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Terceira Basket dá boa réplica aos encarnados

Apesar da derrota, por 85-101, os insulares entraram no derradeiro quarto da partida a vencer por quatro pontos de diferença (73-69). Mas um último quarto demolidor por parte da equipa treinada por Carlos Lisboa (32-12), acabou com o sonho dos terceirenses em saírem vitoriosos no seu primeiro encontro diante de um histórico da modalidade.

Os encarnados deram uma amostra do elevado potencial ofensivo da equipa ao ultrapassarem a centena de pontos, isto mesmo sem contarem com os contributos de Seth Doliboa, Betinho e Ben Reed, com seis jogadores a marcarem mais de 10 pontos. De entre os mais produtivos, destaque para a dupla Heshimu Evans (24 pontos, 12 ressaltos, 7 assistências, 2 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento), muito perto de um triplo-duplo, e Sérgio Ramos (22 pontos e 9 ressaltos) a darem sinais que começam a época com a mão quente.O sonho açoriano durou 30 minutos, algo que não deixa de ser um bom sinal para equipa estreante na Liga. O norte-americano Tony Murphy (28 pontos, 3 roubos de bola e 2 ressaltos) confirmou a um nível mais levado a sua qualidade de marcador de pontos (28 pontos), muito embora o seu compatriota Durrel Nevels (17 pontos, 14 ressaltos, 2 assistências, 2 desarmes de lançamento e 1 roubo de bola) tenha sido o mais valorizado da equipa. Ambos a justificarem a aposta renovada por parte do clube da ilha Terceira.Vizinhos a norteNo embate entre vizinhos, o Vitória de Guimarães levou a melhor diante do Barcelos Hotel Terço (82-69). Também aqui só no último período a equipa minhota fugiu no marcador, já que no final do 3º período as equipas estavam empatadas a 52 pontos. Um bom prenúncio para o Campeonato que aí vem, uma vez que as equipas que este ano subiram estão a dar provas que podem ser competitivas e discutir jogos.A boa percentagem dos vitorianos da linha de 3 pontos (40%) foi decisiva, num encontro em que a distribuição de pontos pelos atletas que jogaram foi notória. Cinco jogadores com 10 ou mais pontos, com a dupla de postes portugueses composta por Cláudio Fonseca (14 pontos, 6 ressaltos e 5 desarmes de lançamento) e Paulo Diamantino (10 pontos e 5 ressaltos) a darem muito boa conta de si. Nos barcelenses, o duo composto por Nuno Oliveira (13 pontos, 11 ressaltos e 5 assistências) e Vezgicoll (22 pontos e 5 ressaltos) começou a confirmar a aposta neles feita.No Grupo Centro Sul, e depois de uma primeira parte em que cada uma das equipas dominou um quarto, a Académica aproveitou bem a vantagem conquistada no inicio da segunda parte para levar de vencida o Casino Ginásio (67-61).


Um dos anteriores vencedores fica pelo caminho

Este sábado AD Vagos e CAB Madeira disputam a 1ª meia-final, a partir das 16 horas e assim, por capricho do sorteio, só um dos anteriores vencedores do troféu poderá aspirar a arrecadá-lo pela 3ª vez. Recorde-se que o CAB Madeira triunfou nas duas primeiras edições (2007/08 e 2008/09) enquanto o AD Vagos ganhou nas duas épocas seguintes (2009/10 e 2010/11).

Na 2ª meia-final defrontam-se Algés e GDESSA a partir das 18 horas. As algesinas, finalistas vencidas na pretérita temporada, quererão estar pela 2ª vez consecutiva no jogo da decisão, mas para isso terão que se acautelar ante a jovem formação das escolares. Depois de amanhã (domingo) o mesmo recinto será palco do jogo para o 3ª/4º lugares entre os vencidos da véspera (às 15H00), seguindo-se a final, a partir das 17H00, entre os vencedores. Entretanto em Coimbra e em Torres Novas terão lugar, também em sistema de final-four, os grupos que decidirão o escalonamento do 5º ao 8º lugares e da 9ª à 12ª posições, respectivamente.Grupo do 5º/8º lugares (Coimbra – Pavilhão do Olivais)Sábado (01/10)15H00 Olivais-Académico FC17H00 Quinta dos Lombos-Boa ViagemDomingo (02/10)09H45 Vencido 1º jogo-Vencido 2º jogo11H45 Vencedor 1º jogo-Vencedor 2º jogo Grupo do 9º/12º lugares (Torres Novas – Palácio dos Desportos)Sábado (01/10)16H00 CD Torres Novas-Basquete Barcelos18H00 EMA Menéres-Montijo B. BasketDomingo (02/10)09H30 Vencido 1º jogo-Vencido 2º jogo11H30 Vencedor 1º jogo-Vencedor 2º jogo


Carlos Lisboa: «Nunca me dissociei da modalidade»

Por isso, garante, está plenamente preparado para acumular aquelas funções com as de treinador da equipa principal dos encarnados. O Troféu António Pratas é o primeiro grande desafio e o objectivo, assegura, passa por vencer.

Este regresso ao cargo de treinador surgiu de uma forma inesperada?Foi-me proposto por parte da Direcção do Benfica, e em prol dos interesses do clube, que assumisse o comando técnico da equipa, acumulando com a função de Director Geral das Modalidades. Para que isso seja possível formei uma equipa na parte desportiva, constituída pelo Nuno Ferreira e o Goran, outra na administrativa no que ao basquetebol diz respeito, e tive que implementar um modelo organizacional para manter o exemplar funcionamento das modalidades do clube. Tenho comigo a trabalhar um comité, onde são agendadas atempadamente reuniões para debater e dar resposta célere a todas as situações que surgem no funcionamento diário do clube.Durante este interregno sentiu de alguma forma saudades de viver mais de perto os jogos?Ando há muitos anos ligado ao basquetebol e em momento algum me dissociei da modalidade. Gosto muito daquilo que faço actualmente e, mesmo quando não estava ligado ao trabalho de campo, em momento algum deixei de acompanhar o basket. Obviamente que sentia falta da adrenalina da competição e a excitação do balneário. O que não quer dizer que não me sinta absolutamente preparado para enfrentar os desafios que agora começam.Neste período em que acompanhou mais por fora a modalidade, algo o fez mudar ou reflectir sobre a forma como pensa no jogo?O basket está em permanente mudança, seja pelas próprias regras, pelas novas filosofias que surgem ou pelas características do próprio jogo. Isso faz com que estejas sempre a actualizar-te, algo que fiz não só pela observação dos jogos portugueses, como também através das competições internacionais. Naturalmente todos os treinadores têm que evoluir, concordando com algumas novas filosofias, outras nem tanto, mas acima de tudo mantendo as suas convicções e ajustando-se às novas realidades. Não tenho dúvidas que sou um treinador diferente de há 5 ou 6 anos atrás, até porque o jogo, as regras, bem como a intensidade a que desenrola, são diferentes. Fundamentalmente, há que renovar ideias e melhorar estratégias para conseguir atingir com sucesso os objectivos definidos.Como irá ser o Benfica sob a orientação do treinador Carlos Lisboa?O empenho e a intensidade de todos os jogadores tem de ser enorme em qualquer jogo em que o Benfica participe. Defender bem e com grande intensidade, mas sem descurar a parte ofensiva, pois é sabido que é necessário fazer pontos para vencer os jogos. Pretendo que a equipa jogue rápido, embora consciente que é impossível jogar 40 minutos em contra-ataque, com intensidade, ressalte, colectivos quando em ataque posicional, corajosos na entrega e sempre conscientes dos interesses da equipa em primeiro lugar. O que não quer dizer, pois é isso que acontece naturalmente, que as individualidade sobressaiam e façam a diferença.À excepção do base norte-americano Trevor, o clube reforçou-se para esta temporada com atletas já conhecedores da Liga portuguesa. Coincidência, ou foi condição tida em linha de conta? Já conhecerem o basquetebol português e a grandiosidade do clube é sempre importante. Mas isso não basta e não foi condição única para terem sido minha escolha. Fazem parte do plantel porque lhes reconheço qualidade para jogar no Benfica e por poderem ser úteis nas batalhas temos pela frente.Este Troféu António Pratas já é para vencer?O Benfica entra em todas as competições em que participa com o objectivo claro de as tentar vencer. Mas isso não implicou que queimássemos etapas na nossa preparação programada. Este Troféu António Pratas faz parte da nossa pré-época, o que não invalida que o disputemos até pelo respeito que o nome da competição e dos nossos adversários nos merece.


Open Season do FC Gaia

Será o primeiro grande momento do ano em que a família Gaia se vai juntar para um dia que promete ser de muito basquetebol, convívio e de boas-vindas aos recém chegados.


Basquetebol apresenta-se este domingo

A uma semana do arranque do CNB1, a formação treinada por Hugo Sousa defronta a Física de Torres Vedras, equipa que actua na Proliga (segundo escalão nacional), em mais um teste antes do início das competições oficiais

A partida, agendada para as 11 horas, é a oportunidade ideal para os adeptos conhecerem os novos reforços alcantarenses para a temporada 2011/12.Antes deste encontro, será a vez das meninas entrarem em campo. Num misto de Sub14 e Sub16, as nossas atletas vão «medir forças» com o Benfica, a partir das 9h30.


Festa de apresentação

As actividades, no pavilhão do clube, começam a partir das 14.30 horas e incluem, para além da apresentação de todas as equipas, os jogos de apresentação das formações seniores.

Pelas 15.30 horas, o conjunto sénior feminino, liderado por Carlos Cabral e que vai disputar a 2.ª Divisão Feminina, defronta o Colégio de Calvão (1.ª Divisão). Às 18.30 horas, será a vez do grupo liderado por Pedro Costa se apresentar, oficialmente, aos sócios e simpatizantes. O Maia Basket, da Proliga, foi a equipa convidada para este jogo com o Esgueira/Oli.


Curso de árbitros

O local da realização é na cidade de Mirandela ( Escola Secundária ) , sendo o curso , factor importante para um melhor desenvolvimento da modalidade no Distrito de Bragança, já que no presente o número de árbitros é insuficiente . Estão inscritos 20 candidatos , a maioria ainda jovens , que irão de certeza fazer com que, os objectivos deste evento sejam completamente cumpridos .


Pedro Costa: “Temos como objectivo principal a subida de divisão”

Depois do título nacional do CNB2 e da respectiva subida ao CNB1, o conceituado técnico mantém, este ano, objectivos bem ambiciosos para o Esgueira/Oli. Não deixe de ler a seguinte entrevista, na qual Pedro Costa perspectiva a nova época desportiva, que, oficialmente, está prestes a iniciar-se.

Na última temporada conduziu o Esgueira/Oli a um título histórico. O que é que os adeptos do clube podem esperar da equipa sénior masculina esta época?Uma equipa que vai dignificar ao máximo o clube, os adeptos e os patrocinadores, e que se irá preparar ao máximo para que possa alcançar a vitória em cada jogo.O núcleo base da equipa campeã manteve-se e recebeu alguns reforços. Que avaliação faz do plantel que tem à sua disposição?De facto, a base do plantel manteve-se e essa foi uma preocupação minha. Depois, houve o cuidado de nos reforçarmos para que possamos ser competitivos nesta divisão. O plantel é, sem dúvida, mais equilibrado do que na época anterior e a avaliação que faço, até ao momento, é extremamente positiva, mas ainda há um longo caminho a percorrer.Depois de algumas semanas de treino e de alguns jogos de preparação, como é que a equipa está assimilar as suas ideias?Temos apenas três semanas de trabalho e o assimilar de ideias nem sempre é ao ritmo que desejamos. Apesar de mantermos o núcleo duro do ano anterior, temos seis jogadores novos que, pouco a pouco, vão percebendo o que pretendo da equipa, de cada um deles, e qual o seu papel no grupo.Está já preparada para os jogos a “doer”?É claro que, nesta altura da época, estamos longe de estar no nosso melhor, mas estamos a trabalhar para que, no dia 5 de Outubro, com o primeiro jogo para a Taça de Portugal, possamos apresentarmo-nos a um bom nível e, se possível, vencer.Que papel terá o Esgueira no campeonato do CNB1?Como já disse, o Esgueira será uma equipa competitiva, que irá lutar sempre arduamente para alcançar a vitória. Queremos ganhar e temos como objectivo principal a subida de divisão, não o vou esconder. Quando no ano passado aceitei o desafio de treinar a equipa sénior masculina, foi com o propósito de rapidamente colocar o Clube do Povo de Esgueira num lugar que esteja de acordo com a sua história. No ano passado cumprimos todos os objectivos a que nos propusemos, e este ano… só o tempo o dirá. Mas queremos muito vencer e, acima de tudo, temos muita vontade de nos prepararmos bem para que possamos vencer.Antes do arranque do campeonato, o Esgueira joga em Vale de Cambra para a Taça de Portugal. Quais são suas expectativas para esta competição e, mais concretamente, para este jogo?Em relação a este jogo, temos consciência de que vamos jogar com uma equipa muito difícil, composta por jogadores experientes, que jogam juntos há muito tempo, mas, como é lógico, queremos vencer. Em relação à competição, vamos jogo a jogo, com a consciência de que sempre que avançarmos uma eliminatória a tarefa irá sendo cada vez mais difícil.


Nuno Cortez: «Lutamos para conquistar títulos»

O internacional português Nuno Cortez, ainda a treinar condicionado, ainda não deu o seu contributo à equipa, que segundo ele se encontra mais forte e coesa para discutir as competições da nova temporada.

Uma grave entorse afastou Nuno Cortez da Selecção e do Campeonato da Europa, uma baixa de peso que complicou ainda mais as já de si curtas soluções para o jogo interior da equipa nacional. O MVP da temporada anterior já recomeçou a treinar, ainda que não o faça a cem por cento. “Já estou a treinar ainda que de uma forma limitada. Ainda estou num processo de recuperação total porque a lesão foi muito grave.”O treinador Mário Leite manteve o núcleo duro de atletas portugueses, ao renovar com os experientes Nuno Manarte, André Pinto e Fernando Neves; manteve as jovens promessas José Barbosa e Nuno Morais, a que juntou Cristóvão Cordeiro e fez regressar Mário Gonçalves. Um grupo de trabalho que foi reforçado com o norte-americano Austen Powers, um atleta que na opinião de Cortez vai ser uma mais-valia já que se trata de “um bom jogador, muito forte fisicamente e possuidor de um bom lançamento.”A época anterior não foi particularmente feliz, mas a formação de Ovar e os seus fervorosos adeptos estão habituados a grandes conquistas e a bons jogos de basquetebol. Algo que Nuno está convencido que possa voltar a acontecer, uma vez que “a equipa está muito mais forte e mais unida do que nunca” nesse objectivo. “Lutamos sempre para conquistar todos os títulos e esta época vamos o fazer!” Uma declaração que demonstra bem a ambição e o estado de espírito do grupo que trabalha em Ovar sob o comando do treinador Mário Leite.


Dragões deixam boa imagem apesar da derrota

Apesar da derrota, os azuis e brancos discutiram a partida frente a uma equipa do principal campeonato espanhol, tendo estado mesmo a vencer a menos de dois minutos do fim. Ao intervalo, o FC Porto também liderava, por um ponto (44-43).

Depois de um início mais forte do Obradoiro, os Dragões fizeram um óptimo segundo período, encaixando defensivamente no adversário, o que lhes permitiu passar para a frente do marcador. O encontro manteve-se equilibrado até ao último minuto, já que o FC Porto vencia por três pontos a 1:40 minutos do final. Em resumo, os portistas mostraram-se prontos para competir oficialmente, o que acontece já este fim-de-semana, no Troféu António Pratas (Barcelos e Guimarães são os adversários, no sábado e no domingo).Em termos individuais, destacam-se os números de Carlos Andrade (19 pontos e 5 ressaltos), João Santos (15 pontos e 3 ressaltos, 3 triplos em 4 tentativas) e Greg Stempin (17 pontos e 5 ressaltos). Marcaram ainda Reginald Jackson (9), Miguel Miranda (8), Nuno Marçal (7), Anthony Hill (2) e Miguel Maria (2).Na sala de imprensa, Moncho López mostrou-se agradado com a equipa: “Estou muito satisfeito com a imagem que transmitimos, contra uma equipa de altíssima qualidade. Temos de gerir melhor alguns momentos do jogo, mas o mais importante foi conseguir contrariar uma equipa do segundo melhor campeonato do mundo. Estou contente com a nossa resposta”. O técnico criticou ainda a calendarização das competições oficiais: “Não acredito no sorteio do Troféu António Pratas, voltamos a jogar sempre fora. Este é um troféu que, quando o ganhamos, não tem importância, mas quando perdemos ganha um enorme relevo”.


Laura Ferreira: «É bom entrar a ganhar»

A jovem atleta Laura Ferreira, depois do brilhante Europeu de Sub-16, foi determinante no jogo decisivo para definir o acesso a esta final-four, convertendo-se na MVP do jogo frente ao Boa Viagem. Mais um valor a despertar na Liga Feminina, que pretende continuar a evoluir, ajudando simultaneamente o clube que apostou nela e tem ambições de ser competitivo.

Depois de um Europeu muito positivo, a época está a começar de uma forma muito positiva. Esperava que já pudesse ter um contributo tão importante a este nível?Não esperava que começasse a época tão bem. Pensava que ia contribuir para a equipa em pequenos aspectos, como na época passada. Ser MVP do 2º jogo incentiva-me para continuar com o bom trabalho. Ainda estou um pouco chocada, mas muito feliz por ajudar a minha equipa a este elevado nível de competição.Quais as principais diferenças que encontrou no escalão sénior?A oposição é sem dúvida a principal diferença. Nas seniores as jogadoras têm mais experiência e já conhecem muito bem o jogo. Passou de um jogo de correria, para um jogo de decisões. Apesar de fazer parte do plantel sénior do GDESSA, decidiu continuar ligada ao CAR. Esse facto proporciona-lhe mais e melhores condições para já estar apta a jogar na Liga Feminina?Para além de estar a competir com as melhores atletas do escalão de juniores do país, desfruto de óptimas condições como por exemplo o ginásio, onde posso trabalhar o meu físico de modo a obter uma melhor performance dentro de campo. Outra vantagem de continuar ligada ao CAR é a quantidade de conhecimentos que adquiro neste novo escalão que exige, como já disse em questões anteriores, uma maior e melhor visão de jogo, uma técnica mais apurada e o meu auto-controlo. O facto de realizar jogos contra equipas da liga dá-me a vantagem de explorar o escalão sénior para além da minha equipa GDESSA.Foi fácil a sua integração na equipa sénior do GDESSA?Sim. O facto de as minhas colegas serem para além de boas jogadoras, muito simpáticas e acolhedoras, fez com que me sentisse integrada na equipa desde muito cedo.O apuramento para a final four da Taça Vítor Hugo é o prenúncio que podem vir a fazer uma época muito positiva?Sim. É muito bom entrar a ganhar nesta época. Conhecendo o nível de jogo das restantes equipas, o facto de nos encontrarmos entre elas, traduz a ideia de que podemos vir a fazer uma época muito positiva.Com que objectivos partem para esta fase final da Taça Vítor Hugo?Com o objectivo de ganhar. Reconhecemos que as outras equipas têm um nível muito bom e que, como somos uma equipa jovem, não nos consideram as favoritas. Mas vamos para os jogos um pensamento positivo e que estamos aptas para qualquer adversário. Somos muito confiantes e unidas e é isso que nos torna uma boa equipa. Dia 1 de Outubro16 horas – AD Vagos x CAB Madeira18 horas – Algés x GDESSA BarreiroDia 2 de Outubro15 horas – 3º e 4º lugar17 horas – Final


João Santos: “Vamos elevar a fasquia frente ao Obradoiro”

Perante o adversário da Liga ACB, considerada a melhor do Mundo a seguir à NBA, o extremo quer aproveitar para “melhorar”. A partida que oporá o FC Porto Ferpinta ao Obradoiro CAB, no Dragão Caixa, começa às 21h00 de quinta-feira.

Pré-época dura“Está a ser uma pré-época dura, mas necessária para prepararmos a conquista das competições que se avizinham.” Adversário intenso“O Obradoiro joga com muita intensidade, com muita técnica individual. É uma equipa bem organizada, experiente, de uma liga considerada a segunda melhor do Mundo.”Aproveitar para melhorar“O Obradoiro é um tipo de equipa com a qual não iremos ter oportunidade de jogar muitas vezes, pelo que tentaremos aproveitar este jogo para melhorar. Neste momento, todos os jogos são bons testes para avaliarmos o trabalho diário, mas quando se trata de uma equipa com este nível, far-nos-á elevar a fasquia, proporcionando uma avaliação mais concreta e objectiva das nossas potencialidades.”


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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