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Triplo dá triunfo ao Vitória

Mas nos momentos finais do encontro, o Vitória mostrou-se mais forte e foi capaz de dar a volta ao resultado, ainda que tenha sido pela diferença mínima (83-82). Um triplo de Douglas Wiggins, a 11 segundos do final do encontro, valeu a primeira vitória do ano aos comandados de Fernando Sá, que assim se mantêm no 2º lugar da tabela classificativa.

 

Os primeiros 20 minutos tiveram sempre ascendente da equipa da casa, que chegou a comandar por dez pontos de vantagem durante o 1º período (19-9), mas acabaria o quarto inicial a vencer por seis. (20-14). Um domínio que se prolongou nos minutos iniciais do 2º período, com os vimaranenses a empatarem a partida (31 pontos) a quatro minutos do intervalo. Nos instantes finais do 1º tempo, o conjunto da casa voltou a ganhar vantagem (38-31), mas o facto de não ter somado qualquer pontos nos últimos dois minutos da 1ª parte permitiu que o Vitória encostasse o resultado, ainda que tenha ido para o intervalo a perder (35-38).

 

Domínio repartido no arranque da etapa complementar, com os minhotos a chegarem pela primeira vez no encontro ao comando do marcador (48-47) à passagem do quarto minuto. Um triplo de Wiggins (51-47) dava a maior vantagem do jogo ao Vitória, mas um parcial de 6-0 recolocava o Sampaense na frente do jogo (53-51). Até final do período os visitados lideraram sempre por curtas vantagens tendo chegado ao final do quarto a vencer por dois pontos de diferença (65-63).

 

Muita emoção, indefinição quanto ao vencedor, com o Sampaense a começar melhor o derradeiro período (72-63), dando a sensação que iria ser capaz de resolver o jogo a seu favor. Sensivelmente a meio do período, a vantagem da formação da casa mantinha-se nos nove pontos (76-67), que chegou a ser de onze pontos (81-70) depois de um triplo de Diogo Gonçalves. Seguiu-se um período negro do ataque do Sampaense, 4 minutos sem marcar pontos, mérito obviamente para a defesa do Vitória, situação bem aproveitada pelos forasteiros que reduziu para a diferença mínima a desvantagem pontual após mais um triplo desta vez da autoria de José Silva(81-80). Os turnovers e os triplos falhados comprometiam a eficácia ofensiva do Sampaense, e só da linha de lance-livre o marcador voltou a funcionar a favor da equipa da casa (82-80). Faltavam 27 segundos para o termo do encontro e eis que surge o triplo de Wiggins que daria o triunfo ao conjunto vitoriano. Raul Martinez ainda pediu um desconto de tempo, mas foi de novo uma perda de bola por parte do Sampaense que comprometeu em definitivo a vitória no encontro.

 

O base norte-americano, Douglas Wiggins (22 pontos, 5 assistências, 4 ressaltos e 3 bolas recuperadas), continua a ganhar espaço e protagonismo nesta equipa do Vitória, mas seria Marcel Momplaisir (13 pontos, 9 ressaltos e 3 desarmes de lançamento)o atleta mais valorizado dos forasteiros.

 

Nem o facto de ter contado com o MVP do jogo, com 31 de valorização, Max Jacobsen (22 pontos, 10 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola), e a boa exibição de José Miranda, autor de 17 pontos (5/7 de 3 pontos), evitou que o Sampaense tivesse chegado à vitória.


Algés entra no ano a ganhar

Foi o segundo triunfo dos algesinos nesta fase regular, embora só no derradeiro quarto os comandados de André Martins confirmaram a sua superioridade perante os insulares.

 

Pressionado pela falta de vitórias e pela desconfortável posição que ocupa na tabela classificativa, o Algés não entrou da melhor forma neste encontro, sobretudo do ponto de vista defensivo. No final do 1º período a equipa da casa perdia por seis pontos de diferença, e os 26 pontos sofridos revelavam alguma incapacidade para condicionar o sucesso atacante dos açorianos. Até ao intervalo, o Algés melhorou sobretudo na sua eficácia ofensiva (27 pontos marcados), facto que lhe permitiu encurtar distâncias no marcador até final do 1º tempo (46-49).

 

No recomeço da etapa complementar as duas equipas estiveram melhores no capitulo defensivo, com os algesinos a conseguirem baixar para dois (63-65), os pontos que separavam as duas equipas à entrada dos últimos 10 minutos. O derradeiro quarto coincidiu com o melhor desempenho dos comandados de André Martins, que com um parcial de 22-13 deram a volta ao marcador e seguraram uma importante vitória neste arranque do novo ano.

 

O Algés esteve muito bem da linha de 3 pontos (8/15 – 53%), com Diogo Correia (22 pontos) a contribuir decisivamente para que isso tivesse acontecido, já que marcou os quatro triplos que tentou durante o encontro.

 

O norte-americano Cavel Witter (20 pontos, 6 assistências e 4 ressaltos) foi o elemento em maior destaque na equipa da ilha Terceira.


Dragon Force segue triunfante

Com esta vitória os portistas aumentam para nove o número de vitórias consecutivas na prova, prolongando simultaneamente a sua invencibilidade na competição.

 

Os azuis e brancos cedo deram sinais que desejavam resolver rapidamente o encontro a seu favor. E se no final do 1º período (24-11) tudo parecia encaminhar-se para mais um êxito dos dragões, o segundo quarto dissipou quaisquer dúvidas quanto ao desfecho do encontro. Os dragões, com um parcial de 20-3, realce para a prestação defensiva dos portistas neste período, fugiram em definitivo no marcador (44-14).

 

Os trinta pontos de vantagem não fizeram com que a equipa da casa abrandasse o seu ritmo, e no recomeço da etapa complementar a diferença pontual que separava as duas equipas continuou a acentuar-se (72-25). A Academia do Lumiar continuava a evidenciar enormes problemas para ultrapassar a defesa adversária, e só no último quarto conseguiu equilibrar o parcial (30-24), ainda assim com a equipa da casa a conseguir chegar aos cem pontos (102-49).

 

O técnico do Dragon Force voltou a utilizar os 12 jogadores convocados, e em que uma vez mais todos eles contribuíram com pontos. O Dragon Force voltou a estar bem na tabela ofensiva (15 ressaltos), e forçou o adversário a cometer 26 turnovers. As 21 assistências revelam que a equipa jogou coletivamente no ataque, bem como esteve relativamente eficaz nos tiros de longa distância (13/29 – 45%).

 

Pedro Bastos, com 18 pontos, foi o melhor marcador na equipa vencedora, se bem que o MVP do jogo, com 19 de valorização, tenha sido Ferran Pedreno (16 pontos, 5 assistências, 2 roubos de bola e 1 ressalto).

 

Na Academia do Lumiar, Francisco Santos (9 pontos e 3 ressaltos) foi o mais concretizador; já Alexey Kaputskiy (7 pontos e 10 ressaltos) bateu-se galhardamente nas tabelas. 


Resolvido no prolongamento

Mas a vitória dos açorianos foi muito suada, até porque só no prolongamento, empate a 50 pontos no final do tempo regulamentar, o conjunto da ilha Terceira conseguiu bater o seu adversário.

 

Os primeiros 20 minutos foram dominados pelos açorianos (28-25), que beneficiaram da vantagem de cinco pontos (20-15) construída durante o 1º período. No recomeço da etapa complementar, os insulares mostravam-se bem encaminhados para vencer o encontro, já que no final do 3º período a vantagem tinha subido para os sete pontos de diferença (39-32).

 

O jogo continuava com uma pontuação baixa, muito por culpa das baixas percentagens de lançamento registadas pelas duas equipas. Mas num esforço final, e beneficiando do quarto mais produtivo em termos ofensivos (18 pontos), o Guifões conseguia levar para o prolongamento o encontro. Nos 5 minutos extra, o conjunto da ilha Terceira dobrou a pontuação do seu adversário (14-7), um parcial que lhe permitiu somar a sua sexta vitória nesta fase, e mais uma na condição de visitante.

 

As duas equipas equivaleram-se em muitos capítulos do jogo, e embora tenha perdido a luta das tabelas (36/43), os insulares estiveram ligeiramente melhor nos tiros de curta e média distância (35% vs 29%). O Guifões esteve mais eficaz da linha de lance livre, só que os açorianos provocaram mais faltas, algo que lhes permitiu esta área do jogo.

 

O jovem base, Miguel Romão (19 pontos, 3 ressaltos e 2 roubos de bola), MVP do jogo com 20 de valorização, esteve muito bem no jogo, tendo sido bem acompanhado no jogo exterior por Luís Tomassi (15 pontos e 3 roubos de bola). O norte-americano Mathew Devine (8 pontos, 10 ressaltos, 2 roubos de bola, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento) foi importante no capitulo do ressalto.

 

O extremo Fábio Fernandes (14 pontos e 7 ressaltos) esteve bastante ativo no jogo, bem como Ricardo Pinto (10 pontos, 5 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) e Francisco Ramos (6 pontos, 9 ressaltos e 2 roubos de bola).


Resultado ganhou expressão no 4º período

Depois de um primeiro período muito parco em pontos, a equipa da casa fugiu no marcador até ao intervalo, se bem que tenha sido só no último período que o resultado final se tenha avolumado.

 

Os primeiros 10 minutos foram dominados pelas defesas de ambas as equipas, com os dois conjuntos a revelarem uma fraca eficácia ofensiva. Ainda assim, foi o Lousada a terminar melhor (8-4), vantagem essa que aumentaria até ao tempo de descanso (26-12).

 

As visitantes melhoraram a sua produção atacante no recomeço da etapa complementar, ainda que não tenham sido capazes de se aproximar no marcador (empate a 10 pontos no período). Os últimos 10 minutos foram de totalmente dominados pelo Lousada, que com um parcial de 24-7 fez disparar o resultado para números bastante expressivos.

 

A equipa da casa dominou a luta das tabelas (43-33), cometeu metade dos turnovers do adversário (13/26), bem como esteve melhor nas percentagens de lançamento. O Académico terminou o encontro com uma percentagem a rondar os 18% de lançamentos de campo, um registo que torna praticamente impossível a qualquer equipa vencer um jogo.

 

Na equipa do Lousada, Isabel Leite registou um duplo-duplo (15 pontos e 11 ressaltos), tendo sido bem secundada por Joana Cortinhas (10 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências) e Sara Dias (13 pontos e 3 ressaltos).

 

Francisca Braga, com 12 pontos, foi a melhor marcadora na equipa do Académico, com Marion Mazer (6 pontos e 11 ressaltos) a destacar-se na luta do ressalto.


LPB está volta

Saiba o que está em causa em cada uma delas…

 

O Vitória entra no novo ano com uma deslocação a S. Paio de Gramaços, um bom teste ao momento positivo que a equipa atravessa. Os vimaranenses levam quatro triunfos consecutivos, um registo que lhes permitiu ascender ao 2º lugar da tabela classificativa. Bem liderados pelos atiradores José Silva (45% de 3 pontos) e João Balseiro (41% de 3 pontos), e com o norte americano Wiggins a mostrar-se cada vez mais como uma rotação de qualidade para a posição de 1º base normalmente ocupada por Pedro Pinto, a equipa comandada por Fernando Sá volta  mostrar-se como um forte concorrente a fazer frente à hegemonia do SL Benfica. O controlo da posse de bola, melhor registo da Liga,11 turnovers de média, tem sido um dos pontos fortes da equipa vitoriana, bem como a intimidação nas áreas próximas do cesto (4.6 desarmes de lançamento), onde Marcel Momplaisir é sempre uma presença temível para qualquer adversário.

 

Para o Sampaense, o inicio de 2015 coincide com um novo ciclo na equipa, já que a equipa deixou de ser treinada pelo técnico espanhol Félix Jacinto Alonso Garcia. Liderada pelo norte-americano Javarris Barnett (20.1 pontos e 9 ressaltos), a formação de S. Paio de Gramaços vai tentar repetir o resultado obtido no último confronto disputado em casa, e assim somar mais uma importante vitória que lhe permita manter-se na luta por um lugar de acesso ao playoff. Os primeiros meses de competição permitiram que o núcleo de jovens internacionais contratados esta temporada pudesse ganhar alguma experiência e ritmo competitivo de Liga, veremos como irá comportar-se até final da temporada.

 

Jogo importante para Algés e Lusitânia

 

A formação algesina continua à procura de vitórias que lhe permitam subir na classificação, renovando simultaneamente as aspirações e os níveis de confiança de um grupo que não tem sido feliz nas últimas jornadas. A receção à equipa açoriana poderá marcar a inversão de um ciclo negativo, até porque a margem de recuperação é cada vez menor para conjunto lisboeta. Os comandados de André Martins têm sentido dificuldades para somar pontos no ataque (68.8 de média), em parte porque a equipa não tem estado muito certeira da linha de 3 pontos (26% de média) e é a penúltima no ranking das assistências (10.6 de média).

 

Os açorianos têm um registo ainda inferior nas assistências (10.3), sinal que a equipa da ilha Terceira tem igualmente dificuldades em partilhar e circular a bola no ataque. O mesmo sucede com a eficácia do tiro de longa distância (25%), pelo que prevê muito equilíbrio no confronto do próximo sábado. A luta do ressalto afigura-se como um aspeto do jogo importante, e nesse capitulo o norte-americano Blake Poole (12 de média) poderá ajudar a fazer a diferença. A dupla formada por Willis Hall (15.2 pontos) e Cavel Witter (14.9 pontos) constitui-se como a principal ameaça no jogo exterior dos açorianos. O Lusitânia não vence à duas jornadas, pelo que uma vitória no próximo sábado permitiria que estabilizasse numa posição a meio da tabela.

 

Conseguirá o Galitos vingar em Oliveira de Azeméis a derrota na Taça?

 

O mês de Dezembro foi positivo para a Oliveirense (2V e 1D), facto que lhe permitiu terminar o ano com um registo positivo e no 5º lugar, em igualdade pontual com a Ovarense que é 4ª classificada. O conjunto de Oliveira de Azeméis, no final de Novembro, eliminou o Galitos Tley da Taça de Portugal, triunfo no Barreiro por 85-78, pelo que, em teoria, a equipa liderada por Rui Alves terá algum favoritismo para este encontro. A Oliveirense tem-se mostrado bastante perigosa da linha de 3 pontos, 2ª no ranking (36%), assim como tem estado bem a não perder bolas sem lançamentos (12.3 turnovers). Estarão frente a frente as duas equipas que mais faltas cometem, Oliveirense 23.1 e Galitos 22.4, pelo que a linha de lance-livre e o problema das desqualificações terão o seu peso no desfecho do jogo. A dupla de bases da Oliveirense, Kenyon Jr (20.5 pontos) e Augusto Sobrinho (17.4 pontos) tem sido o motor ofensivo da equipa, que tem sentido alguns problemas no capitulo do ressalto.

 

O Galitos Tley já trocou de treinador no decorrer da temporada, e a equipa agora treinada por Luís Valente a terminar muito bem o ano com uma vitória frente à Ovarense. A formação do Barreiro lidera, a par do Illiabum, o ranking dos turnovers (16.9), embora mesmo assim se revele uma equipa ofensiva, bem patente nos 81.4 pontos que tem de média. Para que tal aconteça, muito contribui a boa percentagem da equipa nos lançamentos de curta e média distância, líder com 62%, com a dupla composta por Brian Clarke (66%) e Kyle Robbins (65%) a desempenhar papel importante. Miguel Minhava, 21.3 de valorização média, tem sido um garante de elevado rendimento, e Clarke é o melhor marcador, até ao momento, da competição com 21.3 pontos de média. Fatores que provam que a equipa tem qualidade ofensiva, mas isso não basta para vencer jogos…

 

Tarefa difícil para o Illiabum em Barcelos

 

Durante muitas semanas, o Barcelos foi líder da prova e causou enorme sensação. E nem as três derrotas que atualmente regista retiram brilhantismo ao comportamento dos minhotos nas nove jornadas até agora disputadas. A equipa liderada por José Ricardo Neves é formada por jogadores com talento ofensivo, reflexo da técnica individual que possuem e dominam. Os 82 pontos de média que a equipa regista contribui para que vença jogos, mas a ofensividade do conjunto de Barcelos vê-se também nas faltas que provoca, 23.1 de média, lidera este ranking. Se a isto juntarmos o facto de ser a melhor equipa na luta das tabelas (36.2 ressaltos) percebe-se o porquê de estar isolado no 3º lugar. A base do sucesso continua a assentar no duo formado por Nuno Oliveira (18.1 pontos) e Marko Loncovic (17.3pontos), embora a continuidade do trabalho seja igualmente o fator importante.

 

O Illiabum terminou de forma positiva o ano, vitória sobre Maia Basket, um resultado que foi um balão de oxigénio para a equipa liderada por Ricardo Vasconcelos. Se bem que a formação de Ílhavo está longe de estar numa situação confortável, sendo até de esperar algumas novidades relativamente à composição do grupo de trabalho que iniciará o novo ano. Os ilhavenses tem estado bastante bem nas tabelas (34.6 ressaltos), mas pouco assertivos a lançar ao cesto, especialmente de dois pontos (45%). Tratar melhor da bola (16.9 turnovers) é outro aspeto do jogo em que o Illiabum está obrigado a ter que melhorar, especialmente quando se joga frente a um adversário que não permite muitos segundos lançamentos, pelo que não terá muitas posses de bola. O extremo Sérgio Correia, 14.6 pontos de média, tem sido a principal referencia ofensiva da equipa, mas serão precisos mais para que o Illiabum consiga sair como vencedor de Barcelos.


Ávidas por triunfos

No dia seguinte, pelas 18 horas, e muito embora o Algés não mostre o fulgor de um passado recente, vai tentar contrariar o favoritismo da Quinta dos Lombos, atual campeão nacional.

 

O Académico desloca-se a Lousada com uma vitória de vantagem, se bem que nos dois jogos disputados no inicio da temporada a equipa treinada por Paulo Fidalgo tenha levado sempre a melhor. Caso queira sair rapidamente do último lugar da tabela classificativa, o Lousada está obrigado a vencer confrontos com adversários diretos neste luta particular. No entanto, a última prestação do ano, derrota pela diferença mínima frente ao GDESSA, da formação liderada por Américo Santos deixa bons indicadores quanto à evolução e aumento de competitividade da jovem equipa do Porto. Estarão em confronto duas equipas que integram o top 3 da Liga em turnovers, mais de 20 em média, e em que o Académico é a que mais dificuldades para somar pontos no ataque (50.7 pontos).

 

Já o Lousada é a formação da Liga com menos assistências (6.3 média), um dado que em nada abona ao ataque da equipa. Nas percentagens de lançamento as duas equipas equivalem-se, com o Lousada a levar ligeira vantagem na eficácia da linha de 3 pontos (30% vs 23%). A norte-americana Tanisha McTiller (22.7 pontos de média) é naturalmente um elemento que poderá desequilibrar os pratos da balança a favor da equipa de Lousada, que tem sempre contado com a ajuda de Joana Ferreira (11.8 pontos).

 

No jogo de domingo o favoritismo vai inteiramente para a equipa de Carcavelos, que agora se poderá dedicar exclusivamente às competições internas. As atuais campeãs nacionais perderam no mês de Dezembro a invencibilidade no campeonato, uma derrota que custou a perda da liderança do campeonato para o CAB Madeira, que continua invicto na prova. O Algés, tendo em conta a juventude do plantel, está a realizar um campeonato muito positivo, e tem ela frente o desafio de tentar condicionar ao máximo o melhor ataque da prova (82.8 pontos). A formação algesina tem revelado imensos problemas em conseguir ser eficaz a lançar ao cesto (37% de 2 pontos e 2% de 3 pontos), o que não augura um bom resultado frente à equipa que ocupa o 2º lugar do ranking dos ressaltos (39.9). A luta das tabelas é outro dos grandes problemas que o técnico Alberto Saraiva tem de tentar contornar, uma vez que o Algés é a pior equipa neste capitulo do jogo (31.6 ressaltos).

 

O Algés terá de continuar ­­a apostar numa defesa agressiva, média de 11. 5 roubos de bola (2ª ranking), e controlar melhor a posse de bola, que passa por fazer baixar o número de turnovers que comete durante os jogos (20.6 em média). D´Lesha Lloyd tem sido uma das principais figuras da LFB, mas outros elementos da Quinta dos Lombos se têm destacado nesta fase regular. Sara Djassi (16.2 pontos) e Márcia Costa (12.7 pontos) têm se mostrado como alternativas válidas no ataque do conjunto de Carcavelos. A dupla formada por Dora Duarte (17.8 pontos) e a jovem Carolina Gonçalves (12.4 pontos) tem a difícil tarefa de liderar a equipa do Algés à vitória frente ao conjunto treinado por José Leite.

 

 


Dragões entram no ano invictos

Além do duelo que opõe a formação do Lumiar aos portistas, outros há que certamente centrarão atenções, como é o caso do dérbi lisboeta, que coloca frente a frente o Benfica B e o Atlético.

 

A equipa do Dragon Force começa o ano invicta, sinal do domínio revelado, até ao momento, no campeonato da Proliga. Os portistas somam oito vitórias, mas mais do que isso, têm demonstrado uma enorme superioridade e facilidade em vencer os seus adversários. A Academia do Lumiar é o próximo pretendente a tentar interromper a série vitoriosa dos dragões, até porque a equipa lisboeta terminou o ano de uma forma muito positiva, ao somar dois triunfos consecutivos.

 

A equipa de Guifões não vence à duas jornadas, e cada vez mais as vitórias começam a revelar-se importantes para atingir objetivos mais ambiciosos. Os dois triunfos até agora conseguidos pela equipa de Guifões foi na condição de visitado, pelo que o fator casa poderá representar um papel importante neste encontro. Os açorianos continuam a fazer um campeonato bastante tranquilo, somam já cinco vitórias, e um resultado positivo no próximo sábado, colocaria o Terceira Basket cada vez mais próximo de um dos primeiros quatro lugares da fase regular.

 

 

O Elétrico inicia a sua competição este ano no próximo domingo, com uma recepção ao Casino Ginásio. Um excelente jogo em perspetiva, e simultaneamente um bom teste ao fantástico segundo lugar ocupado pelo conjunto de Ponte de Sor. A formação do Eléctrico soma apenas uma derrota, frente ao líder Dragon Force, se bem que nos dois últimos encontros tenha sentido muitas dificuldades para levar de vencida o seu adversário. O conjunto da Figueira da Foz tem se revelado algo inconstante nas suas prestações, o que não significa que não tem qualidade e potencial para discutir o jogo do próximo domingo. O resultado final será certamente interessante para ajudar a compreender para que objetivos irá lutar cada uma das equipas.

 

No confronto entre vizinhos, estará frente a frente a experiência e a maturidade e a maior veterania da equipa do Atlético, diante a juventude e irreverencia da equipa do SL Benfica B. Os benfiquistas estão a realizar um campeonato muito positivo, sendo notória a evolução e maior capacidade para competir diante dos adversários mais fortes da prova. Já o clube da Tapadinha prometeu bastante no arranque da competição, mas as constantes ausências de jogadores não tem contribuído para que a equipa consiga mostrar dentro de campo aquilo que é capaz de fazer. Veremos se esta paragem foi benéfica para que o conjunto de Alcântara embale para um ciclo mais positivo que retire a equipa do último lugar.

 

O Sangalhos procurará frente a equipa do Vasco da Gama repetir o resultado do último encontro disputado perante o seu público, o que significaria somar a segunda vitória nesta fase regular. O conjunto liderado por Francisco Gradeço tem morrido muitas vezes na praia, e isso naturalmente reflete-se na classificação da equipa. Começar o ano com um triunfo seria a forma ideal de fazer subir os níveis de confiança da equipa, e dar inicio á tão desejada recuperação na prova. O comportamento da jovem equipa do Vasco da Gama tem sido muito meritório, somam já quatro vitórias, a última das quais obtida na condição de visitante (Tapadinha). Um bom indicador para os vascaínos, cujos próximos dois jogos são fora de casa. A confirmar-se esta tendência para vencer encontros na condição de visitante, a formação do Vasco da Gama poderá ainda causar mais sensação com o decorrer da competição.

 

 

Jogos do fim de semana:

 

03 Jan 2015

18.00 – Dragon Force x Academia do Lumiar

18.00 –  Guifões S.C. x Terceira Basket Club

 

 

04 Jan 2015

17.00 – Eléctrico F.C. x Casino Ginásio

17.15 – Atlético-MNExpresso x SL Benfica B

17.30 – Aliança Sangalhoa x Vasco da Gama


«Aceitei desafio com orgulho»

Mas garante que não vai “exigir” minutos de utilização para os seus jogadores nas equipas principais; o que técnico deseja é criar condições para que tal aconteça.

 

Encara este convite como sendo um reconhecimento pelo trabalho que tem desenvolvido no basquetebol nacional?

 

É difícil responder se este convite resultou de um reconhecimento pelo trabalho que tenho desenvolvido, sendo até uma manifestação de presunção assumi-lo. O que sei é que foi com orgulho que aceitei o desafio e que desempenharei com enorme motivação e seriedade a tarefa de Selecionador Nacional de Sub-20.

 

Para si, os Sub-20 são ainda uma seleção de formação, ou já é uma equipa que serve de recrutamento para a seleção sénior?

 

Entendo que qualquer equipa, de qualquer escalão, é um grupo que recebe formação. Nesse sentido, estes jogadores, apesar de já considerados seniores, serão sempre atletas em formação e com etapas a percorrer no trajeto do alto rendimento no basquetebol em Portugal. Obviamente, face à proximidade do escalão sénior, serão sempre atletas que viverão na expectativa de um eventual recrutamento para a Seleção principal.

 

Acredita que o trabalho que irá desenvolver nesta nova função poderá influenciar positivamente para que os jogadores envolvidos nos trabalhos possam vir a ter espaço nas equipas seniores?

 

Espero que sim. Se tal acontecer, é um sinal positivo do trabalho desenvolvido por todos. Não nos ouvirão pedir minutos de utilização mas antes criar condições para que tal aconteça em resultado da competência dos jogadores.

 

Sente que terá de mudar muito ou fazer ajustes nos seus métodos de treino?

 

Creio que não. As minhas funções enquanto treinador da equipa sénior do Basquete Clube de Barcelos, como acima se infere, assentam no princípio da importância de dar informação e formação aos jogadores que treino. Não me parece que tenha que alterar muita coisa aos métodos de trabalho habitualmente adotados. Contudo, esta é uma nova realidade e só o tempo e a ajuda preciosa do meu colaborador, João Costeira, poderão “dizer” se há necessidade de promover alterações aos métodos de treino.

 

Concorda que jogadores nesta idade, principalmente os selecionáveis, deveriam ter mais espaço e protagonismo nas respetivas equipas seniores?

 

É muito difícil falar do que não sabemos nem conhecemos. Eu também tive e tenho jovens na minha equipa com pouco tempo de jogo. O que garanto é que nenhum treinador deixa de fora jogadores competentes. Se conseguirmos que os jogadores selecionados tenham maior protagonismo quando voltarem às suas equipas, saberemos que eles regressaram mais competentes.

 

De que forma quererá contribuir na evolução dos jogadores que trabalhem consigo durante os trabalhos da Seleção?

 

Como sempre faço nas funções que desempenho enquanto treinador. Procurar que o seu empenhamento e compromisso com as ideias que apontarmos sejam uma premissa constante na sua atitude de trabalho. Só assim poderemos trilhar caminhos comuns e atingir objetivos que consideramos importantes na sua evolução.

 

Tendo em conta as características dos jogadores portugueses, que imagem deverá ter um atleta que jogue numa seleção treinada por si?

 

Ser jogador da Seleção Nacional representa o expoente máximo de qualquer atleta. O seu comportamento em treino, em jogo e fora deles é uma referência para quem nos observa. Quem representa as cores do País fá-lo sempre e em qualquer circunstância: compromisso, empenho, ambição e respeito são valores intocáveis.  


«Há muito trabalho de observação»

Mas o técnico, atual coordenador da formação e treinador da equipa sénior do Barreirense, quer trabalhar numa base de futuro e pretende referenciar com exactidão os jogadores que existem no país dentro destas idades.

 

Agradado e motivado com este convite para fazer parte da nova equipa técnica da Federação Portuguesa de Basquetebol?

 

Claro. Não há treinador que não se entusiasme e motive por trabalhar na equipa técnica do seu país. O convite que me foi dirigido é no sentido de fazer parte de um todo que se pretende impulsionador deste novo ciclo do basquetebol nacional. Por si só, é um motivo de grande entusiasmo e empenho máximo. Para além disso, treinar uma Seleção Nacional representa a possibilidade e responsabilidade de trabalhar com os melhores dentro de um nível de prática, perceber as diferenças que temos para os nossos pares na Europa. É evidente, são razões de grande entusiasmo e motivação para o trabalho.

 

Concorda que tem pela frente um grande desafio, e a “responsabilidade” de começar a influenciar e orientar os jovens talentos portugueses?

 

Tenho encarado a minha de vida de treinador como um desafio permanente. Este desafio não é exceção. É mais um extraordinário desafio. Os Sub-16 são a primeira possibilidade de um grupo de jovens representarem na Europa uma equipa verdadeiramente Nacional. Para estes jovens é quase tudo uma novidade. Já constatei a dificuldade que nos espera. Há um trabalho de observação vasto por fazer e trabalhar no máximo das nossas competências para influenciar aqueles que irão passando pelas concentrações ao longo da época. É para isso que cá estou, para trabalhar com os jovens, ajudá-los a resolver os problemas que vão demonstrando e contribuir para que possam jogar a um nível mais elevado. Os anos de treinador que levo permitem-me dizer que conheço bem esse trabalho, tenho-o desempenhado noutros contextos.

 

Quais lhe parecem ser as principais carências dos jogadores nestas idades?

 

Não seria difícil listar uma boa meia dúzia de carências. Mas há duas que saltam à vista: o lançamento e a intensidade com que se joga. Trabalhámos esta semana com jovens que alguns deles revelam dificuldades na realização do lançamento, desde a pega da bola ao trabalho dos apoios, passando pelo desarme da mão lançadora. Já para não falar na realização do lançamento associado ao jogo sem bola ou na ligação ao drible. Temos de fazer um esforço coletivo por resolver os problemas do ensino do lançamento desde cedo, por forma a que possamos ter sub-16 que comecem a pensar em eficácia. Não podemos ir para um Campeonato da Europa sem pensar em eficácia, em meter a bola no cesto. E esta é uma dificuldade que todos os jovens de momento apresentam. Repito, o lançamento tem de ser treinado desde cedo, e contribuir para que um Sub-16 comece a pensar em eficácia. O problema acresce quando nos obrigam a decidir e a executar mais rapidamente. É isto que entendo por intensidade. Neste capítulo sinto que os nossos jovens jogam a um nível de intensidade muito baixo. Jogam a passo, abusam do drible, usam-no sem ofensividade. Se os deixarmos, defendem sem pressionar. Percebe-se que baseiam as suas ações defensivas mais pelo demérito que o ataque possa ter, do que por uma ação de mérito da sua própria defesa, com pressão e presença defensiva. A ideia é deixar falhar, ao contrário de condicionar para obrigar ao erro. Na Seleção de Sub-16 quero inverter esta tendência. É uma atitude que pode até ajudar a ganhar alguns jogos, mas tem custos na formação dos jogadores. Julgo que temos de resolver isto depressa, se quisermos jogadores com mais qualidade.

 

Já definiu o que pretende da seleção masculina mais jovem enquanto estiver no seu comando técnico?

 

Já defini linhas gerais da formação da equipa enquadrada numa ideia que tem de existir que é a de Jogador de Interesse Nacional. Isso é o que de momento me parece ser prioritário. Neste momento, estamos a trabalhar no desenvolvimento desta ideia, e como dizia antes, há muito trabalho de observação e contacto a efetuar de Norte a Sul, sem esquecer a Madeira e os Açores, de modo a referenciar com exatidão os jogadores que temos nestas idades. Só depois de percebermos com exatidão o que temos, definiremos aspetos táticos mais específicos e definitivos. Sem pressas, vamos concluindo cada etapa.

 

Quais os objetivos definidos para este primeiro estágio de observação, bem como a participação no torneio internacional?

 

Este foi o 1º estágio que como o nome indica é um estágio de observação do que temos referenciado do passado. Antes de avançar, importa conhecer bem o que temos como referencia anterior. Tivemos dois objetivos nesta concentração: introduzir alguns conceitos básicos de ataque para aferir o nível de qualidade tática dos jogadores e observá-los a competir, beneficiando do convite que nos fizeram para a participação do V Torneio Internacional Pedro Raimundo. Saímos deste estágio com uma posição muito concreta sobre os jovens que participaram e a partir daqui vamos dar passos que estendam o campo de recrutamento de forma a conseguirmos ter uma Seleção Nacional tão competitiva quanto possível no próximo verão.

 

Que imagem pretende de uma seleção nacional treinada por si dentro do campo?

 

O trabalho realizado nesta concentração teve três ideias fortes que estiveram presentes nos cinco treinos que realizámos: 1) “queremos correr”, 2) “atacar o cesto sem receio” e 3) “não deixar o ataque pensar”. Claro que isto são apenas ideias fortes. Têm de ser especificadas em comportamentos que nos façam jogar tendo o contra-ataque sempre em presença, que nos façam ter no 1×1 uma arma que todos os jogadores têm de ter e que, individual e coletivamente, consigamos defender mantendo o ataque sobre pressão e longe do nosso cesto – condicionando a bola, as 1ªs linhas de passe, o passe interior, as mudanças de lado da bola. No fundo, isto é o que penso ser essencial no jogo dos Sub-16. Lutarei para que no final desta campanha tenhamos uma Seleção competitiva, que dispute todos os jogos com estas marcas bem vincadas no seu jogo. 


«Trabalho será de qualidade»

Mário Gomes, o homem escolhido pelo pesidente Manuel Fernandes para ocupar o cargo de Diretor Técnico Nacional (DTN), tem ideias bem definidas, que vão além das Seleções Nacionais.

 

O cargo é novo, mas as funções não lhe são estranhas. Mário Gomes sempre esteve atento ao que se passava no basquetebol nacional e sabe onde se move. Promete dar "atenção permanente" às Seleções Nacionais e elogia, de sobremaneira, o trabalho até então desenvolvido neste setor. "É justo que se realce o bom trabalho que tem sido realizado nas Seleções Nacionais e que não é só, mas também os resultados desportivos confirmam, apenas no Feminino", começa por referir o DTN. E explica o que quer dizer: "Quem conhece a realidade do Basquetebol europeu e a posição de Portugal nesse contexto, só pode chegar à mesma conclusão: tendo em conta todos os condicionalismos conhecidos, que se agravaram muito nos últimos anos, o trabalho desenvolvido na Seleções Nacionais tem sido altamente meritório."

 

Mário Gomes sabe que o dinheiro não abunda e que vai continuar a ser preciso fazer muito com pouco: "É claro que queremos fazer cada vez melhor e o desafio que se nos coloca é como o conseguir, sabendo que os recursos (particularmente os financeiros) vão continuar a ser muito exíguos."

 

Por isso, já definiu algumas estratégias. "Desde logo, é muito importante não pensar ano a ano, mas sim planear a médio prazo, no mínimo a quatro anos. O primeiro passo está dado: a constituição da Equipa Técnica Nacional faz-me estar confiante no futuro, pois sei que o trabalho será de muito boa qualidade! Nesta primeira época, poucas poderão ser as 'novidades' a introduzir, havendo que garantir que as diversas Seleções se preparam o melhor possível para os Europeus. Mas por outro lado há que criar condições para o que temos ideia de implementar a partir da próxima época."

 

Mas a Equipa Técnica Nacional, há pouco anunciada, terá outras funções, para além das funções de preparação e condução das Seleções Nacionais, que Mário Gomes enuncia: "Envolvimento regular e sistemático dos D. T. R., dos Selecionadores Regionais e dos Treinadores na atividade das Seleções Nacionais; conceber, divulgar e implementar Orientações Nacionais para a formação de jogadores, em três áreas: Percurso de formação do Jogador (a) – etapas, conteúdos; Princípios e conceitos de ataque e defesa e Preparação físico-atlética."

 

E prossegue no que diz ainda respeito às outras funções dos treinadores: Identificar e acompanhar os Jogadores de Interesse Nacional; Intervir diretamente na formação dos J. I. N. e dos Treinadores, de forma regular e sistemática; Encontrar formas de proporcionar aos jogadores (as) com potencial para virem a integrar as Seleções principais (Masculina e Feminina) condições de treino e competição exigentes, no momento da sua transição para os Seniores; Antecipar a identificação e acompanhamento dos J. I. N., criando Grupos Especiais, tanto a nível regional, como nacional de Sub-13 e Sub-15; Elaborar propostas sobre o Quadro Competitivo Nacional e Acompanhar as competições de topo (L. P. B., Proliga, Liga Feminina), estudar medidas (regulamentares e outras) e propor iniciativas que contribuam para o seu desenvolvimento."

 

As ideias de como conseguir passar à prática estas linhas de orientação já estão definidas mas Mário Gomes considera ser "prematuro divulgá-las, sem antes as discutir com quem de direito e perceber quais são exequíveis, em função dos recursos existentes."

 

Por isso, esta 2ª feira, 22 de Dezembro, se realizou "uma primeira reunião da Equipa Técnica Nacional" e, ao longo dos meses de Janeiro e Fevereiro, o DTN vai deslocar-se às Associações. "Vou reunir-me com todos os D. T. R. e com os Treinadores de cada região, para, em conjunto, debatermos as melhores formas de concretizar todas estas­­ ideias."


Betinho fecha ano com triunfo

A equipa derrotou, em casa, o Zaragoza, por 72-59, uma partida onde o internacional português foi titular e, em 31 minutos, marcou 6 pontos e capturou outros tantos ressaltos. O Andorra ocupa a 13ª posição.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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