Artigos da Federaçãooo
Bola ao ar no Nacional da 1.ª Divisão masculina
O Campeonato Nacional da 1.ª Divisão masculina foi outra das competições que arrancou no passado fim de semana.
Zona Norte
O GDB Leça/Cargolândia superou o BC Barcelos por 74-53, tendo em Pedro Meireles (15pts, 11res, 3rb) um aliado, enquanto no adversário minhoto o melhor em campo foi Pedro Dias (15pts, 13res, 1ast, 2rb).
Já o SC Braga venceu o CB Viana/Nortaluga por 83-65, com João Malheiro (17pts, 8res, 5ast, 2rb) em destaque nos “arsenalistas” e Sekouba Conde (21pts, 18res, 4ast, 2rb, 3dl) a sobressair na turma vianense.
O Guifões SC ultrapassou (69-67) o Famalicense AC, contando com a inspiração de Adebayo Jr. (22pts, 12res, 1ast, 1rb, 1dl), ao passo que nos forasteiros esteve em evidência Bruno Cunha (18pts, 2ast, 1rb).
Zona Norte/Centro
O Olivais Futebol Clube suplantou (78-62) o Club 5Basket/SVSilva, com José Vilela (19pts, 2res, 1ast, 1rb) a assumir importância na manobra da turma da cidade dos estudantes e Nélson Danso (12pts, 4res, 2ast, 1rb) com sinal mais na equipa visitante.
Em Paços de Brandão, o Beira-Mar/AAUAv levou a melhor (85-75) diante do GRIB, numa partida em que pelos auri-negros se destacou Alexandre Nunes (30pts, 1res, 3ast, 1rb, 1dl), enquanto nos anfitriões foi Pedro Azevedo (23pts, 3res, 1ast, 1dl) a figura maior.
O Galitos/Clínica Dr. Semblano ganhou no pavilhão do Académico FC por 81-75, ao passo que
Num duelo entre equipas B de históricos, Ovarense e Illiabum Clube B, o conjunto de Ílhavo sorriu (61-57), e para este desfecho muito contribuiu Henrique Adão (20pts, 5res, 2ast), sendo que no emblema vareiro há que mencionar o desempenho de Pedro Pinto (23pts, 4res, 2ast, 2rb).
Zona Centro/Sul
Num dérbi entre formações da Linha de Cascais, o Paço de Arcos Clube arrancou uma vitória (65-56) no reduto do Estoril BC, com Daniel Missel (25pts, 11res, 4ast, 2rb) em grande estilo nos forasteiros e Luiz Silva (14pts, 6res, 2ast) a assumir despesar nos donos da casa.
Por seu turno, os Salesianos de Lisboa bateram o Odisseia Basket por 67-59, tendo em Bruno Mendes (16pts, 8res) o principal obreiro do triunfo, enquanto na turma visitante sobressaiu João Caldeira (13pts, 11res, 2ast).
Zona Sul
O Portimonense não esteve pelos ajustes, e ganhou fora de portas, ao Scalipus Tasco Xico da Cana, por 79-56, com Rúben Ferreira (17pts, 8res, 10ast, 1rb) em plano de relevo nos algarvios e Luís Brito (23pts, 3res, 2ast, 3rb) a dar nas vistas nos anfitriões.
A jogar em casa, o Algés venceu o MBA/Montisistemas por 81-61, com Vasco Lança (17pts, 4res, 10ast, 5rb) a ter sinal mais nos algesinos e João Ramos (15pts, 4res, 4rb, 1dl) a remar contra a maré no clube do Montijo.
Já o ABC Santo André/Móveis desfeiteou (66-57) o AC Moscavide, num encontro em que Gonçalo Silva (25pts, 3res) colaborou no emblema da costa alentejana, ao passo que Miguel Fialho (17pts, 6res, 2ast) foi importante do lado lisboeta.
Por último, o BAC sorriu (89-80) na condição de visitante, face ao FC Barreirense B.
Nota: Foto retirada do Facebook oficial do Atlético Basquete Clube de Santo André
Nike McClure com sinal mais na quarta ronda da Liga Skoiy
Na quarta jornada da Liga Skoiy, a figura maior foi Nike McClure, jogadora do CAB Madeira, que alcançou o título de MVP Tissot depois de obter uma valorização de 40 (25pts, 20res, 1rb, 1dl), no triunfo (56-50) no reduto do Galitos/Clínica Dr. Semblano.
Graças a esta marca, a atleta de 24 anos faz também parte do cinco ideal, onde tem a companhia das benfiquistas Mariana Carvalho (valorização de 23.5 – 12pts, 5res, 3ast, 3rb, 1dl) e Japonica James (valorização de 28 – 23pts, 7res, 1ast), de Khalia Lawrence (valorização de 19.5 – 16pts, 5res, 4ast), do Olivais FC, e de Gabriela Guimarães (valorização de 30.5 – 23pts, 15res, 1ast, 2rb), do União Sportiva.
Nota: Por lapso da nossa parte, indicámos Mariana Silva, do SL Benfica, no cinco ideal, mas quem faz parte do mesmo é a sua colega, Mariana Carvalho.
Temidayo Yussuf “abre o livro” na segunda jornada da Liga Placard
Está encontrado o MVP Tissot da segunda jornada da Liga Placard: é Temidayo Yussuf, jogador norte-americano, chegado esta temporada ao Lusitânia Expert.
O poste, de 24 anos, foi fundamental no triunfo açoriano por 93-82 sobre a Académica Efapel, ao alcançar uma valorização de 40 (22pts, 13res, 3ast, 2rb).
No cinco ideal, além de Yussuf, surgem Sérgio Silva, também do Lusitânia (valorização de 25 – 13pts, 3res, 12ast), Travante Williams, do Sporting CP (valorização de 30.5 – 30pts, 3res, 2ast, 4rb, 1dl), Nuno Sá, a alinhar no CAB Madeira SAD (valorização de 32 – 18pts, 13res, 5ast, 2dl), e Tyere Marshall, atleta do Imortal LUZiGÁS (valorização de 31.5 – 18pts, 4res, 4ast, 1rb, 64% de eficácia nos lançamento de campo).
Nacional da 1.ª Divisão feminina deu as boas-vindas à nova época
O Campeonato Nacional da 1.ª Divisão feminina principiou este fim de semana, estando dividida em duas Zonas.
Zona Norte
O Esgueira/Aveiro/Sarifer iniciou a prova com toda a força, ao vencer o Maia Basket Clube por 72-31, com Gabriela Raimundo em destaque (16pts, 8res, 1ast, 3rb), enquanto na turma maiata Catarina Vieira foi a atleta que esteve em melhor plano (6pts, 9res, 4ast, 2rb).
Já o CD Póvoa superou o SC Coimbrões por 62-42, e contou com a boa exibição de Joana Carneiro (14pts, 14res, 1ast, 1rb). ao passo que no adversário de Vila Nova de Gaia sobressaiu Mariana Calisto (8pts, 7res, 2ast).
Num dérbi portuense, o CLIP Teams levou a melhor (52-49) no reduto do Académico FC, destacando-se Francisca Monteiro na equipa vencedora (17pts, 15res, 1ast, 3rb) e Francisca Braga (11pts, 4res, 4ast, 2rb) e Carolina Bandeira (11pts, 1res, 1ast, 1rb).
Por seu turno, a Ovarense bateu (64-50) o CAD Coimbra/Chelo.
Zona Sul
Na única partida desta Zona, o Imortal BC Tcars ganhou ao Algés por 82-62, com Kristina Innemme (25pts, 10res, 5ast, 3rb) e Sofia Queiroz (23pts, 5res, 4ast, 1rb) em destaque, e Bárbara Bilro a ter sinal mais na formação algesina (23pts, 8res, 3ast).
O Boa Viagem-Angra-Açores vs. SIMECQ foi adiado, enquanto os dois jogos na Madeira se disputam no próximo fim de semana.
Nota: Foto retirada do Facebook oficial do Esgueira Basket
SL Benfica cola-se à Quinta dos Lombos na Liga Skoiy
Na Liga Skoiy, o SL Benfica voltou a ganhar, na receção ao Guifões SC, e dessa forma colou-se à Quinta dos Lombos no cimo da tabela classificativa. Este domingo também foi positivo para CAB Madeira, União Sportiva, GDESSA Barreiro e CB Queluz.
No resultado mais desnivelado da jornada, o SL Benfica superou o Guifões SC por 101-51. Desde cedo, as “águias” descolaram, e com parciais de 35-19 e 26-10, até ao intervalo, praticamente definiram o desfecho da partida. Nas “encarnadas”, que revelaram uma supremacia mais clara da linha de dois pontos e na lutas tabelas, as melhores em campo foram Japonica James (23pts, 7res, 1ast), Altia Anderson (17pts, 3res, 3rb, 1dl), Mariana Carvalho (12pts, 5res, 3ast, 3rb, 1dl), Mariana Silva (12pts, 10res, 2ast, 4rb) e Laura Ferreira (11pts, 3res, 5ast, 1rb), enquanto no opositor de Matosinhos sobressaíram Tylinn Carter (13pts, 9res, 1ast, 1rb), Renata Ribeiro (13pts, 2res, 2ast, 1rb), Taneka Rubin (11pts, 5res, 1ast) e Mariana Teixeira (10pts, 1res, 1ast).
Em Aveiro, o CAB Madeira suplantou (56-50) o Galitos/Clínica Dr. Semblano, numa partida com alternâncias no marcador. À entrada para o último quarto, as donas da casa venciam por 39-38, e já a 3:01 do soar da buzina. mantinham-se no comando por 53-50, mas um parcial de 6-0 para as madeirense virou a questão. No CAB, realce para a exibição de Nike McClure (25pts, 20res, 1rb, 1dl), ao passo que no Galitos tiveram sinal mais Daniela Domingues (14pts, 4res, 2ast), Mafalda Pompeu (14pts, 1rb) e Whisper Fisher (12res).
Por seu turno, nos Açores, num grande espetáculo, o União Sportiva aplicou a primeira derrota (90-88) ao Vitória SC. A primeira parte teve maior domínio das anfitriãs, o que se refletiu numa vantagem de dez pontos ao intervalo (48-38). Mas a partir da segunda metade do terceiro quarto, as “conquistadoras” puxaram dos galões e reverteram as contas a seu favor, até que o Sportiva voltou para a frente, mas dois triplos de Barbara Souza levaram a questão para prolongamento. O equilíbrio continou a ser a nota dominante, com o conjunto açoriano a ganhar por dois pontos, num jogo em que contou com a inspiração de Gabriela de Paula (23pts, 15res, 1ast, 2rb), Emília Ferreira (13pts, 9res, 2ast, 1rb), Raquel Laneiro (13pts, 1res, 3ast, 1rb), Ana Ramos (12pts, 4res, 3ast) e Nausia Woolfolk (11pts, 7res, 1ast, 2rb), enquanto na turma minhota deram nas vistas Catarina Mateus (23pts, 2res, 3ast, 1rb), Barbara Souza (19pts, 8res, 5ast, 1rb), Tatiane Nascimento (15pts, 2res, 3ast), Grayson Bright (14pts, 5res, 2ast, 2rb) e Luiana Livulo (11pts, 5res, 3ast).
Em Coimbra, o GDESSA Barreiro bateu o Olivais FC por 76-65. A equipa da cidade dos estudantes começou na frente, mas logo o GDESSA se distanciou, não mais largando a dianteira do resultado. Na formação da margem sul do Tejo destacaram-se Aline Moura (22pts, 9res, 2rb), Jennifer Calixto (13pts, 7res, 1ast, 1rb) e Leonor Serralheiro (12pts, 3res, 4ast, 4rb), sendo que no Olivais as melhores exibições pertenceram a Eva Carregosa (18pts, 2res, 2ast, 2rb), Kahlia Lawrence (16pts, 5res, 4ast) e Júlia Alves (10pts, 11res, 4ast, 2rb).
Mais a sul, o CB Queluz obteve a segunda vitória na Liga, depois de ultrapassar o CPN Imopartner por 58-54, num duelo competitivo e no qual o emblema da casa só avançou para o triunfo na reta final. No CB Queluz, que beneficiou de apenas um triplo do CPN, despontaram Filipa Cruz (12pts, 13res, 3ast, 1rb), Maria Lopes (11pts, 4res, 1ast, 1dl) e Joana Ramos (11res), e na turma de Ermesinde foram Martha Burse (22pts, 5res, 4ast, 3rb, 2dl) e Jemia Carpenter (10pts, 17res, 1ast, 3rb) as principais figuras.
“Leão” junta-se ao “pelotão” da frente da Liga Placard
No fecho da segunda jornada da Liga Placard, o Sporting CP bateu o Maia Basket por 96-66, e assim colou-se a UD Oliveirense, SL Benfica e FC Porto no topo da classificação.
Os “leões” estiveram quase sempre no comando do resultado, apesar do adversário nortenho ter chegado a estar na frente, no segundo quarto. Mas à entrada dos derradeiros dez minutos, o Sporting já tinha 20 pontos de vantagem, numa partida em que revelou maior acerto da linha de dois pontos (62% contra 26% do Maia Basket) e em que tirou proveito dos 26 turnovers maiatos.
No clube de Alvalade, no que toca à estatística individual, destaque para Travante Williams (30pts, 3res, 2ast, 4rb, 1dl), James Ellisor (19pts, 7res, 4ast, 2rb) e John Fields (13pts, 16res, 1ast, 3dl), enquanto no Maia Basket sobressaíram Lamar Morgan (22pts, 2ast, 4rb), Romani Hansen (21pts, 13res, 1ast, 5rb, 1dl), Bright Mensah (11pts, 6res, 1ast) e Teophilus Johnson (10pts, 2res, 1rb).
Bicampeões, “águias” e “dragões” não vacilam na Liga Placard
Disputaram-se, este sábado, seis jogos da segunda jornada da Liga Placard, com UD Oliveirense, SL Benfica e FC Porto a voltarem a ganhar.
No Pavilhão Dr. Salvador Machado, a UD Oliveirense mostrou-se autoritária e bateu o Galitos Barreiro por 88-57. Após um primeiro quarto equilibrado (18-17), os bicampeões nacionais dispararam no marcador, graças a um parcial de 25-13, e nunca mais estiveram em perigo. Na formação de Oliveira de Azeméis, que beneficiou da maior eficácia no tiro exterior (10 triplos contra 3 do adversário), sobressaíram Travis Munnings (23pts, 8res, 4ast, 3rb), Justin Alston (16pts, 7res, 1ast, 1rb), João Grosso (15pts, 9res, 2ast) e João Guerreiro (15pts, 4res, 1ast, 1dl). Por seu turno, no Galitos, que averbou a segunda derrota, deu nas vistas Alonzo Ododa (13pts, 6res, 1ast, 1rb).
Mais a sul, na Luz, o SL Benfica superou (97-84) o Imortal LUZiGÁS. O clube algarvio ofereceu uma boa réplica às “águias”, e só nos derradeiros dez minutos se distanciou mais no resultado, num encontro em que os “encarnados” cavaram diferença nos triplos (15-6), tendo como melhores elementos Scott Lindsey (20pts, 6res), José Silva (15pts, 1res), Caleb Walker (11pts, 5res, 5ast) e Rafael Lisboa (10pts, 4res, 7ast, 1rb). Do lado do Imortal, destacaram-se Derrick Fenner (23pts, 2res, 2ast, 1rb), Tyere Marshall (18pts, 14res, 4ast, 1rb), Tanner Omlid (14pts, 2res, 1ast, 1rb, 1dl) e Ty Toney (12pts, 2res, 2ast).
Na Invicta, o FC Porto teve de suar para ultrapassar o Vitória SC, num triunfo por 76-71. A formação minhota, que se estreou este sábado, chegou a estar em vantagem no último quarto, isto depois de assistir a uma primeira parte com baixa eficácia por parte de cada uma das equipas. Nos “dragões” ditaram leis Max Landis (18pts, 1rb), Eric Anderson (14pts, 11res, 6ast), Miguel Queiroz (14pts, 11res, 1ast, 1dl) e João Soares (10pts, 8res, 1ast), enquanto nos “conquistadores” estiveram em evidência André Bessa (14pts, 2res, 3ast) e Coreontae DeBerry (13pts, 4res, 1ast).
A Ovarense Gavex registou o primeiro resultado positivo (73-70) no campeonato, no reduto do FC Barreirense, depois de estar em vantagem desde o primeiro quarto, apesar do susto na fase final do desafio, com o resultado a marcar uma igualdade (70-70 a 1:11 do soar da buzina). Mas três lances livres certeiros guiaram a turma vareira ao sucesso, numa tarde em que contou com a inspiração de Isaac Johnson (20pts, 11res, 1rb), Trey Moses (17pts, 5res, 2ast, 2rb), Pedro Oliveira (15pts, 6res, 3ast, 1rb) e Kendall Jacks (10pts, 6res, 2ast, 1rb), ao passo que no adversário da margem sul do Tejo despontaram Richaud Guittens (22pts, 2res, 4ast, 2rb, 2dl), Dakota Quinn (15pts, 2res, 1dl) e Kurt James (11pts, 11res, 2ast, 2rb).
Por seu turno, o CAB Madeira SAD arrancou uma vitória por 66-65 no pavilhão do Esgueira/Aveiro/OLI, num jogo emocionante. Após uns primeiros dez minutos equilibrados (16-15), o CAB encetou um parcial de 31-18, que foi contraposto pela reação dos donos da casa, no terceiro quarto (parcial de 24-12). Na reta final do encontro, Amen Cheeseman e Arvydas Gydra, cada um com um lançamento de dois pontos, entregaram a vitória ao CAB, que teve como melhores jogadores Nuno Sá (18pts, 13res, 5ast, 2dl), o já citado Amen Cheeseman (14pts, 5res, 2ast) e Mikkel Kolstad (11pts, 2res, 4ast, 1rb). Já no Esgueira, sinal mais para as prestações de Kareem Brewton (23pts, 10res, 3ast) e Eljay Cowherd (18pts, 2res, 5ast, 2rb).
No último jogo do dia, o SC Lusitânia Expert bateu a Académica Efapel por 93-83, num triunfo seguro, com o emblema açoriano sempre na dianteira. No Lusitânia destacaram-se Rasaq Yussuf (22pts, 13res, 3ast, 2rb), Render Woods (15pts, 3res, 3ast, 2rb), Sérgio Silva (13pts, 3res, 12ast), Patrick Andree (13pts, 1res, 1ast, 2rb) e Kyle Mallers (11pts, 3res, 1ast, 1dl) e nos “estudantes” salientaram-se Robert McCoy (32pts, 5res, 1ast, 1rb, 1dl) e Malcolm Richardson (25pts, 2res, 2ast, 1rb).
Quinta dos Lombos soma terceiro triunfo consecutivo na Liga Skoiy
Na abertura da quarta jornada da Liga Skoiy, a Quinta dos Lombos obteve o seu terceiro triunfo consecutivo ao ultrapassar a AD Vagos por 58-46.
Num jogo entre equipas que se encontravam com os mesmos pontos, as donas da casa nunca estiveram em desvantagem, e o parcial de 17-10, no primeiro quarto, foi o prenúncio para o seu domínio.
A Quinta dos Lombos revelou maior acerto das linhas de dois e três pontos, evidenciando ainda maior supremacia na luta das tabelas (58 ressaltos contra 39 do adversário), numa partida em que contou com as boas exibições de Raphaella Monteiro (15pts, 9res, 4ast, 1dl), Shannon Todd (12pts, 4res, 1rb), Suraya Rijal (11pts, 11res, 2ast, 1rb), Carolina Cruz (10pts, 4res, 1ast, 1dl) e Ndioma Kane (11res).
Já no Vagos, destaque para Maria Blazejewski (14pts, 8res, 2rb, 1dl) e Chelsie Schweers (14pts, 2res, 1rb).
Sportiva e Vitória SC medem forças nos Açores
A Liga Skoiy regressa este fim de semana, e em Ponta Delgada há embate entre União Sportiva e Vitória SC, a partir das 12 horas de domingo, com transmisão na FPBtv (menos uma nos Açores). Estivemos à conversa com Emília Ferreira, do emblema insular, e com Sara Ressurreição, atleta do conjunto minhoto.
Emília Ferreira, reforço do Sportiva para esta temporada, caracteriza o adversário: “É um Vitória SC que já todos conhecemos, com o seu forte jogo interior e exterior. É uma equipa que joga intenso toda a partida e que aproveita muito bem as oportunidades”, descreve.
A extremo de 24 anos elogia a sua equipa, mas não assume que seja um dos principais candidatos ao título: “Somos uma formação jovem e com boa capacidade de aprendizagem. Temos jogadoras com bastante qualidade, que podem vir a contribuir muito dentro de campo. Ainda é muito cedo para apurar se somos um dos principais candidatos ao título, também devido a toda esta situação. Estamos focadas, não só na nossa saúde, como também em toda a equipa, e num jogo de cada vez.
A internacional portuguesa mostra-se motivada, nestes primeiros tempos no clube açoriano: “Está a ser uma experiência positiva! O Sportiva é uma equipa que, nas últimas temporadas, esteve sempre no top da classificação, e por isso espero estar no meu melhor e dar tudo para que consigamos estar em todos os pontos altos do campeonato.
A norte mora o Vitória SC, que tem dois triunfos em outros tantos jogos. Sara Ressurreição explica as razões: “Não há segredos para as vitórias, acredito que o sucesso é resultado do trabalho diário, e este grupo tem sido exemplar ao nível do compromisso, da entrega e dedicação, todos os dias nós desafiamo-nos a sermos melhores, a querer sempre mais. Quanto ao plantel, é muito heterogéneo, temos maior rotação para todas as posições e atletas com características diferentes, que se completam. O núcleo do grupo transitou da época transata e isso ajuda na integração das novas atletas e numa comunicação mais eficaz dentro de campo. Estamos ainda no início do campeonato, mas estamos cientes de que o caminho é longo e que a consistência do trabalho é determinante para alcançarmos os nossos objetivos”, afirma.
A base de 26 anos é a porta-voz da ambição da equipa: “O objetivo inicial passa por consolidar o nosso estilo de jogo, sermos mais consistentes para uma maior competitividade possível. Pensar jogo a jogo é a nossa prioridade, até porque as circunstâncias, mais do que nunca, assim o exigem. Somos uma equipa humilde e muito ambiciosa, não escondo que existe um sentido de missão a cumprir dentro do grupo: queremos estar na luta com todas as equipas e estar presentes em todos os pontos altos da época”, assume.
Sara Ressurreição salienta os pontos fortes do opositor de domingo: “O Sportiva é um clube que tem vindo a afirmar-se, época após época, como um dos principais candidatos ao título na Liga, e este ano não será diferente. Trata-se de uma equipa que conta com seis novos reforços, e que por isso me parece ter um plantel com mais opções. Como principais qualidades, destaco os desequilíbrios criados, essencialmente, pela Nausia WoolFolk, a qualidade e versatilidade das jogadoras interiores e a irreverência das jovens bases. Temos de eliminar e/ou dificultar os pontos fortes do Sportiva, obrigando a mudanças nos processos ofensivos e defensivos, criando assim desconforto na organização e tomada de decisão”, dá a receita.
“Dragões” e “conquistadores” em duelo da Liga Placard
FC Porto e Vitória SC defrontam-se este sábado, a partir das 18 horas, numa partida da segunda jornada da Liga Placard, que tem transmissão na RTP2. Na antecâmara de um duelo com história no basquetebol nacional, falámos com Francisco Amarante, dos “dragões”, e com André Bessa, dos “conquistadores”.
Francisco Amarante, que esteve em bom plano no triunfo do FC Porto na primeira jornada, face à Académica Efapel, dá a receira para bater o Vitória SC, por entre elogios ao adversário: “O Vitória SC já tem muita história no basquetebol português. Sabemos que eles são fortes, fisica e mentalmente, e que lutam até aos últimos segundo, mas nós também. Teremos de ser rápidos, impor a nossa intensidade e controlar o ritmo do jogo, tentar que o Vitória jogue no erro”, aponta.
O base/extremo de 20 anos salienta a coesão do grupo de trabalho “azul e branco”: “O FC Porto tem a mentalidade de uma família, somos fortes, aguerridos, estamos preparados para enfrentar o mundo. Temos um núcleo muito forte, encaramos todos os jogos para vencer, é a nossa mentalidade. Estamos preparados”, vinca.
O campeão europeu de Sub20 (Divisão B), em 2019, é a voz da ambição: “O meu objetivo é, e será sempre, ajudar a equipa a vencer e a conquistar títulos. O FC Porto entra sempre para vencer”, não hesita.
Do lado minhoto, André Bessa, que já representou o FC Porto, enumera os pontos fortes dos “dragões”: “O FC Porto é uma equipa que se caracteriza por impor um ritmo alto e uma grande intensidade defensiva e ofensiva, em todas as partidas! Fazem da sua agressividade defensiva e do seu excelente jogo exterior, onde têm jogadores de excelente qualidade e muitos bons atiradores, as suas principais armas”, afirma.
O base de 31 anos destaca o potencial da equipa da cidade-berço: “Acho que, sobretudo, o que temos que melhorar é a nossa consistência ao longo dos 40 minutos! Neste momento, ainda fazemos exibições muito oscilantes, onde somos capazes de ter momentos brilhantes e, depois, momentos onde cometemos demasiados erros! Mas é normal, foi um interregno muito grande até voltar à competição, mais a adição de novos jogadores. São sempre processos que demoram o seu tempo e temos vindo a melhorar! O jogo contra o FC Porto vai ser um grande teste a essa nossa consistência, pois só assim conseguiremos ganhar o jogo! Não podemos voltar a dar uma parte de avanço, como sucedeu diante do Sporting CP, na Taça de Portugal, porque contra equipas desta qualidade pagamos caro por isso! Eu vejo, no Vitória SC, uma equipa com enorme potencial! É uma formação jovem, mas com uma grande capacidade de trabalho e com um grande espírito de luta! Vejo uma equipa aguerrida, que vai lutar até ao fim em todas as partidas, um bocado à imagem da segunda parte contra o Sporting CP! Ainda podemos melhorar muito e, como disse em cima, temos que conseguir manter esse nível ao longo de toda a partida!”, enfatiza.
Sete anos depois, André Bessa está de regresso ao Vitória SC, e não esconde a felicidade: “Está a ser um bom regresso, a uma casa que conheço bem! Há diferenças, porque os treinadores e jogadores são todos novos, mas os valores do clube, que foi o que me fez voltar, continuam o mesmo! É um clube trabalhador, ambicioso, com uma massa adepta incrível, que infelizmente não poderá estar fisicamente presente, mas que está connosco, certamente! Quem representa este clube tem que saber a responsabilidade que é carregar o rei ao peito, pois o Vitória é um dos grandes de Portugal. O objetivo do Vitória é dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito desde a época passada! Estar na luta pelos quatro primeiros lugares do campeonato, estar presente nos momentos altos da época, ou seja, na Final Four da Taça de Portugal e da Taça Hugo dos Santos, e tentar conquistar algum destes troféus, pois acho que temos equipa para isso e é um clube que merece!”, finaliza.
Além da transmissão no canal público, este encontro será igualmente emitido www.fpbtv.pt e na app da FPB.
Exames médico-desportivos
Depois de publicado o Despacho 9613/2020, que determina o regime de validade dos exames médico-desportivos, o teor deste despacho vem ao encontro daquilo que foram as pretensões que a FPB vinha manifestando junto das entidades competentes, SEJD (Secretaria de Estado da Juventude e Desporto) e do IPDJ (Instituto Português do Desporto e Juventude).
De forma resumida, o despacho indica que os exames médico desportivos têm validade anual; devem ser realizados no momento da inscrição dos agentes desportivos nas federações desportivas; os agentes desportivos federados que, à data da publicação do presente despacho, sejam titulares de exames médico-desportivos cujo prazo de validade termine em data anterior ao início da época desportiva seguinte, devem realizar exame intercalar que cubra o período que decorra até ao momento de nova inscrição.
O terceiro ponto elencado é particularmente importante na medida em que consagra um regime transitório, que terá necessariamente de ser observado por todos os agentes nessas circunstâncias sob pena, caso não o cumpram, de se colocarem numa situação irregular.
A FPB informa que, no que diz respeito ao serviço administrativo ira proceder às necessárias adaptações. Em anexo pode ser consultado o Despacho 9613/2020, assim como o comunicado federativo que já se encontra disponível na área dos “comunicados“.
“Quero ser um exemplo dentro de campo para as mais novas”
É uma das caras novas do plantel do SL Benfica, apesar de já ser bem conhecido nos meandros da modalidade. Em 2015 disse um “até já” à competição, mas nunca se despediu do basquetebol. Falamos de, e com, Sofia Ramalho Gomes, atleta do SL Benfica, que cinco anos depois está de regresso às quatro linhas. Além de voltar à competição, a ex-internacional fala-nos das expectativas para a nova época, os desafios da última temporada e dos projetos em que está envolvida.
Foram cinco anos sem competição, mas sempre com o basquetebol bem presente na tua vida. Para além do projeto “Timeout” da FIBA, do qual fazes parte, também estás envolvida no projeto da “AMINGA” em Cabo Verde. Fala-nos um pouco destes dois projetos.
Foram cinco anos sem basquetebol, volto agora, depois de no ano passado ter estado com funções diferentes que também gostei imenso de desempenhar, mas o “bichinho” de estar em campo nunca desapareceu. Relativamente aos dois projetos em que estou envolvida, posso dizer que são muito ambiciosos e que os quero concretizar. Um deles é o programa “Time-out” da FIBA que ajuda os internacionais de cada país a fazerem a transição da carreira. Há quem ainda esteja a jogar como é o meu caso, há quem tenha deixado há pouco tempo, mas a ideia é ajudar quem está nesta fase de transição, sabermos o que fazer. Infelizmente acontece muitas vezes um jogador deixar de jogar e perder um bocado o rumo, não saber o que fazer. Posso dizer que comigo aconteceu o mesmo. Sempre soube que queria continuar ligada à modalidade, no entanto ia fazer o que? Como? Quando é que começaria? Este programa ajuda-nos a entender isso mesmo.
Além dos desafios pessoais, também gosto muito desta vertente pessoal, porque também me dá vontade de ajudar os jogadores mais jovens para que eles comecem desde cedo a pensar nessa transição. Além da vertente da FIBA mais relacionada com a organização de eventos e marketing, também há a vertente universitária que nos ajuda a lidar melhor com as pessoas algo que é muito importante. Identificar comportamentos, coaching… dá-nos ainda oportunidade de ver o desporto de vários pontos de vista, todos eles diferentes. Falamos muito da “dual career”, algo que também está muito em voga. São estas três áreas deste programa da FIBA que me têm fascinado e sinceramente ainda não consegui escolher uma delas. Acaba por ser tão vasto e é tanta informação que ainda não me consegui focar e escolher apenas numa das áreas. Quero dar os parabéns à FIBA e à FPB, fazendo votos que este seja um programa para continuar.
Relativamente à AMINGA, trata-se de um projeto familiar onde eu, o Beto e as irmãs dele juntamos esforços. É um projeto que se foca no desenvolvimento do desporto jovem nos países mais necessitados. O nosso primeiro campus será em 2021, em Cabo Verde, na ilha de São Vicente, e tem três modalidades incluídas. O basquetebol, o andebol e o voleibol. Eu e o Beto temos uma forte ligação ao basquetebol, as minhas cunhadas estão ligadas ao andebol e ao voleibol. Além do melhoramento das condições de treino, de transmitirmos novos métodos de trabalho e darmos formação, também temos a vertente educacional. Queremos aulas de inglês, de informática, sessões de autoconhecimento para os miúdos. É um projeto muito ambicioso porque dependemos muito das ajudas externas. Somos uma organização sem fins lucrativos, portanto estamos dependentes das doações. Começamos uma campanha de “fundraising” que vai ajudar na concretização do projeto e que certamente facilitará a vida a todos aqueles que quiserem ajudar. Aceitamos também doações materiais, dentro do âmbito das três modalidades, para ajudar os clubes locais.
A tua última época foi em 2014/15, também no SL Benfica. O que é que mudou para voltares a sentir desejo de jogar ao mais alto nível?
Nunca deixei de desejar voltar. Na temporada 2014/15 tomei uma das decisões mais difíceis da minha vida, apesar de ter muita certeza do que queria fazer e saber que o que importava naquele momento era a família e a minha filha, foi difícil. Foi um projeto com o qual me identificava muito. Tinha um orgulho enorme nas subidas de divisão e na chegada à Liga, até porque estávamos a fazer um bom campeonato. Estava muito confiante para essa época e claro que fiquei sempre com esse sabor amargo por ter deixado a equipa em janeiro. Foi a minha decisão e acho que foi a mais acertada. No entanto, a vontade sempre ficou cá. Nunca disse que tinha “arrumado as botas” definitivamente. O ano passado fui adjunta na equipa e sempre demonstrei vontade de voltar às quatro linhas. Este ano houve essa possibilidade e eu com a vontade que tenho aceitei. Estou super feliz por estar de regresso.
A Sofia Ramalho de 2014/2015 marcou 18 pontos, conquistou 4.7 ressaltos e liderou nas assistências com 4.5 em 13 jogos na Liga Feminina. O que é que a Sofia Ramalho pode dar à equipa esta temporada?
Apesar dos meus quarenta anos, a idade é um número. Sinto-me em boa forma, claro que estive muito tempo parada, porque em competição tudo é mais exigente, mas aquilo que posso dar à equipa vem muito da minha experiência. Basicamente é fazer o que sempre fiz, ser um exemplo dentro de campo para as mais novas e para todas as minhas companheiras de equipa. Posso garantir que vou estar a 200%, quero ser um exemplo a seguir. Estou no Benfica para ajudar e, quem sabe, ser campeã novamente.
Na temporada que passou foste um dos elementos da equipa técnica de Isabel Ribeiro dos Santos, mas este ano vais estar dentro das quatro linhas. Que ensinamentos retiraste da temporada que passou?
Foi uma temporada completamente diferente, uma função diferente. É algo que me vejo a fazer no futuro, apesar do papel da treinador adjunta é mais limitado, mas nem por isso menos desafiante. Temos de criar um equilibrar entre aquilo que é o corpo técnico e o plantel, conhecer melhor o perfil das jogadoras e comunicar melhor com elas. Foi uma temporada que não acabou, que foi estranha, mas o tempo que estive com a equipa foi muito bom.
Que expectativas reservas para esta temporada, tanto a nível coletivo, como individual?
Sou sempre muito exigente e ambiciosa. Mentiria se não dissesse que queria ser campeã. Esse é o objetivo, sabendo que este ano vai ser especialmente difícil e diferente. Posso garantir que vamos dar o máximo todas as semanas e todos os jogos. Queremos somar o máximo número de vitórias para atingirmos o campeonato. Aquilo que espero é isso, tanto a nível individual, como coletivo.
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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