Artigos da Federaçãooo
“Estamos sempre com a mentalidade e ambição adequada para defrontar a todos os adversários”
O treinador dos “dragões” espera ainda uma época sem lesões no plantel portista.
Entrevista para ler aqui:
O ano desportivo arranca de forma oficial para o FC Porto este domingo, que conclusões retira da preparação para mais uma época?
Sabendo que os resultados na pré-epoca são irrelevantes, porque se trata dum período de carga de trabalho e provas sem qualquer objetivo competitivo, estamos contentes como têm decorrido até agora.
Para os atletas, mais que para os técnicos, é também importante somar vitórias como as quatro conseguidas perante equipas espanholas ou a vitória nos dois torneios internacionais disputados, no sentido de consolidar a confiança e os diferentes comportamentos táticos que queremos implementar.
Ao contrário da temporada passada, a UD Oliveirense apresenta bastantes reforços. Que dificuldades espera no duelo com os bicampeões nacionais?
Espero as dificuldades próprias que sempre coloca um adversário muito competente, independentemente da altura da época e/ou determinados reforços.
A Oliveirense é uma equipa muito bem trabalhada e orientada e não é por acaso que têm conseguido estar nos últimos anos, não apenas nos dois últimos, na discussão dos títulos nacionais.
O FC Porto venceu a UD Oliveirense na final da Taça de Portugal da época passada, o reencontro na luta por um título será já este domingo. Sente a equipa preparada para o desafio?
Estamos sempre com a mentalidade e ambição adequada para defrontar a todos os adversários, essa é a postura do FC Porto em qualquer modalidade.
Quais são as expectativas para época 2019-2020?
O primeiro que um treinador deseja é ter os atletas disponíveis para trabalhar nas suas melhores condições físicas e de saúde, algo que infelizmente não tem acontecido nas últimas quatro épocas em que as lesões tem impedido alguns jogadores muito importantes de participar nos diferentes pontos altos ou se preparar nas melhores condições.
Apenas na Supertaça 16-17 e na Taça de Portugal 18-19 é que tivemos a possibilidade de fazer uma preparação específica para essas competições com todos os elementos a participar nos treinos; se calhar é por isso que são dois títulos ganhos pelo FC Porto.
SL Benfica com último obstáculo pela frente rumo à Fase de Grupos da “Champions”
As “águias” jogam a 1.ª mão da 2.ª eliminatória de qualificação esta quinta-feira, a partir das 21 horas, na Luz, com transmissão na BTV.
João “Betinho” Gomes, esta temporada regressado aos “encarnados”, e com um passado titulado no clube, anteviu o duelo para a FPB.
Quais são as maiores qualidades do Mornar Bar, por aquilo que já estudaram do adversário?
Por enquanto não vimos muita coisa do Mornar, porque houve mudanças na equipa relativamente à época passada, e não havendo acesso a todos os jogos da pré-época acabamos por ter pouca informação sobre eles.
Mas conhecendo alguns jogadores deles, posso dizer que vão aproveitar muito o jogo interior, sabendo que têm dois postes muito altos, um com 2,15 metros e outro com 2,16 metros.
Em que aspetos o Benfica tem de ser superior para conseguir um bom resultado na Luz?
Tal como aconteceu no jogo contra o Donar, e tendo a perfeita noção de que não vai ser um jogo igual, vamos ter que tirar vantagem da nossa defesa e do contra-ataque.
Sendo o Mornar Bar uma equipa muito alta, podemos tirar partido da nossa mais baixa estatura e da nossa maior velocidade.
Alcançar a Fase de Grupos da Liga dos Campeões é a melhor injeção de moral possível para um bom arranque de campeonato?
Sim, claramente. O objetivo de alcançar a Fase de Grupos e poder continuar a jogar partidas de alto nível contra equipas de topo vai preparar-nos não só para o arranque do campeonato, mas também para o resto da época.
Tens rubricado boas exibições. Como está a ser este regresso ao Benfica e ao basquetebol português?
Está a ser muito bom! Já conheço bem o Benfica, clube em que alcancei excelentes resultados, o que me dá um extra de confiança de forma a poder ajudar a equipa da melhor maneira possível.
Arranque oficial da temporada nacional passa pelo Algarve
O Pavilhão Gimnodesportivo de Portimão e o Pavilhão da Escola Secundária da Bemposta são os palcos do primeiro Ponto Alto da época.
A FPBtv transmite todos os jogos da competição, com A Bola TV a também emitir em direto a final, que está agendada para as 10h30 de domingo.
Toda a informação sobre a prova para consultar aqui.
As entradas para o público são livres!
Palmarés da Supertaça Masculina
E é precisamente o emblema de Oliveira de Azeméis, bicampeão nacional, o atual detentor do troféu, com o FC Porto a tentar levantar uma taça que não conquista desde 2016.
O SL Benfica surge como equipa mais titulada (14 ocasiões), seguindo-se a AD Ovarense (8) e o FC Porto (6).
A UD Oliveirense, além da mencionada vitória de há um ano, já havia conquistado a Supertaça em 2003, com o CA Queluz a também ter dois títulos.
Illiabum Clube e a já extinta equipa da Portugal Telecom também inscrevem os seus nomes nesta galeria de vencedores, graças aos triunfos de 1992 e 2002, respetivamente.
Palmarés da Taça Vítor Hugo
O União Sportiva é o atual detentor do troféu, depois de levar a melhor sobre o GDESSA Barreiro na época passada, conquista que se juntou à de 2015/16.
Mas é a AD Vagos o clube mais titulado, tendo festejado por cinco vezes, com destaque para o “tetra” entre 2009 e 2012.
O CAB Madeira levantou a taça em três ocasiões (2007, 2008 e 2016), enquanto a Quinta dos Lombos sorriu em 2013 e 2014.
Quem levará a melhor este ano? A resposta será dada no domingo, a partir das 10h30, numa prova que vai ter total cobertura da FPBtv.
Ângelo Pereira ingressa na 2.ª liga espanhola de BCR
Aos 20 anos, Ângelo Pereira embarca na primeira aventura no alto rendimento, na competitiva 2.ª liga espanhola, onde irá vestir as cores do Global Basket, da Catalunha, orientado por Oscar Trigo, atual selecionador espanhol masculino.
Principal ameaça da APD Lisboa, em larga medida devido ao excelente lançamento exterior e à maturidade exibida dentro de campo, o capitão da Seleção Nacional de Sub23 atravessa a fronteira com a ambição de evoluir enquanto jogador depois de nove anos de prática da modalidade em Portugal.
Na Primera División – 2.ª liga espanhola – terá a companhia de Pedro Bártolo (2.5), Luís Domingos (2.5) e José Miguel Gonçalves (3.0), no Basketmi Ferrol, e de Helder da Silva (2.0), veterano base do Servigest Burgos.
Neste fim de semana, o internacional A e Sub23 disputa os últimos jogos ao serviço da equipa que o viu despontar, na 19.ª edição do Torneio Internacional de Lisboa.
Com a saída para o Global Basket, Ângelo Pereira torna-se assim no terceiro atleta da APD Lisboa a rumar ao BCR depois de Hugo Lourenço (4.0), no início da década de 2000, e de Marco Gonçalves (1.5), em 2012.
“Vencemos três jogos, o que é um recorde para uma equipa africana num Mundial”
A formação africana, que tem ainda como adjunto Ivan Kostourkov, ficou às portas do apuramento direto para os Jogos Olímpicos. Entrevista a não perder.
Que balanço faz da participação da Tunísia neste Mundial?
Foi muito boa, mas não atingimos o objetivo de qualificação para os Jogos Olímpicos. Tínhamos capacidade para isso, mas falhámos no jogo diante de Porto Rico, em que perdermos na última posse de bola deles.
A pressão e a falta de experiência notaram-se muito durante esse jogo, e por isso não fomos competentes para suportar a pressão porto-riquenha. Falhámos lançamentos fáceis, registámos turnovers e por isso perdemos, infelizmente, já que éramos a melhor equipa do grupo a seguir à Espanha, a meu ver.
Em condições normais ter-nos-íamos qualificado para os Jogos Olímpicos, e a verdade é que ganhámos três jogos – o Irão qualificou-se com três triunfos – e vencemo-los mesmo. Contra a Espanha estivemos muito bem na primeira parte, e por isso a participação foi boa.
Apesar de Porto Rico e Irão estarem acima de nós no ranking, provámos que podíamos ter garantido o apuramento. Vencemos três jogos, tal como a Nigéria, o que é um recorde para uma equipa africana num Mundial.
E como projeta o Torneio Olímpico de qualificação?
Vamos encontrar equipas fortíssimas, sendo que existem quatro vagas, com oito equipas já apuradas. Será muito difícil, não sei como se definirão os grupos, mas é de esperar muito equilíbrio.
Para uma equipa como a Tunísia será muito complicado ficar em primeiro no grupo, a acontecer seria tremendo. Não há impossíveis, mas adivinham-se muitas dificuldades para as formações africanas e asiáticas.
Prevejo que se apurem quatro equipas europeias, não esquecendo que neste lote de países surgem a Eslovénia, atual campeã europeia, Polónia e Alemanha, entre outras.
A nossa grande hipótese de apuramento seria por intermédio do Mundial, e reparem como ficámos pelo caminho por pontos, com a segunda parte diante da Espanha a revelar-se decisiva. Ficámos empatados pontualmente com a Nigéria, mas o cesto-average foi-lhes favorável.
Como olha para este Mundial, avaliando toda a competição? Que aspetos mais destaca?
Organizar um Mundial com 32 equipas nunca é fácil, e só um país como a China para o organizar sozinho. Nesse aspeto, de facto, a competição foi muito bonita.
O lado mais negativo prendeu-se com algumas viagens muito longas, com a França, equipa fortíssima, a sair prejudicada, quando alimentava esperanças de ganhar a prova.
Os EUA apresentaram-se com uma equipa de terceira-quarta linha, e provaram não ser assim tão fortes para se darem a este luxo, apesar de serem, claramente, a maior potência mundial.
Cada vez há mais jogadores europeus na NBA e por isso verificou-se um grande equilíbrio, sendo que a Espanha acabou por beneficiar de uma média de idades de 30 anos, com vários atletas a alinhar no Real Madrid e Barcelona, revelando uma grande experiência.
A Espanha é o país com mais medalhas internacionais nos últimos 20 anos e eliminou a Austrália após dois prolongamentos, uma das seleções que mais hipóteses tinha de se sagrar campeã.
A meu ver, a grande surpresa foi a Argentina, “levada às costas” até à final pelo Scola, um jogador de 39 anos, mas no jogo decisivo não houve nada a fazer. A formação espanhola foi um vencedor justo, numa competição que provou que cada vez é maior o equilíbrio a nível mundial.
Por último, destaco a Nigéria, que organizou um estágio a envolver 44 jogadores, muitos oriundos da NBA e de clubes da Euroliga. É a única seleção, fora dos EUA e do espaço europeu, que se pode bater com os gigantes, podendo mesmo qualificar-se na fase de grupos dos Jogos Olímpicos.
É uma equipa com jogadores de grande qualidade, que saem muito cedo para outros países, e por isso temos de os seguir com atenção.
Retrospetiva do Torneio Internacional de Lisboa
O torneio mais emblemático do BCR nacional, organizado pela APD Lisboa, terá como participantes a equipa anfitriã, a tetracampeã nacional APD Braga e as formações espanholas Mideba Extremadura, do principal escalão, e o Basketmi Ferrol, da 2ª divisão.
Com os dados cedidos pela organização, a FPB realizou uma retrospectiva da última década do torneio.
Toda a informação, incluindo programa, pode ser consultada aqui. Em anexo podem consultar os quatro primeiros classificados, MVP e melhor marcador de cada edição desde 2010.
Dezoito anos volvidos, o Torneio Internacional de Lisboa arroga-se o estatuto de prova incontornável na pré-época, não só no BCR nacional, como para várias equipas do país vizinho, em alguns casos repetentes na participação, de que é exemplo maior o Mideba Extremadura.
A poderosa formação de Badajoz, vitoriosa em 6 das últimas 9 edições em análise (desde 2010), regressa este ano à capital apetrechada com cinco internacionais britânicos, recém-coroados campeões da Europa, no sentido de atacar o título na melhor liga do mundo.
Ao pecúlio coletivo, a equipa orientada por Jorge Borba Cintas soma 6 distinções de melhor marcador – por 3 vezes foi o internacional espanhol Jose Cano (4.0) o mais certeiro, em 2 ocasiões o prolífico atirador mexicano Salvador Zavala (4.0), enquanto o seu compatriota Salvador Sandoval (4.0) arrecadou o prémio na prova transata – e 3 troféus MVP – o luso Marco Gonçalves (1.5) superou a concorrência em 2012, o malogrado José Calderón (3.5), internacional porto-riquenho, venceu em 2013, e o internacional britânico Gregg Warburton (2.0) levou a melhor em 2018.
A intromissão na hegemonia espanhola nos 9 anos em que nos debruçamos, conseguiu-a a Seleção Nacional e logo de forma consecutiva (2014 e 2015), acorrendo de imediato ao pensamento o triplo no soar da buzina de Hugo Lourenço (4.0) frente a Mideba na prova de 2015.
No que toca ao MVP, a estatueta chegou às mãos de atletas nacionais em 6 ocasiões.
Na liderança partilhada, com 2 cada, surgem Hugo Lourenço (4.0), pela Seleção Nacional e Mideba, e Marco Gonçalves (1.5), em representação da APD Lisboa e também de Mideba, seguidos de Márcio Dias (4.5) ao serviço do Servigest Burgos, e Pedro Bártolo (2.5) com a camisola nacional.
Já o título de melhor marcador, só por uma vez ficou em casa, graças à “mão quente” de Hugo Lourenço, também com as cores de Portugal, em 2013.
Neste despique com a Seleção Nacional, Mideba Extremadura e APD Lisboa, registam-se menos de um punhado de exceções.
Em 2014, Manuel Somavilla (4.0), poste do Servigest Burgos (2.ª liga espanhola) foi o melhor marcador, e em 2017, uma das duas edições sem Mideba, o A.D. Alcorcón FDI (2ª liga espanhola) alcançou o lugar mais alto do pódio, a que juntou o melhor marcador, o colombiano Daniel Diaz (4.5).
Na atribuição do MVP, Obino Davide, dos italianos NPIC Rieti (Série B) colheu a admiração dos presentes.
Reunião entre FPB e Associações
Conforme tem vindo a ser habitual, a reunião foi muito participada, com várias propostas debatidas e aprovadas.
Do conjunto de temas e decisões tomadas, destacam-se as seguintes:
1) Antecipação da idade mínima de inscrição para 4 ou 5 anos, dependente da decisão que a Direção da FPB venha a tomar, com efeitos já para a presente época;
2) Código de Conduta/Cartão Branco. Obrigatoriedade da sua utilização nos escalões de formação mais jovens, igualmente na presente época;
3) Criação do Corpo Nacional de Estatística;
4) Criação de um Projeto “Valorizar Associações”, tendo sido estabelecido o prazo de 15 dias para as Associações enviarem contributos para a FPB;
5) Concessão de Apoio Financeiro, em valor a definir pela Direção da FPB, aos clubes e Associações que tenham jogadores integrados nos Centros de Treino. Aplica-se apenas aos jogadores em regime de internato;
6) Isentar do pagamento de taxas de inscrição, na primeira época, os clubes e respetivos agentes de concelhos nos quais não exista basquetebol (um por Associação);
7) Alterações ao Regulamento dos Pontos Altos, documento que se encontra já em processo de finalização e que será oportunamente divulgado;
8) Realização da gala anual no decurso da presente época, em data e local a definir muito em breve.
A FPB e as Associações voltarão a reunir no dia 23 de novembro.
SL Benfica mais perto da Fase de Grupos da Liga dos Campeões
As “águias” perderam (76-66) diante do Donar Groningen, o que se revelou suficiente depois do robusto triunfo por 95-65, em Lisboa.
Os “encarnados” controlaram as operações, apesar de terem estado quase sempre em desvantagem, nunca fazendo perigar a qualificação.
Toure’ Murry (21pts, 3res, 1ast, 2rbb), João “Betinho” Gomes (15pts, 3res, 2dl) e Micah Downs (12pts, 7res, 4ast) estiveram em destaque na equipa portuguesa.
O Benfica tem agora como último obstáculo os montenegrinos do Mornar Bar, com a 1.ª mão a estar agendada para quinta-feira, na Luz.
Sessão de Partilha de Conhecimentos com Norberto Alves
Esta iniciativa contou, mais uma vez, com a colaboração do Olivais Futebol Clube e da AAC – Basquetebol na disponibilidade de horários e na presença de atletas.
Terminou assim este primeiro ciclo de partilha de conhecimento com Norberto Alves onde se abordou o Treino de Basquetebol, Defesa e o Ataque.
A Norberto Alves, a Associação de Basquetebol de Coimbra endereça o seu mais profundo agradecimento pela disponibilidade e pela colaboração em mais esta iniciativa.
“Águia” procura voar para a segunda eliminatória de acesso à Champions
Segue-se o duelo na Holanda, marcado para as 19 horas desta sexta-feira, num jogo que pode ser visto aqui.
Toure’ Murry, reforço “encarnado” para esta temporada, e que deu nas vistas na Luz, mostra cautelas em entrevista à FPB, apesar da boa vantagem da equipa portuguesa.
Recordamos que em caso de qualificação, o Benfica terá pela frente os montenegrinos do Mornar Bar.
O Benfica tem uma vantagem de 30 pontos sobre o Donar Groningen. Quais são os maiores cuidados a ter no jogo da segunda mão?
Temos que continuar a lutar na defesa e trabalhar de uma melhor forma para controlar os nossos adversários.
Devemos ter uma atitude positiva durante todo o jogo, nunca desistindo. Se a nossa defesa for muito intensa, o ataque será eficaz.
Como têm sido estes primeiros tempos no Benfica? O que estás a achar do clube e do nosso país?
Esta experiência no Benfica está a ser ótima, um clube histórico e com uma grande cultura.
Trata-se de uma equipa que luta por títulos e eu estou feliz por fazer parte dela. Além disso, a cidade de Lisboa é linda e as pessoas falam inglês, pelo que a adaptação está a ser fácil.
Quais são os teus principais objetivos para esta temporada?
O meu principal objetivo é ajudar o Benfica a sagrar-se campeão e a entrar na Liga dos Campeões, para competir com os melhores da Europa. Isso far-me-há feliz.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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