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Sónia Reis: «Estar em campo já é um troféu»
“Alegra-me saber que mesmo coxa ainda dou trabalho”, refere. Voltou a Portugal para jogar na Quinta dos Lombos e ajudou a equipa a conquistar a Taça Vítor Hugo, tendo inclusivamente sido a MVP da final. Não perca a entrevista, nos detalhes desta notícia.
Está a ser um regresso perfeito a Portugal com um título já conquistado?Como disse no meu facebook voltar para ganhar, assim é vale a pena voltar! Estar perto de quem se quer, de poder ainda jogar e ajudar a minha equipa é mais que suficiente para se estar feliz. Revelaram um enorme domínio nesta fase final. Onde foram superiores relativamente aos vossos adversários?Levamos mais de um mês de bom trabalho, de boas dinâmicas e bom ambiente de grupo e evidentemente essas coisas depois refletem-se em jogo. Somos uma equipa com grande potencial, muito coesa e acima de tudo trabalhamos bem. Quem trabalha bem cedo ou tarde é recompensado. Individualmente os jogos correram-lhe muito bem. Sinal que está mais próxima da sua melhor forma desportiva? Não creio que vá chegar a estar na minha melhor forma física, porque apesar dos números o meu joelho continua longe do seu melhor e disputei os dois jogos com dores, mas tenho aprendido a controlar a situação. As minhas colegas estão sempre a fazer piadas sobre eu ser coxa, mas alegra-me saber que mesmo coxa ainda dou trabalho.Imagino que tenha sido bastante emotivo para si voltar a competir e vencer troféus. Depois de um longo calvário, em algum momento desanimou?Estar em campo para mim já é o meu troféu, cada dia em que estou em campo e saio de lá inteira já é uma vitória. Um dia de cada vez.O que a levou regressar a Portugal e representar a Quinta dos Lombos?São muitos os fatores, não ter a capacidade para continuar a treinar manhã e tarde, não poder jogar mais 40 minutos ou corresponder aos níveis de exigência que era pedido, o facto de querer voltar para casa, recomeçar a universidade entre outros. Quanto à Quinta dos Lombos, regressei para não jogar mais, mas durante o verão fui falando com o Zé e depois de estar todo o verão a fazer fisioterapia, porque quando voltei estava mesmo muito mal do joelho, era incapaz de andar mais de 10 minutos sem depois estar a morrer de dores, acabei por verificar que o joelho estava melhor. Com a insistência dele, que demonstrou querer-me apoiar na recuperação e querer a ver-me jogar mais um ano, em conjunto com a minha vontade de não desistir, dei mais uma oportunidade. E os Lombos é uma equipa competitiva e exigente, eu também sou assim, por isso nada melhor que trabalhar onde nos identificamos. Depois de alguns anos fora de Portugal, o que achou do atual nível da competição?Não vou mentir. Acho que o nível baixou, mas honestamente eu vim de Espanha onde o nível baixou abismalmente. Diria que a Liga por lá passou a ser Liga Feminina 2 dos tempos em que estava em Badajoz. Por isso, se por lá baixou não era de esperar outra coisa do nosso pequeno país que, afetado pela crise, tem ainda muito menos dinheiro do que tinha há 10 anos para investir, por exemplo, em boas estrangeiras. No entanto, no que se refere a jogadoras nacionais, tenho visto muitas com qualidade, mas maioritariamente jogadoras exteriores o que cria um certo desequilíbrio, claramente nos faltam postes.Depois desta primeira competição, acha que, caso jogue ao seu melhor nível, a Quinta dos Lombos poderá dominar a Liga Feminina esta temporada?Se todas derem o melhor de si, vamos poder oferecer o melhor basquete possível, como é normal numa competição queremos ganhar tudo o que estiver ao nosso alcance. Mas se no final não ganharmos, ao menos queremos ter o sentimento de que não foi possível mas demos tudo o que tínhamos e não tínhamos.
Illiabum triunfa em Esgueira
O Terceira Basket recebeu e venceu a Academia do Lumiar (55-32), resultado idêntico foi alcançado pelo Desportivo de Leça na recepção ao SL Benfica “B” (69-64).
Superioridade total do Illiabum no jogo realizado em Esgueira a contar para a 1ª jornada do Campeonato da Proliga. A equipa de Ílhavo venceu todos os períodos, sendo que foi no primeiro que a formação ilhavense ganhou uma vantagem maior (21-11). Até final, a diferença pontual foi sempre aumentando, terminando com a vitória do Illiabum por 73-53. A prestação de João Fernandes, MVP do jogo com 28. 5 de valorização, foi preponderante no ataque do Illiabum (22 pontos), bem como ajudou a equipa ilhavense, ao conquistar 12 ressaltos a dominar a luta das tabelas (43-21). Tantos quantos o seu companheiro Tiago Raimundo, que somou 12 pontos. No conjunto de Esgueira, Pedro Valente (13 pontos, 6 roubos de bola e 4 ressaltos) foi o mais inconformado, se bem que António Gaioso (11 pontos e 6 ressaltos) também tenha terminado o encontro na casa das dezenas em pontos marcados.Desportivo de Leça e SL Benfica “B” iniciaram a época tal como acabaram a anterior, com as duas equipas a defrontarem-se no CDC Matosinhos. A vitória voltou a sorrir aos leceiros (69-64), que aproveitaram bem a vantagem ganha durante o 2º período (45-31). Pese embora os encarnados tenham sido superiores em ambos os períodos do segundo tempo, a vitória na fugiria aos comandados de Rui Fonseca. Gonçalo Ranito com 17 pontos, Tiago Lopes com 15 e Paulo Ferreira com 13 foram os melhores marcadores do Desportivo Leça. O poste Pedro Belo (13 pontos e 8 ressaltos) foi o elemento mais valorizado do Benfica, partilhando com Gonçalo Ranito a nomeação para MVP do jogo com 16.5 de valorização. Sorte diferente, apesar de ambas terem jogado em casa, para as equipas açorianas envolvidas nesta competição. Se o Terceira Basket, num jogo em que as defesas se superiorizaram aos ataques, recebeu e venceu a Academia do Lumiar por 55-32, o AngraBasket não teve a mesma sorte. Isto porque a outra equipa de Angra do Heroísmo foi surpreendida pelo Casino Ginásio (67-62). Num encontro onde foram várias as alternâncias no marcador. mas o conjunto da Figueira da Foz foi mais forte no último período (9-23) conquistando assim a 1ª vitória fora de portas na presente edição da Proliga.
1º triunfo para GDESSA e União Sportiva
Já o União Sportiva, a jogar no continente, conseguiu uma vitória no seu jogo de estreia na Liga Feminina, ao vencer o GDEMAM (70-59), equipa que este ano regressou à principal competição feminina.
As comandadas de Nuno Manaia desde o quarto inicial que se impuseram, ao dominar por completo a luta das tabelas (47-28), forçando a equipa adversária a cometer turnovers (32), tendo por base uma defesa agressiva que valeu 22 roubos de bola. Se no final do 1º quarto a vantagem era de 10 pontos (18-8), o sucesso ofensivo da equipa do Barreiro durante o 2º período (27 pontos marcados) permitiu-lhe quase decidir o jogo quando as duas equipas recolheram aos balneários para tempo de intervalo (45-20).Na equipa vencedora, Stephanie Sension, com grande eficácia, foi a melhor marcadora com 18 pontos, seguida de perto por Vera Correia, autora de 15 pontos. Já Telma Fernandes brilhou nas tarefas defensivas, ao capturar 15 ressaltos e roubar 6 bolas, ainda que tenha marcado 7 pontos.A norte-americana India Hairston (32 pontos e 9 ressaltos) dominou o jogo na área próxima do cesto, revelando ser uma boa referencia interior para a equipa de Torres Novas.
Triunfo a abrir
Mun. Souto da Carpalhosa, o CB Leiria por 67-59. Um jogo típico de início de época, onde foi notória a falta de ritmo competitivo das duas equipas. Só no último quarto a jovem equipa do CAR conseguiu passar em definitivo para o comando do marcador, o que demonstra bem a combatividade do conjunto de Leiria.
Não foi o jogo de grande qualidade técnica, explicado em parte pelo facto de ser o primeiro encontro oficial da temporada. Muita ansiedade e nervosismo do lado dos atletas do CAR Jamor, repercutindo-se naturalmente naquilo que fazia dentro de campo.Ofensivamente a equipa teve enormes dificuldades para conseguir jogar de forma organizada e coletivamente, se bem que o tempo dedicado às questões táticas na preparação da equipa tenha sido diminuto.O jogo serviu essencialmente para confirmar que a atenção dedicada nesta primeiras quatro semanas de trabalho, ao gesto técnico do lançamento e à defesa 1×1, são mais que justificadas.Mas com o empenho e desejo de aprendizagem revelado pelos jovens atletas desde o primeiro treina da temporada, a evolução surgirá naturalmente, dotando-os dos argumentos mais básicos para fazerem parte de qualquer equipa de basquetebol. O jogo valeu essencialmente pela entrega demonstrada, pela forma positiva como reagiram ao resultado desfavorável, bem como pelo esforço revelado para ultrapassar os problemas ofensivos ainda não treinados.Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Diogo Carvalho (1), João Ramos, David Dias (2), Pedro Costa (4), Nuno Sá (12), Carlos Cardoso (11), Jorge Pires (7), Pedro Dias (6), Rui Saraiva (1), André Ketterer (3), João Pedro Fernandes (9) e Pedro Teixeira (9)
Fase Final do Torneio António Pratas joga-se na Luz
Primeira prova oficial do calendário competitivo da Federação Portuguesa de Basquetebol, que conta com o apoio da empresa “Catchawork” na organização do evento. A primeira meia-final, entre Benfica e Sampaense, está marcado para este sábado, dia 12, pelas 16 horas. Duas horas mais tarde, joga-se a segundo encontro da Fase Final, entre Ovarense e Maia Basket. O desafio tem início marcado para as 18 horas.
No dia seguinte, domingo, terá lugar a grande Final. Os vencedores de ambos os jogos de sábado, estarão frente a frente pelas 15 horas, sendo que a porta do Pavilhão Fidelidade abrirá uma hora mais cedo.
«Este ano estamos mais fortes»
Na primeira jornada da Liga as açorianas vão a Carcavelos visitar a Quinta dos Lombos e Célia diz que “vai ser uma honra partilhar as quatro linhas com Mery Andrade”, jogadora que admira desde muito jovem.
Embora a classificação obtida pelo Boa Viagem na primeira competição oficial não tenha sido a ambicionada, as prestações coletivas não causam apreensão à atleta insular. “A Taça Vítor Hugo foram os primeiros jogos que disputámos e ainda nos encontrávamos numa fase de adaptação. Além de que, no cômputo geral, as coisas não correram como a equipa desejava.”Tendo em conta que a equipa recebeu muitas jogadoras novas, as açorianas já revelaram capacidade para competir com algumas das melhores equipas da Liga. Os resultados foram todos muito equilibrados, um bom indicador para época que agora começa. “Na minha opinião, este ano a equipa encontra-se mais forte, já que o treinador tem mais opções. Algo que permite conseguirmos um melhor equilíbrio e rotação, para obter mais sucesso esta temporada.”O jogo interior da equipa formação insular tem-se revelado o seu ponto mais forte. No entanto, Célia acredita que se podem potenciar qualidades das jogadoras, de forma a que a equipa tenha mais soluções ofensivas. “Sem dúvida que o nosso jogo interior é forte, mas o objetivo é conseguir utilizar as qualidades de cada jogadora e dessa forma tornarmo-nos mais fortes.”O Boa Viagem desloca-se este domingo a Carcavelos, para defrontar na 1ª jornada do campeonato a Quinta dos Lombos, recente vencedora da Taça Vítor Hugo. Mais um enorme desafio à consistência da equipa neste arranque de temporada. “Todos nós conhecemos o potencial da equipa da Quinta dos Lombos, bem como sabemos que conquistou a Taça Vítor Hugo. Julgo que a consistência ganha-se ao longo dos jogos, independentemente da equipa que temos que defrontar.”Célia encontra muitas semelhanças na forma de jogar da Quinta dos Lombos, se bem que as opções aumentaram, e as vantagens que daí advêm. “A equipa não se encontra muito diferente do ano passado, até mesmo a nível de jogo. Um dos pontos-chave, na minha opinião, é o vasto número de jogadoras de qualidade, que permite manter um nível elevado de jogo. E como é óbvio, não posso deixar de frisar o facto de que vou poder partilhar as quatro linhas com a Mery Andrade. Vai ser uma honra, pois desde muito jovem admiro o seu trabalho.”
«Trazer a vitória para Ílhavo»
No primeiro encontro do campeonato a formação de Ílhavo mede forças com o Esgueira, fora, e o treinador só pensa no triunfo.
Como decorreu a experiência no México? Excelente período de aprendizagem para mim e uma oportunidade única de poder trabalhar com um treinador que eu considero de nivel mundial, Pep Claros. Durante este processo tive o privilégio de competir na maior competição da América – a Liga Américas – o equivalente à Euroliga aqui na Europa. Fomos a primeira equipa mexicana e única até a data a conseguir ganhar essa competição continental. A final-four foi realizada na Argentina e o jogo decisivo foi exatamente contra uma equipa argentina, orientada pelo atual treinador da Seleção argentina, Julio Llamas, o que veio valorizar ainda mais a nossa conquista. Esta competição tinha sido sempre ganha por equipas argentinas ou brasileiras, que são os países que dominam o basket centro e sul-americano. Tive também a felicidade de ter estado a trabalhar com a Seleção Mexicana no Centrobasket em Porto Rico. Havia o desejo de treinar em Portugal? Ou equacionou quando recebeu o convite do Illiabum? Agradeço a um dos históricos clubes do basquetebol nacional, o Illiabum, por me ter feito o convite de treinar a sua equipa sénior, e foi com muito gosto que o aceitei. Não equacionei este convite porque era meu desejo treinar em Portugal este ano por motivos familiares, e o Illiabum pela proximidade. E como já disse, o facto de ser um clube histórico e ambicioso reunia as condições que eu pretendia. Quais os maiores desafios com que se deparou quando iniciou os treinos no Illiabum?O facto de não ser uma equipa profissional, os períodos de concentração dos jogadores, a velocidade de execução e o facto de uma grande parte do plantel ser Sub-20 e sem experiência competitiva no escalão sénior. Apostou em alguns reforços bem conhecidos e com anos de Liga. Agrada-lhe que a experiência possa ser um fator a favor numa competição como a Proliga? A equipa do Illiabum perdeu 5 jogadores que faziam parte do plantel do ano passado, um deles (Miguel Queiroz) internacional sénior que este ano vai representar o Dragon Force e que vai voltar de certo a ser um jogador referência e dominador nesta Liga. Em contrapartida o clube fez apenas 3 contratações. Todos os outros jogadores já estavam no Illiabum a maior parte deles nos escalões de formação. Não creio que a experiência venha ser um fator a favor para a nossa equipa até porque só temos 4 jogadores ditos “veteranos” – o Jaime Silva, o João Figueiredo, o Mário Gonçalves e o Fernando Martins. Curiosamente o 1º jogo do campeonato vai ser frente ao Esgueira/OLI, clube que vos eliminou do Troféu António Pratas. Num jogo em que faltou exatamente a experiência para gerir uma vantagem. O que falhou nesse jogo? No jogo com o Esgueira a experiência não foi o fator determinante para a nossa derrota. Os erros estão identificados e trabalhámos esta semana para serem corrigidos, no que depender de nós vamos fazer tudo trazer a vitória para Ílhavo.
Eugénio procura 1ª vitória
A primeira derrota foi em casa, por 62-65, contra o Horsens, jogo em que, por questões administrativas, o técnico português se viu obrigado a competir sem as estrangeiras, com influência evidente no resultado final. O segundo desaire, em Aabyhøj, por 76-49, foi contra uma equipa que presentemente luta por outros objetivos no campeonato, que não os de Eugénio Rodrigues.
Ainda que jogando já com as duas estrangeiras no segundo encontro, o adversário “foi fortíssimo na defesa pressionante” e isso “condicionou todo o jogo ofensivo da equipa” treinada por Eugénio Rodrigues, expondo igualmente todas as suas “debilidades defensivas”. No entanto, o técnico tem consciência que a equipa de Aabyhøj “está uns furos acima.”Efetivamente, face às 5 saídas de jogadoras importantes da época passada, “ainda não conseguimos elevar os níveis competitivos das que ficaram por forma a colmatar essas ausências”, e as mais novas que fazem parte do plantel (quatro sub-18 em 10 atletas), são por agora “ainda muito inexperientes”. Como praticamente todas as equipas têm estrangeiras, “as nossas não fazem a diferença”. Finalmente, o escasso número de jogadoras faz com que o “trabalho coletivo do dia-a-dia seja muito condicionado e as melhorias, por via disso, muito mais lentas.”Em todo caso, o clube está ciente, os patrocinadores estão cientes (TESA e TABSNCAPS) e as próprias atletas têm consciência de que “este projeto é de dois anos, pelo menos”, pelo que este e outros handicaps serão ultrapassados “pelo volume de trabalho e pela enorme vontade que todos os intervenientes neste projeto têm em melhorar.”
«Somos um grupo com ambição»
O base enaltece a qualidade ofensiva da formação de S. Paio de Gramaços e lembra que os encarnados terão de estar muito atentos defensivamente para levar de vencida esta equipa.
Os resultados obtidos pelo Benfica na fase de grupos, duas vitórias expressivas, demonstram que a equipa está cada vez mais próxima da melhor forma desportiva. “Claramente, ainda assim existem aspetos em que temos de melhorar, principalmente situações ao nível defensivo”, confirmou o base encarnadoO internacional português “não tem sentido qualquer tipo de pressão extra” por representar um clube com a dimensão do Benfica. Confirmando ser mais uma opção válida para a técnico Carlos Lisboa para a posição de 1º base.A luta interna por um lugar na equipa obriga os jogadores encarnados a terem que dar o seu melhor em cada treino, algo que eleva a qualidade do trabalho semanal. “Temos várias e boas soluções em todas as posições, o que faz com que a competição nos treinos seja muito elevada, tornando a nossa preparação para os jogos bem melhor.”O grande desafio do Benfica para esta temporada será manter a hegemonia revelada na época passada, um objetivo que será quantificado nos troféus conquistados. “Somos um grupo com uma ambição muito grande, muito competitivo e que mantém um desejo grande em continuar a ganhar títulos.”O Sampaense é o adversário dos benfiquistas na meia-final do Troféu António Pratas, uma equipa a quem Mário Fernandes reconhece capacidade para fazer pontos no ataque. “O que vi dos jogos da fase de grupos, o Sampaense é uma equipa com uma qualidade ofensiva muito grande, pelo que temos de nos apresentar defensivamente melhor do que nos últimos jogos.”
“Continuar a trabalhar duro”
O Pavilhão Fidelidade, casa do SL Benfica, recebe as quatro equipas apuradas, sendo a 1ª meia-final disputada entre a equipa encarnada e o Sampaense, os vareiros entram em ação na 2ª meia-final frente ao Maia Basket. Como forma de balanço do trabalho feito até ao momento e como preparação do resto da época, o site do clube de Ovar entrevistou o atirador Fernando Neves, que deu sua opinião sobre a fase que a equipa atravessa.
Balanço da pré-época“ Esta a ser uma pré-época à imagem dos anos anterior neste clube. Muito trabalho, empenho e dedicação de todos os envolvidos, há um cansaço inerente à exigência que se propõe nesta altura da época, mas contamos tirar os frutos desta fase mais difícil.”Troféu António Pratas“Tivemos inseridos num grupo extremamente difícil e equilibrado (CAB Madeira e Oliveirense), penso que qualquer das equipas tinha aspirações de ir à final e capacidade para isso. Felizmente, e por mérito nosso, fomos nós a equipa apurada, concretizando assim um dos objetivos da época. A partir daqui pensamos unicamente na meia-final e ganha-la. Se conseguirmos ultrapassar o Maia Basket pensaremos na conquista do troféu, como não pode deixar de ser para quem veste esta camisola.”Expetativas para a época“Ainda é muito cedo para termos uma noção da realidade do campeonato. Há planteis ainda a serem construídos por isso o seu valor é desconhecido. Nós sabemos o nosso valor mas nem por isso deixamos de ter que continuar a trabalhar duro para fazermos uma época tão boa ou melhor que a época passada.Em meu nome pessoal, da equipa e do clube, quero agradecer o apoio dos sócios e simpatizantes da Ovarense nos dois jogos realizados em casa e mesmo no jogo em Oliveira de Azeméis, contando com a presença de todos ao longo da época.”
Apresentação oficial
O evento aconteceu durante toda a tarde, no Pavilhão da Escola Secundária de Albufeira, e serviu para toda a comunidade conhecer todos os jogadores e jogadoras, equipas técnicas, directores e dirigentes. Estiveram presentes mais de 150 pessoas.
O CBA apresenta para a época desportiva 2013/2014 todos os escalões de formação em ambos os sexos. Desde as Formigas mini 6 (projecto inovador aplicado desde há 2 anos) passando pelos Mini 8, Mini 10, Mini 12 Masculino, Mini 12 Feminino até Sub 14, Sub 16 e Sub 19 (Femininos) e Sub 14, Sub 16 e Sub 18 (Masculinos). Tendo em vista a implementação de um projecto organizativo cada vez mais sólido e estruturado, o CBA demonstrou assim que, cada vez mais, representa uma verdadeira escola de princípios e valores através do Basquetebol. O nosso sincero agradecimento a todos os que marcaram presença neste dia especial.
I Convívio Sub12
Nos detalhes desta noticia podem consultar os resultados e classificações do evento.
Foi uma manhã muito bem passada e repartida pelos pavilhões da Ajuda e da Escola Secundária da Amadora (neste local com a colaboração/organização da secção basquetebol do Sporting Clube Portugal), com muita emoção à mistura tendo tudo decorrido dentro do esperado sem incidentes de maior, prevalecendo o espírito de fair play entre todos os intervenientes.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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