Artigos da Federaçãooo

Diogo Carreira: «Todos nos querem ganhar»

Diogo lembra que além do campeonato o clube da Luz quer vencer a Taça de Portugal, troféu que já há alguns anos não entra na vitrina dos encarnados. Leia a entrevista nos detalhes desta notícia.

Principais diferenças entre o plantel deste ano e o da época passada? O Benfica, e a meu ver bem, costuma manter a base da equipa de época para época fazendo pequenos ajustes no sentido de fortalecer o grupo, embora nesta fase de pré-época ainda não seja fácil ver diferenças, até porque a identidade e estilo de jogo irá manter-se no sentido de obter novamente sucesso!Que responsabilidades acrescidas passa a ter dentro do grupo de trabalho pelo facto de ter sido promovido a capitão de equipa?Jogar no Benfica já é uma grande responsabilidade e chegar a capitão é sim um grande orgulho. Com a minha experiência e tempo de Benfica (vou para a 6ª temporada) tentarei ajudar os elementos novos numa rápida adaptação e a perceberem que estão num grande clube, onde se joga e trabalha todos os dias para vencer. O grupo é bom e não vou ter uma missão difícil porque todos trabalhamos forte e com muita união e respeito.Acha que existiu algum cuidado em renovar a equipa para esta temporada?Renovar não sei se será a palavra certa mas foram feitos “ajustes”, sempre na perspetiva de continuarmos fortes e com ambição para vencer todas as provas em que participamos. Já existe uma mistura de juventude e experiência que é fundamental para vencer e também lançar alguns jovens que estão agora a despontar para a nossa modalidade que tanto precisa.Do conhecimento que vai tendo das equipas adversárias, vê perfilarem-se candidatos a contrariarem a hegemonia do Benfica nas últimas temporadas?Nesta altura da época, e com a quase da totalidade de equipas ainda sem estarem a trabalhar, não consigo ter uma opinião formada sobre isso. Mas com certeza teremos dificuldades, até porque todos nos querem ganhar!O facto de existirem mais portugueses na constituição da equipa facilita a compreensão do que significa jogar num clube como o Benfica?Claro que o jogadores portugueses conhecem melhor a grandeza do Benfica mas, como capitão, também me compete fazer ver, nomeadamente aos jogadores estrangeiros, a realidade onde estão inseridos. Mas que é facilmente entendida no dia a dia de quem joga nesta casa onde nada nos falta e só nos temos de nos preocupar em fazer o que gostamos que é jogar basquetebol.O grupo sofreu algumas alterações. Na sua opinião, perdeu qualidade ou competitividade interna?Sinto que continuamos muito fortes e queremos fazer de cada treino um “jogo”, até porque só assim podemos melhorar e continuar a trazer vitórias para o clube e para os nossos adeptos. Existirem vários jogadores para cada posição só nos faz melhorar e haverá certamente tempo para todos mostrarem o seu valor.A conquista do tricampeonato funcionará como motivação extra, ou poderá resultar em relaxamento e acomodação? Claramente como motivação extra! Não queremos relaxar e queremos também voltar a trazer a Taça de Portugal para o Benfica que há muitos anos não conquista esse troféu tão importante.


Eugénio Rodrigues: «Portugal merece a Divisão A»

Eugénio Rodrigues considera que as jovens seleções portuguesas têm nesta altura condições para competir na principal divisão europeia e solidificar uma posição na segunda metade deste escalão. Leia a entrevista, nos detalhes desta notícia.

O inicio da prova, com quatro vitórias consecutivas, foi extremamente promissor?Sim, entrar com 4 vitórias seguidas dá sempre um alento importante, sobretudo em campeonatos tão desgastantes e tão intensos como os Europeus. Foram vitórias muito moralizantes, tendo em conta que desconhecíamos por completo Israel, o nosso primeiro jogo, e a Roménia com quem jogávamos na segunda jornada mas que havia folgado na primeira. Depois, apesar de um jogo menos conseguido batemos a sempre complicada Macedónia e a Bulgária foi talvez o nosso melhor jogo pois era claramente uma equipa superior à nossa. Tudo somado, ainda que fatigados por termos de jogar em superação para suprir as nossas debilidades, este nosso inicio esteve perfeitamente ao nível de outros Europeus que realizámos e com desfechos mais bem sucedidos que este. Porém, tínhamos a consciência de que, Grã Bretanha à parte (com quem jogávamos na última jornada), os 4 primeiros jogos eram efetivamente os menos difíceis pelo que seria de esperar que a tendência pudesse depois ser a inversa. Portanto, foi um misto de mérito no nosso trabalho e o alinhamento fortuito do calendário.A derrota frente à Letónia, por dois pontos de diferença (44-46), acabou por marcar a participação de Portugal na prova? Sim, completamente. Como é evidente não podemos retratar todo o trabalho realizado nesta campanha apenas por um resultado num jogo, mas para o futuro e para as estatísticas, essa derrota por dois pontos marca o apuro final de contas. Antes de jogarmos com a Letónia tínhamos perdido com a República Checa por 7 pontos, sofrendo apenas 58. Tendo em conta que a nossa adversária estava a cilindrar os adversários, e que nos tinha batido na preparação por 3 vezes sempre folgadamente, podíamos esperar o melhor. A Letónia, como prevíramos, foi uma adversária muito difícil de ultrapassar, com argumentos muito superiores aos nossos. No entanto, durante o jogo, as atletas foram impressionantes e extremamente concentradas no plano que trazíamos e apenas um pequeno erro, cometido a sete décimas do fim do jogo, permitiu à Letónia o cesto da vitória e a subida de divisão. Se temos consciência que todos estivemos acima do expectável, não deixamos de sentir, ainda hoje, o sabor amargo da frustração. É essa frustração que nos levará a voltar a tentar a subida para o ano, e ainda com mais determinação. Ainda assim, e na sua opinião, a equipa esteve ao seu melhor nível?Sim. Provavelmente a maioria das pessoas desconhece as limitações biométricas que a geração de 93-94 padece. Por exemplo, não tínhamos qualquer poste de raiz no plantel, pelo que tivemos de recorrer a atletas nascidas em 95-96, que não estavam convocadas para a seleção sub 18 (excepto a Laura Ferreira mas que também não era jogadora interior), para tentar colmatar este problema. O trabalho destas jovens atletas foi absolutamente abnegado, mas no plano etário estavam de facto muito longe das, nalguns casos, 3 anos mais velhas. Por este facto, obter um 4.o lugar, apenas atrás da Rep. Checa, Bélgica e Letónia, todas seleções que competem regularmente na divisão A europeia, não me parece que seja um mau resultado. Diria que cumprimos com o que nos exigimos a nós próprios, tendo faltado apenas a cereja no topo do bolo. Pessoalmente, não tenho rigorosamente nada a apontar às atletas, nem mesmo depois de perder no último jogo ante a Grã Bretanha, numa fase de quase total exaustão e esvaziamento de objectivos. Tenho aliás um enorme orgulho em ter sido colega de equipa de todas elas.Continua a pensar que a Divisão A é a competição onde Portugal merece estar no escalão de Sub 20 Femininos? Sim, eu acho que, e a exemplo do que felizmente acontece com as outras duas seleções jovens, Portugal pode começar a almejar solidificar a sua posição na segunda metade da Divisão A europeia e quando pontualmente descer, estar ao nível das melhores seleções da Divisão B. Acho que este é, num futuro próximo, o nosso patamar competitivo. É discutível mas concluo que o escalão Sub 20, porque já contém em si atletas seniores (em muitos casos a evoluírem em competições europeias de clubes), é eventualmente ainda mais competitivo e complicado, e onde as assimetrias com as nossas atletas podem ser maiores. No entanto, o constatar de dificuldades não pode ser resignador mas antes uma mola para se trabalhar ainda mais. Por um lado, capitalizar o bom trabalho que se fez em centros de treino e que se vai fazendo nos Clubes portugueses e por outro, permitir a algumas atletas capitalizar e exponenciar a experiência de competir no top, para se tornarem ainda melhores e referências no basquetebol português. E para estar no top temos de, pelo menos, ter isso sempre presente como desígnio de qualquer campanha.


Acesso ao Titulo treinador – TPTD, (ex CTD)

Em anexo,o PDF com os procedimentos a efetuar pelos treinadores que pretendam desde já aceder ao TPTD


“Honrar a história”

SIMECQ (Sociedade Instrução Musical e Escolar Cruz-Quebradense), fundada em 9 de outubro de 1880 (132 anos), a 4.ª instituição pública mais antiga de Portugal, vai apresentar equipas em todos os escalões (masculino e feminino).O recém criado Departamento de Basquetebol da SIMECQ apresenta como missão, entre outras, fortalecer, promover e coordenar com excelência a prática e o ensino do basquetebol na SIMECQ, enquanto modalidade de formação e crescimento, pessoal e desportivo de jovens de ambos os sexos.Os objetivos passam naturalmente pela manutenção dos bons resultados obtidos nas últimas temporadas. Recorde-se que a SIMECQ soma, nos últimos quatro anos, três títulos de Campeã Nacional e dois de Campeã Distrital.Assim, para 2013/2014 a SIMECQ apresenta as seguintes equipas:Minis: Sub-8, Sub-10 e Sub-12 (masculinos e femininos).Masculinos: Sub-13, Sub-14, Sub-16, Sub-18, Sub-20 e seniores.Femininos: Sub-13, Sub-14, Sub-16, Sub-19 e seniores”


Vice-campeãs da Europa voltam a Guifões

No próximo sábado, dia 14, pelas 21h15 a formação nacional enfrentará a equipa de Guifões.

Inicialmente, metade dos jogos da Seleção Nacional no Campeonato da Europa de Sub-16 Feminino, estavam previstos ser jogados no Guifões e a outra metade no C.D.C. de Matosinhos, contudo a forte adesão do público, que ultrapassou as expectativas mais otimistas, obrigou à realização de todos os jogos no espaçoso C.D.C. de Matosinhos. Por isso a população, e em particular os adeptos do basquetebol de Guifões ficaram privados de assistir “em casa” aos jogos de Portugal.Entretanto, por vontade expressa da Junta de Freguesia de Guifões e do próprio Guifões Sport Clube, a Seleção Nacional comprometeu-se a jogar em Guifões no fim-de-semana de 14/15 de Setembro.É com satisfação que a Seleção honra os compromissos e retribui todo o carinho e o inesquecível calor humano de adeptos do basquetebol oriundos de todo o país, mas em especial das gentes de Guifões Matosinhos, e Leça da Palmeira e dos seus clubes “O Guifões Sport Clube e Desportivo de Leça”.A Seleção Nacional de Sub 16 jogará em Guifões com a equipa sénior Feminina do Guifões Sport Clube no dia 14 às 21,15 horas.Apelamos à sua presença e vamos, não só aplaudir a nossa seleção, como também a equipa sénior de um dos clubes que tanto nos apoiou no Campeonato Europa!


Ana Catarina Neves: «Especial por ser em casa»

Mais um feito extraordinário alcançado pelo basquetebol feminino, obtido perante o apoio incondicional dos apoiantes portugueses. De facto foram incríveis os momentos vividos em Matosinhos, com as atletas portuguesas a deslumbrarem os milhares de adeptos que fizeram questão de acompanhar a Seleção em todo o seu caminho. A treinadora atribuiu às atletas o sucesso da subida, sobretudo pela disciplina tática que evidenciaram, bem como pela forma como o grupo funcionou, como uma verdadeira equipa. Foi a recompensa merecida para mais um evento organizado pela Federação Portuguesa de Basquetebol, naturalmente com o apoio de outras entidades, que mereceu o destaque e o reconhecimento por quem dirige o basquetebol europeu.

Depois de vários anos em que ficou muito próxima da subida, desta vez o objetivo foi alcançado. Sempre acreditou que era possível subir de divisão?Nós tínhamos as nossas etapas definidas por fases da competição, portanto num primeiro momento apontámos a um dos dois primeiros lugares do nosso grupo. Depois iríamos definindo objetivos intermédios em função da análise que fizéssemos dos adversários. E assim foi…Depois de terminada a 1ª fase, de vermos todas as equipas a jogar e de termos percebido que as nossas atletas estavam tranquilas, confiantes e determinadas acreditámos que seria possível subir de divisão.O facto de ter sido alcançado em Portugal fez com que tivesse um sabor especial?Foi de facto especial por ser “em casa”. Havia muita expectativa à volta da equipa e do nível a que conseguiríamos jogar. Parece-me que demos uma excelente resposta e que deixamos orgulhosos os clubes, treinadores e atletas que trabalham com as nossas jovens jogadoras durante o ano.O que achou da organização e do apoio do público português?A organização foi exemplar e de um nível altíssimo, dignificou muito a competição e deu-lhe uma dimensão impensável. Já foi até distinguida com os melhores elogios por parte dos dirigentes da FIBA que estiveram presentes. Em termos do apoio do público foi memorável e inesquecível…foi um sonho. Estamos muito gratos pelo carinho que recebemos e pelo importante contributo que deram para termos atingido a subida à divisão A.Durante o Europeu não se limitaram a vencer os jogos. Como explica a supremacia evidenciada no confronto com a maioria dos adversários?Disputar um Europeu, para além da qualidade técnico-táctica que as equipas têm ou não têm, relaciona-se muito com a forma como se lida com as questões mentais e emocionais. Os jogos começaram-nos a correr bem, as dinâmicas coletivas a saírem como planeado, a confiança individual e coletiva a crescer… Portando o “mood”, o estado anímico era muito favorável. Ora este facto, associado à qualidade da equipa, traduziu-se em supremacia e nalguns resultados desnivelados.Que tal foi a experiência de ter uma Seleção que dominava no jogo interior?É um conforto muito grande jogar com domínio no jogo interior. Anteriormente dependíamos muito da habilidade e capacidade de criar desequilíbrios das nossas jogadoras exteriores. Este ano juntamos-lhe um fortíssimo e consistente jogo interior, com jogadoras “muito maduras” e já com significativa experiência internacional. Deu-nos uma segurança e confiança muito maiores, tanto defensiva como ofensivamente.Que qualidades destacaria neste grupo de trabalho?A capacidade de se adaptarem a diferentes tarefas e de executarem no jogo o que se prepara no treino ou no desconto de tempo. Em atletas sub 16, nem sempre é fácil de conseguir… Depois, e isto ao longo destes últimos anos nos grupos com quem temos trabalhado nas Sub16: a capacidade de trabalho, o espírito de sacrifício, a disciplina e o espírito de entreajuda.Consegue apontar algum momento, ou jogo, em que tornou clara a subida de divisão?O primeiro jogo da segunda fase contra Israel, que é sempre uma equipa que joga no limite da agressividade e que nunca desiste do jogo. E lembro que Israel tinha deixado fora dos quartos-de-final a Eslovénia que era “apontada” como séria candidata á subida de divisão. Nesse quarto jogo para nós, as atletas foram umas MULHERES. Revelaram enorme caráter e capacidade para sofrer e lutar contra essa extrema agressividade. Demos mostras que para além de conseguirmos jogar contra equipas mais evoluídas do ponto de vista técnico-táctico também estávamos prontas para jogar contra adversários mais lutadores e abnegados.Acha que a geração futura poderá garantir a manutenção na Divisão A?A geração que for jogar a divisão A tem muito trabalho pela frente… Vai ser um estímulo muito aliciante para todos os envolvidos o querer melhorar ainda mais os fundamentos técnico-táticos, os aspetos físicos, a capacidade mental, etc… e isto só se consegue com mais trabalho, mais treino, mais exigência e mais rigor em tudo o que se fizer.Numa primeira analise é uma geração bem diferente das duas últimas no que ao “tamanho” diz respeito. Nas questões técnico-táticas parece-me um bocadinho verde…


Núcleo Sportinguista de Tomar

Às 15h00 jogo de apresentação da equipa Sub16 masculina. CONVIDA OS TEUS PAIS E AMIGOS.NÃO FALTES, CONTAMOS CONTIGO!


Emoções ao rubro

Com os familiares e amigos a assistir na plateia, as crianças brilharam como basquetebolistas, actores e dançarinos. Foram exímios a cumprir as orientações dos técnicos e monitores e o resultado final foi um sucesso a todos os níveis.Quando se trabalha com jovens, existem projetos que nunca terminam e com o objetivo de fazer mais e melhor por eles, a ADCE Diogo Cão promoveu durante a 1ª semana de Setembro o Basket Summer Camp 2013 com cerca de 110 participantes, com idades compreendidas entre os 6 e os 16 anos. O Basket Summer Camp permitiu disfrutar de uma semana intensa de basquetebol, intervalado com uma deslocação à albufeira do Azibo. A reconhecida qualidade deste campo de férias está patente no elevado número de participantes.A ADCE Diogo Cão agradece a confiança dos encarregados de educação dos jovens participantes, dirigindo um agradecimento especial a todos os monitores e coordenadores que gratuitamente participaram no evento.A terminar o Basket Summer Camp 2013, fica ainda o agradecimento ao Agrupamento Vertical de Escolas Diogo Cão e ao Município de Vila Real, parceiros inabaláveis desde a 1ª edição. Todos juntos foi possível concretizar um trabalho exemplar, do qual a ADCE Diogo Cão dá a garantia de continuidade no futuro.


XXV Torneio Feira S. Mateus – 2013

Para este evento a Associação de Basquetebol de Viseu conta com os importantes apoios da Expovis e da Câmara Municipal de Viseu, as equipas convidadas para a edição deste ano, são a ASS Gumirães (Viseu), Clube Basquete de Viana(Viana do Castelo), Illiabum (Ílhavo) e o Dragon Force (Porto), vencedor da edição do ano passado.Pelas equipas em presença, tudo se conjunga para se poder assistir a excelentes jogos,que vão contribuir para atrair mais adpetos e praticantes para a modalidade, pelo que a ABV conta com uma boa afluência de público ao Pavilhão do Inatel, as arbitragem do Torneio serão feitas por juizes (oficiais de mesa e arbitros), do Conselho de Arbitragem da AB Viseu.Para a manhã do dia 14 e com inicio pelas 09:30 está agendado a disputa do Torneio 3X3 da Feira de S.Mateus a ter lugar no Inatel.


Balanço global da atividade

Assim, para o coordenador das Seleções mais jovens Mário Gomes, este é apenas um primeiro balanço global da atividade realizada ao longo da época 2012/13, o qual consideramos muito positivo, não só em termos dos resultados competitivos, mas também da qualidade do trabalho produzido.

Tendo em conta as carências estruturais do nosso basquetebol, bem como o quadro de constrangimentos com que atualmente nos debatemos e que, obviamente, obrigou a encurtar a preparação das S. N., conseguir manter e, nalguns aspectos, até melhorar os vários programas e alcançar o nível competitivo apresentado pelas três equipas tem que ser considerado altamente meritório e é demonstrativo que dirigentes, treinadores, jogadores e restante “staff” foram não só competentes, mas também que trabalharam de forma colectiva e com grande empenhamento.Sé assim foi possível ultrapassar as dificuldades que todos conhecemos e contrariar o atual ciclo de refluxo que atinge toda a nossa sociedade, competindo a um nível elevado e conseguindo resultados bastante positivos. Desde logo, é de toda a justiça destacar a ação da Direção da F. P. B. e do Diretor Técnico Nacional, mantendo em atividade todas as Seleções (ao contrário do que foi a opção de várias Federações, até com maiores recursos financeiros que a nossa) e proporcionando, na medida do possível, as melhores condições de trabalho para todas as equipas.Em conjunto com os responsáveis da Federação, há que realçar também todo o apoio de Associações e respectivos Diretores Técnicos, Clubes e respectivos dirigentes e treinadores, autarquias locais e instalações hoteleiras, fazendo com que as nossas Seleções se sentissem acarinhadas em todos os locais por onde passaram e tivessem disfrutado de muito boas condições de trabalho.Dos aspectos em que foi possível introduzir algumas melhorias, destaco os seguintes:a) O reforço do trabalho colectivo da equipa técnica responsável pelas S. N.;b) A realização de mais alguns jogos de preparação que em épocas anteriores, procurando combater uma das nossas principais carências – a falta de contacto internacional;c) O retorno dos jogos internacionais realizados em Portugal, algo que não acontecia há várias épocas – entre o final de Junho e meados de Julho houve jogos contra outras Seleções Nacionais, em Tondela, Paços de Ferreira e Caramulo;d) O maior envolvimento e a atitude de cooperação e disponibilidade totais das Associações e Diretores Técnicos, bem como dos Clubes e seus dirigentes e treinadores, cujo apoio foi essencial;e) Com base neste envolvimento colectivo, foi possível alargar e descentralizar as ações de observação de jogadores, de diversas idades, o que possibilitou um melhor conhecimento da realidade que temos e que teve como resultados imediato a “descoberta” de dois jogadores “grandes” para as Seleções de Sub-16 (Jorge Pires) e Sub-18 (Daniel Relvão). Do ponto de vista dos resultados competitivos, o balanço é também muito positivo, uma vez que, globalmente, foram atingidos os objectivos a que nos propusemos, com a convicção que a nossa responsabilidade é preparar o melhor possível as equipas para serem competitivas (e isso foi feito e bem feito!) e, depois, a própria competição nos colocará no nosso lugar… E o que a realidade evidencia é que esse é na Divisão “B”.Repito que, no atual momento, não só do nosso basquetebol, mas do nosso desporto e do nosso País, ter conseguido manter as nossa três Seleções a serem competitivas a um nível médio na Europa só pode ser considerado, por quem estiver de boa-fé, como um êxito e importante!Falamos em objectivos atingidos porque é disso que se trata quando:a) As nossas equipas praticaram bom basquetebol e foram sempre competitivas;b) No cômputo geral, atendendo apenas aos jogos oficiais, conseguiram 56% de vitórias – 14 em 25 jogos. Além disso, também pudemos aferir o nosso nível realizando jogos de preparação contra equipas fortes e as conclusões foram animadoras:a) Os Sub-16 discutiram até final, perdendo por muito poucos pontos, jogos contra Seleções da Divisão “A” – Bélgica e Geórgia;b) Os Sub-18 ganharam o torneio de Badajoz, batendo as equipas de Juniores do Estudiantes e do Real Madrid, que estão ao nível de algumas Seleções da Divisão “A”;c) Os Sub-20 bateram Seleções que viriam a subir de Divisão – Grã-Bretanha e Hungria.Ou seja, os factos não mentem… As nossas três Seleções trabalharam com elevada qualidade e foram sempre bastante competitivas!Não sendo ainda o momento de ter uma avaliação técnica (mais) detalhada, podemos, no entanto, avançar algumas conclusões, decorrentes do que fomos observando e das conversas entre todos os treinadores envolvidos:1) Globalmente, temos sido mais fortes na defesa que no ataque, ou seja, os maiores problemas das nossas Seleções residem na baixa eficácia ofensiva;2) No que se refere à táctica colectiva, quer ofensiva, quer defensiva, jogamos ao mesmo nível que as melhores Seleções;3) O mesmo não se verifica no que respeita aos fundamentos, sendo nítidas carências graves, particularmente no lançamento, no 1×1 (um-contra-um) ofensivo e na defesa do 1×1 exterior (atacante com bola);4) Outro aspecto em que temos que melhorar muito os nossos jogadores é a preparação físico-atlética – se somos mais baixos e mais leves, temos que nos tornar mais rápidos e mais fortes…Em resumo: se quisermos evoluir, a grande prioridade do nosso trabalho de formação de jogadores terá que passar por colocar um claríssimo ênfase nos fundamentos do jogo – técnica individual e táctica individual – com particular realce para:1) O trabalho de lançamento (aprendizagem, aperfeiçoamento e treino);2) A defesa do atacante com bola (1×1 exterior), em detrimento do abuso das “ajudas” e (ou) do recurso às “zonas”;3) As soluções e a capacidade para jogar 1×1 (no ataque), as quais só poderão ser desenvolvidas se os nossos jogadores se tornarem (muito) mais fortes no 1×1 defensivo;4) A capacidade/eficácia para jogar “em campo aberto”, designadamente para aproveitar as situações de contra-ataque, o que só será possível através dum (muito) maior domínio dos fundamentos, pois “depressa e bem, há pouco quem”…Este primeiro balanço da atividade das nossas Seleções Nacionais Masculinas “de formação” não pretende ser optimista, muito menos triunfalista, mas sim realçar algo que me parece particularmente importante no momento presente: mais que lamentar as nossas carências, é essencial que nos foquemos em aproveitar o que temos de bom!Obviamente, haverá muito que melhorar/alterar, bem como aspectos que poderiam (e deveriam) ter sido resolvidos doutra forma, mas essas são questões a debater/resolver internamente, pois há que preservar o princípio de elogiar publicamente e criticar de forma privada.Assim, o que mais importa reter da “campanha 2013” das Seleções Nacionais é que é hora de, colectivamente, aproveitarmos o que temos de bom:• Jogadores, nas várias categorias, com talento, potencial de desenvolvimento e vontade de treinar e evoluir;• Dirigentes e treinadores com competência e capacidade para conseguir retirar o melhor das condições de que dispõem;• Gentes “do basquete” que, sendo envolvidas e motivadas, estão sempre dispostas a dar o seu apoio e a cooperar para atingirmos objectivos que são de todos!


Sporting Clube de Portugal

Sporting volta a preparar a nova época com a atenção centrada no minibasket.

Para isso convida todos os meninos e meninas que queiram divertir-se jogando basquetebol, a aparecer nos próximos dias 10 e 12 de Setembro nos Dias Abertos do Minibasket na Escola Secundária do Lumiar entre as 19 e as 20 horas.


Plano de Actividades 2013/2014

O DTR iniciou a reunião fazendo alguns considerandos acerca da demografia federada, trabalho técnico e classificações obtidas na época anterior que no entender desta Associação foram bastante boas apesar do momento difícil que todos atravessamos.O Plano de Actividades proposto pela Direcção da Associação foi aprovado com alguns acertos nas datas da Calendarização Regional pelos seguintes clubes: Seixal F.C., Basket de Almada, SFAL, Escola de Sampaio, Barreirense, Scalipus, GDESSA, Casa de Benfica em Palmela e Galitos F.C..No que se refere à organização das Fases Finais Distritais o Basket de Almada candidatou- se à realização da Fase Final do Campeonato Regional de Sub18 Masculinos. Em relação às restantes abriram-se candidaturas tendo sido sugerido pelo DTR que os Sub16 Masculinos e Femininos se fizessem no mesmo fim-de-semana e no mesmo pavilhão à imagem dos Sub14.Abordaram-se ainda assuntos sobre a formação de quadros para a época que se inicia.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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