Artigos da Federaçãooo

Carlos Cabral: “Teremos que ser mais fortes mentalmente”

Quais são as suas expectativas para a nova época, que está prestes a iniciar-se?É expectável termos uma época difícil, até pela juventude e inexperiência desta equipa. No entanto, não vamos deixar de espreitar a possibilidade de chegarmos ao “play off”.O clube aceitou preencher uma vaga na I Divisão Feminina. Considera que o grupo que lidera, que não sofreu grandes alterações, está pronto para esse desafio mais exigente?Começámos os treinos no início de Setembro e, desde aí, preparamo-nos dia a dia para mais este desafio, que é jogar na I Divisão Nacional, com a noção das dificuldades e a certeza de todos os dias podermos dar mais um passo para o sucesso.A estrutura base da equipa, que já está identificada com as suas ideias, manteve-se. Este grupo, que praticou um bom basquetebol no último ano, ainda tem margem de progressão?Acredito que é sempre possível fazer melhor e esta equipa vai continuar a praticar um bom basquetebol e a crescer técnica e tacticamente e também ao nível físico. No entanto, teremos que ser mais fortes mentalmente para podermos superar todo o tipo de pressão a que estamos sempre sujeitos.A equipa tem feito vários jogos de treino, alguns deles frente a equipas da Liga. Está apta para o início da competição?Apesar de algumas contrariedades, vamos ser competitivos e estar o melhor possível neste início de campeonato.O primeiro jogo oficial será para Taça de Portugal, frente ao Gafanha. Que papel gostaria que o clube tivesse nesta prova?Sendo uma prova a eliminar, existe sempre a contingência do sorteio. Estes jogos servirão para avaliarmos o estado da equipa, para nos situarmos no panorama nacional e, obviamente, sem perdermos a noção da realidade, lutar sempre pela vitória, qualquer que seja o adversário.Ter o apoio dos adeptos é sempre importante, mas não será ainda mais este ano, no qual o clube terá outro tipo de oposição?Esta equipa tem trabalhado muito para merecer esse carinho e tenho a certeza que esse apoio dos adeptos do Esgueira vai continuar a acontecer.


Balseiro: “Vamos fazer uma óptima época”

Balseiro mudou-se para Coimbra porque deseja continuar a evoluir, integrado num grupo de trabalho que pretende atingir esta temporada todas as finais em disputa.

Concorda que foi muito mais complicado depender de terceiros para chegar a uma final four?Sim, é muito mais complicado depender de terceiros. Mas trabalhamos com muita seriedade e humildade, desde o dia 27 de Agosto, para estarmos presentes em todos os pontos altos da época. E, apesar de termos sofrido um pouco, valeu bem a pena.O que fez com que do 1º para o 2º jogo a Académica tivesse quase dobrado a sua pontuação?Bem, no primeiro jogo penso que muita coisa nos correu mal. Penso que não dominamos a nossa tabela defensiva, tivemos lançamentos exteriores completamente sozinhos e falhamos, penso também que a nossa fraca percentagem de 2 pontos também não ajudou muito. O segundo jogo foi totalmente diferente, jogamos com muita garra e muito querer. Defendemos bem, cumprimos com as ordens do treinador, e tudo correu bem. Sem esquecer o forte apoio que tivemos nas bancadas que nos motivou ainda mais!Quais as primeiras impressões desta sua mudança para Coimbra?Coimbra é uma cidade fantástica, onde os adeptos “vivem” muito a Académica. Vim para um óptimo clube, com provas dadas nos basquetebol português. Com pessoas humildes e trabalhadoras à frente do clube, e com um excelente treinador algo que ainda me motivou mais. Quero evoluír ainda mais para poder atingir os meus objetivos, tanto individuais, como coletivos.Até onde poderá chegar a Académica esta temporada?A Académica quer chegar a todos os pontos altos da época, a todas as finais. Com humildade, trabalho e muito querer, penso que vamos fazer uma óptima época.


James Robert e Charles Swiggett

São os norte-americanos James Robert e Charles Swiggett. Os dois jogadores já se encontram em Guimarães e poderão ser utilizados na estreia do campeonato, frente ao Basquete de Barcelos, no dia 21.

James Robert é um extremo/poste que já passou pelo Lusitânia dos Açores e Illiabum. O americano, de 25 anos, mede 2.03m.. Por seu turno, Charles Swiggett vai jogar pela primeira vez em Portugal. Trata-se de um extremo (2) com uma enorme capacidade para fazer pontos, mas que poderá desempenhar o papel de primeiro base, e vem oferecer mais soluções ao técnico Fernando Sá para o jogo exterior.


Vem colaborar com o Portal da FPB

Assim sendo, a FPB abriu um período de candidaturas – a partir de hoje e até 21 de Outubro próximo – no qual todos os eventuais interessados com idade superior a 18 anos poderão enviar-nos os seus dados de acordo com o referido nos detalhes desta noticia.
Tais colaborações assentarão num regime benévolo, podendo a FPB, face aos currículos recebidos e às suas disponibilidades, vir a ponderar outro tipo de regime.

As candidaturas obedecem ao envio obrigatório dos seguintes elementos, para o email redecolaboradores@fpb.pt

– Nome completo:

– Idade/data de nascimento:

– Formação académica

– Formações específicas na área do jornalismo ou na edição de imagem

– Ligações ao Basquetebol

– Prática ou experiência anterior de atividade semelhante ou relacionada

– Condições para garantir uma efetiva disponibilidade: (tempo, tipo de atividade a realizar/acompanhar, etc.)

– Outros elementos que julgue importante referenciar


Apresentação das equipas

Na apresentação estiveram cerca de 204 atletas de uma faixa de escalões desde Sub 8 a Seniores. Com cerca de 18 equipas, o clube tem apostado fortemente na qualidade da formação nesta modalidade o que se tem reflectido num aumento de praticantes jovens e poderá num futuro próximo reflectir-se nos resultados alcançados nos diversos campeonatos.

Para além de atletas, treinadores, colaboradores e dirigentes, a sessão pretendeu juntar os familiares dos atletas pois o clube está consciente da importância das sinergias resultantes da contribuição destes diferentes grupos, reconhecendo o papel fundamental que as famílias podem ter na construção de uma sociedade saudável e sustentável que se pretende interligar com a componente desportiva.A sessão foi marcada pela alegria e motivação em grande parte devidas aos resultados alcançados na época passada.A Presidente do clube, Dra. Isabel Domingos Ribeiro agradeceu as vitórias e empenho de todos no passado e desejou que continuassem o bom trabalho como Embaixadores Algés, nesta modalidade.


AD Vagos conquista pela 4ª vez a Taça Vítor Hugo

Pelos vistos a tradição continua a ter peso.

Mas não se julgue que a equipa de Nuno Ferreira teve a tarefa facilitada. Não senhor. O Algés entrou mal no jogo, com 2 minutos decorridos já tinha a sua poste norte-americana Broomfield, no banco com duas faltas, provocadas pela sua marcadora directa, Ebony Ellis, que esteve numa manhã imparável. Muito forte no ressalto ofensivo (capturou 8), Ellis viria a ser a MVP da partida, fazendo um duplo duplo (25 pontos e 12 ressaltos).Se Ellis esteve com a mão quente logo desde o apito inicial (12 pontos nos primeiros 10 minutos), aproveitando também a ausência de Broomfield no banco, do outro lado foi a base Jessica Almeida que carregou com a equipa do Algés, muito forte no 1×1 e tomando boas decisões. Sinal mais das vaguenses no quarto inicial (13-17), depois de 2-8 e 7-13, com as algesinas a igualarem (13-13) no minuto 9, mas Daniela Domingues (outra boa prestação) a não estar pelos ajustes e a marcar 4 pontos até ao sinal sonoro. No 2º período (12-11) foi a vez de o Algés reentrar melhor e com um parcial de 6-0 passou pela 1ª vez para a liderança no minuto 12 (19-17), com Jessica Almeida a assumir a concretização, por duas vezes. Entretanto já Broomfield regressara ao jogo, mas a sua 3ª falta assinalada no minuto 15, levou-a de novo ao banco, somando apenas pouco mais de 5 minutos e meio de utilização na 1ª metade e sem qualquer ponto no bornal. Por banda das vaguenses Ebony Ellis continuava a facturar e a destacar-se nas tabelas, mas tendo boa ajuda de Daniela Domingues e Lilian Gonçalves.Ao intervalo (25-28), a vantagem da AD Vagos era reflexo da supremacia nas tabelas (13-18 ressaltos) e do maior número de faltas provocadas (8-10), com excelente aproveitamento (92%) da linha de lance livre (12/13). O Algés por seu turno era mais eficaz nos tiros de 2 pontos (48%-36%) enquanto no tiro exterior o desacerto era dos dois lados (nenhum triplo convertido em 6 e 5 tentativas, respectivamente).No 3º quarto (15-14) o Algés voltou a ganhar, reduzindo assim o prejuízo para 40-42, ao cabo dos 30 minutos. Ana Oliveira e Courtney Jones acertaram duas bombas consecutivas no minuto 24, contribuindo para a viragem do resultado (37-32), com um parcial de 8-0 em pouco mais de um minuto. Mas Ellis e Daniela, sempre inconformadas, voltaram a carregar com a sua equipa, devolvendo a liderança às suas cores, já no minuto 30 (40-42). As algesinas subiam de rendimento, aproveitando naturalmente a presença de Broomfield em campo (jogou o 3º período completo), que criou mais problemas a Ellis.Nos derradeiros 10 minutos (21-23), o jogo teve momentos espectaculares, com ambas as equipas a aplicarem-se a fundo para chegar à vitória. Com as vaguenses na frente, o Algés igualou (44-44) no minuto 32, mas novo arranque das comandadas de Nuno Ferreira deu vantagem às suas cores (44-50 e 49-54). Foi altura de José Araújo parar o cronómetro (minuto 37) e reunir as suas tropas. Estas reagiram, como se impunha, conseguindo um parcial de 7-0, concluído com uma bomba de Catarina Coelho (56-54), com 2 minutos exactos para jogar. Mas o jogo ainda não estava resolvido, pois na resposta a experiente Joana Lopes devolveu o comando à sua equipa, com um triplo (56-57) e no ataque seguinte consolidou a liderança (56-59), tudo no minuto 39. Acto contínuo José Araújo esgotou os descontos de tempo e de seguida Laura Broomfield é excluída. Joana Lopes, de lance livre aumenta para 56-61 (com 30 segundos para jogar), coroando um período de grande protagonismo, ao marcar a totalidade da sua pontuação (7 pontos) em pouco mais de um minuto, com a sua experiência a vir ao de cima, num momento crucial. O inconformismo de Jessica Almeida numa jogada de 2+1 reduz para 59-61 (com 20,7 segundos para jogar) e foi altura de Nuno Ferreira usar a prerrogativa dos descontos de tempo (ainda não tinha utilizado na etapa complementar). Falta rápida e Lilian Gonçalves a não tremer da linha de lance livre (59-63 a 18,4 segundos do termo). Jessica Almeida mais uma vez não baixa os braços e converte uma penetração (61-63 com 12,6 segundos para jogar). Nuno Ferreira pára o jogo de imediato e no reatamento nova falta rápida do Algés. Ebony Ellis sela o resultado final (61-65), confirmando a sua elevada eficácia nos lances livres (90%).Destaque nas vencedoras para a grande prestação da poste norte-americana Ebony Ellis (MVP da partida com 29,5 de valorização) ao contabilizar 25 pontos, 12 ressaltos sendo 8 ofensivos, 1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas, com 9/10 da linha de lance livre. Foi muito bem acompanhada por Daniela Domingues (21,0 de valorização) com 17 pontos, 64% nos duplos, 8 ressaltos, 2 roubos e 4 faltas provocadas (3/4 nos lances livres) e Lilian Gonçalves (12 pontos, 2 ressaltos, uma assistência, 2 roubos e 3 faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres). No Algés a mais valiosa foi a extremo/poste Courtney Jones (21,0 de valorização), à beira de um duplo-duplo (11 pontos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 5 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres), bem secundada por Jessica Almeida (18 pontos, 4 ressaltos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 2/3 nos lances livres), bem a comandar o ataque. Laura Broomfield (11 pontos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres), Catarina Coelho (12 pontos, 3/4 nos duplos, duas assistências e duas faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres) e Ana Oliveira (8 pontos, 3 ressaltos defensivos, duas assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres) deram também forte contributo.A finalizar uma palavra de apreço para os 3 clubes intervenientes nesta fase final. Um obrigado especial para a estrutura do GDESSA que se esmerou para proporcionar uma organização que correu na perfeição. Ficha de jogoAlgés (61) – Jessica Almeida (18), Ana Oliveira (8), Catarina Coelho (11), Courtney Jones (11) e Laura Broomfield (11); Bárbara Pedro, Simone Costa (1) e Maria CastroAD Vagos (65) – Inês Faustino (2), Daniela Domingues (17), Lilian Gonçalves (12), Ana Teixeira e Ebony Ellis (25); Inês Pinto, Sara Ressurreição (2), Joana Lopes (7) e Áurea Mendes Por períodos: 13-17, 12-11, 15-14, 21-23Árbitros: Carlos Cunha e Hugo Beja


Oliveirense regressa às grandes vitórias

A UD Oliveirense foi mais forte do que o Maia Basket (81-64), confirmando neste arranque de temporada, todo o potencial que lhe era reconhecido pelas aquisições feitas pelo clube.

Depois de um primeiro quarto equilibrado, ainda que com vantagem para a equipa da Oliveirense (21-18), o 2º período foi decisivo para o desfecho do encontro. A vantagem de quinze pontos (46-31) construída pelos comandados de Sérgio Salvador até ao intervalo, viria a revelar-se determinante, uma vez que não mais os maiatos conseguiriam fazer baixar a diferença pontual da casa das dezenas.Bem pelo contrário, seria a Oliveirense a aumentar a distância acima dos 20 pontos, tornando praticamente impossível a tarefa do conjunto da Maia em reentrar na discussão do jogo.As duas principais contratações da Oliveirense, João Reveles (20 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) e Nuno Cortez (19 pontos, 12 ressaltos e 4 roubos de bola), começam a valer títulos, num encontro em que a equipa esteve muito bem na eficácia do lançamento e controlou muito bem a posse de bola.O Maia Basket não foi capaz de reagir à desvantagem pontual que consentiu ainda durante a primeira parte, muito por culpa do elevado número de turnovers cometidos (21), como também pela fraco aproveitamento dos lançamentos de 2 pontos (9/32 – 29%), contrariamente ao que conseguiu da linha de três pontos (12/22 – 55%). Nuno Marçal (15 pontos e 6 ressaltos) confirmou que ainda não perdeu o jeito para lançar de três pontos, bem como a apetência de Pedro Catarino em fazer pontos (16), tendo-lhe faltado apenas a segurança de um base (6 turnovers).Fotos: José Paulo Silva


Lusitânia, Barcelos e Académica seguem em frente

No duelo entre minhotos, levou a melhor o Basquete de Barcelos, que mesmo perdendo, em Guimarães (82-85), apurou-se graças à vantagem de sete pontos conquistada no 1º jogo. O grande beneficiado da vitória do Sampaense Basket diante da Ovarense (80-63) acabou por ser a Académica de Coimbra, que face à conjugação de resultados e cesto-average, apurou-se para estar entre as melhores quatro equipas desta competição.

Nem mesmo o fato de ter realizado os dois jogos desta fase de grupos em casa dos seus adversários, impediu que os insulares estejam presentes no primeiro ponto alto da temporada.Depois de um primeiro período muito pobre em marcação de pontos (5-8), a equipa visitante manteve-se no comando do marcador até se atingir o intervalo (26-20). No inicio da segunda parte, a vantagem foi dilatada para a casa das dezenas (48-35), pelo que bastou ao conjunto da ilha Terceira gerir a diferença pontual até final do jogo.O jogo exterior dos açorianos funcionou muito bem, com uma excelente percentagem de três pontos (8/16), estando a dupla de bases formada por Daniel Monteiro (22 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências) e Jeremy Goode (17 pontos, 5 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) em grande destaque, e apoiada no jogo interior pela dupla Mohamed Camara (16 pontos e 6 ressaltos) e Marcel Monplaisir (7 pontos, 10 ressaltos e 3 desarmes de lançamento).O poste Eki Viana (8 pontos, 10 ressaltos, 6 assistências e 3 roubos de bola) voltou a mostrar a sua utilidade, ainda que tenha sido Ricardo Rodrigues o melhor marcador da Física com 15 pontos.Triunfo amargo do GuimarãesApesar de derrotado em Guimarães (82-85), o Basquete de Barcelos apurou-se para a fase seguinte do Troféu António Pratas. A vantagem de sete pontos trazida do primeiro jogo foi suficiente para que a formação orientada por José Ricardo siga em frente na prova. À entrada do derradeiro período os vimaranenses estavam a penas dois pontos de distância (69-64) de anular a desvantagem trazida do 1º jogo, mas nos últimos 10 minutos os barcelenses foram mais fortes (18-16). As fantásticas prestações de Marko Loncovic (32 pontos e 10 ressaltos), MVP do jogo com 36.5 de valorização, e Nuno Oliveira (27 pontos e 6 ressaltos) foram decisivas para o Barcelos alcançar a passagem à fase final do Troféu.O Vitória mesmo tendo controlado melhor a posse de bola, a menor eficácia nos lançamentos de curta e média distância, impediu que os vitorianos conseguissem uma vitória mais dilatada. Dain Swetalla, a par de André Bessa, foi o melhor marcador dos vimaranenses com 24 pontos.Académica beneficia do cesto-averageDepois da derrota no dia anterior pela diferença de vinte pontos frente à Académica de Coimbra, a tarefa do Sampaense afigurava-se muito complicada pois estava obrigado a anular os pontos negativos que trazia da jornada anterior.Isso não impediu que o conjunto de S. Paio de Gramaços conseguisse uma confortável vitória sobre a Ovarense, ainda que por números que a deixam de fora da fase seguinte da prova. A formação de Ovar (-5), perante este resultado, viu-se ultrapassada pela equipa da Académica (+8) na classificação final do grupo, que terminou com as três equipas empatadas com uma vitória e uma derrota.CAB derrota Galitos/BarreiroNo jogo de encerramento do Grupo Sul, o CAB Madeira derrotou a equipa do Galitos por 95-84. O domínio do jogo foi repartido, estando melhor os madeirenses na 1ª parte (48-40), com uma boa reação da equipa da margem sul no inicio da 2ª parte, dando a volta ao marcador (69-68).Tudo se resolveria nos últimos 10 minutos do encontro, com a equipa da Madeira a revelar-se mais forte nos momentos de decisão. Foram cinco os atletas do CAB a fazerem mais de dez pontos, com os dois bases atiradores, Jaime Silva (23) e Jorge Freitas (23), a serem os mais concretizadores.No conjunto do Barreiro, o base Pedro Pinto (29 pontos, 7 ressaltos e 4 assistências), foi o MVP do jogo com 35 de valorização, contudo a sua prestação não conseguiu evitar a derrota da equipa.


Experiência das vaguenses fez a diferença ante o GDESSA

Nas duas últimas épocas a vitória pendeu para as vaguenses, que aliás lideram o ranking dos vencedores do troféu, com 3 triunfos, contra 2 do CAB Madeira.

No jogo desta tarde, no Pavilhão Municipal Luís de Carvalho, no Barreiro, a maior experiência das vaguenses acabou por ser determinante nos momentos cruciais. A vitória da AD Vagos por 58-55 é justa, com Nuno Ferreira a ter mais soluções no banco, ao invés do seu homólogo que utilizou apenas 8 jogadoras, com as duas últimas a somarem em conjunto pouco mais de 8 minutos de utilização. Para a pouca profundidade do plantel de Nuno Manaia, faz muita falta a base Catarina Neves, a recupera r da intervenção cirúrgica ao joelho a que foi submetida no defeso, para além de Telma Fernandes na rotação do jogo interior, como já referimos ontem. Para ajudar a isto o rendimento da norte-americana Wilson está longe de atingir as expectativas, tendo necessariamente que render mais.Após um início equilibrado (8-7) foi a AD Vagos que começou por ganhar alguma vantagem, impondo um parcial de 6-0, aproveitando alguns erros das adversárias, para chegar ao final do 1º período na frente (14-10). No 2º quarto (12-8) as escolares operaram a reviravolta e no minuto 15 venciam pela diferença mínima (17-18), mas as comandadas de Nuno Ferreira, defendendo com mais atenção e sendo mais eficazes na área pintada, conseguiram um parcial de 9-0, com Daniela Domingues a fixar o resultado ao intervalo (26-18), com um tiro em cima da buzina.A diferença pontual favorável à equipa de Nuno Ferreira explicava-se pela maior eficácia nos lançamentos de campo (33%-21%), tendo mais posses de bola resultantes do aproveitamento dos erros das adversárias (2-13 turnovers). De pouco valia às escolares a supremacia nas tabelas (13-22 ressaltos).No reatamento o acerto no tiro exterior (2 triplos) no 3º período (13-16) possibilitou que a formação de Nuno Manaia encurtasse distâncias, primeiro por intermédio de Laura Ferreira (26-23), no minuto 23 e mais tarde com uma bomba tremenda de Tyeasha Moss (32-30), 4 minutos volvidos. A diferença pontual oscilou entre os 2 e os 5 pontos, esta a maior verificada até ao final dos 30 minutos (39-34). A eficácia de lançamento das escolares melhorava e simultaneamente diminuíam os erros, fazendo com que a recuperação fosse um facto.No derradeiro quarto (19-21) a AD Vagos com um parcial de 9-0 em 3 minutos, com o resultado a disparar de 39-36 no minuto 31, para 48-36 no minuto 34. Poder-se-ia pensar que os dados estavam lançados para a vitória sem espinhas das vaguenses, mas num ápice duas bombas consecutivas de Catarina Caldeira e Vera Correia, ambas no minuto 35, mantinham o jogo em aberto (48-42). De imediato Nuno Ferreira parou o cronómetro, com resultados práticos pois no minuto 36, um triplo de Daniela Domingues (51-42) e um lance livre de Lilian Gonçalves (52-42), um minuto decorrido, tranquilizaram por momentos as cores vaguenses. Mas o inconformismo das pupilas de Nuno Manaia não deu sossego às suas opositoras. Uma boa iniciativa da jovem Emília Ferreira, na área restritiva, deu cesto e falta (jogada de 3 pontos), seguida da 2ª bomba de Catarina Caldeira (52-48) e Laura Ferreira de novo a encostar o resultado (52-50). Com 2 minutos e 1 segundo para jogar prosseguiu a dança dos descontos de tempo, com Nuno Ferreira a pedir primeiro e as suas jogadoras a aumentarem a vantagem para 5 pontos (55-50), através de um roubo de bola e cesto convertido na passada, da autoria de Inês Faustino. A perder por 57-50, o último desconto de tempo pedido pelo treinador do GDESSA, a 26,7 segundos do termo, ainda possibilitou o 2º triplo da capitã Vera Correia (57-53), mas a AD Vagos apenas permitiu que Tyeasha Moss selasse o resultado final (58-55), da linha de lance livre.Nas vencedoras destaque para Daniela Domingues, MVP do encontro (19,0 de valorização), ao contabilizar 17 pontos, 6/10 nos lançamentos de campo, 6 ressaltos sendo metade ofensivos e duas faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres. A poste norte-americana Ebonny Ellis conseguiu um duplo duplo (10 pontos, 10 ressaltos e 5 faltas provocadas com 4/8 nos lances livres) mas foi penalizada na valorização pela fraca eficácia nos duplos (25%), falhando 9 em 12 tentativas. No GDESSA, a mais valiosa foi a extremo Laura Ferreira (18 pontos, 53% nos lançamentos de campo, 2/5 nos triplos, 7 ressaltos e 3 faltas provocadas), seguida de perto por Vera Correia (12 pontos, 50% nos lançamentos de campo, 3/4 nos duplos, 2/6 nos triplos, 9 ressaltos e 2 roubos). Bons apontamentos da base Catarina Caldeira (8 pontos, 2/2 nos triplos, 2 ressaltos ofensivos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), ainda que cometendo demasiados turnovers (6) e da jovem Emília Ferreira (6 pontos, 4 ressaltos defensivos, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas, com 4/5 nos lances livres), que aproveitou bem a oportunidade dada pelo seu técnico (quase 28 minutos de utilização). Ficha de jogoAD Vagos (58) – Sara Ressurreição (5), Daniela Domingues (17), Lilian Gonçalves (2), Inês Pinto (2) e Ebonny Ellis (10); Inês Faustino (9), Joana Lopes (6), Áurea Mendes, Ana Teixeira (7) e Joana Jesus GDESSA (55) – Catarina Caldeira (8), Tyeasha Moss (9), Laura Ferreira (18), Vera Correia (12) e Veronica Wilson (2); Emília Ferreira (6), Joana Piteira e Tânia GonçalvesPor períodos: 14-10, 12-8, 13-16, 19-21Árbitros: Vítor Lourenço e Bruno Jordão Amanhã, a partir das 11H00, Algés e AD Vagos decidem a posse do troféu, no mesmo recinto.


Três vagas em aberto

As vitórias de Académica e do Lusitânia frente ao Sampaense (97-77) e ao Algés (75-66) respetivamente, adiam para este domingo as decisões nos Grupos Centro Norte e Centro Sul. Ainda que no Grupo Centro Sul, o semi-finalista será o vencedor do jogo entre a Física e o Lusitânia, bem diferente do cenário do Grupo Centro Norte já que as três equipas ainda poderão chegar à fase seguinte da prova.

Desta forma, tudo está em aberto no Grupo Centro Norte depois da vitória da Académica sobre o Sampaense, por 97-77. Depois da derrota em Ovar, os conimbricenses não só regressaram às vitórias, como também conseguiram anular os pontos negativos que traziam da 1ª jornada. Isto claro, só será relevante, se a Ovarense não sair vencedora do jogo deste domingo, em S. Paio de Gramaços, pelas 17.30 horas. Em situação mais complicada fica o Sampaense a quem não lhe basta vencer, pois terá de ter em conta o cesto-average, que neste momento não lhe é nada favorável (-20).A formação de Coimbra ganhou vantagem durante o 1º período (25-17), uma diferença pontual que se manteve quase inalterável nos dois quartos seguintes (45-36 e 65-58). Só no último período os comandados de Norberto Alves alargaram a vantagem, isto apesar de a menos de 2 minutos do termo do encontro a diferença se cifrasse apenas nos 10 pontos.Um trio esteve em grande plano de evidência na equipa de Coimbra, ainda que Fernando Sousa, MVP do jogo com 36 de valorização, contabilizou 29 pontos, 8 ressaltos, 7 assistências e 3 desarmes de lançamento, tenha brilhado ainda mais do que os seus companheiros João Balseiro (31 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências) e Arnett Hallman (14 pontos, 11 ressaltos e 6 assistências).Carlos Ferreirinho (18 pontos, 3 ressaltos e 2 roubos de bola) revelou uma grande eficácia, ainda que o melhor marcador do Sampaense tenha sido Brando Sebirumbi com 24 pontos.Lusitânia vence em AlgésLusitânia e Física vão decidir este domingo, em Torres Vedras, pelas 15.30 horas, qual delas marcará presença na fase seguinte da prova. Isto porque os açorianos impuseram a segunda derrota nesta fase de grupos à formação do Algés (75-66).Nem mesmo o facto de jogar em casa ajudou os algesinos a levar de vencida a equipa da ilha Terceira, que manteve o seu núcleo duro de jogadores para esta época. Ao intervalo, os insulares venciam pela diferença mínima, vantagem que foi aumentando ao longo da segunda metade do jogo. Os açorianos foram superiores em quase todos os aspetos do jogo, excepção feita à linha de lance-livre, com as exibições de Marcel Monplaisir (17 pontos, 11 ressaltos, 5 desarmes de lançamento, 3 assistências e 2 roubos de bola) e Daniel Monteiro (18 pontos, 6 ressaltos e 6 assistências) a fazerem a diferença.Josimar Cardoso (21 pontos e 8 ressaltos) foi o jogador mais se distinguiu entre os algesinos.


Oliveirense e Maia discutem final

A final será disputada este domingo, pelas 17.30 horas, entre as duas equipas que melhor se reforçaram para esta temporada, e promete muito espetáculo e emoção. Motivos suficientes para que o Pavilhão Salvador Machado se volte a encher para vibrar com mais uma final de basquetebol.

Na primeira meia-final, a Oliveirense a jogar perante o seu público, foi sempre ligeiramente superior aos jovens atletas do Benfica, tendo vencido os 4 períodos do encontro. A melhor eficácia do conjunto de Oliveira de Azeméis nos lançamentos de campo foi decisiva, já que na luta das tabelas os encarnados venceram essa batalha, com destaque para a sua presença na tabela ofensiva.Mas a experiência dos principais jogadores da Oliveirense, com Renato Azevedo (20 pontos) a confirmar as suas credenciais de atirador, e Cortez (11 pontos e 11 ressaltos) a ser fundamental nos ressaltos, acabaria por fazer toda a diferença. Bela exibição do benfiquista Cândido Sá, que terminou o jogo com 15 pontos e 15 ressaltos, oito deles ofensivos. Maia Basket resolve no 3º períodoAs boas indicações deixadas pelos maiatos durante a fase de grupos, com duas vitórias folgadas, confirmaram-se na segunda meia-final da tarde.Contudo, a superioridade maiata só aconteceu durante a segunda parte, já que nos primeiros vinte minutos o ascendente pertenceu aos alentejanos (38-33).O recomeço da etapa complementar viria a marcar o desfecho do encontro, uma vez que os nortenhos, com um parcial de 28-13, se distanciaram no marcador (61-51). Essa vantagem viria a ser aumentada nos últimos dez minutos da partida.Fantástica exibição de Paulo Diamantino, MVP (39.5) do jogo com quase 40 de valorização, autor de um duplo-duplo (27 pontos e 12 ressaltos), determinante nos dois lados do campo, bem secundado por Ricardo Pinto (12 pontos, 7 ressaltos, 6 roubos de bola e 5 assistências) e Pedro Catarino (17 pontos, 5 roubos de bola, 4 assistências e 2 ressaltos), os dois últimos reforços para esta temporada.O número de bolas perdidas (24) pelos alentejanos foi um dos seus principais problemas ao longo do jogo, ainda que, o seu base Tiago Pinto (19 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências e 4 roubos de bola) tenha sido o mais valioso (23) da equipa.


Benfica apurado

O triunfo indiscutível dos encarnados aconteceu num encontro em que foi notório os diferentes patamares de forma em que as duas equipas se encontram, nesta fase da época. Os comandados de Carlos Lisboa têm claramente outro ritmo de jogo, bem como rotinas bem mais consolidadas.

Mesmo sem ter contado com dois elementos importantes no seu jogo interior, Elvis Évora e Fred Gentry, isso não impediu que o Benfica fosse dominador nas áreas próximas do cesto, principalmente pelas ações dos seus poderosos extremos (Betinho, Andrade e Evans).O ritmo de jogo imposto pelo Benfica colocou muitos problemas aos atletas madeirenses, que deram claros sinais de que ainda procuram a sua melhor forma desportiva. Carlos Lisboa apostou numa defesa agressiva, com situações de 2×1, algo que beneficiou as situações de contra-ataque ou transições ofensivas rápidas, a principal arma ofensiva dos benfiquistas.Efetivamente a equipa insular não esteve muito bem no momento de recuperar defensivamente, em parte porque o sucesso ofensivo era diminuto, pelo que os turnovers eram bem aproveitados pelos benfiquistas para finalizarem em situações fáceis de vantagem numérica.O internacional português Cláudio Fonseca, MVP do jogo com 34 de valorização, demorou algum tempo a acertar com o cesto, mas isso não o impediu de registar um notável duplo-duplo, ao converter 16 pontos e 21 ressaltos, sendo que, 10 foram ofensivos. Seth Doliboa converteu 19 pontos, os mesmos que João Betinho, logo seguidos por Carlos Andrade com 16 pontos e Heshimu com 15 pontos.Jaime Silva foi o elemento mais valorizado da equipa da Madeira, muito pelos 13 pontos que converteu, sendo que 12 deles foram conseguidos através dos quatro triplos que converteu em cinco tentados.


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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