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Seleção Nacional de sub20 masculinos defrontou Bélgica por duas vezes

A Seleção Nacional de sub20 masculinos, cuja participação no Europeu (Divisão A) arranca no sábado, dia 16 de julho, realizou mais dois jogos de preparação este fim de semana, no Montijo, diante da Bélgica, equipa que limita na mesma Divisão.

No primeiro duelo, Portugal perdeu por 70-57. Na primeira parte o jogo foi equilibrado, mas no regresso dos balneários não mais a nossa Seleção conseguiu liderar o marcador. André Cruz (14pts, 8res, 3ast, 1rb), Diogo Soares (13pts, 2res, 2rb) e Rúben Prey (10pts, 8res, 1ast) destacaram-se pelas nossas cores.

Já este domingo, a formação lusa melhorou de rendimento, o que se traduziu numa igualdade a 60 pontos. O adversário belga chegou a dispor de uma vantagem acima da dezena de pontos, mas Portugal recuperou e com um triplo de André Cruz, a 55 segundos do soar da buzina, empatou a questão. O já mencionado André Cruz (13pts, 9res, 4ast, 4rb) e Rúben Prey (12pts, 8res, 1ast, 1rb, 2dl) deram nas vistas pela equipa das quinas.

No Campeonato da Europa, Portugal tem a companhia, no grupo B, de Grécia, Itália e Israel.

 


Sub16 femininos vencem International Youth Tournament

As Seleções Nacionais de sub16 participaram no International Youth Tournament, este fim de semana, no Luxemburgo. A equipa feminina conquistou o certamte, enquanto a turma masculina se classificou no segundo lugar.

No setor feminino, Portugal começou por se superiorizar ao Luxemburgo por 69-30, de seguida levou a melhor (79-51) frente aos Países Baixos, com Clara Silva (21pts) em destaque, e no último embate venceu a Irlanda por 76-68. Graças a um parcial de 25-14, no último quarto, Portugal avançou para o triunfo, tendo em Inês Freitas (13pts) a jogadora que mais pontuou. Como cereja no topo do bolo, Maria Madalena Amaro foi eleita a MVP do torneio, além de figurar no cinco ideal, tal como Clara Silva.

Por seu turno, a formação masculina bateu o Luxemburgo por 63-49 e no segundo jogo perdeu contra a Roménia por 69-66, com Nathan Noronha a registar 20 pontos. Na partida deste domingo, Portugal venceu a Irlanda por 73-67 e Lourenço Leite (14pts) esteve em foco. Nathan Noronha e Guilherme Paixão foram incluídos no cinco ideal.

A Seleção Nacional de sub16 femininos vai ser anfitriã do Europeu (Divisão A), em Matosinhos, que decorrerá entre 19 e 27 de agosto, com Letónia, Bélgica e Polónia a cruzarem-no caminho luso no grupo C.

Já a Seleção masculina, que competirá no Europeu da Divisão B (11 a 20 de agosto), terá como opositores no grupo C a Grã-Bretanha, Bósnia e Herzegovina, Noruega e Suécia.


Seleções Nacionais de sub18 com testes duplos

Esta sexta-feira e sábado, as Seleções Nacionais de sub18 femininos e masculinos defrontaram as congéneres do País Basco, em Ovar.

No setor feminino, Portugal levou a melhor por duas vezes. No primeiro jogo, o triunfo sorriu às nossas cores por 64-34, numa partida em que o conjunto luso nunca esteve em desvantagem, apontando nove triplos e registando 55 ressaltos e 24 roubos de bola. No capítulo individual, Cristina Freitas (15pts, 3res, 4ast, 2rb) e Inês Bettencourt (13pts, 3res, 2ast, 1rb) sobressaíram na nossa formação, que no segundo duelo bateu o País Basco por 61-59. Este embate foi mais equilibrado, com Portugal a avançar para o triunfo apenas na reta final. Laura Silva (13pts, 5res, 5ast, 2rb), Rita Rodrigues (11pts, 8res, 1ast, 4rb) e Inês Bettencourt (10pts, 8res, 1ast, 5rb, 1dl) destacaram-se na Seleção portuguesa.

Em sentido inverso, os sub18 masculinos perderam ambos os jogos diante do País Basco. Primeiro, o resultado final foi de 70-78, com Portugal superiorizar-se nas assistências (12-5), tendo em Miguel Baker (15pts, 9res, 2rb) a sua principal figura. Por seu turno, este sábado, derrota por 59-70, com oito triplos lusos e Pedro Santos (12pts, 6res, 3rb) e Rúben Sona (12pts, 1res).

A Seleção Nacional de sub18 femininos vai disputar o Europeu (Divisão B), entre 30 de julho e 7 de agosto, e tem a companhia da Croácia, Luxemburgo, Macedónia do Norte e Grã-Bretanha no grupo A.

Já a turma de sub18 masculinos tem pela frente, igualmente, o Europeu da Divisão B (29 de julho a 7 de agosto), com a Eslováquia, Letónia, Hungria, Suíça e Roménia como adversários no grupo C.


Portugal termina na liderança do grupo D do Europeu

A Seleção Nacional de sub20 femininos terminou na liderança do grupo D do Europeu da Divisão A! Este domingo, Portugal perdeu por 55-50, após dois prolongamentos, diante da Sérvia, ficando assim muito perto de fazer o pleno no grupo D do Europeu da Divisão A, depois dos triunfos sobre a Irlanda e a Letónia. Mesmo assim, a nossa equipa foi a comandante do grupo e medirá forças diante da Bulgária, nos oitavos de final, na terça-feira (18h45).

Este domingo, e frente a um país que já conquistou duas medalhas de prata e uma de bronze nesta competição, a formação lusa voltou a mostrar que é muito competitiva contra qualquer adversário.

Numa partida com reduzida eficácia ao nível dos lançamentos, Portugal chegou ao intervalo com um atraso de sete pontos (13-20), mas um parcial de 18-9, no terceiro quarto, reverteu a questão.

Na reta final do tempo regulamentar, o “golpe de teatro, com Eva Carregosa, melhor atleta lusa em campo, a marcar um triplo e a converter um lance livre, beneficiando depois de dois lances livres falhados pelo adversário dos Balcãs.

A um primeiro tempo extra igualado, seguiu-se um outro com a Sérvia a levar a melhor (9-4).

Portugal registou 17 roubos de bola, provocou 32 turnovers no opositor e contou com as exibições da já mencionada Eva Carregosa (21pts, 7res, 3rb), Ana Barreto (7pts, 9res, 3ast, 4rb) e Jéssica Azulay (7pts, 9res, 1ast, 2rb).


Sub20 mantêm senda vitoriosa no europeu

Portugal não abrandou o ritmo e somou o segundo triunfo no Campeonato da Europa sub20 – Divisão A ao bater a Letónia por 74-45.

Tal como acontecera frente à Irlanda, a seleção nacional de sub20 femininos entrou a todo o gás e não demorou a mostrar a sua superioridade. O parcial de 24-14 nos dez minutos iniciais deu o mote para o que se seguiu, com uma exibição completa do ponto de vista coletivo.

Os parciais de 21-16 no segundo quarto e 23-4 no último período demonstram o nível luso frente à oposição letã, que, apesar da vantagem física, não consegui colocar em causa a vitória portuguesa.

Portugal mostrou pontaria afinada no lançamento exterior (37% contra 20%) e nas zonas próximas ao cesto (54% contra 33%), bem como na luta das tabelas (38 contra 32).

Ana Barreto (25pts, 4res, 2ast) voltou a estar em grande plano, bem como Jéssica Azulay (12pts, 9res, 2ast, 2rb) e Inês Vieira (9pts, 1res, 3ast, 1rb). Maria Cegonho (7pts, 2res, 4ast, 3rb), Maria Gonçalves (7pts, 3res, 1ast, 1rb), Leonor Paisana (5pts, 9res, 4ast), Filipa Barros (5pts, 1res, 1ast, 1rb) e Eva Carregosa (4pts, 3res, 1rb) estiveram em bom nível, e Beatriz Polici e Sara Peres (3res) deram o seu contributo, ainda que não tenham entrado na lista de marcadores. Carolina Moura e Maria Cruz não foram utilizadas.


Portugal entra com tudo no Europeu sub20 feminino

A seleção nacional de sub20 femininos começou da melhor forma a sua caminhada no Campeonato da Europa de sub20 – Divisão A, ao bater a congénere irlandesa por 68-47.

Num encontro em que Portugal entrava com relativo favoritismo, as comandadas do técnico José Araújo foram construindo a sua vantagem de forma consistente ao longo dos dez minutos iniciais. O segundo período foi fundamental para o resultado final, altura em que as jovens atletas conseguiram um parcial de 21-10 que colocou a diferença pontual na casa dos 43-27.

O intervalo não afetou a intensidade lusa e a vantagem continuou a crescer. Portugal aproveitou a falta de eficácia irlandesa (marcou apenas cinco pontos no terceiro quarto) e entrou para os últimos dez minutos com uma diferença de 27 pontos.

Com o triunfo assegurado, o quarto período viu a Irlanda superiorizar-se e reduzir a desvantagem, mas sem nunca colocar em causa a vitória portuguesa. Ana Barreto (13pts, 3/4 3pts, 4res) esteve em evidência no conjunto luso, bem como Maria Gonçalves (14pts, 1res, 2rb), Beatriz Polici (8pts, 2res, 1ast, 3rb) e Jéssica Azulay (8pts, 4res, 3ast, 2rb, 1dl).

Portugal volta a entrar em campo este sábado, pelas 12 horas, frente à Letónia, um encontro com transmissão aqui.


Balanço da primeira metade dos estágios de sub14

Decorrida a primeira metade dos estágios de observação das Seleções Nacionais de sub14, que têm a Covilhã como palco, os selecionadores Rui Nazário (equipa masculina) e Teresa Barata (turma feminina) falaram à FPB sobre os trabalhos, que envolvem um total de 80 atletas, e que contaram, esta quarta-feira, com um minuto de silêncio em memória de Henrique Vieira.

Rui Nazário descreve estes primeiros dias: “O estágio está a decorrer dentro da normalidade. Temos trabalhado questões da técnica individual ofensiva, com especial incidência no lançamento, trabalho de pés, drible e passe, assim como questões da tática coletiva ofensiva e também trabalho físico. Também transmitimos conhecimentos mais teóricos, importantes nestas idades, questões relacionados com a alimentação, importância dos alongamentos. Este campo tem como objetivos principais a observação e o desenvolvimento do ponto de vista técnico, tático, físico e comportamental. Tentamos perceber a sua capacidade de aprendizagem, a forma de estar em grupo e de cumprir regras”, afirma.

O treinador assume que a tarefa para os atletas é complicada: “É um grupo alargado, de 40 atletas, mas somos sete treinadores. Trabalham três por treino, num volume diário de seis horas de trabalho, o que é bastante elevado. Para alguns atletas, este período equivale a dois meses de trabalho. Conseguimos trabalhar de uma forma rotativa, por isso também os treinos são tão prolongados. Observámos jogadores ao longo da época, recebemos indicações por parte dos clubes e dos diretores técnicos regionais”, explica.

Para Rui Nazário, a superação dos atletas vai prevalecer: “Ao contrário dos outros anos, este grupo é mais homogéneo. Não tivemos a Covid a atrapalhar, tornou mais fácil a tarefa de fazer a convocatória. O momento da aprendizagem técnica está otimizado entre os 8 e os 12 anos. Os jovens perderam bons momentos para essa aprendizagem, devido à Covid, mas a pandemia não justifica tudo. Notam-se algumas dificuldades técnicas, mas os atletas são trabalhadores e empenhados, vão superar-se. Eles estão motivados”, termina.

Já Teresa Barata faz uma avaliação: “Os trabalhos têm corrido dentro da normalidade, queremos observar as atletas, tal como já havíamos feito em Albufeira na Festa do Basquetebol Juvenil. Queremos ver como reagem em situações de jogo, dentro da mesma equipa. Juntamos aqui 40 atletas oriundas de 18 Associações, são mais ou menos equiparadas. Geralmente, quem é mais forte por esta altura tem mais anos de basquetebol. Mas temos aqui atletas com menos anos de prática, mas que possuem características importantes. O nosso objetivo é ver qual a margem de progressão delas, ver o potencial que podem ter daqui a uns anos”, diz.

A selecionador explica o esquema de trabalho: “O nosso problema não passa, propriamente, por trabalharmos com 40 atletas, porque estou aqui eu, a Margarida Faria, minha adjunta, e seis treinadores convidados. O problema é o espaço que temos, porque estamos num pavilhão que, por vezes, só tem duas tabelas. Há dois pavilhões, um com duas tabelas e o outro com quatro, e há o estágio masculino também, com 40 meninos. Isto necessita de uma certa “ginástica organizativa” para pormos as 40 jogadoras a trabalhar. Elas não trabalham todas ao mesmo tempo no pavilhão. Trabalham 20 no pavilhão, 10 numa sala e 10 a trabalhar a condição física e coordenação. Vão rodando por estações”, refere.

A treinadora tece elogios às atletas: “Este grupo é muito heterogéneo em termos de qualidade. Há jogadoras com muita qualidade, ao nível do melhor que vimos na Festa do Basquetebol Juvenil. O grupo é extremamente trabalhador, respeitador e cumpridor. Se, tão novas, já têm esta atitude e o saber estar, com o tempo e volume de treino são capaz de chegar bem mais longe, mesmo que a prática ainda não seja tão grande. É fundamental esta humildade, esta vontade de ouvir as nossas correções, este grupo tem isso”, conclui.


Portugal inicia Europeu de sub20 femininos esta sexta-feira

Três anos depois, um momento especial, com o regresso dos Europeus jovens. A Seleção Nacional de sub20 femininos, integrada na Divisão A depois da exclusão da Rússia, é a primeira equipa portuguesa a entrar em ação.

Portugal integra o grupo D e vai defrontar a Irlanda (sexta-feira, 14h15, transmissão aqui), Letónia (sábado, 12h) e a Sérvia (domingo, 12h30)

Marcámos presença num dos últimos treinos da formação lusa, no Complexo Desportivo Municipal do Casal Vistoso, em Lisboa, antes da partida para a Hungria, onde falámos com José Araújo (selecionador nacional) e com as atletas Eva Carregosa, Inês Vieira e Leonor Paisana.

José Araújo deixa elogios às suas atletas e não hesita na hora de apontar a meta para este Campeonato da Europa: “A equipa que nós conhecemos menos é a Irlanda. Teve uma boa geração de sub18, mas com a pandemia perderam-se um pouco as referências. Conhecemos a Letónia e a Sérvia, que são sempre equipas de topo europeu. Quanto à Irlanda, estamos a colecionar o máximo de informação possível, até porque é o nosso primeiro jogo. A preparação para a competição estava muito bem feita, mas faltaram-nos momentos de jogo, porque ao passarmos para a Divisão A a nossa programação mudou um pouco. Teríamos partidas frente à Grécia e Irlanda, mas a equipa irlandesa não quis defrontar-nos porque seríamos adversários. O Torneio de Pombal foi muito bom para nós, contra equipas de Divisão A, ganhámos duas vezes à Lituânia. Contra a Polónia e a Chéquia percebemos que somos capazes de competir. Falta-nos alguma coisa ainda, colocaram-nos muitos problemas físicos, mas já estávamos à espera disso. Mas foi ótimo ao nível de trabalho. A nossa equipa é muito homogénea, não temos jogadoras muito altas. A trabalhar são fantásticas, não tenho nada a apontar. Somos uma equipa que vai ter de andar muito no campo inteiro, com posses de bola um pouco mais curtas. Mas trabalhar com elas é um prazer. O nosso objetivo específico e claro é a manutenção na Divisão A”, afirma.

Já Eva Carregosa é o rosto do contentamento por representar a Seleção: “Estamos com vontade de disputar a Divisão A. Temo-nos preparado bem, frente a equipas à altura, temos trabalhado para isso. Está tudo em forma para tentarmos fazer algo de interessante e causar umas surpresas. É sempre bom ver o nosso trabalho diário recompensado, e ao serviço da Seleção Nacional é outra coisa. Depois deste tempo de paragem, sem Europeus e não podendo vestir a camisola de Portugal, é uma sensação ótima este regresso”, aponta.

Por seu turno, uma das “emigrantes” da turma das quinas, Inês Vieira, apresenta-se confiante: “Em Pombal fomos inconstantes nos dois primeiros jogos, mas na terceira partida, contra a Lituânia, melhorámos. Somos uma equipa muito nova, mas várias atletas têm experiência internacional. Vai correr bem, temos de estar confiantes. Estamos desejosas de que o Europeu comece. Vai ser difícil, mas será muito bom para nós. Este grupo é muito trabalhador, somos muito chegadas. Ganhei experiência nos EUA e vou poder fazer uso da mesma no Europeu”, diz.

Leonor Paisana, que também alinha nos EUA, afirma estar pronta para este desafio: “Sinto que este mês foi muito duro com os treinos, mas estamos preparadas. Estamos ansiosas por poder voltar a jogar um Europeu. Toda a gente se esforça, com muito suor e sacrifício. Estou mais preparada, os EUA trouxeram-me experiência. A qualidade e quantidade de trabalho ajudaram-me”, assegura.

A equipa técnica, constituída pelo já mencionado José Araújo e pelos seus adjuntos, Pedro Dias e Fátima Freitas Silva, convocou as seguintes jogadora para esta prova:

– Ana Barreto (SL Benfica)
– Beatriz Santos (Quinta dos Lombos)
– Carolina Moura (CPN)
– Eva Carregosa (Olivais FC)
– Filipa Barros (Vitória SC)
– Inês Vieira (University Utah – EUA)
– Jéssica Azulay (SC Braga)
– Leonor Paisana (Winthrop University – EUA)
– Maria Cruz (SL Benfica)
– Maria Gonçalves (GDESSA)
– Mariana Cegonho (CB Queluz)
– Sara Peres (CPN)


Portugal ultrapassado por Montenegro no fecho do apuramento para o Mundial

Na última jornada da 1.ª ronda da qualificação europeia para o Mundial 2023, Portugal perdeu em Odivelas, diante de Montenegro, por 77-62, despedindo-se desta forma da qualificação para o Mundial do próximo ano.

A Seleção Nacional masculina teve de correr sempre atrás do prejuízo, e depois de uma forte entrada da formação montenegrina – parcial de 5-16 nos primeiros sete minutos – a equipa das quinas reagiu e reaproximou-se da formação dos Balcãs. Terminado o 1.º quarto, Portugal perdia por cinco (14-19) e estava dentro do jogo. Apesar da boa reação, Montenegro voltou a aplicar um parcial favorável de 16-26 e foi para o intervalo com 15 pontos de vantagem (30-45). A segunda metade do jogo pedia uma Seleção mais eficaz e intensa no meio-campo defensivo, algo que se veio a concretizar na reta final do 3.º quarto, momento em que Portugal ficou a apenas nove pontos de diferença (51-60).

Apesar das boas sensações e do apoio do público que marcou presença no Multiusos de Odivelas, Montenegro voltou a superiorizar-se e a afastar-se na liderança do jogo. No final dos quarenta minutos regulamentares o marcador ditava o triunfo de Montenegro (62-77), naquele que foi o último encontro da Seleção Nacional na fase de qualificação para o Mundial 2023. O capitão Miguel Queiroz, em dia de aniversário, realizou uma exibição digna de destaque (17pts, 8res, 1ast, 1rb), sendo bem secundado por Daniel Relvão (8pts, 2res, 1ast, 1rb) e Diogo Ventura (9pts, 1res, 2ast, 1rb).

No final da partida, o treinador-adjunto Sérgio Ramos abordou o jogo e o que se segue nos objetivos da Seleção Nacional: “Devíamos ter jogado melhor na primeira parte, a nossa energia não foi a melhor. Não fizemos um bom defensivo e no ataque tivemos dificuldades. Montenegro defendeu bem, é uma equipa dura. Na segunda parte já conseguimos ajustar-nos, a bola circulou, executámos melhor e conseguimos equilibrar os ressaltos. Foi difícil para nós, sabíamos que já não podíamos passar à próxima fase, mas era uma vitória importante para o nosso orgulho enquanto equipa. Temos de ser melhores, evoluir, mas estes jogos fazem parte do crescimento desta jovem seleção. Em dois anos queremos estar no EuroBasket 2025″, assegurou.

Bosko Radovic, técnico montenegrino, teceu ainda rasgados elogios à equipa das quinas: “Terminámos o grupo da melhor maneira possível. Sabíamos que íamos ter um jogo difícil frente à seleção portuguesa, que, mesmo sem chances de progredir, jogou hoje com grande caráter e estão de parabéns. É uma grande vitória para nós. Sabíamos que Portugal é uma equipa muito intensa, com caráter e que joga bom basquetebol. Jogaram bem nas receções à Hungria e França, e também no jogo fora com a Hungria. Esta equipa de Portugal, no futuro, será um adversário muito complicado para as restantes seleções”, explicou.

Conferência de imprensa completa, aqui.

Desta forma, Portugal terminou esta campanha no quarto posto do grupo E, comandado pela França. A equipa das quinas, volta a reunir-se em agosto para começar a preparar a pré-qualificação para o EuroBasket 2025.


Portugal fecha participação nos Jogos do Mediterrâneo

Terminou a participação portuguesa na competição de 3×3 dos Jogos do Mediterrâneo, que decorrem em Oran, cidade argelina. A Seleção Nacional de sub23 femininos alcançou o quinto posto, enquanto a equipa masculina se classificou no sexto lugar.

A formação feminina começou, este domingo, por superar a Eslovénia por 11-8, com Maria Marinho, Raquel Laneiro e Mariana Silva a converterem 3 pontos, enquanto Alice Martins registou 1 ponto. De seguida, no duelo decisivo, Portugal bateu a Tunísia por 13-6, com um parcial de 5-0 a revelar-se determinante para as nossas cores. Raquel Laneiro e Maria Marinho marcaram 4 pontos, sendo secundadas por Mariana Silva (3pts) e Alice Martins (2pts).

Já a turma masculina ganhou o primeiro jogo, frente à Grécia, por 19-17. Uma reta final de grande nível, traduzida em 5 pontos consecutivos, valeu um triunfo luso, num encontro em que Rui Palhares (9pts) se mostrou inspirado, seguindo-se Lamine Banorá (4pts), André Gomes (3pts) e Jorge Embaló (3pts). No segundo embate, a anfitriã Argélia venceu a nossa Seleção por 21-17, num jogo em que Portugal chegou a estar a ganhar por 7-2. André Gomes (6pts) foi o jogador mais produtivo na equipa das quinas, sem esquecer Rui Palhares (5pts), Lamine Banorá (4pts) e Jorge Embaló (2pts).

 


Portugal perde contra a Alemanha no fecho de torneio italiano

Na despedida do Torneio Roseto degli Abruzzi, em Itália, a Seleção Nacional de sub20 masculinos perdeu frente à Alemanha, vencedora do certame, por 72-60.

Após um primeiro quarto em que se viu em desvantagem (9-19), Portugal reagiu da melhor forma e com um parcial de 16-7 chegou ao intervalo na frente (25-23).

Mas no terceiro quarto, a nossa Seleção acabou por sofrer 30 pontos, algo que se revelou decisivo para o desfecho final do encontro.

Contas feitas, e diante de três poderosas equipas que também vão estar presentea na Divisão A europeia, Portugal registou um triunfo, face à Itália, e além da derrota deste domingo também perdeu contra a Bélgica.

A turma lusa competirá no Europeu de Podgorica (16 a 24 de julho), cidade montenegrina, e faz parte do grupo B juntamente com a Grécia, Itália e Israel.

 


Seleção Nacional quer fechar qualificação com vitória

Portugal encerra a qualificação para o Mundial 2023 esta segunda-feira, no pavilhão Multiusos de Odivelas (entrada livre), pelas 19h00 em partida diante Montenegro. Apesar de já não ser possível atingir a segunda ronda de qualificação, a equipa das quinas quer terminar esta terceira e última janela de qualificação com uma vitória.

No lançamento da partida desta segunda-feira, José Barbosa e o treinador-adjunto Sérgio Ramos, anteviram o último jogo da Seleção Nacional que pretende encerrar a qualificação com um triunfo. Para o técnico de 46 anos, fechar esta fase com uma vitória é essencial, sobretudo depois da exibição resiliente em Budapeste: “Importa referir que fizemos um jogo bom contra a Hungria e que foi pena não termos conseguido a vitória. Fomos competitivos, mas não estivemos ao nosso nível no ressalto ofensivo e na recuperação defensiva, no entanto no computo geral estamos satisfeitos com o trabalho dos jogadores. A entrega, o trabalho diário, a forma como resistimos à adversidade e demos a volta por cima durante o jogo deu-nos a possibilidade de termos ganho o jogo. Era importante terminarmos esta fase com uma vitória. É um jogo que já não conta para nada, mas é importante para nós, para a nossa ambição, para o nosso caráter e tenho a certeza absoluta de que os jogadores querem muito ganhar este jogo. Queremos demonstrar que neste nível superior onde estamos a jogar conseguimos ganhar além de competir, como já temos feito”, explicou.

Já o base internacional português, José Barbosa, corrobora as palavras de Sérgio Ramos, lançando o repto para os portugueses encherem o Multiusos de Odivelas: “Ficamos com bons apontamentos desde o último jogo. Este grupo não merece acabar esta fase de qualificação para o Mundial, algo que já podia ter acontecido noutro jogos e que infelizmente não conseguimos alcançar. Mesmo que este jogo já não conte para a história do grupo e para a qualificação, sentimos que trabalhamos e fazemos tudo para acabar com uma vitória. Jogamos em casa, perante todos os portugueses que acredito que compareçam para nos apoiarem. Queremos vencer por nós, mas também por eles, merecemos isso. Aproveito para lançar o repto para encherem o Multiusos de Odivelas, sem dúvida que será um grande espetáculo de basquetebol”, atenta.

Relativamente ao adversário deste último jogo, que superou a Seleção Nacional em Podgorica em novembro passado (83-69), o ex-internacional luso e agora técnico-adjunto da equipa das quinas dá a receita para Portugal ficar mais próximo da vitória: “Montenegro tem uma equipa dura, agressiva, forte no contra-ataque e em campo aberto, portanto temos de ser mais fortes na transição defensiva. Além disto temos de parar as situações de um contra um exterior, aspeto onde os montenegrinos são muito fortes e verticais. É importante que consigamos controlar as suas transições e a capacidade que apresentam em criar jogo desde o exterior para os jogadores interiores. Na minha opinião estes fatores são fundamentais para sermos competitivos e conseguirmos alcançar a vitória”, esclarece.

Para José Barbosa o potencial da Seleção Nacional ainda não foi explorado na totalidade, podendo atingir voos mais elevados num futuro próximo: “Relativamente a Montenegro, vamos enfrentar dificuldades que são transversais aos outros jogos. Fisicamente são mais fortes, a intensidade tem de ser a mesma que tivemos com a Hungria, se equipararmos isso ficamos mais próximos de vencer. Temos de jogar de forma tranquila, acreditarmos mais em nós e no nosso potencial. Esta seleção é bastante jovem e é capaz de alcançar mais. Perdemos jogos nos detalhes, o último foi por um ponto e podia ter sido decidido de outra forma. Temos de nos agarrar a essa ideias para ganharmos este jogo”, finalizou.

O encontro tem transmissão em direto na RTP2 a partir das 19h00 desta segunda-feira. A entrada no pavilhão Multiusos de Odivelas é livre.


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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