Artigos da Federaçãooo
«Melhorámos drasticamente»
Mas os erros cometidos nesse encontro já foram identificados e o base norte-americano assegura que os açorianos estão a postos para alcançar a terceira vitória consecutiva a jogar em casa.
O base da equipa açoriana tem noção que o jogo desta ronda não vai ser fácil, até porque ambas as equipas estão a subir de rendimento nesta fase da temporada. “Temos um grande desafio pela frente no próximo sábado, uma vez que defrontamos o Sampaense. As duas equipas conseguiram recentemente subir na classificação e estão a jogar basquetebol com qualidade.” Smith prevê emoção até ao fim, embora esteja certo que a equipa açoriana evoluiu muito desde o confronto da 1ª volta do campeonato. “Prevejo que o jogo seja equilibrado e venha a ser decidido apenas nos momentos finais. Sentimos que melhoramos drasticamente desde a última vez que os defrontamos em Dezembro. Temos alguns atletas que irão jogar com pequenas lesões mas continuamos confiantes naquilo que poderemos fazer durante o jogo.”O norte-americano destaca a qualidade do jogo exterior do adversário, embora considere ser igualmente importante, o Lusitânia corrigir alguns erros cometidos no último embate entre as duas equipas. “O Sampaense tem três bases muitos talentosos com uma enorme capacidade para fazer pontos. Sabemos que irá ser muito difícil de os conseguir anular completamente, mas iremos tentar, pelo menos, reduzir a sua capacidade ofensiva. No ultimo confronto permitimos 18 ressaltos ofensivos, para além de termos cometido 16 turnovers. Reconhecemos que temos de eliminar este tipo de erros de modo a podermos ter hipóteses de vencer no sábado.” “Temos o desejo de conseguir a nossa terceira vitória consecutiva a jogar em casa”, desejo manifestado por James Smith numa altura em que o Lusitânia luta por uma vaga no playoff.
«Capacidade de luta e entreajuda»
A vitória é moralizadora e “serve para mostrar que a equipa tem valor”. Segue-se o Terceira Basket e o conjunto de Esgueira não quer sair do trilho do sucesso.
Depois de um inicio brilhante, a equipa viveu um ciclo menos positivo. Encontra alguma explicação para esta aparente baixa de rendimento?É verdade que realizámos uma primeira volta de campeonato com resultados muito positivos, aumentando, de certa forma, as expectativas em relação à nossa equipa. O que é facto é que fomos ganhando com mérito, conseguindo ser fortes nas partes finais dos encontros, mas, na minha opinião, alguns desses jogos também poderiam ter caído para os nossos adversários. Assim, não podemos encontrar uma grande explicação para esta fase negativa que temos vindo a atravessar, temos é que atribuir mérito e competência aos nossos adversários que demonstraram ser mais fortes e eficazes. Acredita que esta vitória frente ao Dragon Force poderá ser o inicio de uma nova fase?Mais importante do que pensar num novo ciclo, acredito que esta vitória foi importante para demonstrar que, apesar dos resultados negativos que temos vindo a obter, esta equipa tem valor.Consegue apontar os fatores que permitiram quebrar o ciclo vitorioso do Dragon Force?Na minha opinião, a vitória contra o Dragon Force só foi alcançada devido ao reaparecimento dos fatores que mais caraterizam a nossa equipa, capacidade de luta, entreajuda defensiva e um forte espírito de união em campo. Para além destes, é importante destacar que o apoio incondicional que o público de Esgueira nos transmite é, sem dúvida, uma grande ajuda para os jogadores.Julga que os próximos jogos em casa serão decisivos para definir a vossa posição final nesta fase regular?Faltando-nos, apenas, dois jogos para terminarmos a fase regular, parece-me, que para almejarmos mais que o sétimo lugar teremos que ganhar os próximos dois jogos, sendo certo que mesmo assim poderá não chegar para subirmos na tabela. O próximo frente ao Terceira, adversário direto na classificação, será importante para a luta pelo 5º lugar. Um adversário que se mostrou muito complicado na 1ª volta. A ausência de alguns jogadores explicam o resultado desnivelado desse jogo?O jogo com o Terceira é tão importante como foram todos os outros anteriormente. É importante termos presente que sofremos uma derrota pesada nos Açores, e, nesse sentido, não será uma tarefa fácil conseguir ter vantagem no confronto direto. Na minha opinião, é mais importante pensar, apenas, em ganhar os próximos jogos sem olhar muito para o que vai acontecer com os nossos adversários. Quanto às ausências, para mim, não explicam a derrota que sofremos, na verdade eles conseguiram ser melhores que nós em todos os aspectos do jogo.Concorda que a luta das tabelas e o jogo exterior do Terceira serão os principais problemas a ter em conta no jogo do próximo fim-de-semana?Concordo plenamente. A equipa do Terceira possui um jogo interior forte que aliado à grande rapidez dos jogadores exteriores nos irá causar imensos problemas. Na sua opinião, o que mudou na equipa do Esgueira no jogo frente ao Dragon Force, e que deverá ser mantido no próximo confronto?Será importante manter uma boa atitude defensiva e conseguir equilibrar a luta das tabelas.
Torneio triangular de Stª Comba Dão – Sub 16 Fem
O Torneio organizado pela AB Viseu, contou com o apoio da secção de basquetebol da Casa do Benfica e do Município local, tendo os jogos sido disputados no Pavilhão Municipal, que contou com a direcção dos árbitros David Ferreira, Dylan Fernandes e das oficiais de mesa Ana Pires e Carolina Marques do CAD da ABViseu.
Dowe eleito MVP
Saiba nos detalhes da notícia quem mais brilhou durante o fim-de-semana.
MVP Global, Chris Dowe, Sampaense Basket, 41.5 de valorizaçãoVoltou a desempenhar um papel fulcral em mais um triunfo da equipa, desta vez diante o Galitos do Barreiro. O base ficou muito próximo de um triplo-duplo (24 pontos, 9 assistências e 8 ressaltos) em mais um jogo em que comprovou ser um jogador de grande qualidade. Contribuiu ainda com 2 roubos de bola e provocou 6 faltas na equipa adversária, o que demonstra os problemas criados à equipa do Barreiro.MVP Nacional – Pedro Pinto, Vitória Sport Clube, 29.5 de valorizaçãoA época está a ser muito positiva para o base português, que cada vez mais se tem destacado pela sua habilidade em encontrar companheiros para lançar ao cesto em perfeitas condições. Pedro Pinto foi determinante no sucesso do Vitória frente ao Lusitânia, tendo contribuído com 21 pontos, 13 assistências, 3 ressaltos e 2 roubos de bola, números que reveladores de mais uma exibição completa do internacional português.5 IDEALPosição 1: Pedro Pinto, Vitória Sport Clube, 29.5 de valorizaçãoÉ o MVP Nacional da rondaPosição 2: Chris Dowe, Sampaense Basket, 41.5 de valorizaçãoÉ o MVP Global do fim-de-semana.Posição 3: João Soares, UD Oliveirense, 25.5 de valorizaçãoO atleta português voltou às boas exibições, ainda que esta não tenha sido recompensada com o êxito da equipa. No desafio frente aos atuais campeões nacionais, o extremo registou 19 pontos, 10 ressaltos e 4 assistências, tendo sido um dos mais inconformados na equipa de Oliveira de Azeméis.Posição 4: Zane Campbell, SC Lusitânia/EXPERT, 26.5 de valorizaçãoNão foi por falta de eficácia ofensiva que a formação açoriana saiu derrotada de Guimarães. Zane Campbell já tinha demonstrado que tem qualidade para fazer pontos, embora contribua em outras áreas do jogo. Na derrota frente ao Vitória, contabilizou 25 pontos, 9 ressaltos, 2 desarmes de lançamento e 1 roubo de bola, em mais prestação de grande qualidade deste jogador norte-americano.Posição 5: Sergi Coll, Ovarense Dolce Vita, 34 de valorizaçãoCom a ausência de Miguel Miranda, o poste espanhol tornou-se ainda mais na referencia interior da Ovarense no jogo frente ao CAB Madeira. Papel que desempenhou quase na perfeição, já que para além da sua habitual eficácia (10/12 – 83%), Sergi esteve muito bem na luta das tabelas (12), inclusive na ofensiva onde capturou 7 ressaltos. Aos 22 pontos que registou, somou 1 roubo de bola e 1 desarme de lançamento, isto num jogo em que os vareiros estavam pressionados a terem que vencer.
Duelo de portuguesas em Espanha
Na mesma competição, o ADBA de Débora Escórcio não foi bem sucedido, uma vez que perdeu em casa, com o Arxil. E em França, o Rouen de Filipe da Silva já leva cinco desaires consecutivos… Confira tudo, nos detalhes desta notícia.
O Rouen de Filipe da Silva ainda não conseguiu sair da espiral de resultados negativos. Este fim-de-semana a equipa somou a 5ª derrota consecutiva na Pro B francesa, na visita ao Denain, por 61-64. O base português alinhou 25 minutos, durante os quais somou 6 pontos, 3 ressaltos e 5 assistências.Na divisão abaixo (a NM1), o Chartres perdeu na receção ao La Rochelle, por 58-66, e ocupa a 10ª posição da geral. Arnette Hallman esteve 33 minutos em campo e marcou 3 pontos, capturou 9 ressaltos, distribuiu uma assistência, fazendo ainda 2 roubos de bola.Em Espanha, Rafael Wildner voltou aos jogos no Cambados, que venceu o Fuenlabrada, por 70-67, na 20ª jornada da LEB Prata. O português ajudou com 1 ressalto e 1 roubo de bola, em 9 minutos.Nas senhoras, o Cadi de Sofia Carolina derrotou o Conquero, em casa, por 75-57, na 18ª jornada da Liga Feminina de Espanha, e ocupa a 8ª posição. Sofia foi titular e registou 6 pontos, 8 ressaltos e 1 assistência, em 32 minutos.Na divisão inferior, a Liga Feminina 2, assistiu-se este fim-de-semana a um confronto de portuguesas, com o Al-Qazares de Carla Nascimento a levar a melhor sobre o Café Barco de Larisse Lima, por 51-46. Carla jogou 37 minutos, contribuindo com 4 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências e 1 roubo de bola; enquanto do outro lado Larisse somou 7 pontos, 9 ressaltos, 1 assistência e 1 roubo de bola, em 35 minutos, mas não conseguiu evitar a derrota. O Al-Qazares é 3º e o Café Barco 7º.Já o ADBA de Débora Escórcio perdeu em casa diante do Arxil, na mesma competição, por 53-62. Em 23 minutos a portuguesa obteve 6 pontos, 4 ressaltos, 1 assistência, 5 roubos de bola e 1 desarme de lançamento.Nos Estados Unidos, a Universidade de Old Dominion foi bem sucedida na deslocação à Florida, onde derrotou a FIU (Florida Internacional University), por 72-56. Michelle Brandão jogou 11 minutos, durante os quais obteve 1 ponto, 2 ressaltos e 3 assistências.Já a Universidade de UCLA, onde alinha Luiana Livulo, bateu a de Utah, por 62-51, com a portuguesa a alinhar de início. Luiana jogou 27 minutos, durante os quais registando 3 pontos, 4 ressaltos e 1 roubo de bola.
Morte súbita de dirigente do CF Os Belenenses no Restelo
O velório terá lugar na 3ªfeira (4/03), a partir das 17,00h, na Igreja da Parede, e o funeral realiza-se na 4ªfeira (5/3), ás 14,00h, para o Crematório de Barcarena.
Mais uma morte súbita que veio tornar mais pobre o desporto português e particularmente o emblema que serviu desde há muitos anos. No passado sábado, durante o jogo de futsal entre a equipa principal dos azuis e a do Póvoa Futsal, a contar para a fase regular do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, Carlos Moutinho a escassos dias de completar 61 anos (a 5 de Março) faleceu repentinamente, sem que houvesse possibilidades de o trazer de novo à vida, pese embora as tentativas que foram feitas para o reanimar.Carlos Moutinho tinha dois amores: o Belenenses e o basquetebol. Profissionalmente fez carreira na EDP, em sequência da licenciatura em Engenharia Electrotécnica, tirada no Instituto Superior Técnico. Já na situação de reformado, aceitou liderar a estrutura directiva que apoiava o futsal dos azuis do Restelo. Antes já tinha sido dirigente da secção de Basquetebol do seu Belenenses, nos tempos em que o casal Kostourkov (Ivan e Mariyana) esteve ligado à bola ao cesto do emblema azul.Mas também fez parte da estrutura técnica de basquetebol do CRCQ Lombos, tendo sido treinador principal da equipa de seniores femininos do clube de Carcavelos, durante duas temporadas (na 1ª década deste século). Do casal de filhos que teve, a mais velha (Catarina) foi basquetebolista nos Lombos, tendo-lhe dado um neto.À viúva Maria de Lurdes, aos seus dois filhos, neto e restantes familiares mais próximos, as nossas sentidas condolências.
Vitória sobe ao 2º lugar
Muita emoção na parte final do encontro, num 4º período marcado por muitos pontos e alternâncias no comando. Nos últimos 5 minutos os comandados de Fernando Sá conseguiram distanciar-se um pouco mais no resultado, gerindo depois quase até ao limite a curta vantagem de que dispunham.
Os vimaranenses, conhecedores do desaire da equipa do CAB, tinham neste jogo uma boa oportunidade para ganhar vantagem na luta pelo 2º lugar. Um desejo bem patente nos primeiros 10 minutos, com a equipa da casa a revelar grande eficácia ofensiva, distanciando-se desde logo do seu adversário (27-18). Os pontos sucediam-se a bom ritmo, beneficiava o espetáculo, se bem que até ao intervalo os açorianos, ainda que a correr atrás do prejuízo, mantiveram-se na discussão do jogo (49-42).No recomeço da etapa complementar a eficácia do lançamento dos atletas vitorianos baixou consideravelmente, e bastaram 4 minutos para a equipa açoriana conseguisse a reviravolta no marcador (54-53). Um triplo de Paulo Cunha (12 pontos e 6 ressaltos) serenou de alguma forma o ataque do Vitória (56-54), que até final do período defendeu igualmente um pouco melhor. No final do 3º período a equipa da casa liderava por cinco pontos de vantagem (64-59), um resultado que deixava tudo em aberto para o último período.A primeira metade do 4º período ficou marcada pela as alternâncias no comando, facto que trazia emoção e incerteza quanto ao vencedor. Mais um triplo, este da autoria de José Silva (11 pontos e 4 ressaltos), recolocava o Vitória no comando do jogo (74-73), a partir desse momento a equipa da casa conseguiu sempre uma pequena almofada pontual para gerir. O Lusitânia lutou até aos instantes finais, mesmo quando o jogo parecia praticamente perdido, como foi o caso de estra a perder por 81-89 a 56 segundos do fim. Augusto Sobrinho (18 pontos) assumiu então a responsabilidade do jogo, e um triplo a 10 segundos do final colocava os açorianos a um ponto (93-94). Anhony Meier (14 pontos e 9 ressaltos) converteu um lance-livre, e o lançamento do meio campo não teve sucesso. O base Pedro Pinto (21 pontos, 13 assistências, 3 ressaltos e 2 roubos de bola) comandou muito bem a equipa do Vitória, com o espanhol Ismael Torres (15 pontos e 6 ressaltos), mais integrado, a mostrar que pode ser muito útil.A dupla de norte-americanos formada por James Smith (28 pontos, 11 assistências e 4 ressaltos) e Zane Campbell (25 pontos e 9 ressaltos) comprovou toda a sua qualidade, ainda que não tenha conseguido obter o triunfo neste encontro.
Algés vence na Maia
Depois de dois desaires consecutivos, os comandados de André Martins conseguiram um importante resultado (71-62), em casa de um adversário que mostrava estar a atravessar um bom momento.
Ao dominar a luta da tabelas (36/27), com uma melhor presença no ressalto ofensivo (11), e com o tiro de longa distância a funcionar com relativo sucesso (11/27 – 41%), o Algés dominou, ainda que sem revelar total superioridade, durante todo o encontro.Ainda que por curtas vantagens (22-18), ao intervalo vencia por três pontos de diferença (34-31), os algesinos controlaram a marcha do marcador durante toda a 1ª parte. No inicio do segundo tempo a vantagem aumentou, com os forasteiros a disporem de oito pontos (53-45) para gerirem nos últimos 10 minutos.António Pires (15 pontos, 7 ressaltos e 7 assistências), com um jogo bastante completo, liderava a equipa lisboeta, e os triplos de Diogo Correia (16 pontos – 4/8, 4 ressaltos e 3 assistências) contribuíam para o sucesso ofensivo da equipa forasteira. João Santos, autor de 15 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências, foi o mais valorizado na equipa de Algés.O MVP, com 24 de valorização, acabaria por ser Ricardo Pinto (10 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola), Pedro Tavares com 13 pontos seria o melhor marcador dos maiatos, seguido depois por Pedro Catarino com 11 pontos.
CURSO DE TREINADORES DE GRAU III
Mais informações nos PDF’s em anexo.
Vagos pressiona Boa Viagem
E o triunfo alcançado este domingo, no Barreiro, frente ao GDESSA (77-71), coloca a formação vaguense na luta pelo primeiro lugar da fase regular. Neste momento Vagos e Quinta dos Lombos são as únicas equipas com 4 derrotas e ambas têm um jogo a menos que o atual líder Boa Viagem.
Melhor prestação inicial da equipa do GDESSA, com Laura Ferreira (22 pontos e 7 assistências) no comando da equipa da casa, a formação da margem sul criava muitas dificuldades a equipa do Vagos, que se via privado das suas duas bases de raiz lesionadas, sendo Daniela Domingues a assumir esse papel. O resultado no final do 1º período (25-23) indiciava um grande confronto disputado a um ritmo alto.O Vagos nunca deixou a equipa da casa fugir no marcador e liderava em tempo de intervalo por 44-40. Janae Fulcher (25 pontos e 8 ressaltos) criava muitos problemas na área pintada e o jogo estava lançado para a 2ª parte com vencedor longe de estar definido.A segunda metade voltou a ter um melhor início das visitadas, muito fortes no ressalto ofensivo, 21 no total, confundindo o Vagos que se mostrava algo incapaz de resolver esta vantagem do GDESSA. No final do 3º período a equipa nortenha permanecia no comando, ainda que pela diferença mínima (56-55).À entrada do derradeiro período, e com Janae muito marcada, a equipa começou a procurar Ana Oliveira, em tarde de grande produção com 5 triplos marcados em 9, para um total de 22 pontos que contribuíam para a liderança das vaguenses.A equipa visitante chegou aos 10 pontos de diferença, com a natural reação do GDESSA que tudo tentou, através de lançamentos longos, inverter a marcha do marcador.No final o resultado de 77-71 favorável ao conjunto de Aveiro premiava a atitude de luta por parte do Vagos, com o GDESSA a vender cara a derrota, com a sua base Laura Ferreira, MVP da partida, a rubricar uma grande exibição.GDESSA 71Catarina Neves 8; Lúdica Bauer 14; Catarina Caldeira 2; Laura Ferreira 22; Emília Ferreira 2; Vera Correia 10; Telma Fernandes 2; Stephanie Sension 11; Joana Piteira e Tania Gonçalves.AD Vagos 77Daniela Domingues 8; Ana Teixeira 10; Ana Oliveira 22, Sara Dias 2; Joana Jesus 2; Korinne Campbell 8; Janae Fulcher 25; Joana Fernandes; Ines Pinto, e Carolina AnacletoParciais:25-23; 15-21; 15-12; 16-21
CAB bem sucedido nos Açores
Com este resultado as madeirenses já são quartas classificadas, em igualdade pontual com o adversário deste jogo, estando cada vez mais próximas dos lugares da frente.
A qualidade da equipa do Sportiva já não é novidade nesta fase da temporada, especialmente quando joga em casa, perante o seu público. Motivado pelo triunfo alcançado no dia anterior, o CAB mostrou desde o quarto inicial que queria vencer o encontro. Do outro lado, o União, como sempre bem liderado pela influente e extraordinária norte-americana Jhasmin Player, queria continuar a fazer história no ano de estreia da Liga feminina. O primeiro período foi muito equilibrado e terminou com a vitória das madeirenses pela diferença mínima (21-20).No segundo período, fiel ao seu estilo de jogo, o CAB apostava numa defesa pressionante e tentava ser mais coletivo no ataque. A equipa da casa procurava explorar os seus pontos mais fortes, essencialmente as suas jogadores estrangeiras, e apostava, no lançamento exterior como solução ofensiva. Contudo as visitantes continuavam melhor e o intervalo chegou com o marcador em 42-33, favorável ao CAB.No regresso dos balneários, o CAB continuou a apostar na defesa como principal arma, fosse em campo inteiro ou em ataque organizado. A equipa da casa continuava a ter em Player (41 pontos, 7 ressaltos e 3 roubos de bola) a sua principal referência ofensiva, que penetrando ou através do tiro lançando exterior tentava manter o União na discussão do resultado. Objetivo alcançado, já que no final do 3º período a formação que viajou da Madeira dispunha de uma vantagem pontual confortável (61-52), isto depois de uma boa reação das açorianas que chegaram a estar a perder por quinze pontos de diferença (59-44).No último período, o União obrigou o adversário a cometer erros defensivos, bem aproveitados para se aproximar no marcador e reduzir a diferença entre as duas equipas. Ao sentir que a liderança estava em perigo, a equipa do CAB voltou a assumir o controlo do jogo, não permitindo que o adversário desse a volta ao resultado, somando mais uma vitória importante na recuperação a que se propôs nesta segunda volta.A norte-americana Taj Williams somou um duplo-duplo (13 pontos e 14 ressaltos), bem como Shera Sampson (18 pontos e 10 ressaltos). Carla Freitas, com 21 pontos, foi a melhor marcador do CAB Madeira.Para além da MVP do jogo, Jhasmin Player, com 33.5 de valorização, a dupla Lauren Gregory (12 pontos, 5 ressaltos e 4 roubos de bola) e Mónica Almeida (10 pontos e 10 ressaltos) bem lutou por um resultado diferente para a formação açoriana.
Oliveirense obriga Benfica a suar
Mas apesar da boa réplica dos comandados de Rui Alves, o SL Benfica soube sempre controlar o comando do jogo, acabando por vencer por 85-74. Nos 6 minutos finais, os atuais campeões nacionais marcaram a diferença na defesa, já que ao sofrerem apenas 5 pontos, deram outra imagem ao resultado final.
Boa réplica da Oliveirense no 1º quarto (17-21), com a equipa da casa a quebrar apenas no último minuto e meio, ao sofrer quatro pontos depois de uma igualdade a dezassete pontos. No segundo período os encarnados tentaram fugir no resultado, e cedo chegaram a uma vantagem na casa das dezenas (34-24). Num esforço final, altura em perdia por 32-43, a Oliveirense conseguiu ir para o descanso, ainda que a perder, com um resultado bem mais favorável e motivante para o segundo tempo (37-45).Embora tenha liderado sempre, no recomeço da etapa complementar as vantagens conseguidas pelos benfiquistas nunca permitiram que o técnico Carlos Lisboa pudesse respirar de alívio. A Oliveirense bem tentou a reviravolta no marcador, mas seria o Benfica a terminar melhor o quarto pelo que entrava no derradeiro período com uma vantagem de seis pontos (68-62).A equipa da casa mantinha-se na discussão do jogo, posição que se prolongou até sensivelmente meio do período, altura em que o Benfica vencia por três pontos de diferença (72-69). Daí até final, o Benfica assumiu a sua condição de líder da prova e principal candidato à conquista do título e não deu hipóteses a que a Oliveirense continuasse a aspirar a vencer o encontro.Foram cinco os atletas encarnados a terminar o jogo com mais de dez pontos, dos quais se destacou a dupla composta por João Betinho Gomes (16 pontos, 9 ressaltos e 4 assistências) e Seth Doliboa, também ele autor de um duplo-duplo (12 pontos e 10 ressaltos).O atleta da Oliveirense, João Soares (19 pontos e 10 ressaltos), MVP do encontro com 25.5 de valorização, voltou às boas exibições, em mais uma boa prestação do norte-americano Aaron Fuller (18 pontos e 8 ressaltos).
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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