Artigos da Federaçãooo
«Queremos ganhar este jogo»
O jogador quer ver a equipa dar volta por cima e corrigir os erros cometidos nos últimos encontros.
Depois de ter começado a época com o pé direito, nos últimos tempos a Oliveirense não tem conseguido manter-se na senda dos triunfos. No final da primeira volta, conforme recorda Augusto Sobrinho, a equipa de Oliveira de Azeméis era quarta mas depois… “Ainda só conseguimos ter duas vitórias em 7 jogos na segunda, e descemos consideravelmente na tabela classificativa (para o 8º lugar)”, constata o base/extremo: “Mas isto não nos desmotiva nem abala, muito pelo contrário. Somos um grupo de jogadores bastante competitivo e não gostamos de perder. O que nos aconteceu está a fazer com que o grupo se una cada vez mais e esteja mais motivado e focado em corrigir as falhas apresentadas nos últimos jogos, para melhorar o mais rapidamente possível e regressar as vitórias.”
Mas a verdade é que essa série de maus resultados já teve consequências, com a saída de Rui Alves do comando técnico da equipa: “Em relação a esse assunto, só posso dizer que se a Direção tomou essa decisão, foi certamente em prol da equipa e do clube, por isso cabe-me, a mim e ao resto do grupo, aceitar e continuar a trabalhar no sentido de conseguir atingir os objetivos a que nos propusemos. O lema que impôs ao grupo, ‘lutar até ao fim, disputando cada posse de bola como se fosse a primeira, a última e a única’ manter-se-á! Aproveito para agradecer ao Prof Rui Alves por nos ter liderado e desejo-lhe felicidades pessoais e profissionais.”
No último encontro com o BC Barcelos, a vitória esteve bem perto da equipa da Oliveirense, que acabou por ceder no prolongamento: “Deveria ter sido o momento de viragem da má série de resultados que temos tido. Estivemos bastante bem até ao 3º período, chegando a ter 12 pontos de vantagem… O que realmente falhou foi o facto de não termos sido capazes de a gerir… Faltou calma e cabeça fria para lidar com o pressing do BC Barcelos. Tivemos muitas ações precipitadas no ataque e muitas falhas defensivas. No prolongamento, o jogo podia ter caído para qualquer dos lados, mas o Barcelos foi mais feliz”, lamenta Sobrinho.
Mas o que tem falhado no seio da equipa? O jogador faz o diagnóstico: “Ao nível ofensivo precisamos de saber impor melhor os ritmos de jogo, bem como lidar e gerir melhor as vantagens que conseguimos alcançar. Ao nível defensivo é necessário melhorarmos a entreajuda defensiva. Mas claramente a zona de jogo em que, também estatisticamente, estamos piores é nos ressaltos – dificilmente equilibramos os ressaltos ganhos tanto defensiva como ofensivamente.”
A próxima partida, com a Ovarense, seria a partida ideal para regressar aos triunfo, mas na Oliveirense toda a gente conhece bem os perigos que os vareiros representam: “É uma equipa extremamente bem organizada e que sabe explorar os seus pontos fortes. Apresenta um jogo muito coletivo e tem um grupo de jogadores experientes, que sabem exatamente o que têm de fazer. Vai ser um bom teste à nossa equipa. Queremos ganhar este jogo!”, sublinha, acrescentando: “Um jogo desta natureza, Oliveirense vs Ovarense, foi, é e sempre será um derby basquetebolístico no nosso país. Apelo a todos os apoiantes da Oliveirense, da Ovarense e da modalidade para virem assistir a este derby. Estou certo de que será um bom espetáculo de basquetebol, jogado com muita intensidade, competitividade e fair-play!”
“Somos uma equipa que nunca desiste.”
As duas equipas voltam a defrontar-se este fim de semana, uma vez mais no Funchal, para decidirem quem vencerá a fase regular da Liga Feminina. Carla Freitas acredita que a experiência da equipa poderá proporcionar mais um resultado positivo, embora reconheça que o adversário tem qualidades para lutar pela vitória. Na opinião da experiente jogadora madeirense, a luta das tabelas vai ser decisiva, bem como o sucesso do jogo interior do CAB. A atleta destaca ainda o papel individual que cada atleta desempenha dentro do grupo de trabalho, considerando ser esse o grande segredo para a época de sucesso que a formação madeirense tem vindo a realizar.
Este foi o terceiro titulo conquistado pelo CAB esta temporada, e, frente ao mesmo adversário. Todas as finais tiveram a sua história, se bem que esta tenha exigido ainda mais da equipa madeirense. “Na minha opinião foi a mais difícil, porque na Taça da Federação, tivemos um pouco sorte, já que a Quinta dos Lombos não esteve muito eficaz. Para além de que estávamos a jogar muito bem. Sabíamos que não iriam jogar da mesma forma na Taça de Portugal.”
Os jogos são todos diferentes, no entanto, Carla Freitas encontra pontos comuns a todos as três finais que ajudam a explicar a superioridade e o sucesso do CAB. “Somos uma equipa que nunca desiste, e uma das chaves é o nosso jogo interior que quase sempre funciona.”
Mais do que os jogos entre o CAB e a Quinta dos Lombos serem decididos pela inspiração individual das atletas, ou áreas do jogo em que uma equipa domine, Freitas destaca o papel que cada atleta do CAB tem no interior da equipa, e a forma como funciona como um grupo. “A maior ajuda que temos nestes confrontos é a experiência acumulada. Temos a Joana que para mim é a melhor base portuguesa. Agora temos a Kristen, a Marta Bravo e a Carolina Escórcio que são jogadoras que na defesa são o nosso porto seguro, e isso numa equipa ajuda imenso. No interior, a Lavinia e a Ashely são as rainhas dos ressaltos, isto sem esquecer o resto da equipa. Senão fossem elas (Cintia, Relva, Catarina, Sara e Leonor), não havia esta conexão. Por vezes as pessoas não fazem ideia, e repito, que são a minha alegria quando jogo. E quero agradecer por fazerem parte da minha equipa.”
As duas equipas voltam a defrontar-se no próximo fim de semana, e nesta fase da temporada o conhecimento mútuo é enorme. A Quinta dos Lombos, sem apresentar grandes surpresas táticas, coloca sempre problemas próprios de uma equipa com tremendo talento e capacidade atlética. “Espera-nos mais um jogo difícil. Quando jogamos com uma equipa que fisicamente é impressionante, é sempre uma surpresa de que forma irá decorrer o encontro,. Ainda assim, sabemos que os ressaltos são um dos problemas em que devemos melhorar.”
Embora tenha consciência que este jogo irá ser decisivo para a classificação final da fase regular, Carla prefere encará-lo como mais um que a equipa tem de ultrapassar. O CAB permanece invicto, e poderá gerir a vitória por quatro pontos (74-70) obtida, em Carcavelos, no jogo da 1ª volta. “Sabemos que é um jogo decisivo, mas temos de nos focar no jogo, queremos ganhar e isso é o mais importante.”
A experiente atleta madeirense não aponta algum segredo, ou forma especial, para o CAB manter a mesma determinação, e evitar cair no relaxamento provocado pelas sucessivas vitórias. “Ganhar é bom, mas todas nós sabemos que ainda não é o suficiente. Queremos mostrar o nosso trabalho dia após dia, e o que é passado, passado é.”
«Derby empolgante»
Apesar de a equipa de Oliveira de Azeméis ter visto o treinador Rui Alves abandonar o clube, o jogador não acredita que os vareiros terão maiores facilidades na partida por causa disso.
A derrota na última jornada interrompeu um ciclo de três vitórias consecutivas em Ovar, mas Júlio Silva sabe que nas derrotas também se aprende e tiram ilações para melhorar no futuro. “As sensações que tirámos do jogo contra o Algés não são as melhores, obviamente porque o perdemos, mas somos uma equipa madura e sabemos lidar tanto com o sucesso como com o insucesso.”
A Ovarense não ocupa os lugares do topo da tabela classificativa, pelo que até final da fase regular, o mais importante é, na opinião do base vareiro, atingir a melhor rendimento possível, de forma a poder lutar em todas as eliminatórias. “Desta forma, resta-nos olhar para o que resta de campeonato e tentar fazer uma boa recta final no mesmo para que cheguemos ao playoff na melhor posição possível mas também na melhor forma física/desportiva.”
Sem estar a ser uma época perfeita, a Ovarense continua a ser um bom grupo, muito coeso e o atleta acredita que a tendência será sempre para melhorar até final da temporada. “O importante é que estamos unidos e a integrar paulatinamente os colegas que vieram de lesão, tentando criar a melhor dinâmica possível para os jogos que aí vêm.”
O próximo adversário atravessa um momento conturbado, deixou de contar com o seu treinador Rui Alves, mas independentemente de quem estiver no comando da equipa, Júlio tem consciência que só um bom desempenho defensivo permitirá ter sucesso em casa do eterno rival. “Os jogadores da Oliveirense têm muito talento ofensivo, o que será um fator a ter em conta na nossa preparação para o jogo. Sendo assim, uma boa defesa e colocar intensidade no jogo vai fazer-nos muito mais capazes de trazer a vitória de Oliveira de Azeméis.”
A proximidade e a rivalidade entre vizinhos torna sempre estes jogos muito especiais, onde existe sempre uma “obrigatoriedade” extra de proporcionar satisfação aos adeptos. “Trata-se de um derby empolgante com as duas equipas a quererem vencer para subirem na tabela, pelo que faço um apelo aos adeptos da Ovarense para irem a Oliveira de Azeméis para nos ajudarem a trazer mais uma vitória para Ovar.”
Clube Basket 2011
E na qual estarão presentes 4 clubes que competiram animadamente toda a tarde em jogos de 4×4 constituídos por 4 períodos de 8 minutos corridos. Todas as equipas realizaram 3 jogos.
Participaram cerca de 40 mini-atletas dos seguintes clubes: Clube Basket 2011-esbm, Fundação Beatriz Santos, CAD-Coimbra Basquete e Sporting Figueirense.
CONVÍVIO MINIBÁSQUETE DA ACROF
No passado dia 28 de Fevereiro o Pavilhão Municipal de Oliveira de Frades, foi palco do Convívio de Minibasquete da ACROF, evento aberto aos escalões de Sub 8 e Sub 10, que contou com a participação do clube organizador, Ass Caparossa, ASSCR Gumiraes e ACERTondela, tendo reunido 51 pequenos atletas, que tiveram uma manhã muito animada.
Uma referencia ao trabalho que a ACROF vem desenvolvendo, para a divulgação e prática da modalidade, esta iniciativa contou com a colaboração do Município de Oliveira de Frades.
“Vai ser um bom duelo”
E se é verdade que Sampaense já não vence há cinco jornadas, o Illiabum não tem estado melhor, uma vez que são sete as rondas em que os ilhavenses não conseguem o sabor da vitória. Pelo que não surpreende o caráter decisivo atribuído por André Miguens a este encontro. “Este jogo é extremamente importante para ambas as equipas pois ambas se encontram numa situação complicada e precisam de pontos para garantir a permanência na primeira Liga.”
O facto de há várias jornadas os dois conjuntos procurarem o sucesso, e a margem de erro ser nula, faz com que este jogo seja de tudo ou nada. “Ambas as equipas não vencem há muitos jogos e vai ser um bom duelo.”
O extremo destaca a capacidade ofensiva revelada pela equipa, e a forma como tem se mostrada competitiva em todos os jogos. “O Sampaense tem um dos melhores ataques da Liga mas temos que melhorar as questões defensivas. Tirando um jogo, em toda a época regular que perdemos por uma grande diferença, todos os outros jogos foram equilibrados até ao fim.”
O plantel é extremamente jovem e são poucos os atletas com experiência de Liga. Isso não explica tudo, mas será certamente mais um aspeto que contribuiu para alguns dissabores da formação de S. Paio de Gramaços. “Acabamos por perder por erros na parte decisiva do jogo dando pontos fáceis ao adversário, um aspeto que temos que melhorar.”
O extremo não tem dúvidas que o Sampaense está obrigado a mostrar-se bem nos dois lados do campo, diante de um adversário que tem igualmente qualidade e luta pelos mesmos objetivos. “Neste jogo que se avizinha, a equipa que defender melhor e cometer menos erros no ataque vai sair vitoriosa. Vai ser um bom jogo de basquetebol entre duas grandes equipas.”
Luta acesa pela liderança
Na luta pelo playoff, o Guifões SC está a uma vitória de distância desse objetivo, pelo que será interessante continuar a acompanhar o comportamento do Juvemaia-ACDC até ao final desta fase, já que neste momento ocupa o último lugar de acesso. Na batalha pela permanência, a vida de Montijo Banda Basket e Esgueira/CasaDiamantes está cada vez mais complicada.
Os triunfos do Sporting CP frente a Guifões SC (65-56) e ESA (67-54) permitiram à equipa leonina chegar à liderança na prova, ainda que em igualdade pontual com Ovarense e SC Coimbrões/REBAU, todas com 13 vitórias. O grande derrotado do último fim de semana acabou por ser o conjunto da Amadora que perdeu contacto com o comando da prova, embora continue bem próximo (12 vitórias) e isolado na 4º posição.
Destaque ainda para a formação do ADESCU Vagos, já que com os triunfos alcançados perante o Montijo Banda Basket (64-53) e Ovarense (51-42), uma surpresa e que fez com que os vareiros fossem alcançados na frente da prova, a equipa de Aveiro afastou-se dos perigos da descida, dispondo agora de duas vitórias para gerir até final desta fase.
Na jornada do próximo fim de semana, o grande destaque vai para o confronto entre dois dos líderes, com a equipa sportinguista a visitar o SC Coimbrões/REBAU, que no jogo da 1ª volta foi derrotado por seis pontos (51-57), quando na altura se deslocou a Lisboa.
Marçal eleito MVP
É a prova que idade não é um handicap, mas sim um trunfo, pois traz experiência, “know how” e capacidade de liderança.
MVP Global e Nacional: Nuno Marçal, Maia Basket – 37 de valorização
Mais um extraordinário desempenho do jogador português, que contribuiu para a terceira vitória consecutiva dos maiatos. A consistência revelada pelo experiente jogador tem impressionado, sendo que continua a ser útil em várias áreas do jogo. No triunfo frente ao Galitos Tley, Marçal registou 20 pontos, 16 ressaltos, 5 assistências e 1 roubo de bola, números que, para quem não tem a velocidade e explosividade de outros tempos, não deixam de impressionar numa qualquer competição.
Posição 1: Miguel Minhava, Galitos Barreiro Tley – 28.5 de valorização
Apesar de se ter que desdobrar entre as funções de jogador e treinador, Miguel foi capaz de se manter focado no jogo frente ao Maia Basket, acabando por registar um pouco habitual triplo-duplo. Os 11 pontos, 11 ressaltos, 10 assistências, 3 roubos de bola e 1 desarme de lançamento não foram suficientes para que a equipa do Barreiro conseguisse vencer na Maia, numa altura em que precisa urgentemente de somar pontos.
Posição 2: Nuno Oliveira, Barcelos Hotel Terço Giv – 25.5 de valorização
Mais um jogo um jogo muito completo por parte deste atleta, que acabou mesmo por somar mais um duplo-duplo (21 pontos e 10 ressaltos) esta temporada. A que juntou 4 assistências, 4 roubos de bola e 1 desarme de lançamento, para mais uma prestação muito positiva, e acabou por ser decisiva para que o Barcelos vencesse, após prolongamento, a equipa da Oliveirense.
Posição 3: Filip Djuran, Barcelos Hotel Terço Giv – 27 de valorização
Segundo elemento da equipa de Barcelos a integrar o cinco ideal desta ronda e para as posições de extremo. Sinal que a equipa minhota esteve muito bem no jogo exterior frente à Oliveirense, e este atleta em concreto no tiro de três pontos já que converteu 5 de 7 tentativas (71%). Acabou por ser o melhor marcador do jogo com 28 pontos, alguns deles em momentos decisivos, a que somou 4 ressaltos, 3 roubos de bola e 1 assistência, ajudando a equipa a manter-se no 3º lugar da fase regular da LPB.
Posição 4: Nuno Marçal, Maia Basket – 37 de valorização
O atleta foi o MVP Global e Nacional da última ronda da LPB
Posição 5: Blake Poole, Sport Clube Lusitânia – 32 de valorização
Este poste da equipa açoriana esteve mais ativo nas ações ofensivas da equipa, revelando-se como a referencia interior da equipa. Terminou o encontro frente ao Illiabum com 25 pontos, e com uma eficácia alta (9/15 – 60%), sendo que voltou a ser importante na luta das tabelas ao conquistar 10 ressaltos. Mesmo sendo um jogador interior, isso não o impediu de se destacar em outras áreas do jogo, neste caso em particular nos roubos de bola já que conseguiu 5 durante o encontro. Ainda teve tempo para somar 1 assistência, mas mais importante, colaborou para que os açorianos somassem mais uma vitória nesta fase regular.
1ª Divisão masculina
Uma vez que o Galitos/WEBER/S.GOBAIN embora tenha igualmente vencido, em Coimbra, a Académica por 79-72, ocupa a 2ª posição em virtude de ter um jogo a menos disputado.
Na Zona Norte – Grupo Centro – Norte, o Académico FC (11V e 3D) beneficiou do facto de ter batido, fora de portas, a AC Alfanense por 79-54 para se isolar no comando da série, embora com um jogo a mais que a Sanjoanense, que tem um jogo e a uma derrota a menos que o conjunto do Porto. Em caso de vitória no jogo que tem em atraso, o Dragon Force igualará a equipa do Académico.
O Maia Basket, líder da Zona Norte – Grupo Norte, foi derrotado pelo FAC-Crédito Agrícola (62-84) e foi alcançado no comando. O SC Braga soube tirar partido deste deslize dos maiatos, uma vez que venceu na condição de visitante o CBP2102/CBP por 72-44. Com esta conjugação de resultados, bracarenses e maiatos partilham o 1º lugar, com uma vitória de distância do duo de 2º classificados, GDB Leça e CD Póvoa.
O Estoril Basket (13V) alargou a sua vantagem no comando da Zona Sul – Grupo Centro – Sul, isto depois de ter conseguido vencer em casa do principal perseguidor, o FC Barreirense (79-69). A equipa do Barreiro ficou agora a duas vitórias de distância, embora tenha permanecido isolada no 2º lugar (11V), isto porque o Algés/UAL “B” foi batido, em sua casa, pelo vizinho SIMECQ (58-63), que assim continua com menos uma vitória que os barreirenses (10V)
Os Belenenses, permanecem com um desaire apenas, e com uma vantagem um cada vez mais confortável na liderança da Zona Sul – Grupo Sul A, uma vez que o perseguidor mais próximo, o NB Queluz Nosso Prego perdeu diante os seus adeptos com o AEFCT (59-68). São quatro agora as equipas com mais uma derrota que o conjunto de Sintra, mas todas elas já bastante distantes do líder da série.
O Imortal BC/Zoomarine continua a ser a equipa com melhor registo do campeonato, uma vez a formação de Albufeira conta por vitórias os 19 jogos até agora disputados.
Portugueses lá fora
Do outro lado do Atlântico, nos Estados Unidos, a Universidade de South Florida, onde alinha Laura Ferreira, também venceu.
Depois de na ronda anterior ter colocado um ponto final numa longa série de derrotas, o Andorra de Betinho Gomes voltou a perder este fim-de-semana na Liga ACB. A equipa visitou o Laboral Kutxa e cedeu, por 74-89. A exibição do português, bastante positiva, não chegou para evitar o resultado negativo: em 22 minutos Betinho somou 8 pontos, 10 ressaltos, 1 assistência e 1 desarme de lançamento.
Em França, Arnette Hallman foi MVP na vitória do Avignon-Sorgues sobre o Rueil (93-77), na 25ª jornada da NM1. Em 29 minutos marcou 10 pontos, capturou 10 ressaltos, distribuiu duas assistências e fez um roubo de bola. Continua em muito bom plano.
No mesmo campeonato, Miguel Cardoso também protagonizou uma boa exibição ao serviço do Quimper. Utilizado durante mais tempo do que é habitual (foi titular e jogou 26 minutos), o português somou 12 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências no triunfo em casa diante do Bordeaux (77-71).
Em Espanha, nas senhoras, também houve uma portuguesa em bom plano. Sofia Carolina foi decisiva no triunfo do Zamarat diante do Ferrol, por 81-61, no principal campeonato do país. Somou 13 pontos, 13 ressaltos, 6 assistências, 1 roubo de bola e 1 desarme de lançamento, tudo em 29 minutos.
Na divisão inferior, Larisse Lima voltou a não jogar pelo Badajoz. A equipa visitou o GDKO Bizkaia (segundo classificado na Liga Feminina 2A) e perdeu por contundentes 41-80.
Já Inês Faustino saltou do banco e em 11 minutos somou 2 pontos, 2 ressaltos e 1 roubo de bola na vitória do Celta Selmak sobre o Ourense, por 65-53.
Na Liga Feminina 2B, o CREF Hola continua a somar triunfos atrás de triunfos (lidera a classificação) e muito pode agradecer às duas portuguesas que tem plantel. Este fim-de-semana recebeu o Andratx e ganhou, por 95-49, com Carla Nascimento e Maria Correia a assumirem um papel determinante. A primeira somou 13 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências e 3 roubos de bola, em 28 minutos; a segunda contribuiu com 12 pontos, 4 ressaltos, 6 assistências e 1 roubo de bola, em 25.
Em Itália, o Napoli de Mery Andrade não teve contemplações para com o lanterna vermelha Trieste, vencendo por contundentes 69-28. A portuguesa jogou 24 minutos, registando 6 pontos, 5 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola.
Nos Estados Unidos, a Universidade de UCLA perdeu com Stanford, por 67-62, um jogo disputado em Seattle, com Luiana Livulo a atuar apenas 2 minutos.
Já a Universidade de South Florida realizou duas partidas este fim-de-semana. Primeiro, nos quartos-de-final do American Athletic Conference, derrotou Memphis, por 79-51, com Laura Ferreira, em 23 minutos, a somar 5 pontos e 4 ressaltos. Depois, derrotou Tulane, por 78-69, com a portuguesa a ajudar com 3 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências. South Florida vai agora discutir o título da sua conferência com Conneticut.
Refira-se que esta semana a portuguesa foi eleita para o cinco das melhores rookies da sua conferência.
Vitória continua triunfante
Com este resultado, os vimaranenses não cedem na perseguição ao líder Benfica, enquanto que os madeirenses mantiveram-se na 4ª posição, mas viram o Barcelos fugir mais um pouco na classificação, ficando agora a duas vitórias de distância do terceiro lugar.
A viagem até Guimarães foi atribulada, o autocarro que transportava a equipa madeirense sofreu um acidente, e não servindo isso de desculpa, certamente terá alterado as rotinas de preparação para a competição por parte dos jogadores insulares.
Indiferente a tudo isto, o Vitória foi dominador nos minutos iniciais do encontro, e no final do 1º período a equipa de Fernando Sá já vencia por dezasseis pontos de diferença (28-12). O CAB estabilizou o seu jogo durante o 2º período, equilibrou o jogo, tendo mesmo empatado o quarto a quinze pontos. Ainda assim, e em tempo de intervalo, mantinha-se a diferença pontual que separava as duas equipas (43-27), uma almofada pontual confortável para gerir no segundo tempo.
O recomeço da etapa complementar correspondeu ao melhor período dos forasteiros (18-15), mas em nunca colocar em causa a liderança no encontro por parte do conjunto vimaranense (58-45).
O Vitória não quis correr riscos desnecessários, e muito menos permitir que o adversário sentisse que podia dar a volta ao resultado. A equipa recuperou os níveis de eficácia ofensiva da 1ª parte, a sua marcação pontual voltou a subir (24 pontos), e o resultado voltou a disparar para uma diferença acima dos vinte pontos (82-60).
A superioridade na luta do ressalto (47-37) por parte do Vitória permitiu-lhe mais posses de bola, num jogo em que os minhotos se mostraram muito coletivos no ataque, como comprovam as 20 assistências que registou ao longo do encontro.
O norte-americano Doug Wiggins (20 pontos, 4 ressaltos e 4 assistências) voltou a ser preponderante no comando da equipa do Vitória, e João Balseiro (23 pontos, 5 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) contribuiu ativamente para que o jogo tivesse sido sentenciado.
Tommie Eddie (22 pontos, 9 ressaltos, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento), um jogador que já passou por Guimarães, foi o melhor marcador dos madeirenses, embora tenha sido Stefan Djukic, autor de um duplo-duplo (12 pontos e 16 ressaltos), o atleta mais valorizado do CAB Madeira.
Dragon Force já tem vaga na LPB
Garante matematicamente o primeiro lugar na fase regular, o que desde logo lhe confere uma vaga na próxima edição do campeonato da Liga. A outra será preenchida pelo campeão ou, no caso de vencer o Dragon Force, pelo finalista.
Os portistas, uma vez mais, não só venceram, como o conseguiram de uma forma esclarecedora, facto que demonstra a superioridade dos azuis e brancos nesta competição. Esta derrota interrompeu uma série de duas vitórias consecutivas da formação da Bairrada, que ainda assim se mantém perfeitamente envolvida na luta pela melhor posição possível de acesso ao playoff.
Os portistas cedo fugiram no marcador, sobretudo graças a uma boa eficácia ofensiva (26-11), e ao intervalo já venciam por números superiores a vinte pontos (48-25). O recomeço da etapa complementar teve sinal mais da equipa da casa (21-14), mas a resposta dos dragões foi imediata ao dobrarem a marcação do Sangalhos (30-15) durante o último quarto da partida.
O excelente controlo da posse de bola por parte dos azuis e brancos (6 turnovers), a boa eficácia de lançamentos de curta e média distância (27/43 – 62.8%), o domínio na tabela ofensiva (11 vs 3), os onze roubos de bola e as 16 assistências, são tudo indicadores da supremacia do Dragon Force neste encontro.
António Monteiro esteve a muito bom nível, ficou muito próximo de um duplo-duplo (30 pontos e 9 ressaltos), e Pedro Bastos (16 pontos e 4 assistências) voltou a estar muito bem da linha de três pontos (4/7 – 57.1%).
O melhor marcador do Sangalhos foi o Nuno Bizarro (17 pontos e 2 ressaltos), mas nem com o contributo de Luís Fonte (13 pontos e 6 ressaltos) conseguir interromper a invencibilidade dos dragões.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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