Artigos da Federaçãooo

Fizeram História! Obrigado!

A Selecção Nacional de sub 16 Femininos alcançou, em Matosinhos, a medalha de prata e a subida à Divisão A, num evento sem igual enchendo o Centro de Congressos e Desporto de Matosinhos, dia após dia, com multidões de adeptos culminando numa inolvidável final com cerca de 4,000 assistentes.
A Selecção Nacional de Sub 18 integrou a Divisão A, com as 16 melhores selecções europeias, conseguindo a melhor classificação de sempre – 9º lugar – alcançada depois de 6 vitórias consecutivas no torneio realizado na Croácia.


Os momentos inesquecíveis

Em ocasião do Torneio Ibérico e como já havia sido referido em notícia anterior, a Seleção Nacional comprometeu-se a jogar em Guifões no fim-de-semana de 14/15 de Setembro a convite do Guifões Sport Clube e por vontade expressa da Junta de Freguesia de Guifões.Sábado, pelas 21h15, as vice-campeãs da Europa disputaram o jogo de apresentação das seniores do Guifões Sport Clube. As mais jovens acabariam por vencer, mas o resultado não foi de facto o mais importante no dia que voltou a despertar as boas emoções do Campeonato Europa.Após o jogo, os elementos das duas equipas, junto com membros da organização do Campeonato Europa, reuniram-se no Restaurante da Fundação, localizado na sede da Fundação Dr. António Cupertino de Miranda. Um jantar onde se salienta o convívio e boa disposição dos presentes, realçando também a presença da Junta de Freguesia de Guifões, da Clínica Fisiomato e, claro, do Guifões Sport Clube, aos quais a Federação Portuguesa de Basquetebol gostaria de deixar um agradecimento expresso pela colaboração importantíssima na edificação do Europeu.No final, o Diretor Técnico Nacional proferiu algumas palavras que reavivaram as memórias dos que o ouviam atentamente. O Campeonato Europa de Sub-16 Femininos – Divisão B 2013 será algo que quem presenciou nunca irá esquecer.Emoções, momentos únicos que se perpetuarão na memória de todos.


Eugénio Rodrigues: «Portugal merece a Divisão A»

Eugénio Rodrigues considera que as jovens seleções portuguesas têm nesta altura condições para competir na principal divisão europeia e solidificar uma posição na segunda metade deste escalão. Leia a entrevista, nos detalhes desta notícia.

O inicio da prova, com quatro vitórias consecutivas, foi extremamente promissor?Sim, entrar com 4 vitórias seguidas dá sempre um alento importante, sobretudo em campeonatos tão desgastantes e tão intensos como os Europeus. Foram vitórias muito moralizantes, tendo em conta que desconhecíamos por completo Israel, o nosso primeiro jogo, e a Roménia com quem jogávamos na segunda jornada mas que havia folgado na primeira. Depois, apesar de um jogo menos conseguido batemos a sempre complicada Macedónia e a Bulgária foi talvez o nosso melhor jogo pois era claramente uma equipa superior à nossa. Tudo somado, ainda que fatigados por termos de jogar em superação para suprir as nossas debilidades, este nosso inicio esteve perfeitamente ao nível de outros Europeus que realizámos e com desfechos mais bem sucedidos que este. Porém, tínhamos a consciência de que, Grã Bretanha à parte (com quem jogávamos na última jornada), os 4 primeiros jogos eram efetivamente os menos difíceis pelo que seria de esperar que a tendência pudesse depois ser a inversa. Portanto, foi um misto de mérito no nosso trabalho e o alinhamento fortuito do calendário.A derrota frente à Letónia, por dois pontos de diferença (44-46), acabou por marcar a participação de Portugal na prova? Sim, completamente. Como é evidente não podemos retratar todo o trabalho realizado nesta campanha apenas por um resultado num jogo, mas para o futuro e para as estatísticas, essa derrota por dois pontos marca o apuro final de contas. Antes de jogarmos com a Letónia tínhamos perdido com a República Checa por 7 pontos, sofrendo apenas 58. Tendo em conta que a nossa adversária estava a cilindrar os adversários, e que nos tinha batido na preparação por 3 vezes sempre folgadamente, podíamos esperar o melhor. A Letónia, como prevíramos, foi uma adversária muito difícil de ultrapassar, com argumentos muito superiores aos nossos. No entanto, durante o jogo, as atletas foram impressionantes e extremamente concentradas no plano que trazíamos e apenas um pequeno erro, cometido a sete décimas do fim do jogo, permitiu à Letónia o cesto da vitória e a subida de divisão. Se temos consciência que todos estivemos acima do expectável, não deixamos de sentir, ainda hoje, o sabor amargo da frustração. É essa frustração que nos levará a voltar a tentar a subida para o ano, e ainda com mais determinação. Ainda assim, e na sua opinião, a equipa esteve ao seu melhor nível?Sim. Provavelmente a maioria das pessoas desconhece as limitações biométricas que a geração de 93-94 padece. Por exemplo, não tínhamos qualquer poste de raiz no plantel, pelo que tivemos de recorrer a atletas nascidas em 95-96, que não estavam convocadas para a seleção sub 18 (excepto a Laura Ferreira mas que também não era jogadora interior), para tentar colmatar este problema. O trabalho destas jovens atletas foi absolutamente abnegado, mas no plano etário estavam de facto muito longe das, nalguns casos, 3 anos mais velhas. Por este facto, obter um 4.o lugar, apenas atrás da Rep. Checa, Bélgica e Letónia, todas seleções que competem regularmente na divisão A europeia, não me parece que seja um mau resultado. Diria que cumprimos com o que nos exigimos a nós próprios, tendo faltado apenas a cereja no topo do bolo. Pessoalmente, não tenho rigorosamente nada a apontar às atletas, nem mesmo depois de perder no último jogo ante a Grã Bretanha, numa fase de quase total exaustão e esvaziamento de objectivos. Tenho aliás um enorme orgulho em ter sido colega de equipa de todas elas.Continua a pensar que a Divisão A é a competição onde Portugal merece estar no escalão de Sub 20 Femininos? Sim, eu acho que, e a exemplo do que felizmente acontece com as outras duas seleções jovens, Portugal pode começar a almejar solidificar a sua posição na segunda metade da Divisão A europeia e quando pontualmente descer, estar ao nível das melhores seleções da Divisão B. Acho que este é, num futuro próximo, o nosso patamar competitivo. É discutível mas concluo que o escalão Sub 20, porque já contém em si atletas seniores (em muitos casos a evoluírem em competições europeias de clubes), é eventualmente ainda mais competitivo e complicado, e onde as assimetrias com as nossas atletas podem ser maiores. No entanto, o constatar de dificuldades não pode ser resignador mas antes uma mola para se trabalhar ainda mais. Por um lado, capitalizar o bom trabalho que se fez em centros de treino e que se vai fazendo nos Clubes portugueses e por outro, permitir a algumas atletas capitalizar e exponenciar a experiência de competir no top, para se tornarem ainda melhores e referências no basquetebol português. E para estar no top temos de, pelo menos, ter isso sempre presente como desígnio de qualquer campanha.


Vice-campeãs da Europa voltam a Guifões

No próximo sábado, dia 14, pelas 21h15 a formação nacional enfrentará a equipa de Guifões.

Inicialmente, metade dos jogos da Seleção Nacional no Campeonato da Europa de Sub-16 Feminino, estavam previstos ser jogados no Guifões e a outra metade no C.D.C. de Matosinhos, contudo a forte adesão do público, que ultrapassou as expectativas mais otimistas, obrigou à realização de todos os jogos no espaçoso C.D.C. de Matosinhos. Por isso a população, e em particular os adeptos do basquetebol de Guifões ficaram privados de assistir “em casa” aos jogos de Portugal.Entretanto, por vontade expressa da Junta de Freguesia de Guifões e do próprio Guifões Sport Clube, a Seleção Nacional comprometeu-se a jogar em Guifões no fim-de-semana de 14/15 de Setembro.É com satisfação que a Seleção honra os compromissos e retribui todo o carinho e o inesquecível calor humano de adeptos do basquetebol oriundos de todo o país, mas em especial das gentes de Guifões Matosinhos, e Leça da Palmeira e dos seus clubes “O Guifões Sport Clube e Desportivo de Leça”.A Seleção Nacional de Sub 16 jogará em Guifões com a equipa sénior Feminina do Guifões Sport Clube no dia 14 às 21,15 horas.Apelamos à sua presença e vamos, não só aplaudir a nossa seleção, como também a equipa sénior de um dos clubes que tanto nos apoiou no Campeonato Europa!


Ana Catarina Neves: «Especial por ser em casa»

Mais um feito extraordinário alcançado pelo basquetebol feminino, obtido perante o apoio incondicional dos apoiantes portugueses. De facto foram incríveis os momentos vividos em Matosinhos, com as atletas portuguesas a deslumbrarem os milhares de adeptos que fizeram questão de acompanhar a Seleção em todo o seu caminho. A treinadora atribuiu às atletas o sucesso da subida, sobretudo pela disciplina tática que evidenciaram, bem como pela forma como o grupo funcionou, como uma verdadeira equipa. Foi a recompensa merecida para mais um evento organizado pela Federação Portuguesa de Basquetebol, naturalmente com o apoio de outras entidades, que mereceu o destaque e o reconhecimento por quem dirige o basquetebol europeu.

Depois de vários anos em que ficou muito próxima da subida, desta vez o objetivo foi alcançado. Sempre acreditou que era possível subir de divisão?Nós tínhamos as nossas etapas definidas por fases da competição, portanto num primeiro momento apontámos a um dos dois primeiros lugares do nosso grupo. Depois iríamos definindo objetivos intermédios em função da análise que fizéssemos dos adversários. E assim foi…Depois de terminada a 1ª fase, de vermos todas as equipas a jogar e de termos percebido que as nossas atletas estavam tranquilas, confiantes e determinadas acreditámos que seria possível subir de divisão.O facto de ter sido alcançado em Portugal fez com que tivesse um sabor especial?Foi de facto especial por ser “em casa”. Havia muita expectativa à volta da equipa e do nível a que conseguiríamos jogar. Parece-me que demos uma excelente resposta e que deixamos orgulhosos os clubes, treinadores e atletas que trabalham com as nossas jovens jogadoras durante o ano.O que achou da organização e do apoio do público português?A organização foi exemplar e de um nível altíssimo, dignificou muito a competição e deu-lhe uma dimensão impensável. Já foi até distinguida com os melhores elogios por parte dos dirigentes da FIBA que estiveram presentes. Em termos do apoio do público foi memorável e inesquecível…foi um sonho. Estamos muito gratos pelo carinho que recebemos e pelo importante contributo que deram para termos atingido a subida à divisão A.Durante o Europeu não se limitaram a vencer os jogos. Como explica a supremacia evidenciada no confronto com a maioria dos adversários?Disputar um Europeu, para além da qualidade técnico-táctica que as equipas têm ou não têm, relaciona-se muito com a forma como se lida com as questões mentais e emocionais. Os jogos começaram-nos a correr bem, as dinâmicas coletivas a saírem como planeado, a confiança individual e coletiva a crescer… Portando o “mood”, o estado anímico era muito favorável. Ora este facto, associado à qualidade da equipa, traduziu-se em supremacia e nalguns resultados desnivelados.Que tal foi a experiência de ter uma Seleção que dominava no jogo interior?É um conforto muito grande jogar com domínio no jogo interior. Anteriormente dependíamos muito da habilidade e capacidade de criar desequilíbrios das nossas jogadoras exteriores. Este ano juntamos-lhe um fortíssimo e consistente jogo interior, com jogadoras “muito maduras” e já com significativa experiência internacional. Deu-nos uma segurança e confiança muito maiores, tanto defensiva como ofensivamente.Que qualidades destacaria neste grupo de trabalho?A capacidade de se adaptarem a diferentes tarefas e de executarem no jogo o que se prepara no treino ou no desconto de tempo. Em atletas sub 16, nem sempre é fácil de conseguir… Depois, e isto ao longo destes últimos anos nos grupos com quem temos trabalhado nas Sub16: a capacidade de trabalho, o espírito de sacrifício, a disciplina e o espírito de entreajuda.Consegue apontar algum momento, ou jogo, em que tornou clara a subida de divisão?O primeiro jogo da segunda fase contra Israel, que é sempre uma equipa que joga no limite da agressividade e que nunca desiste do jogo. E lembro que Israel tinha deixado fora dos quartos-de-final a Eslovénia que era “apontada” como séria candidata á subida de divisão. Nesse quarto jogo para nós, as atletas foram umas MULHERES. Revelaram enorme caráter e capacidade para sofrer e lutar contra essa extrema agressividade. Demos mostras que para além de conseguirmos jogar contra equipas mais evoluídas do ponto de vista técnico-táctico também estávamos prontas para jogar contra adversários mais lutadores e abnegados.Acha que a geração futura poderá garantir a manutenção na Divisão A?A geração que for jogar a divisão A tem muito trabalho pela frente… Vai ser um estímulo muito aliciante para todos os envolvidos o querer melhorar ainda mais os fundamentos técnico-táticos, os aspetos físicos, a capacidade mental, etc… e isto só se consegue com mais trabalho, mais treino, mais exigência e mais rigor em tudo o que se fizer.Numa primeira analise é uma geração bem diferente das duas últimas no que ao “tamanho” diz respeito. Nas questões técnico-táticas parece-me um bocadinho verde…


Balanço global da atividade

Assim, para o coordenador das Seleções mais jovens Mário Gomes, este é apenas um primeiro balanço global da atividade realizada ao longo da época 2012/13, o qual consideramos muito positivo, não só em termos dos resultados competitivos, mas também da qualidade do trabalho produzido.

Tendo em conta as carências estruturais do nosso basquetebol, bem como o quadro de constrangimentos com que atualmente nos debatemos e que, obviamente, obrigou a encurtar a preparação das S. N., conseguir manter e, nalguns aspectos, até melhorar os vários programas e alcançar o nível competitivo apresentado pelas três equipas tem que ser considerado altamente meritório e é demonstrativo que dirigentes, treinadores, jogadores e restante “staff” foram não só competentes, mas também que trabalharam de forma colectiva e com grande empenhamento.Sé assim foi possível ultrapassar as dificuldades que todos conhecemos e contrariar o atual ciclo de refluxo que atinge toda a nossa sociedade, competindo a um nível elevado e conseguindo resultados bastante positivos. Desde logo, é de toda a justiça destacar a ação da Direção da F. P. B. e do Diretor Técnico Nacional, mantendo em atividade todas as Seleções (ao contrário do que foi a opção de várias Federações, até com maiores recursos financeiros que a nossa) e proporcionando, na medida do possível, as melhores condições de trabalho para todas as equipas.Em conjunto com os responsáveis da Federação, há que realçar também todo o apoio de Associações e respectivos Diretores Técnicos, Clubes e respectivos dirigentes e treinadores, autarquias locais e instalações hoteleiras, fazendo com que as nossas Seleções se sentissem acarinhadas em todos os locais por onde passaram e tivessem disfrutado de muito boas condições de trabalho.Dos aspectos em que foi possível introduzir algumas melhorias, destaco os seguintes:a) O reforço do trabalho colectivo da equipa técnica responsável pelas S. N.;b) A realização de mais alguns jogos de preparação que em épocas anteriores, procurando combater uma das nossas principais carências – a falta de contacto internacional;c) O retorno dos jogos internacionais realizados em Portugal, algo que não acontecia há várias épocas – entre o final de Junho e meados de Julho houve jogos contra outras Seleções Nacionais, em Tondela, Paços de Ferreira e Caramulo;d) O maior envolvimento e a atitude de cooperação e disponibilidade totais das Associações e Diretores Técnicos, bem como dos Clubes e seus dirigentes e treinadores, cujo apoio foi essencial;e) Com base neste envolvimento colectivo, foi possível alargar e descentralizar as ações de observação de jogadores, de diversas idades, o que possibilitou um melhor conhecimento da realidade que temos e que teve como resultados imediato a “descoberta” de dois jogadores “grandes” para as Seleções de Sub-16 (Jorge Pires) e Sub-18 (Daniel Relvão). Do ponto de vista dos resultados competitivos, o balanço é também muito positivo, uma vez que, globalmente, foram atingidos os objectivos a que nos propusemos, com a convicção que a nossa responsabilidade é preparar o melhor possível as equipas para serem competitivas (e isso foi feito e bem feito!) e, depois, a própria competição nos colocará no nosso lugar… E o que a realidade evidencia é que esse é na Divisão “B”.Repito que, no atual momento, não só do nosso basquetebol, mas do nosso desporto e do nosso País, ter conseguido manter as nossa três Seleções a serem competitivas a um nível médio na Europa só pode ser considerado, por quem estiver de boa-fé, como um êxito e importante!Falamos em objectivos atingidos porque é disso que se trata quando:a) As nossas equipas praticaram bom basquetebol e foram sempre competitivas;b) No cômputo geral, atendendo apenas aos jogos oficiais, conseguiram 56% de vitórias – 14 em 25 jogos. Além disso, também pudemos aferir o nosso nível realizando jogos de preparação contra equipas fortes e as conclusões foram animadoras:a) Os Sub-16 discutiram até final, perdendo por muito poucos pontos, jogos contra Seleções da Divisão “A” – Bélgica e Geórgia;b) Os Sub-18 ganharam o torneio de Badajoz, batendo as equipas de Juniores do Estudiantes e do Real Madrid, que estão ao nível de algumas Seleções da Divisão “A”;c) Os Sub-20 bateram Seleções que viriam a subir de Divisão – Grã-Bretanha e Hungria.Ou seja, os factos não mentem… As nossas três Seleções trabalharam com elevada qualidade e foram sempre bastante competitivas!Não sendo ainda o momento de ter uma avaliação técnica (mais) detalhada, podemos, no entanto, avançar algumas conclusões, decorrentes do que fomos observando e das conversas entre todos os treinadores envolvidos:1) Globalmente, temos sido mais fortes na defesa que no ataque, ou seja, os maiores problemas das nossas Seleções residem na baixa eficácia ofensiva;2) No que se refere à táctica colectiva, quer ofensiva, quer defensiva, jogamos ao mesmo nível que as melhores Seleções;3) O mesmo não se verifica no que respeita aos fundamentos, sendo nítidas carências graves, particularmente no lançamento, no 1×1 (um-contra-um) ofensivo e na defesa do 1×1 exterior (atacante com bola);4) Outro aspecto em que temos que melhorar muito os nossos jogadores é a preparação físico-atlética – se somos mais baixos e mais leves, temos que nos tornar mais rápidos e mais fortes…Em resumo: se quisermos evoluir, a grande prioridade do nosso trabalho de formação de jogadores terá que passar por colocar um claríssimo ênfase nos fundamentos do jogo – técnica individual e táctica individual – com particular realce para:1) O trabalho de lançamento (aprendizagem, aperfeiçoamento e treino);2) A defesa do atacante com bola (1×1 exterior), em detrimento do abuso das “ajudas” e (ou) do recurso às “zonas”;3) As soluções e a capacidade para jogar 1×1 (no ataque), as quais só poderão ser desenvolvidas se os nossos jogadores se tornarem (muito) mais fortes no 1×1 defensivo;4) A capacidade/eficácia para jogar “em campo aberto”, designadamente para aproveitar as situações de contra-ataque, o que só será possível através dum (muito) maior domínio dos fundamentos, pois “depressa e bem, há pouco quem”…Este primeiro balanço da atividade das nossas Seleções Nacionais Masculinas “de formação” não pretende ser optimista, muito menos triunfalista, mas sim realçar algo que me parece particularmente importante no momento presente: mais que lamentar as nossas carências, é essencial que nos foquemos em aproveitar o que temos de bom!Obviamente, haverá muito que melhorar/alterar, bem como aspectos que poderiam (e deveriam) ter sido resolvidos doutra forma, mas essas são questões a debater/resolver internamente, pois há que preservar o princípio de elogiar publicamente e criticar de forma privada.Assim, o que mais importa reter da “campanha 2013” das Seleções Nacionais é que é hora de, colectivamente, aproveitarmos o que temos de bom:• Jogadores, nas várias categorias, com talento, potencial de desenvolvimento e vontade de treinar e evoluir;• Dirigentes e treinadores com competência e capacidade para conseguir retirar o melhor das condições de que dispõem;• Gentes “do basquete” que, sendo envolvidas e motivadas, estão sempre dispostas a dar o seu apoio e a cooperar para atingirmos objectivos que são de todos!


Maria Kostourkova foi o maior destaque nas lusas

Acompanhamos este escalão naturalmente por força do cargo que temos na estrutura federativa: coordenador do basquetebol feminino e dirigente responsável da equipa feminina do CAR Jamor.

Desde Setembro de 2004, ano em que iniciámos o nosso primeiro mandato na Direcção liderada por Mário Saldanha, temos dedicado especial atenção e carinho ao escalão de Sub-18. Pelo CAR Jamor passaram ao longo destas 9 épocas (lá está outra vez o número mágico) dezenas de jogadoras, algumas que já abandonaram a prática da modalidade e outras que ainda estão no activo, defendendo a camisola dos clubes que as escolheram e ainda representando as selecções nacionais de Sub-20 e Seniores.Foi o nono Europeu de Sub-18 Femininos que acompanhámos na qualidade de chefe da delegação. A estreia aconteceu em 2005, com a dupla Eugénio Rodrigues e Ricardo Vasconcelos, na Bósnia e Herzegovina (Bihac e Cazin) e a partir de 2006 com Mariyana Kostourkova ao leme, tendo como adjuntas Susana Dinis (2006), Cristina Viegas (2007), Paula Shirley (2008 a 2010) e Margarida Faria (desde 2011). Da competência, rigor e seriedade profissional da seleccionadora Mariyana Kostourkova acabaram por se colher frutos, primeiro com o 5º lugar na Divisão B em 2009 (Eilat, em Israel), com a 3ª posição que proporcionou a subida à Divisão A (2012) em Strumica (Macedónia) e agora com o 9º lugar em 16 equipas da elite europeia, garantindo a permanência, algo que muitos cépticos nem a sonhar pensariam ser possível. Recordo o que escrevi em finais de Agosto de 2006 a finalizar o relatório da campanha desse ano: “ Compete-me realçar o excelente trabalho de Mariyana Kostourkova, para nós uma treinadora de grande futuro. Competente, disciplinadora e perspicaz na orientação dos jogos, justificou plenamente a aposta feita.” Passemos agora em revista o que para nós considerámos relevante, em termos de participação individual e colectiva desta nossa presença no Europeu de 2013, em Vukovar e Vinkovci.Com 16 anos feitos em Abril, a jovem Maria Kostourkova herdou as qualidades dos seus progenitores na difícil posição em que joga. Com 2 Europeus de Sub-16 e 2 Europeus de Sub-18 na sua ainda curta carreira, a longilínea poste da selecção nacional portuguesa foi seguramente a figura mais em evidência no plantel à disposição da seleccionadora.Senão vejamos: melhor marcadora da equipa (média de 9,2 pontos) e 23ª no ranking do Europeu; melhor ressaltadora portuguesa (7,8 ressaltos por jogo) e 9ª no ranking; melhor percentagem de lançamentos de 2 pontos da equipa (51,7%) e 5ª no ranking; 2ª melhor percentagem de lances livres da equipa (51,2%) e 20ª no ranking; melhor ressaltadora defensiva da equipa (5,4 ressaltos /jogo) e 9ª no ranking; melhor ressaltadora ofensiva da equipa (2,3 ressaltos por jogo) e 19ª no ranking; 2ª melhor portuguesa nas faltas provocadas (média de 3,6) e 14ª no ranking; melhor portuguesa e 14ª no ranking dos desarmes de lançamento (média de 0,8); única portuguesa no ranking dos duplos-duplos (8ª), com duas citações, em igualdade com a 6ª (a eslovaca Terézia Paléniková) e a 7ª (a checa Kamila Hoskova). Entrou ainda no ranking das assistências (47ª com média de 1,4) sendo a 3ª melhor da equipa e dos roubos de bola (45ª com média de 1,2) sendo a 4ª melhor da equipa. Tudo isto em 26,4 minutos de utilização por jogo, sendo a 4ª portuguesa mais utilizada, a par de Josephine Filipe (3ª) e a 32ª no ranking. Fizemos também o apuramento da média acumulada das valorizações (MVP), jogo a jogo e confirmou-se: Maria Kostourkova foi também a mais valorizada da equipa (125,5 em 9 jogos, média de 13,9). Curiosamente a 2ª foi a poste Chelsea Guimarães (8,7), à frente da base Joana Soeiro (6,7) e da capitã Laura Ferreira (também 6,7). Mas tivemos outros destaques no plantel às ordens de Mariyana Kostourkova :. Joana Soeiro – 3ª no ranking das assistências (3,8/jogo) e uma relação AS/TO (1,2); 9ª no ranking dos roubos (2,1 por jogo); jogadora portuguesa mais utilizada (31,7 minutos por jogo) e 6ª no ranking. . Laura Ferreira – 3ª no ranking da percentagem de lances livres convertidos (76,2%), com 32/42; 5ª no ranking das faltas provocadas (4,9/jogo); 2ª melhor marcadora da equipa (média de 8,4 pontos em 8 jogos) e 36ª no ranking; 2ª melhor da equipa nas assistências (1,9 por jogo) e 30ª no ranking; 2ª melhor portuguesa nos roubos de bola (1,9 de média) e 19ª no ranking; 2ª jogadora da equipa mais utilizada (30,1 minutos por jogo) e 12ª no ranking.. Sofia Pinheiro – 1ª no ranking da percentagem de lançamentos de 3 pontos convertidos (48,5%), com 16 em 33 tentativas. Em termos colectivos Portugal teve um bom desempenho conforme se pode constatar no posicionamento final dos vários indicadores:. Pontos marcados – 7ª (média de 59,4 pontos), sendo 1ª a Espanha (74,6). Pontos sofridos – 4ª (média de 54,7 pontos), atrás da Espanha (43,7), França (49,4) e Rússia (54,6). Lançamentos de campo – 9ª (média de 34,4%), sendo 1ª a Espanha (42,5%). Lançamentos de 2 pontos – 12ª (média de 36,0%, sendo 1ª a Espanha (47,5%). Lançamentos de 3 pontos – 2ª (média de 30,6%), com 49/160, atrás da França (33,6%) e à frente da Espanha (29,2%). Lançamentos livres – 11ª (média de 60,7%), sendo 1ª a Holanda (73,0%). Total de ressaltos – 13ª (média de 41,1 ressaltos), sendo 1ª a República Checa (47,8). Assistências – 5ª (média de 12,7 assistências), sendo 1ª a Espanha (14,8). Roubos – 4ª (média de 10,3 roubos), sendo 1ª a Espanha (13,4).Turnovers – 8ª (média de 19,6), sendo a Espanha a que menos erros cometeu (14,9). Desarmes de lançamento – 4ª (média de 2,9), a par da França (3ª) também com 2,9, sendo 1ª a Rússia (5,9). Faltas provocadas – 4ª (média de 19,3), atrás da República Checa (20,8), Holanda (19,9) e Itália (19,8)Para a história ficam os nomes das 12 magníficas, do nº 4 ao nº 15: Sofia Pinheiro (AD Ovarense), Emília Ferreira (GDESSA), Joana Cortinhas (Académico FC), Susana Lopes (SC Coimbrões), Simone Costa (Algés), Laura Ferreira (GDESSA), Maria Kostourkova (CRCQ Lombos), Joana Soeiro (Algés), Inês Veiga (AA Calvão), Josephine Filipe (Olivais FC), Chelsea Guimarães (Algés) e Sara Dias (CD Póvoa).Não podemos terminar sem dar os parabéns a todo o staff de responsáveis e particularmente um destaque especial ao trabalho desenvolvido pela dupla técnica Mariyana Kostourkova e Margarida Faria que acertaram nas escolhas, estudaram bem os adversários e fizeram com que o plantel acreditasse que era possível fazer coisas lindas e dignificar o basquetebol português. Um grande beijo de amizade para a capitã do CAR Jamor, Ana Granja, que em 2012 contribuiu para a subida e por infelicidade (grave lesão) se viu afastada da possibilidade de fazer parte do grupo final. A selecção de Sub-20 espera-te em 2014.


Sub 18 Femininas alcançam histórico 9º lugar Europeu

Conseguiram o melhor resultado de sempre do basquetebol feminino português. Na 1ª vez que Portugal disputou no seu escalão a Divisão A, que alberga os países de topo do basquetebol europeu, para além de atingirem o objetivo da manutenção, a nossa seleção após 3 derrotas iniciais, jamais perdeu, vencendo de forma consecutiva a Inglaterra, a Bielorrússia, a Eslováquia, a Croácia, a Republica Checa e, hoje, a Grécia (69-56). Estes resultados concorreram para o feito histórico de, neste escalão, classificar o nosso país no TOP10 da Europa.

A alegria que irradiava das nossas jogadoras é o tributo de tantas horas, no centro de treino, no clube ou nos estágios, de dedicação, de esforço, de acreditarem e lutarem sempre. Foi isso que as tornou fortes e as transformou numa verdadeira equipa ganhadora.De facto valeu a pena. São por isso credoras da admiração e apresso pelas alegrias que também trouxeram aos apaixonados do basquetebol.Este resultado vem a consagrar a evolução sustentada do basquetebol feminino jovem. Após os excelentes resultados da Seleção Nacional de Sub20 Femininos nos últimos 3 anos, ainda há 2 semanas voltámos a fazer história com a Seleção Nacional de Sub16 Femininos no Europeu de Matosinhos onde atingimos a medalha de prata e subimos pela 1ª vez à Divisão A europeia deste escalão, ganhando a adesão de 4.000 adeptos que lotaram o pavilhão CDC de Matosinhos e prestaram um apoio caloroso á nossa equipa.Os factos demonstram que existe capacidade e competência, a começar nos treinadores dos clubes, passando pelos selecionadores regionais e terminando em toda a equipa técnica nacional, que, em conjunto com os seus dirigentes, tem sabido ultrapassar as dificuldades através de um sério empenhamento e uma elevada qualidade de trabalho.Este é um verdadeiro verão de ouro para o basquetebol feminino. Saibamos aproveitá-lo para prosseguir o caminho da sua consolidação e contínuo progresso.


Portugal arrasou as gregas na 2ª metade (42-18)

E terminou da melhor maneira para as cores lusas porque se alcançou a melhor classificação de sempre a nível feminino, o nono lugar. Permanecemos na elite europeia, o que era impensável aqui há meia dúzia de anos atrás.

As comandadas de Kostourkova fizeram um campeonato notável, como aquele maratonistas que vã gerindo o esforço e depois vão ultrapassando sucessivos adversários até cortarem a meta. Equipas com muito mais experiência de Divisão A, casos da República Checa, Eslovénia, Grécia, Croácia e República Eslovaca ficaram atrás de nós e só não defrontamos as eslovenas. Depois de 3 derrotas na fase preliminar (uma por 8 com a Suécia, outra por 9 frente à Sérvia, medalha de bronze e uma completamente atípica ante as gregas por 25 pontos), Portugal embalou e fez 6 vitórias consecutivas, um saldo amplamente positivo. No jogo desta tarde, o seleccionado luso desforrou-se do percalço na fase de grupos. Depois de um quarto inicial (11-25), sem chama, nem talento, nem agressividade defensiva (zero faltas cometidas) e já com a base Joana Soeiro no banco depois de ter entrado no 5 inicial, por não estar em condições físicas, as nossas representantes voltaram a dar as mãos e parafraseando o velho ditado de que a união faz a força, venceram o 2º período (16-13) com o jogo exterior de Joana Cortinhas e Sofia Pinheiro a funcionar, bem como a jovem Susana Lopes assumindo um papel preponderante, na organização do jogo, com a jovem poste Maria Kostourkova (16 anos apenas) a bater-se com a serenidade de uma veterana. No 3º quarto (23-10) Portugal defendeu muito bem, reduzindo o ataque grego a apenas 10 pontos (não esquecer que Stamolamprou foi a melhor marcadora do campeonato e ao intervalo já tinha 20 pontos na sua conta pessoal). As gregas viram-se mesmo gregas pois a partir do minuto 25 (39-48) não mais conseguiram acertar com o cesto, enquanto as lusas impunham um parcial de 11-0 para chegarem ao cabo de 30 minutos jogados a vencer (50-48). No 4º período (19-8) com a Grécia completamente desorientada (ainda esteve na frente, aos 52-53), no minuto 32, após o 4º triplo de Stamolamprou, a reentrada de Maria Kostourkova foi decisiva para o ganho das tabelas, ao mesmo tempo que no ataque o seu jogo posicional libertava as atiradoras lusas. O minuto 35 (55-55) marcou o início da arrancada para uma vitória inesquecível. Já com Christinaki excluída (5 faltas à entrada do minuto 34, aos 53-53),a Grécia não teve capacidade anímica para travar a embalagem das portuguesas, que aplicaram um parcial de 14-1 em 4 minutos e meio. Maria Kostourkova em cima da buzina selava o resultado final., com a jovem base Susana Lopes a ter um papel também decisivo na ponta final (últimos 4 minutos), ao contribuir com 8 pontos (3 lances livres+1 triplo+2 lances livres). Resultado final: Portugal 69-56 GréciaDestaque na selecção portuguesa para o trabalho defensivo de Maria Kostourkova, MVP do jogo (27,0 de valorização) que fez mais um duplo-duplo, ao contabilizar 15 pontos, 7/11 nos duplos, 11 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 5 roubos e 3 faltas provocadas com 1/4 nos lances livres, muito bem acompanhada por Joana Cortinhas (21,0 de valorização) ao anotar 22 pontos, 8/13 nos lançamentos de campo repartidos por 3/5 nos duplos e 5/8 nos triplos (63%), Chelsea Guimarães (4 pontos, 2/3 nos duplos, 8 ressaltos sendo metade ofensivos, 4 assistências e 3 faltas provocadas) e Susana Lopes (9 pontos, 1/6 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, 4 assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas com 6/7 nos lances livres). Bons contributos da atiradora Sofia Pinheiro (10 pontos, 3/5 nos triplos e duas assistências), Simone Costa (6 pontos, 3/4 nos duplos e 3 ressaltos) e Inês Veiga (4 ressaltos defensivos e uma assistência). Na Grécia a mais valiosa (20,0 de valorização) e inconformada foi a atiradora Stamolamprou (29 pontos, 8/15 nos duplos, 4/9 nos triplos, 2 ressaltos, duas assistências, 3 roubos e uma falta provocada com 1/1 nos lances livres), seguida de Eleanna Christinaki, que também fez um duplo-duplo (12 pontos, 5/7 nos duplos, 10 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e Vasiliki Karampatsa (5 pontos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e uma falta provocada com 1/2 nos lances livres).Portugal teve melhor eficácia nos lançamentos de campo (44%-38%), tanto nos duplos (47%-40%) como nos triplos (39%-31%), ganhou as tabelas (38-36 ressaltos) com uma igualdade na tabela ofensiva (10-10), foi mais colectivo (19-9 assistências), conseguiu mais roubos de bola (11-9) e provocou mais faltas (20-14). Nos turnovers registou-se nova igualdade (19 para cada lado). Ficha de jogo Ivan Domac Gym, em VinkovciPortugal (69) – Joana Soeiro, Sofia Pinheiro (10), Joana Cortinhas (22), Josephine Filipe e Maria Kostourkova (15); Simone Costa (6), Chelsea Guimarães (4), Inês Veiga, Emília Ferreira (1), Sara Dias (2) e Susana Lopes (9)Grécia (56) – Pinelopi Pavlopoulou (6), Anna-Niki Stamolamprou (29), Vasiliki Fouraki, Eleanna Christinaki (12) e Vasiliki Karampatsa (5); Sofia Georgiadi (3), Christina Gerostergiou (1), Stratoniki Cholopoulou, Evangelia Nastou, Christina Kitsiou, Georgia Stamati e Vasiliki Louka Por períodos: 11-25, 16-13, 23-10, 19-8Árbitros: Paulus Van Den Heuvel (NED), Ilya Putenko (RUS) e Erman Erdemli (TUR) Resultados:Final – Espanha 60-46 França3º/4º – Holanda 56-57 Sérvia 5º/6º – Itália 56-65 Rússia7º/8º – Suécia 48-69 Turquia 9º/10º – Portugal 69-56 Grécia11º/12º – República Checa 74-52 Eslovénia 13º/14º – Croácia 52-47 República Eslovaca15º/16º – Bielorússia 73-69 InglaterraClassificação final:1º Espanha 2º França3º Sérvia 4º Holanda 5º Rússia6º Itália7º Turquia 8º Suécia9º Portugal10º Grécia11º República Checa 12º Eslovénia 13º Croácia 14º República Eslovaca 15º Bielorússia 16º Inglaterra Descem à Divisão B: República Eslovaca, Bielorússia e InglaterraCinco ideal: Leticia Romero (ESP), Laura Cornelius (NED), Marine Johanes (FRA), Aleksandra Crvendakic (SER) e Dragana Stankovic (SER)MVP: Leticia Romero (ESP)


Portugal luta hoje pela 9ª posição frente à Grécia

E vão 5 vitórias consecutivas do colectivo de Kostourkova. O saldo é positivo (5 vitórias e 3 derrotas) e qualquer que seja o resultado de amanhã, domingo, Portugal ficará no top-10 da Europa. Mas ainda mais uma coisa: o triunfo desta noite aconteceu com a capitã Laura Ferreira a ser utilizada apenas 2 minutos e 10 segundos. Com queixas a nível do tendão de Aquiles, Laura depois de ter entrado no cinco inicial, como tem sido habitual desde o primeiro jogo do campeonato, apresentou queixas que levaram a treinadora lusa a fazê-la regressar ao banco, não voltando a reentrar.

Estamos na ponta final do Campeonato da Europa de Sub-18 Femininos, Divisão A. Hoje, sábado, realizaram-se os jogos que definiram os candidatos ao pódio e por outro lado os que terão o destino traçado (14º, 15º e 16º que descem à Divisão B). Na cauda da tabela Bielorússia e Inglaterra discutirão amanhã os 2 últimos lugares, enquanto Croácia e República Eslovaca medirão forças para ver quem garante a permanência (13º). Na luta pelas medalhas Espanha e França confirmaram a sua superioridade e estarão amanhã na final, enquanto Holanda e Sérvia irão lutar pelo bronze (3ª posição).Jogando sem qualquer tipo de pressão, descontraídas, as comandadas de Kostourkova nunca deixaram que as checas ganhassem vantagem significativa (maior vantagem de 8 pontos, aos 15-7, no minuto 6), altura em que a seleccionadora portuguesa pediu o seu primeiro desconto de tempo. No final do quarto inicial era a República Checa que comandava (17-14).No 2º período (15-17) o jogo prosseguiu em toada de parada e resposta, com sinal mais do adversário embora com vantagens ligeiras (entre 1 e 5 pontos). Ao intervalo (32-31) ainda era a República Checa que estava na frente.No 3º quarto (18-23) o 1º triplo de Joana Soeiro deu a 1ª igualdade (34-34), no minuto 11, a dar o mote para um parcial de 0-7, com o 1º triplo de Sofia Pinheiro a cair no minuto 13 (36-39) e Joana Soeiro a aumentar para 5 pontos (36-41) no minuto 14. A arrancada lusa prosseguiu até aos 38-45 (minuto 16), mas as checas reagiram encurtando o prejuízo para 4 pontos ao cabo de 30 minutos jogados (50-54), com Eva Kopecká (8 pontos ) e Kamila Hosková (6 pontos) a carregarem com a equipa.No 4º período (17-16) Portugal entrou mal e ainda não era decorrido um minuto de jogo já tinha 3 faltas (minuto 31) e simultaneamente Maria Kostourkova fazia a 4ª falta, regressando ao banco. As nossas representantes não desarmavam mas Kamila Hosková era a checa mais inconformada, reduzindo a diferença pontual para 1 (55-56) no minuto 32. De imediato Kostourkova parou o cronómetro e um duplo de Joana Cortinhas seguido da 4ª bomba de Sofia Pinheiro manteve Portugal na frente (55-61). Até final o melhor que as checas conseguiram foi reduzir a desvantagem para 2 pontos (59-61 no minuto 35 e 67-69 no minuto 38). Um último desconto de tempo pedido por Kostourkova a 2,8 segundos da buzina, possibilitou ainda que Simone Costa selasse o resultado final, da linha de lance livre.Resultado final: República Checa 67-70 PortugalDestaque no seleccionado luso para Maria Kostourkova (22,0 de valorização) que fez um duplo-duplo (11 pontos, 12 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 6 faltas provocadas com 1/3 nos lances livres), a atiradora Sofia Pinheiro (15,5 de valorização) ao contabilizar 16 pontos, 4/5 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, duas assistências e uma falta provocada, Inês Veiga (8 pontos, 4/4 nos duplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências e 1 roubo), Joana Soeiro (8 pontos, 2/7 nos triplos, 5 ressaltos defensivos, 8 assistências, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e ainda Joana Cortinhas (12 pontos, 6/8 nos duplos, 2 ressaltos defensivos, 2 roubos e 2 desarmes de lançamento). Na selecção da República Checa excelente prestação da base Kamila Hoskova, MVP do jogo (23,5 de valorização) ao somar 21 pontos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 4 roubos e 9 faltas provocadas com 6/7 nos lances livres. Foi bem acompanhada pela poste Aneta Mainclová (11 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência e 5 faltas provocadas com 5/5 nos lances livres), Eva Kopecká (12 pontos, 4/5 nos duplos, 3 ressaltos ofensivos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres) e Tereza Kraciková (8 pontos, 4/6 nos duplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência e 2 roubos). A vitória de Portugal assentou basicamente na maior eficácia nos lançamentos de campo (345-47%), tanto nos duplos (44%-49%) como nos triplos (5%-41%), no maior colectivismo (10-17 assistências) e por ter feito mais desarmes de lançamento (0-4).Por seu turno a República Checa ganhou as tabelas (49-37 ressaltos), nomeadamente a tabela ofensiva (21-8), fez menos turnovers (20-22), conseguiu mais roubos (11-6) e provocou mais faltas (21-18), com excelente aproveitamento da linha de lance livre (84%-56%), ao falhar apenas 3 tentativas em 19 contra 4 em 9, das portuguesas.Ficha de jogo Skola Ivana Domca, em VinkovciRepública Checa (67) – Kamila Hosková (21), Eva Moucková (2), Sarah Beránková (6), Tereza Kraciková (8) e Aneta Mainclová (11); Eva Kopecká (2), Michaela Kanuková (2), Mariana Opocenská (), Gabriela Andelová (4), Klára Krivánková e Anna Hrusková (1)Portugal (70) – Joana Soeiro (8), Laura Ferreira, Joana Cortinhas (12), Josephine Filipe e Maria Kostourkova (11); Simone Costa (8), Sofia Pinheiro (16), Chelsea Guimarães (4), Susana Lopes, Emília Ferreira (3) e Inês Veiga (8)Por períodos: 17-14, 15-17, 18-23, 17-16Árbitros: Bojan Bojanovic (BIH), Erman Erdemli (TUR) e Ilya Putenko (RUS)Resultados:Classificação 13º/16ºRepública Eslovaca 70-57 Inglaterra e Bielorússia 59-73 Croácia Classificação 9º/12ºEslovénia 52-59 Grécia e República Checa 67-70 PortugalClassificação 5º/8ºTurquia 41-63 Rússia e Suécia 45-71 ItáliaMeias-finaisFrança 62-60 Sérvia e Espanha 80-41 Holanda Calendário para domingo:Classificação 15º/16ºBielorússia-Inglaterra (11H00) Classificação 13º/14ºCroácia-República Eslovaca (13H45)Classificação 11º/12ºRepública Checa-Eslovénia (16H00)Classificação 9º/10ºPortugal-Grécia (18H15)Classificação 7º/8ºSuécia-Turquia (13H45)Classificação 5º/6º Itália-Rússia (16H00)Classificação 3º/4ºHolanda-Sérvia (18H15)Final (1º/2º)Espanha-França (20H30) Pedro Coelho apitou hoje o Espanha-Holanda, uma das semi-finais da competição.


Prémio mais que justo para o colectivo de Kostourkova

A tarefa das portuguesas não se antevia fácil, como veio a acontecer. A pressão era muita mas as comandadas de Kostourkova souberam lidar com ela e dando as mãos, com notável sentido de entreajuda, trabalharam os 40+5 minutos com muita determinação e rigor e no final tiveram o justo prémio. Portugal garantia com este 4º triunfo consecutivo a permanência na Divisão A, um facto inédito que nunca antes acontecera nos anais do basquetebol português.

Foi preciso um prolongamento (estamos a especializar-nos no tempo extra… pois já é o 2º consecutivo) para Portugal chegar à vitória, muito sofrida, muito suada mas também muito saborosa. O colectivo de Kostourkova nunca baixou os braços e a timoneira Mariyana, quando o jogo parecia fugir para a Croácia (60-53), pediu um desconto de tempo na hora certa. Com 1 minuto e 56 segundos para jogar, Portugal fez um parcial de 0-9, com o 4º triplo de Sofia Pinheiro a dar o mote (60-56), seguido de duplos de Josephine Filipe (60-58) e Maria Kostourkova (60-60), a concluir um contra-ataque, tudo no minuto 39. À entrada do minuto 40 a capitã Laura Ferreira provocou mais uma falta e não tremeu da linha de lance livre (60-62). A 19,4 segundos da buzina Inja Butina (MVP do jogo) empatou a partida (62-62). Nos 5 minutos extra (4-11) a atiradora Sofia Pinheiro marcou o seu 5º triplo (64-65) e a partir dos 65-65 (minuto 42), Portugal com uma entrada de Joana Soeiro a fazer 65-67 não mais perdeu a liderança. Dois lances livres de Laura Ferreira (66-69), um duplo de Josephine Filipe (66-71) e de novo mais 2 lances livres de Laura Ferreira (66-73) selaram o resultado final. Resultado final: Croácia 66-73 PortugalDestaque no seleccionado luso para a prestação do colectivo. De qualquer das formas temos que salientar as actuações de Maria Kostourkova (20,0 de valorização ao contabilizar 16 pontos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistência, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres, seguida de Laura Ferreira (19,0 de valorização), ao somar 14 pontos, todos de lance livre, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 5 assistências, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 11 faltas provocadas com 14/16 nos lances livres e ainda Sofia Pinheiro (15,5 de valorização) ao anotar 16 pontos, 5/8 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 1/2 nos lances livres. Bons contributos ainda de Joana Soeiro (5 ressaltos, 6 assistências e 4 roubos), Josephine Filipe (11 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, duas assistências e duas falta provocadas) e Chelsea Guimarães (6 pontos e 7 ressaltos sendo 2 ofensivos). Na selecção da Croácia destaque para a MVP do encontro (22,0 de valorização), a base Inja Butina (30 pontos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências, 4 roubos e 5 faltas provocadas com 3/5 nos lances livres), bem acompanhada por Lana Racki (11 pontos, 3/8 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, uma assistência, 3 roubos e 3 faltas provocadas) e Matea Ples (8 pontos, 2/6 nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 4 assistências, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas).O triunfo do seleccionado luso baseou-se fundamentalmente no ganho das tabelas (39-45 ressaltos), com realce para a tabela ofensiva (10-15 ressaltos), na maior eficácia do tiro exterior (27%/33%), no maior colectivismo (10-16 assistências) e por ter provocado mais faltas (16-21), com melhor aproveitamento da linha de lance livre (57%-78%), ao falhar apenas 6 em 27 tentativas contra 6 em 14 tentados. Por seu turno a Croácia teve maior eficácia nos lançamentos de campo (39%-36%) particularmente nos duplos (46%-37%), fez menos turnovers (18-22), conseguiu mais roubos de bola (14-10) e fez mais desarmes de lançamento (7-2).Ficha de jogoSköla Ivana Domca, em VinkovciCroácia (66) – Inja Butina (30), Lana Racki (11), Matea Ples (8), Katarina Matijevic (2) e Antonija Chiabov (5); Patricia Bura (8), Helena Pracuk (2), Ena Milicevic e Klaudia Perisa Portugal (73) – Joana Soeiro (4), Laura Ferreira (14), Joana Cortinhas (2), Josephine Filipe (11) e Maria Kostourkova (16); Chelsea Guimarães (6), Sofia Pinheiro (16), Simone Costa (4) e Susana LopesPor períodos: 15-10, 18-23, 14-11, 15-18; 4-11Árbitros: Carlos Peruga (ESP), Andrada Monika Csender (ROU) e Stanislav Kucera (CZE)Resultados:Classificação do 9º ao 16ºRepública Checa 75-57 Bielorússia; Grécia 55-44 Inglaterra; Eslovénia 64-56 República Eslovaca; Croácia 66-73 Portugal (após prolongamento)Quartos-de-final Rússia 62-72 Sérvia; França 73-42 Turquia ; Itália 55-68 Holanda; Espanha 72-32 Suécia Apurados para as meias-finais: Sérvia, França, Holanda e EspanhaCalendário para sábado:Classificação do 5º ao 8ºSuécia-Itália (13H45) e Turquia-Rússia (16H00)Meias-finaisEspanha-Holanda (18H15) e França-Sérvia (20H30)Classificação do 9º ao 12ºEslovénia-Grécia (18H15) e República Checa-Portugal (20H30) Classificação do 13º ao 16º Bielorússia-Croácia (13H45) e República Eslovaca-Inglaterra (16H00)


Croácia é o primeiro obstáculo a ultrapassar

A mudança ocorreu esta manhã (10H30), após o pequeno-almoço que ainda foi tomado em Vukovar. Deixámos o Hostel Borovo, sem grandes saudades, após 9 dias e 8 noites de estadia desde o dia da nossa chegada à Croácia.

Estamos a escrever esta notícia no quarto do Hotel Admiral que nos foi distribuído, um *** situado no centro da cidade, onde estão alojadas mais outras 5 selecções: Bielorússia, Inglaterra, Grécia, República Checa e República Eslovaca. Noutra unidade hoteleira (Hotel Cibalia) ficaram a Croácia e a Eslovénia. Estas 8 selecções são as que a partir de amanhã (6ª feira) irão discutir as classificações do 9º ao 16º lugar, ou seja a segunda metade da tabela. Contrariamente ao que a organização anunciou houve equipas que não mudaram desde o dia da chegada, casos da Bielorússia e Inglaterra, que se mantiveram sempre aqui em Vinkovci. Afinal a argumentação invocada pela organização (iguais condições para todos os participantes) para justificar a mudança, acabou por não ser integralmente cumprida… e neste caso concreto bielorussas e inglesas foram beneficiadas, porque as condições aqui não têm nada a ver (para melhor obviamente) com as que tivemos em Vukovar. Portugal e República Eslovaca foram os mais lesados… mas neste último terço do campeonato (termina domingo) já não nos vão resolver nada. Falemos um pouco deste país dos Balcãs, o 28º Estado a aderir à Comunidade Europeia, o que aconteceu há menos de 2 meses (1 de Julho). Em termos monetários a moeda corrente é a Kuna (1 Euro vale 7,50 Kn), com pequenas flutuações. O sistema monetário é semelhante ao euro, ou seja 1Kn = 100 Lipa, sendo que a lipa é o equivalente ao cêntimo na moeda única europeia (euro). Para que se possa ter um pouco a noção dos preços dos produtos na Croácia, alguns exemplos: o litro do gasóleo custa 9,79 Kn (1,305 €) e o litro da gasolina 95 octanas ronda os 10,60 Kn (1,413 €). O preço de um quilo de pêssegos (de boa qualidade e calibrados) ronda os 9,00 Kn (1,20 €) e um pão de trigo fatiado custa 6,99 Kn (0,93 €). O preço de um café Expresso oscila entre os 5/6 Kn (0,66 €/ 0,80 €) e uma cerveja croata (garrafa 0,50l) ronda os 10/12 Kn (1,33 €/1,60 €).Vukovar e Vinkovci localizam-se no nordeste da Croácia, fazendo parte da Eslavónia, a segunda região turística mais importante do país, depois da Croácia Central onde se situa a capital (Zagreb). Entre 1991 (após a independência) e 1995, a cidade de Vukovar situada na margem direita do grande Danúbio (que faz fronteira com a Sérvia) foi completamente destruída pela guerra fratricida entre os dois países, após a cisão da antiga Jugoslávia. Os sinais dessa destruição são ainda visíveis ao longo da estrada e mesmo no centro da cidade, com as marcas dos morteiros (autênticas crateras) e projécteis em muitos edifícios.Próximo do Hostel Borovo onde estivemos instalados até hoje de manhã, localiza-se uma antiga fábrica de calçado (marca Borovo), de grandes dimensões com a maior parte das instalações fabris semi-destruídas ou abandonadas. Actualmente a unidade fabril ainda labora mas com uma produção muito reduzida (uns 10%) em relação aos níveis antes da independência. A Croácia é um dos mais populares destinos turísticos no Mediterrâneo, visitado por cerca de 11 milhões de turistas todos os anos. Com sete registos na lista do Património Intangível da UNESCO, a Croácia é o 4º país com mais elementos patrimoniais intangíveis protegidos. Mas isto não é tudo quando se fala na contribuição da Croácia para o mundo. A letra da famosa canção Strangers in the Night imortalizada pelo famoso Frank Sinatra, foi escrita por Ivo Robic, o mais popular cantor croata dos anos 50/60.Passemos agora ao que está reservado para a selecção portuguesa neste último terço do Campeonato da Europa de Sub-18 Femininos, Divisão A. Estamos na luta tendo a manutenção como objectivo nesta elite europeia. Amanhã (6ª feira) teremos um obstáculo chamado Croácia para ultrapassar. O jogo inicialmente agendado para as 13H45, foi mudado pela organização para as 20H30, o chamado horário nobre. Naturalmente que o país organizador tem essa prerrogativa, podendo alterar o horário de acordo com as suas conveniências (eventual transmissão televisiva, apoio do público, etc.). A dupla técnica portuguesa viu em acção nestes últimos 3 dias a equipa da Croácia, bem como as nossas jogadoras. Não é uma super equipa, mas tem três ou quatro unidades influentes, casos da base Inja Butina e da atiradora Klaudia Perisa, além das jogadoras interiores Katarina Matijevic e Antonija Chiabov (1,89m). E o apoio do público é infernal, à boa maneira dos países desta zona dos Balcãs. Acreditamos que o seleccionado luso, muito moralizado pela 2ª fase realizada, tenha argumentos para resolver já amanhã a questão da permanência. Será preciso muita concentração, capacidade de luta, entreajuda e colectivismo para levar de vencida a armada croata. As comandadas de Kostourkova estão motivadas e querem provar que não foi por acaso que Portugal subiu à Divisão A. Para estreia estão a fazer um excelente campeonato, disso não restam dúvidas. Depois haverá mais 2 jogos: um no sábado e outro no domingo. Esperamos que as coisas fiquem já resolvidas da melhor maneira amanhã. Se ganharmos, iremos defrontar o vencedor do jogo República Checa-Bielorússia (9º/12º). Caso aconteça a derrota, nada ainda estará perdido, mas estaremos no grupo do 13º ao 16º e então estaremos obrigados a ganhar os 2 próximos jogos, para evitar a descida.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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