Artigos da Federaçãooo
Excepcional atitude do seleccionado luso
Não era propriamente o adversário ideal para se tentar apagar a imagem deixada na véspera, frente à Macedónia, em teoria o mais acessível dos três opositores. Foi pena efectivamente o desaire inicial que baixou os níveis de confiança, mas por outro lado funcionou como que um tónico, uma injecção de adrenalina, de querer, de vontade em querer rectificar a má prestação anterior. A poderosa selecção germânica teve que puxar dos galões, acabando por ganhar, mas que a vitória foi apertada, disso não restam dúvidas. Basta dizer que a 2 minutos e 40 segundos do termo a vantagem das nossas opositoras era de 6 pontos apenas (64-58).
Com um cinco inicial muito poderoso fisicamente (média de 1,84 m), em que a mais baixa e única abaixo do 1,80 m era a base Tina Menz (1,75 m), a Alemanha apresentava desde logo vantagens de estatura, posição por posição, com a estatura média das portuguesas a rondar o 1,77 m, sendo Sofia Carolina (1,89 m) a única acima doa fasquia do 1,80 m.No quarto inicial (20-14) o equilíbrio foi a nota dominante até ao minuto 4 (8-7), numa toada de alternância, mas 2 triplos consecutivos de Breitreiner no minuto 5 (11-7) e no minuto 6 (14-9) obrigaram de imediato Ricardo Vasconcelos a parar o cronómetro pela 1ª vez. A entrada de Mª João Correia no minuto 5 por troca com Carla Freitas emprestava maior rapidez na transição ofensiva, mas a vantagem germânica mantinha-se sem grandes flutuações, entre os 4 e os 6 pontos. No início do 2º período (23-17), a 2ª falta da atiradora Carla Freitas, que já tinha acertado o seu 1º triplo no 1º quarto, fê-la regressar ao banco, mas a mão quente de Mª João Correia (mais duas bombas) no minuto 14 (24-21) e no minuto 18 (31-28) mantinha o jogo em aberto. A poste Fikiel impunha a sua envergadura na tabela ofensiva fazendo 33-28 e da linha de lance livre (36-29), mas depois de se ter reduzido para 36-31, Portugal consentiu um parcial de 7-0 em menos de um minuto, com o 4º triplo de Breitreiner a cair a 28 segundos da buzina e Menz a fixar os 43-31, em cima do intervalo. No início do 3º quarto (13-10) a nossa equipa não entrou bem. A 3ª falta de Carla Freitas e dois duplos do adversário, logo no minuto inicial, elevaram a contagem para 47-31, a maior diferença até então (16 pontos). Durante mais de 4 minutos Portugal não acertou com o cesto, mas do outro lado a eficácia também não era a melhor, mas no espaço de um minuto Sofia Carolina e Vera Correia (2 lances livres) repunham a diferença do intervalo (12). Desconto de tempo pedido pela treinadora germânica Alexandra Maerz, com a equipa a atingir a 4ª falta no minuto 26, mas sem resultados práticos, porque o seleccionado luso baixava a fasquia para 9, através de uma penetração de Mª João Correia (47-37) e com um lance livre de Carla Freitas (47-38) à entrada do minuto 27. Novo período de desconcentração luso e um parcial de 7-0 consentido, com Stephanie Wagner a lançar de 3 pontos sem oposição e a concretizar os 54-38, no minuto 28. Acto contínuo nova paragem de cronómetro pedida pelo treinador português, mas a vantagem germânica a manter-se nos 15 pontos ao cabo de 30 minutos jogados (56-41).No último período (18-10), o único ganho pelas nossas representantes, a 2ª bomba de Carla Freitas logo no minuto 32 (58-44), respondendo ao duplo da poste Fikiel (58-41), foi o ponto de partida para um parcial de 0-10, imposto por Portugal, reduzindo o prejuízo para 7 pontos (58-51), com a capitã Carla Nascimento também a fazer o gosto ao dedo da linha de 3 pontos (58-49), no minuto 34, obrigando Alexandra Maerz a parar também o cronómetro, porque a selecção lusa estava em crescendo. À entrada do minuto 36, Vera Correia acertava o seu único triplo (60-54) e mantinha a esquadra alemã em sentido. Portugal estava à distância de 2 triplos e tudo podia acontecer. As comandadas de Ricardo Vasconcelos continuavam a acreditar na reviravolta apesar de a diferença ter voltado à dezena (64-54), no minuto 37. O seleccionador luso esgotava os descontos de tempo e dois duplos consecutivos de Carla Freitas (um deles a pisar a linha dos 6,75 m) em escassos 30 segundos voltaram a encurtar a diferença para 6 (64-58), com 2,40 minutos para jogar. Portugal continuava a lutar bravamente mas a MVP da partida, Fikiel, sentenciou o encontro no minuto 38 (66-58). Ainda houve tempo para Breitreiner falhar 2 lances livres a meio do minuto 39 e alguns segundos decorridos Mª João Correia provocou a exclusão (5ª falta da base Tina Menz) e selou o resultado final (66-59) da linha de lance livre.Ricardo Vasconcelos, mesmo tendo perdido novamente, estava satisfeito com o comportamento da sua equipa: “ Jogamos ao ritmo da adversidade que nos aparece. Preparados para um jogo difícil, com um adversário forte, tivemos uma atitude excepcional que, na minha maneira de ver tem que ser a atitude para encarar qualquer jogo, independentemente da qualidade do opositor. A quantidade de lançamentos falhados debaixo do cesto impediu-nos de vencer esta partida. Uma equipa que lança ao cesto 82 vezes, perde 13 bolas, obriga o adversário a cometer 25 turnovers e tem 15 possibilidades em segundos lançamentos, com uma percentagem normal, não pode perder o jogo. Mas 28% em lançamentos de campo é fraquíssimo…”. De seguida o seleccionador nacional prosseguiu:“ “Obrigámos a Alemanha a fazer 60% de lançamentos de 2 pontos e a 57% de triplos na 1ª metade, porque sem essas percentagens ao intervalo, já podíamos estar na frente do marcador.”. A finalizar, disse: “Do ponto de vista estratégico cumprimos na quase totalidade com o plano: conseguimos trabalhar bem o ressalto ofensivo e impedir lançamentos sem oposição em transições rápidas em que as alemãs são peritas (contra ataque). Quem falha 50 lançamentos e sofre apenas 16 pontos em contra ataque, é porque conseguiu neutralizar aquele que seria a arma mais forte da equipa adversária.”Destaque nas vencedoras para a soberba actuação da poste (1,95m) Katharina Fikiel, MVP do encontro (35,0 de valorização) que fez um duplo duplo ao contabilizar 16 pontos, 16 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e 7 faltas provocadas, estando irrepreensível da linha de lance livre ao fazer 8/8. Contributos também importantes tiveram a extremo/poste Margret Skuballa (17,0 de valorização), também com um duplo duplo (10 pontos, 4/4 nos duplos, 10 ressaltos defensivos, 5 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas, com 2/3 nos lances livres) e a experiente atiradora Anne Breitreiner (21 pontos, 4/7 nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 4 assistências, 1 roubo e 6 faltas provocadas). Para se ver o respeito que a treinadora germânica teve por Portugal, basta dizer que este trio jogou 37.24, 36.04 e 32.35 minutos, respectivamente. E mesmo assim Breitreiner, ao fazer a 4ª falta no 3º período, à entrada do minuto 26, teve que ir para o banco, regressando ao jogo somente no último quarto, no minuto 34.Na selecção portuguesa a mais valiosa acabou por ser a poste Sofia Carolina (17,0 de valorização), que conseguiu um duplo duplo (10 pontos, 5/17 nos duplos, 13 ressaltos sendo 7 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e duas faltas provocadas), bem secundada por Mª João Correia, com 14,0 de valorização (16 pontos, 3/10 nos duplos, 3/7 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 5 roubos e 6 faltas provocadas, com 1/2 nos lances livres). De referir igualmente os contributos de Vera Correia (9 pontos, 1/3 nos triplos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres), Carla Freitas (11 pontos, 2/6 nos triplos, 6 ressaltos sendo 4 ofensivos, 2 roubos e duas faltas provocadas, com 1/2 nos lances livres) e Lavínia Silva (7 ressaltos sendo 5 ofensivos e uma assistência). Carla Nascimento, que somou neste encontro a sua 100ª internacionalização, viu a sua valorização ser fortemente penalizada pela fraca eficácia nos lançamentos de 2 pontos (3 em 14 tentados), uns fraquinhos 21%. A vitória da Alemanha deveu-se essencialmente á maior eficácia nos lançamentos de campo (45%-28%), nomeadamente nos duplos (50%-27%), já que nos tiros do perímetro a diferença não foi significativa (33%-32%). Foi mais colectiva (19-12 assistências) e provocou mais faltas (21-18), tendo ido para a linha de lance livre 20 vezes contra 10 de Portugal.Por seu turno a selecção portuguesa ganhou as tabelas (44-48 ressaltos), particularmente a tabela ofensiva (8-25 ressaltos), com o facto anormal de ter conseguido mais 2 ressaltos ofensivos do que os defensivos (23). Cometeu menos erros (25-13 turnovers) e roubou o dobro de bolas (6-12 roubos). Resultados da 2ª jornada:Alemanha 66-59 PortugalMacedónia 56-72 IsraelNo encontro que fechou a ronda, Israel fez a diferença no 2º quarto, chegando ao intervalo na frente (31-40). A segunda vitória garantiu-lhe matematicamente o 1º lugar no Grupo D e o consequente apuramento para as meias-finais do play-off do EuroBasket Feminino 2015. Destaque nas vencedoras para a poste Jennifer Fleischer , MVP do jogo (17 pts/17 ress/4 f.prov.), bem acompanhada por Shay Doron (16 pts./5 ress/4 ass./2 rb./2 d.l.)e Liron Cohen (12 pts/7 ass./2 rb.). Na Macedónia brilhou a norte-americana naturalizada Chrissy Givens (25 pts/11 ress/5 ass./12 f.prov.). Ficha de jogoArena Elitzur Delek, em Ramla Alemanha (66) – Tina Menz (8), Anne Breitreiner (21), Birte Thimm (4), Margret Skuballa (10) e Katharina Fikiel (16); Svenja Brunckhorst, Stephanie Wagner (7), Lea Mersch e Finja Schaake ()Portugal (59) – Carla Nascimento (9), Carla Freitas (11), Ana Oliveira (3), Vera Correia (9) e Sofia Carolina (10); Mª João Correia (16), Lavínia Silva, Inês Faustino (1), Joana Jesus e Mª João AndradePor períodos: 20-14, 23-17, 13-10, 10-18Árbitros: Georgios Tanatzis (GRE), Piotr Pastusiak (POL) e Özlem Yalman (TUR)Classificação (após a 2ª jornada):1º Israel – 2V-0D -140/113- 4 pts.2º Alemanha -1V-1D -123/127-3 pts.3º Macedónia -1V-1D -116/128-3 pts.4º Portugal -0V-2D -115/126-2 pts.Jogos para domingo (3ª e última jornada):Portugal-Israel (18H00) e Alemanha-Macedónia (20H45)
Portugal bate França e Holanda
Este domingo Portugal defronta a República Checa, pelas 13h45.
O domínio da equipa portuguesa foi inequívoco, registando 22-12, 18-16, 20-12 e 10-15 nos quatro períodos frente à França, tendo inclusivamente chegado a dispor de uma vantagem de 21 pontos no terceiro quarto. Foi um jogo de muita alma e defensivamente perfeito, tendo em conta que a Seleção tem apenas 5 treinos de preparação. Ofensivamente Portugal foi eficaz em toda a linha, exceto nos lances livres. As melhores marcadoras portuguesas foram Laura Ferreira, com 24 pontos, seguindo-se Joana Canastra, com 12, e Inês Viana, com 10. Jogaram as 12 atletas. De registar que ainda faltam 2 atletas no grupo, Joana Jesus e Nádia Silva, por estarem em competição na Seleção Nacional Sénior e na final da 1.ª Divisão, respetivamente, e que apenas se juntarão ao grupo a partir de 14 de Junho.Em jeito de conclusão, importa assinalar que esta vitória é histórica pois marca o primeiro triunfo de um seleccionado luso perante a França.No encontro com a Holanda, o triunfo surgiu após prolongamento, com os parciais de 15-13, 12-14, 10-7 e 14-14 (que inclui o prolongamento).Foi um jogo muito difícil, pois se no dia anterior Portugal foi a surpresa, neste já teve de trabalhar ainda mais duro, e sobre algum cansaço. Sempre pressionante, mas alternando defesas individuais e zonais, a equipa conseguiu estar sempre no jogo, independentemente dos momentos menos bons. Claramente abaixo no plano ofensivo (30% de 2, 8% de 3 e 63 de L.L.) conseguiu estar uma vez mais exímia no plano defensivo, rigorosa e cumpridora do plano traçado. No final do jogo, a alma lusa guerreira veio ao de cima e claramente, foi a única equipa com pulmão para liderar o marcador.De realçar o facto de que esta Holanda ser um conjunto já de Divisão A em todos os seus escalões e irá disputar este ano o Mundial de Sub-19
Seleção Sub 20 Masculinos inicia preparação final
* CONVOCATÓRIA (para a semana de 10 a 15 de Junho):Staff– Vice-Presidente responsável – Carlos Pires- Secretário administrativo – Carlos Varandas- Selecionador/Treinador Principal – André Martins- Treinador adjunto – João Costeira- Fisioterapeuta – Guilherme BarretoJogadores– André Miguéns – SL Benfica- Artur Castela – SL Benfica- Bruno Cabanas – FC Barreirense- Diogo Ventura – S Algés D- Emanuel Sá – AD Ovarense- Henrique Piedade – Estoril- Hugo Sotta – Dragon Force- João Gallina – Dragon Force- João Grosso – Espanha- João Ribeiro – SL Benfica- Jonah Callenbach – Espanha- Julio Silva – AD Ovarense- José Miranda – Dragon Force- Miguel Maria – França- Pedro Bastos – Dragon ForcePROGRAMA DE PREPARAÇÃOTendo em vista a participação desta seleção no Campeonato Europeu 2013 que se realizará entre os dias 12 e 22 de Julho em Bucareste, na Roménia, e de acordo com a calendarização estabelecida, os respetivos trabalhos de preparação decorrerão nos seguintes termos:* Entre 10 e 15 de Junho – Estágio em Sangalhos/Anadia * Entre 17 e 22 de Junho – Estágio no Caramulo/Tondela* Entre 24 e 27 de Junho – Estágio no Caramulo/Tondela* Entre 28 de Junho a 30 de Junho – Torneio Internacional no Caramulo/Tondela* Dia 2 – Concentração final e estágio em Lisboa* Dia 3 – Viagem para a Roménia* Entre 4 e 11 Julho – Estágio na Roménia com disputa de 2 jogos* Entre 12 e 22 de Julho – Campeonato da Europa em Pitesti, Roménia* 22 de Julho – Viagem de regresso a PortugalO selecionado português integrará na 1ª Fase o Grupo B juntamente com a Finlândia, Bélgica, Suíça e Holanda.O calendário do campeonato relativo a esta fase estipula a seguinte sequência de jogos para a equipa lusa (sempre no Universitatae Spor Hall):12/07/13 – 19,30h – Finlândia – PORTUGAL 13/07/13 – 19,30h – PORTUGAL – Bélgica 14/07/13 – 17,15h – PORTUGAL – Suíça 16/07/13 – 15,00h – Holanda – PORTUGAL Aproveitamos para reconhecidamente registar a disponibilidade de diversas entidades para colaborarem com a FPB na concretização do programa desta seleção, nomeadamente a ESTALAGEM DE SANGALHOS, a CM DE ANADIA, o HOTEL DO CARAMULO e a CM DE TONDELA, bem como da FRABIGIMNO que enquanto parceiro da FPB colocará o piso no Pav. do Caramulo.
Ricardo Vasconcelos faz a antevisão da fase de qualificação
P (JT) – Como faz o balanço da preparação da selecção portuguesa que irá participar nesta fase de qualificação?R (RV) – “Foi uma preparação curta (3 semanas de estágio em Rio Maior) e difícil porque numa delas, a primeira, nem sequer pudemos contar com 3 das jogadoras (Vera Correia, Ana Oliveira e Dora Duarte) que fazem parte deste grupo final. Depois a Mª João Correia foi dispensada na 2ª semana para que conseguisse solucionar o impasse resultante de estar a frequentar um estágio de natureza profissional no Funchal, coincidente com as datas dos estágios e período competitivo. Isto para dizer que 33% do grupo não fez a preparação completa. Basicamente só tivemos as 12 jogadoras disponíveis na última semana de trabalho. Fizemos 24 treinos em Rio Maior e mais 2 em Lisboa, na véspera da partida para a Polónia, na semana passada. Contudo há a referir que o tempo disponível foi bem rentabilizado porque a aplicação e entrega das jogadoras foi excepcional. “.P (JT) – Qual a sua opinião sobre o comportamento da equipa nos jogos de preparação com a Polónia e Eslovénia?R (RV) – “Penso que a equipa mostrou um crescendo de forma significativo, jogo após jogo, sendo que nos apresentámos no 1º jogo de forma muito positiva em relação ao número de treinos efectuados. Jogámos com duas equipas que nos colocaram problemas diferentes, com dois estilos de jogo próprios, onde a Polónia fisicamente em todas as posições do campo levava uma vantagem muito significativa na comparação directa, posição por posição e atacou-nos muito em armadilhas invertendo o jogo, ou seja colocando os jogadores exteriores a jogar perto do cesto (visto que utilizamos muitas vezes 3 jogadoras com estrutura de base, em simultâneo), procurando tirar muita vantagem do jogador 3.Enquanto que nos jogos com a Eslovénia, castigaram-nos muito com o passe dentro do jogador 5 (Sandra Pirsic), usando e abusando do bloqueio directo. Sem dúvida que estamos contentes com o desempenho das nossas atletas nestes 4 jogos, que penso nos ajudou verdadeiramente a ser uma melhor equipa, mais preparada do ponto de vista colectivo para as dificuldades que possam aparecer na competição.”.P (JT) – Perspectivas sobre as possibilidades de Portugal no Grupo D da fase de qualificação?R (RV) – O nosso jogo chave é o primeiro. Vencendo a Macedónia que na nossa opinião se apresenta como o mais frágil dos 3 adversários, permite-nos encarar os dois desafios que se seguem com menos pressão. Sabemos que a Macedónia tem uma norte-americana naturalizada (Chrissy Givens ), com 1,80 m, na posição onde nós estamos mais vulneráveis (posição 3) mas temos vindo a preparar o jogo com ideias muito claras de como atenuar essa realidade.”. A Macedónia é um adversário praticamente desconhecido para nós no momento actual. No histórico de confrontos entre os dois países, a nível de selecções seniores femininas, apenas 3 vezes se defrontaram. Três jogos, três vitórias para as nossas cores. Curiosamente presenciámos todos eles, já que aconteceram após a nossa entrada na FPB (Setembro de 2004). Os dois primeiros a contar para o EuroBasket Feminino 2006, Divisão B, Grupo B, a saber: Macedónia-Portugal (52-79), em Prilep, a 22 de Setembro de 2004 e um ano depois, Portugal-Macedónia (81-67), em Coimbra, a 20 de Setembro de 2005. Na altura a dupla técnica era formada pelo seleccionador José Leite e José Carruna (treinador adjunto). Três anos mais tarde, a contar para o EuroBasket Feminino 2009, Divisão B, Grupo B, voltámos a vencer a Macedónia (75-68), em Skopje, capital do país, a 6 de Setembro de 2008, sendo Carlos Portugal o seleccionador, coadjuvado por Humberto Carvalho. A Macedónia acabaria por desistir da competição, não se apresentando ao jogo da 2ª volta agendado para Setembro de 2009, no nosso país. Na altura a extremo/poste Monika Gavriloska, com 1,90m (agora com 36 anos de idade) era a estrela da companhia, tendo sido inclusive a MVP do jogo em Coimbra, ao anotar 30 pontos. Agora ainda faz parte da lista oficial que consta do site da FIBA, mas não sabemos se irá alinhar em Tel Aviv.
Muito difícil a tarefa ante uma equipa muito física
Queremos também, na companhia do Nuno Manaia, nosso companheiro e amigo de tantas lutas (já lá vão quase nove anos de contacto praticamente diário, desde Setembro de 2004), dar um saltinho à praia, antes do almoço, aqui a uns 500 metros do City Hotel, só para não dizer que… não mergulhámos nas águas do Mediterrâneo, em solo israelita.Ontem ao princípio da tarde teve lugar nesta zona antiga da cidade de Tel Aviv uma parada Gay, muito noticiada, que teve grande adesão. Não temos nada com isso, cada um é como cada qual, desde que não colida com a liberdade dos outros. É essa a minha filosofia… mas o certo é que a partida do autocarro que nos levou a Ramla, para o jogo com a Macedónia, sofreu um atraso de vinte minutos, porque havia várias ruas cortadas ao trânsito, nas proximidades do hotel. Por acaso chegámos a tempo, mas só presenciámos a ponta final do Israel-Alemanha, ganho pelas anfitriãs (68-57), quando era nossa intenção, particularmente dos técnicos lusos e das nossas jogadoras, ver algumas movimentações de ambas as equipas, que ainda iremos defrontar.A primeira delas é já a Alemanha, hoje à tarde (18H00), mais duas horas que em Portugal. Nas palavras do seleccionador Ricardo Vasconcelos, ontem após a derrota algo inesperada, frente à Macedónia, por 4 pontos (56-60), ressaltou a ideia de que será uma tarefa muito complicada, a que se espera para as suas comandadas. O conjunto germânico, muito poderoso fisicamente, com dois postes de elevada estatura e grande envergadura, nomeadamente Lisa Koop (1,97 m), que jogou no Torneio Internacional de Oliveira do Hospital, em Julho de 2009, ganho pela selecção alemã. Portugal ficou na 3ª posição, atrás da Bulgária (2º), relegando a Holanda para o 4º lugar, a quem vencemos (67-61). Mas outras figuras sobressaem no plantel às ordens de Alexandra Maerz, que conhecemos durante vários anos como seleccionadora das Sub-18 e que este ano ascendeu a timoneiro da selecção principal. São os casos da experiente Anne Breitreiner (1,84 m e 29 anos), uma atiradora tremenda (foi a melhor marcadora do torneio há 4 anos em Oliveira do Hospital) e que tem jogado nas principais equipas europeias de clubes e de Romy Bär (extremo, 1,87 m), considerada a MVP (votação dos treinadores) no mesmo torneio atrás referido. Na fase de qualificação do EuroBasket 2013 foi a jogadora mais influente do seleccionado germânico, com excelentes números.As perspectivas para a luta desta tarde não são pois muito optimistas. Exige-se e espera-se, isso sim, por parte das nossas representantes, uma atitude igual à que tiveram ontem nos minutos finais… mas durante muito mais tempo. A tal questão da consistência… que urge ganhar forma.Para quem gosta de saber estas coisas, apenas recordar que, em termos de histórico nos confrontos entre as duas selecções principais femininas, dos dois países, a vantagem é claramente germânica: 3 derrotas lusas em outros tantos jogos oficiais (torneios internacionais de Toulouse e Namur, ambos em 1996 e o de Oliveira do Hospital em 2009, quando perdemos por 68-78). Mais duas derrotas em jogos particulares, em Abril de 1996.
Acordar tarde teve o seu preço na derrota
O nosso primeiro adversário, Macedónia, a priori o mais acessível para as aspirações lusas, conseguiu montar uma estratégia que acabou por surpreender as nossas representantes. Mesmo sem poder contar com a base/extremo Jelena Antic (estudou nos EUA, desde 2008/2009), que uma lesão num dos joelhos, impediu uma das melhores jogadoras macedónias da actualidade, de ajudar as suas companheiras neste reaparecimento internacional a nível de seniores femininos, ao mais alto nível, a selecção da Macedónia, muito combativa, soube com as suas armas e recorrendo apenas a uma jogadora do banco, Ana Tanturovska, chegar a uma vitória que praticamente só foi contestada pelo seleccionado luso nos últimos 6 minutos.
As comandadas de Ricardo Vasconcelos até entraram bem na partida. À entrada do minuto 5 a vantagem era de 8 pontos (11-3) depois de o 1º triplo de Carla Freitas ter colocado o marcador em 9-2 no minuto 4. A estratégia de condicionar um dos pontos fortes da Macedónia (a norte-americana naturalizada Chrissy Givens) estava a ser cumprida, com Ana Oliveira marcá-la com eficiência. A 2ª falta de Ana Oliveira levou a extremo lusa a ir para o banco, mas gradualmente as combinações entre a base Dimovska e a extremo/poste Gavrilovska (36 anos), começaram a surtir efeito. Não se conseguia parar o tiro exterior de Dimovska (2 triplos e 10 pontos) e no ataque o seleccionado luso falhava lançamentos fáceis na área pintada, razão pela qual não constituía surpresa a Macedónia terminar o quarto inicial na frente (16-17). No 2º período (9-14) a dificuldade em atacar o cesto por parte das portuguesas e o acentuar da superioridade adversária nas tabelas (17-22 ressaltos), nomeadamente na tabela ofensiva (6-10), explicava a vantagem de 6 pontos quando soou a buzina para o intervalo (25-31). A Macedónia era mais agressiva a defender (1-7 roubos), cometia menos erros (10-8 turnovers) e provocava faltas com idas à linha de lance livre (8/10) contra uns parcos 2/2 por banda das nossas jogadoras. No 3º quarto (8-13) as coisas não melhoravam nada para as nossas cores, pese o inconformismo da capitã Carla Nascimento, com duas penetrações convertidas, mas do outro lado era a experiência e o sentido posicional de Gavrilovska , com 6 pontos consecutivos, que fazia a diferença (31-39 no minuto 25). O seleccionador luso parava o cronómetro pela 2ª vez no minuto 27, mas um triplo de Tanturovska um minuto decorrido (31-44), cavava a maior diferença (13 pontos) desde o apito inicial. Portugal só conseguia acertar com o cesto, após quase 6 minutos em que a eficácia foi nula, através de Sofia Carolina, em cima da buzina que assinalou o final do 3º período (33-44). A melhoria em termos de ressalto ofensivo era evidente (11-11) mas a eficácia lusa baixava de 36% para 31% nos lançamentos de campo, particularmente nos tiros de 3 pontos (de 33% para 19%), consequência dos 7 triplos falhados em outras tantas tentativas neste quarto.No derradeiro período (23-16) Portugal não conseguia ser consistente porque, depois de Vera Correia ter baixado a fasquia para 9 pontos (35-44) logo no minuto 31, consentiu na resposta e no espaço de um minuto, um parcial de 0-5, com a 2ª bomba de Tanturovska a cair no minuto 32 (35-49), obrigando Ricardo Vasconcelos a pedir novo desconto de tempo. Mesmo com Chrissy Givens carregada de faltas (4ª no minuto 33), a Macedónia fazia o seu jogo sem grandes sobressaltos, apostando no erro das nossas jogadoras. Assim chegou à maior diferença em todo o encontro (18 pontos), quando Elena Radenkovic, travada em falta, elevou a contagem da linha de lance livre para 35-53 (minuto 34). Foi como que o toque de despertar para o nosso seleccionado. O 3º triplo de Carla Freitas no minuto 35 (38-53) deu o mote para a recuperação. Em 3 minutos um parcial de 7-0 obrigava o treinador macedónio (Goran Jovanovic) a parar o cronómetro, à entrada do minuto 38 (42-53). O acreditar por parte das comandadas de Ricardo Vasconcelos finalmente dava sinais de que ainda se poderia conseguir a reviravolta. O atingir da 4ª falta por parte da Macedónia, com mais de 5 minutos e meio para jogar, era inteligentemente aproveitado pelas nossas jogadoras, que da linha de lance livre e através de um roubo de Carla Freitas reduziam para 8 pontos (47-55) no minuto 39. Após o último desconto de tempo permitido ao treinador português (a 53,7 segundos do final) e com o marcador favorável ao adversário por 10 (47-57), Portugal em meio minuto verdadeiramente louco, conseguiu acertar mais 3 triplos: Vera Correia (50-57), Ana Oliveira (53-57) e até a poste Sofia Carolina (56-60) a selar o resultado final. Goran Jovanovic não ganhava para o susto, mas esgotou os seus descontos de tempo, com 22,4 segundos e 3,6 segundos para jogar, por via das dúvidas, enquanto Radenkovic (53-59) e Dimovska (53-60) mantinham da linha de lance livre a almofada suficiente para se concretizar o primeiro êxito da Macedónia entre os dois países, a nível de seniores femininos. No final o semblante do seleccionador Ricardo Vasconcelos espelhava o desalento pela derrota: “ Perdemos com uma equipa claramente acessível, a quem podíamos ter ganho onde jogámos apenas 5 minutos. Os 3 minutos e meio iniciais e o derradeiro minuto e meio, no termo da partida. Esses foram os únicos momentos em que fomos nós próprios, que jogámos com a atitude correcta e que tenho a certeza se o tivéssemos feito durante um período de tempo mais alargado, teríamos vencido o encontro. Faltou-nos claramente um bom balanço entre o jogo exterior e o jogo interior, algo que tínhamos como estratégia para este embate, mas a verdade é que não conseguimos pontos, faltas e ressaltos suficientes dentro da área pintada.”. Sobre o próximo adversário, finalizou: “Amanhã com a Alemanha que é uma equipa realmente alta, com jogadoras de grande envergadura e que vai tentar impor um ritmo elevado com transições rápidas feitas por passe, torna claro que temos de trabalhar muito bem ao nível de transição defensiva (lutar mais pelo ressalto ofensivo, boa selecção de tiro e bom bloqueio defensivo).”. Nas vencedoras destaque para a MVP da partida (23,5 de valorização), a veterana Monika Gavriloska, que aos 36 anos e jogando 40 minutos, fez um duplo duplo, ao contabilizar 14 pontos, 6/8 nos duplos, 13 ressaltos sendo 4 ofensivos, duas assistências e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres. Seguiram-se-lhe a combativa extremo/poste Elena Radenkovic (12 pontos, 9 ressaltos sendo 6 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 4 faltas provocadas, com 6/6 da linha de lance livre), a base Slavica Dimovska , melhor marcadora do jogo que fez um excelente quarto inicial (19 pontos, 3/8 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências, 3 roubos e 3 faltas provocadas, com 4/6 nos lances livres) e Ana Tanturovska, muito agressiva a defender (8 pontos, 2/7 nos triplos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 5 roubos e duas faltas provocadas). Já Chrissy Givens, de que se esperava mais, fez um jogo algo discreto, também por culpa da marcação de que foi alvo. Na selecção de Portugal a mais valiosa foi a poste Sofia Carolina (19,0 de valorização), apesar de um pouco precipitada e com fraca eficácia (25%) nos lançamentos na área pintada. Terminou com 9 pontos, 3/12 nos duplos, 1/1 nos triplos, 12 ressaltos sendo 9 ofensivos, uma assistência, 1 desarme de lançamento e 6 faltas provocadas, mas com o senão de pouco agressiva a atacar o cesto, já que não foi uma única vez à linha de lance livre. Foi bem acompanhada por Carla Freitas (14 pontos, 2/3 nos duplos, 3/9 nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 2 roubos e duas faltas provocadas, com 1/2 nos lances livres) e pela base Carla Nascimento, ainda que denotando alguma insegurança no controlo da posse da bola, o que não lhe é habitual (10 pontos, 5/8 nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 1 roubo e 5 faltas provocadas, mas também sem direito a lances livres).Resultados da 1ª jornada:Israel 68-57 AlemanhaPortugal 56-60 MacedóniaNo arranque da competição a selecção anfitriã depois de ter chegado ao intervalo a vencer por 30-28, soube consolidar a sua superioridade na etapa complementar. Shay Doron (19 pontos), as postes Katia Levitsky e Jennifer Fleischer, ambas com 12 e a base Liron Cohen (11) formaram o quarteto fundamental no êxito israelita. Na equipa germânica a atiradora Anne Breitreiner, a poste K. Fidiel e T. Menz, todas com 9 pontos, não conseguiram evitar a derrota. Ficha de jogoArena Elitzur Delek, em RamlaPortugal (56) – Carla Nascimento (10), Carla Freitas (14), Ana Oliveira (9), Vera Correia (9) e Sofia Carolina (9); Mª João Correia (3), Inês Faustino (2), Lavínia Silva e Mª João AndradeMacedónia (60) – Slavica Dimovska (19), Andzelika Mitrasinovik (2), Chrissy Givens (5), Elena Radenkovic (12) e Monika Gavrilovska (14); Ana Tanturovska (8) Por períodos: 16-17, 9-14, 8-13, 23-16Árbitros: A. Glisic, A. Vemtriov e O. YalmanClassificação (após a 1ª jornada): 1º Israel -1V-0D -68/57-2 pts.2º Macedónia -1V-0D -60/56-2 pts.3º Portugal -0V-1D -56/60-1pt.4º Alemanha -0V-1D -57/68-1pt.Amanhã (sábado) realiza-se a 2ª jornada, no mesmo recinto:Alemanha-Portugal (18H00) e Macedónia -Israel (20H45)
II Torneio de Minibásquete
É destinado aos Mini 10 no Pavilhão Grupo Caras Direitas.Compareçam e venham divertir-se à grande!
Festa de Encerramento Minibasquete ABBraga
No dia 10 de Junho, e em simultâneo com todas as associações do país sob a égide do Comité Nacional do Minibasquete a AB Braga com a colaboração do clube local CAVA e a autarquia local, promove a sua festa final, o culminar de uma época repleta de iniciativas direcionadas ao fomento e divulgação junto dos mais jovensA pretensão de reunir o maior número de praticantes do minibásquete na localidade que têm dado passos decisivos no fomento do basquetebol, contará este ano com aproximadamente 250 jovens atletas entre Sub 10 e Sub 12. Praça do MunicipioSUB 10 – das 10.00 ás 12.30Sub 12 – das 14.30 ás 17.30
Torneio Internacional de Minibasquete GDAS
Este evento contou com o apoio do nosso patrocinador, Padaria de
Dume, que aproveitou também a ocasião para celebrar o seu 35º
aniversário na arte de bem fazer o pão na cidade de Braga através da
organização deste torneio desportivo.
De facto, a Padaria de Dume tem sido um dos principaisimpulsionadores do basquetebol na cidade de Braga, em particular o seugerente, Luís Filipe Barreiro, que há mais de 25 anos apoiaconstantemente a actividade desportiva, em particular o minibasquete,mostrando assim a sua forte responsabilidade social perante a nossacomunidade.Este torneio foi mais uma prova disso mesmo, uma vez que aPadaria de Dume, além de todo o apoio logístico, forneceu gratuitamenteo almoço e lanche a todos os participantes.Foi, pois, um momento importante, de valorização da modalidade,mas também de festa, uma vez que contou com a presença de 6 equipas,num total de mais de 100 pessoas envolvidas.A competição decorreu desde as 10h da manhã até às 17h da tarde,tendo culminado com a cerimónia de entrega de lembranças às equipas eatletas, na qual marcaram presença o Sr. Vice-Presidente da CâmaraMunicipal de Braga, Vítor Sousa, a Sra Vereadora do Desporto, PalmiraMaciel, o Sr. Presidente da Junta de Freguesia de S. Lázaro, Dr. João Pires, orepresentante da AB Braga, Carlos Azevedo, e o gerente do nossopatrocinador, Luís Filipe Barreiro.Equipas participantes:- GDAS;- AC Alfenense;- Basket Base Club;- EDV;- SCMF;-
Prontas para levar de vencida a Macedónia
Portugal faz parte do Grupo D que se disputa na cidade de Ramla, 22 quilómetros a sul de Tel Aviv. Macedónia, Alemanha e Israel são por esta ordem os adversários das portuguesas, a partir de hoje até domingo, dia em que termina a competição.
Os jogos terão lugar no Kiryat Menachem Gym, com capacidade para 1600 pessoas, recinto onde habitualmente joga o Elizur Ramla, uma das equipas femininas mais conceituadas da Liga Israelita que por norma entra na discussão do título. Acabou de ganhar o título israelita e há 4/5 anos venceu a EuroCup, a segunda competição europeia a nível de clubes, a seguir à Euroliga. José Araújo, adjunto do seleccionador Ricardo Vasconcelos, já as defrontou, há alguns anos quando era treinador principal do Olivais FC (com a dupla norte-americana Ambrosia Anderson e Aja Parham) que participou na EuroCup na qualidade de campeão nacional. Este pavilhão é o que também tem sido utilizado para os treinos das selecções participantes. Tem um contra que é o facto de se demorar no mínimo 40 minutos para se fazer o percurso desde o City Hotel, onde estão todas as 4 delegações. Mas já demorámos mais: no primeiro dia em que aqui treinámos (anteontem) a viagem demorou 45 minutos para cá e 49 no regresso ao hotel, dependendo naturalmente do tráfego automóvel, que varia consoante é hora de ponta ou não. Hoje por exemplo foi mais rápido (37 minutos), porque o treino de uma hora que está a decorrer (estamos a escrever no pavilhão) começou às 09H00.Portanto um treino e um jogo por dia representam no mínimo 3 horas dentro de um autocarro, o que convenhamos não é nada normal para uma competição com este nível de exigência, em que as atletas precisam de descanso, também. Israel, o país onde estamos desde a passada 2ª feira, vindos da Polónia e Eslovénia, onde a selecção nacional feminina realizou 4 jogos de preparação (3 derrotas e uma vitória frente às eslovenas), tem uma população a rondar os 8 milhões de pessoas, dos quais apenas 70 mil vivem em Ramla. Em termos religiosos, 75% da população do país é judaica, 19% muçulmanos e apenas 6% são cristãos e de outras religiões com menor expressão (Cherkess e Druze). A moeda local é o NIS (New Israeli Shekel) cuja cotação média ronda os 4,75 NIS por cada Euro. Ontem depois do jantar estivemos acompanhados pelo Nuno Manaia (secretário das selecções nacionais femininas) na Technical Meeting, em que se faz a habitual conferência dos cartões licença FIBA das jogadoras, passaportes, lista oficial da FIBA Europe, apresentação dos equipamentos de jogo (calções, camisolas e t-shirt de aquecimento). Fomos propostos para integrar a Technical Commission, chefiada pelo Comissário da competição, o espanhol Victor Mas e que também integra o israelita Boris Zelinger, que conhecemos o ano passado, comissário Internacional FIBA e que é o representante da Federação de Israel para as questões logísticas de alojamento, refeições, treinos e jogos. Por seu turno Nuno Manaia ficou como membro substituto do Jury of Appeal. Lavínia Silva, a extremo/poste que alinhou nas duas últimas temporadas pelas açorianas do Boa Viagem, viu finalmente (esta semana apenas) a sua situação de portuguesa sem qualquer restrição, ser aceite pela FIBA Mundial, através da decisão do Secretário-Geral daquele organismo, Patrick Baumann. Foi um processo moroso em que acabou por prevalecer o bom senso, mas foi preciso que o Presidente Mário Saldanha e o DTN Manuel Fernandes, que na qualidade de membro do Central Board (FIBA Europe), tivessem de intervir. O nosso obrigado pois aos dois responsáveis federativos, pela resolução do imbróglio. O espírito da mensagem transmitida pelo seleccionador Ricardo Vasconcelos, no início e no final deste derradeiro apronto antes do embate de logo à tarde (17H45 locais), antecedido do Israel-Alemanha (15H00), é de que “temos todas as condições para ganhar à Macedónia, porque trabalhámos com seriedade, estudámos os pontos fortes do adversário e … somos melhores”. Recordar apenas que no histórico dos jogos entre os 2 países, em termos de selecções seniores femininos, constam 3 jogos e outras tantas vitórias: 52-79 em Prilep (Setembro de 2004), em jogo a contar para o EuroBasket Feminino 2006, Divisão B, Grupo B; 81-67 em Coimbra (Setembro de 2005), no jogo da 2ª volta, um ano depois, também a contar para o EuroBasket Feminino 2006; 68-75 em Sköpje (Setembro de 2008), na 1ª volta do EuroBasket Feminino 2009, Divisão B, Grupo B. As únicas sobreviventes desses encontros, que agora ainda integram este grupo de 12 do seleccionado luso, com as quais recordámos estes êxitos, são as veteranas Vera Correia e Carla Freitas, ambas da geração de 1980, respectivamente com 33 e 32 anos de idade.
12 horas Minibásquete CAD 2013
Maria em Coimbra. Os jogos começaram pelas 09h00 e terminaram às 21h00, tendo as 31 equipas dos 17 Clubes participantes sido divididas por três turnos.
Assim o 1º turno das 9h00 às 13h00 foi composto pelos seguintes clubes: A.S.S.S. Columbófila Cantanhede Academia de Basquetebol Associação de Basquetebol Albicastrense Clube Basquetebol de Leiria Clube Infante Montemor Núcleo do Desporto Amador de Pombal Olivais Futebol ClubeO 2º turno das 13hoo às 17h00: Basket Clube Condeixa Basquete Clube de Barcelos Clube 5Basquete CAD Ass Coimbra Basquete Grupo Recreativo Independente Brandoense Núcleo Sportinguista de LeiriaO 3º Turno das 17h00 às 21h00: – Associação Académica de Coimbra Basket Clube Condeixa Clube Desportivo da Póvoa CAD Ass Coimbra Basquete Escola Secundária Bernardino Machado Vitória Sport ClubeOs cerca de 400 atletas foram assim, ao longo do dia, jogando e disfrutando do prazer de jogar minibasquete, tendo tido ainda oportunidade de realizar outras atividades espalhadas pela escola. Todas as equipas realizaram no mínimo 3 jogos e ainda tiveram direito a um mini lanche patrocinado pelo café Abazi , café com Arte , Centro Industrial Confeiteiro de Coimbra , Matutano e Delta aos quais desde já agradecemos o apoio.No final de cada turno procedeu-se ao jogo do elimina com todos os atletas envolvidos tendo sido entregue um prémio a todos os vencedores, encerrando o evento com o grito “Viva O Minibasquete!”.
XVI Taça Nacional 2013
A final da competição vai contar com a presença da equipa da casa, vencedora da Zona Sul; com a equipa de Leiria, o NDA Pombal, vencedora da Zona Norte; e ainda as equipas da ilhas, o CAB Madeira e ainda o União Sportiva, dos Açores.O primeiro confronto será no domingo pelas 18h entre a equipa de Carcavelos e o União Sportiva.Pelas 20h15 enfrentar-se-ão as equipas do NDA Pombal e o CAB Madeira.Os vencedores dos primeiros jogos disputarão a final no dia 10, pelas 11h30.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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