Artigos da Federaçãooo
CBQ inicia época
Alexandre Correia encabeça um grupo de 18 treinadores que vão acrescentar mais qualidade, aos mais de 200 atletas espalhados por 4 rscolas de Queluz.
NOVIDADES DESTA ÉPOCA….. EQUIPA DE SUB 14 F e TTI – TREINO TÉCNICO INDIVIDUAL DA RESPONSABILIDADE DE CARLOS CARDOSO QUE ACUMULA COM A COORDENAÇÃO DO MINI .TODOS JUNTOS …SOMOS MELHORES!!!!!!:
Augusto Araújo treina Sanjoanense
“A aceitação do convite deveu-se sobretudo ao conhecimento que tenho da maioria dos jogadores que vão fazer parte da equipa, da sua capacidade para melhorar e até mesmo de surpreender”, considerou o técnico, sobre este novo desafio.“Trata-se, sem qualquer dúvida, de uma equipa jovem, de grande potencial, e à espera dos grandes desafios que lhe serão lançados. Assim o tempo e todo o trabalho e paixão que vamos dedicar nesta nova etapa da nossa vida nos venha a dar razão !“, finalizou.
«É possível vencer por mais de 12»
Em primeiro lugar está a vitória, embora sem nunca perder de vista a diferença pontual, como a única forma de ultrapassar a forte equipa finlandesa constituída, na sua grande maioria, por jogadores que actuam nas principais ligas europeias.
O seleccionador Mário Palma acredita que é possível terminar esta fase na frente, embora tendo consciência que a missão não será nada fácil, visto que do outro lado irá estar uma equipa com qualidade treinada por técnico competente. “É possível vencer a Finlândia por mais de 12 pontos, mas não é uma tarefa fácil e adquirida à partida. A Finlândia é muito boa equipa, bem organizada, com um excelente treinador e com oito jogadores a jogarem nas melhores ligas europeias.”Se considerarmos que apenas uma parte da eliminatória foi ainda jogada, naturalmente temos que concordar que os finlandeses levam vantagem neste momento. A Finlândia tem uma vantagem significativa no duelo directo. Sempre muito emotivo nas suas declarações, Mário Palma está confiante que os seus jogadores irão sentir a camisola que vestem, dando tudo dentro de campo para dignificar a Selecção que representam. “Para o encontro de amanhã é fundamentalmente uma questão de respeito e orgulho ganhar o jogo e depois ficar em primeiro lugar no grupo”. O facto de já ter garantida a presença na Lituânia poderá, no entender do Seleccionador Nacional, ajudar “em teoria”, a que Portugal possa fazer um bom jogo e anular a desvantagem com que parte no início do jogo. Mas tudo não passam de cenários possíveis, já que no desporto muito pouca coisa pode ser dada como adquirida, o que faz com este último jogo tenha esse atractivo e possa levar ao pavilhão Mário Mexia um grande número de adeptos dispostos a sofrer mas na esperança de poder celebrar ainda mais no final do jogo.
Eugénio Rodrigues na TV
O técnico vai abordar o memorável feito da equipa que recentemente assegurou a promoção à Divisão A. A não perder!
«Defendemos ‘até à morte’»
O treinador Mário Gomes mostra-se bastante orgulhoso do desempenho dos jogadores e recorda que agora é importante garantir o primeiro lugar no grupo.
A equipa técnica não podia estar mais satisfeita com a actuação dos jogadores portugueses frente à formação magiar. “Jogámos como tínhamos que jogar, controlando sempre o ritmo e o marcador do encontro, acabando por dominá-lo completamente”, constatou Mário Gomes. “A par disso, voltámos a ganhar a luta dos ressaltos e defendemos ‘à morte’.”No momento da consagração, a equipa técnica nacional não se esquece de agradecer a quem ajudou a Selecção: “Quero dedicar esta vitória a todos os que acreditaram nesta equipa e nos têm apoiado em todos os momentos. Obviamente, em primeiro lugar, à F. P. B., na pessoa do presidente Mário Saldanha.”Embora a presença na Lituânia esteja já garantida, o treinador recorda que nesta altura é importante assegurar o primeiro lugar do grupo. Por isso, há que ganhar à Finlândia. “Agora, há que festejar, descansar e preparar o jogo contra a Finlândia, pois temos mais objectivos para alcançar e o primeiro é ficar em primeiro lugar nesta fase.”
«Sólidos durante os 40 minutos»
O técnico Mário Gomes tem sido o porta-voz do grupo de trabalho e ele próprio reconhece que vencer na Hungria significa alcançar o primeiro objectivo a que a equipa se propôs antes do inicio desta fase. Do ponto de vista táctico os jogadores sabem perfeitamente com o que têm de cumprir, mas a questão mental, na opinião do treinador nacional, será decisiva para se encontrar o vencedor. Depois de uma derrota nada melhor do que voltar a jogar, na esperança que os jogadores portugueses regressem às vitórias, beneficiando de tudo aquilo que ela representaria para o basquetebol nacional.
5ª Feira, às 18:00, com transmissão na SportTv2
O jogo na Hungria não irá ser fácil, até porque para a equipa adversária este jogo representa a última oportunidade para poder continuar a discutir uma presença no próximo Europeu. “Contamos com um jogo de máxima intensidade e dureza, pois, para a Hungria, é a última oportunidade de ainda se poder qualificar; portanto, a primeira condição para podermos ganhar é sermos tão ou mais intensos e duros que eles; ainda no plano mental, o nosso desejo de ganhar tem também que ser igual ou maior que o deles e motivação não nos falta. É que uma vitória significa o apuramento imediato; assim, trata-se de um jogo de ‘playoff’ e temos que o jogar como tal, ou seja, pensando que é o único jogo que falta.”Consciente da importância do jogo e da pressão a que vai estar sujeita a formação da casa, sem margem para erro, a equipa técnica valoriza o controlo do ritmo do jogo, bem como a gestão da marcha do marcador. “Vai ser muito importante controlarmos o ritmo do jogo, nomeadamente nos primeiros minutos, de modo a não permitirmos que joguem com vantagem no marcador, como vão tentar fazer. Se mantivermos o jogo equilibrado, isso aumentará a pressão sobre eles e poderemos tirar vantagem disso; para tal, temos que ser consistentes, não termos longos períodos de ineficácia.”Da análise dos dois jogos anteriores ressalta uma premissa que não pode repetir-se sob pena de complicar a tarefa, já de si complicada, da equipa portuguesa. “É muito importante evitar o que aconteceu nos dois jogos anteriores, nos quais fizemos segundos quartos muito fracos; isso não pode repetir-se neste jogo. Temos que ser sólidos durante os quarenta minutos.”Conhecedores do valor e da forma de jogar da equipa húngara, a equipa técnica nacional já traçou o plano de jogo, ou se preferirmos a melhor forma de jogar de modo a poder bater a formação da Hungria. “Tacticamente, os aspectos mais importantes vão ser, em minha opinião: a luta dos ressaltos, pois o número de posses de bola de cada equipa será determinante; obrigá-los a jogar 5×5 em meio-campo, não permitindo cestos fáceis em contra-ataque/transição, o que dependerá muito de fazermos uma boa selecção de “tiro” no nosso ataque.Se conseguirmos cumprir com estas premissas, acredito que conseguiremos o apuramento já esta quarta-feira.”
«Só pensamos ganhar à Hungria»
A atitude defensiva voltou a estar presente, bem como o empenho na luta das tabelas. O desaire já faz parte do passado e o treinador Mário Gomes é a voz do estado de espírito do grupo quando afirma que o próximo objectivo é vencer na Hungria.
Mesmo voltando a defender bem, a equipa portuguesa não conseguiu disfarçar as dificuldades ofensivas sentidas no encontro frente à Finlândia. Mais do que ter dificuldade em encontrar soluções de tiro, os jogadores nacionais estiveram numa tarde de pouca inspiração no acto de lançamento, bem visível, como reconheceu Mário Gomes, nas fracas percentagens registadas no final do jogo. “Perdemos basicamente pela baixa eficácia ofensiva, nomeadamente nas percentagens de ‘tiros’ de 2 pontos e de lances livres.”Já se sabe que quando as coisas não correm bem no ataque a tendência é para que em termos defensivos a equipa se ressinta. Não só pela frustração que se vai acumulando, bem como pela perda dos papéis na recuperação defensiva, fruto da desorganização atacante, habitualmente reflectindo-se nas tentativas individuais de procurar resolver os problemas. Mesmo quando em algumas fases do jogo isso se verificou, a equipa nacional foi capaz de manter o equilíbrio defensivo, finalizando o encontro dentro dos números pretendidos pela equipa técnica nacional. “De resto, voltámos a sofrer menos de 70 pontos e a ganhar a luta dos ressaltos.”Obviamente que ninguém gosta de perder, tanto mais quando uma equipa está habituada a vencer. Logicamente que uma vitória na Finlândia teria um passo de gigante rumo ao Europeu, muito embora o mesmo possa ser dito acerca do próximo desafio na Hungria. Com uma equipa técnica tão experimentada como aquela que está à frente dos destinos da Selecção, o mesmo se poderá dizer do núcleo forte do grupo de trabalho, a derrota na Finlândia irá espicaçar ainda mais o desejo de vencer o próximo embate. “Agora, só pensamos em ganhar na Hungria.”
«É um resultado normal»
Portugal, afiança o técnico Mário Gomes, joga em Helsínquia esta segunda-feira a pensar exclusivamente em si próprio e em vencer.
Mário Gomes não tira grandes ilações do triunfo da Finlândia sobre a Hungria, até porque que Portugal não depende de ninguém. “Acho que foi um resultado normal, como o teria sido a vitória da Hungria. Quanto a nós, é igual, estamos em posição de não fazer contas com os resultados dos outros e é assim que queremos continuar”, salientou o treinador-adjunto de Mário Palma, para quem a receita para o sucesso passa por “ganhar o jogo seguinte, seja ele qual for.”O duelo com a Finlândia é já esta segunda-feira, no terreno do adversário, mas os treinadores têm a lição bem estudada. “Temos condições para ganhar em Helsínquia e isso passará, como sempre, por conseguirmos defender muito bem e por superarmos os finlandeses na luta dos ressaltos”, frisou, acrescentando: “Acreditamos na equipa e, seja qual for o resultado, vamos apenas pensar em vencer.”Recorde-se que Portugal e a Finlândia têm uma vitória cada e que a Hungria soma duas derrotas. Duas destas três equipas serão apuradas para disputar a fase final do Campeonato da Europa, na Lituânia, no final deste mês/princípio do próximo.
Mário Gomes: «Estamos preparados»
Depois de várias semanas de trabalho árduo, o técnico nacional Mário Gomes está convicto de que o grupo está preparado para discutir o apuramento. Face à grande capacidade ofensiva dos húngaros, Mário acredita no desejo de vitória e todo o trabalho defensivo realizado ao longo da preparação para levar de vencida este primeiro, e complicado, adversário rumo ao Europeu.
Depois de ultrapassadas as dificuldades iniciais de planeamento do estágio final, a equipa técnica nacional mostra-se agradada com a forma como decorreu a preparação, não poupando elogios a todos aqueles que directa e indirectamente a ela estiveram ligados. “A preparação foi cumprida na íntegra, tendo decorrido da melhor forma, pois as condições proporcionadas foram excelentes e, quer os jogadores, quer o staff, têm sido dum profissionalismo exemplar.”Agora que a competição a doer vai começar, o técnico Mário Gomes tem uma palavra de agradecimento para com todos aqueles que ao longo desta preparação contribuíram com o seu melhor, no sentido de proporcionar as condições ideais ao grupo de trabalho. “A equipa técnica faz questão de agradecer publicamente a todos os que têm contribuído para que o nosso trabalho decorra tal como foi planeado. Em primeiro lugar, à F. P. B. (nas pessoas do Presidente e do Vice-presidente, João Carvalho); aos que connosco estão diariamente (jogadores e restante staff), às C. M. de Guimarães e Coimbra; à A. B. de Braga; ao Vitória de Guimarães, ao S. L. Benfica e ao C. Nacional de Natação; às direcções e pessoal do Hotel de Guimarães, do Hotel Sana Metropolitan e do Hotel Tivoli Coimbra; à Transdev e aos seus motoristas; ao pessoal dos pavilhões onde temos treinado; tem sido muito gratificante sentir o carinho e o espírito de cooperação de todos para com a Selecção Nacional.”Se do ponto de vista da logística tudo funcionou pelo melhor, no aspecto desportivo nem tudo correu da melhor forma. As lesões foram uma contrariedade que sempre esteve presente, impossibilitando que a equipa técnica pudesse escolher e trabalhar como desejaria com todos os convocados. “O único aspecto negativo tem sido as lesões, que não nos têm poupado e que, além de impedirem alguns jogadores de estar agora na equipa, levam a que alguns outros (nomeadamente, o Filipe, o Tavares e o Carlos) não estejam em forma, pois perderam grande parte da preparação.”Nada que faça diminuir a ambição e o positivismo da equipa técnica, embora consciente da difícil missão que tem pela frente. Colectivamente, estamos bem, preparados para a competição, que vai ser muito difícil (mas, para eles, também não vai ser fácil ganharem-nos); a equipa tem demonstrado uma excelente atitude competitiva e grande coesão e, quando assim é, tudo é possível. “A Hungria é um adversário incómodo e com grande valor ofensivo. Algo que o treinador Mário Gomes espera contrariar, à imagem do que sucedeu nos jogos de preparação, com uma grande atitude defensiva, acreditar no trabalho realizado durante as semanas de preparação e uma ambição desmedida em estar presente na Lituânia. “Os nossos adversários têm uma característica comum – grande capacidade ofensiva, ambos com diversos jogadores com capacidade para fazer pontos; além disso, têm uma vantagem sobre nós – os seus jogadores actuam em campeonatos bem mais competitivos que o nosso. Para contrapor a isso, acreditamos que fizemos uma melhor preparação que eles e teremos que usar as nossas armas – defendermos ‘à morte’, não permitindo cestos fáceis, sermos colectivos no ataque e… Termos mais desejo de ganhar que eles!Resumindo, estamos preparados e temos confiança na equipa, acreditamos que somos capazes de alcançar os objectivos a que nos propusemos; agora é uma questão de sermos fortes mentalmente ao longo de toda a competição e termos a pontinha de sorte que é sempre importante.”A tarefa não se assemelha nada fácil, mas para que Portugal inicie esta caminhada com uma vitória, seria extremamente importante um pavilhão cheio a apoiar incansavelmente um grupo, que mais do que ninguém, deseja representar Portugal e o basquetebol nacional no próximo Campeonato da Europa. “Precisamos do pavilhão cheio, para que jogar em casa seja efectivamente uma vantagem… Acreditamos que assim será! Que Coimbra “em peso” esteja amanhã a apoiar a Selecção Nacional!”
«Ficar nos 8 primeiros»
A equipa portuguesa está inserida no Grupo A, juntamente com a Letónia, Ucrânia e Luxemburgo. Leia nos detalhes desta notícia a entrevista à seleccionadora nacional, Catarina Neves.
Na sua opinião quais as expectativas para este Campeonato da Europa? Temos como objectivo classificativo ficar nos oito primeiros lugares, contudo, não vacilaremos se se proporcionarem outro tipo de oportunidades. Temos também a pretensão de ser competitivas em todos os jogos que viermos a disputar, estando sempre na discussão do resultado final.Na sua opinião, quais as principais debilidades que referencia neste grupo de trabalho? E os pontos fortes? A principal debilidade é claramente a falta de experiência internacional e de competição sob situações de ansiedade e algum nervosismo. Apenas três jogadoras já tiveram experiência de Europeu. Como pontes fortes, saliento a capacidade de trabalho e o carácter da equipa. As nossas atletas vão sair de consciência tranquila de todos os jogos e com o sentimento de dever cumprido, não tenho dúvida nenhuma disso. Como está a correr o período de preparação? A preparação está a decorrer de acordo com o planeado. Estivemos na Covilhã na 1ª semana de trabalho e entretanto mudamos para Anadia. Estamos numa fase de consolidação de processos técnico-tacticos e de um apurar da forma física. Procuramos também fazer alguns jogos de treino (com rapazes) no sentido de afinar e corrigir pormenores do nosso jogo.E o que dizer do grupo que vos saiu em sorte? Quando disputamos Europeu de Sub-16, as referências que temos das gerações dos outros países são muito poucas e como competimos pouco a nível internacional também não temos uma noção exacta do valor das nossas atletas. Portanto é sempre uma análise falível. A Letónia é tradicionalmente uma equipa forte que luta para subir de divisão. A Ucrânia, neste dois últimos Europeus não conseguiu bons resultados classificativos mas é sempre das melhores selecções em termos físicos, com atletas muito altas e disponíveis fisicamente. O Luxemburgo, julgamos ser uma equipa que será de um nível inferior ao nosso.Julgamos não ser um grupo fácil, mas acreditamos que vamos ser competentes com qualquer um dos adversários.Nestas idades as Selecções Nacionais são sempre associadas a gerações. De que forma caracterizaria esta geração que vai participar no campeonato de sub-16? É uma geração com bastante potencial. São fisicamente muito disponíveis e intensas a trabalhar. Gostam do treino e estão dispostas a sacrifícios pois percebem que é o caminho para serem muito boas. Têm, naturalmente, algumas debilidades mas a margem de progressão e de aprendizagem é enorme. Revê potencial neste grupo para que se mantenha o sucesso das selecções jovens femininas? Com certeza que sim. Elas têm sonhos e ilusões relativamente à carreira que podem vir a fazer no basquetebol, e este facto vai continuar a motiva-las a serem melhores dia após dia, treino após treino. Elas vão ser a base das próximas Selecções jovens. Perspectivo também, nalguns casos, capacidade e talento para chegar à Selecção sénior.
Eugénio Rodrigues recebe “FIBA Europe Coaching Certificate”
Após três longos anos de trabalho, o treinador da nossa Selecção Nacional de Sub-20 Feminina – Eugénio Manuel Ferreira Rodrigues – viu reconhecida a sua competência e o seu esforço perante um júri de luxo. O projecto FECC é coordenado pelo alemão Michael Schwarz, responsável do Departamento de Treinadores da FIBA Europa. Os prelectores foram Svetislav Pesic (mentor do curso), Janez Drvaric (Olímpia Ljubljana), Pablo Laso (Real Madrid), entre outros.
A FIBA Europa decidiu formar e certificar treinadores tendo em vista os seguintes objectivos:- Aumentar competências e conhecimento internacional;- Proporcionar o contacto com treinadores de elite;- Dotar os candidatos com um conjunto de conhecimentos partilháveis com os colegas treinadores de cada país;- Fornecer qualificação, reputação e referências internacionais.Para obter o certificado os candidatos têm de cumprir 3 blocos curriculares que acontecem anualmente no período 3 anos consecutivos, durante uma semana, em simultâneo com os europeus de Sub-16M, Sub-18M e Sub-20M. A exigência é bastante elevada, sendo que os dois primeiros anos são de Clinic, análise de jogo e workshops vários, sujeitos a avaliação contínua. Segue-se a preparação de uma tese que será avaliada conjuntamente com o exame oral e escrito, a ter lugar no último ano do curso. No FECC apenas podem participar os treinadores que já tenham sido identificados pelas suas federações nacionais como os treinadores mais talentosos para o futuro. Ao completar os três anos do programa e receber o FECC, os treinadores adquirem um nível de conhecimento elevado e obtêm uma qualificação respeitável que carrega um alto nível de reconhecimento. Cada técnico receberá excelentes recomendações e aumentará as suas perspectivas para encontrar um trabalho na Europa e no resto do Mundo.Este curso (2º curso FECC), iniciado em 2009, contou com 52 participantes oriundos de vários países, sendo o treinador Eugénio Rodrigues o único representante da Península Ibérica.O último domingo do Mês de Julho, foi o dia escolhido para a formatura. O palco foi a sala de conferências. O Coordenador Michael Schwarz, o coração e alma do programa FECC, abriu o processo para introduzir os dois convidados para aquele dia especial, o Presidente da FIBA Europa Olafur Rafnsson e o Secretário-Geral da FIBA Europa Nar Zanolin que na entrega dos diplomas proferiu “Eu quero dar-vos as boas-vindas à família da FIBA Europa, a partir deste momento, vocês são uma parte de nós”.Quando chegou a vez do mentor Pesic falar, todos os presentes ouviram com atenção as suas palavras, realçando do seu discurso que “O trabalho de um treinador nunca acaba, têm que se dedicar a ele 24h por dia!…”, sublinhando ainda a relevância do FECC “Em 45 anos no basquetebol, 15 como jogador e 30 como treinador, eu nunca encontrei nada parecido com o FECC. É um programa único e todos são sortudos e capazes por o ter completado.”A Península Ibérica conta agora com dois treinadores certificados com o FECC, sendo que ambos são portugueses! O coordenador das selecções jovens Prof. Rui Alves e agora o recém graduado Eugénio Rodrigues que nos deixa um pequeno testemunho:“Três anos depois, três níveis foram atingidos dentro do FECC para que eu pudesse terminar com sucesso este curso de nível superior. Desde logo, trata-se de um curso com uma projecção crescente no universo FIBA Europe e acima de tudo uma possibilidade quase única de vivenciar a realidade basquetebolística europeia ao mais alto nível e junto dos melhores como o são Svestislav Pesic, um monstro do basquetebol mundial e Pablo Laso, o actual treinador do Real Madrid.Aprender sem perder a humildade tão importante para a nossa evolução e absorver o possível e o impossível pois cada informação é sempre um detalhe, e é nos detalhes que encontramos a perfeição. Finalmente, a possibilidade de estabelecermos contactos únicos e priviligiados com treinadores de toda a Europa, uma vez que estamos a falar de mais de trinta países envolvidos, com reflexos evidentes a nível pessoal e na própria Federação. Este curso é um avanço significativo no que toca à abordagem científica da modalidade e no próprio coaching/managment.Uma palavra de grande apreço à FPB que me possibilitou viver esta experiência e dizer que este facto é para mim um orgulho e uma responsabilidade dado ser o único detentor em do mesmo em Portugal, a par do Rui Alves, a quem já agora também queria publicamente agradecer o apoio dado.”
«Ombrear com os melhores»
Portugal está inserido no Grupo , juntamente com a Holanda, Áustria, Finlândia, Chipre e Eslovénia. Leia nos detalhes desta notícia a entrevista com o seleccionador nacional do escalão, Augusto Araújo.
Quais são as expectativas para este Campeonato da Europa? Tendo em atenção a imprevisibilidade deste escalão, aliado também à minha experiência emoutros Campeonatos da Europa, diria que não devemos ser demasiado optimistas, nem muito menos pessimistas ; quero crer que temos condições para ombrear com os melhores e capazes para lutar por uma classificação entre os oito primeiros. Na sua opinião, quais as principais debilidades que referenciaria neste grupo de trabalho? E os pontos fortes? Gostava de começar por realçar os pontos fortes: a dignidade e o carácter individual e daequipa, a dedicação e a intensidade com que se afirmam no trabalho diário, a paixão quetodos nutrem pelo basquetebol. Como debilidades, apontaria apenas a falta de estatura e areduzida experiência competitiva de alguns jogadores. Como decorreu o período de preparação? A preparação da equipa decorreu de acordo com o que estava inicialmente programado esempre num clima de serenidade e de confiança no trabalho diário e no futuro. Importa referir que realizaremos no total 40 treinos e 5 jogos, sendo que 3 deles foram com a selecção da Polónia.E o que dizer do grupo que vos saiu em sorte? Tal com respondi na 1ª questão, o carácter imprevisível deste escalão é sempre grande ; nonosso caso, teremos de “medir forças” com as selecções da Holanda, da Eslovénia ( 3º e 4ºclassificados no ano anterior) , da Finlândia, da Áustria e de Chipre ; atendendo ao valor certo e seguro dos eslovenos, estamos em crer que o grupo é forte, mas equilibrado. Resta-nos ter a capacidade para surpreender e ser melhores que os nossos adversários. Nestas idades as Selecções Nacionais são sempre associadas a gerações. De que forma caracterizaria esta geração que vai participar no Campeonato de sub-16?Julgo conhecer bem a geração dos jogadores nascidos em 1995/6. Diria que não háverdadeiros talentos, nem jogadores super-especiais, mas um conjunto de jogadores commuito carácter e enorme vontade de “crescer” e de se afirmar no basquetebol português. Qual terá de ser a imagem de marca da selecção portuguesa durante o Europeu?Estou certo que ao longo destes últimos anos temos sido capazes de merecer o respeitoe a consideração dos nossos adversários do Grupo B, fruto da dignidade com que temosrepresentado o nosso país, da nossa organização ofensiva e da intensidade e capacidadede luta que sempre colocamos em jogo! Na Macedónia, as premissas dos anos anteriorescontinuarão a ser as mesmas.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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