Artigos da Federaçãooo

Regresso de Vera Correia após ausência de 8 anos

A este trio juntou-se a extremo/poste Vera Correia (GDESSA), que teve de aguardar a sua dispensa pela entidade patronal.

De saudar o regresso de Vera Correia, após ausência de 8 anos (última aparição na Selecção Nacional no Verão de 2005), ainda José Leite era o seleccionador, durante a 2ª volta do Europeu de Seniores Femininos, Divisão B, se a memória não nos falha. Entretanto nesta 2ª acção, iniciada ontem a meio da tarde no Centro de Estágio de Rio Maior e que termina na próxima 6ª feira, concentraram-se as seguintes 14 jogadoras:Ana Oliveira (Algés) Aurelie Pinto (Brive Correze) (França) Carla Freitas (Orion – GDKO) (Espanha) Carla Nascimento (Al – Qazeres) (Espanha) Dora Duarte (CRCQ Lombos) Francisca Braga (Lousada AC) Inês Faustino (AD Vagos) Jessica Almeida (Algés) Joana Jesus (AD Vagos) Lavínia Silva (CJ Boa Viagem) Marcy Gonçalves (Olivais FC) Mª João Andrade (Olivais FC) Sofia Carolina Silva (Tallahassee) (EUA) Vera Correia (GDESSA) Do programa constam treinos bidiários à excepção de ontem (só treino da tarde) e do último dia (treino só de manhã). Staff de responsáveis:Ricardo Vasconcelos (seleccionador) José Araújo (treinador adjunto) Nuno Manaia (secretário) Ana Bárbara Rola (fisioterapeuta) José Tolentino (dirigente)


Basket Clube Condeixa

Com a presença de dois atletas seniores da Académica de Coimbra, Marco Gonçalves e João Balseiro, mais de 120 crianças tiveram o privilégio e prazer de fazer algumas brincadeiras com estes dois atletas.

fazer algumas brincadeiras com estes dois atletas. Foi uma hora de autêntica magia, onde nem o forte sol os impediu de no final solicitarem autógrafos aos dois atletas. Para o Basket Clube Condeixa foi mais uma acção de promoção da modalidade, na esperança de ver aumentado o seu grupo de jogadores.No Sábado de manhã, dia 11 de Maio, realizou-se o Convívio de Pais e Mães/Minis 8 com a presença de mais de 120 pessoas, entre jovens atletas e Pais. Além do Basket Clube Condeixa estiveram representados a Académica de Coimbra, Olivais de Coimbra, CAD de Coimbra, Sporting Figueirense, CI Montemor e Sampaense, e assistiu-se a uma manhã muito divertida e participativa, onde durante duas horas se realizaram dois jogos em simultâneo com períodos de 25 minutos cada. No final ainda havia vontade para mais, mas o tempo não permitia.As sub 14 femininas tiveram um fim-de-semana com jornada dupla. No sábado e após verem o jogo para a Liga Portuguesa entre a Académica e o CAB jogaram contra a Académica com o resultado final algo desnivelado, 83-22, talvez por as nossas meninas ainda estarem “maravilhadas” com o que tinham passado.Já no domingo, dia 12 de Maio, deslocaram-se ao Olivais de Coimbra e após um excelente jogo perderam por 45-43.


MiniLiga Gafanha Basquete

Neste Torneio, as equipas convidadas são:- Dragon Force;- SL Benfica;- CB Seis do Nadal;- CB Salesianos;- CB Santa Marta de Tormes;- Imortal Basket;- SC Braga;- SC Beira-Mar;- Atómicos SC;- E a equipa da casa, GD Gafanha.Todas as equipas realizam 4 jogos e há lanches para todos.Parabéns e muito sucesso!


Olivais bateu SIMECQ na final

O jogo disputou-se no Pavilhão do Sport Algés e Dafundo, que em colaboração com a Associação de Basquetebol de Lisboa organizaram a final desta prova.

A equipa de Coimbra dominou toda a primeira parte, e a vantagem que era de cinco pontos (13-8) no final do 1º período, subiu para catorze no final do primeiro tempo (28-14).A superioridade do Olivais prolongou-se no inicio da etapa complementar (19-15), pelo que no termo dos primeiros 10 minutos da segunda parte, a equipa de Coimbra tinha praticamente o jogo ganho (47-29). Especialmente tendo em conta a baixa pontuação que o marcador registava.Apesar de uma reação da equipa lisboeta no último período, a vitória do Olivais nunca esteve em causa, que assim se sagrou como o grande vencedor da Taça Nacional de Sub 20 Masculinos. Parabéns aos jogadores e toda a equipa de trabalho do Olivais, bem como à do SIMECQ pelo brilhante desempenho durante esta competição.


Negra para decidir finalista

O fator casa não prevaleceu, pelo que os comandados de Norberto Alves, caso queiram marcar presença na final, têm de vencer no Funchal um conjunto que respondeu bem à pressão do momento, acabando por ser recompensada com a realização da negra em sua casa. Se é que isso é efetivamente uma vantagem… As duas equipas voltam a encontrar-se para a negra na próxima quarta-feira, pelas 20 horas, na Nazaré, Pavilhão do CAB Madeira.

As duas equipas acusaram algum nervosismo, próprio da importância do jogo, no entanto, na segunda parte do primeiro período o CAB foi mais atrevido e conseguiu construir uma ligeira vantagem no marcador. Isto deveu-se não só, aos tiros exteriores de Fábio Lima (10 pontos e 4 ressaltos) e Jorge Freitas (5 pontos), mas também devido à exploração do jogo interior, especialmente através de João Guerreiro, que contribuiu com pontos e ressaltos importantes. No final do primeiro período a vantagem era do CAB, por 17-21.No segundo quarto, os madeirenses entraram melhor e pareciam determinados, novamente com o tiro exterior a ser a sua principal arma ofensiva, com Jaime Silva a exibir os seus habituais predicados no regresso à competição. Nada que fizesse alterar a forma de jogar da Académica, que se manteve sempre por perto no resultado. Seriam inclusive os conimbricenses a tirar partido de alguns turnovers, a passar para a frente do marcador. Porém, triplos de Jason Smith e de Shawn Jackson (8 pontos), reequilibraram o marcador, no período mais produtivo da Académica (30 pontos), ainda que a primeira parte tenha terminado com a Académica na frente pela diferença mínima (47-46).O regresso dos balneários coincidiu com o melhor período dos visitantes, que mesmo cometendo alguns erros defensivos, tiravam partido da sua presença na luta das tabelas. Desta vez era a Académica a dar-se mal com o aumento da agressividade defensiva adversária, que, sem comprometer, via os visitantes fugir um pouco no marcador (70-65).No último período, a Académica entrou determinada a reduzir e ultrapassar a vantagem que o CAB construíra no período anterior, evitando, assim, a ‘negra’ na Madeira. Foi isso que sucedeu quando faltavam 5 minutos para acabar o jogo, altura em que Mário Fernandes (11 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências), com um triplo empatou, o jogo (76 pontos). A partir daí o jogo, que já estava a ser intenso, tornou-se numa verdadeira partida de nervos. Nos últimos momentos prevaleceu a frieza do CAB e a sua capacidade de não se envolver nas emoções fortes que o jogo gerou. Um triplo de Jaime Silva (8 pontos, 2 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) quando o resultado estava em 86-83 sentenciou o duelo a favor dos insulares. O norte-americano Jason Smith, MVP do encontro com 37 de valorização, ficou muito perto do duplo-duplo (27 pontos e 9 assistências), fez a diferença neste encontro, para além de ter revelado uma enorme eficácia num jogo desta importância para a equipa madeirense.Na Académica, Arnette Hallman (19 pontos, 12 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola) repetiu a boa exibição do dia anterior, o mesmo sucedeu com Fernando Sousa, que terminou o jogo com 16 pontos, 5 ressaltos, 4 roubos de bola e 3 assistências. Mas a tarde não foi de grande inspiração para os atiradores da Académica, se bem que tenha sido da linha de lance-livre que a Académica desperdiçou inúmeros pontos proibitivos em jogos desta importância (16/29 – 55%).


Maia empata eliminatória

O equilíbrio voltou a ser a nota dominante visto que à entrada do último quarto a equipa da casa vencia pela diferença mínima (55-54). Destaque para o muito público que assistiu ao encontro, algo que se espera vir a ser repetido nos próximos dois encontros disputados em Oliveira de Azeméis.

Animada pelo triunfo alcançado no dia anterior, foi a Oliveirense a iniciar melhor o encontro, já que no final do 1º período vencia por 17-14. O segundo quarto, proporcionou bastantes mais pontos, com o espetáculo a sair beneficiado, acabando o Maia Basket por dar a volta ao marcador até final do 1º tempo (40-34). Destaque para Nuno Marçal, que no final dos primeiros 20 minutos já tinha convertido 17 pontos.O descanso fez bem aos comandados de Sérgio Salvador, que no regresso dos balneários conseguiram aproximar-se no resultado, tendo terminado o 3º período a perder por um ponto apenas (54-55). Um resultado que prometia novamente muita emoção, um sentimento que tem marcado a final da competição. Contrariamente ao que tinha sucedido no primeiro jogo, foi o Maia desta vez a mostrar-se mais forte nos momentos de decisão. A equipa comandada por Rui Silva conseguiu fugir no resultado, suportando depois bem a pressão de ter que gerir a vantagem alcançada. A Oliveirense bem tentou, através de sucessivas faltas, parar o cronómetro, mas a eficácia dos maiatos da linha de lance-livre, nunca colocou em perigo a sua liderança no jogo.


CAD Santarém promoveu 10ª Ação de Formação Contínua da época

Numa sessão com cerca de 25 formandos, os árbitros trabalharam em campo competências na área da técnica de arbitragem e na gestão do jogo, enquanto os seus oficiais de mesa aprofundaram conhecimentos teórico-práticos no preenchimento do boletim de jogo, 24 segundos e na comunicação entre oficiais de mesa. O convívio de fim de época do CAD Santarém será no próximo dia 10 de Junho, no Entroncamento, integrado no “All- Star DAY” e no “Dia do Minibasquete”, levados a cabo pela Associação de Basquetebol de Santarém, cujo programa será divulgado oportunamente. Por parte do CAD Santarém fica um balanço positivo da época, na área da formação, cujas 10 ações tiveram sempre entre 20 a 30 formandos presentes, sinal do forte empenho dos juízes da região na sua valorização e formação.


Sexto título nacional para o Algés

No jogo 3 revalidou a conquista do campeonato com a 3ª vitória (76-82), fechando a série (3-0).
Foi o sexto troféu conquistado pelo emblema algesino, igualando o CAB Madeira no ranking dos vencedores da prova máxima feminina, que ainda é liderado pela dupla CIF e Académica, ambos com 9 campeonatos ganhos.

A pressão estava toda do lado do CRCQ Lombos e apesar de ter entrado bem no jogo, passados os minutos iniciais em que houve equilíbrio, começou a cometer erros, a falhar lançamentos enquanto o Algés ganhava ligeira vantagem (10-16 no minuto 5). Do lado algesino a mão quente de Kathryn Gearlds e a capacidade ressaltadora de Laura Broomfield faziam a diferença que no final do 1º quarto (16-31) já se cifrava em 15 pontos. Para quem tinha como objectivo travar a série vitoriosa do adversário era efectivamente um mau começo. No 2º período (24-17) as anfitriãs reagiram como lhes competia e baixaram a fasquia para 9 (28-37), à entrada do minuto 16. Logo a seguir uma bomba de Joana Bernardeco aumentava a vantagem do Algés para 28-40 mas as comandadas de José Leite responderam com um parcial de 6-0 (34-40), obrigando José Araújo a parar o cronómetro (minuto 18). As correcções surtiram efeito e um parcial de 2-7 repôs a diferença acima da dezena (36-47), já no minuto 20. Foi a vez de o treinador da casa pedir mais um desconto de tempo, atingindo-se o intervalo ainda com o Algés na frente (40-48).Reentrar bem foi a estratégia pedida pelo técnico anfitrião e por momentos isso sucedeu, com o CRCQ Lombos a reduzir o prejuízo para metade (44-48), graças a duas iniciativas de Inês Viana coroadas de êxito. Foi sol de pouca dura porque a resposta algesina foi demolidora: um parcial de 5-15, com a dupla Joana Soeiro e Gearlds de pontaria afinada a acertarem um triplo e um duplo, cada uma, em 5 minutos, o que fez disparar o resultado (49-63) para níveis semelhantes aos do final do 1º período (15 pontos). José Leite fez o que lhe competia, parando o cronómetro no minuto 27, mas sem resultados práticos porque a mão quente de Soeiro e Gearlds não arrefecia (mais um triplo para cada uma). Com a diferença a não baixar ao cabo de 30 minutos de jogo, o CRCQ Lombos perdia por 15 (56-71), deixando esfumar os 7 pontos que recuperara antes do descanso. No último quarto (20-11) foi o tudo por tudo por parte das anfitriãs. Muita vontade, mas à medida que o tempo se escoava, menor discernimento e menos capacidade anímica, o que era perfeitamente natural. Valeu na ponta final o inconformismo da jovem Maria Kostourkova (11 pontos em pouco mais de 7 minutos de utilização) e de Márcia Costa (melhor marcadora da equipa), para reduzirem o prejuízo de 20 pontos (aos 58-78, no minuto 36), para os 6 pontos finais (76-82). Destaque nas vencedoras para a prestação espectacular da atiradora Kathryn Gearlds, MVP da partida (31,0 de valorização), que esteve verdadeiramente on fire: 79% nos lançamentos de campo (11/14), repartidos por 6/7 (86%) nos duplos e 5/7 (71%) nos triplos. Terminou com 28 pontos, 4 ressaltos defensivos, 3 assistências, 1 roubo e uma falta provocada, com 1/2 nos lances livres. Foi muito bem acompanhada pela sua compatriota Laura Broomfield, que fez mais um duplo-duplo (15 pontos, 11 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e 7 faltas provocadas, com 3/7 nos lances livres), Joana Soeiro (11 pontos, 80% nos lançamentos de campo repartidos por 2/2 nos duplos e 2/3 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 3 assistências, 1 roubo e 5 faltas provocadas, revelando-se pouco eficaz na linha de lance livre, ao falhar 4 das 5 tentativas de que dispôs) e Joana Bernardeco (10 pontos, 2/3 nos triplos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres). Na equipa de José Leite, a mais valiosa foi Márcia Costa (20,0 de valorização) que contabilizou 18 pontos, 9/15 nos duplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 roubos e uma falta provocada), bem secundada pela experiente poste chilena Tatiana Keshler (16 pontos, 8/11 nos duplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos e 1 roubo), por Maria Kostourkova (11 pontos, 4/5 nos duplos, 1 ressalto ofensivo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres) e ainda pela norte-americana Hailey Dunham, pese a fraca eficácia nos duplos (2/10) ao anotar 10 pontos, 6 ressaltos defensivos, duas assistências, 3 roubos e 7 faltas provocadas, com 6/8 nos lances livres.A vitória do Algés teve por base a boa eficácia nos lançamentos de campo (39%-55%), com realce para os 10/15 (67%) nos tiros do perímetro, contra uns desastrados 0/10 do CRCQ Lombos e para o maior colectivismo patenteado (5-20 assistências), compensando o facto de ter perdido a luta das tabelas (36-25 ressaltos), particularmente na tabela ofensiva (13-3). O CRCQ Lombos esteve melhor nos roubos de bola (9-5) e nos lances livres (78%-40%), tendo-se verificado equilíbrio nos erros cometidos (11-12 turnovers). Ficha de jogoPavilhão Desportivo dos LombosCRCQ Lombos (76) – Felicité Mendes (6), Filipa Bernardeco, Márcia Costa (18), Hailey Dunham (10) e Tatiana Keshler (16); Inês Viana (8), Marinela Pinheiro (6), Dora Duarte (1), Mafalda Guerreiro, Inês Aragão, Maria Kostourkova (11) e Helga Gonçalves Algés (82) – Joana Soeiro (11), Jessica Almeida (6), Ana Oliveira (7), Kathryn Gearlds (28) e Laura Broomfield (15); Mariana Alves, Joana Bernardeco (10), Simone Costa (5), Bárbara Pedro, Ana Coelho, Susana Cruz e Vitória PachecoPor períodos: 16-31, 24-17, 16-23, 20-11Árbitros: Pedro Rodrigues e Inês Freire


Académica em vantagem

Os conimbricenses estão agora a um pequeno passo de marcar presença na final do playoff, já que dispõem de dois jogos para somarem a terceira vitória que os colocará na disputa do título. Um resultado final que não reflete o equilíbrio registado durante o jogo, já que só no último período os comandados de Norberto Alves dispararam no marcador.

Não sendo uma vitória decisiva, o triunfo da Académica coloca a equipa numa situação bastante mais confortável, pois não só passa a liderar a eliminatória, como ainda dispõe da possibilidade de voltar a jogar com o apoio do seu público para tentar fechar a série. A pressão passou toda para a equipa madeirense, visto que deixou de ter margem de erro, pelo que lhe resta forçar o quinto jogo e regressar à ilha da Madeira.Porém, no quarto inicial, o CAB não acusou a pressão e entrou melhor no jogo. Defensivamente, a equipa madeirense esteve bem, enquanto, no ataque, os insulares demonstravam disciplina e coletivismo na procura das melhores opções de lançamento. Não foi, por isso, uma surpresa que quando o período terminou o CAB se encontrasse na frente do marcador (17-14).Até ao intervalo, o cenário do jogo mudou. A Académica surgiu mais agressiva a defender, com os insulares a não se mostrarem capazes para lidar com o aumento da pressão defensiva por parte da equipa da casa. Pelo contrário, a seleção de lançamento foi menos eficaz, os turnovers começavam a acumular-se, todo indicações de perca de rigor tático. O intervalo chegou com o resultado em 32-27, favorável à Académica.O retomar do jogo foi mais favorável à formação da Académica, que tentou aumentar o ritmo do jogo, na esperança de conseguir disparar no marcador. Objetivo não conseguido, ainda que os comandados de João Freitas continuassem a mostrar-se pouco eficazes no tiro exterior, como não conseguiam supremacia nas áreas mais próximas do cesto. À entrada do decisivo período, ainda que por uma curta vantagem (53-47), os conimbricenses continuavam na frente, mas mais do que isso davam sinais de estarem por cima no jogo.Nos últimos dez minutos do encontro, a Académica entrou determinada contra um CAB que parecia menos concentrado. Como resultado, os jogadores de Coimbra construíram uma vantagem que chegou a ser de 10 pontos, sem que os Amigos dessem sinais de reagir. Nesta fase do encontro, à semelhança do que se tinha passado noutros momentos da partida, a Académica fazia sentir os seus centímetros nas tabelas, garantido superioridade nos ressaltos, inclusivamente nos ofensivos, que lhe proporcionava segundos lançamentos, conquistando importantes pontos. Do lado do CAB, a resposta não surgiu e a distância para com a Académica manteve-se inultrapassável até ao final do encontro. O final da partida veio com o resultado em 76-58, um resultado muito pesado para o CAB.O quarto jogo entre Académica e CAB é jogado este domingo, às 16h00, novamente em Coimbra. Em caso de vitória da Académica, a equipa marca presença na final do playoff. Caso vençam os insulares, as duas equipas disputarão um quinto e decisivo jogo no Funchal no próximo dia 15, às 20h00.O jovem Arnett Hallman voltou às boas exibições na equipa de Coimbra, tendo ficado muito perto de um duplo-duplo (22 pontos, 9 ressaltos e roubos de bola), o que não o impediu de ser o MVP do jogo com 25.5 de valorização. O poste Marco Gonçalves (11 pontos e 6 ressaltos) deu um importante contributo para mais esta vitória da Académica. O capitão Fernando Sousa (14 pontos, 4 ressaltos e 4 assistências), como é seu hábito, voltou a ter um papel fundamental num momento de grande pressão e importância para a equipa.O extremo Fábio Lima (11 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências) foi o mais valorizado entre os forasteiros, se bem que o duo composto por Jason Smith e Jose Coego tenha sido o melhor marcador, com 15 pontos, da equipa madeirense.


Benfica está na final

O domínio encarnado na luta das tabelas, bem como as suas percentagens de lançamento fizeram com que o sonho vareiro de chegar ao título terminasse. Um desfecho que se pode considerar esperado, sem que isso belisque minimamente a época realizada pela formação de Ovar. Os atuais campeões nacionais deram mais um passo rumo a revalidação do título, principal objetivo definido para esta temporada pelo técnico Carlos Lisboa.

Apesar da excelente réplica da equipa da casa, o poderio da equipa lisboeta na luta das tabelas, quase duplicou seu adversário (35-18), bem como a maior eficácia no capitulo dos lançamentos, acabou por ditar o desfecho do encontro. Os parciais dos períodos foram de certa equilibrados, sendo que a vantagem conquistada pelo Benfica durante o segundo período, colocou os encarnados a vencer por uma diferença de oito pontos no final da primeira parte (36-28).O recomeço da etapa complementar assumia por isso especial importância para o conjunto de Ovar, que no 3º período não conseguiu reduzir distâncias, bem pelo contrário, viu a vantagem aumentar para a casa das dezenas (54-43). No derradeiro período, o que mais pontos produziu (empate a 24), a igualdade favoreceu a equipa que seguia na frente do marcador.João Betinho Gomes, MVP do jogo com 27 de valorização, registou um duplo-duplo (21 pontos e 10 ressaltos), esteve em bom plano na equipa encarnada, logo seguido por Lace Dunn, autor de 13 pontos, 8 ressaltos, 4 assistências e 2 roubos de bola).A dupla formada por Sergi Brunet (4 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) e Fernando Neves terminou o jogo com 16 pontos, se que a eficácia do espanhol tenha sido superior. Miguel Miranda não esteve numa tarde de grande inspiração a lançar ao cesto, mas acabou por realizar um jogo bastante completo (8 pontos, 7 ressaltos, 6 assistências e 3 roubos de bola).


Oliveirense ganha na Maia

A equipa de Oliveira de Azeméis ganhou por apenas 1 ponto de diferença (67-66) e parte em vantagem para o segundo encontro, a realizar este domingo, igualmente na Maia, às 18h30. Recorde-se que as duas equipas já garantiram a promoção à Liga e nesta altura discutem o título de campeão da Proliga.


«Estamos em crescimento»

Objetivos deste curto estágio?Este, como qualquer primeiro estágio, tem como grande objetivo introdução do modelo ofensivo chave da Seleção, que este ano com apenas 3 semanas de preparação, e ainda com a Liga a decorrer, houve a necessidade de simplificar e reduzir muito as opções tácticas, na tentativa de conseguir uma harmonia o mais eficaz possível em tão curto espaço de tempo. Temos também como objetivo analisar desempenhos e entender quais das atletas disponíveis as que melhor podem encaixar no “12” final. Algumas caras novas nesta convocatória. Sinal que o grupo final continua em aberto?No primeiro dia de trabalho das nossas seleções nunca o grupo se encontra fechado, muito menos quando o primeiro estagio começa um mês antes do primeiro jogo oficial e ainda não podemos contar com todas as atletas disponíveis, pois a final da Liga ainda se encontra a decorrer…. Contudo, o projeto desenhado no feminino passa por uma construção de um grupo a médio prazo, o que nos faz estar muito concentrados nas atletas experientes e efetivas desta Seleção, mas não perder a focagem das atletas jovens que tem passado pelas seleções nacionais de categoria inferior, e que neste momento, se destacam nos seus clubes a jogar pelas equipas seniores.Estes dias de trabalho serviram igualmente para avançar na preparação da equipa?Nós não temos mesmo outra hipótese, com tão poucos dias de preparação para uma competição tão exigente como um apuramento para um Europeu, só nos resta aproveitar desde o primeiro dia a possibilidade de criar a estrutura técnico-táctica base do grupo.Que expetativas tem para os próximos confrontos internacionais?Vamos jogar uma fase de apuramento em que só UMA das 14 equipas que nela participam, pode apurar diretamente para o Europeu 2015. Estamos portanto a falar de uma qualificação extremamente difícil e complicada; um mau jogo pode inviabilizar todas as esperanças. Contudo, para nós, que estamos em fase de crescimento e solidificação do nosso projeto, todo o confronto internacional é absolutamente decisivo para a aquisição e desenvolvimento das nossas necessidades e lacunas, com vista a atingir um patamar de conforto (experiência internacional) para competir na realidade mais alta da Europa.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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