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Bicampeão nacional recebe moralizado Imortal este sábado
UD Oliveirense e Imortal LUZiGÁS defrontam-se este sábado, a partir das 16 horas, numa partida da 18.ª jornada da Liga Placard que tem transmissão na RTP2 e FPBtv.
João Balseiro e Nuno Morais, bases-extremo do bicampeão nacional e da turma algarvia, respetivamente, anteviram este encontro.
Do lado oliveirense, João Balseiro tece elogios ao Imortal e à sua carreira nesta Liga, não se focando no seu recente triunfo diante do Sporting CP: “O Imortal é uma equipa com jogadores que fazem a diferença. Tem estrangeiros de grande qualidade e excelentes marcadores de pontos. Não acho que sua a vitória sobre o sporting sirva de aviso, porque já conhecemos o nosso adversário. Sabemos que vai ser uma partida difícil pela época que o Imortal está a fazer”, afirma.
O internacional português dá a receita para que a sua equipa se torne mais regular: “Penso que, defensivamente, temos de estar mais regulares. Mas temos trabalhado muito bem e acredito que nos momentos decisivos vamos estar lá”, deixa a nota.
Apesar da Oliveirense ocupar o quinto lugar, Balseiro não hesita na hora de apontar à principal meta: “A conquista do tricampeonato continua a ser o grande objetivo. Trabalhamos todos os dias para isso. E sinceramente acredito que podemos fazer coisas bonitas esta época, o nosso grupo é ótimo”, vinca.
O jogador, de 33 anos, voltou há pouco à competição depois de ultrapassada uma complicada lesão, e diz-se preparado para as grandes decisões: “Regressei há pouco de lesão, estou a trabalhar para regressar à minha melhor forma. Sinto-me bem e sempre pronto para ajudar a minha equipa. Aquilo de que mais gosto são os momentos decisivos, é para estarmos lá que trabalhamos”, garante.
Em Albufeira mora a equipa-sensação da Liga Placard 2020/21 e Nuno Morais reconhece que o Imortal já olha de outra forma para o campeonato: “Sem dúvida de que vimos de três vitórias muitos importantes para o campeonato e que nos sentimos confiantes! Mas não nos podemos esquecer de que iremos defrontar o atual bicampeão nacional. Sabemos que temos quase cumprido o grande objetivo da época, a permanência na Liga Placard. No entanto, tanto a primeira volta como estes últimos jogos deram-nos sensações de que podemos ambicionar algo maior, como uma entrada nos playoffs numa posição mais confortável. Não vamos fugir às nossas responsabilidades e, neste momento, é para isso que a nossa equipa está a trabalhar”, enfatiza.
Na sua segunda época no Imortal, Nuno Morais explica o sucesso do clube: ” A nossa campanha explica-se pelo projeto coeso e bem estruturado da época passada, que nos permitiu a continuidade do “núcleo duro”, aliada à aquisição de novos estrangeiros que se integraram facilmente e que, sem dúvida, trouxeram mais qualidade à equipa, assim como todas as condições que o clube nos proporciona diariamente. Considero que sejam as razões fulcrais para o nosso sucesso, até ao momento”, avalia.
O atleta, de 31 anos, tem assumido importância na manobra do conjunto, mas mostra-se apenas interessado no coletivo: “É verdade que tenho conseguido contribuir mais nestes últimos jogos e que tem corrido bem! Mas para mim, o mais importante é saber qual o meu papel dentro da equipa e continuar a trabalhar todos os dias, e da mesma maneira, para o nosso sucesso coletivo”, aponta.
Quanto à Oliveirense, Nuno Morais deixa claro o seu poderio: “Penso que a Oliveirense é uma das equipas mais bem orientadas do nosso campeonato, sendo comandada dentro de campo pela qualidade inequívoca do seu base principal. É uma equipa muito coletiva que procura sempre a melhor solução ofensiva”, analisa.
Imortal recebe Sporting para a Liga Placard
Imortal LUZiGÁS e Sporting CP voltam a encontrar-se, desta feita no Pavilhão Desportivo de Albufeira, na 17.ª jornada da Liga Placard.
A FPB falou com Tanner Omlid, extremo dos algarvios, e Cláudio Fonseca, poste internacional português, sobre a partida marcada para as 18h30 de terça-feira, e com transmissão na FPBtv.
O Imortal saiu derrotado nas últimas duas ocasiões que as equipas se encontraram. Contudo, Tanner Omlid sabe o que correu mal e identifica algumas das causas que levaram ao desaire na Taça Hugo dos Santos: “Temos que cuidar muito melhor da bola, tivemos muitas perdas de bola sem sentido e a nossa seleção de lançamento não foi boa. Temos que jogar de forma mais inteligente”, afirma.
Ainda que se encontrem na sexta posição da Liga Placard, o atleta norte-americano destaca a confiança da equipa e a intensidade que têm demonstrado até ao momento: “A nossa mentalidade é sermos a melhor versão possível de nós mesmos e, se continuarmos a jogar da maneira que devemos, acreditamos que podemos vencer qualquer equipa”.
Omlid mostra que os algarvios têm a lição bem estudada, e confessa que o desgaste que os “leões” podem ter sofrido na final dificilmente terá impacto no desenrolar do encontro: “Vão ser físicos, vão fazer as jogadas certas, vão ser fortes nos ressaltos. Vão jogar como costumam jogar”.
Já o Sporting chega a esta partida depois de sofrer a sua primeira derrota em competições internas e vê terminada uma sequência de 20 vitórias consecutivas. Ainda que tenham perdido o primeiro troféu da época, Cláudio Fonseca olha para o futuro e afirma que a equipa têm que usar a derrota como motivação: “Continuamos bastantes fortes psicologicamente, e saber que não conseguimos atingir um dos nossos objetivos é algo que podemos aproveitar para trabalhar mais”.
“O Imortal está a fazer um grande campeonato, é uma equipa num bom estado de forma. O facto de sabermos isso é positivo porque sabemos que vai ser um jogo duro e nós gostamos desse tipo de jogos” confessa o atleta leonino, que esteve em evidência nos dois jogos da Taça Hugo dos Santos ao apontar uma média de 11 pontos, 8.5 ressaltos e 1 desarme de lançamento nos dois jogos.
Com o foco no campeonato – os “leões seguem em primeiro lugar com mais um ponto que o FC Porto – o poste internacional português volta a frisar que a derrota sofrida não pode ser esquecida, e que a equipa tem que a utilizar como momento de aprendizagem, a começar já na terça-feira contra o Imortal: “Podemo-nos servir deste momento menos bom para ficarmos mais unidos como equipa, estamos focados no próximo objetivo que é ganhar o próximo jogo”.
Oliveirense assegura última vaga dos “quartos”
No último jogo dos oitavos-de-final da Taça de Portugal masculina, a UD Oliveirense bateu o Lusitânia Expert por 102-95. Nos “quartos, o bicampeão nacional vai defrontar o SL Benfica.
Os anfitriões estiveram quase sempre na frente do marcador, mas o adversário açoriano raramente ficou longe, tendo apenas perdido algum terreno na fase final, quando chegou a estar com uma desvantagem de 15 pontos.
Na Oliveirense, que cavou diferenças nos ressaltos (51 contra 27 do adversário), estiveram em destaque Travis Munnings (24pts, 11res, 5ast, 2rb), João Guerreiro (16pts, 3res), João Balseiro (15pts, 6res, 2ast, 2rb), João Grosso (12pts, 5res, 1ast, 1rb), Justin Alston (12pts, 4res, 1ast), José Barbosa (11pts, 6res, 8ast) e o reforço Larry Austin Jr (10pts, 1res, 3ast, 1rb), enquanto no Lusitânia assumiram as despesas Temidayo Yussuf (24pts, 6res), Chris Davenport (23pts, 7res, 2ast, 1dl), Render Woods (16pts, 1res, 5ast, 4rb, 1dl) e Sérgio Silva (16pts, 3res, 4ast, 3rb).
FC Porto vence Taça Hugo dos Santos
O FC Porto bateu o Sporting CP por 72-68 e venceu a sua 4.ª Taça Hugo dos Santos, cinco anos depois da sua última conquista.
Os “dragões” até começaram pior o jogo. A equipa dos “leões” entrou a todo o gás, e apoiados numa defesa muito intensa, conseguiram limitar o Porto a apenas dois pontos até à passagem do sexto minuto.
Com o aproximar do fim do período os azuis-e-brancos conseguiram reduzir a diferença para 14 pontos, e a recuperação continuou no segundo quarto graças a um aumento da eficácia de lançamento por parte dos comandados de Moncho López. Ainda assim, quando as duas equipas recolheram aos balneários, a vantagem leonina era de dez pontos, mas com um ligeiro ascendente portista.
No segundo tempo o FC Porto mostrou que o jogo não estava terminado. Ao aproveitarem um momento de menor fulgor físico por parte da equipa de Alvalade, os “dragões” conseguiram recuperar da desvantagem e chegaram ao empate quando o cronómetro marcava dois minutos para o final do terceiro período.
Aumentava a emoção e o conjunto treinado por Luís Magalhães começava a sentir a pressão do seu lado depois de verem esfumada uma vantagem de 17 pontos. Contudo, esse sentimento pareceu não os afetar dada a sua entrada nos derradeiros dez minutos. O Sporting voltou a distanciar-se, mas um parcial de 8-0 permitiu que os azuis-e-brancos passassem para a frente já dentro dos últimos dois minutos.
Até ao fim ambas as equipas procuraram a vitória, mas a sete segundos do final, Travante Williams converteu apenas um dos seus três lances livres e abriu caminho para a vitória portista, capitalizada por Eric Anderson Jr, que fechou o marcador ao apontar o 72-68.
O FC Porto voltou assim a levantar o troféu Hugo dos Santos e vence o primeiro troféu de 2021.
Eric Anderson Jr. foi o MVP da partida com 18 pontos, 10 ressaltos, 1 assistência e 1 roubo de bola, com Jalen Riley (13pts, 3res, 1ast, 1rb) e Tanner McGrew (11pts, 3res, 5ast, 1rb) a serem fundamentais para a vitória portista. Pelo Sporting, Travante Williams (12pts, 3tres, 4ast, 3rb, 1dl), Cláudio Fonseca (12pts, 8res, 2dl), Diogo Ventura (10pts, 2res, 2ast) e James Ellisor (10pts, 4res, 3ast, 3rb, 1dl) não foram suficientes para evitar a derrota.
No final da partida, Eric Anderson Jr. mostrou-se feliz pela vitória e pelo troféu conquistado: “A equipa jogou muito bem, os nossos jogadores converteram lançamentos importantes e todos assumiram quando foi altura de assumir. Hoje lutámos e conseguimos recuperar. Queríamos muito vencer este troféu depois de termos perdido o primeiro, viemos aqui para ganhar porque queremos vencer sempre”.
Moncho López, técnico vencedor, destacou as adversidades enfrentadas pela equipa ao longo desta época: “Sei que a minha equipa vem de circunstâncias muito complicadas esta época como é a gravidade da lesão do Max Landis, no último jogo tivemos um jogador importante que teve que ir ao hospital. A minha equipa e os adeptos sabem que não sou um treinador de desculpas, nunca ponho desculpas, e sabem que reagimos, lutamos sempre, e hoje viemos a esta final com essa mentalidade, lutar contra todas as adversidades”.
Vitória SC triunfa em Coimbra e segue para os “quartos” da Taça
O Vitória SC garantiu um lugar nos quartos-de-final da Taça de Portugal, depois de vencer a Académica/Efapel em Coimbra, este sábado, por 82-63.
Foi uma partida em que os vimaranenses nunca estiveram em posição de desvantagem, apesar de apenas o 2.º quarto ter sido pouco equilibrado (28-12 para os minhotos), numa altura em que os comandados por Carlos Fechas souberam aproveitar as perdas de bola da Académica. Ao todo, o Vitória marcou 25 pontos a partir dos “turnovers” adversários, ao longo do jogo.
Jaron Hopkins (20pts, 8res, 5ast, 1rb), Ricardo Monteiro (15pts, 8res), Alfred Parrish (14pts, 2res, 3ast, 3rb, 2dl), Tyler Seibring (10pts, 3res, 2ast, 1rb, 1dl) e André Bessa (6pts, 4res, 8ast, 3rb) lideraram os vitorianos.
Do lado dos anfitriões, os melhores elementos foram Malcolm Richardson (14pts, 2res, 2ast, 1rb), Robert McCoy (13pts, 3res, 3ast, 2rb) e Bakary Konate (11pts, 13res).
FC Porto vence Benfica nas “meias” da Taça Hugo dos Santos
Num jogo de quatro períodos muito distintos, o FC Porto venceu o SL Benfica por 80-76 e vai enfrentar o Sporting na final da Taça Hugo dos Santos.
O primeiro quarto ficou marcado pela forte entrada dos “dragões”. O conjunto azul-e-branco aproveitou a menor eficácia dos “encarnados” para construir uma vantagem de sete pontos. Contudo, o Benfica depressa respondeu e conseguiu equilibrar a partida, encurtando a diferença para apenas uma posse de bola no final dos primeiros dez minutos.
Os comandados de Moncho López voltaram a ser mais fortes no segundo período, e desta vez as “águias” não foram capazes de recuperar. A falta de intensidade defensiva permitio ao Porto dilatar a sua vantagem e quando as duas equipas recolheram aos balneários o marcador assinalava 41-34.
O terceiro período foi diferente, e desta feita foi o Benfica a entrar mais forte. Um parcial de 4-18 permitiu chegar à liderança pela primeira vez e abrir uma diferença de oito pontos a menos de dois minutos do final do quarto.
Com o jogo a aproximar-se do momento da decisão, a intensidade aumentou e a margem de erro foi diminuindo. As “águias” começaram a mostrar dificuldades ofensivamente e o Porto aproveitou as suas oportunidades para relançar a incerteza no marcador.
A igualdade voltou a ser restabelecida por intermédio de Pedro Pinto e nos minutos que se seguiram ambas as equipas procuraram assumir a liderança, o que aconteceu já na reta final do encontro. Brad Tinsley fez o 68-68 e deu início a uma sequência de 8-0 que permitiu aos azuis-e-brancos saltarem para 74-68, já dentro do último minuto. O Benfica aproximou-se novamente, mas uma falta antidesportiva assinalada a Demond Carter permitiu que Pedro Pinto colocasse um ponto final, marcando dois lances livres e fazendo o 80-76.
Em termos individuais, Pedro Pinto (15pts, 1res, 2ast), Brad Tinsley (14pts, 3res, 3ast), Eric Anderson Jr. (14pts, 10res, 2ast) e Francisco Amarante (11pts, 1res, 1ast) foram os principais destaques do conjunto portista. Já pelo Benfica, Quincy Miller (22pts, 6res, 1ast, 1rb) e Demond Carter (19pts, 4res, 1ast, 2rb, 1dl) não conseguiram evitar a derrota.
No final do encontro, Carlos Lisboa, técnico “encarnado”, lamentou as falhas defensivas na primeira parte acabaram por ser determinantes: “Nós não estivemos bem na primeira parte em termos defensivos. Não fomos intensos como devíamos ter sido, como fomos no terceiro período, e a recuperação que tivemos no terceiro período deveu-se fundamentalmente à intensidade defensiva que pusemos no jogo”.
Já Moncho López, treinador dos “dragões” confessou não ter sido feliz em algumas escolhas, mas mostrou-se feliz pela equipa ter conseguido a vitória: “Falei agora disto, sentimos que hoje, dois jogadores muito importantes tiveram atitude, mas o seu contributo na prática não foi o que precisamos, enganei-me ao colocá-los em jogo e felizmente no último período conseguimos fazer muito bem as coisas”.
A final está marcada para domingo, dia 7, pelas 16 horas, e com transmissão em direto na FPBtv e RTP2.
“Leões” atingem final da Taça Hugo dos Santos
Sporting CP e Imortal LUZiGÁS abriram a 12.ª edição da Taça Hugo dos Santos no Pavilhão Multiusos de Sines. Depois de uma partida muita disputada, os comandados de Luís Magalhães garantiram o seu lugar na final de amanhã.
O encontro começou com ritmo elevado, mas com alguma falta de eficácia de parte a parte. Com quatro minutos jogados o marcador assinalava uma igualdade a dois pontos, e a meio do primeiro período a partida continuava a pautar-se pelo equilíbrio, com os algarvios na frente, 4-5.
Gradualmente a eficácia começou a aumentar, e finalizados os dez minutos iniciais o Sporting liderava 20-11. Contudo, o Imortal não baixou os braços, e com um parcial de 0-7 a abrir o segundo período, conseguiu deixar o jogo a apenas uma posse de bola, 20-18. Ao ver a aproximação do seu adversário, o conjunto de Alvalade voltou a distanciar-se, mas ao intervalo a sua vantagem era de apenas cinco pontos.
O terceiro quarto começou e depressa se percebeu que o Imortal queria surpreender. Os comandados de Luís Modesto entraram a todo o gás e foram-se aproximando, em grande parte graças a Tanner Omlid e Tymetrius Toney, que ajudaram os algarvios a chegar à liderança do marcador pela primeira desde o primeiro período.
Com o encontro empatado a 51 à entrada para os dez minutos finais, a emoção estava no auge. Ambas as equipas foram trocando lideranças no marcador, mas um triplo de Travante Williams e outro de João Fernandes permitiram ao Sporting chegar aos seis pontos de diferença a menos de cinco minutos do final, o que acabou por ser determinante.
Até ao final o Imortal tentou recuperar, mas são os líderes do campeonato que avançam para a final ao vencerem por 79-67. James Ellisor foi o grande destaque e MVP da partida, ao terminar o encontro com 20 pontos, 7 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola, e, juntamente com Travante Williams (18pts, 6res, 7ast, 2tb) e Cláudio Fonseca (10pts, 9res, 1rb) foram peças fundamentais para o resultado final. Já do lado dos algarvios, Tanner Omlid (18pts, 6res, 1ast, 2dl) e DJ Fenner (17pts, 5res, 4 ast, 2rb) foram os mais esclarecidos, com Tyere Marshall (7pts, 14res, 2ast, 4rb) a mostrar-se na luta das tabelas.
No final da partida Luís Modesto, técnico dos visitantes, afirmou que fica um sabor amargo depois da derrota, mas que a equipa tem que olhar para os objetivos que restam: “O sentimento é de não termos conseguido aquilo para que viemos aqui que era ganhar o primeiro jogo. No entanto demonstrámos que estamos aqui por mérito próprio, que podemos disputar estes pontos altos”.
Já António Paulo, treinador-adjunto dos vencedores, destacou a réplica dada pelo seu adversário e a falta de eficácia por parte dos leões, algo que terá de melhorar no jogo da final: “Julgo que não conseguimos lançar de forma suficientemente eficaz, pelo menos de maneira regular. Tivemos tiros abertos, mas o jogo também é muito valorizado pela maneira como o Imortal defendeu, que conseguiu anular alguns dos nossos pontos fortes e nesse sentido trazer o jogo quase até ao final”.
“Dragões” e “águias” lutam pela final
FC Porto e SL Benfica encontram-se, sábado pelas 17h30, na meia-final da 12.ª edição da Taça Hugo dos Santos, num encontro que pode ser acompanhado na FPBtv e RTP2.
A FPB falou com Miguel Queiroz e Brad Tinsley sobre a motivação de recuperar um troféu que foge desde 2015/16, e com Rafael Lisboa e Quincy Miller sobre a vontade de voltar a chegar à final e somar o seu sétimo título.
O capitão e sub-capitão do FC Porto entram para este jogo como os únicos jogadores que estavam presentes na última vez que o troféu seguiu para a cidade invicta. A vontade de vencer está presente, mas Miguel Queiroz defende que o tempo que passou desde a última conquista não aumenta a motivação: “O que nos motiva todos os dias é ganhar jogos e ganhar troféus, é saber que em cada treino e em cada jogo corremos por nós e por milhões de portistas, isso é a nossa motivação”.
Brad Tinsley confessa que a falta de adeptos na bancada continua a ser estranho, mas que o jogo se continua a ser especial. “Do Benfica esperamos vontade de vencer o jogo. Mas preferimos falar do FC Porto, estamos prontos para o jogo e tudo faremos para estar nessa final” atira o base portista.
Os azuis-e-brancos são a melhor defesa da Liga Placard e vão enfrentar o segundo melhor ataque. O poste considera que “Estamos a atravessar um bom momento, estamos a jogar bem e a defender muito bem. Se defendermos como temos vindo a fazer até agora, estaremos mais próximos de ganhar”.
Esta é a terceira vez que “águias” e “dragões” se encontram nesta fase da competição. O Benfica venceu o último encontro – 119-111 em 2019/20 – e procura repetir o feito de forma a atingir a sua terceira final consecutiva.
“Nas últimas duas finais não conseguimos vencer, mas aqui no Benfica a motivação tem que ser sempre máxima, a exigência também, e é um objetivo, uma obrigação que nós temos que é ganhar os dois jogos e trazer a Taça” afirma Rafael Lisboa.
Quincy Miller chegou aos encarnados em Janeiro e o próprio já vê a evolução da equipa: “Estamos a comunicar mais e estamos melhor defensivamente. Acho agora que nos conhecemos melhor uns aos outros”. Embora esta seja a sua primeira vez a jogar um clássico, o extremo norte-americano assegura que a equipa está preparada: “Vamo-nos tentar preparar para eles da melhor maneira que pudermos. Sei que são uma grande equipa”.
“Acho que temos que fazer o que temos treinado, seguir o plano de jogo e sermos rigorosos e ir ao detalhe porque neste tipo de jogos, tudo se decide nos pequenos detalhes”, conclui o internacional português.
Sporting e Imortal procuram lugar na final
Sporting CP e Imortal LUZiGÁS enfrentam-se este sábado, pelas 15 horas, na primeira meia-final da 12.ª edição da Taça Hugo dos Santos, num encontro com transmissão na FPBtv e na RTP2.
A FPB falou com John Fields e Francisco Amiel sobre a vontade de levar o troféu pela primeira vez para Alvalade, e com DJ Fenner e António Monteiro sobre a época surpreendente do Imortal e a estreia na competição.
O Sporting chega a Sines vindo de três derrotas na FIBA Europe Cup, algo que John Fields acredita poder ter um efeito positivo na mentalidade da equipa: “Acho que as três derrotas na FIBA Europe Cup nos tornaram uma equipa mais forte, agora sabemos as coisas em que podemos trabalhar para levar a equipa ao próximo nível”.
Apesar de terem sido três jogos “de muitas emoções e esforços”, como afirma Francisco Amiel, o base português defende que a equipa se vai apresentar bem fisicamente e sem a pressão de ainda não terem conhecido o sabor da derrota em competições internas: “Não diria que sentimos pressão, sentimos sim uma obrigação e motivação de colher os frutos do nosso trabalho, até porque, como já foi dito, foi um troféu que não conseguimos atingir a época passada e é algo que queremos muito conquistar”.
Os líderes da Liga Placard não esperam um jogo fácil e Francisco Amiel assegura que a equipa está concentrada: “É neste momento uma das equipas mais fortes da nossa Liga e tratamos este jogo dessa mesma maneira”. Para John Fields, a chave para a vitória será “impedir que os seus bases marquem e ser fortes na zona pintada”.
O Imortal LUZiGÁS regressou este verão à Liga Placard e não demorou a habituar-se ao convívio dos grandes. “O nosso objetivo principal era a manutenção, mas desde que começámos a ganhar os jogos contra as equipa que, podemos dizer que são do nosso “campeonato”, foi-se tornando cada vez mais real que podíamos ficar numa boa posição e chegar ao 4º lugar” afirma António Monteiro, poste de 31 anos que venceu a competição em 2015/16 ao serviço do FC Porto.
Esta é a primeira vez que os algarvios participam na Taça Hugo dos Santos, mas a equipa chega a este jogo vinda de uma paragem prolongada devido à pandemia do COVID-19. Ainda assim, DJ Fenner não o utiliza como desculpa: “Tem sido difícil, mas é só isso, apenas alguma adversidade que temos que superar”.
As duas equipas encontraram-se na 4.ª jornada – vitória dos “leões” por 101-72 – mas o base norte-americano não acredita num resultado semelhante. “No início da temporada, estávamos todos tentando encontrar nossos papéis e agora parece que estamos começando a descobrir como nos encaixamos, como nos encaixamos no ataque e como jogamos bem juntos na defesa”, atira.
António Monteiro mostra-se consciente das dificuldades que a equipa tem pela frente, mas acredita num jogo emocionante: “O Sporting caracteriza-se por ser muito forte no jogo interior e os extremos são igualmente bons, acho que vai ser um jogo muito divertido de se ver”. Ainda assim, e com apenas um jogo a separar Imortal e a final da Taça, DJ Fenner acredita que os adeptos podem assistir a uma surpresa: “Se conseguirmos manter um jogo equilibrado até aos últimos quatro minutos, acho que podemos chocar algumas pessoas”.
Quem sucede à Oliveirense?
Fundada em 2009/10, a Taça Hugo dos Santos avança para a sua 12.ª edição, a quarta consecutiva a ser disputada no Pavilhão Multiusos de Sines, ficando a apenas uma de Oliveira do Hospital, que recebeu a competição cinco vezes seguidas entre 2012/13 e 2016/17.
Olhando para os participantes, são vários os destaques que tornam este ano diferente, desde logo pela ausência da UD Oliveirense, vencedora nos últimos dois anos.
A equipa algarvia do Imortal LUZiGÁS faz a sua estreia. O conjunto de Albufeira tem sido uma das surpresas da época neste regresso à Liga Placard e garantiu o seu lugar depois de ter terminado a primeira volta na 4.ª posição, com 22 pontos.
Já o SL Benfica chega a Sines enquanto recordista de títulos. Desde 2009/10, as “águias” levantaram o troféu em seis ocasiões, mas não o fazem desde 2017/18, tendo perdido as últimas duas finais frente à UD Oliveirense.
Com três triunfos, o FC Porto quer recuperar um objetivo que lhe foge há quatro anos. O capitão Miguel Queiroz e o sub-capitão Brad Tinsley são os únicos atletas que ainda se mantém no plantel dos “dragões”, bem como o técnico Moncho López.
A participar pelo segundo ano consecutivo, o Sporting CP procura vencer a taça pela primeira vez. Depois de terem feito a sua estreia a época transata – acabaram eliminados pela Oliveirense nas meias-finais – os “leões” chegam este ano enquanto líderes do campeonato e sem derrotas no plano interno.
Em termos individuais, são doze os jogadores em competição que se podem orgulhar de terem levantado a Taça Hugo dos Santos. Cláudio Fonseca, João Soares e Tomás Barroso contam quatro títulos cada, João “Betinho” Gomes venceu em duas ocasiões, e oito atletas já ganharam o troféu uma vez: Brad Tinsley, Miguel Queiroz, António Monteiro, Arnette Hallman, Travante Williams, James Ellisor, Eric Coleman e John Fields.
As meias-finais Sporting CP – Imortal LUZiGÁS e FC Porto – SL Benfica estão marcadas para sábado, dia 6, enquanto que a final será disputada no domingo, dia 7. Todos os jogos terão transmissão na FPBtv e RTP2.
Sines recebe Taça Hugo dos Santos
O Pavilhão Multiusos de Sines vai acolher a 12.ª edição da Taça Hugo dos Santos, este fim-de-semana. Com base na classificação da 1.ª volta da Liga Placard, Sporting CP, FC Porto, SL Benfica e Imortal LUZiGÁS foram as quatro equipas apuradas para a competição.
A primeira meia-final, agendada para sábado, às 15 horas, coloca frente a frente os líderes do campeonato e o conjunto algarvio, que regressou esta época ao escalão máximo do basquetebol nacional.
O segundo jogo de sábado opõe “dragões” e “águias”, numa reedição da meia-final da época transata. A partida tem hora de início marcada para as 17h30.
Os vencedores avançam para a grande final, que está agendada para domingo, dia 7, às 16 horas.
Todos os encontros da competição serão transmitidos, em direto, na FPBtv e na RTP2.
Académica e CAB regressam às vitórias na Liga Placard
O domingo de Liga Placard começou com a vitória do FC Porto em Ovar por 56-66. A Ovarense/GAVEX entrou melhor e liderou durante grande parte do primeiro período, mas um triplo de Larry Gordon deu a vantagem aos “dragões”. Até ao intervalo os “azuis-e-brancos” foram aumentando a diferença, sendo que na segunda parta a Ovarense ainda tentou reagir, mas o Porto foi mais forte e conseguiu a sua sexta vitória consecutiva.
Marcus Lovett Jr. (19pts, 2res, 6ast, 3rb) foi o mais esclarecido da equipa da casa, enquanto que Larry Gordon (22pts, 10res, 5ast, 1dl), Miguel Queiroz (11pts, 8res, 1ast, 1rb, 2dl), Brad Tinsley (11pts, 3res, 3ast) e Eric Anderson Jr. (6pts, 13res, 4ast, 1dl) foram os maiores destaques dos “dragões”.
No Funchal o CAB Madeira conseguiu bater a UD Oliveirense por 81-75, num jogo com incerteza até ao final.
Os visitantes entraram a todo o gás e dominaram grande parte do primeiro tempo. A equipa da casa ia mostrando muitas dificuldades e ao intervalo o marcador assinalava 33-42, favorável ao conjunto de Oliveira de Azeméis. A toada manteve-se depois do descanso, mas nos dez minutos finais o CAB Madeira respondeu, abrindo o quarto período com um parcial de 15-0 que lhe permitiu saltar para a liderança.
Nos minutos finais ambas as equipas lutaram pela vitória, mas nos momentos decisivos o conjunto do Funchal foi mais forte, e conseguiu um triunfo suado por seis pontos.
Em termos individuais, Arvydas Gydra (18pts, 6res, 1ast), Paul Jorgensen (14pts, 1res, 3ast), Robertas Grabauskas (13pts, 7res, 1rb) e Amen Cheeseman (11pts, 6res, 3ast, 1rb) foram fundamentais na equipa da casa, enquanto que pela Oliveirense é preciso mencionar João Guerreiro (26pts, 7res, 1rb), Travis Munnings (16pts, 9res, 3ast, 3rb) e Justin Alston (14pts, 6res, 3ast, 1rb, 1dl).
O Galitos Barreiro conseguiu a segunda vitória consecutiva ao bater o Maia Basket por 81-85, e aproximou-se do sétimo lugar da Liga Placard. No entanto, e apesar da vitória, os visitantes tiveram um início de jogo atribulado.
A equipa da Maia impôs-se, e depois dos dez minutos iniciais já venciam por 15 pontos. O conjunto do Barreiro ia mostrando algumas dificuldades no plano ofensivo, mas os papeis inverteram-se no segundo período, altura em que o Galitos conseguiu reduzir a desvantagem para oito pontos. Depois do intervalo o equilíbrio pautou o jogo, mas com o aproximar do fim os visitantes voltaram a aumentar a intensidade e passaram para a frente do marcador a quatro minutos do final.
Ambas as equipas trocaram lideranças e a incerteza no marcador arrastou-se até aos últimos segundos, com os visitantes a sairem por cima, conseguindo mais uma vitória.
Theophilus Johnson (25pts, 1res, 2ast, 2rb), Jakob Lowrance (17pts, 9res, 1ast, 1rb, 1dl), Lamar Morgan (17pts, 5res, 3ast, 1rb) e Romani Hansen (15pts, 13res, 2ast, 1dl) estiveram em evidência pelo Maia. Já pelo Galitos, Derreck Brooks Jr. (24pts, 5res, 2ast, 2rb, 2dl), Patrick Mcglynn (21pts, 5res, 6ast, 2rb), Rozelle Nix (18pts, 8res, 1ast) e Alonzo Ododa (8pts, 10res, 2ast, 2dl) foram os destaques.
A partida entra a Académica EFAPEL e o Esgueira/Aveiro/OLI viu os “estudantes” quebrarem uma sequência de três derrotas consecutivas com um triunfo por 68-54.
O encontro foi dominado pela Académica durante o primeiro tempo apesar da réplica por parte dos visitantes. Ao intervalo o marcador assinalava 38-29, e apesar das tentativas por parte do Esgueira, a equipa da casa nunca perdeu a sua vantagem. De nove, a diferença entre os dois conjuntos foi subindo, chegando aos 14 pontos que ficaram claros no resultado final.
Os principais destaques na equipa de Coimbra foram Ashford Golden (17pts, 6res, 1ast, 4rb. 1dl), Joshua Mcnair (13pts, 6res, 1rb), Daniel Relvão (11pts, 12res, 1ast, 3rb, 3dl) e Bakary Konate (10pts, 5res, 1ast), enquanto que pelo Esgueira, Kareem Brewton (20pts, 3res, 2ast, 6rb), Cuyler Mosley (11pts, 4res, 1ast, 1rb, 1dl) e Gustavo Teixeira (10pts, 4res, 5ast, 2rb, 1dl) estiveram em evidência.
O último jogo do dia viu o SL Benfica vencer o Vitória SC, aproximando-se da segunda posição da Liga Placard.
A primeira parte do encontro foi pautada pelo balanço entre os dois conjuntos, apesar de algum ascendente das “águias”. Os comandados de Carlos Lisboa venciam por quarto no final do primeiro período, e quando as duas equipas recolheram aos balneários essa vantagem chegara aos sete pontos. Esperava-se que o equilíbrio se mantivesse, mas os “encarnados” regressaram a todo o gás e conseguiram ir dilatando a diferença, vencendo por 66-89.
Na equipa da casa, Ricardo Monteiro (16pts, 8res, 1ast, 1dl), Coreontae Berry (12pts, 3res, 1dl), Alfred Parrish (12pts, 2res, 5ast, 1rb, 1dl) e Tyler Seibring (10pts, 3res, 5ast) foram os mais esclarecidos. Pelo Benfica, João “Betinho” Gomes (19pts, 8res, 5ast, 2rb, 1dl) esteve em destaque, bem como Quincy Miller-Scott (21pts, 7res, 4ast, 1dl), Bryce Alford (16pts, 3reb, 3ast), Rafael Lisboa (11pts, 3res, 4ast, 1rb) e Cameron Jackson (10pts, 4res, 2ast, 2rb, 1dl).
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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