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«União na defesa»

O União Sportiva ainda não perdeu nesta segunda fase e o jogador explica nesta entrevista o que está por detrás deste bom momento do conjunto insular.

 

A equipa do União Sportiva ainda não perdeu nesta II fase, contando por vitórias os quatro jogos até agora disputados. Um momento muito positivo, e que faz dos insulares uma das duas equipas, a par da formação algarvia, que ainda não conheceu o sabor da derrota. “Surpresos nem tanto. Nós sabíamos que podíamos lutar  pelos lugares cimeiros da tabela. Apenas seria uma grande surpresa, para nós, e para todos, caso ganhássemos ao Imortal, visto que são os grandes favoritos.”

 

Ainda assim, Cesaltino vê margem para a equipa continuar a evoluir, sobretudo nas questões relacionadas com o ataque. Já que a defesa é a marca desta equipa açoriana. “Penso que o aspeto a ser melhorado ou corrigido será em termos ofensivos. Conseguirmos sermos mais consistentes e eficazes. Neste momento, o que temos de manter é a nossa união e garra, aquilo que nos faz fortes defensivamente. Penso que isso é o torna a nossa equipa coesa, a união na defesa.”

 

O atleta insular considera que o Grupo Sul A é nivelado, formado por equipas com valor, onde existe um candidato que se destaca, mas no qual o União poderá discutir os lugares cimeiros. “Ao contrário do que todos pensam, acho que estamos num bom grupo. É equilibrado mas se estivermos a um bom nível podemos ficar, pelo menos em segundo, sendo que as nossas perspectivas passam por ficar nos três primeiros.”

 

O clube tem ambição, mas para que não fiquem hipotecados, Cesaltino e seus companheiros sabem o quanto importante é alcançar uma boa classificação nesta II Fase. “O objetivo do clube passa por conseguir ficar nos lugares do topo da tabela, e claro, ficar à frente do AngraBasket para podermo-nos manter nesta divisão. Caso não conseguirmos chegar ao acesso de subida de divisão, para assim ser possível dar continuidade ao projeto do clube, que na próxima época passa por tentar a subida de divisão.”

 

Depois do estrondoso êxito alcançado pela equipa feminina, sagrou-se campeã nacional da LFB, o basquetebol começa a ganhar cada vez mais adeptos na ilha de S. Miguel. Tal facto potencia o surgimento de mais atletas, pelo que o Clube União Sportiva tem a grande responsabilidade de dar resposta a esta procura nesta ilha açoriana que cada vez mais se destaca na modalidade. “Penso que com o título feminino com toda a publicidade feita, o basquetebol começa a tornar-se mas popular na ilha, principalmente pelos mais jovens.”


«Vai ser equilibrado»

O 5º e decisivo jogo disputa-se esta quarta-feira, em Barcelos, às 21 horas.

 

Numa fase tão adiantada da competição, e em que se defrontaram várias vezes, já não existem muitos segredos quanto aquilo que as carateriza enquanto equipa. “Chegada a esta altura da época, as equipas conhecem-se muito bem. Sabem exatamente qual o estilo de jogo da equipa adversária e quais os pontos fortes dos seus jogadores.”

 

O equilíbrio tem sido a nota dominante em todos os embates, pelo que Quintino não acredita que este jogo irá fugir à regra. “À semelhança de todos os jogos disputados, esta época, contra o Barcelos, prevejo que venha a ser um jogo bastante equilibrado, com pequenas diferenças pontuais e muitas alternâncias na liderança do marcador. De entre os seis jogos disputados entre as duas equipas esta época a maior diferença pontual no resultado final foi de apenas 12 pontos. Em três desses jogos a diferença foi menor ou igual a 3 pontos!”

 

O que naturalmente faz com que todos os detalhes sejam importantes, bem como a forma como cada posse de bola é jogada durante todo o encontro. “Em jogos tão equilibrados vence quem for capaz de executar o plano de jogo, quer a nível defensivo quer a nível ofensivo, cometendo o menor número de erros possíveis durante os 40 minutos de jogo.”

 

A boa temporada que os barcelenses estão a realizar não retira optimismo ao atleta do Algés, até porque relembra que já foram felizes esta temporada em Barcelos. “O Barcelos está a realizar uma boa época: alcançou o 3ºlugar na fase regular e disputou as finais do Troféu António Pratas e Taça de Portugal. Durante esta época fomos uma das únicas três equipas a vencer o Barcelos em sua casa. Acredito que o vamos voltar a fazer na próxima quarta-feira!”


Nuno Barroso deixa Lusitânia

O treinador está de saída, fala em cansaço, confessa que o objetivo passava por chegar à final da Liga e lamenta as dispensas. As ausências de Cavel Witter e Blake Poole no playoff, retiraram a possibilidade de os insulares poderem discutir de outra forma a série com a Ovarense, bem como causa uma natural frustração nas expectativas de todos aqueles que trabalharam afincadamente durante uma época para se apresentarem nas melhores condições nesta fase decisiva da competição.

 

Nuno Barroso confirmou a saída do comando técnico do Lusitânia em declarações ao Diário Insular, no final do terceiro jogo do playoff ante a Ovarense, realizado no passado sábado, no pavilhão de Angra. O técnico assume o “cansaço” como a principal razão para não permanecer como principal responsável técnico da equipa.

 

“As razões são várias. Acima de tudo, estou muito cansado e quero descansar”, explica Nuno Barroso, confessando que coloca um ponto final em mais de 20 anos enquanto treinador de basquetebol com “um sentimento de vazio”, deixando perceber alguma desilusão com o atual estado da modalidade na ilha Terceira.

 

Apesar da confirmação do adeus, Nuno Barroso deixa em aberto a possibilidade de um possível regresso. “O futuro dirá”. O conhecido treinador terceirense está ligado ao basquetebol regional e nacional há mais de três décadas, quer como praticante, quer como técnico.

 

Mesmo com amanutenção garantida, Nuno Barroso não esconde que jogadores e equipa técnica do Lusitânia aspiravam a outros objetivos mais altos para a presente temporada. Lutar por uma presença no playoff decisivo da LPB era a ambição dos verde-brancos. “O principal objetivo da equipa passava por chegar à final do campeonato. Foi esta meta que estabelecemos enquanto equipa, no balneário. O objetivo, de facto, era estar na final”, salienta o treinador.

 

Ainda assim, o balanço da época é positivo, até tendo em conta algumas condicionantes que acabaram por prejudicar a equipa. “De facto, durante a fase regular, existiu um período que foi bastante difícil e que não nos permitiu alcançar a classificação que, todos nós, temos a consciência de que seria possível, isto para além de algumas lesões que atrapalharam bastante a evolução da equipa a dada altura”, salienta Nuno Barroso.

 

“De qualquer forma, fizemos o possível, mas, nesta altura, a sensação é de alguma frustração, pois temos a noção clara de que, nesta fase, poderíamos ter ido mais longe. Mas lutámos e trabalhámos…”, acrescenta, lamentando as dispensas de Blake Poole e Cavel Witter para o playoff da Liga.

 

“Claro que estas duas dispensas não estavam programadas. Enquanto treinadores, não planeamos as épocas para ter os jogadores num dia e não tê-los no outro. Mas assim aconteceu e trabalhámos com quem cá estava”, conclui Nuno Barroso. O Lusitânia foi quinto classificado na fase regular, em igualdade pontual com a Ovarense, que foi quarta. Os açorianos perderam por 3-0 na primeira ronda do playoff.


Barreirense segue invicto

 

No Grupo Norte A, a equipa do Académico FC alcançou a equipa do Dragon Force no comando, depois de ter vencido, em casa, o CD Póvoa por 74-64. Os poveiros somaram o seu segundo desaire, contando agora com mais um que a dupla composta por Académico FC e Dragon Force, que lidera a série.

 

A formação do Barreirense continua sem perder, e aumentou para cinco o número de vitórias consecutivas, ao bater, no Barreiro, o AngraBasket, por 81-64. O conjunto da margem sul do Tejo levou a melhor sobre mais um candidato na luta pelo lugar cimeiro, um deslize bem aproveitado pelo Os Belenenses, venceu em Olhão (71-61), para se isolar ainda mais no 2º lugar. A equipa do Restelo mantém assim a perseguição ao líder, a uma vitória de distância.

 

A equipa da ilha de S. Miguel, o União Sportiva não cede na liderança do Grupo Sul A, mais um triunfo, perante o seu público e diante do NB Queluz Nosso Prego (56-37), o quarto consecutivo nesta II Fase. Ao vencer, em casa, o SC Farense (67-36), o Estoril Basket isolou-se no 2º lugar do grupo, mas neste momento tem mais duas derrotas que o conjunto açoriano.


Algés empata eliminatória

Isto porque, depois do triunfo alcançado no sábado, domingo os algesinos voltaram a ser mais fortes que o seu adversário (75-68) e igualaram a série a 2, forçando o quinto e decisivo jogo que será disputado em casa dos barcelenses. As duas equipas equivaleram-se durante grande parte do encontro, mas a formação liderada por André Martins soube tirar partido de uma ligeira vantagem construída durante o 2º quarto do encontro. Tal como esperado, a ronda não está a defraudar as expectativas pelo que só resta esperar pela próxima quarta-feira para se saber quem continuará em prova.

 

Os primeiros quinze minutos do encontro foram marcados por alternâncias no comando do marcador. Depois de um empate a 28 pontos, a equipa da casa esteve melhor nos cinco minutos finais do 1º tempo e construiu uma pequena vantagem que viria a revelar-se decisiva para o desfecho do jogo. Ao intervalo, os comandados de André Martins lideravam por oito pontos de vantagem (39-31), uma vantagem que chegou a ser de quinte pontos (56-41), a pouco mais de três minutos do final do 3º período.

 

Os forasteiros reagiram bem, entraram no 4º período a perder por sete (52-59), e a pouco mais de dois minutos do final perdia apenas por dois pontos (65-67). Seguiu-se um parcial de 6-0, favorável aos algesinos, com o extremo Diogo Correia a não tremer da linha de lance-livre (73-65). Os minhotos apostaram nos lançamentos triplos como forma de darem a volta ao resultado, mas a parte final do jogo não foi de particular inspiração para os atiradores do Barcelos.

 

Na equipa do Algés, destaque para a boa prestação de Rui Quintino, melhor marcador do jogo com 23 pontos, a que somou 5 ressaltos, números que o fizeram o MVP do jogo com 28.5 de valorização.  Diogo Correia somou pontos importantes (12), e Darren Townes (7 pontos e 10 ressaltos) foi importante na luta das tabelas.

 

Os barcelenses até estiveram bem da linha de 3 pontos (10/24 – 41.7%), não caíram nos momentos finais, mas pouco eficientes da linha de lance-livre (12/22 – 54.5%). O cinco inicial terminou o jogo na casa das dezenas em pontos marcados, tendo sido Filip Djuaran (15) o mais produtivo, seguido de perto por Dukovic (14) e Marko Loncovic (13 pontos e 6 ressaltos). 


Decisão na negra

Se os dois encontros anteriores foram marcados por finais intensos e de grande incerteza, este não fugiu à regra, já que só no prolongamento, empate a 77 pontos no final do tempo regulamentar, se ficou a conhecer qual seria o desfecho. As duas equipas voltam a defrontar-se, na próxima quarta-feira, em Guimarães, para o tira-teimas sobre quem levará a melhor nesta tão emotiva e disputada ronda do playoff.

 

Entrou melhor o CAB, parcial de 5-0, mas não demorou a reação do Vitória, que não só equilibrou o jogo como passou para o comando. Os madeirenses falhavam alguns tiros abertos, e na defesa, sentiam problemas em parar as armas ofensivas dos minhotos, especialmente o base Doug Wiggins, que liderava bem a equipa visitante. No final dos primeiros 10 minutos, os visitantes lideravam por uma diferença de sete pontos (23-16).

 

No segundo período, o CAB voltou a entrar de forma muito forte e, com meio período jogado, empatava o jogo a 32 pontos. Os comandados de Fernando Sá mostravam-se focados na tarefa que tinham pela frente, e bastaram duas posses de bola para os visitantes fugirem no resultado e construir uma margem de seis pontos (38-32). Os insulares passaram a procurar as suas duas maiores referencias ofensivas, Jovonni Schuler e Tommie Eddie, de forma a manterem-se na discussão do jogo. A diferença pontual quase se esfumou por completo, mas ainda assim foi o Vitória a recolher aos balneários a liderar o encontro (41-39). 

 

No regresso ao jogo, o CAB revelou uma ligeira superioridade, venceu mesmo o período por 20-14, sobretudo porque melhorou nos aspetos defensivos. Vários roubos de bola, ressaltos ofensivos, tornavam mais fácil a tarefa para os madeirenses somarem pontos. desenvolveram um jogo fluído de ataque, com destaque para a prestação de Jovonni Schuler.

 

À entrada do último quarto de jogo, o marcador assinalava 59-55, favorável ao CAB. Mais do que nunca, o Vitória estava encostado à parede e sem margem para erro. Foi então que, vindo do banco, Pedro Pinto, alterou o rumo do jogo e motivou os seus companheiros para a reviravolta no marcador. galvanizou a equipa visitante. Marcou 7 pontos em 10 minutos, alguns deles em fases decisivas do encontro, o jogador vimaranense tornou-se num quebra-cabeças para a defesa dos madeirenses. O CAB, por sua vez, não soube gerir da melhor forma o último lançamento do jogo de que dispôs, e, como consequência, registou-se um empate a 77-77, com o jogo a ser levado para prolongamento. 

 

No tempo extra, o Vitória esteve melhor, se bem que, a exclusão por faltas, dos Jorge Coelho, Tommie Eddie e Aaron Jordan, 'peças' cruciais da dinâmica ofensiva do CAB, facilitou de certa forma a tarefa do Vitória. Os vimaranenses venceram por 15-10 nos 5minutos extra, um resultado, que força um 5º e decisivo jogo na próxima quarta-feira, em Guimarães.

 

O jogo exterior do Vitória funcionou muito bem, com o trio formado por Doug Wiggins (24 pontos, 4 ressaltos, 4 assistência e 3 roubos de bola), Pedro Pinto (16 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) e José Silva (17 pontos e 5 ressaltos) a exibir-se a bom nível.

 

O norte-americano do CAB Madeira, Jovonni Shuler, MVP do jogo com 28 de valorização, foi o melhor marcador do jogo com 31 pontos, seguido depois pelo seu compatriota Tommie Eddie, autor de 22 pontos e 8 ressaltos.


4º Clinic ABL/SLB

 

Em anexo, poderá consultar a base de dados para inscrição no Clinic e o cartaz de divulgação.

 

 A ABL solicita a todos os interessados que preencham a ficha de inscrição de forma completa para a futura emissão dos certificados e envio à Escola Nacional de Basquetebol.

 

Agradece que os interessados se inscrevam até dia 11 de maio para facilitar o processo de receção.


Betinho garante permanência

O português não alinhou de início mas foi um dos elementos preponderantes neste triunfo caseiro, ao marcar 13 pontos e capturar 5 ressaltos.


Meias-finais definidas

O triunfo por 69-66 coloca a formação madeirense nas meias-finais da prova, o mesmo sucede com a equipa da ESA que não desperdiçou o fator casa para fechar a série frente ao Galitos/PIZZARTE a seu favor (64-55). Estão assim definidos os emparelhamentos para as meias-finais, com a Ovarense a defrontar o C.S.M. / C.S.CAB, e na outra série, Sporting CP e ESA vão medir forças para marcarem presença na final.

 

No 2º jogo, a equipa madeirense tinha triunfado pela diferença mínima, e no jogo da negra a equipa insular voltou a mostrar-se mais forte num jogo fechado decidido por curtas vantagens. Depois do triunfo folgado obtido pelo conjunto de Coimbrões, na Madeira, no jogo inaugural, a série tomou um rumo inesperado, com o C.S.M. / C.S.CAB a ser obrigado a vencer os dois jogos em casa do adversário para seguir em frente na prova.

 

A formação do Galitos/PIZZARTE vendeu cara a eliminação, sobreviveu no jogo 2 a um encontro decidido no prolongamento, mas na negra, a equipa aveirense acabou por ceder diante do conjunto da Amadora, que assim marca presença na ronda seguinte. Nesta 1ª ronda do Playoff do Campeonato Nacional da 1ª Divisão o Galitos/PIZZARTE cruzou-se com a equipa mais forte fisicamente acabando por pagar o esforço despendido no dia anterior, o que não a impediu de competir no jogo. A equipa de Aveiro terminou desta forma a época competitiva com um balanço extremamente positivo e logo no ano de estreia na 1ª divisão.


Eléctrico coloca-se em vantagem

Caso o Dragon Force confirme o seu favoritismo diante o Casino Ginásio e dispute o título de campeão, e o conjunto de Ponte de Sor seja capaz de vencer um dos dois jogos que agora dispõe em casa, os comandados de Andry Melnychuk garantem a subida à LPB. Isto porque os dragões, como vencedores da fase regular, já obtiveram o direito desportivo de marcar presença no escalão máximo da modalidade.


Ovarense na meia-final

Os vareiros derrotaram o Lusitânia nos Açores, por 86-73, e fecharam a série sem derrotas. Mas não foi propriamente fácil chegar à ilha Terceira…

 

A viagem da Ovarense para a ilha Terceira deveria ter sido realizada sexta-feira, mas um problema com a TAP adiou a viagem para sábado. Com escassas três horas de sono (a equipa teve de pernoitar em Lisboa) a formação de Ovar viajou de manhã bem cedo e prontificou-se a jogar à noite.

 

E o triunfo até acabou por ser relativamente tranquilo. A entrada de rompante dos vareiros no jogo deixou os insulares com pouca margem de manobra e ao intervalo os continentais já venciam por 48-29.

 

Na segunda parte, a equipa da casa reagiu, no terceiro período consentiu que a Ovarense marcasse apenas 15 pontos (o Lusitânia converteu 22), mas os vareiros reencontraram-se com o cesto no último quarto, acabando por fechar o encontro (e a série) de forma relativamente tranquila.

 

Mesmo perdendo, o Lusitânia teve nas suas hostes o MVP da partida. Mohamed Camara marcou 19 pontos, somando ainda 8 ressaltos, 5 assistências e 1 roubo de bola. Willis Hall, com 22 pontos, 10 ressaltos, 1 assistência e 1 roubo de bola, também tentou remar contra a maré.

 

Na Ovarense primou o coletivo. Nuno Morais marcou 20 pontos, Jaime Silva converteu 15, José Barbosa outros 15 e Miguel Miranda 10. Tudo antes de uma boa noite de sono…


Algés faz valer fator casa

O triunfo por 80-68, mantém os algesinos na luta pela passagem à ronda seguinte, isto depois de mais um embate intenso, apenas decidido nos últimos 10 minutos do encontro. O 4º jogo da série disputa-se este domingo, pelas 17 horas, e só então se saberá se a eliminatória ficará fechada ou será necessário disputar-se uma negra para se encontrar o vencedor deste playoff.

 

Depois do 4-3, favorável ao Barcelos, a equipa liderada por José Ricardo não mais comandou a marcha do marcador até final do jogo. O que não significa que os barcelenses não estiveram sempre na discussão do jogo, mas sempre obrigados a ter que correr atrás do prejuízo. O 1º tempo teve sinal mais da equipa da casa, e ao intervalo vencia por dez pontos de diferença.

 

Os minhotos só no final do 3º período se conseguiram aproximar no resultado, empatando a partida a 58 pontos, e finalizaram o quarto a perder por apenas dois pontos (58-60). Seguiu-se novo empate, desta vez a 60 pontos, mas os algesinos abordaram o 4º período de uma forma correta e determinada. Com um parcial de 8-0, os comandados de André Martins fugiram no marcador (68-60), chegando, já perto do final, à vantagem máxima do encontro (80-65), e assim sentenciar o encontro.

 

A formação de Algés mostrou-se mais eficaz no capitulo do lançamento, especialmente de 3 pontos (40% vs 23.8%), com o norte-americano Darren Townes a somar mais um duplo-duplo (19 pontos e 11 ressaltos). Diogo Correia (16 pontos e 5 assistências) voltou a ter contributo importante nas ações ofensivas, bem como Henrique Piedade (12 pontos e 6 ressaltos).

 

As boas prestações de Nuno Oliveira (22 pontos) e Marko Loncovic (21 pontos e 5 ressaltos) não foram suficientes para o Barcelos fechar a série em branco.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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