por isso temos de estar focados e todos na mesma página”, reúne as tropas.

O atleta norte-americano não hesita quanto ao objetivo principal: “Sim, estamos focados na conquista do título. Podemos não ser o maior favorito, mas lutámos todo o ano e obtivemos o respeito de todos os adversários”, salienta.

Em ano de estreia na Oliveirense, Alston é o jogador mais influente do ponto de vista estatístico, o que motiva vários agradecimentos da sua parte: “Gostaria de agradecer a Deus pela oportunidade de estar neste clube. A equipa e os treinadores acolheram-me e ajudaram-me para que eu alcançasse a minha melhor versão. Devo aos meus colegas e equipa técnica o facto de tornarem o meu trabalho mais fácil”, conclui.

Nos “leões”, que têm a liderança da fase regular assegurada, Diogo Araújo destaca o trabalho da equipa: “Não sei se somos os favoritos à vitória deste campeonato, mas posso garantir que todos os dias trabalhamos em prol desse objetivo”, garante.

O internacional português antevê dificuldades na fase derradeira da Liga: “O campeonato está muito competitivo, e a prova disso está em alguns resultados observados na fase regular. Diria que todos os eventuais adversários serão desafios de elevada dificuldade a ultrapassar”, avisa.

Diogo Araújo, que ainda no último fim de semana comprovou o seu bom momento na Final Four da Taça de Portugal Alfaloc, conquistada pelo Sporting, mostra-se feliz: “Estou no meu melhor momento desde que cheguei ao Sporting. Empenho-me todos os dias para que, quando as oportunidades surgem, as possa agarrar e demonstrar um bom trabalho. Isto só é possível tendo um grupo como este”, elogia.

Relativamente à Oliveirense, o extremo-poste não poupa nas palavras: “A Oliveirense é sempre um adversário de respeito, com uma equipa bastante competitiva e de alto nível. A situação em que se encontra leva a que se torne, inevitavelmente, um opositor ainda mais perigoso. Tem um modelo de jogo bastante coletivo, é uma equipa coesa e bastante sensata na tomada de decisão, não esquecendo que, defensivamente, provoca muitos desafios”, examina.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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