Artigos da Federaçãooo
Equipa em evolução
Os jovens atletas do CAR poderiam e deviam ter feito mais, embora também exista muito mérito das equipas adversárias. A maturidade nestes confrontos tem-se revelado decisiva, principalmente pela falta de homogeneidade do grupo que este ano evolui no CAR Jamor.
No encontro com o Benfica, os jovens atletas do CAR sentiram enormes dificuldades para saber bater a zona press encarnada, acumularam imensos turnovers, bem como sentiram enormes dificuldades para jogar em ataque organizado em meio-campo. Os encarnados mostraram-se um adversário extremamente disciplinado taticamente, a interpretar corretamente os tempos do jogo, castigando sempre o adversário quando este falhava. Vitória natural da equipa de Goran Nogic, com uma exibição que se poderá dizer aceitável da equipa do CAR.Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Diogo Carvalho, Luis Ramos (10), Jorge Pires (2), Pedro Costa, Nuno Sá (4), Carlos Cardoso (11), David Dias, Pedro Dias, Rui Saraiva (6), Guilherme Oliveira (8), Airton Fernandes e Tomás Domingos.Estoril BasketFrente ao Estoril Basket, e apesar da vitória, a equipa do CAR demorou imenso tempo a entrar no jogo. Sentiu enormes dificuldades para defender em situações de 1×1, as ajudas e rotações defensivas não funcionavam ou chegavam tarde demais, pelo que a equipa do CAR teve de correr sempre atrás do prejuízo até ao último período. Nos últimos 10 minutos, o CAR defendeu de forma mais coesa, a cumprir os princípios básicos de uma defesa coletiva, e no ataque os novos movimentos ofensivos introduzidos davam sinais de proporcionar melhores situações de tiro. Na parte final o jogo poderia ter caído para qualquer um dos lados, acabou por ser mais feliz a formação do Jamor.Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Diogo Carvalho (2), Luis Ramos, Pedro Costa, Nuno Sá (2), Carlos Cardoso (20), David Dias, Jorge Pires (8), Rui Saraiva (18), Guilherme Oliveira (8), Airton Fernandes, João Fernandes (3), Pedro Teixeira (2) e Tomás Domingos (2).OdisseiaNo encontro desta semana foram dados passos atrás na evolução da equipa. Mas convém referir que todo mérito vai para a equipa do Odisseia, muito mais agressiva a defender, intensa na disputa de todas as bolas, ofensiva sempre que tinha a posse de bola, disfarçando sempre com a entrega eventuais desvantagens de estatura. Basicamente o problema da equipa do CAR esteve na forma apática como se apresentou neste jogo, sempre batida confrontos individuais, superada na luta das tabelas, e pouco desperta para recuperar defensivamente. Se na primeira parte o jogo se manteve equilibrado, o segundo tempo foi inteiramente dominado pelo Odisseia que, com processos simples ofensivos, expôs as dificuldades defensivas dos jovens atletas do Jamor. A falta de rotinas ofensivas e de tempo dedicado à leitura das possíveis vantagens atacantes exigem tempo e trabalho, já outros aspetos têm de ser rapidamente corrigidos no sentido de acelerar o crescimento destes jovens, de forma a colocá-los mais prontos para este tipo de confrontos. Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Diogo Carvalho, Luis Ramos (8), Pedro Costa (2), Nuno Sá, Carlos Cardoso (6), David Dias, Pedro Dias (4), Rui Saraiva (18), Airton Fernandes, João Fernandes, Pedro Teixeira (7) e Tomás Domingos (4).
«Click foi a primeira vitória»
Um adversário que “exige o melhor” de quem o defronta, mas os madeirenses, garante, estão a postos “para mais uma batalha”.
Depois de um início de campeonato bastante discreto, o CAB já leva quatro vitórias consecutivas, uma série que coloca a equipa madeirense nos lugares do topo da classificação da LPB. “Temos um grupo de trabalho muito coeso onde o empenho e o trabalho árduo são os principais pontos que nos definem. Ter conseguido a primeira vitória no campeonato foi o click que precisávamos para continuar acreditar no nosso trabalho.”Um ciclo de sucesso assente numa mudança da atitude defensiva, bem como nas melhores decisões quando em ataque. “As vitórias são frutos de um balanço positivo, tanto no ataque como na defesa bem como nas atitudes tomadas em determinados momentos de cada encontro. Digamos que estamos mais crentes do que fazemos.”Este jogo com o Benfica será um bom teste à consistência da equipa do CAB, até porque já há bastante tempo que se mantêm invictos. “O Benfica é sempre um equipa de exige o melhor dos seus adversários e o CAB está pronto para mais uma batalha, que não aparenta ser nada fácil.”Só uma equipa do CAB ao seu melhor nível poderá de levar de vencida o líder do campeonato. Edson não tem consciência que a equipa vai cometer erros, mas espera que no final todos sintam que o dever foi cumprido. “Não há equipas perfeitas, e por consequência, não existem jogos perfeitos. Precisamos de estar concentrados e frios desde o minuto inicial ao final. O importante é sairmos com a satisfação de um trabalho bem feito.”A qualidade do adversário é sobejamente conhecida, com soluções a todos os níveis. Razão pela qual o atleta madeirense “não destaca” um jogador benfiquista em particular como tendo preponderância acrescida no rendimento da equipa.
CAR Jamor Feminino cometeu demasiados erros
Natural a derrota sofrida (86-48), mas na realidade esperava-se outra resposta do colectivo de Kostourkova, face a anteriores prestações.
Uma pálida exibição das jovens comandadas de Mariyana Kostourkova traduzida numa derrota expressiva (38 pontos), a terceira da competição, fruto fundamentalmente de uma atitude algo desconcentrada e receosa que motivou erros em demasia (41 turnovers), nomeadamente na 2ª metade.Cedo se começaram a sentir as dificuldades das forasteiras na marcação às jogadoras interiores do Algés, com Chelsea Guimarães, bem servida, a resolver situações de 1×1 na área pintada. O CAR Jamor reagiu ao arranque inicial das anfitriãs (8-2 no minuto 4), reduzindo para 8-7, quando Susana Lopes, num lançamento feliz a esgotar o tempo de ataque, acertou o único triplo da sua equipa no minuto 7. Pouco depois a seleccionadora nacional pediu o seu primeiro desconto de tempo, sem grandes resultados práticos, já que o final do 1º quarto chegou com o Algés em vantagem (18-11). No 2º período (24-16) manteve-se o sinal mais das algesinas, que continuaram a exercer grande pressão sobre o portador da bola, o que motivava sucessivos turnovers (17 na 1ª parte) ao adversário. A jovem Lizzany Brito dava nas vistas na área restritiva, mormente na tabela ofensiva, combinando bem com as suas companheiras. Para além de Chelsea (100% de eficácia, com 7/7 nos duplos), era agora Lizzany (80% de eficácia, com 4/5 nos tiros de 2 pontos) a desequilibrar o prato da balança, ambas bem assistidas pelas suas companheiras. Do lado contrário era a poste Maria Kostourkova que liderava a resistência forasteira, sendo forçada muitas vezes a levar a bola para o ataque, tarefa que pertence normalmente às organizadoras de jogo. Assim sendo o resultado ao intervalo (42-27) espelhava a superioridade do Algés, expressa em muito mais posses de bola, fruto basicamente dos turnovers cometidos pelas adversárias.O 3º quarto (21-5) foi decisivo para o desmoronar das veleidades das pupilas de Kostourkova. Com dificuldades em atirar ao cesto, as jogadoras do CAR Jamor não conseguiam inverter a situação, até porque agora era Vitória Pacheco, com a sua experiência, que repartia com Lizzany e Carolina Gonçalves (outra jovem em destaque) a responsabilidade da marcação de pontos. Maria Kostourkova continuava a ter poucas ajudas das suas companheiras, com Maianca Umabano a passar ao lado do jogo, ao ter uma actuação muito longe do nível que vinha demonstrando nos últimos encontros. Ao cabo de 30 minutos jogados a supremacia das campeãs nacionais era insofismável (63-32).No último período (23-16) só a enérgica reacção das comandadas de Kostourkova nos derradeiros 3 minutos evitou um desnível ainda mais pronunciado. A perder por 82-38, após um triplo de Joana Canastra à entrada do minuto 38, o CAR Jamor mudou finalmente de atitude e conseguiu impor um parcial de 2-10, com Carolina Gonçalves a selar o resultado final (86-48) a escassos 6,5 segundos da buzina. Resultado final: Algés 86-48 CAR Jamor FemininoDestaque nas vencedoras para o trabalho das jogadoras interiores, as mais valorizadas da equipa: Chelsea Guimarães (25,5 de valorização) ao anotar 18 pontos, 8/11 nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 4 roubos e duas faltas provocadas com 2/3 nos lances livres; Lizzany Brito (21,5 de valorização) que fez um duplo-duplo ao somar 14 pontos, 7/9 nos duplos, 11 ressaltos sendo 8 ofensivos e duas faltas provocadas; por último Vitória Pacheco (19,5 de valorização) ao conseguir 12 pontos, 6/9 nos duplos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 1 desarme de lançamento. De qualquer forma mérito também para as jogadoras exteriores, que efectuaram muitos passes decisivos e roubaram muitas bolas, casos de Carolina Gonçalves (10 pontos, duas assistências e 5 roubos), Joana Soeiro (8 pontos, 4 assistências e 1 roubo), Simone Costa (7 pontos, 4 assistências e 5 roubos), Dora Duarte (6 pontos, 3 assistências e 1 roubo) e Inês Faustino (6 pontos, duas assistências e 4 roubos).No CAR Jamor pese embora o número anormal e excessivo de turnovers (9) para a posição que ocupa, evidenciou-se a poste Maria Kostourkova, MVP da partida (26,0 de valorização) que conseguiu um duplo-duplo ao contabilizar 15 pontos, 7/8 nos duplos, 11 ressaltos sendo 1 ofensivo, 5 assistências, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas com 1/1 nos lances livres. Bons contributos de Catarina Cavaco (10 pontos, 4/5 nos duplos, 1 ressalto defensivo, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), Beatriz Jordão (3 pontos, 7 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo e uma falta provocada com 1/2 nos lances livres), Mª Inês Santos (3 pontos, 4 ressaltos defensivos, 2 roubos e 3 faltas provocadas com 1/2 nos lances livres) e Mariana Silva (6 pontos, 2/3 nos duplos, 1 ressalto defensivo, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/4 nos lances livres).A vitória do Algés assentou fundamentalmente no maior número de posses de bola (75-34 lançamentos de campo), na maior eficácia nos tiros do perímetro (36%-20%) com 4 triplos convertidos em 11 tentativas contra apenas 1 em 5 tentados, no ganho da tabela ofensiva (15-3 ressaltos), no maior colectivismo (21-7 assistências), no maior número de roubos de bola (24-9) e por ter cometido menos erros (15-41 turnovers).Por seu turno o CAR Jamor equilibrou a luta das tabelas (30-30 ressaltos), ganhou a tabela defensiva (15-27 ressaltos), foi mais eficaz nos lançamentos de campo (48%-56%) graças à maior eficácia nos duplos (50%-62%) e provocou mais faltas (12-17), ainda que com pior aproveitamento da linha de lance livre (67%-60%), já que desperdiçou 6 das 15 tentativas a que teve direito, enquanto o adversário falhou apenas 5 de iguais 15 lançamentos tentados. Ficha de jogo Pavilhão Gomes Pereira, em AlgésAlgés (86) – Inês Faustino (6), Joana Bernardeco, Dora Duarte (6), Vitória Pacheco (12) e Chelsea Guimarães (18); Simone Costa (7), Lizzany Brito (14), Joana Soeiro (8), Joana Canastra (5) e Carolina Gonçalves (10)CAR Jamor Feminino (48) – Susana Lopes (5), Mª Inês Santos (3), Maianca Umabano (2), Beatriz Jordão (3) e Maria Kostourkova (15); Eliana Cabral, Mariana Silva (6), Catarina Cavaco (10), Sara Moreira (4), Ana Rute Queta, Andreia Peixoto e RitaCruzPor períodos: 18-11, 24-16, 21-5, 23-16Árbitros: Luís Oliveira e Davide Silva A competição sofre um interregno de cerca de um mês, devido às férias escolares do Natal, reatando-se no próximo dia 15 de Janeiro, aquando da deslocação do CAR Jamor Feminino à Amadora, para defrontar o ESA, a partir das 21H45, no Pavilhão Municipal José Caeiro.
“Vencer é o mais importante”
O jogo está marcado para as 15 horas de Sábado, no Pavilhão Fidelidade, e o atleta benfiquista, embora reconhecendo que o opositor tem as suas armas, está convicto que o Benfica irá manter-se no comando do campeonato.
No lançamento deste encontro, o jogador benfiquista demonstrou que o adversário já foi estudado, apontando mesmo os pontos fortes a ter em tenção no jogo de Sábado. “O CAB Madeira tem um jogo muito agressivo na defesa, os lançadores de três pontos são muito bons e nós vamos fazer o nosso melhor para jogar com isso, porque também temos muito bons defesas e atacantes”, Independentemente da qualidade do adversário, reconhecida pelo atleta benfiquista, os encarnados querem continuar a vencer. “É uma boa equipa e de certeza que nos vai trazer dificuldades, mas nós temos treinado para vencer este jogo e isso é o mais importante”, garantiu Artur Castela.
«Capacidade de trabalho e superação»
Este fim-de-semana a formação da ilha Terceira defronta o União Sportiva, outro conjunto açoriano, um encontro que considera ser motivo de regozijo para o basquetebol regional e nacional. Não perca a entrevista, nos detalhes desta notícia.
Depois da derrota averbada na jornada inaugural, somam sete triunfos consecutivos. O que faz com que o Boa Viagem apresente esta consistência?Os triunfos conseguidos até ao momento são o resultado do empenho e da capacidade do trabalho das atletas, da equipa técnica e diretores do clube. Todos nós temos trabalhado com profissionalismo e seriedade para que os resultados nos fins de semana sejam positivos. As atletas têm demonstrado até ao momento uma boa capacidade de trabalho e de superação individual e coletiva. Penso que temos evoluído positivamente nestes três meses de competição e que não vivemos obcecados com os resultados, o que pretendemos é dar o máximo durante a semana para ganhar no fim de semana. Os reforços escolhidos para esta temporada têm-se revelado escolhas acertadas e com um rendimento muito positivo. Concorda com esta análise?Sim, concordo. A integração destas atletas no clube e na ilha tem sido positiva. Perceberam logo de inicio que vieram para trabalhar, até porque o grupo já existente as direcionou nesse sentido. Têm demonstrado maturidade e competência.É redutor pensar que o sucesso da equipa está muito dependente de um grupo de seis jogadoras?Não só é redutor como também não é correto. O plantel do Boa Viagem é constituído por catorze atletas. Todas elas trabalham durante a semana para competir e a equipa técnica decide quem vai convocar e quem vai jogar consoante os seus desempenhos durante a semana. Todas são importantes.Um jogo da Liga entre duas equipas açorianas é motivo de regozijo para o basquetebol dos Açores?Penso que sim. É e deve ser um motivo de regozijo para o basquetebol açoriano e nacional. A competição nos nacionais de diversas regiões do país enriquece a modalidade.O União Sportiva já provou ser um adversário muito complicado. A estratégia passa por limitar a capacidade ofensiva de Jhasmin Player, ou pelo contrário, das restantes companheiras?O União Sportiva tem vindo a obter bons resultados e a demonstrar ser uma equipa muito complicada de se defrontar. Surpreendeu várias equipas de topo, não só em casa como nas suas deslocações. Nós estamos a encarar este jogo da mesma forma como encaramos os outros jogos, na semana passada concentrámo-nos no jogo com o Lousada e esta semana estamos trabalhar de uma forma focada para este jogo
«Com respeito e a querer ganhar»
Em declarações à Benfica TV, Carlos Ferreirinho demonstrou enorme respeito pelo adversário, mas assumiu o natural favoritismo de triunfar. À vitória, o jovem encarnado quer juntar melhorias no rendimento coletivo.
A evolução tem sido uma preocupação constante da equipa do Benfica, que quer sempre aliar o sucesso ao crescimento como equipa. “Tendo o favoritismo e as nossas armas, preocupamo-nos em melhorar o nosso jogo, aspetos táticos e técnicos, pois o CAB Madeira é uma das boas equipas na Liga.” Os madeirenses estão a atravessar um período muito bom, pelo que o jogo é encarado com enorme sentido de responsabilidade, sem ser dado como ganho por parte dos encarnados. “Todos estamos habituados a ganhar pelo clube onde estamos e pelas pessoas com quem trabalhamos. De forma natural, encaramos os jogos com respeito pelos adversários mas a querer ganhar.”
Michele Brandão de regresso
A equipa da base portuguesa venceu no passado fim-de-semana frente à equipa de UMESWBB (82-57), num encontro em que contribuiu com 4 pontos e 5 assistências, em 21 minutos de utilização.
A poste Luiana Livulo, fez parte do cinco inicial de UCLA, não esteve muito inspirada, à semelhança da sua equipa que foi derrotada por Notre Dame (48-90), uma formação que ainda não perdeu na competição e leva oito vitórias consecutivas. A pouca eficácia no lançamento traiu a exibição da atleta portuguesa que participou em 11 minutos do jogo, tendo contribuído com 1 ponto e 1 desarme de lançamento.A equipa de Daniel Relvão, Moutain Mission, ganhou no passado sábado, vitória sobre Haysi (85-34), com o jogador português a mostrar as suas capacidades nas áreas próximas do cesto. Aos quatro pontos que anotou, Relvão conquistou 6 ressaltos, sendo que 5 deles foram ofensivos, e desarmou por 3 vezes os adversários. A isto juntou 1 assistência e 1 roubo de bola, números que sem serem famosos não deixam de ser interessantes.
Joel Almeida eleito MVP
Foi decisivo na vitória da equipa frente ao Lusitânia, mostrando grande capacidade ao nível do ressalto. Já Paulo Cunha, MVP Nacional, não conseguiu evitar com o seu desempenho o desaire do V. Guimarães.
LIGA PORTUGUESA DE BASQUETEBOLMVP Global: Joel Almeida, Sampaense Basket, 34.5 de valorizaçãoEste extremo da equipa de S. Paio de Gramaços tem estado magnífico nestas primeiras jornadas do campeonato. Embora seja uma das principais armas ofensivas da equipa, acaba sempre por desempenhar um papel importante na área do ressalto. Na vitória frente ao Lusitânia voltou a evidenciar essas qualidades, razão pela qual foi decisivo no regresso às vitórias da equipa, ao contribuir com 31 pontos, 9 ressaltos (5 ofensivos), 4 assistências e 4 roubos de bola.MVP Nacional: Paulo Cunha, Vitória Sport Clube, 29.5 de valorizaçãoComo é seu hábito, Cunha bateu-se por mais um triunfo da equipa, objetivo que não foi alcançado em Ovar. A boa exibição do capitão do Vitória, com 24 pontos, 7 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências, não impediu que os comandados de Fernando Sá somassem o segundo desaire nesta fase regular. Mas não foi por falta de atitude que os vimaranenses saíram de Ovar derrotados, porque também é necessário reconhecer o mérito do adversário.5 IDEALPosição 1 – James Smith, Lusitânia Sport Clube, 21.5 de valorizaçãoO base da equipa da equipa açoriana continua a mostrar qualidade no comando da equipa. Já deu para perceber que tem capacidade anotadora, o que faz com que seja um base ofensivo. Smith, com os 22 pontos, 7 assistências, 3 ressaltos e 2 roubos de bola não conseguiu evitar a derrota da equipa em S. Paio de Gramaços, mas os números que comprovam que é um base que faz muitas coisas durante o jogo.Posição 2 – Ivan Almeida, Sampaense Basket, 34.5 de valorizaçãoO atleta do Sampaense foi o MVP Global da ronda do passado fim-de-semana.Posição 3: Jovonni Shuler, Sampaense Basket, 32.5 de valorizaçãoSegundo elemento do Sampaense a integrar o cinco ideal e para a posição de extremo. Facto que só vem reforçar a qualidade do jogo exterior da equipa liderada por José Calabote. Este norte-americano, para além do potencial já revelado, começa a dar provas de ser um jogador regular, característica sempre apreciada num atleta. No jogo frente ao Lusitânia registou um duplo-duplo, 22 pontos e10 ressaltos, sendo que 6 foram ofensivos, importante nos dois lados do campo, a que juntou 2 assistências. Posição 4: Paulo Cunha, Vitória Sport Clube, 29.5 de valorizaçãoFoi o MVP Nacional dos jogos da LPB disputados no último fim-de-semana.Posição 5: Sergi Coll, Ovarense Dolce Vita e Nikola Tadic, Basquete de Barcelos, 21.5 de valorizaçãoA eleição para a posição de poste é partilhada por dois jogadores que tiveram sortes diferentes na ronda do fim-de-semana passado. Sergi foi fundamental no regresso aos triunfos da equipa de Ovar, ao apontar 22 pontos, com a eficácia que lhe é habitual (8/10 – 2 pontos), capturar 3 ressaltos e distribuir 1 assistência. Já Nikola Tadic (8 pontos, 4 roubos de bola 2 assistências e 1 desarme de lançamento), muito bem na luta das tabelas, 13 ressaltos capturados, sendo que 6 foram na tabela ofensiva, não conseguiu evitar a derrota frente ao SL Benfica.
Liga Feminina 2013/2014 – Jornada 9
Jhasmin Player obteve já a distinção de jogadora do mês de Outubro na Liga Feminina deste ano.
Nesta jornada 9 do Campeonato da Liga Feminina Jhasmin Player fez um duplo-duplo ao marcar 51 pontos e ganhar 11 ressaltos. Ganhou também 19 lances livres de que converteu 16.A MVP portuguesa é Maria João Correia (CAB Madeira) de 22 anos que pratica basquetebol desde 1999/2000. Ajudou o seu clube a derrotar o União Sportiva ao marcar 36 pontos, ganhar 6 ressaltos, fazer 4 assistências, roubar 4 bolas e sofrer 5 faltas.A MVP jovem (nascidas desde 1994) da jornada 9 da Liga Feminina é, tal como na jornada anterior, Laura Ferreira (GDESSA Barreiro) que foi também a MVP jovem do mês de outubro de 2013. No jogo contra o Lousada esteve 29:57 em jogo e marcou 20 pontos, ganhou 6 ressaltos e fez ainda 2 assistências, roubou 1 bola e sofreu 3 faltas.O cinco ideal global da jornada ficou constituído por:1º Jhasmin Player (União Sportiva) – 562º Justina Udenze (CAB Madeira) – 393º Maria João Correia (CAB Madeira) – 34.54º Janae Fulcher (AD Vagos) – 32.55º Elisa Beagle (L.A.C. / MELOM) – 32O cinco ideal português da jornada é:1º Maria João Correia (CAB Madeira) – 34.53º Mery Andrade (Quinta dos Lombos) – 253º Inês Faustino (Algés) – 244º Laura Ferreira (GDESSA Barreiro) – 224º Artemis Afonso (Olivais Coimbra) – 21.5O maior número de pontos foi marcado por Jhasmin Player (União Sportiva) que marcou 51 pontos.A ressaltadora da jornada foi Kirsten OIowinski (CDTN / Seven) com 15 ressaltos (7 ofensivos) ganhos.As rainhas das assistências nesta jornada foram Justina Udenze (CAB Madeira) e Carolina Leite (Quinta dos Lombos) que fizeram 6 assistências cada uma.Nesta jornada quem mais roubou bolas foi Swayze Black (Olivais Coimbra) que roubou 5 bolas.A jogadora que mais foi castigada com faltas foi Jhasmin Player (União Sportiva) que sofreu 17 faltas.Ficha Técnica:EstatísticasLuís José VeigaDesenho e TextosJaime Carvalho e Silva
FF6 Feminino 2013 Lisboa
O Clube Basket de Queluz, juntamente com o grande esforço do novo elenco Camarário, na pessoa do Sr. Vereador Rui Pereira do administrador da Educa, Sr: Luis Gaspar, e de várias empresas do concelho, vão organizar nos pavilhões Municipais de Queluz e de Casal de Cambra este grande evento que juntara as 6 melhores classificadas de Lisboa. Onde Sintra estará representada por as suas duas equipas GDEMAN e CBQ. Maria Pia, Quinta dos Lombos, Benfica e Carnide vão certamente fazer todas juntas, uma grande festa do basquetebol feminino em Lisboa.
Portugueses lá fora
Confira tudo, nos detalhes desta notícia.
Em França não houve jornada este fim-de-semana, por isso Filipe da Silva, na Pro B, e Arnette Hallman, na NM1, não entraram em ação.Em Espanha, o Cambados de Rafael Wildner perdeu em casa diante do Guadalajara, por 60-66, na 10ª jornada da LEB Prata. O português foi titular e, em 18 minutos, somou 2 pontos. A equipa está na 9ª posição.Nas senhoras, na principal Liga do país vizinho, o Cadi de Sofia Carolina também cedeu no seu recinto diante do Gran Canária, por 71-76, após prolongamento. A portuguesa somou 2 pontos e 3 ressaltos, em 14 minutos.Igual sorte teve o Bizcaia GDKO de Carla Freitas. A equipa cedeu na visita ao terreno do Mann Filter, por 66-68, e está na última posição da tabela classificativa. Carla jogou dois minutos.Na Liga Feminina 2, em Espanha, não houve jornada, por isso o ADBA de Débora Escórcio não entrou em ação.
Vitória segue na Taça
As duas equipas, em virtude dos resultados do dia anterior, apresentavam-se nesta eliminatória com estados de espírito diferentes, com os vitorianos a reagirem bem à derrota averbada no dia anterior. Olhando para o resultado final, um encontro de baixa pontuação, será fácil de perceber que a equipa maiata não esteve bem em termos ofensivos, a que não será estranho o mérito da defesa vimaranense. O atual detentor do troféu continua a poder defender o troféu conquistado na última temporada.
Barcelos confirma favoritismoO sonho da Sanjoanense de chegar à Final a 8 da Taça caiu por terra, com a formação de S. João da Madeira a ser eliminada pelo favorito Basquete de Barcelos (76-61). Um resultado que em tudo prestigia o comportamento desta equipa da 1ª divisão ao longo desta prova. Depois do desaire no dia anterior, os minhotos voltam a ter motivos de alegria, com o Barcelos a estar entre as oito finalistas à conquista do troféu.O “cinco” de Gabriel Valente deu a luta possível e manteve alguma emoção na partida até aos primeiros minutos do 3º período, altura em que chegou a estar na frente (39-36). Mas algum deslumbramento, aliado a más decisões na hora de lançar, deram a oportunidade ao conjunto barcelense de impor a sua lei, su- portada no domínio exercido na luta do ressalto, onde Marko Loncovic e Nikola Tadic dominaram.Até então, os dois primeiros períodos mostraram algum equilíbrio. A Sanjoanense procurou limitar a influência dos melhores jogadores do adversário, na base de uma defesa individual forte. Apenas o australiano Matthew Adekponya conseguia dar nas vistas, pela velocidade e a eficácia revelada nos lançamentos.Com mais e melhores soluções vindas do banco, o Basquete de Barcelos, no final do terceiro quarto, já vencia por dez pontos de diferença (45- 55). Estava praticamente decidido quem iria marcar presença, pela primeira vez, na “Final 8” da Taça de Portugal.SANJOANENSE 61Remy Silva (6), Sílvio Rodrigues (7), Jorge Sing (18), João Rocha (9) e Pedro Azevedo (14) – cinco inicial – Hélder Santiago, Jorge Ferreira, Miguel Silva (4), João Ribeiro, Eduardo Samuco e Tiago Marques (3).Treinador: Gabriel ValenteB. BARCELOS 76Matthew Adekponya (20), Carlos Fe- chas (8), Marko Loncovic (32), Nicola Tadic (5) e Rui Coelho (7) – cinco inicial – Bartolo Dias, Tiago Batista, David Gomes, Nuno Oliveira (4), Ricardo Cor- reia, João Pereira, Pedro António,Treinador: José Rodrigues.Algés dominadorO Algés não facilitou na eliminatória frente ao Casino Ginásio, uma das equipas do topo do campeonato da Proliga. Os comandados de André Martins, até porque jogavam em casa, não desperdiçaram a oportunidade de poder marcar presença num ponto alto da época, e venceram convincentemente por 92-54.Galitos venceu o duelo do BarreiroNo duelo entre as duas equipas do Barreiro, imperou a lei do mais forte, com o Galitos a bater o Barreirense (90-65), em jogo dos oitavos-de-final da Taça de Portugal. Com esta vitória a equipa liderada por António Paulo Ferreira marca presença na Final a 8 da competição, mais um bom indicador para a época positiva que a equipa está a realizar esta temporada. Embora tenha ficado pelo caminho, o histórico Barreirense teve uma participação muito louvável na segunda competição mais importante do calendário da FPB.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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