Artigos da Federaçãooo
Portugal esmagador!
Depois de ter terminado a primeira fase da prova só com vitórias, a equipa deu continuidade à senda triunfal que vinha registando, superando, desta vez, a Estónia, por conclusivos 73-31.
Quatro jogos, quatro vitórias. Que mais se pode pedir à jovem Selecção Nacional Feminina de Sub-16? Depois de ter dominado a primeira fase do Europeu, a equipa entrou da melhor forma na segunda e cilindrou a Estónia, dando assim um passo de gigante rumo aos quartos-de-final.Portugal foi superior desde o primeiro quarto, isto porque, e tal como fez nos jogos anteriores, voltou a defender muito bem como reconheceu a selecionadora nacional Catarina Neves. “O nosso sucesso voltou a basear-se na defesa. Mais uma vez estivemos concentradissimas a defender, não permitindo à Estónia explorar o poder físico da sua jogadora nº 5 com 1,90cm, obrigando-as a fazer 36 turnovers.”No ataque, as jovens portuguesas estavam alertadas para a defesa zona da equipa estónia, nada que perturbasse os movimentos ofensivos do conjunto nacional. “Ofensivamente, já esperavamos ter que atacar contra zona, e fizemo-lo de uma forma muito esclarecida e determinada, seleccionando bem os nossos lançamentos.”A vantagem pontual foi se dilatando, situação bem aproveitada pela treinadora poruguesa de modo a distribuir os minutos de jogo por todas as atletas. “Foi também importante termos conseguido fazer uma gestão do esforço das nossas atletas.”O calendário complica-se a partir daqui, já que os próximos dois encontros são frente a seleções poderosas em termos físicos e que têm como objectivo a subida. “Os próximos dois jogos vão ser duríssimos, contra uma Inglaterra e Eslóvenia que são fisicamente muito fortes e se apresentam neste Europeu com objectivos muito ambiciosos.”Destaque para os desempenhos de Laura Ferreira, com 17 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências, e Sofia Pinheiro, com 11 pontos e 4 ressaltos.Terça-feira a equipa defronta a Inglaterra.
O primeiro já está!
Quem defende como a equipa portuguesa e demonstra a união e a coesão que lhe permitiu sobreviver ao período negro do segundo quarto, tem tudo para vencer jogos, ou quanto mais não seja discuti-los em pé de igualdade. Uma grande vitória, diante uma equipa húngara que provou que não era pêra doce, mas que se vergou à grande intensidade defensiva e ritmo de jogo imposto pelos jogadores nacionais. Assim caia o tiro exterior e será muito complicado derrotar esta aguerrida Selecção portuguesa.
Conscientes da importância deste primeiro jogo, os pupilos de Mário Palma começaram o jogo a todo gás, chegando com grande facilidade ao 10-2, depois de um parcial de 7-0. Os húngaros recompuseram-se do choque inicial e, fazendo uso do tiro de longa distância, bem como a sua presença nas áreas próximas do cesto, chegaram ao final do 1º período na frente pela diferença mínima (20-19).Mas o pior estaria para vir para a turma portuguesa, já que nos primeiros 7 minutos do segundo quarto o conjunto nacional não foi capaz de fazer qualquer ponto. A equipa mostrava alguma ansiedade, os turnovers sucediam-se, aproveitando os magiares para fazerem uso do seu mortífero contra-ataque. A desvantagem chegou à casa das dezenas mas nos últimos três minutos da primeira parte, com a mudança para uma móvel defesa zona 2×3, com a estabilidade transmitida pelo veterano José Costa e a forma como a equipa passou a lutar no ressalto ofensivo (destaque para o trabalho fantástico de Paulo Cunha), Portugal voltou a reentrar no jogo, conseguindo chegar a tempo de intervalo empatado no encontro (31-31).Embalado pelos bons momentos vividos no final dos primeiros 20 minutos, a equipa nacional surgiu muito melhor na etapa complementar, mais disciplinada, a cometer menos turnovers, com as correcções necessárias na defesa dos bloqueios directos e, principalmente, mais móvel e com outro dinamismo do que aquele demonstrado no primeiro tempo. A história inverteu-se no 3º período, com Portugal a afastar-se no marcador, muito por culpa do acerto nos tiros de longa distância, que tornaram infrutífera a defesa zona tentada pelo treinador húngaro. À entrada do último quarto a vantagem era de oito pontos (54-46), diferença que, não sendo uma almofada pontual que permitisse descansar, dava alguma tranquilidade para abordar os dez minutos finais.Foram notórias as dificuldades sentidas pela selecção adversária no último quarto do encontro, como resultado da elevada pressão defensiva colocada em prática pelos atletas nacionais, bem como pelo ritmo imposto pelos “jovens” José Costa (6 pontos e 5 assistências) e Filipe da Silva (10 pontos, 6 ressaltos e 5 assistências). Nesta fase, e apesar da notória desvantagem de estatura, a forma como Portugal se bateu na luta das tabelas, impressionou pelo levado número de ressaltos conseguidos, proporcionando segundas posses de bola e a fazer o relógio funcionar a favor de Portugal. O jogo parecia controlado quando Miguel Miranda (18 pontos), com duas “bombas” mortíferas, e João Santos (10 pontos e 6 ressaltos), a imitá-lo, colocavam a diferença acima dos 10 pontos com pouco mais de 3 minutos para o final do encontro. Alguns erros infantis, associados ao mérito dos húngaros que começaram a acertar os tiros de três pontos, ameaçaram a vitória final, num jogo em que Portugal no cômputo geral foi superior, apesar de desfalcado de alguns elementos fundamentais, a jogar longe das suas reais possibilidades e ainda a denotar alguma falta de ritmo competitivo, bem como a pressão de ter que vencer o primeiro jogo já que era disputado em casa.Parabéns a todo o grupo de trabalho, que depois deste enorme sucesso só pode pensar que as coisas vão evoluir para melhor, pois essa será a ordem natural das coisas, assim sejam capazes de manter a mesma atitude defensiva, tal como a coesão e o espírito de grupo revelado ao longo dos 40 minutos deste primeiro jogo.Para além dos atletas já referidos, destaque ainda para Carlos Andrade (11 pontos e 9 ressaltos), importantíssimo no período negro da equipa, e para os desempenhos de Elvis Évora (6 pontos e 2 ressaltos), bem melhor no segundo tempo, e Paulo Cunha na luta desigual na defesa dos jogadores interiores húngaros.
«Na Finlândia para vencer»
Carlos Andrade enaltece o espírito de união e entreajuda existente no conjunto nacional e garante que na mente de todos os jogadores e todos os treinadores só há um objectivo: levar Portugal pela segunda vez à fase final de um Campeonato da Europa!
A equipa portuguesa começou da melhor forma a fase adicional de apuramento para o Campeonato da Europa, que se vai realizar na Lituânia. Uma vitória diante da Hungria foi o primeiro passo de uma caminhada que todos esperamos que termine com enorme sucesso. Entrar a vencer é sempre importante, qualquer que seja a competição, mas nem mesmo o facto de estarmos a falar de uma presença num Campeonato da Europa fez com que os atletas portugueses acusassem a responsabilidade. “Acho que não sentimos pressão. Julgo que todos sabíamos a importância do primeiro jogo e a responsabilidade que é defender o factor casa nesta fase de qualificação.”Não passou despercebido a todos os que acompanharam o jogo a forma como a turma nacional ultrapassou o mau momento vivido durante o segundo período. O facto de os jogadores terem sobrevivido a sete minutos sem conseguirem fazer qualquer ponto foi decisivo para acreditarem ainda mais que a vitória era possível. “Sabíamos que ia ser um jogo muito duro e no início iriam existir parciais. Tentámos evitar grandes parciais negativos, mas aquele segundo quarto não correu como queríamos. No entanto, respondemos à altura, lutando, nunca desistindo e sempre acreditando que iríamos ganhar.”Sem entrar pelo discurso das ausências e das lesões, a verdade é que tanto Carlos Andrade como o próprio Seleccionador Nacional o reconheceu no final do encontro, esta equipa pode valer muito mais em termos ofensivos. “O que faz da nossa Selecção uma equipa forte é o facto de termos vários jogadores que podem aparecer no jogo a qualquer altura e desequilibrar a partida. No último encontro o Miguel Miranda esteve em destaque, mas acho que mais jogadores podem dar um passo em frente em termos ofensivos e, quando assim for, acho que iremos render muito mais ofensivamente.”O facto de terem ganho o primeiro jogo, somado ao facto de os finlandeses terem vencido na Hungria, torna ainda mais apetecível um triunfo na Finlândia. “O objectivo da Selecção Nacional é ir a Lituânia. E para conseguirmos alcançar esse objectivo temos que ganhar o maior número de jogos possível. O próximo é na Finlândia e nós vamos lá com uma ideia clara que é a vitória.”Terminado o jogo, há que fazer uma análise daquilo que se passou durante os 40 minutos. Mesmo nas vitórias há sempre aspectos a corrigir, se bem que normalmente são em maior número as coisas positivas a retirar do jogo. “A entrega e o espírito de entreajuda na defesa acho que foi o mais positivo neste primeiro jogo. Acho que iremos melhorar muito em termos ofensivos no próximo jogo se controlarmos os nervos e a ansiedade.”«Na Finlândia para vencer»
«É um resultado normal»
Portugal, afiança o técnico Mário Gomes, joga em Helsínquia esta segunda-feira a pensar exclusivamente em si próprio e em vencer.
Mário Gomes não tira grandes ilações do triunfo da Finlândia sobre a Hungria, até porque que Portugal não depende de ninguém. “Acho que foi um resultado normal, como o teria sido a vitória da Hungria. Quanto a nós, é igual, estamos em posição de não fazer contas com os resultados dos outros e é assim que queremos continuar”, salientou o treinador-adjunto de Mário Palma, para quem a receita para o sucesso passa por “ganhar o jogo seguinte, seja ele qual for.”O duelo com a Finlândia é já esta segunda-feira, no terreno do adversário, mas os treinadores têm a lição bem estudada. “Temos condições para ganhar em Helsínquia e isso passará, como sempre, por conseguirmos defender muito bem e por superarmos os finlandeses na luta dos ressaltos”, frisou, acrescentando: “Acreditamos na equipa e, seja qual for o resultado, vamos apenas pensar em vencer.”Recorde-se que Portugal e a Finlândia têm uma vitória cada e que a Hungria soma duas derrotas. Duas destas três equipas serão apuradas para disputar a fase final do Campeonato da Europa, na Lituânia, no final deste mês/princípio do próximo.
Portugal garantiu o 7º lugar entre 16 participantes
Por seu turno, Portugal superou Israel (68-57) na discussão do 7º lugar, alcançando o seu 4º triunfo na competição, em 9 encontros disputados em 11 dias.
Tivemos o cuidado de, no balneário, antes do encontro começar, lembrar as dificuldades sentidas pelo seleccionado luso há um ano, em Timisoara (Roménia), quando defrontámos o mesmo adversário, na altura para a discussão da 11ª posição. Fora um final impróprio para cardíacos e lembrámos as 4 jogadoras repetentes (Jéssica Almeida, Joana Jesus, Inês Pinto e Vânia Sousa) para evitarem esse sufoco.Entrámos muito bem na partida tendo chegado a 0-9, à entrada do minuto 6, fruto de boas movimentações ofensivas e de uma defesa muito atenta e pressionante o que obrigou a vários turnovers do adversário, por excederem o tempo de ataque (24 segundos). Isto depois do azar de Raquel Jamanca, que no minuto 4 fez uma entorse, indo para o banco para não mais voltar às quatro linhas. Jogando descontraídas as nossas representantes foram somando cestos atrás de cestos para chegarmos ao final do 1º período com uma vantagem de 13 pontos (5-18). Portugal dominava em todos os indicadores estatísticos, à excepção dos lançamentos de 3 pontos, em que estávamos em branco ao falhar 4 tentativas, enquanto as israelitas já tinham 1 triplo convertido em 5 tentados, da autoria da sua melhor atiradora exterior, Keren Mozes, ao reduzir para 3-9 no minuto 6.No 2º quarto (20-19), ganho pela selecção israelita, o pecúlio conseguido pelas lusas nos 10 minutos iniciais foi reduzido porque as pupilas de Kostourkova abrandaram o ritmo a partir do minuto 28 (18-37), quando conseguiram a maior vantagem em toda a partida (19 pontos), consentindo um parcial de 7-0 em menos de 2 minutos, com Mozes a acertar o seu 2º triplo (23-37) a 40 segundos do descanso (25-37). Neste quarto apareceu Joana Jesus em grande, sendo a marcadora de serviço do seleccionado luso com uma eficácia de 100% (13 pontos, 2 duplos, 2 triplos e 3 lances livres), depois de um 1º período menos feliz (apenas 2 pontos em 6 tentativas de lançamentos de campo). No 3º período (12-12) o equilíbrio voltou a ser a nota dominante, ainda que Portugal tenha sempre controlado a sua vantagem que oscilou entre os 16 (25-41) e os 10 pontos (37-47), quando Dror Myburgh, vinda do banco, converteu uma bomba do canto direito. Mas na última posse de bola, Jéssica Almeida (quem havia de ser?), assumiu as despesas e concluiu uma penetração em cima da buzina (37-49).No último quarto (20-19), curiosamente os mesmos números do 2º período, as coisas complicaram-se para os nossos objectivos, porque Portugal relaxou na defesa e de repente a almofada sempre superior à dezena de pontos que tínhamos conseguido controlar, esvaziara-se, chegando a apenas 6 (55-61), à entrada do minuto 38. Foi o momento de Kostourkova pedir um desconto de tempo, que acabou por ser providencial, pois a partir daí, a estratégia planeada surtiu efeito. As suas pupilas impuseram um parcial de 2-7, com as israelitas a recorrerem sistematicamente à falta para parar o cronómetro. Como Israel já tinha atingido há muito a 4ª falta (neste quarto as nossas adversárias fizeram 11 faltas), as portuguesas usufruíram de 10 lances livres, convertendo 7 (5 por Jéssica e 2 por Joana Jesus). Foi o consolidar de uma vitória justíssima, porque liderámos sempre o marcador. Destaque na selecção lusa para a prestação da MVP do encontro, Joana Jesus, com 22,5 de valorização (23 pontos, 3/8 nos triplos, 7 ressaltos sendo 1 ofensivo, 4 assistências, 4 roubos e 7 faltas provocadas, com 6/9 nos lances livres), com o senão de ter feito 6 turnovers, muito bem acompanhada pela base Jéssica Almeida, que jogou com grande segurança fazendo apenas 1 turnover em 38 minutos de utilização (12 pontos, 5 ressaltos defensivos, 3 assistências, 1 roubo e 5 faltas provocadas, com 6/8 nos lances livres), Nádia Fernandes (6 pontos, 9 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências e 1 roubo), Inês Pinto, como sempre em grande na tarefas defensivas, tapando muito bem a temível Mozes (5 pontos, 10 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 3 roubos e 5 faltas provocadas) e Helga Gonçalves, que teve o seu melhor desempenho na competição (8 pontos, 9 ressaltos sendo 6 ofensivos, duas assistências e duas faltas provocadas). Este último trio foi fundamental na luta das tabelas, ao ganhar em conjunto 28 ressaltos.Na selecção de Israel a mais valiosa foi a base Nof Kedem (17 pontos, 9 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e 6 faltas provocadas, com 6/10 da linha de lance livre), tendo sido a melhor marcadora e ressaltadora da equipa, seguida de perto por Keren Mozes (8 pontos, 8 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo e 5 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres) e Chen Weisbort , que fez uma 2ª parte de raiva (12 pontos, 2/4 nos triplos, 3 roubos e 1 desarme de lançamento).Em termos globais, a vitória de Portugal foi mais que justa. Nunca estivemos em desvantagem no marcador e quando assim é não há muito a dizer. Assentou fundamentalmente na maior eficácia nos duplos (33%-44%), no ter ganho as tabelas (36-48 ressaltos), tanto na tabela defensiva (26-35) como na ofensiva (10-13) e ainda por ter sido mais colectiva (8-13 assistências) e ter provocado mais faltas (21-23), tendo direito a 31 lances livres contra 23 do adversário, ainda que a eficácia não tenha sido a melhor (65%-61%), ao desperdiçar 12 tentativas contra 8 das israelitas.A equipa de Israel, por seu turno, foi mais eficaz no tiro exterior (27%-21%), cometeu menos erros (16-21 turnovers), roubou mais bolas (12-10 roubos) e conseguiu 2 desarmes de lançamento, contra nenhum das portuguesas. Ficha do jogoIsrael (57) – Nof Kedem (17), May Dayan (6), Chen Weisbort (12), Keren Mozes (8) e Mariam Hannoun (4); Sapir Sarig, Michal Assaf (6), Sapir Tirosh, Hadar Levi, Dror Myburgh (3) e Amit Gur (1)Portugal (68) – Jéssica Almeida (12), Joana Jesus (23), Joana Canastra (7), Inês Pinto (5) e Raquel Jamanca (3); Nádia Fernandes (6), Mafalda Barros (2), Catarina Neves, Helga Gonçalves (8), Vânia Sousa e Helena Costa (2)Por períodos: 5-18, 20-19, 12-12, 20-19Árbitros: Nikolaos Somos (Alemanha), Caslav Cukalovic (Sérvia) e Vladyslav Isachenko (Ucrânia)Resultados7º/8º lugar: Israel 57-68 Portugal5º/6º lugar: Hungria 82-65 Bielorússia3º/4º lugar: Letónia 71-64 FinlândiaFinal (1º/2º lugar): Croácia 63-49 Grécia11º/12º lugar: Noruega 66-60 Bulgária9º/10º lugar: Alemanha 57-56 DinamarcaPoule do 13º ao 16º lugares:Suiça 63-56 InglaterraÁustria 74-79 LuxemburgoClassificação final:1º Croácia2º Grécia3º Letónia4º Finlândia5º Hungria6º Bielorússia7º Portugal8º Israel9º Alemanha10º Dinamarca11º Noruega 12º Bulgária13º Inglaterra14º Luxemburgo15º Áustria16º SuiçaA poste croata Ivana Tikvic foi eleita MVP da competição, integrando também o 5 ideal. As outras nomeadas foram: a base Georgia Kantara (Grécia), a base/extremo Fanni Szabó (Hungria), a extremo Evita Liskola (Finlândia) e a extremo/poste Artemis Spanou (Grécia).O prémio Fair Play foi atribuído à selecção da Suiça. Samira Barrima apitou hoje o Letónia-Finlândia que decidiu a medalha de bronze para as letãs, a sua 9ª partida neste campeonato. Na véspera estivera no Inglaterra-Luxemburgo, ganho pelas inglesas.A comitiva portuguesa regressa amanhã (2ª feira) a Lisboa, estando prevista a chegada ao Aeroporto da Portela às 18H20, no voo TP537 procedente de Budapeste.
Portugal foi sétimo
Portugal derrotou este domingo Israel no encontro de atribuição do 7º lugar, por 68-57. Num encontro em que as portuguesas entraram muito forte, construindo uma vantagem pontual (18-5) que depois geriu até final do encontro. Joana Jesus esteve em gande ao terminar o jogo com 23 pontos, 7 ressaltos, 4 assistências e 4 roubos de bola.
Portugal sem soluções para o jogo interior da Bielorússia
Tal não aconteceu e por isso resta-nos discutir amanhã a 7ª posição com a aguerrida selecção de Israel.
Pese embora as indicações transmitidas pela equipa técnica, as nossas representantes tornaram a entrar mal na partida (0-8, no minuto 3), obrigando Kostourkova a parar o cronómetro. A vantagem das nossas opositoras subiria para os 0-11 e foi Jéssica Almeida que descobriu o caminho para o cesto à entrada do minuto 5. Embaladas as portuguesas chegaram a 6-11, fazendo com que o treinador Viktar Bialevich pedisse o seu 1º desconto de tempo, no minuto 6. A vantagem bielorussa chegou aos 12 pontos (9-21), mas um triplo de Nádia Fernandes, muito perto da buzina, fixou o resultado do 1º período (12-21). Um dos aspectos em que era notória a desconcentração das pupilas de Kostourkova era o elevado número de turnovers (8) ao cabo dos 10 minutos iniciais, tantos quantos os cometidos durante todo o jogo com a Alemanha.Jéssica Almeida bem tentava pôr ordem na casa, mas as suas companheiras não correspondiam. Embora a eficácia dos lançamentos de 2 pontos tenha melhorado no 2º quarto (11-17), para se fixar nos 50%, curiosamente o mesmo valor do adversário, o facto é que a Bielorússia tinha mais posses de bola, por via do maior número de erros das portuguesas, além de ser mais decidida a atacar o cesto, provocando naturalmente mais faltas. Ao intervalo (23-38) as nossas opositoras já tinham ido à linha de lance livre 17 vezes, contra apenas 8, e além disso com melhores percentagens.No reatamento as coisas não melhoraram, com a poste Maryna Ivashchanka, (1,90 m), MVP da partida, a fazer a diferença na área pintada, enquanto a base/extremo Lipinskaya continuava a ser mais rápida que as lusas, em penetrações convertidas em cesto com aparente facilidade. Jéssica Almeida com mais 8 pontos no 3º período (12-16) não conseguia contagiar as suas companheiras. No último quarto (13-10), ganho por Portugal, as nossas representantes deram um ar da sua graça, particularmente através de Helga Gonçalves (4 pontos seguidos e uma falta provocada) no espaço de um minuto, que terá feito a sua exibição mais consistente do campeonato e de Joana Jesus, que embora inferiorizada fisicamente, apareceu no derradeiro parcial, ao acertar o seu 2º triplo da tarde (44-62, no minuto 37) para selar o resultado final (48-64) com mais um duplo a 10 segundos da buzina.Destaque nas vencedoras para o trabalho da poste Maryna Ivashchanka, MVP do encontro com 22,0 de valorização (15 pontos, 7 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres), bem acompanhada por Darya Lipinskaya (14 pontos, 6/8 nos duplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 4 roubos e 3 faltas provocadas) e pela extremo/poste Maryia Papova (12 pontos, 7 ressaltos sendo 4 ofensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas). No seleccionado luso a mais valiosa foi Jéssica Almeida (16 pontos, 2 ressaltos defensivos, uma assistência e 3 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres), bem secundada por Joana Jesus (12 pontos, 2/8 nos triplos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 4 assistências, 4 roubos e uma falta provocada), com o senão de ter feito 6 turnovers e Helga Gonçalves (6 pontos, 3/4 nos duplos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos e duas faltas provocadas). Raquel Jamanca bateu-se bem nas tabelas (11 ressaltos sendo 4 ofensivos) mas cometeu demasiados erros (5 turnovers)para uma jogadora na sua posição. Em termos globais a vitória da Bielorússia justifica-se basicamente porque foi mais eficaz nos lançamentos de campo (36%-43%), tanto nos duplos (44%-48%) como nos triplos (19%-25%). Cometeu menos erros (21-12 turnovers), provocou mais faltas (14-18), tendo um melhor aproveitamento da linha de lance livre (39%-58%), ao converter 11 das 19 tentativas contra apenas 5 em 13 tentados das nossas representantes e foi mais colectiva (8-9 assistências). As portuguesas ganharam as tabelas (38-37 ressaltos), com a curiosidade de a diferença de 1 ressalto ser na tabela ofensiva (15-14), já que na tabela defensiva cada equipa capturou 23 ressaltos. Além disso roubaram mais bolas (9-7 roubos). Ficha do jogo Portugal (48) – Jéssica Almeida (16), Joana Jesus (12), Joana Canastra (2), Raquel Jamanca (5) e Vânia Sousa ; Inês Pinto, Helga Gonçalves (6), Helena Costa (4), Mafalda Barros, Catarina Neves e Nádia Fernandes (3)Bielorússia (64) – Natallia BaKlaha (3), Darya Lipinskaya (14), Hanna Kalenta (11), Maryia Papova (12) e Maryna Ivashchanka (15); Ksenija Voishal, Katsiaryna Pratasevich (4), Katsiaryna Nialepka (3), Yuliya Haponava (2), Katsiaryna Shastsilouskaya, Alena Holubeva e Tatsiana Dudareva Por períodos: 12-21, 11-17, 12-16, 13-10Árbitros: Simon Unsworth (Inglaterra), Seppo Nyström (Finlândia) e Marc Mouton (Luxemburgo) Resultados:Meias-finais (1º ao 4º lugares)Croácia 83-73 LetóniaFinlândia 45-67 GréciaClassificação do 5º ao 8º lugaresIsrael 60-71 HungriaPortugal 48-64 BielorússiaCalendário para amanhã (14/08, domingo)7º/8º lugaresIsrael-Portugal (11H30)5º/6º lugaresHungria-Bielorússia (13H45)3º/4º lugaresLetónia-Finlândia (16H00)Final (1º/2º lugares)Croácia-Grécia (18H15)Os dois finalistas garantiram a subida à Divisão A.
Sétimo lugar é agora o objectivo
De qualquer forma, o jovem portuguesa Jessica Almeida voltou a estar em bom plano (14 pontos e 2 ressaltos), bem como a sua companheira Joana Jesus (12 pontos, 7 ressaltos, 4 roubos de bola e 4 assistências). Este domingo Portugal mede forças com Israel naquele que será o último jogo da nossa seleção na competição.
Eficácia da Finlândia resolveu o jogo no 3º quarto
A Portugal resta lutar pela melhor classificação possível, que neste momento é o 5º lugar, posição alcançada há 2 anos, em Eilat (Israel). Amanhã teremos pela frente de novo a Bielorússia, que perdeu com a Grécia. Só uma vitória nos dará a possibilidade de tentarmos repetir Eilat ante um adversário que sairá da dupla Israel ou Letónia, que se defrontam amanhã.Contra uma Finlândia ainda invicta (6 vitórias em outros tantos encontros) e possuindo o melhor ataque da competição (média de 79,3 pontos por jogo), o seleccionado luso entrou algo receoso, sem conseguir libertar-se da ansiedade inerente a uma partida em que estava em jogo a passagem às meias-finais.Rápidas na transição defesa-ataque e certeiras no tiro exterior (2 triplos da base Emmi Leino em 2 minutos), as finlandesas cedo ganharam uma vantagem que a meio do minuto 5 já se cifrava em 6 pontos (12-6), obrigando Mariyana Kostourkova a parar o cronómetro. Ainda que o marcador se tenha elevado (14-6) ainda no minuto 5, Joana Canastra que entrara no desconto de tempo para o lugar de Joana Jesus, não se mostrou nada inibida e muito confiante fez 6 pontos seguidos, ao converter 2 lances livres além de duas entradas decididas coroadas de êxito. A reentrada da nossa melhor marcadora, Joana Jesus, deu outra acutilância ao nosso ataque, já que reduzimos até final do 1º período (22-18) o prejuízo que estivera na casa da dezena (22-12) à entrada do minuto 9. Mais desinibidas as nossas representantes não se intimidaram e equilibraram as operações: 25-24 (minuto 12), 27-25 e 29-29 (minuto 14), quando Jéssica Almeida empatou a partida, numa penetração concluída com êxito. A Finlândia respondeu com 2 cestos consecutivos (33-29), com Kostourkova a pedir novo desconto de tempo (minuto 15), fazendo entrar a extremo Helga Gonçalves por troca com a base Catarina Neves que entretanto fizera a sua 3ª falta . E foi Helga que deu o sinal às suas companheiras que estava ali para contribuir com pontos (40-33 e 41-35) e também para assistir na perfeição a poste Vânia Sousa (42-39), à entrada do minuto 20, resultado que se registava ao intervalo, com o seleccionado luso a ganhar o 2º período (20-21). No reatamento, Portugal encheu-se de brios e com a jovem Joana Canastra em plano de evidência (mais 8 pontos no 3º período), conseguimos manter a partida em aberto até ao minuto 28 (56-50), mas a partir daí, sem pernas para travar a poste Holopainen (a melhor anotadora do encontro), consentimos um parcial de 7-0 até final do 3º quarto (63-50). A possante jogadora interior da Finlândia em menos de 3 minutos marcou 9 dos 11 últimos pontos da equipa, batendo a sua adversária directa sem apelo nem agravo. A curta vantagem (3 pontos) ao cabo da 1ª parte, aumentara para 13, mercê da superioridade evidenciada no 3º período (21-11) pela equipa nórdica.No derradeiro quarto (19-12), as nossas representantes ainda conseguiram por momentos manter acesa a esperança, ao baixarem da fasquia da dezena (8 pontos , por duas vezes) graças a uma entrada muito forte de Joana Jesus, carregando com a equipa. Foram 10 pontos consecutivos da atiradora lusa (2 triplos e 2 duplos) colocando o marcador a 8 pontos: no minuto 34 (aos 65-57), na conclusão de um contra-ataque e um minuto volvido (aos 68-60), quando acertou a sua 2ª bomba. Visivelmente estoiradas, as pupilas de Kostourkova não tiveram capacidade anímica para travar a cavalgada finlandesa, ao consentirem um parcial de 14-2 em 5 minutos, com a extremo/poste Korhonen a selar o resultado final (82-62), da linha de lance livre.Nas vencedoras grande destaque para a dupla Evita Liskola e Annika Holopainen, as duas jogadoras mais valorizadas do encontro: a extremo Liskola, MVP do jogo (34,5 de valorização) com um duplo-duplo, contribuiu com 21 pontos, 8/12 (67%) nos duplos, 11 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 6 faltas provocadas com 5/6 nos lances livres, enquanto a poste Holopainen (26,5 de valorização), melhor marcadora da partida, apresentou uma eficácia ainda maior ao contabilizar 23 pontos, 10/14 (71%) nos duplos, 8 ressaltos sendo 5 ofensivos e 6 faltas provocadas, com 3/5 nos lances livres.Na selecção portuguesa, evidência para o trio formado por Joana Jesus, a nossa jogadora mais valiosa (23,5 de valorização), ao anotar 18 pontos, 5/8 nos duplos, 2/5 nos triplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, 4 assistências, 6 roubos e 4 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres, Joana Canastra (19,5 de valorização), melhor marcadora lusa do jogo (19 pontos, 8/11 nos duplos, excelentes 73%, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres) e Inês Pinto (14,5 de valorização), muito bem nas tarefas defensivas, melhor ressaltadora da equipa e 2ª melhor do encontro (6 pontos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos, duas assistências, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas).Em termos globais a supremacia da Finlândia deveu-se à maior eficácia nos lançamentos de campo (56%-40%), repartida pelos duplos (63%-47%) e pelos triplos (33%-14%) e ao maior número de faltas provocadas (24-13), o que lhe possibilitou ir muito mais vezes à linha de lance livre (16 lances convertidos em 26 tentativas contra 6 concretizados em 10 tentados), embora as percentagens tenham sido muito próximas (62%-60%). Na luta das tabelas a superioridade nórdica não foi acentuada (36-33 ressaltos), com as portuguesas a ganharem a tabela ofensiva (11-16 ressaltos) e nos erros cometidos também houve bastante equilíbrio (17-18 turnovers). O último quarto marcou a viragem deste indicador, pois no final do 3º período, Portugal somava 10 turnovers contra 13 do adversário. Isto quer dizer que nos derradeiros 10 minutos o seleccionado luso fez 8 turnovers, apenas menos 2 do que nos 30 minutos anteriores. Portugal foi mais colectivo (10-12 assistências) e roubou mais bolas (7-16). A despeito de ter mais posses de bola, a equipa lusa deitou tudo a perder por via do menor coeficiente de eficácia ofensiva (1,12-0,73). Ficha do jogoFinlândia (82) – Emmi Leino (10), Anette Juvonen (10), Evita Liskola (21), Noora Korhonen (6) e Annika Holopainen (23); Kaisa Kuisma (6), Meral Bedretdin (6), Elisa Runsas, Ida Wahlgren e Sophie WeckströmPortugal (62) – Jéssica Almeida (4), Joana Jesus (18), Nádia Fernandes, Raquel Jamanca (3) e Vânia Sousa (6); Inês Pinto (6), Joana Canastra (19), Catarina Neves (2), Mafalda Barros, Helga Gonçalves (4) e Helena Costa Por períodos: 22-18, 20-21, 21-11, 19-12Árbitros: Tomislav Hordov (Croácia), Tamás Földhazi (Hungria) e Rune Larsen (Dinamarca)Resultados dos quartos-de-finalCroácia 85-49 IsraelFinlândia 82-62 PortugalBielorússia 45-59 GréciaLetónia 80-59 HungriaApurados para as meias-finais: Croácia, Finlândia, Grécia e LetóniaCalendário para amanhã (sábado, 13/08)Classificação do 5º ao 8º lugares:Israel-Hungria (13H45)Portugal-Bielorússia (16H00)Meias-finais (1º ao 4º lugares):Croácia-Letónia (18H15)Finlândia-Grécia (20H30)
Portugal falha meias-finais
Portugal – que assim se vê afastado da luta pela subida à Divisão A – perdeu, nos “quartos”, diante da Finlândia, por 62-82. Agora, a equipa vai tentar classificar-se na 5ª posição.
Novo triunfo nacional
Depois da vitória, na estreia, frente à Letónia, desta feita Portugal levou a melhor diante do Luxemburgo, por contundentes 66-34, na segunda jornada do Grupo A. Segue-se a Ucrânia.
Não foi, porém, um jogo isento de sustos, isto apesar de Portugal ter sido claramente superior ao Luxemburgo. Pelo menos nos primeiros 10 minutos, período durante o qual Portugal “não entrou com o ritmo e agressividade necessárias.” A equipa portuguesa chegou ao final do primeiro quarto a perder por 13-18, mas no segundo acabou por colocar os pontos nos “i”.A pausa foi bem aproveitada pela treinadora Catarina Neves, já que até ao intervalo as atletas nacionais voltaram a evidenciar a qualidade exibida no primeiro jogo, principalmente no capítulo defensivo. “Depois de percebermos que o caminho era impor o nosso jogo e a nossa intensidade defensiva, acabaríamos por sofrer apenas 16 pontos até final do encontro, e provocar 42 tornouvers à equipa do Luxemburgo.”´Um número bem demonstrativo das dificuldades criadas pelas atletas portuguesas nos movimentos ofensivos adversários.Apercebendo-se que a vitória já não lhe fugiria, e sem perder intensidade e ritmo no jogo, a selecionadora Catarina Neves aproveitou para fazer rodar toda a equipa, pois este sábado terá a difícil tarefa de tentar vencer a forte seleção da Ucrânia. “A partir de certa altura, e sem nunca aliviar defensivamente, procuramos gerir os minutos de jogo da nossa equipa, pois amanhã será certamente um jogo diferente contra uma Ucrânia. Uma equipa que vai certamente nos colocar outro tipo de problemas.”
Portugal entra a vencer
A jovem Selecção Nacional derrotou a Letónia, por 64-57, na primeira jornada do Grupo A, num encontro onde Laura Ferreira (17 pontos) e Joana Soeiro (12 pontos e 10 ressaltos) estiveram em evidência. Segue-se o Luxemburgo, já esta sexta-feira.
A selecionadora Catarina Neves descreveu o jogo como tendo sido “de muita ansiedade e nervosismo.” Diante de uma Letónia “mais física, com miúdas fortes a jogar perto do cesto,” Portugal respondia “com intensidade e agressividade a defender durante todo o jogo campo inteiro.” “Criamos muitos problemas na transição para o ataque, e obrigamos a Letonia a perder muitas bolas.” Dois aspectos que a treinadora nacional considerou terem sido decisivos para o desfecho favorável do encontro. Apesar de as portuguesas liderarem quase durante toda a partida a marcha do marcador, em momento algum o adversário deu como perdido o desafio. “Estivemos a maior parte do tempo no comando do marcador, mas sempre taco a taco. A maior diferença entre as duas equipas foi de 10 pontos.”O resultado deste primeiro encontro abre boas perspectivas à turma nacional, até porque, foi obtida frente a uma das candidatas à vitória nesta fase de grupos. Nem o facto de terem vencido retira ambição a Catarina Neves que acredita que a equipa pode valer ainda mais. “Temos consciência que se conseguirmos melhorar ligeiramente as percentagens de lançamento podemos fazer um jogo mais tranquilo. Foi importante entrar a vencer na competição, teoricamente com um dos candidatos a ganhar o grupo.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.
Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda
Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.
Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.
Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.