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Vitória do seleccionado luso (57-61) num jogo de sacrifício

Depois de só termos 10 jogadoras disponíveis desde o 2º jogo com a Eslovénia, ter acontecido a lesão da poste Lavínia Silva no minuto 13, decorria o 2º período, significa que Portugal foi obrigado a jogar durante 27 minutos só com um poste de raiz (Sofia Carolina). Foi por isso necessário reunir as tropas e com muita entreajuda, espírito de sacrifício e união, as comandadas de Ricardo Vasconcelos carimbaram uma vitória muito suada mas inteiramente merecida.

No 1º período (8-14) Portugal entrou melhor e à entrada do minuto 4 já comandava por 0-7, com Laura Ferreira a marcar o cesto inaugural numa jogada de 2+1, convertendo depois o lance livre a que se seguiram 4 pontos de Daniela Domingues (um duplo e dois lances livres). A Macedónia só conseguiu acertar com o cesto (2-7) ainda no minuto 4, por intermédio de Chrissy Givens que ia remando contra a maré, mas as nossas representantes não baixavam o ritmo e chegavam ao minuto 10 com uma vantagem de 6 pontos, com Lavínia Silva a acertar o 1º triplo da equipa após 5 tentativas falhadas pelas suas companheiras.No 2º quarto (15-14) a Macedónia reagiu como lhe competia, empatando (14-14) no minuto 12, com a base Andzelika Mitrasinovic a assumir as despesas ao converter 2 duplos consecutivos. A resposta lusa surgiu através de duas jogadoras interiores (Sofia Carolina e Lavínia) e foi na chegada ao chão após converter o cesto que colocou o marcador em 14-18, o azar bateu à porta de Lavínia que fez uma entorse da articulação tíbio-társica com lesão do ligamento lateral interno de grau I (conforme nos informou a fisioterapeuta Bárbara Rola). Naturalmente que foi logo para o banco, não voltando ao recinto de jogo. Claro que a partir daí as lusas cerraram os dentes e foi a vez de Sofia Carolina carregar com a equipa, marcando mais 7 pontos até ao intervalo, que chegou com Portugal na frente (23-28), pese o inconformismo de Mitrasinovic (autora de 9 dos 15 pontos da Macedónia, neste parcial). No 3º período (14-15) a Macedónia voltou a encetar enérgica reacção, com Givens a justificar o porquê de ter sido a jogadora mais preponderante da equipa na campanha de 2013. Portugal abanou mas depois de duas situações com diferenças tangenciais (27-28 e 29-30), Sofia Carolina a que se seguiu o único triplo da capitã Carla Nascimento (29-35), à entrada do minuto 26, deram uma margem que, mesmo não sendo confortável, permitia que as lusas pudessem respirar um pouco melhor. O 1º triplo de Laura Ferreira ainda no mesmo minuto 26 (30-38) dava mais folga que foi gerida até se esgotarem os 30 minutos jogados (37-43), com Francisca Braga a converter um duplo a escassos 3 segundos da buzina.No derradeiro quarto (20-18) Chrissy Givens voltou a carregar com a equipa da Macedónia, que após a exclusão de Ivana Kmetovska (5ª falta no minuto 33), provocada por Inês Faustino, ficou com menos estatura para a luta das tabelas. A acção da norte-americana naturalizada (13 dos 23 pontos com que terminou foram obtidos neste último parcial) foi ainda mais decisiva a partir daí, mesmo depois de o 2º triplo de Laura Ferreira ter dado a maior vantagem ao seleccionado luso (41-51) no minuto 35. A Macedónia, bem apoiada pelo seu público, cresceu e com 30,8 segundos para jogar perdia apenas por um cesto (57-59). Portugal aguentou a pressão e a 4,5 segundos da buzina, Carla Nascimento encarregue de ir para a linha de lance livre, pela 2ª falta técnica ao banco macedónio (de que resultou a expulsão do seleccionador Goran Jovanovic) não tremeu, selando o resultado final.Resultado final: Macedónia 57-61 PortugalNo final do encontro registámos o comentário de Ricardo Vasconcelos, seleccionador luso: «Foi claramente um jogo de sacrifício de uma equipa que está a estagiar há 8 dias, o único dia de folga foi uma viagem de 13 horas e em metade do tempo de estágio não temos duas jogadoras por lesão. Obviamente que nestas circunstâncias jogar 4 jogos em 5 dias, hoje estávamos visivelmente cansados. A lesão da Lavínia (no minuto 13) obrigou-nos a jogar 27 minutos só com um poste. Portanto mesmo assim conseguir ganhar a uma equipa que jogou de forma (ilegal) porque alinhou com duas naturalizadas (era um jogo amigável), é sem dúvida um resultado brilhante, só possível devido a um grande espírito de sacrifício e muita entreajuda. O grupo de trabalho tem sido inexcedível, merecendo amplamente estas duas vitórias e acredito que elas constituam um grande alento para o futuro.». Na selecção de Portugal mais uma grande prestação da poste Sofia Carolina, que fez um duplo duplo (17 pontos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 desarmes de lançamento e 4 faltas provocadas com 7/8 nos lances livres). Não houve estatística oficial, mas seguramente que teria discutido a atribuição do MVP da partida, pelos indicadores que registámos. Foi bem acompanhada pela base Carla Nascimento (8 pontos, 1/4 nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres), Laura Ferreira (10 pontos, 2/6 nos triplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 2 desarmes de lançamento e 3 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres), Daniela Domingues (7 pontos, 1/2 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e Inês Faustino (6 pontos, 1 ressalto defensivo, uma assistência e 4 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres). Na selecção da Macedónia a mais produtiva e influente foi Chrissy Givens, melhor marcadora do jogo (23 pontos e 5 faltas provocadas com 5/8 nos lances livres), muito bem secundada por Andzelika Mitrasinovic (15 pontos e 5/7 nos lances livres) e Aleksandra Stojanovska (10 pontos). No final do encontro as duas capitãs Carla Nascimento e Monika Gavrilovska receberam os troféus relativos ao vencedor e vencido do jogo, respectivamente. Ficha de jogoSports Hall em Zirovnica (Eslovénia) Macedónia (57) – Andzelika Mitrasinovic (15), Aleksandra Stojanovska (10), Chrissy Givens (23), Ivana Kmetovska (2) e Monika Gavrilovska (3); Ashley Paris (2) e Nena Sekulovska (2) Portugal (61) – Carla Nascimento (8), Daniela Domingues (7), Ana Oliveira (4), Laura Ferreira (10) e Sofia Carolina (17); Inês Faustino (6), Lavínia Silva (5), Jessica Almeida, Francisca Braga (2) e Dora Duarte (2)Por períodos: 8-14, 15-14, 14-15, 20-18Árbitros: Spanic, Zupancic e PipanA comitiva lusa regressa hoje (4ª feira) a Portugal. O programa da viagem é duro: levantar cedo (07 H00), pequeno-almoço (07H30), saída do autocarro (08H00) com destino ao aeroporto de Trieste para embarcar no voo LH1935, com partida marcada para as 12H50 rumo a Munique, com chegada prevista para as 13H50.Depois uma longa espera (mais de 5 horas) para o voo LH1792 (partida às 19H30) com chegada a Lisboa prevista para as 21H40 locais.


«Temos de ganhar mais um jogo»

O treinador Carlos Lisboa mostra-se satisfeito com a vantagem de que dispõe na série (2-0), mas relembra que ainda falta ganhar um jogo para os encarnados serem campeões. O técnico promete a máxima seriedade na deslocação a Guimarães, e rigor na forma como irá preparar os jogos que ainda faltam disputar.

Carlos Lisboa ficou muito agradado com a forma como a equipa se apresentou no passado fim-de semana, já que dominou os dois jogos frente ao Vitória. “Vencemos com qualidade. Estar a ganhar por 2-0 é melhor do que estar a perder.”Para o técnico benfiquista a “defesa vale campeonatos”, pelo que esse será um aspeto fundamental a manter em Guimarães de forma a que o Benfica consiga fechar a série no Minho. “Para sermos campeões, temos de ganhar mais um jogo; temos de pensar dessa maneira.”Depois do habitual descanso, os encarnados já estão a preparar o jogo da próxima sexta-feira, às 20.30 horas. Os encarnados estão a atravessar um bom momento e Carlos Lisboa quer que ele se prolongue em Guimarães. “A equipa está bem fisicamente, mas tem de continuar o seu trabalho.”


«Estamos prontos»

Leia nos detalhes desta notícia a análise de Diogo faz à final e a esta partida, que pode ser decisiva.

O titulo está cada vez mais perto para a equipa do Benfica, e ainda que esteja a um triunfo de distância, Diogo alerta para o facto de equipa ter de se manter igual a si própria e focar-se apenas em ganhar o próximo jogo. “Sentimos que se continuarmos a defender bem e a jogar de forma coletiva, só nos falta uma vitória para alcançar o grande objetivo da época. Mas temos experiência destes momentos e vamos passo a passo, pois ainda não nos sentimos campeões.” A defesa foi a base do sucesso nos dois primeiros jogos, já que condicionou o sucesso do ataque vimaranense, levando a que adversário se mantivesse em branco durante alguns períodos dos jogos. “Foi um aspeto determinante, porque tivemos intensos e concentrados no que preparámos e porque no playoff subimos a nossa intensidade defensiva, pois sabemos que defendendo bem as vitórias ficam mais perto. O ataque ganha jogos e a defesa ganha campeonatos, é um lema que acreditamos e seguimos!” Tal como aconteceu no fim de semana passado, a estratégia passa por, o mais cedo possível, tentar fugir no marcador no sentido de resolver o jogo. Mas nem sempre isso é possível, mas o base encarnado mostra-se confiante que a equipa está pronta para conseguir vencer perante qualquer tipo de cenário. “Cada jogo tem a sua história. E sendo melhor começar bem, estaremos preparados para reagir a momentos menos bons durante os 40 minutos do jogo, sabendo que a pressão está do lado do Guimarães, que não pode perder mais nenhum jogo. Somos no entanto uma equipa que gosta de controlar os ritmos do jogo e é isso que vamos tentar fazer no jogo 3 da final.” O plano de jogo não sofrerá alterações, embora existam sempre algumas correções a serem feitas. Para o que resta desta final, Carreira não acredita em surpresas táticas como forma de resolver a série. “Será o 7º jogo entre as duas equipas esta época e já não há muitos segredos embora haja naturalmente detalhes a corrigir de jogo para jogo.” O jogo exterior do Vitória continua a ser a principal arma ofensiva do Vitória, e aquele que mais problemas poderá causar aos encarnados. Isso obriga a uma atenção redobrada por parte dos benfiquistas, embora isso não seja surpresa em função do scouting e do conhecimento adquirido nos confrontos anteriores. “O Vitória tem muitos e bons lançadores mas estaremos atentos a todos os jogadores. Sabemos das suas caraterísticas individuais, e será normal que quer nós, quer eles, tentem condicionar os aspetos mais fortes de cada equipa e cada jogador.” A possibilidade de conquistar o tricampeonato torna este título ainda mais especial, um feito que encheria de orgulho o capitão encarnado, e seria mais uma prova da hegemonia do Benfica nos últimos anos no basquetebol nacional. “Sem dúida que ser tricampeão seria um grande motivo de orgulho!! É difícil chegar ao topo mas é ainda mais difícil mantermo-nos lá. E vencer o campeonato 3 anos seguidos, ou 5 nos últimos 6, demonstra o excelente trabalho que o Benfica tem feito no basquetebol nos últimos anos e a ambição deste clube e desta equipa.” Mas para que tal aconteça, o Benfica tem ainda de bater o Vitória por mais uma vez. E para que isso volte a acontecer, Diogo Carreira não tem dúvidas que a equipa terá de manter-se focada nos dois lados do campo. “Sermos nós próprios, pormos em campo as nossas armas, jogando forte na defesa. Inteligentes no ataque, unidos em todos os momentos do jogo para ultrapassarmos a qualidade da equipa do Guimarães que vai fazer de tudo para não sair já derrotada neste jogo em sua casa. Estamos prontos!”


Miguel Queiroz: «Nada ficou por atingir»

O autor do cesto que deu o triunfo no segundo jogo do playoff, frente ao Illiabum, conta nesta entreviosta como tudo aconteceu.

Que balanço faz da época que agora terminou?Foi uma época muito positiva, evoluímos bastante como jogadores e, como pessoas, estamos muito mais maduros. Alcançar as meias-finais da Taça de Portugal e termos sido campeões da Proliga é o reflexo da nossa evolução e do nosso trabalho. Olhando para trás, ficou alguma coisa por conquistar ou meta a atingir?O projeto Dragon Force não é constituído por nenhum modelo competitivo de raiz, é sim um clube para formar atletas competindo. Claramente que depois de estarmos em prova há algo que nos está no sangue, que é vencer, e temos o modelo deste clube que é jogar para vencer. Logo, gostaríamos de ter ganho na final Torneio António Pratas. Fomos Campeões e sem nunca esquecer que estivemos na meia-final da Taça de Portugal, logo acho que não ficou nada por atingir. Quando começaram a época, os objetivos definidos coincidiam com o que conquistaram? Ou foram redefinindo objetivos à medida que a época avançou?Quando começámos a época só tínhamos como objetivo trabalhar muito, evoluir cada dia, e preparar a equipa para o futuro. Face aos resultados que fomos obtendo ao longo da época tornou-se possível aliar ao objetivo do início da temporada a outro, o de de sermos campeões nacionais da Proliga. E foi isso que fizemos. Foi difícil chegar ao título de campeão da Proliga?Claro que sim, desde que o playoff começou não tivemos nenhum jogo fácil, tivemos de nos superar para alcançar o título. A final foi muito bem disputada, o Illiabum tem uma excelente equipa, em ambos os jogos estiveram a frente do marcador muito tempo, mas mostrámos que emocionalmente crescemos imenso e fizemos parecer que dentro de campo só éramos jovens fisicamente. Foi essa tranquilidade emocional que nos deu o título. A mudança para o Porto correspondeu totalmente às suas expetativas?Sim, é impressionante, em termos de quantidade e qualidade, como se trabalha aqui. Desde cedo apaixonei-me pelo método de trabalho e pela mentalidade que toda a gente à nossa volta nos passa. Além disso, temos as condições e os melhores profissionais a nossa volta. E o mais importante, os nossos adeptos são incríveis, é de enaltecer a forma como eles estão lá sempre para nos apoiar, a forma como eles nos seguem dia-a-dia, o carinho que nos dão e a tranquilidade que nos passam. Este ano saímos invictos do Dragão Caixa, e grande parte do mérito e deles! Na sua opinião, o que fez com que a equipa do Dragon Force fosse melhor que os adversários?Sem qualquer dúvida fomos melhores porque trabalhámos melhor que os nossos adversários. No início do ano poucos acreditavam que podíamos fazer aquilo que fizemos, e dentro de campo, com muito trabalho e sacrifício, mostrámos que era possível. O que lhe passou pela cabeça quando converteu o cesto que valeu o título?É uma sensação de uma vida, provavelmente. Marcar um cesto, ver os teus colegas a correr para ti, e 1600 pessoas de pé ao rubro, foi claramente o melhor momento da minha vida. Sente o desejo de voltar a competir na LPB?Sim, claro que sim, apesar da Proliga ser muito competitiva e com jogadores muito competentes, a Liga está num patamar acima, e com bem mais qualidade. Mas neste momento não estamos preocupados com isso, continuamos a trabalhar, a preparar a fase final de sub-20, e a próxima época. Uma chamada à Seleção Nacional seria o culminar de uma época perfeita?Sim, para qualquer atleta é um orgulho enorme representar Portugal, sinto que estou melhor, e melhor preparado que os 2 anos anteriores em que fui chamado.


1ª Ação – Estágio de Observação

Nos detalhes desta noticia poderá consultar a lista das atletas que irão ser observadas neste estágio.


Vitória justa sobre a Macedónia levanta o moral luso

E apesar de o grupo em termos de treinos e jogos estar reduzido a 10 jogadoras face às lesões musculares de Michélle Brandão e Aurélie Pinto, o facto é que o espírito de grupo sai fortalecido porque é preciso mais sacrifício, mais união e mais querer. Foi isso que aconteceu neste primeiro teste com a Macedónia, adversário que nos derrotou há um ano na fase de qualificação disputada em Israel (Tel Avive), a contar para o EuroBasket 2013. A vitória merecida, diga-se desde já, sorriu às nossas cores numa partida em que a partir do minuto 7 (8-9), ainda no quarto inicial, estivemos sempre à frente com excepção de uma igualdade (16-16 no minuto 14), já no 2º período.No 1º quarto (8-14) as nossas representantes defendendo bem e atacando o cesto com decisão carregaram de faltas as adversárias, permitindo sucessivas idas à linha de lance livre, com destaque para Laura Ferreira com 3 faltas provocadas neste parcial. A Macedónia entrando com as duas norte-americanas de início (Chrissy Givens e a poste Ashley Paris), sentia muitas dificuldades para acertar com o cesto. No 2º período (15-12) a Macedónia reduziu para a diferença mínima (13-14) logo no minuto 12, com um triplo de Givens mas Carla Nascimento respondeu com um duplo logo a seguir, mantendo o seleccionado luso no comando (13-16). Mitrasinovic acertou outro triplo empatando (16-16) no minuto 14, mas Daniela Domingues não esteve pelos ajustes e na resposta marcou uma bomba (16-19) ainda no minuto 14. A partir daí Portugal nunca mais perdeu a liderança do marcador, tendo disparado para 18-26 com o 2º triplo de Carla Nascimento a cair à entrada do minuto 16, o que obrigou Goran Jovanovic a pedir o seu 2º desconto de tempo. A paragem surtiu efeito pois conseguiu parar o ataque luso que não conseguiu voltar a encontrar o caminho para o cesto, atingindo-se o intervalo com a vantagem de 3 pontos para Portugal (23-26).No 3º quarto (11-20) a dinâmica das comandadas de Ricardo Vasconcelos não baixou de intensidade e com a subida de rendimento de Inês Faustino (7 pontos) e Jessica Almeida (4 pontos), que apareceram mais confiantes e eficazes, a selecção lusa conseguiu chegar à maior diferença (13 pontos) no minuto 29 (33-46) através de dois lances livres convertidos por Daniela Domingues, a 13,2 segundos da buzina que assinalou o final deste parcial (34-46). No último período (13-6) a Macedónia carregou com todas as suas armas, nomeadamente Chrissy Givens e a extremo/poste esquerdina Kmetovska, as melhores marcadoras da equipa, ambas com 12 pontos, mas Sofia Carolina que teve outro excelente desempenho, particularmente a defender (5 ressaltos e 3 desarmes de lançamento), não permitiu grandes veleidades, nem sequer à sua adversária directa (Ashley Paris) que participou esta temporada na Liga da Turquia (Mersin Buyuksehüe) e já jogou na WNBA (Los Angeles Sparks). O melhor que a Goran Jovanovic conseguiu foi limitar o ataque luso a apenas 6 pontos, curiosamente todos da autoria de Sofia Carolina (2 duplos e 2 lances livres), convertidos até ao minuto 36. A exclusão de Gavrilovska (5 faltas) no minuto 37, com o resultado a favor das nossas cores (42-52), pesou na confiança e no acreditar das suas companheiras, que só conseguiram baixar a fasquia para os 5 pontos finais, com acções das duas norte-americanas (Givens e Paris). Resultado final: Macedónia 47-52 PortugalComo vem sendo habitual, recolhemos o depoimento do seleccionador Ricardo Vasconcelos sobre o jogo: «O que me parece importante de salientar na vitória de hoje foi, do ponto de vista defensivo, a consistência verificada, pois jogámos com uma equipa que apresentou duas norte-americanas (jogaram em duas boas Ligas europeias, na Turquia e na Roménia). A nível individual depois de no 2º jogo contra a Eslovénia terem aparecido a Daniela, a Carla e a Laura, todas jogadoras exteriores, hoje foi a vez de uma Inês Faustino e uma Jessica emergirem também, com um desempenho muito acima aos anteriores 2 jogos. Por último o facto de termos conseguido gerir melhor os minutos da Sofia Carolina (24 minutos de utilização) sem que a equipa perdesse qualidade defensiva, possibilitou à mesma um jogo muito bem conseguido, quer no plano defensivo, quer no plano ofensivo. Foi claramente a jogadora mais sólida dentro de campo. Penso que este é um factor muito importante para todo o grupo, o ela poder descansar uns minutos no banco sem que a dinâmica da equipa se ressinta, aquando da sua ausência em campo.». Destaque na selecção portuguesa para a prestação da poste Sofia Carolina (12 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 desarmes de lançamento, 1 roubo e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), bem acompanhada por Daniela Domingues (9 pontos, 1/2 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e um desarme de lançamento), Carla Nascimento (8 pontos, 2/4 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência e 1 roubo), Laura Ferreira (9 pontos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e3 faltas provocadas com 4/6 nos lances livres), Inês Faustino (8 pontos, 1/3 nos triplos, 1 ressalto defensivo, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres) e Jessica Almeida (4 pontos, 1 ressalto defensivo, uma assistência e 2 roubos).Na equipa da Macedónia as mais produtivas foram Chrissy Givens e Ivana Kmetovska , ambas com 12 pontos, logo seguidas de Andzelica Mitrasinovic (9 pontos). Ashley Paris (1,91 m) desiludiu, não se entendendo com a marcação cerrada levada a cabo por Sofia Carolina, que a meteu no bolso. Ficha de jogoSchool Hall, em Kranjska Gora Macedónia (47) – Andzelika Mitrasinovic (9), Aleksandra Stojanovska (2), Chrissy Givens (12), Ivana Kmetovska (12) e Ashley Paris (4); Monika Gavrilovska (5), Nena Sekulovska (3) e Dragana Jolovic Portugal (52) – Carla Nascimento (8), Daniela Domingues (9), Ana Oliveira, Laura Ferreira (9) e Sofia Carolina (12); Lavínia Silva (2), Jessica Almeida (4), Inês Faustino (8), Dora Duarte e Francisca Braga Por períodos: 8-14, 15-12, 11-20, 13-6Árbitros: Gregor Cesen, Vinko Zovko e Goran GrbicAmanhã (3ª feira) as duas equipas voltam a defrontar-se à mesma hora, desta feita na terra natal do seleccionador da Macedónia, Goran Jovanovic, uma pequena localidade (Zirovnica) a cerca de 20 quilómetros de Kranjska Gora.


Ginásio na Final Four

A equipa da Figueira da Foz junta-se a Dragon Force, Estoril BC e SL Benfica na luta pelo titulo de campeão nacional.

Após vitórias no Campeonato Distrital – 10º título neste escalão nas últimas 12 épocas – e na Taça Distrital, a equipa treinada por Luís Dionísio classificou-se na 2ª posição da Zona Norte do nacional, indo disputar a final com o Dragon Force, Benfica e Estoril ( 30,31 de maio e de Junho, em Lisboa.Estão de parabéns os jogadores Alberto Malafaia, André Mendes, André Silva, Bernardo Neves, Daniel Esteves, Eduardo Henriques, Guilherme Aroso, Micael Oliveira, Nuno Bonfim, Pedro Cecílio, Tiago Gil, o treinador Luís Dionísio e o Seccionista António Gil.


Benfica dilata vantagem

Com este triunfo, os encarnados garantiram desde logo, que o fator casa, caso seja necessário, esteja garantido, e que o Vitória não pode mais errar. Os encarnados mostraram-se novamente muito fortes desde o começo do jogo, obrigando desde o 1º período a equipa vimaranense a ter que correr atrás do prejuízo. Apesar de uma boa reação dos vitorianos, o Benfica praticamente matou o jogo no inicio do segundo tempo.

À semelhança do que tinha sucedido no jogo 1, o Benfica entrou determinado em cedo resolver o encontro. Uma vez mais a qualidade e eficácia ofensiva do Benfica, sobretudo por parte de Jobey Thomas,15 pontos no 1º período, já que converteu tudo que lançou ao cesto (dois de 2 pontos, 3 triplos e 2 lances-livres). O Vitória ainda se manteve perto no resultado nos primeiros 4 minutos do período, altura em que perdia por uma (7-8), só que um parcial de 17-0 fazia os encarnados disparar no marcador (25-7). Os vimaranenses estiveram mais de quatro minutos sem conseguir fazer pontos, pelo que no final do 1º período, a tarefa do Vitória já estava extremamente complicada (29-12).A paragem no jogo fez bem à equipa forasteira, uma vez que surgiu muito melhor no 2º período. Mais agressiva a defender, e sobretudo mais eficaz no lançamento, facto que se traduzia numa melhoria ofensiva da equipa minhota. Em pouco mais de três minutos, os comandados de Fernando Sá reduziam para onze pontos (21-32) a diferença que separava as duas equipas, com Carlos Lisboa a ter que parar o jogo. O jogo passou a ser muito mais dividido, o Benfica a tentar explorar o seu jogo interior, e o Vitória a somar pontos da linha de lance-livre, José Silva depois de um período em branco começava a aparecer no jogo, e a beneficiar de muitos segundos lançamentos provenientes de uma boa presença na tabela ofensiva. Um triplo de Balseiro, a 2.17 minutos do final da 1ª parte, fazia com que os visitantes conseguissem baixar a barreira dos dez pontos de diferença (34-42), mas os instantes finais da 1ª parte não foram favoráveis ao Vitória. A equipa não acertou com os tiros, o mesmo se poderá dizer do Benfica, se bem que os encarnados aproveitaram muito bem as idas para a linha de lance-livre para restabelecerem uma vantagem mais confortável até final do 1º tempo (47-34).Depois de um 2º período em que a equipa encarnada tinha perdido eficácia no lançamento de longa distância (1/6), o Benfica surgiu no segundo tempo a fazer uso dos triplos como principal arma ofensiva. Bastaram 1. 40 minutos para que as águias, com um parcial de 8-0 (2 triplos), aumentassem a vantagem para mais de vinte pontos (55-34). Fernando Sá parou de imediato o jogo na tentativa de interromper o bom momento do adversário.De pouco serviu a paragem, já que com Jobey Thomas de novo no campo, o Benfica continuava a aumentar distâncias (60-34), e só passados 3 minutos, um triplo de Meier, fez o marcador de novo mexer a favor do Vitória (60-37). Os vimaranenses estabilizaram a diferença nos vinte pontos (64-44), mas a parte final do período voltou a ser-lhes desfavorável, já que nos últimos 3 minutos, só mesmo em cima do final do período, somou dois pontos, impedindo que conseguissem reentrar na discussão do jogo (69-46).O tempo corria a favor dos benfiquistas, mas o Vitória recusava-se a entregar o jogo. Um bom período dos vimaranenses, permitiu-lhes reduzir a diferença para os 57-74, quando ainda faltavam seis minutos para serem jogados. O Benfica responde com seis pontos consecutivos (80-57), e matava quase em definitivo o jogo. O encontro caminhava para o fim, mas isso não impedia que o Vitória lutasse pelo melhor resultado possível. Os pontos sucediam-se para ambas partes, com o espetáculo a sair beneficiado, num encontro em que o Benfica dominou por completo.O norte-americano Jobey Thomas (23 pontos, 4 assistências e 2 ressaltos) voltou a desequilibrar, e foi peça fundamental na fase em que o Benfica disparou no marcador. Seth Doliboa (15 pontos e 3 ressaltos) esteve bem, assim como a dupla composta por Carlos Andrade (7 pontos e 16 ressaltos, 7 dos quais ofensivos) e David Jr (11 pontos e 8 ressaltos), decisiva no domínio da luta do ressalto (38-25).O base vitoriano Pedro Pinto (17 pontos, 8 assistências, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) foi o MVP do jogo, com 28 de valorização, ainda que tenha sido José Silva o melhor marcador do Vitória com 20 pontos, isto depois de ter ficado em branco no 1º período. Anthony Meier (10 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências), sem ter estado brilhante, teve uma prestação positiva.


Académico junta-se ao Benfica

A equipa liderada por Paulo Fidalgo deu a volta à série, ao saber tirar partido do fator casa para somar os dois triunfos que a colocam no principal escalão do basquetebol feminino.

O 1º período foi típico de um encontro que marcava uma temporada, onde se jogava todo o esforço e trabalho desenvolvido ao longo de uma época. Apesar da baixa pontuação (11-5), a equipa da casa já liderava no final dos primeiros 10 minutos. Até ao intervalo, as duas equipas melhoraram a sua eficácia ofensiva, e depois de um empate a 16 pontos, as visitadas recolhiam aos balneários na frente do marcador por 27-21. Tal como tinha acontecido no dia anterior, as comandadas de Paulo Fidalgo entraram forte no segundo tempo, que assim conseguiram aumentar a vantagem pontual que dispunham até final do 3º período (49-37).Tendo em conta a baixa pontuação do jogo, onze pontos de vantagem não deixava de ser uma almofada pontual interessante para a equipa da casa poder gerir no derradeiro período. Embora tenha sido o quarto em que a formação da Amadora mais pontos conseguiu (20 pontos) tal não bastou para que a equipa forasteira fosse capaz de dar a volta ao resultado.A atleta Joana Cruz, registou um fantástico duplo-duplo (14 pontos e 21 ressaltos, oito dos quais foram ofensivos), e voltou a ser a MVP do jogo com 30 de valorização. Foi novamente bem acompanhada por Joana Ferreira, a melhor marcadora da equipa nortenha com 23 pontos. Sara Ferreira (10 pontos) terminou igualmente o jogo na casa das dezenas em pontos marcados.Vanessa Costa (19 pontos, 4 ressaltos e 3 roubos de bola) voltou a estar muito bem, tendo sido o melhor elemento do conjunto da Amadora. Mas nem com o contributo de Joana Araújo (10 pontos, 9 ressaltos e 2 roubos de bola) a equipa lisboeta conseguiu a vitória, muito por culpa das fracas percentagens de lançamento que obteve durante o encontro.


Treino de duas horas ao final da tarde para acertar agulhas

Assim a equipa teve direito a uma manhã diferente, com tempo para descansar e relaxar na piscina interior do Hotel Kompas, um quatro estrelas bem equipado e com boas condições. Além da selecção portuguesa estão cá hospedadas as congéneres da Macedónia (seniores) e da Rússia (Sub20), ambas femininas.

À tarde o seleccionado luso treinou no Sports Hall Vitranc (recinto onde se jogou com as eslovenas), um treino de duas horas que serviu também para acertar a estratégia tendo em vista os 2 jogos de preparação agendados com a selecção da Macedónia (2ª e 3ª feira). No apronto não participaram as duas lesionadas (a base Michélle Brandão e a extremo/poste Aurélie Pinto). A fisioterapeuta Bárbara Rola fez-nos o ponto de situação em relação a ambas: «A Michélle fez uma lesão muscular nos adutores, durante o 1º jogo com a Eslovénia, anteontem. Por sua vez a Aurélie contraiu uma lesão, também muscular, nos isquio-tibiais, no 2º período da partida de ontem. Têm feito trabalho de recuperação e talvez amanhã a Michélle já possa treinar sem limitações. No caso de Aurélie, por ser mais recente, a recuperação será mais lenta.». Depois do treino e antes do jantar as mais interessadas pelo futebol puderam seguir a final da Taça de Portugal, entre o Benfica e o Rio Ave, nos portáteis. Depois do jantar havia outro espectáculo para ver: a final da Euroliga masculina, jogada em Milão e que terminou com a vitória do Maccabi Telaviv (10º troféu) ao bater o Real Madrid por claros 96-84, após prolongamento. O base Rice (norte-americano naturalizado) da equipa israelita foi o MVP da partida com uma 2ª metade espectacular. Porque na recepção do hotel estava um grupo de mais de vinte israelitas a assistir à partida e não havia mais lugares sentados, o staff da selecção decidiu em boa hora ver a 2ª parte (e ainda o prolongamento) a um café-bar no centro desta pequena cidade (a 3 minutos do hotel), num vale com paisagens espectaculares, encastrada entre montanhas, alguma ainda com os picos cobertos de neve, a fazer lembrar autênticos postais. Amanhã (2ª feira), vamos ter pela frente um adversário que já conhecemos bem. Recorde-se que em Junho do ano passado foi o nosso primeiro opositor na fase de qualificação (Grupo D) do EuroBasket 2013, em Ramla (Tel Avive). Perdemos (56-60) num jogo em que acordámos tarde. Teremos que ser mais consistentes do que há um ano, até porque Goran Jovanovic, seleccionador da Macedónia ainda tem um dilema para resolver. Conta com duas opções (duas norte-americanas naturalizadas) e certamente que estes jogos de preparação servirão para ele poder tomar a decisão que melhor sirva os interesses da equipa, fazendo alinhar as duas: Chrissy Givens (que fez a campanha de 2013) e jogou esta época no Municipal Targoviste, da Roménia e a extremo/poste Ashley Paris (1,91m) que alinhou pelo Mersin Buyuksehie (Liga da Turquia) com participação na EuroCup. Da restantes adversárias que nos defrontaram em Israel (só jogaram 6) a base Slavica Dimovska não consta da lista oficial, mas entretanto Jovanovic resolveu convocar a veterana Monika Gavrilovska, extremo/poste de 37 anos que no jogo de há um ano foi a MVP da partida, com um duplo-duplo (14 pontos e 13 ressaltos sendo 4 ofensivos). Haverá ainda que ter atenção a Elena Radenkovic , outra jogadora interior que contribuiu para a superioridade macedónia nas tabelas, com 9 ressaltos sendo 6 ofensivos, a par de Ana Tanturovska (7 ressaltos, 2 triplos e 5 roubos). Não se nos afigura tarefa nada fácil.


Benfica entra a vencer

Os encarnados cedo retiraram as aspirações ao adversário de poderem discutir o triunfo, uma vez que desde o quarto inicial os benfiquistas fugiram no marcador. Jobey Thomas voltou a ser decisivo, num encontro em que voltou a revelar uma tremenda eficácia no capítulo do lançamento. As duas equipas voltam a encontrar-se este domingo, às 14.30h, novamente no Pavilhão Fidelidade para o 2º jogo desta série decidida à melhor de cinco.

Vencer o primeiro jogo de um playoff final é sempre importante, não só porque é motivador, bem como permite alguma margem para erro para equipa que vence, neste caso o Benfica, que assim mantém o fator casa.E os comandados de Carlos Lisboa não deixaram que o jogo se arrastasse, assumindo desde a bola ao ar o comando do marcador. A equipa vitoriana manteve-se na discussão do resultado até meio do 1º período, altura em que perdia por 8-13, mas cedeu nos últimos 5 minutos. Um triplo de Mário Fernandes deu inicio a um parcial de 8-0, fazendo que os benfiquistas disparassem no marcador (21-8). No final do período a vantagem da equipa da casa não sofria alteração, já que o marcador registava 27-14.Nos primeiros minutos do 2º quarto, a equipa do Vitória ainda conseguiu baixar a diferença pontual até aos 10 pontos (17-27), mas um novo bom período por parte dos benfiquistas, parcial de 9-0, fazia subir a diferença para muito perto dos vinte pontos (36-17). Um objetivo alcançado com mais um triplo de Jobey Thomas (43-22), que se mostrava letal a lançar ao cesto e não parava de somar pontos (15 pontos ao intervalo). As duas equipas recolhiam aos balneários separadas por vinte e um pontos (48-27), uma almofada pontual bastante confortável, e que refletia a qualidade e eficácia ofensiva do conjunto encarnado.No segundo tempo a equipa vimaranense nunca foi capaz de reentrar na discussão do jogo, com a diferença que separava as duas equipas a rondar quase sempre os vinte pontos. O Benfica explorava o seu jogo interior, David Weaver foi durante o 3º período a sua principal referencia ofensiva, assim como os contra-ataques, já que dominava a luta do ressalto (43-27).O jogo exterior do Vitória não funcionou , muito por culpa da falta de eficiência nos lançamentos de longa distância, se bem que as concretizações em áreas mais próximas do cesto tenham sido uma boa opção (11/33 – 33%). O norte-americano do SL Benfica, Jobey Thomas (27 pontos e 2 assistências), foi determinante para que o Benfica disparasse no marcador, aliando os pontos a uma enorme pontaria, especialmente nos 3 primeiros períodos. No entanto, Mário Fernandes (13 pontos, 8 assistências e 7 ressaltos), seria o MVP do jogo com 24 de valorização, fruto de uma prestação muito completa do base benfiquista. A dupla formada por Doliboa (8 pontos e 12 ressaltos) e David Jr (13 pontos e 5 ressaltos) teve um peso importante no domínio do jogo nas áreas mais próximas da tabela.O extremo José Silva (4 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola), com 16 pontos, foi o melhor marcador do Vitória, com o base Pedro Pinto (10 pontos, 5 ressaltos, 4 assistências e 2 roubos de bola) a ser depois o único jogador do resto da equipa a terminar o encontro na casa das dezenas em pontos marcados.


SL Benfica garante subida à Liga feminina

Depois da vitória alcançada em Calvão no fim de semana passado, as benfiquistas fecharam a série (2-0) disputada à melhor de três jogos.

A equipa liderada por André Cardoso esteve sempre no comando do marcador, e ao intervalo já venciam por 34-27. No segundo tempo, o Benfica não abrandou a sua intensidade, que aliada a uma boa eficácia no lançamento, fez com que, naturalmente, diferença pontual entre as duas equipas se fosse avolumando até aos 68-44 finais.Com esta vitória, o Benfica garante a subida à Liga Feminina e está na Final do Campeonato Nacional I Divisão, que terá lugar a 25 de Maio, em Vila Pouca de Aguiar. Foi o culminar de um trajeto para a grande maioria das atletas que compõem o plantel, já que iniciaram a prática da modalidade no clube e conseguiram levá-lo até aos escalão máximo do basquetebol feminino.2º finalista decide-se na negraAinda falta apurar o outro finalista, uma vez que a série entre AFC e ESA está empatada a um. Depois do triunfo da equipa da Amadora na jornada inaugural, a formação do Académico, a jogar em casa, empatou a eliminatória este sábado depois do triunfo por 79-57.Apesar da diferença pontual que se registou no final do jogo, só na segunda parte a equipa nortenha conseguiu fugir no resultado. Os primeiros 20 minutos foram de grande equilíbrio, com o Académico a ir para o descanso a vencer pela diferença mínima (30-29). Na etapa complementar, o conjunto liderado por Paulo Fidalgo revelou-se superior, alargou distâncias no 3º período (51-43), e ao dobrar a marcação de pontos do seu adversário no último quarto (28-14), acabou por empatar a série a um.O 3º, e decisivo jogo, disputa-se este domingo, às 16.30h, com o vencedor a garantir a subida à LFB, bem como o direito a disputar o jogo do titulo frente à equipa benfiquista.A atleta do Académico, Joana Ferreira (16 pontos, 5 ressaltos, 4 roubos de bola e 3 assistências), foi a MVP do jogo com 21 de valorização, seguida de perto por Joana Cruz (14 pontos, 8 ressaltos e 3 roubos de bola) e Isabel Leite (13 pontos, 5 ressaltos e 3 roubos de bola).Na equipa da Amadora, Vanessa Costa ficou muito perto de um duplo-duplo (14 pontos e 9 ressaltos), e Ana Silva foi a melhor marcadora da equipa com 16 pontos.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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