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Sub16 masculinos avançam para a meia-final do Challenger

A seleção nacional de sub16 masculinos, que se encontra em Sofia, na Bulgária, conseguiu o apuramento para a meia-final do Challenger da categoria depois de vencer a Suíça na segunda jornada do Grupo D.

Em nova partida de sentido único, Portugal entrou melhor e não demorou a construir uma vantagem considerável. Os minutos iniciais foram pautados por algum equilíbrio, mas a seleção lusa fechou o período com um parcial de 10-4 que lhe permitiu atacar o segundo quarto com outra confiança.

Com bons níveis defensivos, os atletas portugueses superiorizaram-se e foram aumentando a diferença com naturalidade, até se firmar nos 15 pontos (38-23) quando as duas formações recolheram aos balneários.

No regresso do intervalo a toada manteve-se, com Portugal a limitar o seu adversário suíço a apenas quatro pontos, e o 18-4 obtido ao longo do terceiro quarto acabou por colocar um ponto final na partida. Apesar da reação por parte da Suíça nos dez minutos finais (parcial de 20-9), os jogadores lusos não perderam o controlo e saíram vencedores por 65-47.

Rúben Prey (14pts, 16res, 1ast, 1rb, 3dl) voltou a ser a principal figura da formação de Nuno Freitas, bem como Salvador Victo (12pts, 6res, 3ast, 4rb).

Com o triunfo, Portugal garantiu o primeiro lugar do Grupo D e tem lugar assegurado na meia-final onde encontrará o 2.º classificado do Grupo E.4

Nuno Freitas, selecionador nacional, fez o balanço da prestação lusa na fase de grupos: “O balanço é positivo, na medida que ganhámos os dois jogos e não deixámos dúvidas no resultado. Vencemos de forma categórica e os rapazes estão de parabéns pela forma como se comportaram nestes dois jogos, tendo em conta o ambiente destes torneios e o facto de ser uma estreia em competições internacionais oficiais”, explicou.


Portugal entra a vencer no Challenger sub16

A seleção nacional de sub16 masculinos entrou a vencer no Challenger da categoria, na Bulgária, ao bater a Ucrânia por 75-54.

Num encontro de sentido único desde o primeiro minuto, a formação lusa entrou mais forte e fez-se sentir no capítulo defensivo, ao limitar o seu adversário a apenas quatro pontos nos dez minutos iniciais (14-4).

O segundo período viu a equipa de Nuno Freitas manter o ritmo, e foi com naturalidade que dilatou a vantagem para perto da casa das duas dezenas, algo que aconteceu após o intervalo, já no terceiro quarto.

Com o aproximar do final do encontro, Portugal começou a atuar num ritmo menos elevado, mas assegurou a sua primeira vitória da competição, com Rúben Prey (14pts, 17res, 3ast, 2rb, 7dl), Nathan Noronha (17pts, 4res, 3ast, 7rb), Sérgio Sousa (13pts, 4res, 1dl) e Pedro Santos (11pts, 5res, 3ast, 4rb) em grande destaque.

Após o final da partida, Rúben Prey afirmou que o encontro deixou a equipa com boas sensações para os próximos jogos e comentou a sua exibição: “Acho que estive bem. Claro que podia ter sido melhor, mas dentro do meu trabalho acho que fiz tudo bem”, explicou.

Portugal volta a entrar em campo esta terça-feira, pelas 12 horas, e terá pela frente a Suíça, uma partida que, segundo o poste português, não será simples: “Não vai ser fácil, mas acho que se entrarmos com a mesma mentalidade e união que hoje, podemos ganhar e chegar à meia-final”, considera.


Seleções Nacionais de sub14 com fim de semana em Íscar

As Seleções Nacionais de sub14 disputaram, no passado fim de semana, jogos diante de Espanha, nos escalões masculino e feminino.

Os nossos jovens, no sábado, perderam por 87-31, seguindo-se uma derrota por 104-40. Já a equipa feminina também não conseguiu superar a congénere do país vizinho (90-35 e 88-23).


Sub16 masculinos motivados para o Challenger (Vídeo)

Portugal inicia hoje, dia 16 de agosto, a sua caminhada no Challenger em Sofia, na Bulgária.

Inseridos no Grupo D com Ucrânia e Suíça, a seleção nacional de sub16 masculinos vai defrontar primeiro a formação ucraniana, pelas 15 horas, seguindo-se depois a equipa suíça, dia 17 pelas 12 horas.

Depois de quatro estágios de preparação, o selecionador nacional, Nuno Freitas, convocou 12 atletas para representarem a equipa das quinas:

A FPBtv marcou presença na última fase de preparação e falou com o selecionador nacional e com os jovens internacionais, Salvador Victo e Ruben Prey, para perceber como estão os ânimos antes do início do torneio.


Eslovénia termina Challenger invicta

A Eslovénia venceu a Polónia por 67-47 e terminou o Challenger sem conhecer o sabor da derrota, ao contabilizar cinco triunfos.

A equipa eslovena entrava para este encontro com a vitória na competição garantida, mas procurava manter o registo de invencibilidade, e tal ficou patente desde cedo. As comandadas de Robert Matevzic venceram todos os períodos de forma destacada e conseguiram sempre controlar as iniciativas polacas.

Zoja Stirn (10pts, 4res, 4ast, 3rb, 1dl), Ajsa Sivka (7pts, 4res, 2eb) e Manca Marolt (10pts, 1res, 1ast, 1rb) evidenciaram-se pelas vencedoras, e Dominika Ullmann (12pts, 3res, 1rb) e Natalia Rutkowska (5pts, 3res, 1ast, 1rb, 1dl) estiveram em destaque na Polónia.

Já a Rússia concluiu a sua prestação no Challenger com uma vitória esclarecedora sobre a República Checa por 89-72.

Com o segundo lugar já assegurado e os lugares de acesso ao Mundial sub17 2022 definidos, as duas equipas apresentaram-se livres de pressão e o nível de jogo demonstrou-o, com os ataques a superiorizarem-se às defesas.

Após um primeiro período de algum equilíbrio (19-16 favorável as atletas checas), no segundo quarto a Rússia mostrou toda a sua qualidade com um parcial de 37-16 que colocou um ponto final na disputa.

No regresso dos balneários, e a vencer por 53-35, as jogadoras russas não abrandaram e foram gerindo a vantagem, sem nunca deixarem que a República Checa se aproximasse e colocasse em causa a sua liderança.

Com o soar da buzina para o final da partida foi a Rússia a festejar o segundo lugar e o apuramento para o Mundial sub17 2022. Estatisticamente importa mencionar Mariana Přibylová (24 pts, 6res, 2ast, 2rb), base checa, e Elizaveta Filchagina (11pts, 10res, 2ast, 1rb), poste russa.


Portugal termina Challenger no quarto posto

No jogo que encerrou o Challenger de sub16 femininos, em Matosinhos, Portugal perdeu frente à Bélgica por 48-33, e terminou no quarto lugar da classificação.

Contas feitas, a Seleção Nacional registou uma vitória e quatro derrotas na competição.

A partida ficou marcada pela baixa eficácia, com a Seleção Nacional a chegar ao intervalo em vantagem (22-20), mas no regresso dos balneários o opositor belga aplicou parciais de 15-6 e 13-5.

A turma lusa pecou na hora de lançar, embora tenha levado a melhor nos ressaltos ofensivos (14-8).

No capítulo individual, as melhores em campo do lado português foram Matilde Pereira (10pts, 6res, 3ast), Fatumata Djaló (8pts, 2res, 3rb) e Rita Rodrigues (13res).

Nas reações à partida, Mariyana Kostourkova, selecionadora nacional, indicou os aspetos a melhorar: “Entrámos confiantes, mas faltou concretização, com esta eficácia é difícil ganhar jogos. Temos de lançar melhor perto do cesto. Sentimos que podíamos ter feito mais, mas não tivemos nenhum jogo de preparação. Temos de preparar o próximo Europeu, e ao longo de todo o ano, em prol do basquetebol português”, afirmou.

Por seu turno, a atleta Matilde Pereira destacou a evolução da equipa: “Foi um grande desafio para nós, depois de termos estado paradas durante muito tempo, mas estou muito orgulhosa do nosso trabalho e espírito de equipa, evoluímos significativamente”, disse.


Seleção não consegue bater Eslovénia

A seleção nacional de sub16 femininos perdeu frente à Eslovénia por 72-53 na quarta jornada do Challenger da categoria, que se está a realizar no Pavilhão Municipal de Guifões.

Num encontro frente à primeira classificada do grupo, que entrava para esta partida com três vitórias em outros tantos jogos, as comandadas de Mariyana Kostourkova não tiveram um início fácil, ao sofrerem um parcial de 14-2. Contudo, as atletas lusas reagiram de forma notável e conseguiram passar para a dianteira ainda antes do final dos dez minutos iniciais (17-16).

O segundo período foi de maior equilíbrio, com as duas equipas a trocarem vantagens e a lutarem pela liderança. Com bons indícios no capítulo da eficácia, Portugal conseguiu segurar o resultado e ao intervalo vencia por 30-28.

Após o descanso a Eslovénia apresentou-se a outro nível e partiu para uma exibição dominante, ao marcar 44 pontos nos últimos 20 minutos do encontro. Com Zoja Stirn (23pts, 11res, 5ast, 4rb) em grande plano, a formação eslovena conseguiu dilatar a vantagem no marcador ao aproveitar a falta de acerto lusa.

Com o soar do apito final foram as “visitantes” que fizeram a festa ao garantirem o primeiro lugar do grupo com uma jornada por jogar. Dada a derrota lusa, a Rússia também conseguiu segurar a segunda posição e acompanha a Eslovénia no Mundial sub17 de 2022.

Estatisticamente importa mencionar as exibições de Ana Pinheiro (11pts, 5res, 1rb), Matilde Pereira (11pts, 3res, 1ast, 3rb) e Clara da Silva (2pts, 6res, 1ast, 2rb, 2dl).

No rescaldo do encontro, Ana Pinheiro salientou o poderio esloveno: “Perdemos muitos ressaltos, principalmente ofensivos. Fizemos uma primeira parte muito boa. Estivemos muito bem em várias fases, com boas trocas de bola ofensivas. A Eslovénia é uma equipa muito forte e confiante”, afirmou.

João Janeiro, treinador adjunto de Portugal, realçou a importância de testes desta exigência para a nossa Seleção: “Conseguimos jogar na cara da Eslovénia, cumprimos o plano de jogo. Sabíamos que ia ser difícil, porque o adversário tem um basquetebol muito mais adulto do que o nosso, conhece melhor o jogo, mas conseguimos minimizar essa diferença. A segunda parte foi diferente, e um parcial de 7-8 pontos para a Eslovénia atirou-nos ao tapete. A nossa preocupação é conseguirmos resistir o máximo tempo possível contra estas grandes equipas, é uma aprendizagem para nós. Nalguns momentos, temos jogado a um bom nível. Não tivemos a melhor preparação possível, mas as jogadoras evoluem com este torneio. Voltar a uma competição de grande nível é aquilo que pretendemos. Se tudo correr normalmente, jogaremos na Divisão A, e queremos continuar na elite”, finalizou.

Portugal termina a sua campanha no Challenger este sábado, a partir das 21 horas, contra a Bélgica, num duelo com transmissão na FPBtv.

 


Rússia embala para a terceira vitória consecutiva e garante Mundial

No Challenger de sub16 femininos, que decorre em Matosinhos, a Rússia obteve a terceira vitória consecutiva, sobre a Polónia, por 65-58, e com o triunfo da Eslovénia diante de Portugal assegurou o segundo lugar do grupo e a presença no Mundial de sub17 do próximo ano.

A partida revelou-se bastante equilibrada, e a prova disso é a igualdade (31-31) registada ao intervalo, com a formação russa a garantir o triunfo graças a parciais de 15-11 e 19-16.

A Rússia cavou distâncias na luta das tabelas (42-19 em ressaltos), com predominância para o ressalto ofensivo (21-1), a contrapor com o seu maior número de turnovers (21-11).

Olesia Galenko, do lado russo, foi a melhor jogadora em campo (19pts, 6res, 2ast, 2rb, 1dl).

No segundo jogo do dia, a Bélgica superou a República Checa por 76-53, naquele que foi o regresso do conjunto belga aos bons resultados.

Após um primeiro quarto com pouca eficácia de parte a parte, a Bélgica aplicou parciais de 20-15, 27-16 e 20-17, resolvendo a questão, num embate em que pelas suas cores sobressaiu Louann Battiston (25pts, 2res, 2ast, 3rb).


Sub14 femininos com duplo teste em Espanha

À semelhança da equipa masculina, a Seleção Nacional de sub14 femininos vai ter pela frente, este fim de semana (17h de sábado e 9h de domingo), dois jogos na cidade espanhola de Íscar, diante da formação do país vizinho.

Apresentamos a convocatória definida por Teresa Barata (selecionadora nacional) e Margarida Pereira (treinadora adjunta).

 

– Alexandra Teixeira | FC Vizela

– Carolina Silva | CPN

– Denise Neves | GDEMAM

– Francisca Teixeira | CPN

– Inês Barreto | Imortal BC

– Laura Silva | Quinta dos Lombos

– Letícia Vieira | GDESSA

– Mafalda Maria Monteiro | SC Coimbrões

– Maria Amaro | Imortal BC

– Mariana Barros | Salesianos de Évora

– Miriam Queta | GDESSA

– Sara Albuquerque | Quinta dos Lombos

– Sara Ferreira | Imortal BC

– Weza Domingues | Scalipus CS


Portugal perde face à Polónia

Na terceira jornada do Challenger de sub16 femininos, Portugal perdeu diante da Polónia por 57-51, naquela que foi a segunda derrota da Seleção Nacional na competição.

A formação lusa nunca conseguiu liderar o marcador, apesar de por várias vezes estar na iminência de o fazer, num encontro que registou um número elevador de turnovers de parte a parte (20 de Portugal e 25 da Polónia).

A nossa Seleção revelou menor eficácia na hora de lançar, ao passo que se superiorizou nos ressaltos ofensivos (13-2).

Em termos individuais, pelas nossas cores sobressaíram Fatumata Djaló (21pts, 4res, 1ast, 3rb) e Maria Neto (13pts, 4res, 1ast, 1rb).

No final do encontro, Maria Neto explicou que a entrada no jogo condicionou o plano que a equipa tinha: “Foi uma entrada difícil e andámos sempre atrás do jogo. Demos o nosso máximo e conseguimos empatar, mas o resultado não foi o que nós queríamos. Agora vamos trabalhar para que o próximo jogo possa correr melhor e vamos mais confiantes”, afirmou a base. Já André Janicas, treinador-adjunto, confessou que a equipa se sentia um pouco nervosa e teve dificuldade em manter a calma nos momentos decisivos.

“O primeiro jogo do Challenger deixou-nos com boas sensações. Ontem tivemos um jogo menos conseguido e ficámos um pouco abalados com a derrota. Hoje precisávamos de entrar bem e não conseguimos, voltámos a entrar nervosos, ansiosos, a cometer muitos erros na defesa. Mantivemo-nos sempre no jogo, mas é preciso perceber que há momentos em que temos de ir posse de bola a posse de bola, e por vezes caímos no erro de querer ataques de cinco ou seis pontos, e não conseguimos manter a calma nesses momentos”, elucidou o técnico.

Portugal, que ocupa o quarto lugar do grupo, tem na sexta-feira o seu penúltimo jogo, frente à Eslovénia, a partir das 21 horas e com transmissão na FPBtv.


Eslovénia continua invicta em Matosinhos

A Eslovénia manteve a sua invencibilidade intacta ao bater a República Checa por 84-67 na 3.ª jornada do Challenger de sub16 femininos, em Matosinhos.

A equipa eslovena, que lidera o Grupo C, entrou muito concentrada e não demorou a assumir a liderança com um parcial de 8-1 a abrir o encontro. A formação checa reagiu e conseguiu reduzir a diferença, passando para a liderança a meio do segundo período, 24-22.

A correr atrás do resultado, a Eslovénia não demorou a recuperar o nível com que iniciara a partida e recolheu ao balneário a vencer por 37-35, mas conseguiu distanciar-se definitivamente no terceiro quarto, ao conseguir um parcial de 26-15 que colocou um ponto final nas aspirações da República Checa.

A Rússia levou de vencida a congénere da Bélgica por 55-47 e conseguiu a sua segunda vitória consecutiva depois do desaire na jornada inaugural.

Num encontro de indecisão até aos minutos finais, foi o conjunto belga que teve o melhor começo, limitando as suas adversárias a apenas quatro pontos (14-4) nos dez minutos iniciais. No entanto, no segundo quarto a toada inverteu-se, com as comandadas de Olga Shuneikina a passarem para a frente do marcador com um parcial de 20-8.

Com Alexandra Eliseeva (20pts, 8res, 2ast, 5b) em grande nível, a Rússia voltou melhor do intervalo e conseguiu distanciar-se de forma mais vincada com outro quarto onde marcou 20 pontos (20-12), deixando o resultado em 44-34 à entrada para o momento das decisões.

A Bélgica, liderada por Louann Battiston (16pts, 5res, 2ast, 2rb), Noor Devos (10pts, 9res, 2ast, 1rb) e Pauline Bayart (3pts, 10res, 1ast, 3rb, 6dl), respondeu no quarto período e esteve muito perto da reviravolta – 48-47 a dois minutos do final – mas a falta de eficácia foi determinante e permitiu que as atletas russas gerissem a vantagem até ao final.


Portugal regista primeira derrota no Challenger

Moralizada pela vitória na primeira jornada do Challenger contra a República Checa, a seleção nacional de sub16 femininos procurava o segundo triunfo da competição, desta feita frente à Rússia.

A formação russa entrou melhor no encontro, e com a vantagem no capítulo do lançamento exterior (40% de eficácia), depressa chegou à vantagem. Apesar da iniciativa portuguesa, a equipa do leste europeu conseguia gerir a diferença, aproveitando algum nervosismo luso.

Ao intervalo o marcador assinalava 42-20, e o terceiro período viu o nível qualitativo do jogo cair, com o quarto a terminar com um parcial de 10-7 fruto de vários lançamentos falhados de parte a parte. Nos dez minutos finais as comandadas de Mariyana Kostourkova assumiram a iniciativa e tentaram encurtar a diferença, mas não conseguiram anular o défice, perdendo por 66-43.

Rita Rodrigues (8pts, 5res) e Fatumata Djaló (8pts, 1res, 1ast) assumiram-se como protagonistas na marcação de pontos, com Clara da Silva (3pts, 8res, 1rb) e Maria Andorinho (7res) a mostrarem-se na luta das tabelas.

Na reação ao encontro, Rita Rodrigues, uma das jogadoras que tem estado em destaque na nossa Seleção, destacou o “poderio físico da equipa russo” e mostrou confiança para o próximo jogo.

Por seu turno, João Janeiro, treinador adjunto de Portugal, analisou esta derrota e a campanha, até agora, da turma lusa: “Quisemos aplicar uma defesa mais intensa e pressionante, mas muitas vezes fomos penalizados na avaliação dos contactos. Mas neste Challenger, cada dia é diferente, e esta noite sentimos muita dificuldades. Mas temos de trabalhar para obter um desempenho diferente diante da Polónia. Vamos ter de retificar o aproveitamento ofensivo, o trabalho sem e com bola, para que tenhamos um aproveitamento diferente e possamos discutir o jogo. Este foi o escalão que pagou a fatura da não competição de cerca de ano e meio, salvo raras exceções. Há aqui atletas que não competiam desde o escalão de sub14 e para o ano são sub17, e isso paga-se. Na preparação tivemos problemas, porque não realizámos jogos de treino, mas resta-nos não arranjar desculpas, continuar a trabalhar e vamos, certamente, mostrar outra cara contra a Polónia, garantiu.

Esta quarta-feira, às 21 horas, Portugal enfrenta a Polónia, num duelo que tem transmissão aqui.


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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