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“Que a defesa seja a nossa melhor arma ofensiva”.

João Guerreiro esteve em evidência no último jogo de controlo da equipa nacional, e a pouco mais de 24 horas do inicio do encontro é a voz da confiança e da ambição do grupo de trabalho. Para Portugal vencer, Guerreiro está consciente que a defesa terá de ser a base do sucesso, até porque do outro lado estará um adversário mais alto, mais experiente e que jogo perante o seu público.

 

Depois de sete horas de viagem, Portugal ainda efetuou um treino esta segunda ao final da noite. Foi uma sessão de treino com muito bom ritmo, até porque era importante a equipa treinar bem. Para além das questões ofensivas, e o treino do lançamento, a parte final foi dedicada ao trabalho de scouting do adversário.

 

A manhã desta terça feira foi dedicada à análise de vídeo, individual e coletiva da Polónia, ficando o grupo a conhecer um pouco melhor o que esperar de cada um dos adversários. Pela hora do jogo está programado mais um treino da equipa portuguesa.

 

Mais conhecedor do opositor, João Guerreiro não esconde que será tarefa complicada bater esta Polónia. Um adversário que esteve muito bem no último Eurobasket, e formado por jogadores com características que colocam a nu alguns dos problemas de Portugal. “Como já se sabe a seleção da Polónia é uma equipa forte, que para além de grandes jogadores tem muita experiência. Tem ainda a seu favor jogadores de grande estatura que nos vão criar grandes dificuldades na luta das tabelas, sobretudo nos ressaltos ofensivos, nos lançamentos, e nas posições interiores.”

 

Mas Portugal tem naturalmente as suas armas, sendo que será fundamental um estilo de jogo que potencie as qualidades da nossa seleção. “A nossa equipa vai também tentar criar-lhes grandes dificuldades. Penso que vamos conseguir surpreender pelas boas percentagens de lançamento de 3 pontos, mas, essencialmente, por incrementar um jogo rápido e fazendo circular a bola rapidamente.”

 

João será um dos jogadores interiores que andará envolvido mais diretamente na guerra junto às tabelas, e apesar da desvantagem física, o atleta não se mostra desanimado com a batalha que tem pela frente. “A nível defensivo será essencial a vontade e o espírito de ajuda. Vamos querer que a nossa defesa seja a nossa melhor arma ofensiva”.

 

Desde o primeiro treino da preparação que o selecionador Mário Palma aponta a questão mental como sendo decisiva para o sucesso de Portugal. E Guerreiro dá sinais positivos da determinação que reina dentro do grupo. “É ainda muito importante entrarmos no jogo com grandes níveis de concentração e com grande vontade de ganhar”.

 

Uma vitória seria um passo importante, mas nada ficará decidido neste jogo, independentemente do resultado. “Este vai ser o primeiro de 6 jogos para a qualificação. A equipa está motivada e quer muito alcançar um lugar no Eurobasket”.

 

Quem não vai dar o seu contributo à seleção é o atleta Cláudio Fonseca. Depois de uma conversa mantida esta segunda-feira à noite, entre atleta, equipa técnica, equipa médica e o team manager da seleção, decidiu-se porque aquilo que se entendeu ser melhor nesta fase para o atleta e para o próprio grupo de trabalho. É suspensa preventivamente a participação do atleta Cláudio Fonseca, devido a síndrome vertiginoso, ficando de repouso sendo que será novamente observado dentro de uma semana.

 

Entretanto o atleta Pedro Belo junta-se ao grupo já esta quinta-feira, seguindo para Ovar d forma a integrar a preparação do encontro frente à Estónia do próximo sábado.


“Confiantes que chegou a nossa hora”

Os desaires da Alemanha não foram esquecidos, mas já fazem parte do passado na caminhada da equipa nacional rumo ao seu ambicioso objetivo. Miguel Queiroz não esconde que o adversário é forte e torna-se ainda mais complicado porque joga em casa, mas caso a equipa consiga superar-se e jogar ao seu melhor nível, a vitória não será inalcançável. Um triunfo a abrir esta qualificação seria o cenário perfeito para o conjunto luso, que tem a obrigação de se mostrar competitivo, destemido, e lutar até aos seus limites pelo melhor resultado possível.

 

A deslocação à Alemanha não foi bem sucedida no que se refere aos resultados, mas proporcionou que a equipa se mantivesse em competição, e a um nível muito elevado tendo em conta a valia do opositor, uma das fortes seleções europeias. “Foi uma semana dura, com duas viagens e dois jogos em quatro dias. No primeiro jogo, conseguimos competir até perto do final. No segundo, a Alemanha foi superior e nós não conseguimos igualar a qualidade de jogo que tínhamos tido até então.”

 

O último jogo não correu francamente bem, e é sempre mais complicado aprender e alterar o que está mal nas derrotas. Um exercício que o internacional português está disposto a fazer, até porque os resultados importantes começam agora. “Foi uma derrota dura, mas vamos retirar as coisas positivas e corrigir as menos boas.”

 

A partir de agora todos os resultados serão importantes, e Miguel Queiroz dá voz à ambição que reina dentro da seleção. Basta agora colocar dentro de campo essa ambição desmedida de voltar a querer fazer história no basquetebol português. “O grupo esta muito unido e consciente que a partir de agora os jogos contam, e estamos muito confiantes que chegou a nossa hora, e que a qualificação é possível!”

 

Em teoria, a Polónia será o grande favorito a vencer o grupo de qualificação, pelo que este primeiro encontro, aliás como todos, será de elevado grau de dificuldade. O grande desafio para Miguel Queiroz e restantes companheiros passa por abordar toda esta fase de qualificação de uma forma positiva, confiante, destemida, e em que possam mostrar tudo aquilo que tanto trabalho deu a construir. “Temos um adversário muito forte, e jogar fora de portas dificulta um pouco mais este jogo. Mas tenho a certeza que, se conseguirmos colocar dentro de campo aquilo que somos e treinamos, a vitória é possível!”


Basket Summer Camp 2016

Este projeto tem sido um sucesso e uma ótima forma de divulgar o basquetebol na região. 

Caracterização do Projeto:

 

Nome: Basket Summer Camp 2016

 

Entidade Organizadora: Associação Desportiva e Cultural da Escola Diogo Cão (A Associação Desportiva e Cultural da Escola Preparatória Diogo Cão (ADCEPDC) é uma associação desportiva e cultural fundada em 22-02-1991. Os seus fins são a formação e preparação dos atletas, através do treino diário e o contributo para a formação integral do jovem através do Desporto).

 

Local: Vila Real

 

 

Nº Participantes: 100

 

Equipa Técnica (Diretor Técnico, Monitores e ajudantes): 20

 

Site: http://dcvilareal.pt/?pagina=Noticia&id=174

 

Facebook: https://www.facebook.com/AdceDiogoCaoBasquetebol/


“Mais fortes na defesa e nunca perder a organização ofensiva”

O internacional português destaca a subida de rendimento da equipa, facto a que não é alheio o enorme espírito de grupo que se vive no seio da seleção. Nuno prevê um jogo complicado frente aos holandeses, um adversário forte fisicamente, composto por bons executantes, e que obrigará Portugal a estar perfeito em todos os momentos do jogo.

 

O resultado frente aos húngaro não deixa dúvidas quanto à justiça da vitória, e que reflete a evolução da equipa em vários capítulos importantes do jogo. “O jogo contra a Hungria foi o melhor que efetuamos até agora nesta preparação. A evolução obtida é o resultado do trabalho que temos desenvolvido nestas últimas semanas. Executamos melhor os ataques, e por isso aumentamos as percentagens de lançamento, o número de assistências aumentou e os turnovers diminuíram. Tudo fruto da maior disciplina no ataque.”

 

Quanto à diferença pontual elevada registada ficou a dever-se ao excelente desempenho defensivo da equipa portuguesa. “A melhoria do ataque não foi, no entanto, a principal razão pela resultado expressivo. Tivemos muito coesos e fortes a defender, conseguimos parar as situações de 1×1 e de bloqueio direto onde os húngaros são fortíssimos. Não permitimos lançamentos muitos lançamentos abertos”.

 

Mas para uma equipa defender bem, não bastam as questões técnicas e táticas. “Além das intensas horas de treino, o espírito de grupo, amizade e entreajuda entre todos tem sido fundamental para a melhoria do grupo como um só”.

 

Sem esquecer a importância de todos aqueles que se deslocaram ao pavilhão das Manteigadas. “Agradecer ao público que esteve no jogo e que nos apoiou do início ao fim”.

 

O jogo com a Holanda será outra luta, até pelas características físicas dos seus jogadores. Nuno Oliveira alerta para a necessidade da equipa fazer um jogo próximo da perfeição. “Todos os jogos internacionais são sempre muito intensos e competitivos, e este jogo contra a Holanda não vai fugir à regra. Os holandeses são uma equipa muito poderosa fisicamente e com excelentes executantes. São uma equipa, tal como a nossa, bastante jovem, e por isso a equipa que cometer menos erros irá ter mais sucesso.”

 

O desafio para o próximo jogo passa por tentar fazer ainda melhor, e se isso acontecer Portugal poderá somar mais um resultado positivo. “Para conseguirmos a vitória vamos ter que estar ainda mais fortes na defesa e nunca perder a organização ofensiva. Se conseguirmos repetir a boa performance que tivemos contra a Hungria o resultado será com certeza positivo. Apareçam no pavilhão.”


Portugal alcança 9.º lugar no Europeu de Sub 16 Masculinos

Estão de parabéns os nosso jogadores pela excelente campanha realizada, marcada por triunfos folgados e por registos coletivos muito positivos.

Portugal rubricou um primeiro período de muito bom nível, adiantando-se desde cedo no marcador, muito devido ao parcial de 9-0 aplicado nessa altura desafio, sendo que no final do quarto a turma lusa já vencia por 22-10.

O segundo período foi menos movimentado, com uma pontuação muito mais baixa do lado português (apenas seis pontos averbados), mas a Eslováquia também não se conseguiu aproximar da equipa das quinas, como se comprova pelo resultado de 28-19 ao intervalo.

No reatar da partida, Portugal entrou com tudo, averbando oito pontos consecutivos, o que deixou a vitória mais perto das nossas cores. A formação eslovaca até acabou por reagir, mas na reta final do terceiro quarto a nossa Seleção voltou a estabilizar, entrando no derradeiro período com uma vantagem de 12 pontos (43-31).

Até ao término do desafio, o conjunto português foi controlando as operações, acabando por vencer com um 'score' de 56-45, que permitiu à formação orientada por António Paulo Ferreira atingir a 9.ª posição da prova.

Quanto a registos individuais, saliência para Gustavo Teixeira (13 pontos, 10 ressaltos e 9 assistências), Lamine Banora (18 pontos e 11 ressaltos) e Ricardo Neves (13 pontos e 5 ressaltos).


Portugal perde com a Sérvia por 74-77 em jogo intenso

Tratou-de de um desafio intenso, muito disputado, em que a nossa Seleção deu tudo em campo, caindo de pé.

Aliás, é de realçar o facto das nossas jogadoras terem lutado até ao último centésimo, numa fantástica atitude reveladora de profunda determinação, de uma enorme força interior e de um grande espírito de grupo.

No primeiro período assistiu-se a um claro equilíbrio, com vários alternâncias no marcador, deixando antever uma partida emocionante. As equipas iam alterando fases de domínio, chegando-se ao final dos dez minutos iniciais com um resultado de 12-13 favorável à Sèrvia.

Porém, no segundo quarto, Portugal surgiu decidido em assumir a liderança do marcador, o que acabou por suceder, conseguindo as comandadas de Mariyana Kostourkova entrar no intervalo com uma vantagem de seis pontos (31-25).

O terceiro período foi nivelado durante quase todo o seu decurso, embora a equipa de todos nós tenha permitido que a formação sérvia passasse para a frente. A 2:15 da entrada no derradeiro período, Portugal perdia por apenas um ponto (45-46), mas na reta final do mesmo o adversário dos Balcãs aplicou um parcial de 0-9, desequilibrando a balança a seu favor, como se comprova pelo 46-55 verificado.

Nos últimos dez minutos veio ao de cima o brio e a total dedicação das nossas atletas, que mesmo chegando a estar com uma desvantagem na casa dos dois dígitos, nunca desistiram, como se pôde ver pela fantástica reação no término do jogo. Para se ter uma ideia, a 11 segundos do soar do alarme, Portugal quase encostou à Sérvia no marcador (74-76), mas infelizmente acabou por ser inglório todo este tremendo esforço luso, com a Sérvia a triunfar por 37-41.

Numa partida em que Portugal se revelou superior no jogo exterior e em que registou menos turnovers, os destaques indivuais do lado luso vão para Raquel Laneiro (14 pontos), Bruna Zagaria (11 pontos), Maria Carvalho (11 pontos) e Ana Jesus (9 pontos).


Seleção Nacional de Sub 16 Femininos mais perto do 13.º lugar do Europeu

De referir que as nossas jogadoras bateram a Eslováquia por um 88-51 que não deixa dúvidas, sendo que este domingo, às 12h45, a equipa orientada por Mariyana Kostourkova terá o jogo decisivo, frente à Sérvia.

A nossa Seleção obteve um triunfo volumoso, extremamente moralizador, mas no primeiro período o equilibrio até foi a nota dominante, como se constata pelo resultado de 16-16 após os dez minutos iniciais.

No segundo quarto acabou por se definir o traço geral do desafio: Portugal superior, mais eficiente, distanciando-se da Eslováquia, sendo que ao intervalo a equipa das quinas já vencia por 36-23.

Com o regresso dos balneários, nada se alterou, bem pelo contrário. As comandadas de Mariyana Kostourkova continuaram a alargar o fosso que as separava das atletas eslovacas, destacando-se os altos índices de produtividade de Portugal, o que se traduziu nas elevadas pontuações conseguidas nos 3.º e 4.º períodos (22 e 30 pontos, respetivamente).

Contas feitas, a turma lusa venceu por 88-51, esperando-se agora que este sucesso sirva para dar o maior alento possível para a partida deste domingo.

Quanto a registos individuais, de relevar as prestações de Ana Jesus (duplo-duplo, 11 pontos e 10 ressaltos), Raquel Laneiro (14 pontos e 5 ressaltos), Bruna Zagaria (12 pontos e 5 assistências) e Alice Martins (9 pontos e 7 ressaltos).

 


“Podemos competir com eles”

Uma vitória sobre a Alemanha este domingo, às 20h30, garante desde logo o 1º lugar, um objetivo, como o próprio Fábio Lima reconhece, possível mas complicado de atingir. Mas mais do que vencer torneios de preparação, o extremo português está focado no trabalho da seleção, e o jogo frente aos alemães é encarado como mais um bom teste ao momento atual da equipa nacional.

 

Os germânicos dispensam apresentações, já que estamos a falar de uma seleção poderosíssima, composta por atletas de elevada qualidade, que atuam em Ligas excelentes e competitivas.

 

Nada que amedronte Fábio Lima, e fica claro no seu discurso que Portugal se irá bater este domingo. “Sabemos que vai ser um jogo difícil. A Alemanha é sempre uma equipa com grande nível, uma das melhores de Europa. Podemos competir com eles, e atingir o nosso objectivo que passa por conquistar a vitória”.

 

O jogo frente aos britânicos mostrou que a equipa está a melhorar, sendo que este desafio será mais um excelente momento para avaliar o estado atual da equipa portuguesa. “Depois de todo o trabalho que temos feito, e a melhoria que se tem notado já nos últimos jogos, vai ser uma bom desafio para testarmos a nossa capacidade”.


Seleção Nacional de Sub 16 Femininos não resiste à Letónia

Com este desaire, as comandadas de Mariyana Kostourkova terão que lutar pelo 13.º posto da competição, entrando este sábado em ação, às 11h45, diante da Eslováquia.

Logo no primeiro período, a Letónia acabou por se distanciar no marcador, apesar de algum equilíbrio verificado no início da partida. Após os dez minutos iniciais, Portugal perdia por 13-21, desvantagem que ficou alargada até ao intervalo, como se comprova pelo resultado de 20-35.

O terceiro quarto ficou marcado pela baixa eficácia, com Portugal a aproximar-se um pouco da formação letã, entrando no derradeiro período a uma dezena de pontos do adversário (27-37).

Porém, a Letónia viria a decidir por completo a questão, ao aplicar um parcial de 0-17 que tornou impossível a missão lusa. Até final nada mudou, com a seleção báltica a triunfar por 32-58.

Em termos individuais, do lado português, os destaques vão para Bruna Zagaria (12 pontos), Raquel Laneiro (5 pontos) e Maria Carvalho (4 pontos e 5 ressaltos).


“São os melhores para nos prepararmos”

Para além de permitir ao grupo aferir onde terá de melhorar, os adversários do torneio fazem com que o evento se assemelhe à realidade que Portugal irá encontrar nos jogos oficiais. O extremo português está seguro que a equipa sairá reforçada deste torneio, mais bem preparada, e pronta para o enorme desafio que tem pela frente de se tentar apurar para o próximo Eurobasket.

 

Passo a passo, Portugal caminha na direção certa, embora, como o próprio João Soares reconhece, ainda tenha que corrigir alguns aspetos de forma a tornar-se mais competitiva. “A equipa tem vindo a evoluir de semana para semana, e os 3 últimos jogos que fizemos serviram para nos prepararmos melhor. Podermos ter uma melhor noção dos aspectos a melhorar, e onde temos que ser mais eficazes”.

 

Depois do balanço feito sobre aquele que foi o desempenho da seleção na última semana, o retorno ao treino serviu para tentar corrigir e afinar estratégias para mais um importante momento da preparação. “Depois do regresso da Eslovénia, trabalhamos bastante os aspectos do nosso jogo em que temos de ser melhores. Estes dois jogos que temos aqui em Coimbra, serão mais um bom teste para a nossa equipa, e irão ajudar bastante a nossa preparação para o apuramento do europeu”.

 

Grã-Bretanha e Alemanha vão ser os adversários de Portugal neste torneio, duas equipas que no entender do internacional português contribuíram positivamente para que o grupo se torne mais consistente e competitivo. “Vão ser dois jogos complicados, mas na minha opinião, estes jogos contra equipas difíceis são os melhores para nos prepararmos. De forma a podermos evoluir em todos os capítulos do nosso jogo, que nos vão fazer melhorar, e sermos mais fortes quando chegarem os jogos oficiais do apuramento”.


Portugal prepara Torneio Internacional de Coimbra

Com a qualificação para o Eurobasket 2017 no horizonte, Portugal, Grã-Bretanha e Alemanha irão disputar o evento, esperando todos nós que haja muito apoio à nossa Seleção Nacional Masculina!

Depois do torneio disputado na Eslovénia, a Seleção Nacional Masculina prossegue a sua preparação tendo em vista a qualificação para o Eurobasket 2017, em Coimbra, com a realização de mais um torneio de elevada qualidade. Para além da equipa portuguesa, Grã-Bretanha e Alemanha marcam presença, proporcionando ao técnico Mário Palma mais dois excelentes jogos de controlo, com um grau de dificuldade em tudo semelhante aos jogos de qualificação. Portugal volta a desafiar-se perante duas excelentes seleções, mas só contra os mais fortes e mais capazes seremos capazes de evoluir, e aproximarmo-nos do nível que nos garanta uma presença no próximo Eurobasket. O jogo de abertura está agendado para esta sexta-feira, às 20h30, que colocará frente a frente as seleções de Portugal e da Grã-Bretanha. No dia seguinte será a vez de alemães e ingleses se defrontarem, sendo que o torneio encerra no próximo domingo, à mesma hora, com o Portugal x Alemanha.

Depois de três merecidos dias de descanso, a equipa portuguesa voltou a concentrar-se esta quarta-feira, em Coimbra, tendo realizado nessa tarde um treino. Os jogadores apresentaram-se em perfeitas condições físicas, pelo que naturalmente todos participaram na sessão de trabalho. Um treino dedicado à velocidade, onde foi clara a preocupação do selecionador nacional em colocar os jogadores a correr durante o treino. As questões táticas mereceram igualmente a atenção de Mário Palma, algo que foi repetido na sessão matinal de quinta-feira. Para além dos ataques hxh, foram igualmente revistas as bolas fora, bem como os ataques zona. Parte do treino foi dedicada ao lançamento, uma das áreas do jogo em que Portugal está obrigado a melhorar caso queira tornar-se mais eficaz ofensivamente.

Estão ainda previstos dois treinos antes do jogo frente à Grã-Bretanha, esta tarde e na manhã desta sexta-feira, onde Mário Palma procurará afinar alguns aspetos defensivos, bem como treinar as rotinas atacantes da equipa, insistindo na questão das continuidades ofensivas, partilha da bola no ataque, mudanças do lado da bola e equilíbrio atacante.

Serão dois excelentes testes, perante duas seleções com ambições clara de marcarem presença no próximo Eurobasket, compostas por atletas com enorme experiência internacional, habituados a participar em grandes eventos e a competir em Ligas fortes. 


Portugal cai nos

Portugal tem encontro marcado com a Letónia, esta sexta-feira, às 20 horas.

Não se afigurava nada fácil a tarefa portuguesa para o jogo desta noite frente à Itália, seleção da casa, que contou com um Palasport Manlio Benedetti, em Udine, completamente cheio no apoio à formação transalpina.

Contudo, apesar da eliminação, e até tendo em conta os difíceis jogos passados durante a Fase de Grupos, as nossas jogadoras mostraram personalidade, representando com total dedicação as nossas cores.

O jogo começou equilibrado, mas a 5:49 do final do primeiro período a Itália entrou numa boa fase, que culminou num parcial de 0-10, o que ditou logo algum distanciamento no marcador, tendo este quarto terminado com um resultado de 11-21 para as italianas.

No segundo período, embora nunca se tenha aproximado verdadeiramente no marcador, Portugal atuou de uma forma mais serena, acabando mesmo por nivelar o desafio, sendo que ao intervalo a vantagem da formação anfitriã era de 9 pontos (23-32).

Durante a maior parte do segundo tempo a toada de jogo manteve-se, com a equipa das quinas a conseguir reduzir a desvantagem para apenas 4 pontos (39-43) a 03:43 do término do terceiro período, mas logo de seguida assistiu-se a uma reação da Itália, que assim entrou nos últimos 10 minutos do desafio a vencer por 40-52.

Até ao soar do alarme final, o conjunto transalpino controlou os acontecimentos, pese a excelente atitude da turma lusa, que vingou cara a derrota, por 51-60.

Num jogo em que Portugal registou melhor eficácia da linha de 3 pontos e de lances livres, nos ressaltos ofensivos e nos roubos de bola, os destaques individuais vão para Raquel Laneiro (10 pontos), Maria Carvalho (8 pontos e 5 ressaltos) e Marta Rodrigues (7 pontos e 4 ressaltos).


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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