Artigos da Federaçãooo
«Aqui fazemos pequenos milagres»
O jogador não tem dúvidas que o trabalho desenvolvido diariamente pelos maiatos é “muito bom”, assume que existem dificuldades mas sublinha que o grupo mantém-se focado no objetivo da permanência.
O Maia Basket não vence há quatro jornadas. Embora seja um registo negativo, acha que a equipa de alguma forma comprometeu, ou poderia ter conseguido fazer melhor?
Sim, de facto é um registo negativo mas tínhamos noção que iríamos disputar jogos complicados. A entrega, o empenho, a vontade de fazer melhor e vencer está sempre presente. Queremos transportar isso para todos os jogos e no final saber que demos e fizemos tudo para conseguir o melhor resultado.
Depois de um arranque de temporada brilhante, têm vindo a cair na tabela classificativa. Na sua opinião, o rendimento da equipa decresceu, ou atribui mais mérito aos adversários?
Temos consciência que para ganharmos jogos temos que estar sempre muito próximos do nosso melhor. Os adversários também trabalham diariamente com o objetivo de vencer. Penso que defrontámos adversários mais fortes e com argumentos diferentes dos nossos. Estamos a fazer um trabalho muito bom tendo em conta todas as dificuldades e limitações que nos são impostas. No Maia Basket fazemos pequenos "milagres" a cada treino, a cada jogo, desde jogadores, treinador e direção.
Nota-se que a equipa tem sentido maiores dificuldades para somar pontos no ataque. Encontra alguma explicação para que assim seja?
A nossa equipa tem tido algumas dificuldades na rotação do jogo interior. Temos um plantel limitado nesse aspecto e para colmatar essa lacuna temos jogadores a jogar fora da sua posição habitual . As nossas grandes referências interiores são o Nuno Marçal e o Paulo Diamantino. Todas as equipas identificam isso e tentam limitar ainda mais esses jogadores. O equilíbrio entre o jogo interior e exterior é fundamental. Em alguns jogos estamos a criar oportunidades de lançamento mas não as estamos conseguir concretizar. Quando estamos em dia sim, somos uma equipa que cria muitas dificuldades aos adversários.
Concorda que o jogo da próxima jornada, frente ao Sampaense Basket, assume um caráter ainda mais decisivo?
Sem dúvida! Uma vitória frente ao Sampaense permite-nos dar um passo em frente rumo ao nosso objetivo, que é a permanência na Liga.
Equilibrar a luta das tabelas, controlar melhor a posse de bola e melhorar a eficácia do lançamento, serão as chaves para conseguirem vencer o Sampaense Basket?
Equilibrar não chega, temos dominar todos os aspetos do jogo, vencer cada confronto direto tendo sempre em consideração os aspetos coletivos e a nossa filosofia de jogo.
Defensivamente, sabendo que os jogadores estrangeiros vão fazer os seus pontos, o segredo passará por condicionar os jogadores portugueses?
Todos os jogadores são importantes e podem desiquilbrar. Não desvalorizamos ninguém e estamos a preparar o jogo do Sampaense identificando os seus pontos fortes e traçando a nossa estratégia de forma a tentar supera-los.
«Podemos fazer melhor»
Ainda não conseguiu vencer fora de casa e na próxima jornada defronta o Atlético, com quem perdeu esta época fora, mas para a Taça.
Fazendo um pouco o balanço do comportamento da equipa, contava ter mais vitórias nesta fase da temporada?
Sinceramente contava com mais vitórias, agora há sem dúvida uma explicação para este comportamento da equipa e ela é a onda de lesões com que temos sido assolados esta época. Tudo começou na meia final do Torneio António Pratas em que perdemos o nosso Capitão, João Campo, para o resto da época e o Francisco Mota. A partir daí tem sido lesões atrás de lesões nunca tendo conseguido reunir toda a equipa completa. Cheguei a ter 5 atletas lesionados ao mesmo tempo… Assim não é fácil…
O Esgueira ainda não conseguiu vencer fora esta temporada. Encontra alguma explicação para este registo da equipa?
Com os problemas que temos tido, se já era difícil ganhar fora, dado o equilíbrio que existe entre todas as equipas, à exceção do Dragon Force que é um caso à parte, assim ainda se tornou mais complicado, tendo a equipa dado uma resposta mais positiva em casa fruto do apoio que tem dos seus adeptos que nos motiva mais e nos torna mais fortes.
Sente algum desconforto ou pressão acrescida na equipa provocado pela atual posição na tabela classificativa?
A pressão que temos é apenas de darmos o nosso melhor todos os dias e todos os fins de semana, é claro que estar nos últimos lugares não nos agrada, pois temos consciência que completos somos uma equipa mais forte e que lutaria para os primeiros lugares, mas a vida é assim e temos que viver com estes problemas e tentar superá-los com entrega, atitude e confiança que melhores dias virão.
Já defrontaram por duas vezes esta temporada o Atlético, o adversário da próxima jornada. Uma vitória para cada lado, sendo que a derrota na Tapadinha implicou o afastamento da Taça de Portugal. Onde falharam nesse encontro?
Nesse encontro, além de já irmos sem 3 jogadores, os únicos interiores que levámos lesionaram-se ainda na primeira parte, o que tornou o jogo muito difícil pois o aAlético é uma equipa forte fisicamente e que nos coloca muitos problemas perto do cesto. Essa foi a chave da derrota, o domínio do jogo interior e luta das tabelas por parte do Atlético.
Perguntava-lhe se a luta das tabelas vai ser decisivo neste encontro? E se grande parte do sucesso ofensivo da tua equipa depende da eficácia do tiro de três pontos?
Somos das equipas mais frágeis fisicamente com muitos menos centímetros do que todas as outras, mas também somos neste momento a melhor equipa a lançar de 3 pontos, aí reside a chave do problema, equilibrar na luta das tabelas e potenciar ao máximo o nosso jogo exterior.
Acha que o Esgueira ainda poderá fazer mais e melhor durante esta fase regular? E quais os pontos em que a equipa tem que corrigir ou melhorar no futuro?
Acreditamos que podemos fazer melhor. Vamos ter esperança de conseguir todos os jogadores para treinar e jogar e as vitórias irão aparecer. Temos de ser uma equipa mais consistente a defender e a atacar principalmente fora de casa. A nossa defesa tem de melhorar, não podemos permitir que nos marquem 75-80 pontos pois assim não iremos ganhar o jogo de certeza. Temos de ser intensos a atacar jogando o nosso basquetebol baseado em transições rápidas e contra ataque e criar situações de lançamentos abertos na área de 3 pontos.
Qual será a estratégia para alcançar, em Alcântara, a primeira vitória na condição de visitante?
Em Alcântara vamos ter uma tarefa muito difícil, mas não impossível. Teremos de parar o jogo interior do Atlético, equilibrar na luta das tabelas e jogar com intensidade no ataque perante uma equipa que gosta de jogar em meio campo.
Terceira Basket Club – Minibasquete
Alguns dados dessas ações de captação:
3 ações na EBI Angra do Heroísmo;
1 ação na Escola de São João de Deus;
2 ações na Escola Infante D. Henrique;
4 ações na Escola Tomás de Borba;
Ao todo, já conseguiu mobilizar cerca de 1000 rapazes e raparigas das escolas do concelho de Angra do Heroísmo nas suas ações, sendo que esta época já conseguir ter nos treinos de Minibasquete cerca de 100 jovens atletas, o que corresponde a um número "record" a nível local.
De realçar o esforço incansável do Coordenador Técnico da Formação, Francisco Simões, na procura da criação de condições junto das escolas para que estas ações fossem possíveis e da total disponibilidade do treinador dos seniores, Daniel Brandão, do treinador João Paulo Bettencourt e dos jogadores seniores Felipe Tomassi, Thiago Tomassi, Bruno Cavalcante, Matt Devine, Pedro Mendes, Miguel Romão, Alex Kravtsov e David Tavares em serem parte ativa nas ações de captação, fazendo com que estas ações fossem extremamente dinâmicas e divertidas para todas as crianças que participaram. Relevar ainda a total disponibilidade na colaboração com o clube, por parte das escolas envolvidas, nas pessoas dos seus diretores, coordenadores e professores.
Estas ações de captação já deram os seus frutos, dado que no mais recente encontro de Minibasquete, realizado no passado sábado, dia 17 de Janeiro, na Praia da Vitória, o clube apresentou pela primeira vez na sua história, uma equipa de Mini 10 feminina, perfazendo um total de 27 atletas Mini 8, Mini 10 e Mini 12, que corresponde ao maior número de atletas apresentado pelo clube num encontro de Minibasquete na sua história, sendo o Terceira Basket Club o clube filiado na ABIT que mais atletas Minis apresentou nesse mesmo encontro.
O Terceira Basket Club está empenhado em garantir a sustentabilidade do clube relativamente ao número de atletas a competir nas suas equipas de formação, vendo estas ações de captação como fundamentais para tal. O clube sente que é possível aumentar bastante o número de atletas neste escalão, sendo necessário um compromisso efetivo de todos para que tal aconteça, dirigentes, treinadores e jogadores.
Clube do Povo de Esgueira acolhe Fase Final Distrital Sub18
No sábado, os jogos estão, igualmente, marcados para as 20 e 22 horas. No domingo, a terceira e última jornada tem os jogos agendados para as 15 e 17 horas.
Veja o vídeo promocional no seguinte link – http://youtu.be/RCA8C6Lw7R4
Mais informações em www.esgueirabasket.com
Willis Hall eleito MVP
Entre os portugueses, Nuno Marçal continua semana após semana a conquistar um lugar de evidência. Nesta ronda, destaque ainda para o facto de serem três os atletas nacionais a integrarem o 5 ideal da jornada.
MVP Global: Willis Hall, Sport Clube Lusitânia– 41.5 de valorização
Numa semana em que os açorianos somaram a sua sexta vitória da fase regular, Hall protagonizou mais uma bela exibição, confirmando que é um jogador consistente e fiável nas suas prestações. No triunfo diante do Maia Basket, este norte-americano ajudou a equipa em vários capítulos do jogo, embora se tenha destacado mais na marcação de pontos (22), e sobretudo na presença que teve nas tabelas (18 ressaltos), nomeadamente no ressalto ofensivo (9). Somou ainda 3 assistências e 4 roubos de bola, tendo sido fundamental em mais uma importante vitória para os objetivos dos açorianos.
MVP Nacional: Nuno Marçal, Maia Basket – 30.5 de valorização
O experiente jogador português continua a exibir um elevado rendimento desportivo, embora nos últimos encontros tal facto não esteja a ser recompensado com êxitos da equipa. Os maiatos não foram felizes na deslocação até à ilha Terceira, mas o jogo comprovou que o atleta continua a atravessar um excelente momento. Marçal voltou protagonizar uma exibição de grande qualidade, provocou 9 faltas à equipa do Lusitânia, um indicador que foi um problema para a defesa adversária. Mostrou que continua a ter uma enorme facilidade a atirar de longa distância e com eficácia (4/6 de 3 pontos).
Posição 1: António Pires, Algés/UAL – 27 de valorização
Numa altura em que a equipa precisava alguém que a liderasse de novo às vitórias, António Pires soube assumir a responsabilidade do momento. Foi determinante no triunfo frente ao Sampaense, um resultado que prolonga o ciclo positivo que a formação algesina atravessa neste inicio de ano. Registou 27 pontos, mas com uma enorme eficácia, já que apenas falhou dois lançamentos de campo durante todo o encontro (8/10 de 2 pontos e 1/1 de 3 pontos), tendo estado perfeito da linha de lance-livre (5). Somou ainda 5 assistências e 1 ressalto, uma estatística individual que confirma a sua importância no resultado positivo alcançado pela equipa em S. Paio de Gramaços.
Posição 2: Miguel Minhava, Galitos Barreiro Tley – 24.5 de valorização
A formação do Barreiro não foi nada feliz no reencontro com os campões nacionais, mas isso não impediu que o atleta português se exibisse a bom nível. Minhava converteu 22 pontos, conquistou 5 ressaltos, roubou 3 bolas, distribuiu 1 assistência e desarmou 1 lançamento, números muito positivos, mas que não impediram uma derrota pesada diante do SL Benfica.
Posição 3: Willis Hall, Sport Clube Lusitânia – 41.5 de valorização
É o MVP Global da ronda do passado fim de semana
A equipa açoriana está agora a atravessar um bom momento, isto depois de um arranque menos conseguido. Leva já três vitórias consecutivas, um ciclo vitorioso que em parte se deve às boas prestações deste norte-americano. No jogo do Barreiro voltou a estar muito bem, e acabou por ser uma das principais armas ofensivas do Lusitânia. Terminou o encontro com 23 pontos, 5 ressaltos, 2 roubos de bola e 1 assistência, números que mostram a sua versatilidade e capacidade para ajudar a equipa em várias áreas do jogo e posições no campo.
Posição 4: Nuno Marçal, Maia Basket – 30.5 de valorização
É o MVP Nacional da 12ª jornada da Liga Portuguesa de Basquetebol
Posição 5: Stephen Nwaukoni, Illiabum Clube – 31 de valorização
O Illiabum voltou a estar muito perto da vitória, acabando por perder, no prolongamento, o jogo frente à Oliveirense no último segundo da linha do lance-livre. O técnico Ricardo Vasconcelos mexeu no plantel, algumas trocas foram realizadas, mas este jogador mereceu a confiança do treinador ilhavense. Uma vez mais Stephen mostrou que tem qualidade para fazer pontos no ataque, mas talvez se destaque ainda mais pela presença que tem na luta das tabelas. Frente à equipa da Oliveirense somou 11 pontos, capturou 17 ressaltos, 8 na tabela ofensiva, distribuiu 2 assistências, desarmou 2 lançamentos e ainda roubou 1 bola, números muito interessantes a que ficou a faltar a vitória no encontro.
Carla Nascimento no CREF Hola
A portuguesa, que deixou o Al-Qazares por iniciativa própria, considerando não estar a render aquilo que pretendia, está a jogar no CREF Hola, a equipa onde alinha Maria Correia.
Pouco tempo depois de ter defrontado o Real Madrid (e perdido), o Andorra voltou este fim-de-semana a medir forças com outro grande de Espanha na Liga ACB, mas acabou por ceder. Frente ao Barcelona, a formação onde alinha o português Betinho Gomes perdeu, por 56-71, com o extremo a somar 3 pontos, 5 ressaltos e 1 desarme de lançamento, em 21 minutos.
Em França, Miguel Cardoso voltou a ter um desempenho discreto ao serviço do Quimper, que perdeu na visita ao recinto do St Vallier (82-86), na divisão NM1, caindo para a penúltima posição da tabela classificativa. O português esteve 11 minutos em campo, durante os quais registou 2 pontos, 1 ressalto, 2 assistências e 1 roubo de bola.
Na mesma competição, o Avignon-Sorgues também cedeu, mas em casa frente ao Vosges (61-67). Arnette Hallman alinhou de início e nos 25 minutos que jogou obteve 3 pontos, 4 ressaltos e 1 assistência. A equipa está na 12ª posição.
Na Liga Feminina de Espanha, desempenho inspirado de Sofia Carolina ao serviço do Zamarat, sem que no entanto conseguisse evitar o desaire, em casa, diante do Gernika, por 53-68. A portuguesa terminou o jogo com 17 pontos, 8 ressaltos e 1 desarme de lançamento, cotando-se como uma das melhores jogadoras da equipa.
Igualmente em Espanha, Inês Faustino esteve em bom plano na vitória do Selmak. A portuguesa marcou 10 pontos, capturou 4 ressaltos, distribuiu 5 assistências e fez 3 roubos de bola, ajudando a equipa a bater o Oviedo, em casa, por 75-46, na 10ª jornada da Liga Feminina 2, a 2ª Divisão de senhoras do país vizinho. O Selmak está na 6ª posição.
No mesmo campeonato há este fim-de-semana a novidade de Carla Nascimento – que deixou o Al-Qazares, do escalão principal, no início do ano – ter assinado contrato com o CREF Hola, equipa onde curiosamente está outra portuguesa, Maria Correia. E a estreia não podia ter corrido melhor, pois foi coroada com uma vitória, frente ao Estudiantes, por 84-54. Carla foi titular e em 27 minutos somou 2 pontos, 3 ressaltos, 5 assistências e 2 roubos de bola, enquanto Maria, que também alinhou de início, ajudou com 7 pontos, 1 ressalto, 4 assistências e 2 roubos de bola, em 26 minutos.
Na mesma competição, o Badajoz perdeu na visita ao Cortegada (46-51), com Larisse Lima a marcar 9 pontos, capturando ainda 4 ressaltos e distribuindo uma assistência.
Em Itália, o Napoli de Mery Andrade também não teve motivos para festejar. Recebeu o San Martino, na 16ª jornada do principal campeonato feminino do país e perdeu, por 58-61. A portuguesa, que continua a figurar entre as primeiras escolhas do técnico da equipa, somou 7 pontos, 6 ressaltos e 1 assistência, em 32 minutos, mas não conseguiu evitar que o Napoli caísse para a 7ª posição na tabela classificativa.
Nos Estados Unidos, a Universidade de UCLA derrotou este fim-de-semana a de USC, por 71-60, com Luiana Livulo a ajudar com 4 pontos, 4 ressaltos, 1 assistência e 1 roubo de bola, em 24 minutos.
Já os 7 pontos, 5 ressaltos, 2 assistências e 1 roubo de bola registados por Laura Ferreira não foram suficientes para evitar o desaire da Universidade de South Florida diante de UConn, por 50-92.
Reunião de Treinadores – Director Técnico Nacional
Mário Gomes estará presente na sede da AB Porto, no próximo dia 26.01.2015, pelas 21H30.
Nesse sentido, fica o convite a todos os coordenadores técnicos, treinadores e selecionadores distritais a estarem presentes e apresentarem os seus contributos, valorizando assim esta oportunidade de participação na definição do futuro da modalidade.
Considerando o exposto estamos convictos que não deixarão de atender à solicitação feita pela AB Porto.
Algés a subir
Este ciclo positivo permite que o conjunto liderado por André Martins suba na classificação, afastando-se cada vez mais dos lugares do fundo da tabela. Os madeirenses não conseguiram repetir o resultado do dia anterior, isto apesar da boa réplica oferecida, uma vez que o jogo só se decidiu no último quarto.
O jogo começou melhor para a equipa do Algés, muito devido à superioridade que os visitantes demonstraram no capítulo dos ressaltos. No entanto, à medida que os insulares conseguiram equilibrar a luta das tabelas e melhorar defensivamente o jogo mudou de figura. No fim do 1º período, o CAB estava na frente por 18-11.
No segundo quarto as duas equipas a falharam muitos lançamentos e cometeram demasiados turnovers, tomaram más decisões e isso refletiu-se na marcação de pontos. Ainda assim, o Algés esteve melhor, vencendo o segundo período por 12-11, um parcial que não impediu que os madeirenses continuassem na frente do marcador em tempo de intervalo (29-23).
Nos da casa, os mais certeiros eram Tommie Eddie (10), muito bem secundado por Stefan Djukic e Jovonni Schuler (com 6 pontos cada um). Já no Algés, os mais eficazes eram António Pires e Rui Quintino (com 6 pontos cada um).
No recomeço da etapa complementar, o Algés entrou melhor, mais intenso e determinado, a explorar bem alguma apatia do adversário. Os visitantes voltaram a ganhar o período, desta feita por 21-17, e chegaram ao final do 3º período a perder por ‘apenas’ dois pontos (46-44).
No último tempo, o Algés mostrou-se mais consistente e rigoroso nos aspetos defensivos. Os algesinos passaram para a frente do marcador e nunca mais largaram a liderança. Até ao final do encontro, o CAB nunca deixou de ‘correr atrás do prejuízo’, mas nunca reuniu a serenidade e a capacidade suficiente para ganhar o encontro, que acabou com a vitória dos visitantes por 72-62.
O Algés deu continuidade ao seu bom momento sobretudo pela forma como controlou a posse de bola, apenas 8 turnovers, e pela eficácia revelada nos lançamentos de dois pontos (18/31 – 58%). O base António Pires (16 pontos e 5 assistências) voltou a estar a bom nível, o mesmo sucedeu com Darren Townes que ficou a um ressalto de um duplo-duplo (14 pontos e 9 ressaltos). Ainda assim, Rui Quintino (15 pontos, 6 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências), seria o mais valorizado na formação lisboeta.
O norte-americano Jovonni Schuler (16 pontos e 10 ressaltos) bateu-se pela vitória, o mesmo sucedeu com o seu compatriota Tommie Eddie (17 pontos e 6 ressaltos).
GDESSA em alta
Bem diferentes foram os resultados obtidos pelo Algés na jornada dupla que disputou, já que averbou nova derrota, desta vez diante do União Sportiva (43-82).
Boa réplica do conjunto de Torres Novas durante os primeiros 10 minutos, perdia por três de diferença (16-19), mas a resistência das forasteiras não se prolongou até ao intervalo. Com um parcial de 22-10 no 2º quarto, as comandadas de Nuno Manaia fugiam no marcador, tendo ido para os balneários na frente por uma vantagem mais confortável (41-26).
Se dúvidas restavam, o recomeço da etapa complementar viria a dissipa-las por completo, fruto do período mais produtivo no capítulo ofensivo por parte da equipa do Barreiro (35-18). Os últimos 10 minutos pertenceram às visitantes (23-14), que assim deram outra imagem ao resultado final.
A dupla formada por Maianca Umbano (17 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos), muito bem da linha de 3 pontos (3/5), e Ladondra Johnson (17 pontos, 8 ressaltos e 3 assistências) liderou o ataque do GDESSA, ainda que Carolina Neves (15) e Telma Fernandes (14) tenham tido igualmente importância ofensiva.
As duas norte-americanas do Torres Novas, Jade Barber (26 pontos e 10 ressaltos) e Rachel Story (23 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências), bem se bateram por um resultado diferente.
Sportiva resolveu na 1ª parte
As açorianas não facilitaram e no final do 1º tempo tinham praticamente o jogo decidido a ser favor. Depois da vantagem construída no 1º quarto (29-17), o União Sportiva não abrandou o ritmo do jogo, melhorou o seu desempenho defensivo (9 pontos sofridos), e ao intervalo já vencia por uma diferença de trinta e um pontos (54-23).
O conjunto da ilha de S. Miguel dominou em absoluto a luta do ressalto (48-27), registou 20 assistências e perdeu menos bolas sem lançamento (16 vs 26 turnovers). Os 17 roubos de bola que registou revelam que a equipa colocou muitos problemas na circulação de bola no ataque algesino.
A norte-americana da equipa açoriana, Shaqwedia Wallace (22 pontos, 11 ressaltos e 5 assistências), registou mais um duplo-duplo esta temporada, o mesmo sucedeu com Rosinha Rosário, que somou 17 pontos e 10 ressaltos. A base da equipa, Felicité Mendes (15 pontos, 6 assistências e 3 ressaltos), teve uma prestação bastante completa.
Entre as algesinas, Carolina Gonçalves (12 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências) foi a que se mostrou a melhor nível neste encontro.
Sangalhos triunfa na Luz
A formação da Bairrada venceu o SL Benfica B (67-59), e somou a sua terceira vitória nesta fase. Os comandados de Francisco Gradeço estão a ter um mês de janeiro muito positivo, o mesmo não acontece com os encarnados, que continuam sem vencer em ano novo ano.
No final do 1º período, 17-9 favorável ao Benfica, nada fazia crer que os benfiquistas iriam para o descanso a perder por onze pontos de diferença (47-36). Os forasteiros, depois de uns primeiros 10 minutos de fraca pontuação, dispararam para um parcial de 28-9, vantagem construída nos 5 minutos finais da 1ª parte, já que a meio do segundo período as duas equipas estavam empatadas a 21 pontos.
No segundo tempo a diferença pontual entre os dois conjuntos manteve-se estável na casa das dezenas, chegou a ser de quinze, mas no final do 3º período era de treze (53-40). A cinco minutos do final, a equipa liderada por Goran Nogic ainda reduziu para sete pontos a diferença (62-55), mas um triplo cortava o bom momento dos visitados (65-55), isto quando faltavam pouco mais de três minutos para o final do encontro.
O Sangalhos mostrou-se mais coletivo no ataque (20 assistências), conseguiu mais triplos (8), e com melhor eficácia, bem como conquistou mais ressaltos(32-30) e cometeu menos turnovers (13 vs 16).
Na equipa visitante, Luís Fonte (17 pontos, 6 ressaltos, 5 assistências e 2 roubos de bola) foi o elemento em maior destaque, e em que o base Diogo Simões (14 pontos, 4 assistências e 3 ressaltos) liderou bem a equipa de Sangalhos.
O poste Artur Castela (11 pontos e 5 ressaltos) desceu à equipa B para ter mais minutos de competição, mas nem com a ajuda de João Soares (10 pontos e 5 ressaltos) conseguiu colocar um ponto final na série negativa de resultados.
Benfica “vinga” 1.ª jornada
Quem continua em alta é a equipa do Algés, que ao bater fora o Sampaense Basket (85-78), ainda não perdeu este ano e somou a sua terceira vitória consecutiva.
A única derrota sofrida pelos atuais campeões nacionais tinha sido imposta pelo Galitos na 1ª jornada, um resultado que parece não ter sido esquecido pela equipa orientada pela equipa treinada por Carlos Lisboa. O Benfica rapidamente fugiu no marcador e no final do 1º período a vantagem pontual já era de vinte e dois pontos (32-10).
Se dúvidas ainda existiam quanto ao vencedor deste encontro, foram praticamente dissipadas até o intervalo, com os encarnados a fazerem subir a diferença para muito perto dos quarenta pontos (65-29).
No inicio do 2º tempo, os visitantes ainda conseguiram equilibrar o período, 22-15 favorável ao Benfica, mas os benfiquistas voltaram a acelerar no derradeiro quarto (38-15) fazendo disparar o resultado final para cima dos cem pontos (125-59).
No final do jogo, foram oito os jogadores do Benfica que terminaram na casa das dezenas em pontos marcados, entre os quais se destacaram João Soares e Fred Gentry, ambos com 17 pontos, e Jobey Thomas (16 pontos e 6 assistências).
O Galitos perdeu claramente a luta das tabelas (21/41), não foi capaz de condicionar os movimentos ofensivos do Benfica, que registou 35 assistências, mas ainda assim contou com o melhor marcador do encontro, Miguel Minhava, com 22 pontos. Este não era certamente o regresso à competição que António Tavares desejava, numa casa que ele tão bem conhece.
Algés só sabe vencer em 2015
Frente a um adversário direto na tabela classificativa, e com quem tinha perdido em casa no jogo da 1ª volta, o Algés conseguiu uma importante vitória na deslocação que efetuou até S. Paio de Gramaços. A equipa comandada por André Martins está a viver o melhor momento da temporada e isso naturalmente repercute-se na tabela classificativa, já que com este triunfo os algesinos ultrapassaram o adversário deste encontro.
Os visitantes começaram melhor o encontro, facto que lhes permitiu construir um pequena vantagem de sete pontos (25-18) durante o 1º período. Até ao intervalo, alterou-se o domínio do jogo, com o Sampaense a vencer o quarto (23-20) e encurtar distâncias no marcador (41-45).
O recomeço da etapa complementar não trouxe nada de novo, até porque as duas equipas equivaleram-se, com o 3º período a terminar empatado a 19 pontos. Tudo em aberto para os 10 minutos finais, mas seriam os comandados de André Martins a mostrarem-se mais fortes nos momentos decisivos (21-18).
A boa exibição de António Pires (24 pontos e 5 assistências) liderou e contagiou a equipa do Algés para a vitória, com mais uma boa prestação do reforço Darren Townes (19 pontos e 9 ressaltos).
Sem ter estado mal a lançar ao cesto, o Sampaense foi vítima da elevada eficácia do adversário, acabando por não valer de nada os bons desempenhos de Javarris Barnett (23 pontos e 5 ressaltos) e José Miranda (18 pontos e 2 ressaltos).
Lusitânia volta a vencer em casa
Os açorianos somaram frente ao Maia Basket (75-60) o seu sexto triunfo nesta fase regular. Com esta vitória a formação da ilha Terceira isolou-se no 5º lugar, ainda que possa ser alcançada pela equipa do CAB Madeira, uma vez que tem dois jogos a menos disputados. Depois de um 1º quarto equilibrado (20-18), os comandados de Nuno Barroso fugiram no marcador, tendo chegado ao descanso a vencer por doze pontos de diferença (42-30).
Os insulares sofreram trinta pontos na 1ª parte, um registo que repitiriam na etapa complementar. Se bem que no segundo tempo o dominio do jogo tenha sido repartido, com os maiatos a conseguirem ligeiro ascendente nos primeiros 10 minutos (17-15). No derradeiro período, o Lusitânia voltaria a mostrar-se mais forte (18-13), sobretudo pelo dominio exibido nos ressaltos (49-31), nomeadamante na tabela ofensiva (21), bem como na maior eficácia no lançamento.
O norte-americano Wiilis Hall (22 pontos e 18 ressaltos) protagonizou uma brilhante prestação na equipa açoriana, bem como o seu compatriota Cavel Witter, autor de 15 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências.
Nuno Marçal voltou a brilhar na formação do Maia Basket, ao registar 21 pontos e 16 ressaltos, mas nem com a ajuda de Pedro Catarino (16 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) conseguiu interromper o ciclo negativo de quatro jogos sem vencer.
Vitória ganha duelo minhoto
Depois de dois desaires no arranque da temporada, os comandados de Fernando Sá, com um inicio de encontro muito forte, bateram pela primeira vez esta temporada os barcelenses, um resultado que lhes permite continuar na perseguição aos campeões nacionais.
As duas equipas chegaram a esta jornada separadas por uma vitória, sendo que no confronto direto a vantagem era clara para o conjunto de Barcelos. Avisado da qualidade do adversário, o Vitória começou o encontro muito forte, e com um parcial de 32-10, cedo construiu uma vantagem que lhe foi extremamente favorável para poder gerir o jogo.
Os visitantes tentaram recompor-se de um 1º quarto desastroso, é verdade que melhoraram a sua eficácia ofensiva, mas seria novamente a equipa da casa a mostrar-se mais forte até ao intervalo (34-24), pelo que naturalmente a diferença pontual subiu para números que quase sentenciaram o jogo ao intervalo (66-34).
Os vimaranenses estiveram bastante bem nos lançamentos de curta e média distância (26/43 – 60%), controlaram melhor a posse de bola (10 vs 18 turnovers) e conseguiram 18 roubos de bola durante o encontro. Dados estatísticos que ajudam a explicar a superioridade da formação de Guimarães neste encontro.
O extremo José Silva, autor de 22 pontos, foi melhor marcador do Vitória, numa partida em que Doug Wiggins (21pontos, 5 assistências, 3 roubos de bola e 2 ressaltos) voltou a mostra a sua crescente influencia na equipa.
Marko Loncovic (17 pontos e 7 ressaltos) foi o jogador do Barcelos em maior destaque no conjunto forasteiro.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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