Artigos da Federaçãooo
UM SONHO MAIOR A CADA DIA! ESTAMOS NA FINAL!!
PORTUGAL ESTÁ NA FINAL DO CAMPEONATO DA EUROPA DE SUB 16 FEMININOS!!!
Tantos adjetivos e todos não chegam para qualificar o que o conjunto de Portugal tem feito em Matosinhos, acompanhado por um público que, dia após dia, trás ao CDC de Matosinhos uma força que ninguém consegue parar.
E amanhã, na Final com a República Checa, não chegarão os lugares e o entusiasmo para levar Portugal ao último dos sonhos, o de Campeão da Europa. Às 19h45, soltam-se as emoções e Portugal começa a jogar a primeira final europeia da sua história. Se ontem escrevia emocionado, hoje acrescento o crer!
Excelente inicio de jogo por parte de Portugal perante uma Espanha que não encontrava soluções e tremia na hora de atirar ao cesto. Com 6 minutos jogados as lusas estavam na frente (7-2) e reduziam as espanholas a um único cesto de campo. Não era o melhor jogo ofensivo de Portugal mas a Espanha não conseguia marcar e a 1,30mn do final do 1º período eram 10 o pontos de vantagem 12-2. Só a 34 segundos a Espanha logrou marcar mais 2 pontos e da linha de lance livre e por o resultado em 12-4.
Portugal reentrou bem no segundo período com 2 triplos. Mas a Espanha procurava reduzir diferenças mas sem grande sucesso. Com 6 minutos para jogar novo triplo luso e 23-8. O jogo estava de feição para a equipa das quinas. Intratáveis na defesa as bombas também já caiam e a diferença ia aumentando. Aos 5 minutos 26-08 e logo a seguir a vintena de diferença com mais dois pontos. Um triplo deu algum alento as espanholas e o intervalo chegava com 30-15 para Portugal.
O descanso fez bem à jovem armada espanhola que num minuto fez 5 pontos e pôs o jogo em 30-20. Portugal precisava de pontos e surgiram 4 pontos mas a Espanha estava transfigurada para melhor e já não queria perder o momento reagindo com mais 4 que mantinha a dezena à passagem do 5º minuto. Muito nervo dentro de campo e menor esclarecimento de parte a parte prejudicavam a qualidade de jogo e Portugal ia aproveitando para manter diferenças nos dois dígitos. A Espanha defendia em campo inteiro mas Portugal ia conseguindo resistir às investidas e os decisivos 10 minutos chegavam com 42-30.
O primeiro cesto do 4º período foi espanhol mas Portugal respondeu de pronto com 4 pontos consecutivos e em dois minutos voltava a ter os 14 pontos à maior. O tempo corria a favor de Portugal mas a 4ª falta de Beatriz Jordão a 7 minutos do fim trazia alguma apreensão. Nada que as pupilas de Agostinho Pinto não soubessem ultrapassar. E saiu uma bomba que dava 15 pontos a 5,25 do terminus (51-36). Foi como uma facada nas esperanças espanholas. Portugal começava a tornar real mais um feito histórico, único, inigualável. Ponto atrás de ponto a diferença aumentava e quando a cerca de 3 minutos do fim 20 pontos separavam as equipas, já todos sabiam que Portugal estava na Final, derrotando a poderosa Espanha por claríssimos 20 pontos de diferença!
Venha de lá a Final e o titulo europeu!!! Eu acredito!!
Nem preciso de estar no papel delas para viver este sonho
Não podíamos perder a oportunidade de aproveitar um pouco do tempo da atleta, uma das maiores referências do nosso basquetebol, para trocar umas curtas impressões sobre a presença dela em Matosinhos!
Olá Mery, antes de mais obrigada pela tua disponibilidade para nos concederes esta entrevista, e por partilhares connosco as tuas opiniões sobre este Europeu.
Uma das primeiras coisas que gostaríamos de saber, é como é que está a ser a experiência de assumir o papel de Embaixadora deste Campeonato?
Está a ser muito giro, é a primeira vez que eu faço uma coisa do género, mas, é fácil e eu acho que com as prestações que Portugal está a fazer e o bom trabalho, as embaixadoras são elas e não eu. O jogo que elas fizeram contra a Turquia é um emblema daquilo que qualquer selecção sub-18, sub-20 e Seniores deve de ter como exemplo porque foram espectaculares!
Qual é que foi o momento mais marcante para ti do Campeonato até agora?
Eu cheguei dia 18, mas foi o jogo com a Turquia, foi espectacular, onde tive que fazer uma invasão de campo porque já não podia estar aqui, tinha que estar lá em baixo a festejar com elas, porque jogaram muito bem.
Como é que foi o contacto com esta nova geração do Basquete no Campus?
No Campus Mery Andrade, foi giro! Não estava à espera de tantos miúdos, visto a altura do ano que é, as férias e os miúdos vão com os pais para fora, mas tivemos 35/37 miúdos. Muito giro, tinham muita vontade e qualquer correcção que fiz foi bem aceite e eles tentavam fazer e voltavam no dia a seguir.
Achas que é uma oportunidade única?
Sim acho que sim. Têm várias idades, tivemos miúdos com 8 anos e se o bichinho começa a essa idade, não tem como o tirar. É importante terem manifestações como estas para que possam ver o nível a que possam querer chegar mais tarde.
Que conselho ou dica, é que uma jogadora profissional como tu, pode dar à nova geração do Basquetebol?
Os meus conselhos são sempre os mesmos: trabalhar, trabalhar, trabalhar e trabalhar, porque só trabalhando é que nós podemos chegar a algum lado. Eu falei com a Seleção, com as miúdas, antes do jogo da Turquia e disse “já foi o tempo que nós dizíamos ‘nós somos Portugal coitadinhos’, Portugal agora está a tentar, não é fácil economicamente, não é fácil geograficamente, não é fácil a níveis de corpos e também porque Portugal não é conhecido por ser um povo muito alto, mas agora já começamos a ter miúdas um bocadinho mais altas, trabalhadores, guerreiras e isso ajuda, e eu com estas mudanças técnicas e com o trabalho acho que podemos chegar onde as outras equipas técnicas estão.
Pedimos-te agora para descrever a Seleção em 5 adjetivos.
(risos) Vou descrever por aquilo que eu vi no jogo da Turquia e mesmo no outro jogo que elas perderam: elas foram Guerreiras, Unidas, Espirito de Sacrifício, Vontade de Ganhar e Humildes. Acho que são humildes porque elas entraram no jogo com a Turquia sabendo que era de vida ou morte e mantiveram a cabeça baixa, não tentaram ver quem é que tinham à frente e não guardaram as forças para outro dia. Deram tudo, e eu acho que isso é muito importante.
O Mundial de Sub-17 é um sonho para qualquer jogadora de Basquetebol. Se tivesses no papel destas campeãs, que sentimentos é que terias?
Olha, nem preciso de estar no papel delas para viver este sonho, é como se eu fosse uma jogadora, e como jogadora percebo perfeitamente o que elas estão a passar e a sentir neste momento. É certamente uma sensação incrível, porque é a primeira vez que Portugal consegue um resultado do género, por isso não é preciso estar no papel delas. Deve ser uma sensação que … (emociona-se); cada vez que se fala disso tenho arrepios e arrepios. Hoje nem dormi e a adrenalina que eu tenho é enorme. Eu acho que até é mais fácil tu estares lá dentro, porque lá dentro tu consegues descarregar a adrenalina. Estando cá fora é diferente. Sonho acho que não descreve a sensação que se sente, é incrível!
Tatiana Iourtaeva e Evaristo Perez cativaram audiência
Logo de manhã, Tatiana Iourtaeva e Evaristo Perez cativaram os mais de 70 participantes com as suas dinâmicas preleções. A treinadora do Clube dos Galitos foi a primeira a intervir versando o tema “Tática individual ofensiva” e, após um curto intervalo, Evaristo Peréz, Treinador FEB e ex-selecionador em Espanha, falou sobre Alternativas defensivas em equipas de Formação; “Como perder o medo para utilizar diferentes defesas em equipas de formação.”
Foi uma excelente sessão, bem participada, e mais um evento paralelo que sempre valoriza a realização do Campeonato Europeu
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PORTUGAL FEZ ACONTECER O SONHO
PORTUGAL VENCEU! PORTUGAL FEZ HISTÓRIA! PORTUGAL ESTÁ NAS MEIAS FINAIS! PORTUGAL É DE MUNDIAL!
França pela frente, quartos de final, mundial… Tanto que podia passar pela cabeça das jovens jogadoras portuguesas. Mas coração, atitude e talento tem esta enorme equipa para dar e vender.
Início equilibrado e depois de um primeiro cesto francês Portugal conseguia marcar 6 pontos consecutivos e tomava as rédeas do marcador mercê de uma irrepreensível entrega defensiva. Cedo Portugal demonstrava que a França tinha que trabalhar muito se queria ganhar e no final dos primeiros 10 minutos a equipa das quinas liderava por 9-16.
Reagiu necessariamente a França que conseguia aproximar-se a 2 pontos mas a garra e qualidade do jogo das pupilas de Agostinho Pinto impunha de novo as suas leis. Intervalo e 8 pontos de vantagem para Portugal 24-32.
O descanso não fez mossa a Portugal e embora a equipa francesa esboçasse uma reação que as levou a “encostar” o jogo, Portugal continuava seguro e determinado em fazer acontecer o sonho. Depois de um 35-39 a 2,30mn do final, as guerreiras fizeram um parcial de 9-0 e entraram no decisivo parcial a vencer por 35-48. Que jogo e tantas emoções!
Imparável Portugal reentrou com um parcial de 5-0 em dois minutos e, de repente, o sonho, as meias finais e o mundial de sub 17 estavam ali tão perto. Inteligentes, as guerreiras portuguesas souberam jogar, sofrer e controlar e atingir o impensável para muitos. As favoritas francesas renderam-se a um irresistível Portugal. Esta foi e é a crónica de um escriba emocionado, de alguém que já escreveu muitas coisas mas que hoje treme ao tocar as teclas porque um fantástico grupo de pessoas, de atletas, de treinadores, dirigentes, profissionais, trabalharam durante anos para viver o que hoje vivemos em Matosinhos. Parabéns Portugal!!
Fantástica exibição aniquila Turquia e garante os quartos
Mas o sonho não termina aqui. Amanhã há descanso mas, sexta feira voltam as emoções ao CDC de Matosinhos com Portugal a defrontar a França, pelas 20h45.
Se era decisivo, Portugal tratou de tentar resolver o quanto antes. Entrada determinada em jogo e um acerto incrível na hora de atirar ao cesto foram demolindo as resistências turcas. A meio do primeiro período Portugal vencia por 17-12 e continuava a carregar no acelerador. 29-19 no final dos primeiros 10 minutos e uma exibição excelente prometiam coisas boas no jogo para a equipa das quinas.
E o segundo parcial arrancou da mesma forma com as jovens pupilas de Agostinho Pinto a entrarem com um parcial de 10-2 e a chegarem quase à vintena de pontos e com uns incríveis 75% de lançamentos de campo à passagem do 15º minuto. Portugal estava a demonstrar que queria a história e aquele lugar nos quartos de final e nos 8 melhores da Europa. Paragem para intervalo e esclarecedores 51-30 no placard.
Pensavam que Portugal ia abrandar? Puro engano. Nova reentrada em força da nossa seleção e o publico saltava a cada cesto. 2 minutos e meio jogados e Portugal atingia a vantagem máxima no encontro, 58-33. Era a hora do desespero turco em procurar reentrar numa possível discussão. Ainda conseguiram reduzir, chegar a 17 pontos mas as guerreiras lusitanas não estavam pelos ajustes e trataram de, na parte final do 3º período, recolocar a vantagem acima da vintena e entrar nos últimos 10 minutos com confortáveis 70-46.
Com a partida resolvida foi hora de gerir esforços, de abrandar e o quarto período foi o menos conseguido. Assim mesmo, Portugal nada facilitou e com 6-0 em 5 minutos atingia os 30 pontos à maior. Estava escrita mais uma espetacular página dourada no basquetebol feminino de formação em Portugal. Os números finais da vitória que fica para a história foram de 80-59.
Portugal deixou tudo em campo
Amanhã é o dia da grande decisão. Uma vitória frente à Turquia vale o acesso aos quartos de final e a garantia de uma classificação entre as 8 melhores formações europeias do escalão.
A partir das 20h45, no CDC de Matosinhos, todos seremos poucos para ajudar a Nossa Seleção a conseguir um feito histórico. Contamos com o vosso apoio.
Não se esperavam facilidades. Portugal tinha pela frente uma ainda invicta Itália que desde cedo tratou de impor o seu jogo. Depois de um inicio equilibrado, as italianas agarraram na partida e dispararam para um parcial de 12-2, que lhes dava uma vantagem de 10 pontos no final do primeiro período.
O segundo parcial reiniciou-se sem a Itália abrandar e com mais 7 pontos contra 2 das pupilas de Agostinho Pinto, passava-se o minuto 13 com a maior diferença registada até então, 23-8. Portugal tinha que reagir e procurar aproximar-se para ter hipóteses de infligir a primeira derrota às transalpinas. Assim o fez. Com uma melhoria defensiva e alguns roubos de bola, Portugal conseguia atingir o intervalo a 10 pontos, 27-17.
Portugal regressou bem dos balneários mantendo os níveis de entrega ao jogo e procurando encontrar soluções para reentrar na discussão. À passagem da metade do período, 8 pontos eram a diferença no placard mas a Itália voltou à carga e, de repente, a 2,30 mn do fim do parcial já vencia por 15 pontos. Confortáveis no jogo as italianas conseguiram conservar a vantagem até à entrada dos últimos 10 minutos.
Muito mais fortes fisicamente e a dominar as tabelas as italianas iam controlando o jogo e não permitiam grandes esperanças às guerreiras lusas. Apesar de confiantes, as italianas afrouxaram um pouco e a 4 minutos do fim final Portugal chegava a 9 pontos (45-36) e ainda sonhava. Cresceu a equipa das quinas e a 2,40 do fim estava a 6 pontos. Grande atitude defensiva e muito querer faziam acreditar o muito publico. Não chegou o forcing final mas na retina fica uma vez mais a capacidade de entrega e de empenho das jovens lusas que deixaram tudo em campo frente a uma das equipas que tem demonstrado maior poderio neste europeu.
Querer não chegou para a vitória
Amanhã, Portugal defronta a Itália, pelas 20h45 no CDC de Matosinhos
Não se afigurava fácil a tarefa para Portugal num jogo importante para as contas da qualificação. Portugal entrou bem na partida e foi liderando o marcador, defendendo bem e atacando de forma compenetrada. Depois de uma esporádica passagem pela liderança da equipa checa, Portugal ainda conseguiu chegar na frente no final dos primeiros 10 minutos.
A paragem foi benéfica para Portugal que reentrou bem e conseguiu, à passagem dos 2,30 mn atingir a máxima diferença no marcador a seu favor (23-15). Foi hora da reação checa e, pouco a pouco, conseguiram “encostar” os números e, ao intervalo já venciam por 33-34.
A ida aos balneários não fez bem à equipa das quinas. As atletas portuguesas entraram desconcentradas e precipitadas na hora de atacar o cesto. A Rep. Checa ganhou confiança e, aproveitando a desinspiração portuguesa foram cavando um fosso que, à entrada do decisivo parcial, era de 16 pontos (40-56).
Portugal entrou bem no 4º período e fez 5-0 que colocavam o jogo a 11. Todavia, e apesar do carater e da vontade posta em campo, Portugal não conseguia a desejada remontada e as adversárias iam conseguindo manter Portugal à distância de sois dígitos. Com 1,47mn por jogar um triplo checo praticamente sentenciava uma partida onde um mau 3º período poderá ter custado uma importante vitória.
Seleção de Basquetebol em Cadeira de Rodas homenageada
A entrega de uma placa alusiva a cada atleta, com a presença de Kamil Novak, diretor Regional FIBA para a Europa, de Manuel Fernandes, Presidente da FPB e Manuel Albano, Vice presidente, conferiu significado à cerimónia e seguiu-se a uma pequena exibição dos internacionais lusos e, a um momento particularmente especial, onde os jogadores convidaram os pequenos jogadores de minibasquete a experimentar jogar numa cadeira de rodas.
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Magnifica vitória da garra Portuguesa
Domingo é dia de paragem na competição. Portugal regressa à competição com a Republica Checa, na próxima segunda feira, dia 17, pelas 20h45 no CDC de Matosinhos.
Jogo importante para o futuro de Portugal na competição e na próxima fase. Primeiro período marcado por muito equilíbrio e algumas alternâncias no marcador. O conjunto português não conseguia estar muito tempo na frente nem descolar no placard. No primeiro descanso do jogo 18-18 demonstravam precisamente a toada com que se havia jogado.
A paragem fez mal à equipa lusa e a Croácia ia conseguindo cavar uma diferença no marcador perante a ineficácia ofensiva de Portugal e a falta de soluções para parar o ataque croata. Portugal conseguiu apenas 8 pontos neste período contra 20 da Croácia que assim saía para o intervalo a vencer por claros 38-26.
O selecionador Agostinho Pinto aproveitou o descanso para alertar as suas jogadoras e esboçar uma estratégia que permitisse a Portugal discutir a vitória. Melhores na defesa, as portuguesas jogavam melhor e, já próximo do final conseguiam baixar a barreira psicológica dos 10 pontos. Entrava-se no decisivo parcial com 52-43 e tudo em aberto.
E que entrada no quarto período. Portugal acordou o muito público de Matosinhos com um arrasador inicio e um parcial de 16-2 que colocava a equipa das quinas na frente e relançava as emoções para um final impróprio para cardíacos. Depois de ter 5 pontos à maior com pouco mais de metade do período jogado, a Croácia conseguiu empatar a contenda de novo com 2,41 para jogar. Um triplo luso foi o único cesto até à entrada do minuto final e Portugal estava ainda na frente. A 35 segundos do final a Croácia converte dois pontos e coloca a partida a 1 ponto. Últimos 10 segundos e Portugal com posse de bola sofre falta mas não converte da linha de lance livre valendo o desacerto croata para garantir o importante triunfo português!
Resultados da 3ª jornada:
Italy, 60 Netherlands, 45
Belgium, 46 Germany, 56
Czech Republic, 66 Turkey, 37
France , 57 Serbia, 50
Russia, 68 Slovak Republic, 42
Hungary, 68 England, 28
Spain, 68 Latvia, 54
Calendário completo em:
Portugal desperdiçou oportunidade de vencer a Bulgária e disputar pelo 9º lugar
Os comandados de António Paulo Ferreira voltaram a mostrar-se competitivos, isto porque nem o mau desempenho durante o 2º período afastou em definitivo a formação lusa lutar pela vitória. A meio do 4º período o jogo estava empatado a 52 pontos; a pouco mais de 2 minutos do final Portugal perdia por três, mas faltou eficácia ofensiva nos momentos finais do encontro. Assim, Portugal vai este domingo discutir o 11º lugar do Campeonato, defrontando a Dinamarca, que na 1ª fase ficara à frente da Bulgária no Grupo A (assim como Portugal ficou à frente da Ucrânia, que agora vai lutar pelo 9º lugar com a Bulgária). A Dinamarca é uma equipa muito agressiva em termos defensivos e que luta por todas as bolas, pelo que vai ser adversário muito duro e difícil. Portugal continuará a apresentar-se com o objectivo de competir e a procurar a melhorar classificação, estando já assegurado que se irá posicionar na 1ª metade da classificação.
A Selecção Nacional de Sub 16 masculinos não esteve bem no jogo com a Bulgária. Esteve intranquila e pouco confiante e determinada no ataque; esteve desconcentrada na defesa em vários períodos e permitiu muitos cestos fáceis, perante a equipa da casa adversário muito forte que aspirava a competir pelos primeiros lugares, o que não surpreendentemente não conseguiu.
O 1º período foi equilibrado (18-15), embora Portugal tenha liderado a maior parte do tempo pois, mesmo sem ter estado bem, conseguiu construir algumas boas situações de lançamento que aproveitou, fruto de algum trabalho ofensivo esclarecido, e defendeu com agressividade, provocando alguns erros à equipa contrária que lhe proporcionaram alguns cestos fáceis.
Contudo no 2º período a equipa portuguesa este muito mal, sendo incapaz de organizar o ataque, não conseguindo circular a bola, criar linhas de passe, ser ofensiva e criar boas situações de lançamento. Ao aumento da agressividade defensiva da equipa búlgara, especialmente sobre os bases e sobre as linhas de passe exteriores, os jogadores portugueses parece que se intimidaram e demonstraram uma grande passividade, cometendo muitos erros e falhando inclusive alguns lançamentos fáceis que surgiram e proporcionando muitos cestos fáceis ao adversário. Assim, Portugal sofreu um parcial de 14-0 no início do 2º período, o qual nem com 2 descontos de tempo solicitados pelo treinador nacional foi possível reverter. Só final do 2º período, a equipa portuguesa reagiu e estancou o avolumar da vantagem contrária, chegando-se ao intervalo com a Bulgária a liderar por 39-30, tendo Portugal sofrido demasiados pontos devido a erros cometidos que proporcionaram cestos fáceis do adversário nas transições ofensivas e jogo interior, dois dos seus pontos fortes.
No 3º período, Portugal conseguiu equilibrar o jogo, melhorando significativamente em termos defensivos, através da defesa zona 2-3 (e também hxh agressivo sobre a bola e linhas passe). E apesar de não ter conseguido melhorar a qualidade do jogo ofensivo, que continuava pouco fluido e pouco agressivo, foi criando algumas boas situações de lançamento que desperdiçou inacreditavelmente, mantendo uma baixa eficácia. A equipa continuava muito macia face à agressividade defensiva e ao jogo contacto físico provocado pelo adversário e falhou demasiados lançamentos curtos.
No 4º período, Portugal melhorou o seu trabalho no ataque e aumentou a eficácia do lançamento, tendo progressivamente criado mais dificuldades ao ataque adversário através de defesas agressivas e bem ajustadas, alternando a zona 2-3 e o hxh. Assim, conseguiu ir reduzindo a diferença, chegando ao empate a 52 pontos a meio do período. A equipa manteve-se a discutir o jogo até final, estando a perder por 58-61 a 2 minutos do fim, mas depois disso não teve o discernimento, a confiança e a determinação necessárias para concretizar mais pontos, deixando o resultado fugir para 58-67 a favor da Bulgária.
A equipa portuguesa esteve sempre a discutir o resultado, conseguiu contrariar muitas vezes os pontos fortes do adversário – transição ofensiva, penetrações e jogo interior -, mas não teve a determinação e a confiança para contrariar a maior intensidade e jogo de contacto físico que a Bulgária impôs, cometendo muitos erros e não aproveitando bem os que o adversário cometeu. A equipa nacional não esteve nada bem nos lançamentos de curta e média distância (18/49 – 36.7%), se bem como os 22 turnovers cometidos, ainda assim em menor número que o seu adversário (25), em nada colaboraram para o sucesso de Portugal.
Mais um duplo-duplo (15 pontos e 10 ressaltos) registado por Vladi Voytso, num jogo em que Francisco Amarante (11 pontos, 2 ressaltos e 2 roubos de bola) terminou igualmente nos dois dígitos. Destaque ainda para os 4 pontos, 9 ressaltos e 3 assistências contabilizados por Paulo Caldeira, e os 8 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos registados por Pedro Lança.
Ao segundo dia chegou a vitória lusa
Portugal abre boas perspetivas para garantir o acesso à segunda fase e poder sonhar tendo amanhã, pelas 20h45, no CDC de Matosinhos um importante embate com a Croácia.
Continuamos a contar com o inexcedível apoio de todos.
Excelente jogo de Portugal. Embaladas pelas boas exibições que têm conseguido as jovens jogadoras lusas iniciaram a partida frente à Eslováquia de forma empenhada e cedo marcaram terreno rumo à vitória. Um parcial de 6-0 de entrada deu o tom para uma ritmada e crescente exibição no primeiro período com a defesa a ser trunfo maior e a permitir apenas 5 pontos às adversárias contra os 20 conseguidos.
Conquistados 15 pontos nos primeiros 10 minutos, a equipa das quinas não abrandou e à passagem dos 14 minutos conseguia a maior vantagem no marcador com 10-30 no placard. Foi a altura da Eslováquia esboçar uma pequena reação e nos instantes finais da primeira parte conseguiu reduzir para os mesmos 15 pontos – 22-37.
O descanso não perturbou Portugal que continuou concentrado e focado na vitória não permitindo grandes veleidades às eslovacas que nunca conseguiram aproximar-se de forma a por em causa a liderança portuguesa. Os últimos e decisivos dez minutos chegavam com Portugal a vencer por claros 18 pontos – 32-50.
O último período foi idêntico ao primeiro com a nossa Seleção a controlar as reações adversárias à distância. A vitória estava praticamente garantida e Portugal, nos últimos momentos ainda conseguiu ampliar a vantagem para uns finais 45-65.
Resultados 2ª jornada
Czech Republic, 40 Italy, 53
France, 60 Belgium, 48
Turkey, 71 Netherlands, 67
Serbia, 47 Germany, 56
Russia, 75 Croatia, 49
Spain, 60 Hungary, 81
Latvia, 77 England, 45
Municipio de Matosinhos deu as boas vindas
Tal facto foi realçado nas palavras do sr. Vereador e do Presidente da FPB e reconhecido no discurso da Comissária Alison Muir, em representação da FIBA. Um porto de honra antecedido da habitual troca de lembranças foi o ponto final na cerimónia.
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Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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