Artigos da Federaçãooo
«Trabalhamos para melhorar»
A começar pelo próximo confronto, com o Sampaense…
Na sua opinião, a equipa poderia ter feito melhor nos jogos já disputados?Sim, a nossa equipa tem a perfeita consciência que poderíamos de facto ter feito melhor em alguns dos jogos já disputados, mas somos humildes o suficiente para reconhecer os erros cometidos e temos trabalhado imenso para os corrigir.Concorda que defensivamente não estiveram tão bem nos últimos jogos?Tendo em conta o número de pontos sofridos em alguns dos últimos jogos não temos estado muito bem defensivamente. Em alguns momentos não temos sido eficazes na recuperação defensiva, e na defesa do portador da bola, e isso tem-nos afetado. No entanto, temos consciência disso e temos trabalhado bastante para melhorar estes aspetos.Conscientes que estes próximos dois jogos, em casa, serão determinantes para definir para que objetivos irão lutar até final da fase regular?Temos consciência que num campeonato tão equilibrado como o nosso todos os jogos poderão vir a ser determinantes. Principalmente os disputados em casa. Estes dois próximos jogos são importantes para nós e para as nossas aspirações. Tudo iremos fazer para sermos bem sucedidos.O Sampaense é o primeiro obstáculo. Uma equipa que está a fazer um muito bom campeonato. O talento ofensivo da equipa do Sampaense vai ser o principal problema que terão de resolver?O bom campeonato que o Sampaense está a fazer é espelho da boa equipa que tem e da forma eficaz e agressiva como tem jogado. O seu talento ofensivo é de facto um dos aspetos que teremos que procurar controlar e sobre o qual devemos ter muita atenção no entanto não é o único. No que terá de estar melhor a Oliveirense neste jogo para regressar às vitórias?Em termos defensivos temos que melhorar a nossa recuperação defensiva enquanto ofensivamente temos que procurar melhorar a eficácia de lançamento exterior e lances-livres.
Guerrero deixa Maia Basket
No mesmo documento, o clube maiato informa que será Manuel Romão o novo técnico da equipa. Leia o comunicado nos detalhes dsta notícia.
«Comunicado de 8 de Janeiro de 2014: A Direcção do Maia Basket Clube comunica que, por acordo entre ambas as partes, o treinador Vicente González Guerrero deixa de orientar a equipa Sénior do MBC, não deixando de lhe agradecer todo o trabalho desenvolvido em prol desta instituição. Comunica-se ainda que Manuel Romão, treinador de Grau III há duas épocas no clube, será o novo técnico da equipa que milita na LPB. A Direcção do Maia Basket Clube»
Memorial Mário Lemos Inscrições
Uma das curiosidades deste evento é saber se algum clube vai melhorar os resultados da época transacta dos concursos por equipas de lançamento na passada do lado direito, do lado esquerdo e lances livres.
Face ao sucesso da inovação do modelo do Memorial Prof. Mário Lemos, em que pela primeira no historial do CNMB foi organizado um evento destinado ao escalão de Mini-10, vão decorrer de novo em simultâneo 3 convívios de minibásquete para Mini-10 com características iguais em 3 locais distintos do país Esposende, Mangualde e Vendas Novas.Este evento tem como destinatários todos os clubes com o escalão de Mini-10, masculino, feminino ou misto, com atletas devidamente inscritos na FPB. As inscrições que estão a decorrer em bom ritmo terminam na sexta-feira dia 17 de Janeiro e devem ser realizadas via email para mini.cnmb@fpb.pt Os actuais rankings nacionais dos concursos são os seguintes:Lançamento na passada lado direitoBarreirense 57Ginásio Olhanense 53 Galitos 39Portimonense 38B. Almada Clube 37 J. F. do Campo 37 Seixal 35 Imortal 32 Paço Arcos Clube 31Rio Maior 30 BC Barcelos 28 C. Amigos Vieira 26 Soutocico 24 Stella Maris 23 Tubarões 22 AB Albicatrense 18 Estrela de V. Novas11 Lançamento na passada lado esquerdoBarreirense 53Ginásio Olhanense 51J. F. do Campo 50Galitos 43Rio Maior 39Portimonense 38Paço Arcos Clube 34B. Almada Clube 33Seixal 28Soutocico 27Stella Maris 26C. Amigos Vieira 22Tubarões 22Imortal 21AB Albicastrense 20BC Barcelos 19Estrela de V. Novas11Lance LivreGinásio Olhanense 28Paço Arcos Clube 25Porimonense 24C. Amigos Vieira 23J. F. do Campo 22Galitos 20Stella Maris 18Barreirense 17BC Barcelos 17Tubarões 15B. Almada Clubel 14Seixal 14Imortal 14Estrela de V. Novas13Soutocico 12AB Albicatrense 11Rio Maior 11
«Um teste à nossa preparação»
Miguel. Uma deslocação com viagens de avião entre os dois jogos o que, na opinião da jogadora, servirá para testar a capacidade física e a força mental da equipa. Não perca a entrevista, nos detalhes desta notícia.
Depois de um ciclo menos positivo, duas derrotas consecutivas, a equipa voltou a exibir o domínio que marcou o inicio do campeonato. O que tiveram de recuperar ou alterar para regressarem às vitórias? Apesar desses jogos terem sido já há algum tempo, tenho na memória que a equipa foi surpreendida por novas dificuldades por parte dos adversários, nomeadamente a defesa pressão campo inteiro, o que nos provocou algum descontrolo dos ataques, fazendo-nos perder eficácia, assim como, e consequentemente, as capacidades de reação defensiva. Depois dessas duas derrotas, a equipa teve que se reajustar na saída de pressão e a continuar a trabalhar dependendo das características específicas de cada equipa do jogo seguinte. Concorda que esta jornada dupla nos Açores, uma vez que defrontam dois adversários diretos na luta pelo 1º lugar, vai ter um peso importante na definição da vossa posição final nesta fase regular? Todos os jogos são decisivos, não só em termos de classificação mas em termos de confiança e coesão da equipa para as etapas seguintes. Deste modo, a equipa irá encarar estes jogos nos Açores com a mesma importância e ainda mais concentração no plano de trabalho, pois disputamo-los na casa de ambos os adversários. Preparadas para disputar dois jogos consecutivos com as viagens pelo meio? É um teste à nossa preparação física e mental, pois é a primeira vez que a equipa joga dois jogos consecutivos com viagens de avião intercaladas. Mas é de notar que a maior parte das jogadoras continua a fazer parte, ou já fez parte, de equipas nacionais, a disputar Campeonatos de Europa ou em campeonatos estrangeiros ao mais alto nível, em que o sacrifício físico é constantemente exigido e o tempo de repouso reduzido. Por isso penso que o coletivo está preparado. No jogo com o Boa Viagem os principais problemas a resolver serão a qualidade do seu jogo interior e o controlo da luta do ressalto? Sem dúvida que o Boa Viagem apresenta um jogo interior forte, mas não podemos negligenciar o resto da equipa, uma vez que também apresenta jogadoras exteriores lançadoras e ofensivas. Um dos aspetos que nos é transmitido para se ter em atenção é realmente o bloqueio defensivo e posteriormente a disputa do ressalto, porque como todos nós sabemos é o primeiro passo para uma oportunidade de ataque e, dependendo do ressalto, de um contra-ataque. Não há receitas específicas, como no primeiro jogo vamos colocar dentro de campo todo o trabalho desenvolvido desde o início do campeonato. Já no domingo defrontam a equipa do União Sportiva que ainda não perdeu em casa. A estratégia passa por controlar muito bem defensivamente a norte-americana Jhasmin Player obrigando as restantes companheiras a terem que assumir protagonismo no ataque? Ou defender muito bem as restantes companheiras limitando ainda mais as soluções ofensivas do União Sportiva? Estamos no início da semana e ainda há aspetos a serem discutidos e trabalhados. Um pormenor é o facto do União Sportiva ainda não ter perdido em casa, o que pelos vistos torna o fator “casa” bastante relevante, devido à grande massa humana que apoia este clube. A nossa equipa encara esse fator com respeito, mas não o receia, porque é um fator extrínseco ao trabalho desenvolvido dentro de campo, em que as jogadoras são as principais intervenientes do jogo, não o público, não os árbitros, nem ninguém, para além das jogadoras. E falando em jogadoras é de salientar a norte-americana Jhasmin Player, que nos irá despertar maior atenção em reduzir-lhe as soluções, mas também dificultando-as para as restantes jogadoras, como na primeira volta o fizemos.
«Não há impossíveis»
Pedro Costa conhece bem as dificuldades que esperam a sua equipa, mas não perde a confiança. Leia a entrevista, nos detalhes desta notícia.
A derrota na última jornada frente ao Ginásio deixou marcas na equipa?A derrota da última jornada não deixou nenhuma marca especial. Não dramatizamos com as derrotas. Ficamos tristes porque acima de tudo sentimos que poderíamos ter ganho o jogo, jogo este que mais uma vez não pude contar com o meu plantel completo. Mas motiva-nos para trabalhar mais e melhor; para reencontrarmos o ritmo e entrosamento que já tivemos mas que, por problemas de disponibilidade de alguns atletas para jogar/treinar, nos últimos tempos, temos perdido.Considera aceitáveis as derrotas sofridas pelo Esgueira até ao momento?Nenhuma das derrotas foi anormal. Illiabum e Dragon Force são sem dúvida as equipas mais fortes da Proliga. Os outros dois jogos perdemos com mérito do adversário, mas não os defrontamos com todos os nossos recursos, o que nos condicionou bastante.O lugar que a equipa atualmente ocupa supera as expectativas que tinha para esta temporada?Com honestidade excedeu um pouco as minhas expectativas, mas desde que no Torneio António Pratas, no início da época, tivemos a prestação que tivemos, acreditamos que temos condições para jogar de igual para igual com todas as equipas. Também temos consciência que muitas das vitórias que tivemos foram muito difíceis e que vamos ter de defrontar novamente essas equipas, algumas delas fora.Entre o 3º e o 6º lugar está uma luta bem acesa. Terminar nos quatro primeiros é um objetivo vosso até final da fase regular?O objetivo definido para a equipa no início da época foi o apuramento para o Playoff. Se conseguirmos ficar nos quatro primeiros lugares, isso era fantástico, de qualquer maneira, com este modelo de playoff em que a equipa pior classificada joga primeiro em casa, já nem sei o que é melhor. Lamento que na Proliga se tenha regressado a esta fórmula injusta para quem se classifica melhor na fase regular e com o playoff à melhor de três em vez de cinco, o que não abona nada a competição. Playoff é festa quantos mais jogos melhor, é aí que enchemos quase sempre o nosso pavilhão. São jogos muito especiais.Este fim-de-semana defrontam o novo líder do campeonato. Uma equipa que já conhecem e a quem já venceram esta temporada. Cuidados a ter durante o jogo de forma a condicionar o sucesso do Illiabum?Antevejo uma partida muito difícil com o Illiabum. É uma equipa que pratica um basquetebol de grande intensidade quer atacar quer a defender, que ainda agora se viu reforçada com um jogador estrangeiro. São muitas as dificuldades que nos esperam, mas também já lhes ganhamos este ano e no desporto não há impossíveis. Uma coisa é certa, para vencer o Illiabum teremos de fazer um grande jogo e estamos motivados e a prepararmo-nos para isso. Teremos de ser mais fortes no ressalto do que no último jogo, parar os contra-ataques e a transição ofensiva muita rápida que têm e contrariar a pressão defensiva a que vamos ser sujeitos.Desejo que seja um grande jogo com muito público a assistir.Destaca algum jogador ou característica da equipa do Illiabum?O Illiabum tem um plantel forte e equilibrado com bons jogadores em todas as posições, vale pelo seu todo, tem bons jogadores com experiência e bons jovens jogadores.
«Objetivo é acabar no topo»
A jogadora, recuperada uma cirurgia a uma rotura num joelho, mostra-se otimista relativamente ao atual momento do GDESSA e acredita que sábado, às 17 horas em Coimbra, a equipa vai surgir determinada a alcançar o triunfo.
Ansiosa por voltar a jogar? E de que forma ultrapassou estes longos seis meses de paragem?Ansiosa sim, mas também serena. Como, infelizmente, não é a primeira longa paragem que faço, sei, dentro dos possíveis, como lidar com o retorno ao campo. Ultrapassar uma lesão, não sendo fácil, nunca deixa de ser simples: exige só trabalho, vontade e muita disciplina. Uma vez que esteve de fora, que avaliação faz do comportamento da equipa nestas primeiras 10 jornadas?A equipa ficou prejudicada na classificação por 3 derrotas seguidas que não deviam ter acontecido logo no início do campeonato. Naturalmente, existiram motivos para isso: tínhamos uma equipa ainda pouco rotinada, que ainda não estava na sua plena forma física e ainda só tínhamos uma estrangeira recém-chegada. Foi claro que a partir daí se viu um ascendente no jogo da nossa equipa, que durou até ao final da 1ª volta. Em suma, a equipa esteve bem, mas ainda aquém do que pode fazer e bem longe da sua classificação real.A equipa vem de uma derrota. Esta paragem competitiva foi benéfica para o grupo de trabalho?Penso que estas paragens nunca trazem benefícios, porque são demasiado longas e podem fazer deitar a perder o trabalho que se tinha vindo a construir, se se parar totalmente. Além disso, não precisávamos de parar porque não estávamos numa má fase, pelo contrário. Essa derrota aconteceu porque estivemos mal naquele jogo, não retirando o mérito aos Lombos na vitória.Concorda que o jogo com o Olivais é o primeiro de um ciclo de 5 que irão ter com bastante influência para o vosso posicionamento final na fase regular?Sim, claro, mas há que retirar pressão. Até porque acho que a Liga está tão competitiva este ano que um bom lugar na tabela no final da fase regular assegura absolutamente nada. O nosso objetivo é acabar no topo – é lá que pertencemos – mas o playoff é que importa.Acha que a equipa está preparada e a atravessar um bom momento para enfrentar esta série de desafios?Sem dúvida. A equipa está motivada e cheia de vontade para ir trepando a classificação. Estamos num bom momento e queremos mostrar que as derrotas da primeira volta não tinham que acontecer.As duas equipas estão empatadas na tabela classificativa. Vencer este jogo por mais de dois pontos de diferença seria um excelente resultado?Ganhar nunca é mau. Alguns jogos conseguem tornar-se mais fáceis, porque a equipa assim faz acontecer, com mérito próprio, e nunca como um dado pré-concebido em relação à equipa contrária. Mas ganhar um jogo até a uma equipa teoricamente mais fraca mesmo jogando mal, é sempre uma vitória e vale os mesmos pontos. Por isso, logicamente, ganhar ao Olivais, uma equipa muito forte e cheia de valor, que também não está no lugar que merece, seja por que margem for, é excelente.Quais os pontos fortes que destacaria nesta equipa do Olivais.O Olivais tem uma equipa muito lutadora e aguerrida, com várias jogadoras jovens com muito potencial. É ainda liderado pela experiente Ana Fonseca, que já conhecemos bem e que é uma das jogadoras fulcrais a parar no ataque do Olivais.
Zé Correia comenta jornada dupla
No sábado, jogam às 17h30, num encontro a contar para a Taça de Portugal, e no domingo, às 15h30, jogo da fase regular da LPB. Uma situação insólita, com elevado nível de exigência e sobretudo que vai exigir uma grande capacidade de concentração e superação. Nas vésperas dos jogos contra o Lusitânia, o atleta Zé Correia, um dos cinco madeirenses que estão integrados nos trabalhos da equipa profissional, falou para o Site Oficial do CAB sobre os jogos que se aproximam.
“Ao longo deste fim-de-semana defrontaremos a mesma equipa, o Lusitânia, por duas vezes. Jogar contra o Lusitânia nunca foi nem será fácil e será ainda mais difícil jogar dois jogos seguidos contra eles. A preparação dos jogos contra o Lusitânia é sempre muito exigente e torna-se ainda mais quando estamos a falar de dois jogos seguidos, sem dias de descanso entre os dois, e quando a nossa equipa está afectada por algumas ausências, o que nos faz treinar com menos jogadores do que seria o ideal.”O CAB continua bem posicionado nas duas provas, pelo que este duplo confronto é importante para se manterem na luta por objetivos mais ambiciosos e que tragam mais notoriedade. “Os dois jogos são de grande importância para os nossos objectivos desta época: um para a Taça de Portugal, para passarmos à fase seguinte, e o outro para o campeonato, para nos mantermos nos quatro primeiros lugares na primeira ronda da Liga, de forma a termos acesso à Taça da Liga. O Lusitânia não se deslocará até à Madeira para nos facilitar a vida. É uma equipa bem preparada, com as suas ambições, e que também quer estar na fase seguinte da Taça de Portugal. No jogo para a Liga também lutarão pela vitória, para melhorarem a sua posição no campeonato.”Não existiram facilidades, mas Zé Correia assume que a equipa tudo fará dentro do campo para atingir a vitória. “Ambos jogos serão muito equilibrados, com muita luta e entrega de ambas as partes. Vamos prepará-los com muita humildade e respeito pelo adversário, como fazemos sempre, mas com a intenção e o objetivo de ganhar. A nossa atitude durante os 40 minutos será fundamental. Prometemos muita luta e muita garra desde o início ao fim de ambos os jogos. A nossa defesa tem de ser muito forte, já que o Lusitânia tem jogadores que desequilibram e atacam muito bem o cesto.”Solidariedade é palavra de ordem no grupo de trabalho madeirense, em que todos se sacrificam em prol da equipa. “Temos um grupo muito unido e com um GRANDE ESPÍRITO DE EQUIPA. Essa é a nossa maior arma! Ganhamos e perdemos juntos, sempre, e contamos com todos para contribuírem todos os jogos com o melhor que têm para dar à equipa!”O jogador fez um apelo aos adeptos para não deixarem de comparecer neste momento tão importante da temporada. “Além disso neste fim-de-semana será fundamental o apoio do nosso sexto homem, os nossos adeptos. Fica já aqui o convite para todos os adeptos do nosso clube e adeptos do basquetebol da Madeira comparecerem no Pavilhão do CAB, para que nos ajudem a ter casa cheia em ambos os jogos, neste que será provavelmente um dos fins-de-semana mais importantes da nossa época.”
Faleceu Ligia Santos
Professora de profissão, como dizia com orgulho, sempre dedicou a sua vida à modalidade de eleição, tendo sido várias vezes campeã Nacional pelo seu clube de sempre, o Sport Algés e Dafundo, Internacional como jogadora e treinadora adjunta, formadora da ENB e membro dos órgãos sociais da ANTB foi, igualmente, um dos rostos da modalidade e do desporto enquanto apresentadora de diversos programas de televisão.
A Federação Portuguesa de Basquetebol endereça à família enlutada e amigos as mais sentidas condolências.
Mais se informa que o corpo chegará hoje, dia 6 de Janeiro, pelas 18h00, à Igreja de Linda-a-Velha, onde será velado, estando o funeral agendado para as 15h00 de amanhã no Crematório de Barcarena.
Doliboa eleito MVP
Entre os jogadores nacionais, foi Paulo Diamantino o que mais se destacou, vencendo por isso a categoria de MVP Nacional da ronda.
10ª JORNADA MVP Global – Seth Doliboa, Sport Lisboa e Benfica, 37.5 de valorização A lesão parece estar totalmente ultrapassada, o que permite que volte ao nível que o tornou um dos estrangeiros com maior qualidade a jogar no campeonato português. Na vitória do Benfica em Ovar, Seth demonstrou, e com eficácia, a sua versatilidade, tendo somado mais um duplo-duplo na sua carreira (28 pontos e 10 ressaltos). Esteve com a mão quente (8/11 de 2 pontos e 3/4 de 3 pontos) e ainda deu mais contributos para a vitória da equipa encarnada: 2 roubos de bola, 2 desarmes de lançamento e 1 assistência. Números que espelham bem o impacto positivo que teve em muitos capítulos do jogo.MVP Nacional – Paulo Diamantino, DOSAPAC Maia Basket, 30 de valorização Uma estreia nesta categoria deste poste da equipa maiata. Mesmo sem ter começado o jogo no cinco, e ter estado apenas 18.27 minutos dentro de campo, o poste maiato conseguiu números muito interessantes, reveladores de uma enorme eficácia e aproveitamento ofensivo. Somou 17 pontos, 8 ressaltos, 2 roubos de bola e 1 assistência, que embora não tenham evitado a derrota da equipa em S. Paio de Gramaços, revelam a importância que teve durante o tempo que jogou. 5 IDEAL Posição 1: Ricky Franklin, CAB Madeira, 28.5 de valorização Continua a provar que é um base marcador de pontos, o que faz com que seja uma das principais referências ofensivas da equipa açoriana. As boas exibições deste base têm contribuído para a recuperação dos madeirenses na tabela classificativa. Os 28 pontos, 6 assistências, 5 ressaltos e 2 roubos de bola conseguidos por Franklin ajudaram a equipa do CAB a isolar-se no 3º lugar da competição. Vai na 3ª temporada a jogar na Liga portuguesa, assumindo-se como um dos bases mais fortes da competição, com capacidade para fazer muitas coisas durante um jogo.Posição 2: Chris Dowe, Sampaense Basket, 32 de valorização Tem estado muito bem na equipa de S. Paio de Gramaços e não restam dúvidas que estamos perante um jogador com qualidade acima da média. Para além do contributo ofensivo que teve na vitória frente ao Maia Basket, teve um papel muito interessante, sendo ele um base, na luta das tabelas. Terminou o encontro com 29 pontos, 8 ressaltos, 2 roubos de bola e 1 assistência ajudando o Sampaense a conquistar mais um triunfo nesta fase regular.Posição 3: Jovonni Shuler, Sampaense Basket, 27.5 de valorização Segundo elemento da equipa de S. Paio de Gramaços a integrar o cinco, sendo que este começa a ser um habitual nesta matéria. Distinção que só vem confirmar a qualidade e regularidade deste extremo descoberto pelo técnico José Calabote, que esta época “acertou” na escolha dos jogadores estrangeiros. Contabilizou 23 pontos, 8 ressaltos, 1 assistência e 1 roubo de bola, com a particularidade de mais de metade dos pontos (12) terem sido conseguidos da linha de lance-livre, isto porque provocou 9 faltas à equipa adversária. Revelador dos problemas defensivos criados ao conjunto da Maia.Posição 4: Seth Doliboa, Sport Lisboa e Benfica, 37.5 de valorização É o MVP Global da jornada Posição 5: Paulo Diamantino, DOSAPAC Maia Basket, 30 de valorização Foi o jogador português mais valioso da ronda. Uma distinção que vem confirmar a opinião de todos aqueles que seguem o basquetebol nacional e questionam sempre como teria sido a evolução deste jogador caso a sua carreira desportiva tivesse seguido outros caminhos…
MORREU “REI” EUSÉBIO
A dimensão que Eusébio alcançou ultrapassou fronteiras clubísticas, de modalidades e mesmo nacionais, transformando-se num verdadeiro símbolo e embaixador de Portugal no Mundo.
A Federação Portuguesa de Basquetebol manifesta assim o seu voto de pesar e sentidas condolências em especial à sua Família e ao Sport Lisboa e Benfica.
O seu exemplo de humildade, o seu fair play, a sua determinação e o seu virtuosismo perdurarão para sempre na memória de todos nós.
Que descanse em paz.
Portugueses lá fora
Veja nos detalhes desta notícia quem esteve em ação.
Em Espanha, Rafael Wildner foi titular no encontro da 13ª jornada da LEB Prata, mas não conseguiu evitar o desaire do Cambados, em casa, frente ao Castello, por 85-93, após prolongamento. O português esteve 25 minutos em campo, durante os quais somou 8 pontos, 3 ressaltos e 1 assistência.Nos Estados Unidos, a equipa de Luiana Livulo também não foi feliz. A Universidade de UCLA perdeu diante de Colorado, por 59-61, e a portuguesa registou 7 pontos, 9 ressaltos, 2 assistências e 1 desarme de lançamento.Michelle Brandão participou na vitória da sua equipa sobre North Carolina Central (68-44) no passado domingo. A internacional portuguesa esteve 12 minutos em jogo, marcou 3 pontos e ganhou 2 ressaltos.No próximo fim-de-semana os campeonatos europeus regressam em força.
CAB isola-se na 3ª posição
Com este triunfo os madeirenses isolaram-se no 3º lugar da tabela classificativa; já a formação da margem não conseguiu interromper o ciclo negativo por que está a passar.
Depois de 20 minutos em que foi superior (36-32), os últimos cinco minutos do 3º período quebraram o ascendente da equipa comandada pelo técnico António Paulo Ferreira. A meio do quarto o Galitos vencia por 44-37, a que se seguiram largos minutos, até final do período, sem conseguir fazer qualquer ponto. Aproveitou o CAB, que com um boa presença na tabela ofensiva e alguns roubos de bola, para a dar a volta ao marcador (52-36). Nos 10 minutos finais, a dupla Ricky Franklin (28 pontos, 6 assistências, 5 ressaltos e 2 roubos de bola) e Edson Rosário (8 pontos) assumiu a responsabilidade ofensiva da equipa, que permitiu aos madeirenses manterem sempre uma diferença pontual que nunca colocou em perigo a vitória final. Do lado oposto, os turnovers em nada contribuíam para que o Galitos conseguisse voltar à liderança do jogo.Na equipa do CAB, o atual MVP da LPB, Aaron Anderson (6 pontos e 15 ressaltos), foi determinante no domínio da tabela defensiva, e o seu compatriota, Joseph Wall (16 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências) teve um jogo bastante bom.O base Miguel Minhava (20 pontos, 7 assistências e 7 ressaltos) voltou a estar a bom nível, mas mesmo com o contributo de Quinton Doggett (11 pontos e 9 ressaltos), não conseguiu fazer com que o Galitos regressasse às vitórias.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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