Artigos da Federaçãooo

Portugal superado pela Suiça

Assim, o jogo desta quinta-feira frente a Roménia, líder isolada com duas vitórias, é de extrema importância para alcançar a melhor classificação possível. No início do segundo tempo, os comandados de Rui Alves pareciam bem encaminhados para a reviravolta no marcador (43-49), mas um último quarto, menos conseguido fazia cair por terra os interesses de Portugal.

O inicio do jogo ficou marcado por sucessivos erros dos jogadores portugueses, que após alguns cestos de fácil concretização falhados, faziam com que o adversário se afastasse no marcador. A meio do período, Rui Alves via-se obrigado a interromper o encontro, mas só a menos de 4 minutos do fim do período, Portugal conseguia somar os seus primeiros pontos. Isto depois de um parcial de 17-0 favorável aos helvéticos. Os minutos finais do 1º período foram de maior acerto para os jovens portugueses que ainda assim perdiam por treze pontos de diferença, no final dos primeiros 10 minutos (11-24).Até ao intervalo, a equipa portuguesa ainda foi capaz de baixar a diferença pontual para menos de 10 pontos (20-29), mas na segunda metade do período a fraca eficácia nos lançamentos de longa distância, voltavam a fazer subir a distância no marcador entre as duas equipas. O nervosismo apoderava-se dos atletas nacionais, que continuavam a desperdiçar cestos de fácil concretização, situação bem aproveitada pela Suiça para manter distâncias no resultado (24-40).O intervalo fez bem à formação portuguesa que iniciou o segundo tempo transfigurada para melhor. Com uma defesa do tipo zona, Portugal condicionou o adversário a apenas 9 pontos no 3º período, aumentando a sua produtividade ofensiva (19 pontos) para números mais condizentes com o que nos tem habituado. A diferença que separava as duas equipas (43-49) à entrada do derradeiro quarto deixava tudo em aberto.Mas no último quarto o conjunto português voltou a revelar imensos problemas com o controlo da posse de bola, oferecendo demasiadas vezes a bola ao adversário sem conseguir atacar o cesto. Situações bem aproveitadas pelos suíços para somarem pontos, que, para azar nosso, demonstravam ter a mão certeira nos tiros de 3 pontos nesta altura decisiva do jogo.Na equipa portuguesa, Carlos Cardoso (15 pontos, 4 ressaltos, 3 roubos de bola e 3 assistências) teve uma prestação bastante boa. Ricardo Monteiro voltou a somar um duplo-duplo (11 pontos e 14 ressaltos), bem como se revelou intimidador ao registar 5 desarmes de lançamento. Hugo Pereira acabou igualmente o jogo na casa das dezenas (12) em pontos marcados, a que somou 2 roubos de bola e 1 ressalto.


Portugal perde com a Estónia

O resultado final (64-85) reflete isso mesmo e o acerto no tiro por parte da equipa adversária que fez 12 triplos. Segue-se uma viagem até à Holanda onde a nossa Selecção disputará a última partida desta fase de apuramento, no próximo dia 16 de Agosto.

Pouco há dizer sobre a superioridade exibida pela Estónia no jogo frente a Portugal, realizado em Coimbra (85-64). A diferença pontual complicou ainda mais a tarefa da equipa portuguesa para o jogo na Holanda, já que agora se vê obrigada a vencer, se as contas estiveram corretas, por 31 pontos de diferença para se manter na corrida rumo ao Eurobasket’2015. Inicio de jogo nervoso com as equipas a não acertarem com o cesto nos primeiros 2 minutos. A Estónia abriu as hostilidades e conseguiu ganhar uma vantagem de 5-0. Mário Fernandes respondeu com um triplo logo seguido de outra bomba estónia. A passagem dos primeiros 5 minutos continuava em toada de equilíbrio com a diferença a manter-se: 7-12. A 2,41 mn do final do primeiro período um triplo adversário punha Portugal a 10 pontos (11-21). A equipa portuguesa não conseguia parar o ataque adversário que concretizou 5 triplos e vários segundos lançamentos para atingir a vantagem de 16-29.O inicio do segundo período continuou a ser favorável à Estónia que chegou a deter 17 pontos de vantagem à passagem dos 13 minutos. Portugal ainda reagiu e chegou a encurtar a distância para 12 pontos com um triplo de João Santos a 2,20 do intervalo. A Estónia voltou a atacar à “bomba” com mais dois triplos mas a atitude portuguesa tinha mudado e uniam-se esforços para ir buscar o resultado que na saída para os balneários se mantinha nos 13 pontos (33-46).O inicio da segunda parte não trouxe muitas novidades. Os atiradores estónios continuavam a marcar de todo o lado e Portugal ia lutando para continuar “dentro” do jogo. Com cerca de 27,30 minutos jogados, mais um triplo adversário colocava o marcador na maior diferença até então (39-61). Betinho respondeu com um triplo mas logo de seguida mais uma bomba adversária e de novo 22 pontos a separar as duas equipas. 47-68 na entrada do decisivo parcial e tudo parecia muito complicado para a equipa das quinas. Um parcial de 6-0 a abrir ainda deu esperanças a Portugal que continuava a batalhar para reentrar na partida. Mas a Estónia estava em dia sim e tornava impossível a missão lusa. A 4 minutos do fim o resultado voltava aos 20 pontos de diferença e já pouco havia para fazer quanto a uma eventual vitória. Triunfo da Estónia por claros 64-85.Contrariamente ao que é habitual, Portugal esteve demasiado permeável na defesa, dificuldades no 1×1, se bem que os estónios tiveram mérito pela eficácia revelada na hora de lançar ao cesto. Infelizmente uma noite menos boa dos comandados de Mário Palma coincidiu com um jogo quase perfeito por parte do seu adversário. A equipa nacional teve imensas dificuldades em conseguir parar no 1×1 os atletas estónios, o que obrigava a ajudas defensivas, libertando os atiradores. Que quando sozinhos não perdoavam e castigavam a defesa portuguesa. Alguns deles em cima dos 24 segundos, que para além de valerem os normais 3 pontos, criavam mossa na moral portuguesa. O técnico Mário Palma bem tentou várias estratégias defensivas, inclusive uma zona 2×3, no sentido de evitar os lançamentos de longa distância, mas a boa circulação de bola no ataque, a exploração de vantagens de estatura, algumas ajudas demasiado profundas, ou do lado das penetrações, permitiam que um atleta estónio surgisse quase sempre numa situação confortável para lançar ao cesto.Os jogadores portugueses voltaram a revelar alguma ansiedade, anormal aproveitamento da linha de lance-livre, principalmente durante a 1ª parte, sendo compreensível que na parte final do encontro tivesse jogado mais com o coração do que com a cabeça. Na defesa é que tudo se complicava. Já que os jogadores interiores estónios tinham que ser olhados como autênticos extremos, pois o tiro de longa distância era uma arma letal. Cláudio Fonseca, melhor marcador português com 17 pontos, conseguia alguma superioridade nas áreas próximas do cesto, e sabia tirar partido das assistências dos seus companheiros para somar pontos. Sem ter estado feliz no capítulo do lançamento, o base Mário Fernandes teve uma prestação bastante completa, já que somou 9 pontos, 7 assistências e 4 ressaltos. O mesmo sucedeu com Carlos Andrade (9 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos), e João Betinho Gomes (11 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências).


Treinar meia hora após 11 horas de viagem e sem pequeno-almoço

A comitiva lusa chegou aqui ao Hostel Borovo, às 18H05 locais (mais uma hora que em Portugal) e feita a distribuição dos quartos foi descer à recepção e caminhar a pé (100 metros) até ao pavilhão onde tínhamos treino de uma hora, marcado para as 18H00. Quem beneficiou do nosso atraso (involuntário) foi a selecção gaulesa, que assim teve direito a mais meia hora de treino.

Mas o atraso foi perfeitamente justificado. O voo OU 461 (da Croatian Airlines) procedente de Zurique chegou ao Aeroporto de Zagreb às 13H10. Cumpridas as formalidades habituais (recepção das bagagens feita sem quaisquer problemas) entrámos no autocarro que nos estava destinado para efectuar o percurso de cerca de 300 quilómetros até Vukovar, muito perto da fronteira com a Sérvia. A viagem demorou 4h15, porque houve necessidade de se fazer uma paragem de meia hora numa área de serviço para se tomar uma refeição ligeira. Em muitos anos nestas andanças nunca nos tinha acontecido situação semelhante. No voo TP 922 que fez a ligação de Lisboa a Zurique, que saiu da capital portuguesa às 07H05 para chegar a Zurique às 10H50, não foi servida qualquer refeição. A justificação apresentada foi que tinha faltado um elemento da tripulação de cabina! Simplesmente inacreditável. Segundo nos informaram a refeição (pequeno almoço ?) fornecida pela empresa de catering teria como destino o lixo… E depois ainda se clama aos quatro ventos que devemos ajudar as empresas nacionais. Para assistirmos a situações destas?No voo OU 461 da Croatian Airlines que nos transportou de Zurique até à capital croata, bastaram dois elementos da tripulação de cabina para efectuar o mesmo trabalho, ou seja servir uma refeição ligeira. E a duração do voo era consideravelmente menor. Para bom entendedor…A transportadora nacional prestou um mau serviço. Disso não temos dúvidas. O treino de meia hora serviu basicamente para desentorpecer os músculos depois de uma viagem de avião (4 horas e 15 minutos) seguida de mais 4 horas de autocarro. E fazer uns lançamentos.Amanhã a equipa fará 2 treinos: de manhã (10H00 às 10H45) e à tarde (18H00 às 19H00).O Hostel Borovo onde estão instaladas todas as 8 comitivas das selecções que integram os Grupos C (Grécia, Portugal, Sérvia e Suécia) e D (Eslováquia, Eslovénia, França e Itália) é razoável, mas para uma Divisão A, estávamos à espera de melhores condições. Todavia a primeira refeição (jantar) não foi nada mau.


Incrível! Inesquecível! Portugal está na Divisão A e na Final

Entretanto, na outra meia-final, a Sérvia também não deu qualquer hipótese à Dinamarca e desde cedo marcou a sua superioridade e garantiu o seu lugar na Final e na Divisão A. O resultado final de 77-46 não deixa dúvidas quanto à diferença que existiu entre as duas formações.

No grupo que discute posições entre o 5º e o 8º Israel e Polónia venceram Inglaterra (50-62) e Bielorrússia (65-63) respectivamente, marcando novo encontro para amanhã na discussão do 5º e 6º lugares, enquanto que bielorrussas e inglesas decidirão quem será 7º.Na parte de baixo da tabela, a Estónia bateu a Noruega (51-41) e espera pelo jogo de amanhã que oporá a Irlanda e as norueguesas para saber quem ocupará o último lugar.No grupo que discute o 12º ao 14º posto foi a Alemanha que levou a melhor sobre a Suiça (52-65) e amanhã defrontará a Roménia.Finalmente, no grupo que discute os primeiros lugares da metade inferior da tabela, o Luxemburgo derrotou a Eslovénia (63-60).Foi um inicio de jogo bem conseguido pela formação nórdica que trazia a lição bem estudada em termos defensivos causando muitos transtornos ao ataque português. Resultado disso mesmo eram os 13-10 no terminus do primeiro período. A toada manteve-se até aos últimos 5 minutos da primeira parte. Portugal conseguiu então um parcial de 13-3 e saltou para uma vantagem de 11 pontos com que se atingiu o intervalo (31-20). Na saída dos balneários as jogadoras lusas entraram decididas a resolver o assunto. Se assim o pensaram melhor o fizeram. Permitindo apenas 11 pontos em 15 minutos e conseguindo 32 que, à passagem do minuto 35 davam a maior vantagem no encontro (63-31). Começava a festa e a gestão do resultado que o brio finlandês ainda conseguiu reduzir para os 24 pontos finais.Hoje podíamos destacar várias atletas individualmente mas optamos antes por destacar o conjunto que esteve dentro de campo e, uma vez mais, o sexto jogador e o incansável apoio que transbordou para dentro de campo. Para todos nós, que tivemos o privilégio de assistir, foi simplesmente inesquecível e memorável a página histórica que hoje se escreveu. Amanhã, estaremos todos juntos para conseguir o título. Às 18h30, no CDC de Matosinhos todos seremos poucos para ajudar a nossa selecção a chegar ao título. Vem apoiar! Não faltes!


«Queremos voltar a vencer»

Apesar de a equipa nacional vir de uma derrota com a Holanda, o espírito reinante é de confiança.

No final do jogo com a Holanda, era comum o sentimento entre todos aqueles a que assistiram ao jogo, que o resultado poderia ter sido diferente. Algo partilhado pelos intervenientes, para quem o adversário é ultrapassável. “Foi um jogo que podíamos ter ganho perfeitamente. A Holanda não é uma seleção melhor que a nossa. Cometemos alguns erros, nomeadamente no final do jogo, que acabaram por nos levar à derrota.”Uma derrota que na opinião de Mário Fernandes não deixará marcas para o jogo com a Estónia, até porque servirá de lição para o desafio que se segue. “Será um jogo completamente diferente. Estamos a trabalhar para não cometer os mesmos erros e voltar a vencer à forte seleção da Estónia.”O tempo que medeia os dois jogos não permite que muitas coisas sejam trabalhadas, ou mesmo alterada, ainda assim, o base português, acredita que Portugal irá melhorar “no ataque.” Melhorar os aspetos ofensivos,“principalmente na tomada de decisão e na percentagem de lançamento.”Os estónios viajam até Portugal motivados pela vitória alcançada sobre a Holanda (64-63), um resultado que só vem confirmar que nada está decidido neste grupo de apuramento. Mais do que se preocupar com a Estónia, Mário prefere concentrar-se na preparação da própria equipa, sempre tendo a defesa como a base do sucesso. “Atacar melhor, mais organizado. Defensivamente temos estado muito bem.”


Portugal termina 1ª fase com uma vitória

A formação liderada pelo técnico Rui Alves termina a 1ª fase com um saldo positivo de vitórias, ficando afastada das oito melhores seleções no cesto-average. Pelo que, o 9º lugar passa a ser o objetivo da seleção portuguesa, sendo que a Suiça e a Roménia são os próximos adversários.

Como todas as equipas escandinavas, competitivas e batalhadoras, a Noruega não foge à regra, pelo que naturalmente não facilitou o trabalho da Seleção Nacional. E Portugal até começou bem, uma vez mais a defender com agressividade, pelo que os 17-8 que se verificavam no final do 1º período, pareciam confirmar o favoritismo português. Uma superioridade que não se verificou nos dois períodos seguintes, uma vez que ao intervalo a vantagem já só era de seis pontos (37-31). Á entrada do derradeiro quarto, ainda que no comando (55-48) do marcador, os comandados de Rui Alves não podiam respirar de alivio. Mas nos últimos 10 minutos, a equipa portuguesa esteve muito bem em termos ofensivos, com dois triplos, logo a abrir o quarto, a darem o mote para um período de excelência de Portugal. Mérito dos jovens portugueses que não deixaram o jogo arrastar-se equilibrado até final, evitando dessa forma correr riscos desnecessários.A dupla formada por Diogo Brito (17 pontos, 4 assistências e 3 ressaltos) e Hugo Pereira (14 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências), a revelar consistência na marcação de pontos por Portugal. Já Ricardo Monteiro (23 pontos e 14 ressaltos) dá sinais de estar a atravessar um excelente momento. O poste português voltou a somar um duplo-duplo, dominou a tabela defensiva e foi eficaz no capítulo do lançamento.Terminada a primeira fase, a equipa portuguesa não conseguiu seguir na disputa para as 8 melhores seleções, por cesto average, ao ter empatado em número de vitórias com a Macedónia e a Estónia. Na luta pelo 9º ao 16º posto, das 22 equipas presentes, Portugal defronta esta quarta feira a Suiça e no dia seguinte a Roménia (ambos às 19h – hora portuguesa).


As vice-campeãs Sub-16 Chelsea e Maria integram as 12

A competição que irá decorrer de 15 a 25 deste mês marca a estreia do seleccionado luso na Divisão A, na qual participam 16 equipas, distribuídas por 4 Grupos. Na fase preliminar Portugal faz parte do Grupo C, juntamente com Suécia, Sérvia e Grécia, adversários que defrontará por esta ordem, a partir de 5ª feira.

Em relação ao grupo que se deslocou a Londres para efectuar 3 jogos de preparação com a congénere inglesa, estágio que terminou na passada 6ª feira, saíram Francisca Meinedo e Ana Moniz para entrarem duas jogadoras interiores (as torres gémeas Chelsea Guimarães e Maria Kostourkova), que ainda ontem ao princípio da noite festejavam a conquista da medalha de prata no Europeu de Sub-16 Femininos, Divisão B, disputado em Matosinhos em que Portugal já havia garantido na véspera a subida à Divisão A, juntamente com a Sérvia, vencedora da competição. Logo após a chegada a seleccionadora ainda fez um curto treino (hora e meia) no Pavilhão do AC Moscavide, cujos dirigentes cederam o espaço, com o objectivo de desentorpecer os músculos e fazer algumas séries de lançamentos. A FPB desde já agradece a cedência das instalações àquela colectividade da zona oriental de Lisboa. Lista das 12 jogadoras:Bases – Joana Soeiro (Algés) e Susana Lopes (SC Coimbrões)Base/Extremo – Laura Ferreira (GDESSA) e Sofia Pinheiro (AD Ovarense) Extremos – Joana Cortinhas (Académico FC) e Simone Costa (Algés)Extremo/poste – Josephine Filipe (Olivais FC)Postes – Chelsea Guimarães (Algés), Emília Ferreira (GDESSA), Inês Veiga (A A Colégio Calvão), Maria Kostourkova (CRCQ Lombos) e Sara Dias (CD Póvoa)Staff de Responsáveis:Mariyana Kostourkova (Seleccionadora)Ana Margarida Faria (Treinadora Adjunta)Nuno Manaia (Secretário)Nádia Palongo (Fisioterapeuta)Pedro Coelho (Árbitro)José Tolentino (Chefe da Delegação) A comitiva parte amanhã, bem cedo (há que estar no Aeroporto por volta das 05H15) no voo TP 922 com destino a Zurique (partida às 07H05 e chegada às 10H50), escala da ligação que terminará em Zagreb (voo OU461 com partida às 11H45 e chegada prevista às 13H10). No aeroporto da capital croata espera-nos um autocarro que assegurará o transfer até Vukovar, primeira cidade que acolherá a selecção lusa (Hotel Boronovo). Serão cerca de 300 quilómetros com um tempo estimado de 4 horas para cumprir o percurso.


Portugal de Prata

A derrota não tira o mérito de uma competição fantástica das jovens guerreiras lusas que estão na Divisão A e que, além de terem duas jogadoras no 5 ideal da prova – Carolina Bernardeco e Maria Kostourkova – viram a número 12 portuguesa ser também a MVP do europeu. Mais uma vez, não podemos deixar de falar no ambiente arrepiante que rodeou a competição e apoiou incessantemente a selecção portuguesa, com o público a encher as bancadas dia após dia, e hoje a registar uma enchente inédita de mais de 3500 pessoas no pavilhão.
Caiu o pano sobre a competição e, apesar de não ter levantado a taça, Portugal venceu dentro e fora do campo, com qualidade na equipa e uma organização que mereceu rasgados elogios de todos os participantes e da FIBA Europa. A todos o nosso muito obrigado!

No jogo que decidia a última vaga na subida à Divisão A e a medalha de bronze e, num duelo entre equipas nórdicas, foi favorável à Dinamarca que bateu a Finlândia num jogo equilibrado mas que as dinamarquesas souberam vencer com um bom último quarto – 76-67.O dia começou com os jogos de escalonamento que ordenaram a classificação Final. À medida que o dia ia avançando iam-se conhecendo as posições finais de cada equipa. Nos dois primeiros jogos da manhã a Inglaterra bateu a Bielorrússia por um ponto (47-46) e garantiu a 7ª posição. Decididos ficaram também os 3 últimos lugares da tabela com a Irlanda a conseguir a sua segunda vitória sobre a Noruega (45-65), única equipa que terminou o torneio sem saborear o triunfo.Seguiu-se o duelo pelo 5º posto. A Polónia triunfou sobre uma aguerrida equipa de Israel (52-56) que assim ficou no 6º lugar. Na luta entre o 12º e o 14º foram as alemãs que levaram a melhor, batendo a Roménia (61-46). Assim sendo, Alemanha foi 12ª classificada, Suiça a 13ª e a Roménia 14ª.Era um jogo de nervos e isso mesmo refletiu-se no primeiro período com amabas as equipas a terem dificuldades em encontrar o seu jogo. Foi Portugal que primeiro assentou e logo conseguiu uma vantagem de meia dúzia de pontos que se viria a cifrar no final do 1º período – 8-14.As sérvias demoraram a reagir mas quando o fizeram conseguiram empatar à passagem dos 16 minutos e meio e chegaram a passar para a frente. Ao intervalo Portugal ainda conseguia estar na frente – 24-25.O segundo período foi jogado numa toada de equilíbrio mas o tiro exterior de Portugal teimava em não entrar e dificultava a tarefa ofensiva das jovens lusas que, apesar de tudo, conseguiam estar na discussão do marcador apesar da sérvia assumir a liderança à entrada do decisivo quarto (41-37). Portugal arregaçou as mangas mas as jogadoras sérvias estavam em dia de acerto e, quer através de triplos quer através de penetrações bem sucedidas iam mantendo a liderança. Um triplo de Maianca ainda deu esperança às cores portuguesas mas não deu para chegar ao tão desejado título. Classificação Final1º Sérvia2º Portugal3º Dinamarca4º Finlândia5º Polónia6º Israel7º Inglaterra8º Bielorrússia9º Eslovénia10ºLuxemburgo11º Ucrânia12º Alemanha13º Suiça14º Roménia15º Irlanda16º Estonia17º Noruega


De volta às vitórias!

Contrariamente ao que vinha acontecendo, desta vez foi a equipa portuguesa a dominar a luta das tabelas, destaque para a dupla Ricardo Monteiro e Diogo Araújo, a conseguir pontos de segundos lançamentos e a beneficiar de situações de contra-ataque. Uma supremacia que se acentuou no segundo tempo, naturalmente traduzida numa maior eficácia dos jogadores portugueses, que assim somaram um saboroso triunfo quando mais precisavam.

O início do jogo ficou marcado pela saída, por lesão, logo aos 4 minutos, do base Pedro Oliveira, que não voltou a dar o seu contributo à equipa. Apesar desta contrariedade, os primeiros minutos foram de grande equilíbrio, com a Bulgária, após o empate a 10 pontos, a passar em definitivo para o comando do marcador até final do 1º tempo. Sempre por vantagens curtas é certo, diferença de quatro no final do 1º período (18-22), ainda que sem nunca perder a liderança. Mesmo quando Portugal chegou à diferença mínima (30-31) já no último minuto do final da primeira parte. O fraco aproveitamento da linha de lance-livre (1/7), e os turnovers (15) impediam que Portugal fosse para o intervalo na frente do marcador (31-35).No recomeço, a equipa nacional reapareceu decidida a alterar o rumo dos acontecimentos. Com uma defesa irrepreensível a potenciar o contra-ataque, Hugo Pereira (16 pontos) e Diogo Brito (16 pontos e 4 ressaltos) foram exímios finalizadores, e com Ricardo Monteiro muito bem na tabela ofensiva, Portugal dava a volta ao resultado em menos de 4 minutos (45-39). As rápidas transições ofensivas continuavam a ser a principal arma atacante de Portugal, pontos que garantiam a liderança aos comandados de Rui Alves no final do 3º período (51-46).No derradeiro quarto brilhou o jogo interior de Portugal, com a dupla Ricardo Monteiro e Diogo Araújo a fazer mossa contra a agressiva defesa zona búlgara. Portugal concretizava a maioria dos seus pontos em bandejas, fosse por assistências resultantes de penetrações em drible, ou então como consequência do seu mortífero contra-ataque. Mesmo quando o adversário se aproximou (60-56), a equipa nacional manteve-se fiel ao seu plano de jogo, acabando por vencer o jogo com toda a justiça (68-58).Os jogadores interiores de Portugal estiveram em muito bom plano, não só a atacar, Ricardo Monteiro 20 pontos e Diogo Araújo 12 pontos (este último já recuperado de uma gastroenterite que o debilitou), como também a defender. Os dois foram importantes nos momentos decisivos do jogo, pelas suas ações ofensivas, mas também pela forma como intimidavam e garantiam ressaltos (13+12). A defesa foi determinante no sucesso da equipa nacional, catapultando o contra-ataque e, nesse capítulo, Hugo Pereira e Diogo Brito foram sempre uma dor de cabeça para a transição defensiva dos búlgaros.


3º período fatídico

Se bem que durante a primeira parte, especialmente durante o período inicial, nada levasse a crer que o resultado final acabasse por ser tão desnivelado. O elevado número de turnovers cometidos pelos jovens portugueses, precipitou a fuga no marcador por parte dos macedónios, com o inicio da etapa complementar a revelar-se fatídico para as aspirações portuguesas.

A Macedónia chegava a este jogo invicta, já Portugal tentava esquecer o desaire do dia anterior. E melhor resposta não se poderia esperar por parte dos jovens portugueses, já que dominou por completo o inicio do jogo. Portugal voltava a revelar grande eficácia ofensiva, e no final do 1º período vencia por nove pontos de diferença (22-13). Uma vantagem que se foi esfumando durante o 2º quarto, ainda que no final do 1º tempo a formação nacional ainda liderava o marcador (34-31).Um resultado que abria boas expectativas para a etapa complementar, se bem que o 3º período acabaria por ser catastrófico para os comandados de Rui Alves (7-24). Nada saía bem à equipa portuguesa, os lançamentos de longa distância não entraram, os erros provocados pela forte defesa macedónia fizeram estragos e ainda a perda de ressaltos na tabela defensiva. Foi nesse momento que o adversário conseguiu fugir no marcador.No último quarto Portugal aproximou-se mais da sua melhor performance ofensiva, se bem que defensivamente continuou a revelar problemas em parar o 1×1 adversário e em parar o seu rápido contra-ataque. Os 28 turnovers cometidos marcam o desfecho de um jogo, onde o poste Ricardo Monteiro (8 pontos, 11 ressaltos e 5 roubos de bola) teve uma exibição bastante completa. O extremo Diogo Brito (5 ressaltos e 3 assistências), voltou a ser o melhor marcador da equipa com 16 pontos, mais um do que o seu companheiro Hugo Pereira (15 pontos e 4 assistências), que mesmo sem ter estado com a mão quente nos lançamentos de longa distância, foi novamente importante nas soluções ofensivas da equipa.


Vamos encher o CDC Matosinhos este sábado!

Esta sexta-feira jogaram-se os primeiros jogos de classificação dos grupos entre o 9º e o 17º lugar. Na discussão das 3 últimas posições a Irlanda conseguiu a primeira vitória no Europeu derrotando a Estónia (77-68) e dando um passo para fugir ao último lugar da prova. No jogo seguinte, mais emoção num jogo disputado palmo a palmo com a Suíça a derrotar a Roménia (63-68) e colocou-se na frente do grupo na disputa pela 12ª posição. No último jogo do dia assistiu-se ao primeiro jogo com tempo extra e logo dois prolongamentos com a Ucrânia a recuperar de uma desvantagem de quase 20 pontos já na 2ª parte e a levar a melhor sobre o Luxemburgo(62-60) ficando na frente na luta pelo 9º posto.


Portugal lutou mas não foi capaz

A perda da luta das tabelas, e consequentes segundos lançamentos permitidos com alta percentagem, bem como os pontos sofridos de perdas de bola, ditaram o insucesso dos atletas portugueses. Nesta luta desigual, só a meio do 3º período os finlandeses conseguiram fugir no marcador, o que comprova a competitividade da jovem equipa nacional.

A primeira parte foi bastante equilibrada, com várias alternâncias no marcador, com Portugal, mesmo perante um adversário extremamente complicado, a revelar uma boa eficácia ofensiva. Ao intervalo, a formação nacional perdia por quatro pontos (33-37), isto depois de ter vencido o quarto inicial (18-17), um resultado que mantinha tudo em aberto para o segundo tempo.Mas quando do outro lado está uma equipa que, para além da qualidade técnica, domina o jogo na área próxima cesto, complica a tarefa de quem defende. Os 23 ressaltos ofensivos conquistados pelos finlandeses, bem como os 17 pontos conseguidos em segundos lançamentos, ajudam a explicar a vitória da Finlândia. Se a isto juntarmos a elevada eficácia do adversário após perdas de bola da nossa parte (25 pontos), estão encontradas as justificações para o insucesso de Portugal neste encontro.Um resultado que em nada deslustra a prestação da equipa portuguesa, já que a supremacia finlandesa teve por base aspetos (altura e peso) contra os quais pouco, ou nada, se pode fazer.Destaque para as boas prestações de Hugo Pereira, melhor marcador de Portugal com 21 pontos, Diogo Brito autor de 15 pontos e 4 assistências e Pedro Oliveira que voltou a estar muito bem a assistir os seus companheiros (6 pontos e 9 assistências).


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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