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«Há muito trabalho de observação»

Mas o técnico, atual coordenador da formação e treinador da equipa sénior do Barreirense, quer trabalhar numa base de futuro e pretende referenciar com exactidão os jogadores que existem no país dentro destas idades.

 

Agradado e motivado com este convite para fazer parte da nova equipa técnica da Federação Portuguesa de Basquetebol?

 

Claro. Não há treinador que não se entusiasme e motive por trabalhar na equipa técnica do seu país. O convite que me foi dirigido é no sentido de fazer parte de um todo que se pretende impulsionador deste novo ciclo do basquetebol nacional. Por si só, é um motivo de grande entusiasmo e empenho máximo. Para além disso, treinar uma Seleção Nacional representa a possibilidade e responsabilidade de trabalhar com os melhores dentro de um nível de prática, perceber as diferenças que temos para os nossos pares na Europa. É evidente, são razões de grande entusiasmo e motivação para o trabalho.

 

Concorda que tem pela frente um grande desafio, e a “responsabilidade” de começar a influenciar e orientar os jovens talentos portugueses?

 

Tenho encarado a minha de vida de treinador como um desafio permanente. Este desafio não é exceção. É mais um extraordinário desafio. Os Sub-16 são a primeira possibilidade de um grupo de jovens representarem na Europa uma equipa verdadeiramente Nacional. Para estes jovens é quase tudo uma novidade. Já constatei a dificuldade que nos espera. Há um trabalho de observação vasto por fazer e trabalhar no máximo das nossas competências para influenciar aqueles que irão passando pelas concentrações ao longo da época. É para isso que cá estou, para trabalhar com os jovens, ajudá-los a resolver os problemas que vão demonstrando e contribuir para que possam jogar a um nível mais elevado. Os anos de treinador que levo permitem-me dizer que conheço bem esse trabalho, tenho-o desempenhado noutros contextos.

 

Quais lhe parecem ser as principais carências dos jogadores nestas idades?

 

Não seria difícil listar uma boa meia dúzia de carências. Mas há duas que saltam à vista: o lançamento e a intensidade com que se joga. Trabalhámos esta semana com jovens que alguns deles revelam dificuldades na realização do lançamento, desde a pega da bola ao trabalho dos apoios, passando pelo desarme da mão lançadora. Já para não falar na realização do lançamento associado ao jogo sem bola ou na ligação ao drible. Temos de fazer um esforço coletivo por resolver os problemas do ensino do lançamento desde cedo, por forma a que possamos ter sub-16 que comecem a pensar em eficácia. Não podemos ir para um Campeonato da Europa sem pensar em eficácia, em meter a bola no cesto. E esta é uma dificuldade que todos os jovens de momento apresentam. Repito, o lançamento tem de ser treinado desde cedo, e contribuir para que um Sub-16 comece a pensar em eficácia. O problema acresce quando nos obrigam a decidir e a executar mais rapidamente. É isto que entendo por intensidade. Neste capítulo sinto que os nossos jovens jogam a um nível de intensidade muito baixo. Jogam a passo, abusam do drible, usam-no sem ofensividade. Se os deixarmos, defendem sem pressionar. Percebe-se que baseiam as suas ações defensivas mais pelo demérito que o ataque possa ter, do que por uma ação de mérito da sua própria defesa, com pressão e presença defensiva. A ideia é deixar falhar, ao contrário de condicionar para obrigar ao erro. Na Seleção de Sub-16 quero inverter esta tendência. É uma atitude que pode até ajudar a ganhar alguns jogos, mas tem custos na formação dos jogadores. Julgo que temos de resolver isto depressa, se quisermos jogadores com mais qualidade.

 

Já definiu o que pretende da seleção masculina mais jovem enquanto estiver no seu comando técnico?

 

Já defini linhas gerais da formação da equipa enquadrada numa ideia que tem de existir que é a de Jogador de Interesse Nacional. Isso é o que de momento me parece ser prioritário. Neste momento, estamos a trabalhar no desenvolvimento desta ideia, e como dizia antes, há muito trabalho de observação e contacto a efetuar de Norte a Sul, sem esquecer a Madeira e os Açores, de modo a referenciar com exatidão os jogadores que temos nestas idades. Só depois de percebermos com exatidão o que temos, definiremos aspetos táticos mais específicos e definitivos. Sem pressas, vamos concluindo cada etapa.

 

Quais os objetivos definidos para este primeiro estágio de observação, bem como a participação no torneio internacional?

 

Este foi o 1º estágio que como o nome indica é um estágio de observação do que temos referenciado do passado. Antes de avançar, importa conhecer bem o que temos como referencia anterior. Tivemos dois objetivos nesta concentração: introduzir alguns conceitos básicos de ataque para aferir o nível de qualidade tática dos jogadores e observá-los a competir, beneficiando do convite que nos fizeram para a participação do V Torneio Internacional Pedro Raimundo. Saímos deste estágio com uma posição muito concreta sobre os jovens que participaram e a partir daqui vamos dar passos que estendam o campo de recrutamento de forma a conseguirmos ter uma Seleção Nacional tão competitiva quanto possível no próximo verão.

 

Que imagem pretende de uma seleção nacional treinada por si dentro do campo?

 

O trabalho realizado nesta concentração teve três ideias fortes que estiveram presentes nos cinco treinos que realizámos: 1) “queremos correr”, 2) “atacar o cesto sem receio” e 3) “não deixar o ataque pensar”. Claro que isto são apenas ideias fortes. Têm de ser especificadas em comportamentos que nos façam jogar tendo o contra-ataque sempre em presença, que nos façam ter no 1×1 uma arma que todos os jogadores têm de ter e que, individual e coletivamente, consigamos defender mantendo o ataque sobre pressão e longe do nosso cesto – condicionando a bola, as 1ªs linhas de passe, o passe interior, as mudanças de lado da bola. No fundo, isto é o que penso ser essencial no jogo dos Sub-16. Lutarei para que no final desta campanha tenhamos uma Seleção competitiva, que dispute todos os jogos com estas marcas bem vincadas no seu jogo. 


«Trabalho será de qualidade»

Mário Gomes, o homem escolhido pelo pesidente Manuel Fernandes para ocupar o cargo de Diretor Técnico Nacional (DTN), tem ideias bem definidas, que vão além das Seleções Nacionais.

 

O cargo é novo, mas as funções não lhe são estranhas. Mário Gomes sempre esteve atento ao que se passava no basquetebol nacional e sabe onde se move. Promete dar "atenção permanente" às Seleções Nacionais e elogia, de sobremaneira, o trabalho até então desenvolvido neste setor. "É justo que se realce o bom trabalho que tem sido realizado nas Seleções Nacionais e que não é só, mas também os resultados desportivos confirmam, apenas no Feminino", começa por referir o DTN. E explica o que quer dizer: "Quem conhece a realidade do Basquetebol europeu e a posição de Portugal nesse contexto, só pode chegar à mesma conclusão: tendo em conta todos os condicionalismos conhecidos, que se agravaram muito nos últimos anos, o trabalho desenvolvido na Seleções Nacionais tem sido altamente meritório."

 

Mário Gomes sabe que o dinheiro não abunda e que vai continuar a ser preciso fazer muito com pouco: "É claro que queremos fazer cada vez melhor e o desafio que se nos coloca é como o conseguir, sabendo que os recursos (particularmente os financeiros) vão continuar a ser muito exíguos."

 

Por isso, já definiu algumas estratégias. "Desde logo, é muito importante não pensar ano a ano, mas sim planear a médio prazo, no mínimo a quatro anos. O primeiro passo está dado: a constituição da Equipa Técnica Nacional faz-me estar confiante no futuro, pois sei que o trabalho será de muito boa qualidade! Nesta primeira época, poucas poderão ser as 'novidades' a introduzir, havendo que garantir que as diversas Seleções se preparam o melhor possível para os Europeus. Mas por outro lado há que criar condições para o que temos ideia de implementar a partir da próxima época."

 

Mas a Equipa Técnica Nacional, há pouco anunciada, terá outras funções, para além das funções de preparação e condução das Seleções Nacionais, que Mário Gomes enuncia: "Envolvimento regular e sistemático dos D. T. R., dos Selecionadores Regionais e dos Treinadores na atividade das Seleções Nacionais; conceber, divulgar e implementar Orientações Nacionais para a formação de jogadores, em três áreas: Percurso de formação do Jogador (a) – etapas, conteúdos; Princípios e conceitos de ataque e defesa e Preparação físico-atlética."

 

E prossegue no que diz ainda respeito às outras funções dos treinadores: Identificar e acompanhar os Jogadores de Interesse Nacional; Intervir diretamente na formação dos J. I. N. e dos Treinadores, de forma regular e sistemática; Encontrar formas de proporcionar aos jogadores (as) com potencial para virem a integrar as Seleções principais (Masculina e Feminina) condições de treino e competição exigentes, no momento da sua transição para os Seniores; Antecipar a identificação e acompanhamento dos J. I. N., criando Grupos Especiais, tanto a nível regional, como nacional de Sub-13 e Sub-15; Elaborar propostas sobre o Quadro Competitivo Nacional e Acompanhar as competições de topo (L. P. B., Proliga, Liga Feminina), estudar medidas (regulamentares e outras) e propor iniciativas que contribuam para o seu desenvolvimento."

 

As ideias de como conseguir passar à prática estas linhas de orientação já estão definidas mas Mário Gomes considera ser "prematuro divulgá-las, sem antes as discutir com quem de direito e perceber quais são exequíveis, em função dos recursos existentes."

 

Por isso, esta 2ª feira, 22 de Dezembro, se realizou "uma primeira reunião da Equipa Técnica Nacional" e, ao longo dos meses de Janeiro e Fevereiro, o DTN vai deslocar-se às Associações. "Vou reunir-me com todos os D. T. R. e com os Treinadores de cada região, para, em conjunto, debatermos as melhores formas de concretizar todas estas­­ ideias."


Portugal fecha com vitória gorda

(71-47). Com esta vitória a formação portuguesa terminou na 3ª posição, naquele que foi o primeiro contacto do novo selecionador nacional Agostinho Pinto com o grupo de trabalho. Portugal dominou por completo a luta das tabelas, e beneficiou da forma determinada como iniciou o encontro. A equipa portuguesa praticamente resolveu o encontro nos primeiros 20 minutos, nunca permitindo que o adversário sentisse a possibilidade de discutir a vitória no encontro.

 

As comandadas de Agostinho Pinto não se deixaram abater pelo resultado negativo do dia anterior e canalizaram toda a sua frustração e tristeza para o jogo deste domingo. Com um parcial de 21-8 nos primeiros 10 minutos, Portugal cedo fugiu no marcador e construiu uma vantagem pontual que lhe dava tranquilidade na gestão do jogo. Até ao intervalo, as jovens portuguesas mantiveram o seu bom desempenho defensivo, do qual tiraram partido para alargarem a diferença pontual que separava as duas equipas (41-20).

 

A etapa complementar foi bastante mais equilibrada, ainda que tenha sido Portugal a vencer os dois períodos por diferenças mínimas (11-10 e 19-17). Neste segundo encontro, o conjunto nacional esteve mais sereno no ataque, cometeu menos turnovers e foi inteligente na forma como procurou explorar as vantagens interiores por parte de Beatriz Jordão. A boa prestação das jogadoras portuguesas na luta das tabelas (53/33), compensava o número de bolas que Portugal perdia sem atirar ao cesto (28 turnovers), sem esquecer a forma como Portugal condicionou o sucesso ofensivo do conjunto espanhol. O conjunto nacional limitou o Real Canoe a escassos 29.6% de lançamentos de 2 pontos, e 12.5% de 3 pontos.

 

Beatriz Jordão registou um duplo-duplo (22 pontos e 10 ressaltos), números que lhe valeram a distinção para MVP do jogo com 27 de valorização. Maryam Chermiti (17 pontos, 7 ressaltos e 2 assistências) esteve igualmente a bom nível, já a dupla formada por Ana Ramos (2 pontos e 10 ressaltos) e Catarina Lopes (6 pontos e 8 ressaltos) foi determinante para o domínio exercido por Portugal nas tabelas.


Sub-16 ficam em terceiro

O 3º lugar alcançado, depois de ter batido no último dia de competição o Bball Córdoba por 73-66, naturalmente não era a posição desejada. Mas mais importante do que isso, a competição serviu para que o novo selecionador nacional, António Paulo Ferreira, tivesse um primeiro contacto com um grupo de trabalho alargado. Se os resultados não foram os melhores, certamente que passos foram dados tendo em vista a preparação da equipa para o próximo Europeu, bem como foi criada uma base de trabalho e de recrutamento que se pretende o mais alargada e assertiva possível.

 

Na jornada inaugural, a equipa nacional foi derrotada pelo San Antonio Cáceres (68-76), num jogo em que os jovens portugueses acusaram a responsabilidade de representar uma seleção nacional. Nitidamente tolhidos de movimentos, muito por culpa da pressão sentida, e o elevado número de turnovers cometidos, retiraram a possibilidade de Portugal conseguir vencer a formação espanhola que acabou por vencer o torneio.

 

Muitos cestos fáceis desperdiçados, as percentagens do tiro exterior e da linha de lance livre em nada contribuíram para o sucesso do conjunto nacional, que acabaria por ser dominado pela maior experiência de um duo de jogadores Sub 17 do conjunto do Cáceres.

 

No segundo dia de prova, o confronto com a equipa benfiquista foi equilibrado, com os portugueses a discutirem a vitória até final. O mau controlo da posse de bola e a falta de pontaria, voltaram a prejudicar a seleção portuguesa, que revelou alguns problemas para resolver o problema do bloqueio direto. A falta de tempo de trabalho, e de conhecimento entre os jogadores, naturalmente prejudica a coesão coletiva, a execução no ataque, assim como a química que se espera e se deseja numa equipa.

 

No último dia do torneio, Portugal foi inconsistente na sua exibição, chegou a ter uma vantagem superior a 20 pontos, teve de suportar a reação do adversário, mas acabou por vencer com toda a justiça. Foi notória a imaturidade dos jogadores portugueses, bem como a falta de hábitos para jogar a um ritmo e intensidade superiores a que não estão habituados. Um problema transversal aos três dias de prova, que causa apreensão e vai exigir muito trabalho e espírito de sacrifico e superação.

 

Daí a importância deste tipo de confrontos, que possibilitam retirar os jogadores das realidades em que estão inseridos, e permitem observar e retirar conclusões quanto ao tipo de comportamento e reação à adversidade e maio exigência do adversário.

 

Se bem que o fundamental nesta fase da preparação passava por ganhar etapas nas questões táticas, e analisar o nível dos jogadores escolhidos. A partir daqui será mais fácil determinar qual o nível de exigência a ter com o grupo de trabalho, definir as carências prioritárias a serem trabalhadas, bem como maiores certezas quanto ao recrutamento que garanta a maior competitividade possível da Seleção no próximo Europeu.

 

Resultados do torneio:

 

1ª jornada

Portugal 68 x 76 San Antonio Cáceres

SL Benfica 83 x 36 BBALL Córdoba

 

2ª jornada

San Antonio Cáceres 81 x 41 BBALL Córdoba

SL Benfica 64 x 60 Portugal

 

3ª jornada

Portugal 73 x 66 BBALL Córdoba

SL Benfica 83 x 84 San Antonio Cáceres

 

 


Portuguesas entram com pé esquerdo

Apesar do resultado negativo, as jovens portuguesas deixaram boas indicações, sobretudo pela prestação que tiveram na etapa complementar. Assim como, o jogo serviu para demonstrar o quanto importante é o contacto internacional, 

 

No ataque, ainda não estavam decorridos 3 minutos de jogo já a equipa portuguesa tinha 5 cometido "turnovers", sinal que não estava a tratar bem a posse de bola. Na defesa, as portuguesas tinham dificuldades em parar as penetrações das  atletas espanholas, que muitas vezes conseguiam desiquilibrios defensivos em situações de 1×1. Ao intervalo, o resultado de 51-27 espelhava claramente a superioridade da Seleção de Castilla y Leon, já que dominava em todos os aspetos do jogo.

 

No regresso dos balneários, as pupilas de Agostinho Pinto vieram com a clara intenção de emendar a má 1ª parte, e depressa conseguiram baixar a fasquia dos 20 pontos de diferença. No 3º período, as portuguesas venceram por 17-9, com a equipa lusa a tentar explorar a "experiente" Beatriz Jordão através do jogo interior. No derradeiro quarto, Portugal voltou a estar melhor, agora por 19-15, dando sinais que os primeiros 20 minutos foram o reflexo do primeiro contacto internacional de algumas das atletas que compõem o grupo de trabalho.

 

As portuguesas sofreram 24 pontos em toda a 2ª parte, contra os 51 consentidos na 1ª metade. No ataque, também estiveram melhor na etapa complementar, com 36 pontos marcados, contra apenas os 27 do 1º tempo. Indicadores que a equipa está no bom caminho, a evoluir positivamente, embora o tempo de trabalho não permita que tudo funcione na perfeição.

 

Destaque na equipa portuguesa para Beatriz Jordão, com 25 pontos, 11 ressaltos e 7 faltas provocadas, tendo sido bem acompanhada, na 2ª parte, por Ana Ramos, Luana Serranho e Eliana Cabral, todas com 8 pontos marcados.

 

 

 

Resultados da 1ª jornada

Aros Universidade de Leon 74- 58 Real Canoe

Seleção Castilla y Leon 75 – 63 Portugal

 

 

Jogos para amanhã (hora espanhola)

10h30 Portugal – Real Canoe (3º e 4º lugar)

12h30 Sel. Castilla y Leon – Aros Univ. Leon11 (final)Portuguesas entram com pé esquerdo

 

 


Sub-16 femininas em Espanha

A equipa portuguesa vai disputar o segundo jogo das meias-finais, este sábado, às 19 horas, frente à Seleção Sub-16 de Castilla y León. Duas horas antes, Aros Universidad de León Junior e Real Canoe N.C. Junior irão lutar por um lugar na final deste torneio. O jogo para apurar o grande vencedor deste evento será disputado no domingo, às 12.30 horas. Já o encontro para decidir qual a equipa que terminará em 3º lugar tem o seu inicio marcado para as 10.30 horas.


«Ponto mais alto da minha carreira»

O treinador quer dar continuidade ao trabalho desenvolvido, mas também acrescentar o seu cunho pessoal, pois os objetivos a que a equipa propõe são ambiciosos, ou não estivesse a competir na Divisão A…

 

Como recebeu o convite de ser promovido a treinador principal da Seleção de Sub 16 Feminina?

 

Recebi com muita alegria, porque foi um objetivo que sempre tive e trabalhei durante a minha carreira, para tentar um dia conseguir chegar a orientar a Seleção do meu País o que para mim é um orgulho enorme.

 

Sente que terá de mudar muito tendo em conta a sua nova função dentro da Seleção?

 

Sinto que tenho ainda mais responsabilidades do que as que tinha já antes, mas de um modo geral tenho que ser eu mesmo. Talvez um pouco ainda mais observador e tranquilo. Penso que sim, já que o trabalho que se tem realizado tem sido muito positivo e que felizmente tive o privilégio de estar a ajudar a Catarina e o Ricardo, com o meu contributo.

 

Logicamente que quererá que a equipa tenha o seu cunho pessoal. O que irá procurar acrescentar à Seleção?

 

Evidentemente que a algumas coisas que irão ter o meu cunho pessoal, mas como se costuma dizer se as coisas já funcionam bem, acima de tudo dar continuidade ao trabalho. Se possível, aproveitar da minha experiência como adjunto para melhorar em alguns aspetos que não correram também como desejávamos.

 

Quais as principais preocupações neste primeiro período de trabalho da Seleção?

 

As principais preocupações é saber o nível em que se encontram as jogadoras. Desenvolver algum trabalho ou ideias para aquilo que vamos tentar fazer mais a frente. E fazer sentir as jogadoras principalmente as que vem a seleção na sua primeira vez a responsabilidade que tem em representar Portugal o orgulho que se tem que ter por estar neste patamar e as mais velhas ou seja as que já fizeram Europeu passarem a mensagem as mais novas do que é representar o nosso País.

 

Tem pela frente o enorme desafio de tentar manter a Seleção na Divisão A. Quais os principais problemas que este novo grupo de trabalho irá ter pela frente no próximo Europeu?

 

É um desafio enorme, o maior da minha longa carreira de treinador. O mais fácil era não aceitar este desafio ou mais cómodo. Mas acredito no meu trabalho e nas pessoas que vão trabalhar comigo e sinto-me com muitas ganas para este desafio. Os maiores problemas é a falta de contactos internacionais, mas não adianta lamentar é o que temos e com o que temos fazer o possível e impossível, trabalho e mais trabalho.

 

Já teve a experiência de disputar um Europeu em Portugal. Qual é a sensação? E se funciona como uma pressão extra o facto de querer corresponder ao apoio de milhares de pessoas?

 

Sim felizmente tive essa experiência, foi um momento fantástico ver aquela gente toda a apoiar a Seleção Sub-16 feminina, mais gente do que em muitos jogos de futebol da nossa Liga. O envolvimento das pessoas o apoio que sempre nos deram. Indiscritível ouvir o hino do meu Pais com um pavilhão assim, as pessoas que nunca nos viram a passar na rua a desejarem boa sorte a dizerem logo vamos estar lá, temos que ganhar lindo, lindo. E disputar a final foi uma grande promoção talvez das maiores de sempre para o basquetebol nacional.

É uma pressão extra porque queremos não falhar e ainda mais por cima ser a jogar em casa. Mas temos que aproveitar para ser uma vantagem jogar em casa com o apoio daquele maravilhoso público. Jogar em casa tem que ser um fator positivo e saber aproveitar o mesmo e é isso que vamos fazer.

 

Está ligado há muitos anos ao basquetebol feminino de formação. Esta nomeação  é o ponto mais alto da sua carreira?

 

Sim estou ligado a mais de 30 anos. Felizmente já trabalhei com a Seleção Nacional de Seniores como adjunto e nas Sub-16. Sem duvida que é o ponto mais alto da minha carreira.


2ª Ação da Seleção Sub-16 Masculina

Para além da seleção portuguesa e do clube anfitrião, irão participar ainda as equipas espanholas do Cáceres CB e Bball Córdoba. Os jogadores eleitos pelo novo selecionador, para além dos respetivos jogos do torneio, irão ainda cumprir os treinos previsto para a o Pavilhão do Algés durante o período de competição. Nos anexos desta noticia poderá consultar os nomes dos eleitos que fazem parte deste primeiro período de observação. 


Estágio e Torneio Int. de Medina del Campo

Nos anexos desta noticia poderá consultar quais as jovens atletas selecionadas para este primeiro momento de observação.

 

Esta Seleção participará ainda no Torneio de Natal de Medina del Campo (Espanha – Valladolid) a realizar nos dias 27 e 28 de Dezembro. Será a estreia de Agostinho Pinto à frente da equipa, já que assumiu as funções de treinador principal, depois de ter desempenhado o papel de adjunto no período em que a responsável da equipa foi Ana Catarina Neves.


1º Ação – Estágio e Torneio Internacional

Esta ação coincidirá com a estreia do novo selecionador nacional António Paulo Ferreira no comando técnico da seleção masculina mais jovem. Nos anexos desta noticia poderão consultar a lista de jogadores convocados para este primeiro período de trabalho.

 


Selecionadores definidos

Mário Palma continua ao leme da equipa sénior masculina e Ricardo Vasconcelos continua na liderança da formação feminina. Confira nos detalhes desta noticia quais são os restantes técncicos nacionais responsáveis pelas seleções mais jovens.

 

EQUIPA TÉCNICA NACIONAL

 

MASCULINOS

 

· SENIORES

– Mário Palma, TP

– André Martins, TA

– Ivan Kostourkov, TA

 

· SUB 20

– José Ricardo Rodrigues, TP

– João Costeira, TA

 

· SUB 18

– Carlos Seixas, TP

– Alexandre Pires, TA

 

· SUB 16

– António Paulo Ferreira, TP

– Hélder Evangelista, TA

 

FEMININOS

 

· SENIORES

– Ricardo Vasconcelos, TP

– José Araújo, TA

 

· SUB 20

– Eugénio Rodrigues, TP

– Ana Catarina Neves, TA

 

· SUB 18

– Maryiana Kostourkova, TP

– Ana Margarida Faria, TA

 

· SUB 16

– Agostinho Pinto, TP

– Teresa Barata, TA

 

MINIBASQUETE

Director Técnico – António San Payo Araújo

 

 

TP – Treinador Principal

TA – Treinador Adjunto


Direção aprova Selecionadores para 2015

Mário Palma e Ricardo Vasconcelos continuam à frente das formações seniores e nas restantes seleções as alterações deram-se ao nível das duas seleções de Sub 16, onde Agostinho Pinto (feminino) e António Paulo Ferreira (masculinos) assumem o comando e a seleção de Sub 20 masculinos passa a estar entregue a José Ricardo Rodrigues. Nas restantes seleções não se registam alterações.

Todos os nomes nos detalhes da notícia

 

Seleções femininas:

·         Seniores: Ricardo Vasconcelos.

·         Sub-20: Eugénio Rodrigues

·         Sub-18: Maryana Kostourkova

·         Sub-16: Agostinho Pinto

 

Seleções masculinas:

·         Seniores: Mário Palma

·         Sub-20: José Ricardo Rodrigues

·         Sub-18: Carlos Seixas

·         Sub-16: António Paulo Ferreira

 


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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