Artigos da Federaçãooo
Despedida em Coimbra
Embora a lutar por objetivos bem diferentes, as duas equipas quererão certamente vencer o encontro, o que para Portugal seria uma justa recompensa por todo o esforço e dedicação realizado por todo o grupo de trabalho nas últimas semanas.
Nunca iria ser fácil bater os turcos, mais ainda após a derrota caseira, frente à Itália (82-83), que averbaram na última jornada, pelo que a única hipótese que lhes resta para marcarem presença no próximo Europeu é vencer os jogos que lhe restam disputar, dois sendo o último em casa frente à República Checa.No jogo realizado na Turquia, derrota por 62-74, Portugal realizou uma bela exibição, conquistou mais ressaltos que a equipa turca, lançou mais 20 vezes que o seu adversário, algo de extraordinário tendo em conta o tamanho dos adversários, mas uma vez mais a equipa foi traída pela fraca eficácia do lançamento. Ao que também não será alheio a grande oposição que os nossos atletas sentem quando tentam lançar ao cesto.Nesse encontro, como em quase todos, Portugal teve um período negro, bem aproveitado pelos turcos para fugirem para uma vantagem de 14 pontos. A partir daí tudo se tornou mais complicado, embora Portugal nunca tenha desistido de correr atrás do prejuízo. O tiro de três pontos foi outras das armas que liquidou as aspirações portuguesas, pelo que Portugal não terá tarefa fácil no próximo Sábado para ultrapassar esta Turquia, obrigada a vencer em Coimbra. Quando a manta é curta é impossível tapar todos os lados, com isto quero dizer, que não se pode apontar a esta equipa turca pontos fracos, que levem Portugal a adoptar qualquer tipo de estratégia defensiva que passe por convidar os turcos a jogar em determinadas áreas do campo.Uma excelente oportunidade para ver em ação a estrela turca, Semih Erden (15.7 pontos e 7 ressaltos de média), ou o base de origem bósnia Emir Preldzic (11 pontos, 5.3 assistências e 3.3 ressaltos de média). Bem como as doze estrelas portuguesas que vão dar tudo dentro de campo para brindarem o público, que se espera muito a apoiar a nossa Seleção, com uma memorável vitória.
Portugal deu luta
A equipa nacional começou bastante bem o encontro, chegou a estar a vencer por nove pontos de diferença (20-11), terminou o 1º quarto na frente (24-21), mas um desastroso segundo período (12-32) comprometeu as aspirações da formação portuguesa. Os comandados de Mário Palma no final do 3º período ainda conseguiram reduzir a diferença até aos oito pontos (55-63), mas três triplos quase consecutivos dos checos fizeram novamente subir a vantagem pontual, que obrigou Portugal, sem sucesso, correr atrás do prejuízo até final do jogo. Um resultado desnivelado que em nada traduz aquilo que se passou durante os 40 minutos.
Depois de ultrapassado, e com sucesso, o quarto inicial do jogo, nada levava a crer que acontecesse o descalabro que aconteceu à equipa portuguesa nos segundos 10 minutos do encontro. Sofrer 32 pontos em apenas 10 minutos é um número demasiado elevado, especialmente quando se joga fora de casa, diante de um adversário teoricamente mais forte. Com a agravante, muito por culpa da baixa das percentagens de lançamento de campo, de Portugal ter diminuído a eficácia ofensiva (12 pontos marcados).Na etapa complementar os checos foram gerindo a vantagem conquistada durante a primeira parte, até que, na parte final do 3º período, Portugal voltou a demonstrar a sua garra e conseguiu aproximar-se no marcador. Oito pontos de diferença (55-63) com pouco menos de 1 minuto para jogar no 3º período faziam acreditar que os jogadores portugueses iriam discutir a liderança do jogo durante o derradeiro quarto. Mas um triplo de Jelinek (25 pontos), o 1º de dois, nos segundos finais do período precipitava de novo a diferença pontual (66-55). Os tiros de três pontos da equipa checa foram fatais, já que num ápice a equipa recolocava-se na frente por uma vantagem de dezassete pontos (75-57), novamente com Jelinek (3+2 pontos) em evidência. Na equipa nacional, João Santos esteve muito bem, não só pelos pontos que marcou, 19, mas também pela eficácia revelada nos lançamentos de dois (4/6 – 66.7%) e três (3/4 – 75%) pontos. A que somou 4 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências. Paulo Cunha (12 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências e 1 roubo de bola) voltou às exibições positivas, num encontro em que Cláudio Fonseca (12 pontos e 2 ressaltos) repetiu uma boa prestação. João Betinho foi o 4º elemento da formação portuguesa a terminar o jogo na casa das dezenas (10 pontos), se bem que não tenha estado particularmente inspirado a atirar ao cesto.Os jogadores portugueses não vão ter muito tempo para ficar a pensar nesta derrota e retirar as ilações importantes, já que no próximo Sábado, em Coimbra, Portugal vai enfrentar a poderosa Turquia. Uma rara oportunidade para os adeptos da modalidade poderem apoiar a nossa Seleção diante de um adversário tão cotado como a equipa turca.
«Temos de entrar bem»
Quarta-feira a Seleção defronta a República Checa, fora de portas, e nesta entrevista o base madeirense analisa o atual momento da formação portuguesa.
Sem hipótese alguma de marcar presença no próximo Europeu que se disputa na Eslovénia, Portugal tem ainda pela frente três jogos para disputar. Encontros que serão encarados, como nos diz Mário Fernandes, com a mesma determinação e seriedade. “Como se ainda fosse possível a qualificação. Em Almada com a República Checa, tivemos algumas dificuldades em parar as penetrações deles e cometemos alguns erros no ataque que estamos a trabalhar para corrigir. Quarta-feira será certamente um jogo mais organizado da nossa parte.”A equipa nacional ainda não experimentou o sabor da vitória nesta fase de grupos, uma situação para a qual o base português tem uma explicação. “Consistência durante os 40 minutos. Temos sempre momentos nas partidas em que permitimos que o adversário alcance 8/10 pontos de vantagem e depois, a este nível, é muito complicado voltar a entrar no jogo.”Obviamente que ninguém poderia estar satisfeito com os resultados obtidos até ao momento, já as prestações de Portugal nesses mesmos jogos merece outro tipo de avaliação por parte do atleta madeirense. “ À exceção do primeiro jogo, temos feito uma qualificação bastante digna. Temos algumas limitações dentro e fora de campo em relação ao resto da Europa, que são óbvias, mas colmatamos com entrega e atitude. A verdade é que não tem sido suficiente.”A formação nacional viajou para a República Checa com o desejo de alcançar uma vitória, embora sendo difícil, algo não poderá voltar a acontecer à equipa portuguesa no decorrer do jogo. “Temos de entrar bem no jogo. Não podemos permitir estar a perder por 14 pontos no final do primeiro período como aconteceu em Almada.”Mário Fernandes viveu algumas semanas complicadas, uma vez que teve o seu futuro incerto relativamente à próxima temporada. O internacional português mostrou-se desgostoso com o basquetebol nacional, e com todos os problemas que rodeiam a competição em Portugal. “Vou jogar no Jämtland Basket da Basketligan sueca. É uma equipa que não foi ao playoff na época passada mas que este ano tem aspirações à meia-final do playoff. Depois do que se passou com o FC Porto achei que o melhor para mim era continuar a minha carreira fora de Portugal.”
Lutar pela vitória
O Selecionador Mário Palma já deixou bem claro que a equipa vai lutar pela vitória em todos eles, embora tenha consciência que não irá ser fácil chegar ao tão desejado triunfo. O próximo adversário é a Republica Checa, esta quarta-feira, às 20 horas, que continua bem posicionada para lutar por um lugar no Eurobasket na Eslovénia.
No jogo da 1ª volta a equipa nacional bateu-se muito bem, derrota por 67-74, se bem que tenha sido o primeiro encontro em que a formação portuguesa pagou caro a fatura de iniciar mal o jogo. Será certamente mais um bom teste ao crescimento deste grupo de trabalho que, tal como Mário Palma já referiu por diversas vezes, é a base da renovação da Seleção Nacional.Os resultados não têm sido positivos, o que não quer dizer que não se possam retirar muitas coisas positivas dos jogos realizados até agora por Portugal. Como sempre, nas derrotas há que tirar as ilações do que correu mal e tentar corrigi-las para que não se repitam nos próximos jogos.Mário Palma sempre afirmou que este grupo trabalha bem, pelo que não é por falta de atitude ou espírito de sacrifício que esta equipa ainda não venceu. Mas naturalmente nem tudo têm funcionado na perfeição, sendo que maus períodos durante os próprios encontros, têm hipotecado as hipóteses de Portugal conquistar vitórias. A falta de experiência internacional já foi apontada por Mário palma como a principal causa para estes “momentos de apatia”, que diante de adversários fortes e experientes acabam na maioria das vezes serem fatais.Correr sempre atrás do prejuízo não é tarefa fácil qualquer que seja a equipa, mas mais complicado se torna quando as percentagens de lançamento, uma das principais armas ofensivas de Portugal, são sistematicamente abaixo do desejado. Embora mais baixa e com menos peso, a equipa portuguesa tem sido capaz de equilibrar na maioria dos jogos a luta das tabelas, acabando por ser inferior em aspetos em que obrigatoriamente teria de ser superior.No entanto, convém não esquecer que quando um atleta não está bem fora das quatro linhas, o mesmo irá acontecer quando estiver lá dentro. Sem pretender arranjar desculpas, será inquestionável a quantidade de problemas extra competição que rodeiam neste momento a Seleção Portuguesa. A falta de estabilidade emocional, e nalguns casos familiar, tem com toda a certeza consequências práticas no rendimento dos jogadores. Um problema que naturalmente se agrava quando os resultados não são favoráveis e as próprias prestações individuais fica aquém das suas próprias expetativas. O momento de renovação da Seleção coincidiu com um dos piores momentos do basquetebol português, pelo que tudo junto leva a que esta participação não se assemelhe a outras anteriores. Mas se isso acontece, é um bom sinal. Significa que aqueles que acompanham a Seleção começam a exigir resultados positivos, num claro sinal que Portugal já atingiu um patamar que vai muito além das vitórias morais, ou o sentimento de satisfação quando se perde por poucos.Quando os jogadores portugueses têm de conquistar a experiência internacional, ou até mesmo o contato internacional a jogar pela Seleção sénior, muito mal vai o basquetebol português. Desenganem-se aqueles que acham possível competir e vencer jogos internacionais, apenas com a competição interna que temos neste momento em Portugal.O desafio que fica para os jogadores que integram a Seleção, bem como para aqueles que acompanham a modalidade, é nos jogos que faltam, serem capazes de avaliar se ficamos próximos do nosso melhor, individual e coletivamente, se fomos fortes onde era suposto sermos, bem como se foram superiores a nós nos aspetos em que era expectável que isso viesse a acontecer.Não existe melhor sensação do que a de chegar ao final do jogo, independentemente do adversário em causa, e podermos afirmar que demos tudo o que tínhamos, o nosso melhor, lutámos até ao limite das nossa forças. E parece-me que nos últimos tempos, as avaliações que têm sido feitas ao desempenho da nossa Seleção não olham para a realidade atual do basquetebol português, bem como a competição que serve de base à Seleção Nacional, já para não falar em questões individuais dos atletas.
Bela exibição mas Portugal cai frente a Itália
Portugal voltou a demonstrar que ainda não consegue ser consistente ao longo de 40 minutos, pelo que o primeiro período (9-22) voltou a ser tremendamente penalizador para a turma nacional. A equipa portuguesa não vai desistir de procurar a sua primeira vitória nesta fase, até porque essa é a sua forma natural de estar em todas as competições.
Não querendo de modo algum entrar no discurso das vitórias morais, até porque a nossa Seleção já não está nesse patamar, Portugal deixou uma imagem mais real daquilo que vale, especialmente nos segundos vinte minutos do jogo.Foram notórias as dificuldades sentidas pela equipa portuguesa durante a primeira parte, motivadas, não só pela qualidade do adversário, líder invicto do agrupamento e uma das poucas equipas de entre todos os grupos de apuramento que ainda não perdeu nesta fase, como também pela fraca percentagem de lançamentos de campo.As dificuldades reveladas por Portugal em colocar a bola dentro do cesto através dos lançamentos abertos que consegue criar, retiram à Seleção Nacional grande parte do seu sucesso ofensivo.Logo que caiam alguns tiros e a história do jogo mudava logo de figura, bem como a forma como a equipa se empolgava na discussão do encontro. A imagem deixada no primeiro jogo foi corrigida, fruto do estudo feito sobre o adversário, pelo sucesso conseguido pela zona 2×3 que a espaços deu bons resultados, como também o próprio timing em que as duas equipas se voltaram a encontrar.Depois de terminado a primeira parte a perder por dezanove pontos (19-38), Portugal soltou-se para uma segunda parte de grande nível, sendo de destacar os 51 pontos marcados pelos atletas portugueses que valeram a vitória da turma nacional durante a etapa complementar (51-44). João Betinho voltou a liderar a equipa com 22 pontos, a que somou 10 ressaltos e 3 roubos de bola, logo seguido por Jaime Silva com 15 pontos, todos eles resultantes de lançamentos triplos em 10 tentativas.Mesmo afastado do próximo Eurobasket, Portugal vai continuar a lutar pelas vitórias, pelo que os próximos três jogos, apesar do seu grau de dificuldade, são para tentar vencer, já que todo o grupo de trabalho deseja conquistar a sua primeira vitória nesta fase de grupos.No final do jogo o técnico Mário Palma, apesar da derrota, mostrava-se um treinador satisfeito. “À exceção do primeiro jogo em Itália, disputamos os restantes encontros ao mesmo nível. Os jogadores portugueses têm capacidade e podem competir nas competições europeias. Durante a 1ª parte não estávamos a circular a bola, algo que foi discutido durante o intervalo. Vencemos os dois quartos no segundo tempo, sendo que ainda não somos capazes de jogar focados durante 40 minutos, períodos durante os quais as outras equipas conseguem vantagens. Têm um grande treinador e um grande jogador (Gallinari) que decidiu o jogo na parte final.”O base Mário Fernandes foi vítima das três faltas cometidas bem cedo, mas nem por isso deixou de ser um dos jogadores que contribuiu para o bom jogo da equipa portuguesa. “Uma vez mais começamos o encontro a jogar pessimamente, já que tínhamos o objetivo de vencer. Logo de entrada colocamo-nos numa posição de correr atrás do resultado. A segunda parte foi completamente diferente. Mudamos a nossa atitude, e marcar 51 pontos à Itália em 20 minutos é muito bom. No final do jogo não fomos capazes de nos aproximarmos mais de 9 pontos, mas julgo que alteramos a imagem do primeiro jogo em Itália. Este resultado é como uma vitória e dedicamo-la a todos os portugueses.”
Portugal perde com Bielorrússia
O que não significa que Portugal não tenha sido uma vez mais competitivo, voltando a ficar muito perto de em alguns momentos do encontro poder passar a controlar a marcha do marcador. A atitude esteve sempre presente, o desejo de vencer por parte de toda a equipa de trabalho é evidente, mas a este nível exige-se maior eficácia na hora de atirar ao cesto, bem como um rigor ofensivo que aproxime o mais possível a equipa da excelência.
Certamente não estaria nos planos da nossa Seleção permitir que o adversário construísse nos primeiros 10 minutos do encontro uma vantagem de treze pontos. O acerto da linha de três pontos por parte dos bielorrussos no primeiro quarto (4/5) contrastava com a falta de pontaria dos jogadores portugueses. Recuperado do mau momento inicial, Portugal conseguiu encurtar distâncias e, no final do primeiro tempo, a equipa nacional recolocava-se na discussão do resultado (37-44).Na segunda parte a turma portuguesa subiu de rendimento, principalmente porque um quarteto começava a dar nas vistas em termos ofensivos. Mário Fernandes (19 pontos e 4 assistências) continuava a evidenciar que estava com a mão quente nos lançamentos longos; Cláudio Fonseca (15 pontos e 5 ressaltos) revelava ser, apesar da oposição do gigante bielorrusso, uma solução interior com belos movimentos de poste; João Santos (14 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola) tentava colmatar a falta de estatura de Portugal alternando os cestos do exterior com pontos nas áreas mais próximas do cesto, o mesmo sucedendo com João Betinho Gomes (12 pontos, 8 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola), que passou a ser mais ofensivo, sobretudo de cada vez que decidia atacar o cesto em drible. Portugal no final do 3º período encostava o resultado á diferença mínima (57-58), deixando tudo em aberto para os últimos 10 minutos do encontro.E quando tudo levava a crer que o momento pertencia ao conjunto nacional, eis que a Bielorrússia começa o derradeiro quarto com um parcial de 10-0, aumentando novamente distâncias para a casa das dezenas. A defesa do bloqueio direto, mas fundamentalmente o forte jogo interior da equipa adversária causava mossa, enquanto que no ataque o coração falava mais alto que a cabeça. Más decisões ofensivas, bem como elevar o ritmo do jogo, levou a que a equipa se desunisse em termos defensivos, tornando mais complicada a difícil tarefa de parar o experiente cinco bielorrusso. Alheio a este facto não poderá estar o acumular de cansaço físico provocado pelo confronto com o peso e envergadura dos atletas bielorrussos, bem como o sobrecarga de minutos que alguns destes jogadores têm, a jogar de 3 em 3 dias, alguns deles sem estarem nas sua melhor forma física…Embora seja sempre custoso perder jogos, muitas ilações positivas podem ser retiradas deste encontro, bem como o crescimento internacional de alguns jogadores que dão os seus primeiros passos na Seleção. Mesmo falhando em alguns momentos chave do jogo, Portugal voltou a demonstrar alguma falta de eficácia nos lançamentos de curta e média distância, alguns deles bem próximos do cesto. O Selecionador Mário Palma no final do jogo estava visivelmente desgostoso por não ter conseguido vencer o encontro, algo que não lhe retirou a clarividência para afirmar uma vez mais que este grupo trabalha para alcançar o sucesso, e jogos como este fazem parte de um caminho que esta Seleção tem obrigatoriamente de percorrer para chegar ao sucesso neste tipo de competições.
Entrevista a Eugénio Rodrigues
Há pouco mais de um ano atrás, estava no topo do mundo, quando a última equipa de Sub 20 Feminina tinha garantido a promoção à Divisão A.
A Federação Portuguesa de Basquetebol desenvolveu um Centro de Alto Rendimento a nível nacional, onde estão reunidas as melhores jogadoras de várias idades . Essas jogadoras regressam depois durante o fim-de-semana para jogar pelos respetivos clubes. No entanto, devido à recente crise económica, o CAR de Sub 16 foi interrompido. Com os Centros de Treino em funcionamento, as equipas começaram lentamente a evoluir, pelo que posições no top 8 eram comemoradas como uma vitória. Em anos mais recentes, as equipas começaram a lutar por lugares com direito a medalhas, dando azo a que a promoção se tornasse um projeto.No verão de 2011, a equipa de Sub-20 ganhou o seu bilhete para a Divisão A, terminando em segundo lugar o Europeu disputado na Suécia, enquanto este ano (2012) foi a vez da equipa das Sub-18 garantirem a promoção.Contudo, foi difícil a participação da equipa Sub-20 que disputou o último campeonato de Sub 20, já que seis jogadoras foram vítimas de uma intoxicação provocada por alimentos contaminados.A equipa nacional iniciou a competição frente à França, com uma lista completa de 12 jogadores, embora Eugénio desconhecesse que algumas das suas jogadores já estavam doentes. Isto pode explicar a redução de nível de energia durante os últimos 10 minutos dos jogos disputados pela equipa nacional. Logo que o jogo terminou a atleta Laura Ferreira estava a ser tratada pelo médico da prova.Nos dois jogos seguintes, Portugal tinha apenas seis jogadoras em condições e apesar de um esforço tremendo acabariam por perder os dois jogos e verem-se relegadas para a luta da manutenção.Após a derrota frente à Itália no primeiro jogo da segunda fase, ainda com seis jogadoras, o técnico português já pode contar com três das jogadoras doentes para o segundo jogo, embora só tenham podido contribuir com alguns minutos na vitória diante a Letónia.Apesar da equipa portuguesa ter iniciado o último período a perder por nove pontos, as atletas portuguesas foram ainda buscar forças para disputar um prolongamento antes de garantir a vitória (60-57).Esta entrevista foi realizada antes de Portugal vencer a Grã-Bretanha. Na entrevista o treinador português revelou os seus sentimentos sobre a vitória e o que ela significava para o grupo de trabalho.Link para a entrevista:www.womensbasketball-in-france.com/fiba-europe-u20-european-championship-for-women-2012-portugal.html
Portugal x Bielorrúsia
No quarto jogo da equipa das quinas, o adversário é a Bielorrússia que tem no seu jogador Aliaksandr Kudrautsau o jogador mais valioso, dado que é o seu melhor marcador (18,7 pts/jogo), líder em assistências (4,7/jogo) e ainda em roubos de bola (1,3/jogo). Destaque também para Pavel Ulyanko (5,7 ressaltos/jogo) e Artsiom Parakhouski (1,3 desarmes/jogo).
Na equipa portuguesa o jogador em maior evidência é Betinho Gomes que lidera o plantel na média de pontos (12,7/jogo) e em ressaltos (7,3/jogo). Tomás Barroso lidera em assistências (2,3/jogo), João Santos é líder nos roubos de bola (3/jogo) e ainda Cláudio Fonseca nos desarmes de lançamento com (0,7/jogo).Venha assistir ao jogo e apoiar Portugal!Poderão encontrar as estatísticas das equipas no seguinte link: http://www.eurobasket2013.org/en/cid_8Xfg3jZMG1QuJnp6pnUWd3.gameID_8830-F-10-5.compID_qMRZdYCZI6EoANOrUf9le2.season_2013.roundID_8721.teamID_.html
Portugal não desiste de lutar
Mesmo tendo que jogar 24 horas depois, as jovens atletas portuguesas bateram-se com todas as forças para garantir mais um triunfo nesta difícil competição. Num encontro marcado pela baixa pontuação, a equipa liderada por Eugénio Rodrigues, depois de ter terminado na frente os primeiros 20 minutos do encontro (23-15), deixou-se surpreender no arranque da etapa complementar (11-21), não sendo capaz de dar a volta ao resultado no último quarto do jogo. A derrota por dois pontos (51-53) acontece numa altura em que as forças vão faltando bem como o tónico motivacional da luta pela permanência…
Portugal-Letónia, 51-53Parciais: 7-10; 16-5; 11-21; 17-17Por Portugal alinharam e marcaram:Daniela Domingues – 16Victória Pacheco – 2Inês Faustino – 6Jessica Almeida – 7Joana Soeiro – 10Laura Ferreira – 8Maria Andrade – 2Portugal realiza este domingo, pelas 16 horas, o seu último jogo neste Campeonato da Europa diante da formação da Grã-Bretanha.
Portugal luta com valentia
Segue-se a Bielorrússia, em casa, na próxima segunda-feira.
Frente à toda-poderosa Turquia, Portugal bateu-se com valentia jogando de igual para igual durante os primeiros 15 minutos do jogo, altura em que liderava por um ponto de diferença (28-27). Ao terceiro jogo desta fase de apuramento, os jogadores portugueses entraram bem no jogo, pelo que o desenrolar do mesmo assumiu contornos diferentes dos anteriores.Os últimos cinco minutos da primeira parte foram fatais para a equipa nacional, que viu o seu adversário fugir no marcador (42-31). A envergadura dos atletas turcos, eficazes a intimidar os lançamentos portugueses, bem como a pouca pontaria dos atiradores portugueses acabaram por ser os principais fatores que precipitaram um mau momento português.No arranque da etapa complementar Portugal não permitiu que os turcos se afastassem no marcador, lutando galhardamente nas tabelas, batalha que venceu (41-36), muito embora nos instantes finais do 3º período a Turquia tenha aumentado um pouco a diferença pontual (62-47).A eficácia ofensiva de Portugal ficava muito aquém do desejado, principalmente quando do outro lado está um adversário com um potencial da Turquia. As percentagens de lançamento de campo – 34.1% de 2 pontos e 26.1% de 3 pontos – em nada contribuíam para o sucesso ofensivo dos comandados de Mário Palma, mas nada que impedisse a equipa de lutar pelo melhor resultado possível, nunca desistindo mesmo quando as coisas ficaram mais negras (68-47).O poste Cláudio Fonseca (16 pontos e 10 ressaltos) foi um guerreiro nas áreas próximas do cesto, bem como a principal referência interior do ataque português. João Betinho Gomes voltou às boas exibições, cotando-se como o melhor marcador da equipa com 19 pontos, a que somou oito ressaltos. João Santos (10 pontos, 7 ressaltos e 5 roubos de bola) dá sinais que se aproxima da sua melhor forma, algo que não deixa de ser muito positivo para o sucesso ofensivo da equipa nacional.
Novo triunfo das Sub-20
Reacende-se a esperança de as Sub-20 portuguesas conseguirem manter-se na Divisão A do Campeonato da Europa, não obstante as (muitas) adversidades.
A Grã-Bertanha era um rival já conhecido, tínhamos jogado duas vezes durante a preparação e ganho ambas as partidas. Assim destacávamos duas preocupações, o facto de neste momento eles já estarem com duas derrotas e afastados praticamente da permanência, aspecto que não só retirar pressão, bem como tendemos a facilitar estes adversários, como também o facto de sabermos que é no jogo interior que elas nos poderiam causar problemas visto que as vantagens de peso e altura sao consideráveis (ainda mais com o reforço das sub 18 Green). O jogo passaria por defender muita zona 2×3 a fim de proteger os postes portugueses das faltas e desgaste que o jogo iria obrigar, e castiga-las com pick and roll, obrigando os defesas grandes a abandonar a tabela ou a deixar os pequenos expostos as nossas boas penetradoras. Assim sabíamos que rapidamente iriam passar a defesa zona.Grã-Bertanha iniciou o jogo em busca de jogar triangulações poste alto/poste baixo o que nos causou de inicio alguns problemas às jogadoras da linha de trás da zona, visto que a bola no poste alto comprometia o defesa do meio da zona. Rectificações e ajustes feitos passou a ser muito complicado para o adversário colocar a bola nas postes, chegar perto do cesto e fazer pontos.Iniciaram também elas com defesa zona 2×3 colocando logo 3 jogadoras altas que habitualmente jogam de poste, criando uma zona de envergaduras muito grande. Castigávamos a frente da zona com pick and roll e buscávamos ajudas do lado da bola que permitia tiros abertos. Funcionava na perfeição com a Daniela Domingues, e não só, a apresentar um acerto notável da linha de 3 pontos.Depois de um mau inicio, iamos pouco e pouco construindo vantagens pequenas que ao intervalo já era de 13 pontos (33-20). Fortalecíamos a defesa, ajustávamos cada vez mais ao ataque adversário, obrigando a perdas de bolas sucessivas, e no ataque tranquilamente melhorávamos as decisões e as percentagens permitia-nos fazer crescer a vantagem que acabou nos 27 pontos de diferença (66-39)!Portugal-Grã-Bretanha, 66-39Parciais: 18-14; 15-6; 16-9; 17-10Por Portugal alinharam e marcaram:Daniela Domingues – 17Victória Pacheco – 12Paula Couto – 7Inês Faustino – 8Inês Pinto – 2Jessica Almeida – 11Joana Soeiro – 4Laura Ferreira – 2Esta quinta-feira cumpre-se um dia de folga. Portugal volta à ação no Europeu na sexta-feira, diante da Itália.
Portugal perde com Rep. Checa
Ainda não foi desta que Portugal se estreou a vencer na fase de apuramento para o Europeu de 2013, se bem que a equipa nacional tenha estado bem mais próxima daquilo que é capaz de jogar, esta terça-feira, em Almada, diante da República Checa (67-74). Um mau início de jogo (10-24) voltou a comprometer as aspirações da Seleção, já que a este nível, e perante jogadores com vasta experiência internacional, torna-se difícil recuperar largas vantagens pontuais. A defsa do bloqueio direto, bem como a relação do 1×1 eram os principais problemas defensivos a serem corrigidos de modo a fazer baixar o sucesso atacante da Republica Checa.Corrigidas essas duas situações do jogo, os comandados de Mário Palma não desistiram de lutar pelo resultado, procurando sempre reentrar na discussão do jogo. De tal forma, e depois de ter terminado a primeira parte a perder por nove pontos (34-43), não fosse ter falhado alguns lançamentos abertos durante a etapa complementar, Portugal poderia perfeitamente ter alcançado um resultado diferente. Perante um adversário constituído por elementos de elevada estatura, tornava-se mais complicada a tarefa da equipa portuguesa quando o tiro exterior não funcionava como arma ofensiva.O preço da inexperiência paga-se caro a este nível, pelo que a renovação da equipa portuguesa terá que ter necessariamente o seu custo, sendo que os resultados que todos desejamos possam demorar mais algum tempo a aparecer. Seguramente com outra eficácia os atletas portugueses poderiam ter conquistado o seu primeiro triunfo nesta fase de apuramento, que apesar de tudo não retira a confiança que o selecionador nacional deposita neste grupo de trabalho.A imagem deixada pelo conjunto nacional esteve mais condizente com a forma como o grupo tem trabalhado, pelo que Mário Palma mostrava-se satisfeito no final do jogo com a prestação dos seus atletas. O técnico consciente da travessia que estes jovens atletas têm de fazer para chegarem ao mais alto nível europeu, mostrou-se confiante que a renovação da Seleção está no bom caminho, e que daqui a mais algum tempo, o basquetebol português poderá voltar a viver momentos de alegria.Jaime Silva (20 pontos, 2 ressaltos e 2 roubos de bola), excelente exibição do extremo português, ainda colocou Portugal à distância de três pontos (67-70) depois de mais um triplo convertido, mas o tempo para jogar (14 segundos) já era escasso para a reviravolta no marcador. João Betinho terminou igualmente na casa das dezenas (10 pontos) em pontos marcados, a que somou 6 ressaltos, 1 assistência e 1 roubo de bola.O próximo adversário de Portugal é a Turquia, um jogo que irá ser disputado no próximo dia 24, pelas 20 horas, em Ankara.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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