Artigos da Federaçãooo
Cinco minutos fatais
Uma esperança que se manteve viva até bem perto do final, mas nos 5 minutos finais do encontro os comandados de Mário Palma deitaram tudo a perder, acabando por ceder por 64-77. Foi o último jogo de qualificação para o Eurobasket’13. Fica uma vez mais provado que conseguimos competir internacionalmente, uma constatação que tem de dar alento para o futuro próximo desta Seleção.
Num encontro em que a formação nacional equilibrou a luta das tabelas (empate a 33), o elevado número de turnovers (19), bem como as baixas percentagens de lançamento de campo, em nada contribuíram para o sucesso da equipa. O técnico nacional bem tentou conseguir uma rotação do banco, mas a verdade é que Portugal voltou a ceder nos momentos finais do jogo, altura em que as partidas se decidem. Portugal viajou até Minsk com o objetivo de fechar com chave de ouro esta fase de apuramento, ou por outras palavras conquistar a sua primeira vitória no grupo. E o inicio do encontro confirmou isso mesmo, com Portugal a liderar por 6-0 à passagem do 2º minuto. Ainda liderou até aos 10-9, mas na parte final do 1º período a equipa da casa conseguiu uma ligeira vantagem (21-15).O bom momento dos bielorrussos prolongou-se no arranque do segundo quarto, conquistando a sua vantagem máxima de 9 pontos com pouco mais de 2 minutos jogados (26-17). Nada que atemorizasse a formação nacional, que com uma boa reação, triplo importante de Mário Fernandes (7 pontos e 10 assistências) volta a encostar o resultado até à diferença mínima (27-28), embora não tenha sido capaz de voltar ao comando do jogo. O intervalo aproximava-se com a equipa portuguesa sempre na discussão do jogo, não permitindo mais que o adversário se afastasse novamente no marcador. Os jogadores portugueses recolhiam aos balneários a perder por seis pontos (38-32), um resultado que deixava tudo em aberto para a segunda parte.Os comandados de Mário Palma regressaram ao jogo determinados a dar a volta ao resultado, tendo chegado novamente à liderança (43-41), a pouco mais de 2 minutos do final do 3º quarto. Uma curta vantagem que a equipa nacional não foi capaz de manter, já que no final do 3º período eram novamente os bielorrussos a comandar o resultado (54-51).Um triplo de João Santos (8 pontos e 8 ressaltos) já perto do meio do último quarto mantinha Portugal dentro do jogo (56-60), mas três minutos bastaram – 2 pontos apenas convertidos – para que Portugal voltasse a comprometer o triunfo (58-69). Com apenas 3 minutos para jogar, o tempo jogava a favor da equipa da casa. Cláudio Fonseca (22 pontos, 8 ressaltos e 3 roubos de bola), mais uma bela exibição, com uma tapinha ainda colocou a diferença nos 10 pontos (62-72), mas seria o melhor que a equipa conseguiria até final (64-77).No final do encontro o técnico Mário Palma era um treinador resignado, preferindo dar ênfase ao futuro da Seleção: “No inicio do jogo conseguimos manter equilibrado o resultado, mas próximo do final não tivemos o que é necessário para disputar a vitória. Nós temos atletas muito jovens e estamos a tentar prepara-los melhor, mas infelizmente a situação do basquetebol no nosso país é muito pobre.”
«Será um bom torneio»
Nesse sentido a equipa encarnada vai organizar nos dias 22 e 23 deste mês o Torneio Internacional de Basquetebol que terá lugar no Pavilhão Império Bonança. À Benfica TV, o treinador Carlos Lisboa revelou que acredita no sucesso do evento, bem como irá ser um bom teste ao trabalho realizado neste arranque de temporada. Para além do Benfica marcarão presença os espanhóis do Lagun Aro GBC, do Asefa Estudiantes e do Cáceres. Aqui está um bom exemplo para contrariar a tão comentada falta de contato internacional do basquetebol português.
“Este torneio tem equipas de qualidade, o Benfica é o Campeão Nacional e convidámos duas equipas que jogam, na minha opinião, na melhor Liga da Europa. Tenho a certeza que será um bom torneio e espero que as pessoas correspondam”, referiu o treinador encarnado. Já as perspetivas sobre os possíveis resultados, o técnico foi mais realista. “Eles começam o campeonato na semana seguinte, logo estão numa fase mais adiantada da preparação do que nós, mas vamos entrar para ganhar”, apontou.Os horários dos jogos são os seguintes:22/09/201215 horas —— Lagun Aro GBC X Cáceres17 horas —— SL Benfica X Asefa Estudiantes23/9/201214 horas —— 3.º e 4.º lugares /vencidos do dia anterior)16 horas —— Final (vencedores do dia anterior)
Portugal despede-se em Minsk
Os resultados não têm sido os desejados, se bem que as exibições da equipa portuguesa não demonstrem na prática um desnível tão acentuado relativamente às outras equipas que fazem parte do grupo. Vencer em Minsk não será tarefa fácil, o que não significa, assim os jogadores portugueses repetiam a exibição frente aos turcos, que Portugal possa terminar com uma vitória. O cansaço irá ser um fator determinante, já que para além da sobrecarga a que alguns jogadores têm sido sujeitos, uma viagem tão longa deixa sempre as suas marcas.
A disponibilidade física de alguns jogadores para este jogo poderá ser determinante para o sucesso de Portugal. O treinador Mário Palma já por diversas vezes referiu que a rotação da equipa não tem sido a ideal, pelo que neste jogo os jogadores que saltarem do banco terão de ser mais contributivos.O desgaste do jogo diante a Turquia, associado à longa viagem até Minsk, irá concerteza acentuar os desequilíbrios físicos, até porque os bielorrussos tentam explorar as vantagens nas áreas próximas do cesto. No jogo da 1ª volta, realizado em Fafe, Portugal não esteve brilhante, mas mesmo assim esteve bem próximo de levar de vencida a equipa da Bielorrússia. Assim sejam corrigidos alguns aspetos que têm a ver com o jogo interior dos bielorrussos, e os jogadores nacionais se aproximem da sua habitual eficácia ofensiva, e Portugal poderá fechar esta fase de grupos com um sucesso. Isto sob pena de estar obrigado a não voltar a repetir fases negras, normalmente traduzidas em parciais negativos, que tem acontecido em alguns encontros. Isto significa que que em nenhuma fase do jogo os atletas portugueses poderão perder os seus papéis dentro de campo, e quando o ataque não estiver a ter sucesso, terá de ser a boa defesa a manter a equipa na discussão do resultado.
Grande jogo não evita derrota frente à Turquia
Neste caso tratava-se da Turquia, nada mais nada menos que a vice-campeã do Mundo, mas a equipa nacional acabou por perder por 69-79. Os comandados de Mário Palma já não têm possibilidades de se apurar para o Europeu do próximo ano, mas não perdem o vigor e mais uma vez tudo fizeram para alcançar um triunfo nesta fase de qualificação.
Que primeiro período de excelência aquele que Portugal realizou no encontro frente à Turquia (21-17)! Bem a alternar a eficácia do tiro exterior, com as ações nas áreas próximas do cesto, onde, neste capítulo, Cláudio Fonseca (10 pontos) esteve brilhante a jogar de costas para o cesto, ou então a jogar sem bola nas leituras das penetrações dos seus companheiros. Betinho, João Santos e Cunha complementavam através do jogo exterior, bem comandados pelo base Mário Fernandes. Dez minutos de grande nível, que reduziram a poderosa Turquia a um adversário “banal”. Mas tudo se alteraria durante o segundo quarto, com a equipa nacional a perder a sua consistência ofensiva, os tiros deixaram de cair, refletindo-se naturalmente na acumulação de turnovers, bem aproveitados pelos turcos para somar cestos fáceis em contra-ataque. A estatura dos jogadores turcos fazia-se sentir na luta das tabelas, a conquistarem segundos lançamentos, enquanto que a rotação do banco português não produziu os efeitos desejados pelo técnico Mário Palma. Nos últimos dois minutos da 1ª parte, Portugal estabilizou novamente o seu ataque, cinco pontos consecutivos, ao mesmo tempo que retomava a sua defesa zona, que traduziu-se no aproximar do resultado (31-35). Para o segundo tempo o técnico Mário Palma tentava condicionar o sucesso do jogo interior da Turquia com o recurso a situações de 2×1 nas posições de poste baixo, mas Portugal era traído pelo ressalto ofensivo. No ataque, Mário Fernandes voltava a comandar a equipa, sendo o tiro de três pontos, 2 consecutivos por parte de Miguel Minhava, a principal arma utilizada por Portugal, assim como o reaparecimento de Cláudio Fonseca no jogo, voltando à liderança (47-45) à passagem do 7º minuto. O base português mostrou igualmente inspiração ofensiva (3 + 2 pontos) e Portugal voltava a comandar no final do quarto por cinco pontos de vantagem (52-47), depois de ter estado a perder por sete no decorrer do período.Nos últimos dez minutos o ritmo do jogo elevou-se, bem como a agressividade e o contacto físico por parte dos turcos quando defendiam. Os jogadores portugueses, como resultado das faltas sofridas, cedo conquistaram o direito a ir para a linha de lance livre, se bem que o lançamento de longa distância mantinha os turcos na discussão do resultado. A cinco minutos do final, os vice-campeões do mundo estavam empatados com Portugal a 59 pontos.Nos minutos seguintes sucederam-se as alternâncias na liderança do marcador, até que, após novo turnover por parte da formação nacional, Karamani, já tinha marcado um triplo, converte um cesto com falta e faz subir a diferença para os cinco pontos (68-63),isto a 2.30 minutos do final. João Santos com um cesto de dois ainda reduz para três, mas a Turquia com mais um triplo (71-65), dava um passo de gigante rumo à vitória. Os brilhantes atletas nacionais acusaram falta de frescura física, pelo que as más decisões acumularam-se, levando a que em alguns ataques Portugal não fosse capaz de atirar ao cesto.Vitória final da Turquia (79-69) que assim mantém-se na corrida do apuramento, em mais um jogo em que Portugal esteve brilhante, chegando mesmo a ser claramente superior ao seu adversário durante vários períodos do encontro. Apesar da derrota, os atletas portugueses podem sentirem-se orgulhosos por aquilo que fizeram durante os 40 minutos, naturalmente com coisas a corrigir, mas que não retira o brilhantismo com que Portugal se bateu com a forte equipa turca, que jogava em Coimbra o seu apuramento para o próximo Europeu.Fantásticos desempenhos de Cláudio Fonseca (20 pontos, 8 ressaltos e 4 desarmes de lançamento), a bater-se muito bem no jogo interior, Mário Fernandes (17 pontos, 6 assistências e 2 ressaltos), a dirigir e a revelar-se mortífero no tiro exterior, bem como nas leituras dos bloqueios diretos, João Betinho (11 pontos e 8 ressaltos) e João Santos (11 pontos, 5 ressaltos e 2 assistências), estes dois últimos a acusarem mais na parte final do jogo o cansaço acumulado.
Minibasquete Barreirense
O arranque da época desportiva 2012 / 2013 tem data marcada para o dia 15 de Setembro, Sábado, pelas 09h00 da manhã, no Ginásio Sede.
O clube convida todos os jovens nascidos entre 2001 e 2008 que queiram praticar basquetebol a marcar presença nos treinos de acordo com o seu escalão.Escalão Ano de NascimentoSub8 2005 – 2006 – 2007 – 2008Sub10 2003 – 2004Sub12 2001 – 2002Horário dos TreinosSábado dia 15 de SetembroEscalão Horário do TreinoSub12 09h00 / 10h30Sub10 10h30 / 11h30Sub8 11h30 / 12h30(Oportunamente divulgaremos os horários semanais para a época 2012 / 2013)
Despedida em Coimbra
Embora a lutar por objetivos bem diferentes, as duas equipas quererão certamente vencer o encontro, o que para Portugal seria uma justa recompensa por todo o esforço e dedicação realizado por todo o grupo de trabalho nas últimas semanas.
Nunca iria ser fácil bater os turcos, mais ainda após a derrota caseira, frente à Itália (82-83), que averbaram na última jornada, pelo que a única hipótese que lhes resta para marcarem presença no próximo Europeu é vencer os jogos que lhe restam disputar, dois sendo o último em casa frente à República Checa.No jogo realizado na Turquia, derrota por 62-74, Portugal realizou uma bela exibição, conquistou mais ressaltos que a equipa turca, lançou mais 20 vezes que o seu adversário, algo de extraordinário tendo em conta o tamanho dos adversários, mas uma vez mais a equipa foi traída pela fraca eficácia do lançamento. Ao que também não será alheio a grande oposição que os nossos atletas sentem quando tentam lançar ao cesto.Nesse encontro, como em quase todos, Portugal teve um período negro, bem aproveitado pelos turcos para fugirem para uma vantagem de 14 pontos. A partir daí tudo se tornou mais complicado, embora Portugal nunca tenha desistido de correr atrás do prejuízo. O tiro de três pontos foi outras das armas que liquidou as aspirações portuguesas, pelo que Portugal não terá tarefa fácil no próximo Sábado para ultrapassar esta Turquia, obrigada a vencer em Coimbra. Quando a manta é curta é impossível tapar todos os lados, com isto quero dizer, que não se pode apontar a esta equipa turca pontos fracos, que levem Portugal a adoptar qualquer tipo de estratégia defensiva que passe por convidar os turcos a jogar em determinadas áreas do campo.Uma excelente oportunidade para ver em ação a estrela turca, Semih Erden (15.7 pontos e 7 ressaltos de média), ou o base de origem bósnia Emir Preldzic (11 pontos, 5.3 assistências e 3.3 ressaltos de média). Bem como as doze estrelas portuguesas que vão dar tudo dentro de campo para brindarem o público, que se espera muito a apoiar a nossa Seleção, com uma memorável vitória.
Equipa começa a formar-se
Quanto ao plantel, as maiores novidades são as contratações de José Silva (ex-Barreirense), de Ivan Almeida (ex-Sampaense) e do norte-americano William Holland, apesar de que os dois últimos ainda não assinaram contrato. O técnico Fernando Sá Fernando Sá é uma vez mais reconduzido no cargo, sendo que da época passada transitam Paulo Cunha, André Bessa, João Fernandes, Francisco Oliveira, Rui Pereira e Carlos Costa.
É publico que o Vitória tem tido muitos problema financeiros algo, mas tal como aconteceu no passado, a secção vai gozar de maior autonomia, mas também de uma maior responsabilidade financeira. “Assumimos os compromissos, o que falhar é da nossa responsabilidade”, sublinhou António Lourenço, que com Pedro Guerreiro, Fernando Monteiro e Casimiro Silva constitui o núcleo duro da secção. O dirigente assumiu que a época 2012/2013 “é um desafio enorme” face à crise que assola o país e à qual o desporto não está imune. Nesse sentido, o vice-presidente Luís Cirilo enalteceu “a coragem dos dirigentes que mantêm em funcionamento” o basquetebol do Vitória de Guimarães.Parar além de José Silva (ex-Barreirense), António Lourenço anunciou o acordo com mais três reforços, dois norte-americanos e um português. O extremo Ivan Almeida (ex-Sampaense) e o base William Holland (ex-Académica) deverão confirmar-se como atletas do clube, pelo que faltará colocarem preto no branco a sua ligação ao Vitória Reforços que vêm acrescentar qualidade ao plantel liderado por Fernando Sá, que volta a contar com Paulo Cunha, André Bessa, João Fernandes, Francisco Oliveira, Rui Pereira e Carlos Costa da época anterior.
Faleceu Mário Alberto Gonçalves Salgado
A toda a família e amigos, e em particular à sua esposa, seu filho, sua mãe e seus cunhados, todos associados desta Instituição, apresentamos os nossos sentidos pêsames.
Ao longo da sua Vida Simecquiana sempre teve uma preocupação, SERVIR A POPULAÇÃO, tal como está consagrado nos Estatutos da Colectividade de cuja redacção foi, ele próprio, o grande obreiro.
E fê-lo como associado, dirigente e, nos últimos anos, como Presidente da Mesa da Assembleia Geral.
O seu corpo está no Salão Nobre da SIMECQ a partir das 19 horas de dia 6 (ontem), e hoje, pelas 14H30, será celebrada missa de corpo presente sendo de seguida realizado o funeral até ao Cemitério de Camarate onde será cremado.
Mário Gonçalves e Cristovão Cordeiro renovam, Sergi Coll é contratação
O poste português Mário Gonçalves, que assim cumpre nova época ao serviço da Ovarense Dolce Vita, depois de ter regressado à equipa vareira na passada época, firma desse modo contrato por mais um ano.De igual modo, prolongou a sua ligação à Ovarense Dolce Vita o jogador Cristóvão Cordeiro, estreou-se no último ano no conjunto de Ovar, que mantém desse modo a aposta num jovem e promissor jogador português.Quem irá envergar pela primeira vez o equipamento alvi-negro será Sergi Coll, jogador espanhol de 30 anos, que alinhou na época passada na equipa do Basquete Clube de Barcelos, assumindo assim novo desafio ao integrar o conjunto de Ovar, reforçando o jogo interior da equipa orientada por Carlos Pinto e Nuno Manarte.A Ovarense Dolce Vita consolida a sua aposta em jogadores que bem conhecem o campeonato, já com provas dadas na modalidade mas com larga margem de progressão e com uma forte identificação e ligação a Ovar.
Portugal deu luta
A equipa nacional começou bastante bem o encontro, chegou a estar a vencer por nove pontos de diferença (20-11), terminou o 1º quarto na frente (24-21), mas um desastroso segundo período (12-32) comprometeu as aspirações da formação portuguesa. Os comandados de Mário Palma no final do 3º período ainda conseguiram reduzir a diferença até aos oito pontos (55-63), mas três triplos quase consecutivos dos checos fizeram novamente subir a vantagem pontual, que obrigou Portugal, sem sucesso, correr atrás do prejuízo até final do jogo. Um resultado desnivelado que em nada traduz aquilo que se passou durante os 40 minutos.
Depois de ultrapassado, e com sucesso, o quarto inicial do jogo, nada levava a crer que acontecesse o descalabro que aconteceu à equipa portuguesa nos segundos 10 minutos do encontro. Sofrer 32 pontos em apenas 10 minutos é um número demasiado elevado, especialmente quando se joga fora de casa, diante de um adversário teoricamente mais forte. Com a agravante, muito por culpa da baixa das percentagens de lançamento de campo, de Portugal ter diminuído a eficácia ofensiva (12 pontos marcados).Na etapa complementar os checos foram gerindo a vantagem conquistada durante a primeira parte, até que, na parte final do 3º período, Portugal voltou a demonstrar a sua garra e conseguiu aproximar-se no marcador. Oito pontos de diferença (55-63) com pouco menos de 1 minuto para jogar no 3º período faziam acreditar que os jogadores portugueses iriam discutir a liderança do jogo durante o derradeiro quarto. Mas um triplo de Jelinek (25 pontos), o 1º de dois, nos segundos finais do período precipitava de novo a diferença pontual (66-55). Os tiros de três pontos da equipa checa foram fatais, já que num ápice a equipa recolocava-se na frente por uma vantagem de dezassete pontos (75-57), novamente com Jelinek (3+2 pontos) em evidência. Na equipa nacional, João Santos esteve muito bem, não só pelos pontos que marcou, 19, mas também pela eficácia revelada nos lançamentos de dois (4/6 – 66.7%) e três (3/4 – 75%) pontos. A que somou 4 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências. Paulo Cunha (12 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências e 1 roubo de bola) voltou às exibições positivas, num encontro em que Cláudio Fonseca (12 pontos e 2 ressaltos) repetiu uma boa prestação. João Betinho foi o 4º elemento da formação portuguesa a terminar o jogo na casa das dezenas (10 pontos), se bem que não tenha estado particularmente inspirado a atirar ao cesto.Os jogadores portugueses não vão ter muito tempo para ficar a pensar nesta derrota e retirar as ilações importantes, já que no próximo Sábado, em Coimbra, Portugal vai enfrentar a poderosa Turquia. Uma rara oportunidade para os adeptos da modalidade poderem apoiar a nossa Seleção diante de um adversário tão cotado como a equipa turca.
Treinos abertos de Minibasquetebol
As meninas e meninos que estiverem interessados a iniciarem uma actividade desportiva no basquetebol, poderão experimentar nos seguintes horários de treinos:Segundas-Feiras 19:00-20:30Quintas-Feiras 19:00-20:30Sábados 11:00-13:00(Pavilhão Império Bonança – Estádio da Luz)
«Temos de entrar bem»
Quarta-feira a Seleção defronta a República Checa, fora de portas, e nesta entrevista o base madeirense analisa o atual momento da formação portuguesa.
Sem hipótese alguma de marcar presença no próximo Europeu que se disputa na Eslovénia, Portugal tem ainda pela frente três jogos para disputar. Encontros que serão encarados, como nos diz Mário Fernandes, com a mesma determinação e seriedade. “Como se ainda fosse possível a qualificação. Em Almada com a República Checa, tivemos algumas dificuldades em parar as penetrações deles e cometemos alguns erros no ataque que estamos a trabalhar para corrigir. Quarta-feira será certamente um jogo mais organizado da nossa parte.”A equipa nacional ainda não experimentou o sabor da vitória nesta fase de grupos, uma situação para a qual o base português tem uma explicação. “Consistência durante os 40 minutos. Temos sempre momentos nas partidas em que permitimos que o adversário alcance 8/10 pontos de vantagem e depois, a este nível, é muito complicado voltar a entrar no jogo.”Obviamente que ninguém poderia estar satisfeito com os resultados obtidos até ao momento, já as prestações de Portugal nesses mesmos jogos merece outro tipo de avaliação por parte do atleta madeirense. “ À exceção do primeiro jogo, temos feito uma qualificação bastante digna. Temos algumas limitações dentro e fora de campo em relação ao resto da Europa, que são óbvias, mas colmatamos com entrega e atitude. A verdade é que não tem sido suficiente.”A formação nacional viajou para a República Checa com o desejo de alcançar uma vitória, embora sendo difícil, algo não poderá voltar a acontecer à equipa portuguesa no decorrer do jogo. “Temos de entrar bem no jogo. Não podemos permitir estar a perder por 14 pontos no final do primeiro período como aconteceu em Almada.”Mário Fernandes viveu algumas semanas complicadas, uma vez que teve o seu futuro incerto relativamente à próxima temporada. O internacional português mostrou-se desgostoso com o basquetebol nacional, e com todos os problemas que rodeiam a competição em Portugal. “Vou jogar no Jämtland Basket da Basketligan sueca. É uma equipa que não foi ao playoff na época passada mas que este ano tem aspirações à meia-final do playoff. Depois do que se passou com o FC Porto achei que o melhor para mim era continuar a minha carreira fora de Portugal.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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