Artigos da Federaçãooo

«Voltar às vitórias para elevar moral»

Se no jogo a contar para o campeonato, frente ao Algés, as expetativas de Pedro Meireles são maiores, a eliminatória da Taça de Portugal, contra o Benfica, revela-se um desafio de uma grandeza ainda superior.

 

A equipa maiata não vence desde o inicio de Dezembro do ano passado, razão pela qual Pedro Meireles aponta uma vitória como remédio para um problema que já dura há algum tempo. “No jogo contra o Algés é importante voltar às vitórias para elevar a moral da equipa.”

 

De forma a aumentar as hipóteses de vencer os algesinos, o jogador destaca a importância de obrigar o adversário em 5×5 em meio campo. “O Algés é uma equipa que joga com transições, portanto a recuperação defensiva terá de ser eficaz para dificultar o ataque desta equipa.”

 

Mas o jogo em campo aberto não é o único ponto forte apontado por Meireles, já que colocam dificuldades na áreas próximas do cesto. Isto sem esquecer marcar os ritmos de jogo e aproveitar bem todas as posses de bola. “O Algés também tem um jogo interior forte e reforçado que causa problemas na defesa. Portanto, com empenho e esforço na defesa e paciência e eficácia no ataque conseguiremos discutir o jogo com o Algés.”

 

A eliminatória frente aos encarnados não se afigura nada fácil, se bem que os maiatos possam já contar com mais opções para os desafios deste fim de semana. Circulam noticias que a equipa irá ser reforçada ainda durante esta semana, sendo o nome de Élvis Évora, um dos nomes apontados para integrar o plantel do Maia Basket. Um jogador experiente, que acrescentará certamente qualidade e soluções nas posições interiores, bem como peso, estatura e intimidação nas áreas próximas do cesto, e libertará eventualmente Nuno Marçal para posições mais exteriores. 

 

Foto: Claudio Gomes


«Acreditamos que conseguimos vencer»

A formação de Ponte de Sor ocupa neste momento o 2º lugar, sinónimo da temporada positiva que o jovem Artem Melnychuk faz questão de referir. O atleta acredita que é possível vencer no Porto, mas para que isso aconteça o Eléctrico terá de parar o tiro de longa distância do Dragon Force, bem como impedi-r os seus jogadores de jogarem em campo aberto, fase do jogo em que se sentem muito confortáveis e se revelam extremamente eficazes. Mas Artem destaca que o grupo de trabalho também tem pontos fortes, que sendo bem explorados e mantendo o jogo em aberto até final, podem conduzir à primeira derrota do líder invicto da prova.

 

É treinado pelo pai, mas essa não é a razão por que tem ganho espaço na equipa de Ponte de Sor. Artem mostra-se ambicioso antes da viagem até ao Porto, já que o grupo tem dado boa resposta nos jogos até agora realizados. “Penso que vai ser um jogo complicado, contra uma equipa que é ainda mais forte em casa, mas que nós acreditamos que conseguimos vencer. Estamos a fazer uma temporada muito boa e queremos continuar esta nossa série de bons resultados.”

 

Não faltam qualidades à equipa portista, embora o jogador consiga enumerar algumas que têm proporcionado o domínio absoluto na competição ao próximo adversário do Eléctrico FC. “O Dragon Force é uma equipa jovem, rápida, com bons atiradores e que joga bem em contra ataque. Se conseguirmos travar as suas transições ofensivas e lançamento exterior podemos alcançar um bom resultado e surpreender o nosso adversário.”

 

A continuidade do trabalho, e os valores que se constroem com isso poderão permitir que Artem e seus companheiros possam causar sensação na próxima jornada do campeonato da Proliga. “Jogamos juntos há muito tempo, estamos motivados e acredito que com o nosso jogo interior e inteligência consigamos levá-los à sua primeira derrota no campeonato.”

 

Mnater o jogo fechado até final é uma das condições importantes para que o Eléctrico consiga sair vitorioso do Porto, mas independentemente disso vir a acontecer, Melnychuk não tem dúvidas que o jogo será do agrado de todos aqueles que se deslocarem ao Dragão Caixa. “Penso que vai ser um jogo a decidir nos instantes finais e com certeza que será um grande espetáculo de basquetebol.”


«É possível alcançar esta vitória»

Ainda assim, a distância que a separa de um lugar de acesso ao playoff é de apenas uma vitória, razão pela qual João Fernandes quer bater este sábado, na Madeira, pelas 15.30 horas, a equipa do CAB de forma a manter em aberto esse objetivo. O base está confiante que o grupo irá dar uma resposta positiva, diante um opositor a quem reconhece qualidade a lançar ao cesto, bem como sendo exímia a tirar partido dos erros dos adversários.

 

Os jogos começam, cada vez mais, a ter um peso adicional, tendo em conta o aproximar do fim da fase regular da LPB. João Fernandes quer dar continuidade ao bom momento do Galitos, embora saiba que a equipa terá que lutar muito para ter sucesso na Madeira. “Vai ser um jogo muito importante para nós, pois uma vitória será mais um passo na luta por um lugar no playoff. Razão pela qual, mesmo tendo em conta a pressão do momento, acredito neste grupo de trabalho e acho que é possível alcançar esta vitória.”

 

João Fernandes destaca a qualidade do jogo do perímetro dos insulares, aspeto que vai merecer especial atenção nas tarefas defensivas, e no ataque o galitos terá ser muito eficiente em todos os ataques. “Teremos que parar o jogo exterior do CAB, pois é uma equipa com excelentes lançadores. Revelarmo-nos sólidos na defesa e aproveitar ao máximo cada posse de bola. “

 

Os turnovers serão, no entender do base da formação do Barreiro, determinantes para o sucesso do Galitos, até porque, normalmente, proporcionam pontos fáceis ao adversário. “Evitar ao máximo as perdas de bolas pois o CAB é uma equipa que aproveita muito bem essas situações e transforma-as em vantagens.”


«Máxima concentração»

O CAB não é uma equipa fácil, mas a jogadora (que vai jogar em Old Dominion, nos Estados Unidos), acrdita no potencial das escolares.

 

O GDESSA foi derrotado na primeira eliminatória da Taça Federação. A equipa saiu reforçada dessa competição? O que falhou no jogo frente ao Olivais?

 

Claro que sim. A equipa saiu com a noção de que o jogo não tinha corrido da melhor forma pois há duas semanas atrás teríamos ganho à mesma equipa por uma diferença bastante confortável. No entanto, a nossa eficácia não foi a melhor. 

Saímos de cabeça erguida focadas para ganhar os próximos jogos e com vontade de trabalhar mais e melhor. Temos consciência de que os próximos jogos não vão ser fáceis e vão exigir a máxima concentração. Queremos alcançar o maior número de vitórias possível.

 

No regresso ao campeonato vão agora defrontar o CAB, um adversário que ainda não perdeu nesta fase regular e que acabou de conquistar mais um troféu. Na sua opinião, o que faz do CAB uma equipa tão difícil de bater?

 

Claramente a experiência. O CAB conta com a Joana Lopes que é sem dúvida o "cérebro" daquela equipa. Ainda assim as outras jogadoras são bastante experientes pois já jogam há bastante tempo e algumas já representaram Portugal nos campeonatos de Europa nos escalões de formação e na seleção sénior. As norte-americanas contribuem bastante para que o CAB se encontre sem derrotas no campeonato.

 

No jogo da 1ª volta perderam por vinte pontos de diferença. A falta de eficácia no lançamento foi a principal causa da derrota? E se as baixas percentagens foram mérito do adversário ou apenas falta de pontaria da vossa parte?

 

Penso que sim. Sabíamos que era um jogo difícil mas achei que criámos bem as nossas situações de lançamento mas não fomos tão consistentes como elas. Talvez a falta de experiência tenha influenciado as nossas percentagens.

 

Para este jogo o GDESSA conta com uma estrangeira diferente e mais tempo de trabalho. Perguntava-lhe se a troca de estrangeira trouxe benefícios para a equipa? E em que aspetos do jogo melhoraram desde então?

 

Sem dúvida. Sinto que melhorámos bastante até agora. O começo é sempre o mais difícil pois é aquela fase em que temos de conhecer as capacidades de cada jogadora dentro de campo, principalmente quando há entrada de novas jogadoras. É fundamental conhecermos as jogadoras com quem estamos a jogar e saber o contributo que cada uma pode dar à equipa. Melhorámos em vários aspetos. A vinda da nova norte-americana deu-nos uma melhor eficácia. Penso que cometemos muito menos turnovers do que no início da época.

 

Apesar de muito jovem é inquestionável a importância que já tem dentro da equipa. Tem sido fácil comandar uma equipa da Liga? E se isso poderá ajuda-la a estar mais preparada para ter sucesso na mudança para os Estados Unidos?

 

Não é uma tarefa fácil. Sinto que tenho uma grande responsabilidade dentro de campo. Todos os jogos aprendemos algo novo e isso contribui bastante para a evolução de uma jogadora. Sim vai ser uma grande ajuda para ter sucesso nos Estados Unidos. É uma grande mudança mas acho que ao estar a jogar na liga com esta idade vai ser bastante benéfico para mim no futuro.


«Estamos numa boa fase»

A defesa foi, no entender da jogadora, fundamental.

 

É caso para dizer, olhando para os resultados, bem como as prestações das madeirenses nos três jogos disputados durante a Taça Federação Feminina, que o CAB conseguiu ser sempre superior no decorrer de todas as eliminatórias. “Sabíamos perfeitamente o que tínhamos que fazer para vencer, e colocámos isso em prática no campo. Entrámos decididas e confiantes em todos os jogos, o que se verificou perfeitamente com as vantagens constantes no marcador.”

 

No jogo da final, Joana Lopes e as suas companheiras foram mais fortes, e nos primeiros vinte minutos conquistaram uma confortável vantagem pontual que depois geriram na etapa complementar.  A defesa teve um papel fundamental, já que o CAB condicionou, com sucesso, as armas ofensivas da equipa de Carcavelos. “A qualidade da nossa defesa foi o principal motivo que nos levou a essa vantagem pontual. A partir da nossa agressividade, impedimos que os Lombos atacassem com sucesso e conseguimos vários contra-ataques.”

 

Mas as questões ofensivas contribuíram igualmente para que as insulares conseguissem estar melhor durante a final. A seleção do tiro e a paciência ofensiva demonstrada, foram, no entender de Joana Lopes, outros aspetos do jogo que criaram condições para que o CAB dominasse o encontro decisivo. “No ataque, julgo que jogámos com a calma necessária para escolhermos o melhor lançamento no melhor momento. Estes foram indiscutivelmente os nossos pontos fortes, não só na primeira parte mas ao longo de todo o jogo.”

 

Embora Lopes reconheça que alguma falta de inspiração por parte dos Lombos explica as fracas percentagens de lançamento registadas, muito se ficou a dever ao facto como contestaram os tiros e colocaram problemas às suas movimentações ofensivas. “A Quinta dos Lombos não teve no seu melhor registo a atirar ao cesto. Por outro lado, a nossa defesa conseguiu impedir imensas vezes a eficácia do ataque adversário, o que acabou por ser a base do nosso sucesso.”

 

O CAB Madeira atuou com uma única estrangeira, mas a chegada da Lavínia Silva fez com que as insulares tenham mais argumentos para discutir jogos e competições. “A Lavínia é uma das armas do nosso jogo interior, contribuindo com pontos, ressaltos e uma defesa agressiva. Apesar de ter chegado há pouco tempo, está plenamente integrada na equipa.”

 

Este foi o segundo troféu conquistado pela equipa do CAB na presente temporada, um indicador que o CAB está em condições de lutar pela hegemonia no basquetebol feminino. Embora concorde, Joana Lopes diz que não é por isso que irão parar de trabalhar. "Ainda faltam muitos jogos até ao fim do campeonato. Estamos numa boa fase, a equipa está unida e feliz e com consciência que não podemos ficar 'à sombra da bananeira'!”

 

Para a jogadora madeirense, a luta pelo titulo não se resumirá a um duelo entre o CAB e a Quinta dos Lombos. Mas se considera que existe a possibilidade de outras equipas poderem intrometer-se nessa batalha, Joana Lopes aponta as duas equipas como principais candidatas ao titulo nacional. “Existem outras equipas que apresentam argumentos no nosso campeonato (Vagos, Sportiva e ESSA), no entanto, julgo que a supremacia do CAB e da Quinta dos Lombos é evidente.”


Na 1.ª Divisão masculina prevalece o equilíbrio

 

Na Zona Norte – Grupo Centro, o Galitos/WEBER/S:GOBAIN mantêm-se invicto, totalizando por vitórias os 14 jogos até agora disputados. O perseguidor mais próximo é o Olivais /UrgiCentroANF, que com duas derrotas ocupa o 2º lugar da tabela classificativa.

 

Mas não é a única equipa sem derrotas na competição, já que a AD Sanjoanense lidera a Zona Norte – Grupo Centro – Norte com um registo cem por cento vitorioso nas dez jornadas até agora disputadas. Académico FC, com duas derrotas, e Dragon Force B com três, são os concorrentes mais próximos da formação de S. João da Madeira.

 

O Maia Basket também é líder, da Zona Norte – Grupo Norte, mas os maiatos já sofreram uma derrota na competição, menos uma que o SC Braga que segue na segunda posição. Bem perto dos bracarenses estão CD Póvoa e GDB Leça/CARGOLANDIA, ambas com três derrotas.

 

Se continuarmos a descer no país, o Estoril Basket é o comandante, com uma derrota apenas, da Zona Sul – Grupo Centro – Sul, se bem que FC Barreirense com duas derrotas e Algés/UAL “B” com três, mantêm-se muito por perto da frente da classificação.

 

O Belenenses, com um desaire apenas, tem uma vantagem um pouco mais confortável na liderança da Zona Sul – Grupo Sul A, uma vez que o trio formado por AC Moscavide, NB Queluz Nosso Prego e Basket Almada já se encontram a três vitórias de distância do clube do Restelo.

 

O Imortal BC/Zoomarine é para já a equipa com melhor registo do campeonato, uma vez a formação de Albufeira conta por vitórias os 15 jogos até agora disputados. Domínio claro dos algarvios que já tem a três vitórias de distância o duo composto por GC Olhanense e GDR André Resende. A formação de Olhão atrasou-se ainda mais nesta última jornada, já que foi derrotada na deslocação que efetuou até Beja (71-77). 


Luta acesa pelo playoff

Entre o 1º e o 8º classificado apenas três vitórias de diferença, um registo que atesta bem a incerteza e a dificuldade de todas as jornadas desta prova. Neste momento SC Coimbrões/RIBAU e Ovarense lideram, sendo que a E.S.A se poderá juntar a este grupo no comando da prova, caso vença o jogo que tem atraso.

 

Na última jornada a equipa vareira sentiu enormes dificuldades, venceu pela diferença mínima (81-80), para levar de vencida, fora de portas, a equipa da ESA, que assim hipotecou a possibilidade de vir a assumir isolada a liderança do campeonato.

 

O Coimbrões recebeu e bateu a equipa do SIMECQ, mas o conjunto nortenho teve que se aplicar para conquistar a sua 9ª vitória nesta fase regular frente à formação da Cruz Quebrada.

 

Ao vencer, no Funchal, o Galitos/Pizzarte por 59-53, o C.S.M./C.S.CAB não descolou do grupo da frente, com as insulares a manterem-se a uma vitória de distância. Apesar da boa réplica oferecida pelo conjunto de Aveiro, o Galitos afastou-se um pouco mais da parte de cima da tabela classificativa e foi alcançado pelo Juvemaia-ACDC, com os dois conjuntos a registarem agora 7 vitórias e 6 derrotas.


«Obrigá-los a cometer turnovers»

O Sampaense Basket é um desses conjuntos e, à medida que a fase regular avança, a margem para erro da formação de S. Paio de Gramaços é cada vez menor. Na próxima jornada o Sampaense recebe o Barcelos, um jogo que Francisco Santos quer vencer, de forma a equipa poder recuperar na classificação. Parar o jogo interior do Barcelos, através de uma defesa agressiva, obrigar o adversário a cometer erros e a partir daí conseguir situações fáceis de finalização, são os aspetos do jogo que o jovem base da equipa considera serem decisivos para o sucesso do Sampaense Basket.

 

A 1ª volta não correu de feição ao conjunto de S. Paio de Gramaços, uma equipa quase toda ela renovada, com muitos jogadores jovens, que já trocou de treinador, mas que continua a acreditar que vai melhorar na segunda metade da fase regular da LPB. “O jogo com o Basquete de Barcelos é importante para nós, porque nesta segunda volta temos de tentar compensar ao máximo as derrotas que tivemos na primeira volta.”

O Barcelos, que ainda recentemente marcou presença na final 4 da Taça Hugo dos Santos, não será um adversário fácil, e Francisco Santos destaca a eficácia dos minhotos nas áreas próximas do cesto. “Penso que o ponto forte do Barcelos é o jogo interior, qualquer miss-match que haja no jogo, eles vão aproveitar.”

Para condicionar o sucesso ofensivo dos barcelenses, o jovem atleta do Sampaense Basket aposta no negar dos passes interiores, tentar provocar erros sem lançamento no Barcelos, bem como ser eficaz nas situações de contra-ataque ou superioridade numérica. “A chave será a defesa do jogo interior, tentando obrigá-los a cometer turnovers, dos quais poderemos tirar vantagem.”


Títulos Profissionais de Treinadores/as de Desporto

Consulte a mensagem de esclarecimento nos detalhes desta notícia.

“Com a publicação da regulamentação da formação contínua para efeito de revalidação dos Títulos Profissionais de Treinadores/as de Desporto – diferentes modalidades desportivas e graus de formação (Portaria n.º 326/2013, de 1 de novembro) foi necessário proceder à atualização das datas de fim de validade inicialmente estabelecidas para os documentos em apreço emitidos antes de 01 de Novembro de 2013.

Neste sentido, para verificar a atual validade da sua certificação, deverá entrar na PRODesporto com os seus dados de acesso e confirmar, por esta via, a data em que terá de comprovar a realização da formação contínua necessária para esta revalidação (área Treinador de Desporto – Consultas – Processos completos).

O processo de revalidação do TPTD vai decorrer na PRODesporto e obriga à apresentação dos Certificados das Ações de Formação que perfaçam 10 Unidades de Crédito – ver lista de Ações de Formação Certificadas e informação sobre as condições e especificidades a cumprir para a obtenção das referidas UC em www.idesporto.pt.

Mais se informa que está a ser desenvolvida a metodologia e os requisitos operacionais para efetuar a revalidação de Títulos Profissionais e que, logo que estes estejam definidos, será enviada uma nova mensagem de correio eletrónico com a indicação dos procedimentos a adotar.”


«Manter a senda das vitórias»

Os madeirenses desejam confirmar a fase ascendente, numa altura em que o 4º lugar está em aberto e o 3º já não é uma miragem. Numa entrevista ao Site Oficial do CAB, Jorge Coelho não esconde que quer repetir o resultado da 1ª volta, ainda que a equipa do Galitos se tenha alterado significativamente desde então. O poste da equipa madeirense espera que o jogo sirva para o grupo reforçar a sua consistência nos dois lados do campo, mas com o apoio dos adeptos acredita que o CAB irá superar mais este obstáculo.

 

O jogador do CAB quer juntar uma boa exibição a um bom resultado, ainda que espere dificuldades colocadas pela equipa do Barreiro. "Temos estado a preparar o jogo contra o Galitos de forma a proporcionar um bom espetáculo aos nossos adeptos, e para nos mantermos na senda das vitórias. Sabemos que é uma equipa diferente da que jogamos na primeira volta, mas igualmente ou mais perigosa."

 

O conjunto insular já fez o seu trabalho de scouting, mas sem esquecer de se focar nas suas coisas. "Trabalhamos diariamente para nos prepararmos para o que fazem bem, e também, para cada vez mais continuarmos a solidificar a nossa equipa, tanto nos aspetos defensivos, como ofensivos.”

 

Jorge Coelho quer tirar partido do facto de jogar perante os adeptos da equipa, e que o jogo seja mais um passo na ascensão do CAB Madeira. “Jogamos em casa e temos de fazer sentir isso e continuarmos a crescer como equipa. Vai ser duro, e contamos com o apoio de todos."


Imortal Basket Club organiza I Clinic Internacional de Minibásquete – 21 e 22 Março

 

O Clinic é creditado no âmbito do Plano Nacional Formação Treinadores e já tem confirmadas as presenças dos portugueses San Payo Araújo (Diretor Técnico do Comité Nacional de Minibásquete/ FPB) e Mário Batista (Presidente do Comité Nacional de Minibásquete/ FPB).

 

O espanhol Toni Carillo (Técnico de Desporto da Direção-Geral de Desporto da Catalunha) é também uma presença garantida nesta formação de treinadores. Carrillo é um especialista na formação inicial do jogador e dos treinadores jovens, além de colaborar regularmente com a Federação Catalã de Basquetebol e de apresentar um grande número de publicações científicas. No Curso de Alto Rendimento em Basquetebol foi responsável pelo tema: "A sessão de treino no Minibásquete".

 

As inscrições serão abertas a partir do dia 7 de fevereiro e podem ser efetuadas no site do clube – www.imortal-basket.pt – . Os preços são de 20 euros (até dia 28 de fevereiro) e de 25 euros (inscrições entre 1 e 20 de março). Inscrições no próprio dia do Clinic – 30 euros. Selecionadores Regionais e Formadores da E.N.B. terão 50% desconto.


Algés apurado para a Final 8 da Taça de Portugal

Apesar da natural reação do Lusitânia, os algesinos controlaram sempre a marcha do marcador na parte final do encontro (73-68), acabando por vencer com toda a justiça e merecer o apuramento para a fase seguinte da competição

 

O Algés entrou em campo com uma grande intensidade. Em pouco tempo fez um parcial de 6- 0, como que afirmando a vontade de marcar presença na Final 8 da Taça de Portugal de Basquetebol, cabendo a Darren Townes o estatuto de marcador de serviço nesse período. Um ímpeto, porém, que chegou depressa e depressa se foi… O Lusitânia passou a assumir larga preponderância em vários aspetos do jogo, não obstante o parcial de 16-23 no segundo período, numa altura em que a partida se tornou mais rápida e, por isso mesmo, mais propícia ao erro.

 

Os algesinos acabaram por reequilibrar os números no que toca às percentagens de lançamento. Isto porque, durante os primeiros 10 minutos, foram os verdes a mandar no plano ofensivo, daí o parcial de 16-8. Aliás, os angrenses conseguiram concretizar 16 pontos sem resposta. Por outro lado, a formação açoriana também dominava na luta das tabelas, capturando grande parte dos ressaltos disputados. Blake Poole e Willis Wall ditavam leis neste capítulo ao intervalo.

 

No recomeço do 2º período, o Algés voltou a fazer 5-0, com João Santos, em dose dupla, a somar triplos. Miguel Freitas e Edson Ferreira fizeram responderam na mesma moeda e colocaram o resultado em 25-16. Os comandados de André Martins reduziram para 20-25 e os insulares dispararam de novo para 32-25, mas António Pires ajudou a minimizar diferenças. O Lusitânia acabaria por terminar o 1º tempo a vencer pela diferença mínima (32-31), isto depois de algumas tentativas de fuga e outras tantas aproximações no marcador.

 

O regresso dos balneários foi muito negativo para o Lusitânia, especialmente na capitulo ofensivo. O parcial de 20-9 é elucidativo e permitiu que o Algés construísse uma vantagem  na casa das dezenas de pontos ao cabo de 30 minutos (51-41).

 

Os algesinos mostravam-se muito eficazes a lançar, especialmente nas zonas próximas do cesto através da exploração do seu jogo interior (19/34 – 56%). Aos insulares faltou juntar pontos aos 46 ressaltos conquistados, 17 dos quais na tabela ofensiva. Mérito para o desempenho defensivo dos pupilos de André Martins, mas a verdade é que o cinco de Angra do Heroísmo perdeu demasiadas vezes a bola (20 turnovers), por vezes casos forçados, mas em alguns ataques fruto de erros próprios.

 

É evidente que este descalabro trouxe pressão extra para o derradeiro quarto, mesmo que Willis Wall, nos minutos iniciais do 4º período, tenha tentado a reviravolta no marcador. O Lusitânia optou por recorrer aos triplos para evitar a eliminação e Cavel Witter e Miguel Freitas, o base terceirense por duas vezes, ainda foram capazes de abrir uma réstia de esperança ao reduzirem para 55-64, a pouco mais de um minuto do fim, para 62-68 com 35 segundos para se jogar. Mas o Algés teve sempre o jogo controlado, não tremeu da linha de lance-livre, percebendo-se qua não iria perder a liderança do jogo e deixar fugir o apuramento para a Final 8 da Taça de Portugal.

 

O norte-americano Darren Townes acabou por ser o melhor marcador do Algés com 19 pontos, tendo sido bem secundado por Josimar Cardoso (12 pontos), António Pires e João Santos, ambos com 10 pontos, com este último a saltar do banco.

 

Na equipa açoriana, o trio formado por Cavel Witter (16 pontos e 5 ressaltos), Willis Hall (12 pontos e 15 ressaltos) e Blake Poole (10 pontos e 16 ressaltos), destacou-se na marcação de pontos, e bem tentou apurar o Lusitânia para a fase seguinte da competição.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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