Artigos da Federaçãooo

AB Lisboa abre curso para juízes

A Associação de Basquetebol de Lisboa abriu um curso presencial de juízes de basquetebol – árbitros e oficiais de mesa – nos próximos dias 16, 17 e 18 de setembro.

Com o apoio da Federação Portuguesa de Basquetebol e da Escola Nacional de Basquetebol, esta formação tem o custo de 25€ para menores de 25 anos e de 40€ para maiores de 25 anos.

Os interessados devem enviar um email para cad@ablisboa.pt com a seguinte informação:


Pavilhão Multiusos de Odivelas encheu para ver a Seleção Nacional (VÍDEO)

O Pavilhão Multiusos de Odivelas esteve a rebentar pelas costuras, com adeptos de basquetebol a viajar de todo o país para assistir à vitória de Portugal sobre o Chipre, por 102-69, em jogo a contar para a fase de pré-qualificação para o FIBA EuroBasket 2025. Antes da bola ao ar, o entusiasmo era contagiante e os nomes de Neemias Queta e Travante Williams eram os mais falados!


Nuno Manaia: “Perseguimos o sonho de qualificação para um Campeonato da Europa de séniores femininos e eu acredito que será já em 2023”

Na ressaca do Campeonato da Europa de Sub16 femininos, em Matosinhos, que terminou com Portugal a conquistar a manutenção na Divisão A e um lugar entre as quatro melhores seleções da Europa, o Diretor Técnico Nacional, Nuno Manaia, mostrou-se satisfeito e revelou o que transmitiu às atletas no final da competição.

“Aquilo que eu lhes disse foi que o resultado que elas obtiveram é algo que não é comum no nosso basquetebol. Em termos globais, é o segundo melhor resultado de sempre que uma seleção portuguesa consegue em Campeonatos da Europa. É compreensível que jovens de 14, 15 e 16 anos estejam cabisbaixas, mas elas entraram para a história com este resultado”, disse o DTN, que destacou que “costumamos ser muito felizes em Matosinhos, com mais uma excelente organização, grandes jogos e um excelente resultado da nossa Seleção”.

Nuno Manaia elogiou o trabalho feito pelos vários agentes da modalidade: “O basquetebol português tem trabalhado bem. Estou a falar do trabalho diário dos clubes, do trabalho das associações com as seleções distritais, do trabalho forte e intenso das seleções nacionais, do planeamento e da aposta num maior contacto internacional antes das competições oficiais e tudo isto é algo que, depois, se traduz em sucessos”.

São esses sucessos continuados que alimentam o sonho de Nuno Manaia de ver a Seleção Nacional de séniores femininos num Europeu. “Perseguimos o sonho de qualificação para um Campeonato da Europa de séniores e eu acredito que será já em 2023. Com estas gerações jovens que têm aparecido, vamos continuar a alimentar as séniores no futuro”, afirma.

O DTN mostrou-se, ainda, satisfeito com a notícia do recrutamento de Inês Bettencourt, internacional sub18, pela universidade de Connecticut: “É uma excelente notícia. Connecticut é uma universidade conceituadíssima, com um historial enorme. Confesso que fui apanhado de surpresa, mas, quando vi a notícia, fiquei impressionado e muito satisfeito. É uma oportunidade brutal para a Inês e de certeza que ela vai aproveitar, porque a Inês tem tido um percurso extremamente interessante, é uma rapariga extremamente trabalhadora e deu um salto extraordinário nesta última época. Colocar atletas em boas universidades para se poderem desenvolver é mais uma conquista do nosso basquetebol e a Inês merece”, diz.


Neemias Queta: “Estou muito feliz. Espero voltar sempre que me for possível.”

Foi um dia especialmente emotivo para Neemias Queta. O primeiro português de sempre a jogar na NBA estreou-se pela Seleção Nacional em solo português, depois de ter cumprido a primeira internacionalização sénior no passado dia 25, na Roménia.

“Gostei de ter cá a minha família, que não via um jogo meu há muito tempo. Estou muito feliz. Espero voltar sempre que me for possível, é uma questão de haver disponibilidade de datas e que os Kings me deixem vir. Já conhecia a maior parte dos jogadores. Acompanho muito a Liga Betclic e, mesmo estando fora, vejo-os a jogar. Todos facilitaram a minha adaptação e fizeram com que me sentisse aqui há muitos anos.Temos um grupo muito forte e gostava que os adeptos viessem assistir aos jogos da seleção quando eu não puder estar presente”, disse o gigante de 2,13 metros na conferência de imprensa após a vitória categórica sobre o Chipre.

Também Travante Williams somou a segunda internacionalização por Portugal. O extremo do Sporting CP disse estar pronto para continuar dar tudo pela equipa das quinas: “Todos os jogadores me aceitaram e integraram, os treinadores receberam-me muito bem. Foi especial ver todos estes adeptos. Não é a mesma coisa jogar na seleção e nos clubes, porque este é um grupo diferente de jogadores. São os melhores em Portugal e eu cumpro o papel que me for pedido: ganhar ressaltos, ser um facilitador, o que quer que seja, eu faço o que for preciso. O mais importante é ganhar.”

O base Diogo Ventura e o selecionador Mário Gomes fizeram questão de dedicar o triunfo deste domingo a José Barbosa, que se ausentou da comitiva lusa por motivos familiares. “Quero reforçar o que disse o professor e enviar um grande abraço ao José Barbosa. Todo o nosso esforço em campo foi por ele e pela família dele”, afirmou Ventura, que pediu que a enchente em Odivelas possa repetir-se nas próximas janelas internacionais: “Nunca tive um ambiente assim desde que estou na seleção. Espero que seja um virar de página e os adeptos continuem a apoiar a seleção”.

O selecionador nacional destacou a mais-valia que representam Neemias e Travante, mas foi pragmático sobre o poste dos Kings. “As coisas são muito simples: sempre que o Neemias possa vir, ele quer vir. E nós, sempre que ele puder vir, recebemo-lo de braços abertos. Com este grupo, esteja quem estiver, vamos trabalhar sempre com a mesma seriedade, profissionalismo e atitude. Este é um grupo de jogadores fora do vulgar, com uma química muito especial, e é um grande prazer treinar estes jogadores”, sublinhou Mário Gomes, que deixou ainda “votos de sucesso para as equipas portuguesas nas competições europeias.”


Portugal autoritário ultrapassa Chipre

Portugal somou o segundo triunfo em outros tantos jogos na pré-qualificação para o EuroBasket 2025, depois de vencer Chipre por 102-69. Embalada por um Multiusos de Odivelas repleto de público, a Seleção Nacional obteve um resultado que não deixa margem para dúvidas.

A formação lusa deu o mote para uma boa exibição com um parcial inaugural de 10-0, num primeiro quarto de alto nível, traduzido por um parcial de 35-17, alicerçado numa eficácia de 66,7% da linha de três pontos (seis triplos convertidos em nove tentativas).

O avanço português nunca viria a baixar dos dois dígitos, com a nossa Seleção a pontuar este triunfo com belos lances, nomeadamente de Neemias Queta, jogador dos Sacramento Kings, que fez as delícias das bancadas.

No capítulo estatístico, Portugal alcançou 56,1% de eficácia a lançar de dois pontos, registou 14 triplos, foi claramente superior na luta das tabelas (49-25 em ressaltos), chegou às 29 assistências e roubou a bola por 10 vezes.

Em termos individuais, sobressaíram o já citado Neemias Queta (17pts, 13res, 3ast, 1rb, 1dl), com um duplo-duplo, assim como Francisco Amiel (12pts, 2res, 1ast, 1rb, 2/2 L3P), Miguel Queiroz (11pts, 6res, 3ast, 2rb, 5/5 L2P), Diogo Ventura (11pts, 5ast, 1rb, 3/3 L3P), Travante Williams (10pts, 4res, 7ast, 1rb) e Diogo Brito (10pts, 4res, 5ast).

Portugal volta a jogar na competição a 10 e 13 de novembro, num duplo embate caseiro frente à Bulgária e Roménia, respetivamente.


Manuel Fernandes: “O basquetebol feminino português tem futuro.”

O presidente da FPB, Manuel Fernandes, era um homem feliz no final de mais um grande evento internacional em Matosinhos. O líder federativo considera que a final entre França e Espanha foi um hino ao basquetebol e deixa uma palavra de agradecimento a todos os que encheram as bancadas do CDC de Matosinhos e do Pavilhão Municipal de Guifões nos últimos dez dias, para engrandecer o Campeonato da Europa de Sub16 femininos – Divisão A.

“Este Europeu terminou com chave de ouro, com as duas melhores seleções deste torneio num jogo muito intenso e que terminou com tempo extra, para deliciar quem gosta de basquetebol. Foi uma festa enorme e temos que agradecer às gentes de Matosinhos e a todos aqueles que quiseram acompanhar o Europeu de basquetebol, que tiveram um comportamento exempla e com o fair play sempre presente”, sublinhou Manuel Fernandes.

“Desportivamente, o nosso grande objetivo era manter a seleção na Divisão A, já depois dos sucessos das Sub18 e das Sub20. Claro que as nossas atletas ainda queriam mais, mas o que conseguiram foi fantástico. O basquetebol feminino português tem futuro”, afirmou o presidente da FPB sobre a prestação de Portugal, acrescentando que a cidade que recebeu o Europeu é sinónimo de êxitos lusos: “Matosinhos é, de facto, uma cidade de ouro do basquetebol português. Foi aqui que tivemos os maiores sucessos, com pavilhões cheios e recebendo com hospitalidade todos os que assistem a estes europeus.”

Manuel Fernandes fez questão de agradecer “à Câmara Municipal, à MatosinhoSport, mas também a todos os voluntários que ninguém conhece, porque também a eles se deve o sucesso da organização”, que foi reconhecido por várias entidades internacionais: “Recebemos congratulações de vários países e sentimo-nos orgulhosos pelo reconhecimento da nossa capacidade organizativa e da nossa aposta no basquetebol feminino. Aqui, em Matosinhos, somos sempre muito felizes. Estou feliz e tenho um sentimento de gratidão para com todos aqueles que dão o seu melhor para que o basquetebol singre”.

Para finalizar, o presidente da Federação revelou as palavras que transmitiu à comitiva lusa no final da participação portuguesa: “Independentemente do que poderia acontecer no último dia, há coisas que não se podem apagar. Elas devem sair deste pavilhão de cabeça bem levantada, porque, apesar das dificuldades, demonstraram coração, determinação, vontade de vencer que são reconhecidos por todos. Agora vão ter umas merecidas férias, mas para o ano há mais Divisão A e é preciso continuar a treinar mais e melhor”.


“Não há como relaxar, independentemente do adversário, vamos ganhar.” (vídeo)

Os seniores masculinos regressam à ação este domingo, dia 28 de agosto, pelas 17h00 (RTP2), no segundo do jogo da primeira janela de Pré-qualificação para o EuroBasket 2025, perante o Chipre.

A equipa das quinas teve uma viagem de regresso a Portugal algo atribulada, tendo visto um dos voos de regresso ser cancelado. Apesar da adversidade e de pernoitar uma noite em Istambul, a formação lusa aterrou em Lisboa durante a tarde deste sábado e ainda foi realizar um treino no Pavilhão Multiusos de Odivelas, local que servirá de palco na partida com os cipriotas.

Na antecâmara de mais um jogo do Grupo F de Pré-qualificação, o capitão Miguel Queiroz lançou o mote para a vitória, acompanhado do selecionador nacional, Mário Gomes.

 

Informações de bilheteira, aqui.


França é campeã europeia de sub16 femininos pela quarta vez

As melhores expectativas cumpriram-se, com França e Espanha a proporcionarem uma grande final de Europeu de sub16 femininos, em Matosinhos. A equipa francesa acabou por levar a melhor (65-61, após prolongamento) e conquistou assim o quarto título europeu da sua história, depois das vitórias em 2001, 2007 e 2017.

A partida foi um hino ao equilíbrio, com as equipas a alternarem entre si no comando do resultado, até se chegar ao tempo extra com uma igualdade a 56 pontos.

Depois, com um parcial de 9-5, a turma gaulesa avançou para o sucesso, num jogo em que Nell Angloma (14pts, 7res, 1dl) foi a sua melhor atleta, enquanto Yiana Martin (22pts, 3res, 4ast, 4rb, 11/12 LL) esteve em grande do lado espanhol.

No encontro que decidiu a última equipa a descer à Divisão B, a Finlândia acabou por sorrir e relegou a Alemanha para o segundo escalão.

No capítulo individual, a já citada Yiana Martin, atleta de Espanha, foi a MVP da prova, fazendo ainda parte do cinco ideal, tal como Téa Cleante (França), Lena Bilic (Croácia), Petra Bozan (Croácia) e Awa Fam Thiam (Espanha).

Foi esta a classificação final da competição:

1.º – França (Ouro)
2.º – Espanha (Prata)
3.º – Croácia (Bronze)
4.º – PORTUGAL
5.º – Hungria
6.º – Grécia
7.º – Bélgica
8.º – Itália
9.º – Letónia
10.º – Polónia
11.º – Eslovénia
12.º – República Checa
13.º – Finlândia
14.º – Alemanha (Descida à Divisão B)
15.º – Lituânia (Descida à Divisão B)
16.º – Dinamarca (Descida à Divisão B)


Portugal fecha Europeu de Matosinhos no quarto lugar

A Seleção Nacional de sub16 femininos terminou o Europeu de Matosinhos no quarto lugar, depois de perder contra a Croácia por 72-58. Esta é a segunda melhor classificação de sempre do nosso país neste escalão, pelo que Portugal está de parabéns!

A Croácia mostrou-se muito forte, o que se traduziu num parcial de 31-15 a ser favor, no primeiro quarto. Esse foi o prenúncio de um jogo controlado pela formação dos Balcãs, com Portugal a não conseguir grandes aproximações.

O conjunto luso ganhou mais ressaltos ofensivos (18-10), registou 18 assistências e viu a Croácia averbar mais turnovers (11-13), mas não conseguiu responder à maior eficácia adversária na hora de lançar.

Rita Nazário (19pts, 2res, 2ast, 4/4 L3P, 2/2 LL) esteve particularmente inspirada do lado português, enquanto Clara Silva foi importante na luta das tabelas com 11 ressaltos.


Europeu de Matosinhos muito para lá dos campos

Para que tudo corra da melhor forma, durante os Europeus de Matosinhos, que tiveram a sua primeira edição em 2013, é necessário o trabalho, muitas vezes invisível, de pessoas que dedicam horas da sua vida aos pavilhões.

São os casos de Luís Ferreira, gerente do Bar “Nave Costa Pereira”, Tiago Costa Pereira, responsável de gestão de equipamentos e atividades desportivas da Matosinhos Sport, e de Anselmo Pereira, encarregado geral da Matosinhos Sport.

Luís Ferreira assume um carinho especial pelo basquetebol, Tiago Costa Pereira fala da evolução, ano após ano, dos Campeonatos da Europa em Matosinhos, ao nível da organização, e Anselmo Pereira fez-nos uma visita guiada por alguns sítios do Centro de Desportos e Congressos, por entre várias recordações.

Todos eles são totalistas, todos eles são fundamentais, todos eles ajudaram a cimentar o nome de Matosinhos e do país no mapa do basquetebol internacional. O nosso muito obrigado!


Mariyana Kostourkova: “Merecemos uma medalha, mas temos que a conquistar.”

Do objetivo da permanência na Divisão A ao jogo do bronze. O trajeto da Seleção Nacional de Sub16 femininos no Europeu da categoria, em Matosinhos, já é um enorme sucesso, mas Mariyana Kostourkova não quer ficar “só” entre as quatro melhores da Europa. O objetivo da selecionadora nacional é adicionar uma medalha ao histórico do basquetebol português.

“Eu sonho sempre, porque sem sonhar nada se conquista. Sempre acreditei neste grupo, que é equilibrado e completo. Uma medalha seria um final merecido para este grupo que trabalhou duramente durante dois meses. Só posso dar-lhes os parabéns pelo esforço e pela entrega. Nem sempre se tem esta oportunidade e quando a vida nos dá estas oportunidades, temos que as agarrar”, afirma.

Para Mariyana Kostourkova, a receita é simples: manter o ADN da equipa. “Vamos entrar agressivas, que é a nossa identidade, defender em campo inteiro frente a uma equipa cujas atletas têm muitos minutos. Vamos cansá-las, correr mais e mostrar a nossa cara. Merecemos uma medalha, mas temos que a conquistar. O público vai ajudar, com certeza. Mas é importante nós fazermos o nosso trabalho, desde o início do jogo. Já tivemos jogos em que não começámos tão bem e o público acordou-nos, e tenho que agradecer ao público fantástico de Matosinhos”, diz a treinadora.


Inês Bettencourt ruma a universidade histórica

Com onze títulos nacionais, um recorde na NCAA feminina, as UConn Huskies são uma das formações mais conceituadas no basquetebol universitário norte-americano. A equipa, da University of Connecticut, possui um longo currículo na modalidade, recheado de sucessos e jogadoras icónicas como Sue Bird, Diana Taurasi, Maya Moore ou Breanna Stewart.

A partir desta sexta-feira, 26 de agosto, a jovem portuguesa Inês Bettencourt integra essa história.

Com 17 anos, a base lusa foi apresentada pela universidade e integra a equipa liderada pelo técnico, Geno Auriemma, dos mais conceituados no basquetebol norte-americano, desde 1985. Natural de São Miguel, Bettencourt foi formada e toda a carreira atuou no Clube União Sportiva, tratando-se assim da sua primeira experiência fora de Portugal.

“Ser uma ‘Husky’ é um sonho tornado realidade. Estou muito entusiasmada por começar esta aventura e vou dar tudo!”, disse a lusa, que explica como surgiu a oportunidade: “Inicialmente ia para uma junior college (Northwest Florida State). No entanto, depois do europeu recebi esta proposta e obviamente não podia recusar”.

Bettencourt vai atuar com o 21 nas costas tal como Ticha Penicheiro fez ao longo da sua carreira na WNBA. “Quando escolhi o número não pensei que era o mesmo da Ticha, mas depois fiquei ainda mais contente”, explana a mais recente jovem a partir para os Estados Unidos. A base já falou com o seu novo treinador e também com Paige Bueckers, grande estrela das “huskies”, que vai falhar a próxima época com uma lesão no ligamento cruzado anterior.

Aquando da sua apresentação, o seu novo treinador destacou as principais qualidades da portuguesa: “É uma verdadeira base que gosta de distribuir a bola, mas também lança. Está habituada a jogar o estilo europeu, de movimento da bola, bloqueios, situações de dois e três jogadoras”, explica. “É uma miúda dura e uma grande competidora. Estou entusiasmado por a termos conseguido encontrar”, assevera.

Presença nas seleções jovens, a nova “21” das “Huskies” esteve em destaque este verão na seleção de sub18 femininos, que se sagrou vice-campeã da europa (Divisão B), ao integrar o cinco ideal da prova com médias de 14.4 pontos, 3.6 assistências, 3.7 ressaltos e 4.6 roubos de bola por jogo.

A melhor basquetebolista portuguesa de sempre, Ticha Penicheiro não esconde o orgulho em ver uma jogadora lusa a mudar-se para uma das “melhores universidades de sempre”: “Estou orgulhosa. Espero que ela se encaixe e consiga ultrapassar as barreiras inerentes da mudança para os estados unidos”.

“Para mim o 21 foi um número de sorte e espero que seja para ela também”, lança a antiga base.

Agostinho Pinto, selecionador nacional de sub18 femininos, traça o perfil da jovem que agora ruma aos Estados Unidos: “É uma atleta com um potencial enorme, com conhecimento de jogo e uma excelente técnica individual ofensiva. Defensivamente tem alguns aspetos a melhorar, mas é forte na interceção. Este ano desenvolveu o seu jogo e ganhou mais confiança”, explana.

O técnico acrescenta: “Agora vai treinar com algumas das melhores do mundo da sua idade, numa universidade por onde passaram atletas de renome mundial, e acho que vai evoluir ainda mais. Espero que motive outras a tentarem perseguir este sonho e acredito que seja o maior feito de uma jogadora portuguesa no que toca a ir para uma universidade norte-americana”.


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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