Artigos da Federaçãooo

«Capacidade de superação»

O treinador ainda não sabe se vai poder contar com João Santos e Francisco Jordão, mas o clube “tem as portas abertas para eles”. Os objetivos, esses, são claros: “Humildade, orgulho, espírito de sacrifício e capacidade de superação”.

 

Está a sentir dificuldades em construir o plantel para esta temporada?

 

O facto de alguns jogadores nucleares da época passada ainda não terem as suas situações profissionais e desportivas  definidas condicionaram algumas decisões na construção do plantel. 

 

Nota-se que volta a contar com jogadores jovens. Este é um sinal que a aposta feita na última temporada deu bons resultados?


 

Sendo o Algés um clube de cariz formativo, faz todo o sentido dar oportunidades a jovens atletas que tenham capacidade para se imporem no basquetebol Nacional.


 

Espera que Pedro Belo tenha um papel importante dentro da equipa?


 

Espero do Pedro o mesmo que  outros jogadores jovens sem experiência na Liga, ou seja , um compromisso de trabalho e exigência que os prepare o melhor possível para competirem com sucesso. O Pedro, pelas suas caraterísticas morfológicas e psicológicas, necessita de confiança, paciência e muita persistência. 


 

Se pudesse contar com o João Santos e o Francisco Jordão a equipa ficaria muito mais equilibrada para lutar por objetivos mais ambiciosos?

 

Qualquer equipa que conte com 2 jogadores desta qualidade fica claramente mais forte. O Algés tem as portas abertas para eles. Se terminarem as suas carreiras só posso desejar melhor sorte do mundo nos novos desafios que encontrarem pela frente e que o basquete português possa continuar a contar com eles na sua promoção e desenvolvimento.


 

Neste momento tem um americano à experiência. Isso significa que o Algés vai contar com um estrangeiro esta temporada? Ou coloca-se a hipótese de chegarem mais jogadores estrangeiros?


 

Neste momento ainda se colocam todas as hipóteses. Trata-se de uma decisão que depende de vários fatores.

 

Ainda é cedo para definir objetivos? O que pode prometer da equipa do Algés para a época que agora começa?

 

Humildade, orgulho, espírito de sacrifício e capacidade de superação. Espírito de equipa e de clube (identificação com os ideais e mística do basquetebol do Sport Algés e Dafundo).


«Dar continuidade ao trabalho e à evolução»

O treinador Fernando Sá sonha vencer títulos e não hesita em afirmar que “a principal aquisição desta época foi a atempada renovação de quase todo o plantel”. A aposta  nos portugueses continua, e não foi em vão que os vimaranenses tiveram quatro atletas envolvidos nos trabalhos da Seleção Nacional.

 

Depois de uma temporada em que foi vice-campeão nacional, o técnico Fernando Sá quer manter o clube no topo do basquetebol nacional. “O grande objetivo do Vitória para este ano é dar continuidade ao trabalho e à evolução que temos demonstrado ao longo destes anos em que cá estou, juntamente com esta direção.”

 

Fernando Sá pretende que o basquetebol no Vitória ganhe uma dimensão cada vez maior, algo que não se quantifica apenas pelas classificações obtidas. “Não só em termos de resultados,  mas principalmente na evolução da modalidade no clube e na cidade. Cidade esta, adeptos estes, que tanto nos têm ajudado.” 


 

Mesmo depois de uma temporada de sucesso, qualquer equipa pode sempre tornar-se mais forte. O técnico já fez um balanço da prestação da equipa na última temporada e identificou aspetos a serem melhorados,  que contribuíram decisivamente para a escolha dos novos reforços. “Mais especificamente, este ano temos já assumido no grupo que temos que melhorar em termos defensivos, relativamente à época passada, e essa é a principal razão da aquisição do Marcel e do Pavlovic, para além de todo o potencial que estes jogadores têm noutras áreas.”

 

O clube pode orgulhar-se de ter tido quatro atletas envolvidos nos trabalhos da Seleção Nacional, razão pela qual continua a recrutar jogadores portugueses em quem vê futuro. “Continuamos a fazer aposta em jovens jogadores portugueses, como é o caso do Hugo Sotta, jogador com muito potencial.”

 

Muito embora a equipa conte com algumas caras novas, Fernando Sá realçou a importância de ter sido possível manter o núcleo duro da equipa, pois permite maior estabilidade, continuidade de trabalho e experiência acumulada. “No entanto, para mim, a principal aquisição desta época foi a atempada renovação de quase todo o plantel. Mais uma vez queremos estar presentes nos momentos de decisão para podermos sonhar em vencer mais títulos para o nosso clube e cidade.”


IIº Clinic AB Braga

 
 
As intervenções incluídas nesta acção de formação prática estão subordinados ao tema principal "Contributos para o ensino do jogo nos escalões de formação".
 
A ação é aberta a todos os Treinadores de Basquetebol, tendo o preço de inscrição de 10 Euros para os treinadores em geral e de 5 Euros para os sócios da ANTB com a situação regularizada (quota de 2014 paga).

 
 
Inscrições até 19 de Setembro, através do email: antbasquetebol@gmail.com, ou geral@abbraga.pt,  indicando nome completo, morada completa, BI/CC, NIF, email, número de sócio da ANTB, nº da CTD – Cédula de Treinador de Desporto / Titulo Profissional de Treinador de Desporto e nº da Licença FPB.
 
 
O pagamento da inscrição poderá ser efetuado no local.
 
 
A inscrição antecipada incluindo todos os dados indicados (indispensáveis para o processo de atribuição de créditos) evitará demora na receção.    

 

 


Clinic ANTB na Estrada

 
 
Os preletores serão os Treinadores Alexandre Correia – Treinador de Sub 14 masculino do Clube Basket Queluz -, António Paulo Ferreira – Treinador de Seniores masculinos e Coordenador Técnico do Futebol Clube Barreirense -, Celso Casinha – Coordenador Técnico e Treinador de Sub 19 feminino do NDA Pombal e Selecionador Distrital da AB Leiria – e Teresa Barata – Coordenador Técnico e Treinadora de Sub 16 feminino do Rio Maio Basket  e Selecionadora Distrital da AB Santarém.
 
 
As intervenções incluídas nesta acção de formação prática estão subordinados ao tema principal "Contributos para o ensino do jogo nos escalões de formação".
 
 

Esta iniciativa da ANTB  em parceria com a A. B. de Leiria, tem o apoio da Escola Nacional de Basquetebol – FPB, do Instituto Português do Desporto e da Juventude, e a importante colaboração do Instituto Educativo do Juncal.

 

Esta ação está incluída no Programa de Formação de Treinadores  da Federação Portuguesa de Basquetebol e está homologada pelo IPDJ para creditação com 1 Unidade de Crédito (UC) de formação especifica, ao abrigo da Portaria n.º 326, do dia 1 de Novembro de 2013, que regulamenta a formação contínua para fim da revalidação do Título Profissional de Treinador de Desporto e que exige que os Treinadores participem no Programa Nacional de Formação de Treinadores, de forma a obter 10 UC em cinco anos.

 

A ação é aberta a todos os Treinadores de Basquetebol, tendo o preço de inscrição de 10 Euros para os sócios da ANTB com a situação regularizada (quota de 2014 paga) e de 20 Euros para os restantes Treinadores.
 
 
Inscrições até 18 de Setembro, através do email: antbasquetebol@gmail.com, indicando nome completo, morada completa, BI/CC, NIF, email, número de sócio da ANTB, nº da CTD – Cédula de Treinador de Desporto / Titulo Profissional de Treinador de Desporto e nº da Licença FPB.
O pagamento da inscrição poderá ser efetuado até àquela data por transferência bancária (NIB 0007 0396 0000 9470 0033 3), sendo obrigatória a entrega do respetivo comprovativo com indicação do nome, ou poderá ser efetuado no local.
A inscrição antecipada incluindo todos os dados indicados (indispensáveis para o processo de atribuição de créditos) evitará demora na receção. 
 
 
Os Sócios que pretendam regularizar a sua situação e os Treinadores que pretendam aderir à ANTB deverão fazê-lo previamente de acordo com as instruções que constam do sítio www.antb.pt, ou podem fazê-lo no local, efetuando o pagamento da quota de 2014 (40 euros). Em ambos os casos beneficiam dos descontos na inscrição nesta ação e nas iniciativas e produtos da ANTB em 2014.
 
 
Programa do Clinic "ANTB na estrada" – 20 de Setembro de 2014. no Pavilhão do Instituto Educativo do Juncal, Leiria,
 

 

9h30: Receção

10h: Celso Casinha – "Trabalho da condição física em jovens atletas"

11h45: Alexandre Correia – "Ensino do Lançamento"
13h15: Almoço
15h00: Teresa Barata – "Transição Ataque-Defesa"
16h45: António Paulo Ferreira – "Construção da organização coletiva ofensiva em escalões de formação"
18h15: Encerramento

 


«Não nos afastamos da nossa dimensão»

A época está a ser encarada por etapas, ou seja,  a permanência, o playoff e depois… logo se verá o que os minhotos poderão fazer. Não perca a entrevista com o treinador, nos detalhes desta notícia.

 

O facto de todos os anos ter de partir quase do zero retira capacidade competitiva à equipa do Barcelos?

 

O Basquete Clube de Barcelos tem mantido no seu plantel um número significativo de atletas que nos tem permitido um espírito de corpo consistente. No jogo exterior há apenas um jogador novo. Efetivamente, nesta época, teremos três jogadores novos nas posições interiores mas temos expectativas muito positivas relativamente à competitividade da equipa.

 

A falta de uma base de recrutamento é um problema que complica ainda mais um clube com as caraterísticas do Barcelos?

 

Como acima refiro, a continuidade de sete atletas da época transata dá-nos garantias quanto à manutenção da nossa filosofia de jogo. Contudo, temos muitas dificuldades em recrutar atletas portugueses de superior qualidade uma vez que nos encontramos algo distantes dos principais centros de formação de jogadores.

 

Voltou a apostar em jogadores sérvios para ocupar as vagas dos jogadores estrangeiros. Opção meramente técnica ou existiram outros fatores?

 

O nosso recrutamento tem apostado em atletas oriundos dos países do leste da Europa mas apenas por coincidência, nesta época, dois são da Sérvia. A escolha geográfica tem razões: são europeus, muito disciplinados e com ambições de carreira profissional na modalidade.

 

O plantel está fechado? Ou tem ainda alguma posição que gostava que fosse reforçada?

 

Vamos contratar mais um jogador para as posições interiores. Neste momento estamos a analisar perfis e contamos ter uma decisão nos próximos dias. Tal como acima refiro, tudo faremos para que seja europeu e de leste mas não estão descartados jogadores de outras nacionalidades.

 

Se bem que ainda não tenha começado a trabalhar com os jogadores, logicamente que se informou sobre o seu potencial e qualidades enquanto jogadores de basquetebol. De que forma irá jogar o Barcelos esta temporada?

 

O Basquete Clube de Barcelos jogará da mesma forma que em anos anteriores. A escolha dos jogadores teve em conta os níveis de agressividade defensiva, a disponibilidade motora para o jogo em transição e a polivalência ofensiva. Desta forma, esperamos que os novos jogadores potenciem o que temos vindo a fazer nas últimas épocas.

 

Será um Barcelos a crescer sempre de rendimento até ao playoff?

 

Não nos afastamos da nossa dimensão. A humildade tem sido uma das nossas principais características e não nos temos dado mal com isso. Queremos garantir a manutenção, atingir o playoff e depois veremos o que podemos fazer. Não queremos pensar no passo nº2 sem antes dar o nº1. É um orgulho muito grande fazer parte da Liga Portuguesa de Basquetebol e queremos continuar a afirmá-lo nas próximas épocas.


“Este é um projeto aliciante!”

Em entrevista ao site do clube, o antigo jogador aborda o seu regresso à modalidade e o desafio de trabalhar com jovens. 

 

 

 

Lee, obrigada, antes de mais, por esta entrevista. Comecemos por uma questão que provavelmente estará na cabeça de várias pessoas. Estás afastado do basquetebol há algum tempo… podemos saber porquê?

 

Sim, já lá vão uns anos… Isso deveu-se sobretudo ao acompanhamento que quis fazer dos meus dois filhos, ambos praticantes da modalidade. Como queria ir ver os jogos deles durante o fim de semana, o tempo depois não era muito para eu próprio treinar uma equipa. Digamos que este período serviu para passar mais tempo com a família e consolidar a minha atividade profissional na área da saúde e bem-estar, nomeadamente tudo o que diz respeito a serviços de spa (massagens, exfoliações, etc.). Agora que um dos meus filhos está em Vila Real, no Basket Clube, e o outro está nos Estados Unidos, os meus fins de semana passaram a estar mais livres. Como tenho mais tempo, irei aproveitá-lo para trabalhar com jogadores jovens.

 

E por que motivo aceitaste o convite do Beira-Mar?

 

Aceitei este desafio, porque o projeto é aliciante e a secção tem aqui um grupo de atletas que penso que pode dar frutos futuramente. E o Rui Pedro Nazário tem um empenho enorme, o que também motiva. A verdade é que muitas pessoas pensam que as coisas caem do céu, mas esquecem-se que há muito trabalho de base por trás disso. E quando há uma boa base, as coisas têm pés para andar. Estou aqui para ajudar, para fazer o melhor possível pelo clube. É verdade que tenho estado afastado, mas penso que conhecimento sobre o jogo de basquetebol tenho e isso pode ser transmitido a estes jovens. Por outro lado, também já tinha treinado durante 8, 9 anos antes desta paragem, por isso treinar não é propriamente uma experiência nova para mim. É apenas uma questão de voltar a habituar-me.

 

Quais as tuas expectativas para esta época que agora começa?

 

Tendo em conta que somos uma equipa B, o nosso objetivo principal passará por preparar os atletas o melhor possível para a próxima época. O mais importante, na minha opinião, não é quantos jogos vamos conseguir ganhar… Queremos prepará-los sobretudo para o passo seguinte, que será a equipa sub16A e, posteriormente, sub18, etc. Por isso, a ideia é trabalhar muito a todos os níveis: técnico, tático e físico. Coordenação, ressaltos… Irei insistir particularmente na defesa: enquanto atleta, adorava defender, e quero passar-lhes bases muito sólidas nessa vertente do jogo.

 

Podemos dizer que essa será uma das imagens de marca da equipa? A defesa?

 

Sem dúvida. A defesa ganha jogos, como todos sabemos. A defesa… e a eficácia da linha de lance-livre! Por isso, vamos trabalhar bastante esses dois aspetos. Apesar do pouco tempo que temos de treino, já deu para perceber que temos um grupo de atletas bom, motivado. E para aqueles que precisarem de ajuda com as aulas de Inglês na escola, já combinámos encontrar-nos, talvez uma hora antes do treino, para que eu possa dar-lhes algum apoio a esse nível. Penso que pode ser um bom incentivo para eles, não apenas para o trabalho que fazem no clube, mas também na escola, que tem de ser o mais importante nestas idades. Não garanto que vá resultar a 100%, mas vamos tentar! Um passo de cada vez…

 

Como te caracterizarias enquanto treinador?

 

Sinto que sou um treinador que compreende os jovens e tem alguma facilidade em estabelecer uma ligação com eles. Na minha opinião, isso pode ser uma vantagem. E quando vejo um miúdo a jogar, acho que consigo perceber se ele irá chegar longe ou não. Pelo que já vi neste pouco tempo no Beira-Mar, há aqui atletas que se permanecerem no clube, sobretudo quando chegar a altura de irem para a universidade, serão a base de uma equipa sénior forte. Têm potencial, são como um diamante em bruto: e o nosso trabalho, enquanto treinadores, é polir esses diamantes, para que deem frutos e dignifiquem as cores dos seus clubes. Mudando de assunto, e agora que estou a retomar o contacto com o basquetebol, reparei que algumas regras mudaram…

 

Sim, é verdade. Haverá por exemplo novas regras esta época relativamente aos 24 segundos…

 

Pois, já fui informado… Tenho de recomeçar devagar, consultar regulamentos, manuais… Passo a passo… 8 anos afastado é muito tempo! Vi bastantes jogos durante esse período, mas eram das equipas onde jogavam os meus filhos, o que é muito diferente. Acabava por me concentrar mais nas prestações deles, por isso… Lá está, tenho de fazer uma espécie de reciclagem, mas agora com o dia-a-dia dos treinos, as coisas vão ser mais fáceis.

 

E como está a correr a aventura de um dos teus filhos nos Estados Unidos?

 

O Gonçalo tem 20 anos e está a dar-se bastante bem lá. Está na Northwood University, na Florida. Está no segundo ano da faculdade e o objetivo dele este ano é entrar na equipa principal… Eles gostam muito dele, mas acham-no um pouco franzino. Disseram-lhe que tinha de ganhar 5 quilos durante o Verão e ele fez por isso. Veremos como correm as coisas… Entretanto, a pausa para as férias de Natal será de 8 de dezembro até à primeira semana de janeiro, por isso nessa altura ele virá fazer uns treinos aqui ao Beira-Mar, para manter a forma e motivar os miúdos.

 

Nunca jogaste pelo Beira-Mar, mas jogaste aqui no Alboi muitas vezes. Como era o ambiente aqui para os jogadores adversários?

 

Quando cheguei a Portugal, em 1986, fui para o Porto e nessa altura o Beira-Mar estava na 1.ª divisão, com uma excelente equipa. Éramos, de certa forma, rivais. Houve jogos muito bons neste pavilhão, com o Purvis Miller, o Henry… O Alboi foi provavelmente um dos pavilhões onde marquei mais pontos. Houve um jogo em que cheguei aos 44 ou 46, se não estou em erro… Excelentes recordações! Esses tempos é que eram… O basquetebol mudou muito nos últimos anos, tornou-se mais metódico… parece que os jogadores já não se divertem tanto. Quando jogava, via sempre os pavilhões cheios. No Porto, tínhamos sempre muita gente a ver os jogos. Em Ovar ainda era mais impressionante, porque o pavilhão era pequeno e a cidade vivia o basquetebol. Agora as coisas são diferentes: os pavilhões estão vazios, as pessoas já não conhecem os jogadores, há poucos atletas da formação dos próprios clubes nas equipas seniores. Nos últimos anos, como referi, vi apenas os jogos dos meus filhos, mas agora vou recomeçar. Vai ser bom. Penso que este desafio surge num momento em que o basquetebol poderá precisar do meu contributo e… vamos ver se consigo ajudar o Beira-Mar a consolidar este projeto de formação. Isso seria excelente!


A equipa para a Proliga

Da época anterior transitam os atletas, José Costa, Marco Gonçalves, Pedro Marques, Alexandre Nuno (capitão), Nuno Pereira, João Miguel Martins e Josimar Vieira. Já os novos jogadores são Bruno Costa (ex-Académica), Garcia Destino (ex-Olivais Sub-20) e André Martelo (ex- CAD Coimbra). Mas o treinador João Pedro Gonçalves vai contar igualmente com jogadores da formação do Ginásio: Bernardo Neves, Nuno Bonfim, Micael Oliveira (Sub18 de 2013-14 que passaram a seniores e na época anterior tinham acompanhado a equipa principal); também os atletas Sub-18, André Silva e Gonçalo Barbosa, atletas que vão treinar com equipa sénior.

 

MÉDICO: Dr. Pedro Santos;

 

FISIOTERAPEUTA: Daniel Monteiro;

 

Como se pode verificar, é uma equipa com uma grande maioria de jogadores formados no Ginásio, esperando o clube que proporcionem um Campeonato tranquilo.


«Queremos estar nos pontos altos»

O treinador, que transitou da equipa feminina para a masculina, conta com um grupo onde pontificam jogadores jovens e garante que pretende tirar o melhor partido da formação o clube. Os objetivos, esses, são claros e, em termos de Liga, passam pela presença no playoff.

 

Um regresso ao basquetebol, mas desta vez para treinar o masculino. É muito diferente treinar uma equipa sénior masculina e feminina?

 

A grande diferença reside ao nível da relação que se estabelece. Todos somos distintos e existem algumas particularidades femininas que requerem uma atenção especial.

Naturalmente que os aspetos de ordem técnica e tática são no geral semelhantes. Apenas são executados a diferentes ritmos que, por vezes, torna o setor masculino eventualmente mais apetecível para quem assiste. Penso que DIFERENTE é o termo adequado. Não me arriscaria a qualquer outro tipo de qualificação.

 

Substituir João Freitas não é tarefa fácil?

 

A determinação com que encaro as minhas tarefas nunca é medida em função das lideranças anteriores. Estou plenamente consciente dos compromissos que assumi com este clube e isso é estímulo suficiente para acreditar que o maior ou menor sucesso deste projeto advirá da intensidade do trabalho que vamos desenvolver.   

 

É público que o clube nas últimas temporadas tem vivido grandes problemas financeiros. Perguntava-lhe se estão reunidas condições para que a nova temporada do CAB seja bem mais tranquila e normal.

 

Existe um firme compromisso entre a construção da equipa e o cumprimento rigoroso do orçamento disponível para essa execução. Tudo faremos, entre treinador e administração, para garantir um regular funcionamento desportivo e administrativo no decurso da presente época. Com toda a certeza posso assegurar que até o presente momento têm existido condições que nos permitem trabalhar de forma tranquila e, sobretudo, ter muita confiança no futuro.

 

A construção da equipa já está numa fase adiantada. Satisfeito com as contratações até agora feitas? Ainda procuram algum jogador para uma posição específica?

 

A construção do plantel tem tido uma atenção muito cuidada e equilibrada. Estou perfeitamente satisfeito com todos os que neste momento fazem parte da equipa. Recolhemos muita informação e desejamos construir um grupo coeso e determinado em cumprir com os objetivos estabelecidos. Neste momento já é público que temos o plantel completo e, sendo assim, estamos focados no início do nosso trabalho no campo.

 

Nota-se a presença de jogadores madeirenses formados no clube a fazerem parte do plantel sénior. Será este o caminho do futuro? Esse recrutamento tem a qualidade necessária para serem opções a um nível mais elevado?

 

Os líderes devem ser os principais impulsionadores relativamente à valorização da formação. Cabe a quem lidera motivar e criar condições para que essa formação produza rendimento. Não através de estatutos meramente teóricos, mas sobretudo pelo comprometimento coletivo e individual no trabalho que realizamos. Não posso garantir que vamos certamente ter mais jogadores madeirenses, formados no clube, a participar com regularidade em níveis mais elevados, num curto espaço de tempo. No entanto, possa afirmar com a plena convicção que, sob a minha liderança desportiva, vamos promover condições aos nossos atletas para que possam alcançar esse estatuto. Temos exemplos suficientes de atletas madeirenses que venceram e conquistaram espaço de qualidade no panorama nacional e internacional. Nada nos impede de voltar a percorrer esse caminho.

As opções nacionais para recrutamento de atletas são muito escassas. Queremos valorizar a qualidade do atleta nacional e naturalmente que desempenharemos esse papel no nosso clube. 

 

De que forma quer que a sua equipa jogue? Os jogadores escolhidos enquadram-se perfeitamente nessa sua filosofia de jogo?

 

Vamos trabalhar no sentido de produzirmos muito mais do que a simples soma das capacidades individuais. Todos têm de estar perfeitamente alinhados com a noção clara de que o estímulo atacante provém sempre do resultado das nossas ações defensivas.

Vamos procurar adequar o nosso jogo às particularidades de cada jogador e assim, tirar o máximo de rendimento. Pelo conhecimento que tenho dos jogadores, temos condições para produzir um jogo rápido e organizado, controlando as diferenças de ritmo e, sobretudo, estabelecer um equilíbrio favorável entre jogo interior e exterior.

 

Tendo em conta a forma como os outros clubes se têm reforçado para esta temporada, já definiu algum objetivo para a equipa?

 

Temos de deixar bem claro que as nossas intenções são marcar presença em todos os pontos altos das competições. Garantir a qualificação para o playoff. Estes são os objetivos mais visíveis e que, logicamente, estão determinados em função da construção da nossa equipa e do conhecimento que temos dos adversários.

No entanto, gostaria de afirmar que o CAB não deve estar circunscrito a estes objetivos. Como compromisso complementar, queremos investir nos nossos jovens atletas e gradualmente acrescentar qualidade à sua participação na equipa. Só assim faz sentido continuarmos a nos afirmar enquanto clube FORMADOR.


«Vamos jogar à União!»

A filosofia passará por “lutar até ao fim, até ao último segundo” tendo sempre em mente a intenção de “proporcionar espetáculos agradáveis”. Não perca nos detalhes desta notícia a entrevista com o treinador.

 

Olhando para prestação da Oliveirense na época passada, acha que é possível fazer ainda melhor esta temporada?

 

Fazer melhor é sempre um dos nossos compromissos. Estamos a trabalhar afincadamente para isso mas com a consciência que os resultados desportivos dependem de muitas variáveis. O que pudermos melhorar, seguramente vai ser melhorado.   

 

Face às trocas já confirmadas no plantel, faz sentido falar em trabalho de continuidade?

 

Na verdade, os métodos, a disciplina e o rigor serão continuidade do trabalho da época anterior. Em termos de trabalho técnico-tático é quase como começar do início, mas esse desafio agrada-nos.   

 

Falando um pouco dos reforços já anunciados, o que espera que cada um deles acrescente à equipa?

 

Temos um amplo conhecimento dos jogadores que aceitaram fazer parte deste projeto e identificamos à partida um denominador comum: vêm com desejo de ajudar a equipa. Estamos a construir um plantel equilibrado, que nos dará certamente qualidade de treino e de jogo.

 

Substituir o João Soares não vai ser tarefa fácil?

 

O João Soares é um grande jogador e uma excelente pessoa. Tal como todos os colegas de equipa foi convidado a renovar, mas naturalmente que compreendemos a sua decisão em sair. O mercado dos jogadores nacionais é muito curto, e portanto muito caro, pelo que nos vemos obrigados a recrutar estrangeiros.  

 

Certamente já pensou como irá ser a próxima temporada. A Oliveirense vai mudar o seu estilo de jogo?

 

A filosofia da Oliveirense é aproveitar ao máximo as características dos seus jogadores… como eles serão outros, é normal que se mudem processos táticos. O estudo do jogo e dos jogadores é uma parte do trabalho que gostamos particularmente.

 

O que se pode esperar da equipa em todos os jogos?

 

Lutar até ao fim, até ao último segundo, disputando cada posse de bola como se fosse a primeira, a última e a única. Vamos respeitar os adeptos e todas as pessoas que gostam de ver basquetebol, procurando proporcionar espetáculos agradáveis. Vamos tentar transmitir a força e coesão do grupo. Vamos jogar à União! 


«Liga vai ser mais competitiva»

Esta época os encarnados terão um desafio “extra”, com a participação nas competições europeias. Não perca nos detalhes desta notícia a entrevista com o treinador.

 

A última temporada foi de sucesso, ainda assim, acredita que o Benfica poderá fazer mais e melhor?

 

No Benfica queremos sempre fazer melhor. Por isso é nossa vontade ganhar todos os troféus nacionais que estão em disputa.

 

Apesar da entrada de alguns jogadores houve da sua parte a preocupação de manter o núcleo duro da equipa?

 

Exatamente. Fizemos 2 trocas, uma pela saída do Betinho para a ACB e a outra foi a troca do jogador americano. Entrou também para a equipa o Diogo Gameiro (ainda júnior) e o Pedro Belo foi emprestado ao Algés.

 

Faz mais sentido dizer que esta época vai ser de continuidade, ou pensa alterar a forma como a equipa joga?

 

Como disse, o núcleo duro da equipa vai continuar e esperamos todos continuar na senda das vitórias. No entanto, algumas alterações na forma do jogo serão feitas.

 

Ao contratar ao Ronald Slay, o que espera que ele acrescente à equipa? E perguntava-lhe também se a contratação de João Soares é a solução encontrada para substituir a saída do Betinho?

 

O Ronald Slay irá fazer parte da equipa como  qualquer outro jogador e certamente espero que ele possa ser uma mais valia. O João Soares é um jogador que já o seguíamos há algum tempo e por isso foi contratado para ajudar a equipa a lutar pelos seus objetivos.

 

O regresso às competições europeias traz responsabilidade acrescida, ou simplesmente é mais uma forma de o Benfica continuar a evoluir e recuperar o prestigio europeu?

 

O regresso às competições europeias não traz qualquer responsabilidade acrescida em termos de resultados, sendo que quem está no Benfica tem sempre a responsabilidade de dignificar esta camisola. A nossa participação é uma forma, de facto, de evoluir porque iremos defrontar grandes equipas.

 

São já conhecidos os adversários na Eurochallenge (os finlandeses do Kataja Basket, o Belfius Mons da Bélgica e o JSF Nanterre de França). Ainda é muito cedo, mas numa primeira análise que opinião tem sobre as possibilidades da equipa conseguir passar à fase seguinte?

 

Ao contrário do que algumas pessoas dizem ou pensam, este grupo não é fácil, se o dizem é porque não têm conhecimento real não só das próprias equipas mas também do basquetebol desses países. O Nanterre foi campeão francês na época 2012/2013 e na época passada além de ter ganho a Taça de França jogaram  na Euroliga. A equipa belga é uma das melhores equipas do seu país e que luta todas as épocas pela conquista do campeonato belga. Os  filandeses do Kataja são uma boa equipa cujo país está a participar no mundial que se está a disputar em Espanha. No entanto, o que posso dizer é que a minha equipa irá entrar em todos os jogos com a vontade de jogar para ganhar, como sempre faz.

 

Na sua opinião, a Liga este ano vai ser mais competitiva? Consegue apontar quais os principais candidatos, juntamente com o Benfica, a lutar pelo título?

 

Eu acho que a Liga vai ser mais competitiva do que a época passada. Neste momento ainda não tenho conhecimento de todas as equipas mas pelo que tenho lido existem clubes a reforçarem-se com qualidade.


Novo Lusitânia, a mesma ambição

O treinador está convicto que o grupo de trabalho não vai perder ambição, já que objetivo para esta nova temporada será melhorar o 4º lugar alcançado na última edição da LPB.

 

 

 

 

 

Algumas caras novas no plantel do Lusitânia, sinal que a equipa se irá apresentar diferente esta temporada. Mudança significa sempre incerteza, mas o técnico Nuno Barroso acredita que a equipa ficará mais forte. “Penso que o que aconteceu este verão significa a renovação da equipa do Lusitânia. Mantém-se o grupo de jogadores locais, mas, para além destes, há, de facto, uma renovação. Vamos ver o que isto representa e se, inclusive, até pode vir a ser a base do recrutamento, com os meios que o clube possui, envolvem sempre muitos riscos. Só depois de os novos jogadores cá estarem é que poderemos fazer uma avaliação mais concreta. No entanto, penso que não há motivos para preocupações", diz o treinador.

 

Apesar dos constrangimentos financeiros, facto que naturalmente influencia o recrutamento de jogadores, Nuno Barroso acredita que a equipa não vai perder qualidade para as restantes equipas da Liga. “Pode, se pensarmos que os recursos disponíveis obrigam a orçamentos cada vez mais apertados e restringidos. O acesso a determinado grupo de jogadores, nomeadamente portugueses, é inalcançável. Isto, claro, pode refletir-se num abaixamento do nível de qualidade do plantel. Mas penso que, em termos gerais e olhando para o todo do basquetebol nacional, a realidade vigente tem-se pautado por um nível médio mais baixo do que em anos anteriores. Como tal, o nível de qualidade de jogo da equipa poderá não baixar de forma significativa. Penso que a queda do nível qualitativo do basquetebol nacional é proporcional a todas as equipas. O Lusitânia tem acompanhado esta tendência. Independentemente disto, parece-me que existe muito mérito desta equipa, que já conseguiu um 3º e um 4º lugares na Liga, mesmo num quadro de largas limitações.”

 

O clube açoriano já anunciou o regresso de Daniel Caluico à equipa, mas ainda há espaço para mais um jogador do Continente, que acrescentará qualidade ao jogo exterior do Lusitânia. “Ainda chegará mais um jogador do continente e já estamos a ultimar os termos do contrato com esse atleta. Será um jogador de qualidade, para as posições exteriores. A partir daí, o plantel a nível dos jogadores portugueses ficará fechado.

 

Quem também vai voltar a trabalhar com Nuno Barroso é o norte-americano Cavel Witter, ele que vem para substituir o influente base James Smith. “Espero, acima de tudo, que o Cavel Witter venha para Portugal fazer o que não acabou quando cá esteve pela primeira vez. Trata-se de um jogador com recursos técnicos muito bons e tem um perfil de personalidade que se enquadra muito bem na realidade em que nos inserimos atualmente, pois é um atleta simples, humilde e trabalhador. Espero que venha liderar a equipa e que desempenhe, basicamente, as mesmas funções que o James Smith desenvolveu na época passada.”

 

O plantel ainda não está completo, se bem que o técnico já tenha identificado quais as necessidades da equipa. “Faltam dois jogadores, um claramente interior e outro para a posição três/quatro, ambos estrangeiros e que, brevemente, já estarão contratados.”

 

 

Depois de um fantástico 4º lugar obtido na última temporada, um resultado que Nuno Barroso espera poder repetir e se possível melhorar esta temporada. “Como treinador, até por uma questão de coerência, nunca poderei pedir à equipa menos do que foi feito na época anterior. Penso que pode ser um risco afirmar isto, mas sabendo que os objetivos do clube estão bem estabelecidos e que apontam, concretamente, para a permanência da equipa neste nível de competição, não posso ambicionar a menos do que aquilo que foi conseguido no ano passado. Vamos trabalhar e lutar para estarmos a esse nível e, de preferência, com maior regularidade, visto que começámos muito mal a época. Vamos procurar retificar esta situação e tentar manter esse nível de competitividade e de classificação.”

 

Ambição não falta ao treinador insular, pelo que só os jogos confirmarão se existem condições para que o Lusitânia continue a lutar por objetivos cada vez maiores. “Vamos ver, pois trabalhamos sempre com um conjunto de incertezas que não nos permite, de facto, planear e prever as coisas com muita precisão. Mas, como treinador, a ambição só pode ser a de melhorar. O líder da equipa deve mostrar a ambição necessária para motivar os jogadores para o sucesso, independentemente das condições que possam ou não existir.”

 

O núcleo de jogadores da ilha Terceira vai manter-se, sendo que Nuno Barroso deseja que, cada vez mais, desempenhem um papel ativo dentro do grupo de trabalho. “Espero que com um contributo cada vez maior. Na época passada já vimos alguns jogadores locais com uma participação e uma qualidade bastante assinaláveis, mesmo que este seja um percurso longo. Na nova época, espero que esta participação se continue a acentuar."

 

Infelizmente para o técnico a base de recrutamento na ilha Terceira é diminuta, um problema há muito identificado, mas que parece não melhorar. “São questões mais do que repetidas. Costuma dizer-se que quando alguém fala muito alto deixa de ser ouvido… Não há muito a acrescentar. O nível de qualidade da formação e, certamente, o nível de investimento em recursos humanos terão baixado bastante. Basta ver que a competitividade das nossas equipas, em confronto com as equipas de outras ilhas, nomeadamente São Miguel, é menor a cada ano que passa. A preponderância que o basquetebol da ilha Terceira tinha a nível regional já se perdeu e isto, obviamente, é consequência de um nível de qualidade mais baixo dos jogaderes. Estas são questões que estão apuradas e debatidas. Resta aos agentes da modalidade ou alterar o rumo das coisas, ou deixar andar e perder definitivamente a capacidade para formar atletas com qualidade para participar em competições deste nível." 


Trabalhar para melhorar

O que não significa que estivesse desapontado com a atitude dos atletas, ou com o comportamento que tiveram ao longo da prova. O Europeu confirmou que a equipa estava preparada para ser agressiva a defender, fazendo disso a sua imagem de marca, mas infelizmente esse sucesso não foi acompanhado nas questões atacantes. A falta de eficácia ofensiva comprometeu as aspirações de Portugal chegar a lugares mais próximos do topo, bem como confirmou que os problemas da Seleção Sénior começam na base da pirâmide…

Do ponto de vista defensivo, Raul Santos não poderia estar mais orgulhoso, bem como não poderia ter exigido mais do grupo de trabalho que viajou até Strumica. “Antes do último jogo com Noruega, nos rankings por equipa, Portugal estava em 1º lugar em desarmes de lançamento, 4º em roubos de bola e a 4ª equipa com menos pontos sofridos do campeonato. A nível da defesa mais era impossível”. Números que demonstram bem o desempenho defensivo da equipa ao longo de toda a competição.

 

Mas na eficácia ofensiva “éramos 19/20 e isso refletiu-se na classificação final da equipa.” Ainda assim o técnico “nada tem a apontar aos atletas”, pois mais do que ninguém os próprios eram os mais frustrados e tristes no final do encontro com os noruegueses. Raul Santos não tem dúvidas que a competição serviu para que os jogadores portugueses “sentissem e descobrissem os problemas individuais que têm para conseguirem meter a bola no cesto, mesmo em situações de tiro completamente abertos.”

 

Se a este problema juntarmos o facto de não termos referencias interiores, o facto de os “extremos não terem capacidade atlética para meterem a bola no cesto com a oposição dos postes contrários”, a falta de eficácia “passa a ter uma importância ainda maior no nosso tiro exterior.”


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.

Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda

Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.

Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.

Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.