Artigos da Federaçãooo

«Sem margem para errar»

Os erros cometidos diante do Benfica em Lisboa já foram devidamente identificados e a equipa mantém-se fiel ao objectivo traçado – ser campeã nacional.

 

Depois das duas derrotas sofridas no passado fim de semana, não resta outra solução à equipa do Vitória que não seja vencer até ao final da temporada. Perder significa entrar de férias, e melhor do que ninguém, o técnico Fernando Sá tem consciência que a equipa não pode falhar mais. “Neste momento encontramo-nos sem margem para errar.”

 

Apesar de estar em desvantagem por 0-2, Fernando Sá pode, e deve, tirar ilações positivas quanto ao comportamento da equipa, até porque conseguiu, mais no 1º jogo, ser competitiva durante todo o passado fim de semana. “Temos estado muito próximos de vencer, facto é que ainda não o conseguimos.”

 

Os vimaranenses bateram-se muito bem, fases houve em que chegaram a comandar a marcha do marcador, por vantagens até relativamente confortáveis, mas vacilaram em algumas áreas do jogo que acabaram por ditar as derrotas. “Temos consequência que perdemos os dois jogos em detalhes, tais como nos segundos lançamentos e alguns erros na defesa do bloqueio direto.”

 

Fernando Sá mantém-se fiel ao seu discurso de inicio de temporada, no qual sempre se assumiu como candidato ao titulo. O reafirmar deste propósito expressa bem a forma de ser e estar deste treinador, bem como a ambição que passa para os jogadores que trabalham com ele. “Nós nunca desistimos de nenhum objetivo é neste momento é o mesmo, queremos ser campeões nacionais.”


Tributo a Vicente Costa

TRIBUTO DE RECONHECIMENTO

 

Na sequência do seu cessar de funções, como Assessor do Diretor Técnico Nacional e da Coordenação Técnica Nacional, os técnicos que a compõem expressam de forma unânime, sentida e sem esconder a emoção do momento, o merecido reconhecimento pelo contributo de inestimável valor do Professor Vicente Costa, a esta estrutura da Federação Portuguesa de Basquetebol em particular, bem como à modalidade em geral.

O início da sua ligação ao Basquetebol remonta há muitas décadas atrás e a sua paixão pelo Basquetebol sempre guiou e engrandeceu as funções que desempenhou ao longo de muitos anos (Praticante, Treinador, Director Técnico Regional, Assessor do D. T. N., entre outras).

No Vicente Costa habituámo-nos à serenidade, à ponderação e à intervenção oportuna e conhecedora, sempre com um trato que a todos cativou.

No presente, a Coordenação Técnica Nacional perde um elemento importante e agregador, pela sua competência e capacidade de relacionamento com todos, mas jamais perderá a amizade e estima conquistada pelo seu exemplo e postura.

Esta é a nossa singela homenagem a um Homem do Basquetebol, da parte de quem, por com ele ter privado e trabalhado, sabe bem que a merece como poucos.

Para o Vicente Costa, neste momento, registamos o nosso Apreço e Amizade.

 

23 de Maio de 2015

 

A Coordenação Técnica Nacional


Moncho López renova contrato até 2020

Se cumprir os cinco anos desse vínculo, o treinador irá atingir 11 anos ao serviço do FC Porto, ao qual chegou em 2009. A ligação do clube com o treinador espanhol tem sido de sucesso, pelo que irá continuar a liderar o projeto Dragon Force, que na próxima época disputa a Liga Portuguesa de Basquetebol.

 

Será a continuidade de um projeto que ajudou a construir nos últimos três anos, durante o qual o técnico sempre se sentiu muito apoiado e acarinhado. "É mais um sinal de confiança que o clube deposita no meu trabalho e que me deixa muito satisfeito, valorizado e querido. O máximo que estive foram cinco anos num clube. O FC Porto é muito especial, gosto muito de estar aqui e penso que é um sentimento recíproco por parte do clube", afirmou o técnico ao www.fcporto.pt. 


Circuito Ticha Penicheiro

O evento, que já vai na décima edição e cuja denominação homenageia a melhor basquetebolista portuguesa de todos os tempos, Ticha Penicheiro, contou com a participação de 111 atletas em representação de 12 equipas: BC Coura, ED Viana e BC Limiense da AB Viana; NCR Valongo, Nogueira Basket, ACDC Juvemaia, SC Coimbrões e Dragon Force da AB Porto; GD Gafanha e CP Esgueira da AB Aveiro; Olivais Coimbra da AB Coimbra, e, ATC da AB Braga.
Para além dos atletas, o evento reuniu cerca de 30 treinadores e directores e contou com mais de 250 pessoas, entre as pais e acompanhantes, que apesar do calor que se fez sentir, encheram as bancadas Nesta etapa da ATC, foram realizados 30 jogos, não faltando, como habitualmente,  muita diversão e animação mas também competição e qualidade de jogo.
O “Ticha”, reconhecido como um exemplo ao nível da promoção e divulgação da modalidade, em particular do minibasquete feminino, continua, etapa a etapa, a ser um sucesso.

1.ª Divisão entra na reta final

O vencedor dessa final – que será disputada no fim-de-semana de 6 e 7 de Junho frente ao Dragon Force B – garante a subida automática à Proliga. A sul, é já conhecido um finalista, o Imortal/Zoomarine que continua invicto, sendo que na outra série o FC Barreirense, apesar de ter sido derrotado, em casa, pelo Belenenses (57-59), está bem encaminhado para ser o segundo finalista. Na última jornada desta fase, o clube do Barreiro viaja até aos Açores para defrontar o AngraBasket e o clube do Restelo recebe a visita do Olhanense.

 

Barreirense e Belenenses estão neste momento empatados, mas no confronto direto a equipa da margem sul leva a melhor, uma vez que venceu por três pontos na deslocação a Belém (56-53). Só uma escorregadela dos barreirenses na ilha Terceira poderia proporcionar a liderança à equipa do Belenenses, embora esteja sempre obrigada a vencer a formação de Olhão.

 

Mais fácil foi o apuramento da equipa de Albufeira no Grupo Sul A, que continua sem perder na competição. O Imortal viajou até à ilha de S. Miguel para defrontar o União Sportiva, e venceu por 60-53, a nona vitória desta fase, estando a apenas um triunfo de terminar mais uma fase com um registo cem por cento vitorioso.

 

A Norte, e na série A, a equipa do Dragon Force B, mesmo tendo perdido a meio da semana frente ao Galitos/Weber S. Gobain (81-84), já tinha assegurado a presença no jogo da subida de divisão. Os dragões, embora em igualdade pontual com o Académico FC, que voltou a vencer nesta jornada diante do Illiabum B (69-59), têm vantagem no confronto direto visto que ganharam os dois jogos frente à formação do Académico FC (73-64 e 57-51).

 

O jogo entre Olivais e GDB Leça não teve muita história. O Olivais tinha de vencer para garantir o 1º lugar da série e a disputa da subida. De Leça viajou uma equipa com apenas cinco jogadores. Sem tirar o mérito ao Olivais que fez o seu trabalho de forma competente, os argumentos em confronto eram, no entanto, completamente desiguais.

Os “cinco”de Leça foram heróicos. Conseguiram “aguentar-se” em termos de falta, sem nenhum elemento ser excluído. O Olivais em termos defensivos começou por alternar a defesa zona “2×3”, com “hxh”. Em ataque sempre que aumentou o ritmo de jogo, e que efetuou transições rápidas criou imensas dificuldades à defesa adversária. No entanto, no 5×5 em meio campo, o Olivais usou e abusou do tiro exterior, explorando pouco o jogo interior onde tinha clara vantagem em termos de estatura.

 

O Olivais tem agora duas semanas para preparar essa grande final frente ao Dragon Force B. Um jogo que vale uma subida à Proliga e onde as dificuldades vão ser enormes visto que o Olivais terá pela frente uma equipa que poderá utilizar jogadores da equipa A – que recorde-se venceu sem derrotas a fase regular Proliga, já garantiu a subida à LPB e conquistou o titulo de campeão da prova.


2ª ETAPA DO TORNEIO MINI MONDEGO

Pedro,  uma  grande jornada do torneio de Mini Mondego no escalão de sub 12. Participaram 4 clubes ( registou-se a falta do CAD), que formaram 3 equipas que competiram animadamente toda a manhã em jogos de 4×4 constituídos por 4 períodos de 8 minutos corridos. Todas as equipas jogaram 2 jogos.

Participaram cerca de 40 atletas dos seguintes clubes: C.D. Lousanense, Fundação Beatriz Santos,  Clube Basket Condeixa e o clube anfitrião Clube Basket 2011.

Agradecimentos aos nossos Atletas da equipa de sub 14 que garantiram as arbitragens, a todos os Treinadores, as Mães dos nossos atletas que garantiram os lanches aos atletas e a e a todos os presentes neste evento.


Betinho fecha época em Espanha

A formação catalã terminou na segunda posição, enquanto o Andorra foi 14º, fora dos lugares de acesso ao playoff. Nesta partida Betinho foi titular e nos 19 minutos que esteve em campo somou 8 pontos, 4 ressaltos e 1 roubo de bola.


Restauradores da Granja promovem Minibasquete

Reunindo as equipas de Mini 10, do GDAS, SC Braga, SC Mª da Fonte e Vitória SC, a alegria foi a dominante durante a tarde do dia 16.
A iniciação à prática da modalidade por parte de alguns atletas do clube organizador revelou-se um êxito, confirmando que o rumo a seguir é o do Minibásquete


Benfica aumenta vantagem na final

A série muda-se agora para Guimarães, mas os encarnados estão a uma vitória de conquistar a principal prova do calendário desportivo nacional. Tal como no jogo 1, os comandados de Carlos Lisboa voltaram a apostar na defesa, bem como na exploração do seu jogo interior, onde revelaram superioridade e uma enorme eficácia. Os vimaranenses deixaram de ter margem para erro, mas o seu treinador Fernando Sá disse antes deste jogo que quer bater o Benfica, na Luz, nem que tenha que ser no 5º jogo desta eliminatória.

 

Durante os primeiros 20 minutos nenhuma das equipas revelou ascendente sobre o adversário, sendo que as estratégias das duas equipas não diferiam muito do dia anterior. O Benfica voltava a apostar numa defesa agressiva, na tentativa de condicionar o sucesso ofensivo do Vitória nas ações individuais, evitando ao máximo que os jogadores do Vitória tivessem tiros abertos.

 

No ataque, o Benfica foi mais clarividente na procura das vantagens interiores, explorando mais vezes situações de 1×1 nas áreas mais próximas do cesto, fazendo com que a sua eficácia de 2 pontos tivesse sido bastante boa (20/31 – 65%).

 

O Vitória voltava a depender muito da capacidade e talento individual de Doug Wiggins para criar no ataque. O norte-americano esteve bastante bem durante os primeiros vinte minutos, mostrando-se difícil de parar quando decidia atacar em drible o cesto. Embora se percebesse que era necessário outros jogadores contribuírem nas situações ofensivas, até porque se tornava cada vez mais previsíveis as soluções atacantes do Vitória.

 

O inicio da etapa complementar coincidiu com a fase em que o Benfica se afastou um pouco mais no marcador, com o Slay a destacar-se pela sua versatilidade ofensiva, criando problemas ao Vitória a jogar de costas para o cesto ou através da utilização do seu tiro exterior. O jogo exterior do Vitória não funcionava com a eficácia habitual, os lançamentos de curta e média distância teimavam em não entrar (17/47 – 36%), e disso se ressentia o ataque do Vitória, que voltou a registar uma pontuação baixa.

 

Nos últimos 10 minutos, como sempre, o Vitória não deu o jogo por entregue, tentou encostar de novo o resultado, atribuindo, na maioria das vezes, a responsabilidade a Wiggins de criar para si ou para os seus colegas situações confortáveis para tiro. Com o cansaço já acumulado, as tomadas de decisão já nem sempre eram as mais corretas, e do lado oposto, os encarnados iam gerindo a vantagem construída, até porque neste jogo controlaram muito melhor a sua tabela defensiva, e venceram a luta das tabelas (36-28).

 

Ronald Slay (25 pontos e 4 ressaltos), no seu estilo muito peculiar, voltou a elevar o seu rendimento nos momentos importantes, e com uma eficácia tremenda (6/8 de 2 pontos e 3/4 de 3 pontos). Fred Gentry (12 pontos e 7 ressaltos) e Carlos Andrade (12 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências) voltaram a impressionar pela sua fiabilidade e consistência exibicional.

 

Doug Wiggins (23 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos) mostrou novamente que é um jogador acima da média, embora não tenha sido capaz, verdade seja dita que era complicado de o conseguir, de se manter regular durante os 40 minutos. João Guerreiro (15 pontos e 2 ressaltos) é cada vez mais importante nesta equipa do Vitória, e uma arma ofensiva a ser explorada por Fernando Sá, e Marcel Momplaisir (7 pontos, 12 ressaltos e 2 assistências) evidenciou-se no capítulo do ressalto, faltando-lhe ser mais consistente no tiro curto e de média distância.


Dragon Force campeão

Uma temporada inesquecível, já que os portistas, mais do que vencerem, dominaram em absoluto a competição, e a prova disso mesmo é a invencibilidade mantida até ao final prova. Foram 27 jogos sem conhecer o sabor da derrota e com os azuis e brancos a vencerem sempre por margens confortáveis. Este título conquistado pelos dragões era algo esperado…

 

 

Depois das duas vitórias caseiras do passado fim de semana, o Dragon Force deslocou-se a Ponte de Sor, com o objetivo claro, e assumido, de resolver esta final já no 3º jogo da série.

 

Tudo parecia correr de feição à equipa comandada por Moncho Lopez, que já durante o 3º período vencia por uma confortável vantagem de dez pontos. Obrigada a vencer para se manter na corrida pelo titulo, a equipa da casa reagiu, e bem, e encostou o resultado a dois pontos de diferença (51-53), já bem perto do final do quarto.

 

Resposta imediata dos dragões, a optarem por alternâncias defensivas como forma de retirar as rotinas ofensivas do adversário, e no ataque, a saberem explorar as vantagens do seu jogo interior, onde a superioridade de estatura era por demais evidente. Os ressaltos ofensivos eram providencias, e um parcial de 6-0 nos instantes finais colocava de novo o Dragon Force na frente por uma margem mais confortável (59-51).

 

Nos minutos iniciais do derradeiro quarto, a formação azul e branca manteve a diferença pontual que separava as duas equipas, e só a meio do período, a formação caseira voltou a esboçar uma reação. Um triplo de Mário Neves (64-67), voltava a aproximar o resultado, mas depois das correções feitas por Moncho Lopez, e o retorno às soluções interiores, os postistas voltaram a fugir no marcador. Quatro sem resposta (71-64), cortavam o bom momento dos visitados, Lanzinha com novo triplo (71-67) voltava a fazer renascer as esperanças, mas a equipa do Porto controlou sempre a marcha do marcador.

 

Neste jogo a equipa do Eléctrico, ainda que em desvantagem, conseguiu equilibrar bastante mais a luta das tabelas (37-46), mas consentiu 23 ressaltos ofensivos. As duas equipas não estiveram nada bem a atirar de 3 pontos, aspeto que se torna muito mais relevante para o Elétcrico (2/18 – 11%), já que nas áreas mais próximas do cesto a equipa do Dragon Force voltou a mostrar-se mais forte e eficaz (52%).

 

A dupla composta por António Monteiro (13 pontos e 10 ressaltos) e Miguel Queiroz (15 pontos e 6 ressaltos) foi determinante para que os dragões tivessem dominado essa área do jogo. Pedro Bastos, com 18 pontos, foi o melhor marcador dos forasteiros.

 

O extremo João Lanzinha, MVP do jogo com 29 de valorização, voltou a estar muito bem na equipa do Eléctrico FC, tendo terminado o encontro com 20 pontos, 11 ressaltos, 6 roubos de bola e 4 assistências. Mário Neves, com o seu duplo-duplo (11 pontos e 11 ressaltos), contribuiu para equilibrar a luta nas áreas mais próximas do cesto, e Artem Melnychuk (9 pontos), com a sua irreverência própria da juventude, foi um dos responsáveis pelo aproximar do resultado na parte final do encontro.


Benfica entra a vencer

O ambiente estava propício a mais um bom espetáculo de basquetebol, sendo que as duas equipas contribuíram para que tal acontecesse desde a bola ao ar. O Vitória bem durante largos períodos do jogo, quase sempre coincidentes com o bom desempenho individual de Doug Wiggins, mas a partir do momento que o Benfica defendeu melhor sobre a bola, e conseguiu controlar a sua tabela defensiva, o jogo mudou de figura. Isto sem esquecer a prestação individual de Jobey Thomas, importante com as suas ações para que Benfica alcançasse o triunfo (75-67) no jogo inaugural desta final disputada à melhor de 5 jogos.

 

Os primeiros 10 minutos foram de grande equilíbrio, mas logo se percebeu qual a estratégia ofensiva da equipa vimaranense, e de que forma iria colocar problemas à formação encarnada. Com jogadores muito versáteis e capacidade de tiro, o Vitória vivia essencialmente da capacidade desequilibradora de Doug Wiggins (9 pontos no quarto) fosse para criar os seus próprios lançamentos, ou assistir os companheiros. A defesa benfiquista sentia dificuldades em parar os bases adversários no 1×1, que somado aos 5 turnovers registados durante o 1º período, ajudam a explicar o porquê de terem sido os visitantes a terminarem na frente o 1º período (21-19).

 

Até ao intervalo, tornaram-se ainda mais evidentes os problemas causados pelos bases do Vitória, Pedro Pinto esteve igualmente bem, à defesa encarnada, que surpreendentemente, mérito para os vimaranenses, consentiram muitos ressaltos ofensivos e segundos lançamentos. As penetrações dos bases do Vitória davam cestos, mas mais do que isso permitiam lançamentos abertos, muito por culpa das judas e rotações defensivas a que obrigavam. Com cerca de três minutos para o descanso, o Vitória chega à vantagem de doze pontos (38-26), a que se seguiu o melhor período do Benfica nesta 1ª parte. Já com João Soares a ter a responsabilidade de defender o base contrário, e a equipa mais coesa a defender a bola, os encarnados conseguem um parcial de 6-0, interrompido por novo triplo do Vitória, este da autoria de Pavlovic (41-32). Um cesto de Slay fixou o resultado final dos primeiros 20 minutos, em 34-41 favorável ao Vitória.

 

Os atuais campeões nacionais regressaram para o 2º tempo na procura de explorar o seu jogo interior, e foi dessa forma que somou os primeiros 4 pontos (38-41). Balseiro, de três, voltava a fazer funcionar o marcador (44-38), e aliás foi de longa distância que o Vitória se foi mantendo na liderança nos primeiros minutos da etapa complementar. Wiggins continuava a ser um quebra-cabeças para todos aqueles que lhe surgiam pela frente, e foi das suas mãos que saiu mais um triplo que fazia subir de novo a diferença para a casa das dezenas (58-48). Nos instantes finais, eis que surge Jobey Thomas, que com um triplo, mesmo a terminar o período, fixava o resultado em 53-58.

 

O derradeiro quarto iniciou-se da mesma forma, com nova bomba de Thomas, que deu o mote para um parcial de 12-3, que colocava o Benfica na frente do marcador por 65-61. Os encarnados bem melhor a defenderem a bola, Wiggins a não conseguir fazer a diferença, e a forçarem o Vitória a ter que lançar em muitas situações em crise de tempo ou em ações muito contestadas. A 5ª falta de Guerreiro complicou ainda mais a tarefa do Vitória, que entretanto se colocava à distância de um pontos, após um triplo de Paulo Cunha (65-64). O jogo estava o rubro, e quando se poderia pensar que o Vitória poderia conseguir nova cambalhota no comando, dois triplos consecutivos de Jobey Thomas (71-64), faziam mossa no Vitória e davam a tranquilidade necessária para o Benfica jogar os últimos 3 minutos. A equipa liderada por Carlos Lisboa continuo a controlar a sua tarefa defensiva, os vimaranenses precipitaram-se nas tomadas de decisão, má seleção de lançamentos, e duas ações defensivas de Seth Doliboa selaram o triunfo do Benfica neste primeiro jogo da eliminatória (75-67).

 


Ovarense na Liga

Para além disso, as vareiras vão agora lutar com o Sporting CP pelo titulo nacional. Depois do triunfo na Madeira por cinco pontos de diferença, a formação de Ovar voltou a ser mais forte, num jogo em que prevaleceu o equilíbrio. Esta foi a quarta vitória da equipa de Ovar, duas séries limpas, um registo em tudo idêntico ao conjunto leonino. Uma grande final em perspetiva, com os dois melhores classificados da fase regular a confirmarem durante as eliminatórias que eram efetivamente as mais fortes e mais bem apetrechadas para garantir a acesso e discutir o título nacional.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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