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“Dragões” e “conquistadores” em duelo da Liga Placard

FC Porto e Vitória SC defrontam-se este sábado, a partir das 18 horas, numa partida da segunda jornada da Liga Placard, que tem transmissão na RTP2. Na antecâmara de um duelo com história no basquetebol nacional, falámos com Francisco Amarante, dos “dragões”, e com André Bessa, dos “conquistadores”.

Francisco Amarante, que esteve em bom plano no triunfo do FC Porto na primeira jornada, face à Académica Efapel, dá a receira para bater o Vitória SC, por entre elogios ao adversário: “O Vitória SC já tem muita história no basquetebol português. Sabemos que eles são fortes, fisica e mentalmente, e que lutam até aos últimos segundo, mas nós também. Teremos de ser rápidos, impor a nossa intensidade e controlar o ritmo do jogo, tentar que o Vitória jogue no erro”, aponta.

O base/extremo de 20 anos salienta a coesão do grupo de trabalho “azul e branco”: “O FC Porto tem a mentalidade de uma família, somos fortes, aguerridos, estamos preparados para enfrentar o mundo. Temos um núcleo muito forte, encaramos todos os jogos para vencer, é a nossa mentalidade. Estamos preparados”, vinca.

O campeão europeu de Sub20 (Divisão B), em 2019, é a voz da ambição: “O meu objetivo é, e será sempre, ajudar a equipa a vencer e a conquistar títulos. O FC Porto entra sempre para vencer”, não hesita.

Do lado minhoto, André Bessa, que já representou o FC Porto, enumera os pontos fortes dos “dragões”: “O FC Porto é uma equipa que se caracteriza por impor um ritmo alto e uma grande intensidade defensiva e ofensiva, em todas as partidas! Fazem da sua agressividade defensiva e do seu excelente jogo exterior, onde têm jogadores de excelente qualidade e muitos bons atiradores, as suas principais armas”, afirma.

O base de 31 anos destaca o potencial da equipa da cidade-berço: “Acho que, sobretudo, o que temos que melhorar é a nossa consistência ao longo dos 40 minutos! Neste momento, ainda fazemos exibições muito oscilantes, onde somos capazes de ter momentos brilhantes e, depois, momentos onde cometemos demasiados erros! Mas é normal, foi um interregno muito grande até voltar à competição, mais a adição de novos jogadores. São sempre processos que demoram o seu tempo e temos vindo a melhorar! O jogo contra o FC Porto vai ser um grande teste a essa nossa consistência, pois só assim conseguiremos ganhar o jogo! Não podemos voltar a dar uma parte de avanço, como sucedeu diante do Sporting CP, na Taça de Portugal, porque contra equipas desta qualidade pagamos caro por isso! Eu vejo, no Vitória SC, uma equipa com enorme potencial! É uma formação jovem, mas com uma grande capacidade de trabalho e com um grande espírito de luta! Vejo uma equipa aguerrida, que vai lutar até ao fim em todas as partidas, um bocado à imagem da segunda parte contra o Sporting CP! Ainda podemos melhorar muito e, como disse em cima, temos que conseguir manter esse nível ao longo de toda a partida!”, enfatiza.

Sete anos depois, André Bessa está de regresso ao Vitória SC, e não esconde a felicidade: “Está a ser um bom regresso, a uma casa que conheço bem! Há diferenças, porque os treinadores e jogadores são todos novos, mas os valores do clube, que foi o que me fez voltar, continuam o mesmo! É um clube trabalhador, ambicioso, com uma massa adepta incrível, que infelizmente não poderá estar fisicamente presente, mas que está connosco, certamente! Quem representa este clube tem que saber a responsabilidade que é carregar o rei ao peito, pois o Vitória é um dos grandes de Portugal. O objetivo do Vitória é dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito desde a época passada! Estar na luta pelos quatro primeiros lugares do campeonato, estar presente nos momentos altos da época, ou seja, na Final Four da Taça de Portugal e da Taça Hugo dos Santos, e tentar conquistar algum destes troféus, pois acho que temos equipa para isso e é um clube que merece!”, finaliza.

Além da transmissão no canal público, este encontro será igualmente emitido www.fpbtv.pt e na app da FPB.


Termina ciclo de reuniões entre FPB e clubes

Numa altura em que arranca a temporada 2020/21, a FPB teve um ciclo de reuniões, por videoconferência, com os clubes, e respetivas Associações, dos Campeonato Nacionais da 2.ª Divisão masculina, 1.ª Divisão feminina, 1.ª Divisão masculina e 2.ª Divisão feminina.

Manuel Fernandes, presidente da FPB, salientou, ao longo das reuniões, a colaboração de todos, através dos contributos dos diversos agentes, e felicitou os novos clubes que estão de chegada ao calendário competitivo nacional.

Os critérios de atribuição de bolas Wilson e o projeto assistência FPB/Wilson, inscrições de atletas sem nacionalidade portuguesa (até aos 17 anos) e inscrições, revalidações e transferências de agentes desportivos, assim como o programa Valorizar 2020/21, foram temas que mereceram destaque, e cuja explicação passou pelas vozes de Helena Oliveira, assessora do presidente da FPB, e Luís Veiga, vice-presidente da FPB.

António Carlos, responsável pela comunicação e marketing da FPB, abordou a inédita plataforma online que permite à FPBtv transmitir todos os principais jogos do basquetebol nacional, sem esquecer os números das redes sociais.

José Pinto Alberto, responsável federativo pelas competições masculinas, falou da organização do jogo, que envolveu temas como a COVID-19 e Regulamento de Retoma, enquanto Nuno Manaia, diretor técnico nacional, detalhou os modelos competitivos da provas.

Em cada uma das reuniões, todos os clubes estiveram à vontade para expressar as suas dúvidas, para prestar contributos e para dar conta dos seus problemas.


“Quero ser um exemplo dentro de campo para as mais novas”

É uma das caras novas do plantel do SL Benfica, apesar de já ser bem conhecido nos meandros da modalidade. Em 2015 disse um “até já” à competição, mas nunca se despediu do basquetebol. Falamos de, e com, Sofia Ramalho Gomes, atleta do SL Benfica, que cinco anos depois está de regresso às quatro linhas. Além de voltar à competição, a ex-internacional fala-nos das expectativas para a nova época, os desafios da última temporada e dos projetos em que está envolvida.

Foram cinco anos sem competição, mas sempre com o basquetebol bem presente na tua vida. Para além do projeto “Timeout” da FIBA, do qual fazes parte, também estás envolvida no projeto da “AMINGA” em Cabo Verde. Fala-nos um pouco destes dois projetos.

Foram cinco anos sem basquetebol, volto agora, depois de no ano passado ter estado com funções diferentes que também gostei imenso de desempenhar, mas o “bichinho” de estar em campo nunca desapareceu. Relativamente aos dois projetos em que estou envolvida, posso dizer que são muito ambiciosos e que os quero concretizar. Um deles é o programa “Time-out” da FIBA que ajuda os internacionais de cada país a fazerem a transição da carreira. Há quem ainda esteja a jogar como é o meu caso, há quem tenha deixado há pouco tempo, mas a ideia é ajudar quem está nesta fase de transição, sabermos o que fazer. Infelizmente acontece muitas vezes um jogador deixar de jogar e perder um bocado o rumo, não saber o que fazer. Posso dizer que comigo aconteceu o mesmo. Sempre soube que queria continuar ligada à modalidade, no entanto ia fazer o que? Como? Quando é que começaria? Este programa ajuda-nos a entender isso mesmo.

Além dos desafios pessoais, também gosto muito desta vertente pessoal, porque também me dá vontade de ajudar os jogadores mais jovens para que eles comecem desde cedo a pensar nessa transição. Além da vertente da FIBA mais relacionada com a organização de eventos e marketing, também há a vertente universitária que nos ajuda a lidar melhor com as pessoas algo que é muito importante. Identificar comportamentos, coaching… dá-nos ainda oportunidade de ver o desporto de vários pontos de vista, todos eles diferentes. Falamos muito da “dual career”, algo que também está muito em voga. São estas três áreas deste programa da FIBA que me têm fascinado e sinceramente ainda não consegui escolher uma delas. Acaba por ser tão vasto e é tanta informação que ainda não me consegui focar e escolher apenas numa das áreas. Quero dar os parabéns à FIBA e à FPB, fazendo votos que este seja um programa para continuar.

Relativamente à AMINGA, trata-se de um projeto familiar onde eu, o Beto e as irmãs dele juntamos esforços. É um projeto que se foca no desenvolvimento do desporto jovem nos países mais necessitados. O nosso primeiro campus será em 2021, em Cabo Verde, na ilha de São Vicente, e tem três modalidades incluídas. O basquetebol, o andebol e o voleibol. Eu e o Beto temos uma forte ligação ao basquetebol, as minhas cunhadas estão ligadas ao andebol e ao voleibol. Além do melhoramento das condições de treino, de transmitirmos novos métodos de trabalho e darmos formação, também temos a vertente educacional. Queremos aulas de inglês, de informática, sessões de autoconhecimento para os miúdos. É um projeto muito ambicioso porque dependemos muito das ajudas externas. Somos uma organização sem fins lucrativos, portanto estamos dependentes das doações. Começamos uma campanha de “fundraising” que vai ajudar na concretização do projeto e que certamente facilitará a vida a todos aqueles que quiserem ajudar. Aceitamos também doações materiais, dentro do âmbito das três modalidades, para ajudar os clubes locais.

A tua última época foi em 2014/15, também no SL Benfica. O que é que mudou para voltares a sentir desejo de jogar ao mais alto nível?

Nunca deixei de desejar voltar. Na temporada 2014/15 tomei uma das decisões mais difíceis da minha vida, apesar de ter muita certeza do que queria fazer e saber que o que importava naquele momento era a família e a minha filha, foi difícil. Foi um projeto com o qual me identificava muito. Tinha um orgulho enorme nas subidas de divisão e na chegada à Liga, até porque estávamos a fazer um bom campeonato. Estava muito confiante para essa época e claro que fiquei sempre com esse sabor amargo por ter deixado a equipa em janeiro. Foi a minha decisão e acho que foi a mais acertada. No entanto, a vontade sempre ficou cá. Nunca disse que tinha “arrumado as botas” definitivamente. O ano passado fui adjunta na equipa e sempre demonstrei vontade de voltar às quatro linhas. Este ano houve essa possibilidade e eu com a vontade que tenho aceitei. Estou super feliz por estar de regresso.

A Sofia Ramalho de 2014/2015 marcou 18 pontos, conquistou 4.7 ressaltos e liderou nas assistências com 4.5 em 13 jogos na Liga Feminina. O que é que a Sofia Ramalho pode dar à equipa esta temporada?

Apesar dos meus quarenta anos, a idade é um número. Sinto-me em boa forma, claro que estive muito tempo parada, porque em competição tudo é mais exigente, mas aquilo que posso dar à equipa vem muito da minha experiência. Basicamente é fazer o que sempre fiz, ser um exemplo dentro de campo para as mais novas e para todas as minhas companheiras de equipa. Posso garantir que vou estar a 200%, quero ser um exemplo a seguir. Estou no Benfica para ajudar e, quem sabe, ser campeã novamente.

Na temporada que passou foste um dos elementos da equipa técnica de Isabel Ribeiro dos Santos, mas este ano vais estar dentro das quatro linhas. Que ensinamentos retiraste da temporada que passou?

Foi uma temporada completamente diferente, uma função diferente. É algo que me vejo a fazer no futuro, apesar do papel da treinador adjunta é mais limitado, mas nem por isso menos desafiante. Temos de criar um equilibrar entre aquilo que é o corpo técnico e o plantel, conhecer melhor o perfil das jogadoras e comunicar melhor com elas. Foi uma temporada que não acabou, que foi estranha, mas o tempo que estive com a equipa foi muito bom.

Que expectativas reservas para esta temporada, tanto a nível coletivo, como individual?

Sou sempre muito exigente e ambiciosa. Mentiria se não dissesse que queria ser campeã. Esse é o objetivo, sabendo que este ano vai ser especialmente difícil e diferente. Posso garantir que vamos dar o máximo todas as semanas e todos os jogos. Queremos somar o máximo número de vitórias para atingirmos o campeonato. Aquilo que espero é isso, tanto a nível individual, como coletivo.


Fim de semana de Taça de Portugal masculina

Realizou-se, este fim de semana, a 2.ª eliminatória da 1.ª fase da Taça de Portugal masculina 2020/21.

Na Zona Norte, o SC Braga não esteve pelos ajustes na receção à Juventude Pacense, e venceu por 98-44, enquanto o GDB Leça/Cargolândia também se mostrou autoritário (96-47), no reduto do Fides Gondobasket. Já o Guifões SC ultrapassou (70-47) o Beira-Mar/AAUav, o BC Barcelos bateu o CAA Salesianos por 91-54 e o Galitos/CL Dr. José Semblano superou (71-49) o CD José Régio. No duelo mais equilibrado da ronda, o Club 5Basket/SVSilva levou a melhor por um ponto (72-71) no pavilhão do NCR Valongo, a Juvemaia-ACDC suplantou o FC Gaia, na condição de visitante, por 73-43, e o Académico FC, igualmente a jogar fora, eliminou o GRIB graças a um triunfo por 81-66.

Por seu turno, na Zona Sul, e a jogar fora de casa, o AC Moscavide sorriu (81-54) na deslocação ao terreno do GDEMAM, o Atlético CP não permitiu veleidades (82-41) no reduto do CN Natação e o Algés venceu, em casa, os Salesianos do Estoril por 74-69. Na Marinha Grande, o ABC Santo André/Móveis Fernandes superiorizou-se ao Sporting Clube Marinhense por 86-55, os Salesianos de Lisboa carimbaram passagem com um vitória (75-65) no pavilhão da União de Leiria Basquetebol e o Scalipus Tasca Xico da Cana ganhou , de forma contundente, na receção ao Stella Maris/Profresco por 79-33. Na Linha de Cascais, o Estoril BC bateu o Odivelas Basket por 74-65, e na Cruz Quebrada o BAC levou a melhor (52-48) diante da SIMECQ.

A 3.ª eliminatória disputa-se no próximo fim de semana.

 

Nota: Foto retirada do Facebook do Basquete Clube de Barcelos


Reunião FPB/2.ª Divisão masculina

Decorreu este sábado, por videoconferência, uma reunião entre a FPB, os clubes do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão masculina e as respetivas Associações.

Manuel Fernandes, presidente da FPB, fez questão de realçar a “reunião frutuosa”, com “importantes contributos” por parte dos clubes.

A sessão começou com a divulgação de informação sobre os critérios de atribuição de bolas Wilson e o projeto assistência FPB/Wilson, inscrições de atletas sem nacionalidade portuguesa (até aos 17 anos) e inscrições, revalidações e transferências de agentes desportivos.

O programa Valorizar 2020/21 mereceu, igualmente, destaque, num tema abordado por Helena Oliveira, assessora do presidente da FPB, assim como a comunicação, imagem e marketing, com enfoque na inédita plataforma online que permite à FPBtv transmitir todos os principais jogos do basquetebol nacional, sem esquecer os números das redes sociais, trazidos por António Carlos, responsável pela área.

Um dos pontos centrais da reunião, desenvolvido por José Pinto Alberto, responsável federativo pelas competições masculinas, teve a ver com a organização do jogo, que envolveu temas como a COVID-19 e Regulamento de Retoma, para depois, Nuno Manaia, diretor técnico nacional, falar sobre o modelo competitivo da prova.

Seguidamente, todos os clubes estiveram à vontade para expressar as suas dúvidas, para prestar contributos e para dar conta dos seus problemas, com Manuel Fernandes a fechar a reunião, manifestando esperança num regresso rápido das competições jovens.


Benfica, Sporting, FC Porto e Maia vencem na estreia

Domingo de estreias na Liga Placard com SL Benfica, FC Porto, Sporting CP e Maia BC a triunfarem no arranque do campeonato perante CAB Madeira SAD, Académica/EFAPEL, Galitos Barreiro e CP Esgueira, respetivamente. Os encarnados tomaram a liderança da Liga, com o Sporting CP e UD Oliveirense a completarem o pódio.

De visita ao Funchal, os encarnados foram superiores no confronto com o CAB e garantiram a vitória (66-92). Os números do triunfo das ”águias” começaram a escrever-se desde cedo com o Benfica a entrar melhor no 1.ª quarto (12-18). Até ao intervalo, a diferença pontual avolumou-se (23-39) com os visitantes a irem para o descanso com uma margem confortável no marcador. No 3.º período a tendência manteve-se, apesar do equilíbrio verificado no último quarto. No fim dos quarenta minutos o SL Benfica confirmou a entrada positiva e celebrou a vitória, 66-92.

Mikkel Kolstad (26pts, 4res, 2as), AJ Cheeseman (14pts, 10res) e Arvydas Gydra (10pts, 9res, 2as) foram os destaques nos madeirenses, ao passo que na equipa forasteira evidenciaram-se Cameron Jackon (14pts, 10res, 2as, 4rb, 1dl), Caleb Walker (19pts, 4res, 1as, 1rb), Demond “Tweety” Carter (18pts, 4res, 7as, 1rb), “Betinho” Gomes (15pts, 1res, 1as) e Rafael Lisboa (12pts, 4res, 2as, 1rb).

Em Coimbra, o FCP teve de se aplicar para superar a Académica EFAPEL (55-62), já que os “estudantes” deram boa réplica ao longo de todo o encontro. O empate ao intervalo (27-27) era reflexo do equilíbrio entre as duas equipas, no entanto, os “dragões” surgiram mais fortes no 3.º quarto e passaram para a dianteira do marcador, mantendo a liderança do jogo até ao soar da buzina final (55-62).

Os esforços de Malcolm Richardson (22pts, 2res, 6as, 4rb) e Robert McCoy (10pts, 12res, 1as, 1rb) foram insuficientes para travar a inspiração de Francisco Amarante (14pts, 1res, 4as, 2rb), Jonathan Fairell (15pts, 6res, 1as, 2rb) e Eric Andersen Jr. (11pts, 6res, 1as, 1rb, 1dl).

Com transmissão na RTP2, o embate entre Galitos Barreiro e Sporting CP terminou com os “leões” a vencerem confortavelmente a formação da margem Sul do Tejo (53-73). Depois de um início equilibrado, o Sporting conseguiu fugir no marcador e terminou a primeira metade com treze pontos de vantagem (25-38). O Galitos surpreendeu depois do intervalo e conseguiu encurtar distâncias, baixando para menos de dez os pontos de diferença entre as duas equipas. Contudo, nos últimos cinco minutos de jogo, os “leões” puxaram dos galões e fugiram novamente no marcador fixando o resultado em 53-73.

Otasowie Iyekekpolor (13pts, 6res, 1as, 1rb,1 dl), Derreck Brooks (11pts, 4res, 4as, 2rb, 2dl) e Rozelle Nix (10pts, 6res, 1as, 1rb) foram as referências no Galitos Barreiro, já no Sporting brilharam John Fields (13pts, 9res, 1as), Pedro Catarino (11pts, 1res, 1rb), Shakir Smith (11pts, 3res, 2as, 1rb), Travante Williams (10pts, 1res, 1as, 2rb, 1dl) e James Ellisor (10pts, 3res, 2rb).

O último jogo do dia terminou após prolongamento e acabou por ditar o triunfo do Maia BC sobre o CP Esgueira (86-82). Os aveirenses foram mais fortes no 1.º quarto e impuseram-se logo no arranque através de um parcial de 24-33, todavia o rumo do encontro viria a alterar-se com o decorrer da partida, com os maiatos a equilibrarem o jogo ainda antes do intervalo. No regresso dos balneários o Esgueira voltou a surgir mais forte e apesar de passar para a frente do marcador acabou por permitir a recuparação maiata nos últimos minutos dos quarenta regulamentares. No prolongamento a equipa da casa aplicou um parcial de 9-5 e confirmou a vitória na jornada de estreia da Liga.

Romani Hansen (21pts, 12res, 1as, 3rb, 3dl), Bright Mensah (19pts, 10res, 2as, 1rb), Theo Johnson (14pts, 3res, 2rb) e Lamar Morgan (14pts, 5res, 1as) foram os principais destaques nos anfitriões, enquanto o Esgueira contou com as boas exibições de Henrique Barros (21pts, 6res, 1as), Kareem Brewton (18pts, 12res, 8as, 1rb) e Gustavo Teixeira (11pts, 6res, 2rb).


Vagos, Lombos e GDESSA Barreiro triunfam

Nos restantes encontros da 3.ª jornada da Liga Skoiy realce para os triunfos do GDESSA Barreiro sobre o União Sportiva (72-63), da AD Vagos sobre o Galitos/Clínica Dr. Semblano (67-55) e da Quinta dos Lombos sobre o CPN-Imopartner (34-59). Depois de mais uma jornada a formação vaguense, o SL Benfica e a Quinta dos Lombos fixaram-se no pódio da Liga Skoiy.

O encontro que mereceu transmissão n’A Bola TV ficou marcado pela vitória caseira do GDESSA sobre o União Sportiva (72-63). Mais agressiva na entrada em campo a equipa do Barreiro partiu na frente da partida depois de aplicar um parcial de 24-18. A resposta das insulares surgiu logo a seguir com os papéis a inverterem-se (32-38). No regresso dos balneários o jogo voltou a equilibrar-se, até que nos derradeiros dez minutos a equipa da casa conseguiu fugir no marcador, já dentro dos últimos cinco minutos da partida. A reviravolta no marcador acabou por garantir o primeiro triunfo na Liga Skoiy ao GDESSA.

Na formação insular Nausia Woolfolk (15pts, 10res, 3rb, 1dl), Gabriela Paula (14pts, 8res,1 rb) e Vânia Sengo (12pts, 5res, 2rb) foram as protagonistas, enquanto no GDESSA sobressaíram Jennifer Nonato (16pts, 6res, 1as), Maianca Umabano (19pts, 2res, 1as, 1rb), Aline Moura (10pts, 6res, 1as, 1rb) e Márcia Costa (9pts, 3res, 7as, 4rb).

Em Vagos, a equipa da casa recebeu e venceu o Galitos /Clínica Dr. Semblano (67-55). A entrada das recém-promovidas foi mais forte e ao intervalo venciam com duas posses de bola de vantagem (26-32). Apesar do arranque positivo, o Vagos viria a dar a volta ao marcador depois de dominar nos últimos dez minutos da partida. O parcial de 21-8 foi determinante para fixar o triunfo na casa das dezenas (67-55).

Susana Carvalheira (9pts, 11res, 3as, 5dl), Maria Blazejewski (19pts, 9res, 2as) e Joana Cortinhas (11pts, 4res, 4as, 1dl) foram determinantes nas anfitriãs, sendo que no Galitos Aruzha Lima (14pts, 3res, 2as, 2rb), Wisper Fisher (11pts, 7res, 1as), Alice Martins (10pts, 4res, 1rb) e Mafalda Pompeu (9pts, 1res, 1as) foram as mais inconformadas.

No último encontro da jornada, a Quinta dos Lombos não teve dificuldade para superar o CPN-Imopartner (34-59). Apesar da pouco eficácia das duas equipas e do equilíbrio no 1.º quarto (13-16), a Quinta dos Lombos conseguiu distanciar-se na liderança da partida ainda antes do intervalo e manteve-se na frente até ao fim dos quarenta minutos regulamentares (34-59).

Martha Burse (12pts, 4res, 1as, 3rb, 1dl) e Mariana Pereira (10pts, 3res, 2as, 1rb) foram as melhores da equipa da casa, enquanto a formação de carcavelos contou com as boas exibições de Raphaella Monteiro (11pts, 17res, 3as, 2rb, 1dl), Beatriz Polici (10pts, 2res, 2as, 3rb) e Carolina Cruz (8pts, 7res, 1as).


“Quero agradecer a confiança que a FIBA e o seu Board depositou na FPB”

Portugal foi escolhido esta quinta-feira como um dos países anfitriões das janelas de qualificação FIBA agendadas para o próximo mês de novembro, partidas que serão disputadas em “bolhas”. Matosinhos e Odivelas foram eleitas pelo organismo que tutela o basquetebol mundial para acolherem os jogos de qualificação dos Grupos A e G, respetivamente.

No rescaldo desta decisão da FIBA, o Presidente Manuel Fernandes, o Selecionador Nacional masculino, Mário Gomes e o Selecionador Nacional feminino, Ricardo Vasconcelos, demonstraram todo o apreço pela decisão da FIBA, abordando de igual forma os desafios que se avizinham, bem como as vantagens de poder jogar dentro de portas neste tipo de condições.

Para o Presidente federativo, o voto de confiança da FIBA é prova da capacidade que a FPB apresenta neste tipo de eventos: “Antes de mais queria agradecer a confiança que a FIBA e o seu board depositou na FPB para organizar estas duas “bolhas”. O organismo máximo que tutela o basquetebol mundial não teve dificuldades para reconhecer a capacidade que temos vindo a demonstrar ao longo dos anos para organizar este tipo de eventos, sobretudo se tivermos em conta todos os europeus jovens que temos acolhido, ano após ano. Contudo, importa sublinhar que as exigências sanitárias impostas pelas condições da competição decorrer em sistema de “bolha” são muito complexas, mas não estamos sozinhos. O trabalho conjunto das estruturas do Basquetebol, dos nossos parceiros, das Câmaras de Odivelas e de Matosinhos e o apoio da secretaria de Estado do Desporto e Juventude e das Autoridades de Saúde, são a garantia que iremos mais uma vez superar tão inédito desafio. Para o Basquetebol português é mais uma preciosa oportunidade para divulgar e promover a modalidade e possibilitar um melhor conhecimento das suas principais referências, as jogadoras e os jogadores das Seleções Nacionais de seniores”, explicou.

Já o Prof. Mário Gomes não deixou de agradecer o trabalho que tem sido desenvolvido pela Direção da FPB de modo a salvaguardar os interesses das Seleções Nacionais: “Neste quadro é uma ótima noticia e por isso quero agradecer o trabalho da Direção da Federação, em especial do Presidente Manuel Fernandes, por ter conseguido esta organização da “bolha” de novembro cá em Portugal. Isto é muito importante porque nos permite ficar em casa e não fazer viagens que são sempre desgastantes. Depois os atletas também têm uma confiança redobrada. É um alívio. No entanto, e estando de acordo com a organização de “bolhas”, acho que a competição poderia ser adiada para outra altura porque são apenas cinco dias, mas queremos muito ganhar e ter bons resultados. Podemos estar satisfeitos pela decisão tomada”, confessou.

Ricardo Vasconcelos, na linha daquilo que foi dito anteriormente, reforçou os benefícios que as organizações destas duas “bolhas” podem trazer às equipas nacionais: “É desde logo bom porque é um sinal de confiança da FIBA na própria Federação e também porque conseguimos controlar todas as questões de saúde. Dependemos de nós e, portanto, toda a gente estará segura e sã. Não há propriamente um fator casa do ponto de vista do público nas bancadas, mas o desgaste das viagens é posto de parte. É recorrente termos viagens longas, com muitas escalas, o que torna complicadas as nossas deslocações ao estrangeiro. Estes fatores são muito positivos. A confiança da FIBA, o facto de sabermos como proceder e cuidar de todos os atletas e agentes desportivos e, está claro, o fator do desgaste das viagens que acaba por não existir. São tudo indicadores muito positivos”, reiterou.

Os jogos da Seleção Nacional masculina de pré-qualificação para o Mundial 2023, com o Chipre e a Albânia, estão agendados para dia 26 e 28 de novembro, e serão disputados em Matosinhos. Enquanto Odivelas recebe os dois jogos de qualificação para o EuroBasket feminino de 2021, nos dias 12 e 14 de novembro, perante a Bélgica e a Finlândia.


Galitos Barreiro e Sporting CP defrontam-se na abertura da Liga Placard

A Liga Placard 2020/21 abre este fim de semana, com a RTP2 a transmitir em direto o Galitos Barreiro vs. Sporting, a partir das 18 horas deste domingo.

Diogo Correia e Francisco Amiel, bases-extremo de Galitos e Sporting, respetivamente, abordaram este encontro e o campeonato para a FPB.

Os “leões” não podiam estar mais motivados, depois da conquista da Taça de Portugal de 2019/20, e apresentam-se já em alto ritmo, depois da participação no apuramento para a Liga dos Campeões. Francisco Amiel reconhece essa vantagem e sente que o Sporting é tido como um adversário poderoso: “Nós estamos a treinar juntos há alguns meses, o que é, sem dúvida, uma vantagem em termos de conceitos do jogo. Porém, o Galitos é sempre uma equipa muito bem preparada, e nós temos de estar no nosso melhor nível para sair vitoriosos desta partida. Trabalhamos todos os dias para vencer a Liga, e não pretendemos fugir à nossa responsabilidade. O facto de termos conquistado a Taça de Portugal e de termos acabado o campeonato, da época passada, em primeiro, antes da interrupção, torna-nos um alvo a abater. Mas isso é apenas mais um motivo para que continuemos a trabalhar no máximo diariamente”, aponta.

Sobre o Galitos, o atleta de 24 anos enumera vários perigos: “O Galitos é sempre um adversário muito complicado de defrontar. É uma equipa muito agressiva, um pouco à semelhança do que encontrámos no jogo frente ao Vitória SC. Tem jogadores muito talentosos. Do que já vimos deste ano, tem um grupo de americanos que se complementa bastante bem, que, com a introdução de alguns outros reforços e manutenção de atletas da época transata, faz com que seja uma equipa sempre difícil de bater, em especial no Barreiro”, alerta.

Francisco Amiel esteve em bom nível na Final Four da Taça de Portugal, mantendo o espírito coletivo acima de de tudo: “As minhas expectativas pessoais são poder ajudar a equipa da melhor maneira possível. Estou bem adaptado, sempre estive, porque o nosso grupo é realmente muito coeso e unido. As expectativas mais importantes são, sem qualquer margem de dúvidas, a conquista do Campeonato Nacional e das restantes taças e competições em que estamos inseridos”, finaliza.

No Galitos, Diogo Correia, a caminho da sexta temporada na margem sul do Tejo, mostra-se ciente da qualidade dos “verde e brancos: “Na minha opinião, e à semelhança ao que acontecia na época anterior, um dos principais pontos fortes da equipa do Sporting é a versatilidade que apresenta e as soluções de que dispõe. Tal como se viu nos jogos europeus e na Taça de Portugal, existindo um dia menos bom de qualquer jogador, aparece outro a dar a resposta de que a equipa precisa, e isso é fruto da qualidade do plantel que o Sporting tem. Outros pontos fortes que o Sporting apresenta são a intensidade defensiva (principalmente) e o ritmo de jogo que costuma colocar em campo, e aos quais teremos que ter também bastante atenção”, avisa.

Porém, o jogador de 29 anos revela a ambição do Galitos: “Terá alguma influência o Sporting estar com mais ritmo, sobretudo depois de uma paragem tão longa como aquela que aconteceu. Para além de ter começado a treinar bastante mais cedo, em virtude da participação europeia, e de já ter mais jogos realizados do que a nossa equipa, importa também referir a qualidade dos adversários que defrontou, o que numa fase tão precoce da temporada, acaba por ter um peso maior. Apesar desses fatores, estamos satisfeitos com a nossa preparação e vamos entrar neste primeiro jogo com a mesma mentalidade com que iremos enfrentar toda a temporada e todos os adversários: competir e ganhar!”, acentua.

Numa análise ao plantel, Diogo Correia considera que o Galitos subiu alguns degraus: “Em primeiro lugar, acredito que temos um plantel mais alargado e com diferentes soluções para esta época. O facto de este ano, ao contrário do que aconteceu no anterior, podermos contar com grande parte dos atletas estrangeiros, tendo já experiência no basquetebol europeu, acaba também por tornar a equipa mais equilibrada e competitiva. Outro fator importante foi o clube manter o núcleo de jogadores portugueses e o treinador Hugo Salgado, tornando a assimilação dos conceitos de jogo e dinâmicas de jogo/treino mais fácil para todos (incluindo alguns dos jogadores estrangeiros que já tinham trabalhado com ele). Se juntarmos a tudo isto, o facto do clube ter conseguido adicionar atletas de grande qualidade, como o Jaques Conceição e o Emanuel Sá, penso que este ano teremos um plantel mais forte e preparado para as exigências da época que se avizinha. Acho que temos condições de superar os resultados atingidos na última temporada, até à interrupção da competição”, projeta.

Além da transmissão no canal público, este encontro será igualmente emitido www.fpbtv.pt e na app da FPB.


“Águia” voa no Funchal

O SL Benfica regressou às vitórias na Liga Skoiy, ao ultrapassar o CAB Madeira, no Funchal, por 70-50.

Depois de um quarto inicial comandado pelas anfitriãs (13-12), as “encarnadas” não estiveram pelos ajustes e encetararam um parcial de 26-9 até ao intervalo, que se revelou decisivo.

Na equipa da Luz, que até obteve menos ressaltos, mas que beneficiou dos 26 turnovers do CAB, estiveram em evidência Altia Anderson (16pts, 11res, 1ast, 3rb) e Japonica James (15pts, 5res, 2ast, 1dl), enquanto na turma insular remaram contra a maré Jelena Nikpaljevic (22pts, 4res, 1ast, 3rb), Nike McClure (11res) e Paige Cannon (11res).


Oliveirense e Imortal entram com o pé direito na Liga Placard

No arranque da Liga Placard 2020/21, a UD Oliveirense e o Imortal LUZiGÁS entraram da melhor forma, depois de vencerem a Ovarense Gavex e o SC Lusitânia Expert, respetivamente.

Num clássico do basquetebol nacional, a UD Oliveirense bateu a Ovarense Gavex, fora de portas, por 73-56. O conjunto vareiro até liderou as contas no primeiro quarto (20-16), mas a formação de Oliveira de Azeméis reagiu até ao intervalo, e com um parcial de 22-11 deu o tónico para o restante encontro, apesar de só ter disparado no marcador nos últimos minutos.

A Oliveirense dominou a luta das tabela, principalmente nos ofensivos (23 contra 14), e teve como maiores artífices do triunfo Justin Alston (14pts, 7res, 1dl), João Grosso (13pts, 6res, 2ast), Feliciano Perez (12pts, 7res, 1ast, 1rb), José Barbosa (11pts, 6res, 5ast, 2rb), Travis Munnings (11pts, 6res, 3ast) e João Guerreiro (10pts, 13res, 1dl).

Já nos donos da casa, destaque para Kendall Jacks (12pts, 1ast), Trey Moses (10pts, 13res, 2ast, 1dl) e Isaac Johnson (10pts, 9res, 3ast, 2rb, 1dl).

A sul, o Imortal LUZiGÁS, neste seu regresso à Liga, bateu o SC Lusitânia Expert por 81-72, num duelo que registava um empate ao intervalo (42-42).

Só que no regresso dos balneários, o emblema de Albufeira acelerou rumo ao sucesso, graças a um parcial de 24-12, e numa partida em que revelou eficácia nos ressaltos (total de 46, a contrastar com os 32 do opositor insular), tendo como melhores em campo DJ Fenner (20pts, 4res, 2rb, 1dl), Tanner Omlid (17pts, 2res, 4ast, 4rb, 1dl), António Monteiro (12pts, 7res, 2ast, 2rb), Dominic Robb (11pts, 6res, 3ast) e Tyere Marshall (8pts, 10res, 2ast).

Do outro lado, no Lusitânia, sobressaíram Sérgio Silva (18pts, 2res, 2ast, 1rb), Temidayo Yussuf (13pts, 11res, 4ast, 1rb, 1dl), Kyle Mallers (11pts, 1res, 1rb) e Antonio Woods (10pts, 2res, 2ast).

A primeira ronda da Liga Placard prossege este domingo, com exceção do Vitória SC vs. FC Barreirense. Por acordo com o Vitoria SC, o FC Barreirense solicitou o adiamento como prevenção face a suspeitas de Covid-19 na sua equipa. O referido adiamento foi concedido pela Federação.


GDESSA e Sportiva medem forças este domingo

Num duelo entre históricos do basquetebol feminino, a contar para a terceira jornada da Liga Skoiy, GDESSA Barreiro e União Sportiva defrontam-se este domingo, a partir das 11 horas, com transmissão direta na FPBtv e A Bola TV. Ambos os clubes viram os seus jogos, da segunda ronda, adiados, mas na estreia tiveram resultados diferentes: a formação da margem sul do Tejo cedeu diante do Vitória SC, enquanto o conjunto açoriano bateu o CAB Madeira.

Márcia Costa, de regresso ao basquetebol e ao GDESSA, casa onde já foi muito feliz, e Ana Ramos, chegada esta temporada ao Sportiva, anteviram este encontro para a FPB.

Depois de uma paragem, Márcia Costa está de volta ao ativo, e no GDESSA, num reencontro feliz, nas palavras da própria: “Sinto-me bem, e pronta para dar continuidade a um processo que para mim começou há cinco meses. Estou com muita vontade de voltar ao campo e de representar o GDESSA, onde já fui e espero voltar a ser muito feliz. É o início de um novo ciclo na minha vida pessoal e profissional. Não podia estar mais entusiasmada!”, vinca.

A internacional portuguesa, de 30 anos, elogia o grupo de trabalho: “Como todos os projetos que o GDESSA faz questão de ter, esta equipa é jovem, está disposta a trabalhar, e é competitiva e ambiciosa. Vou ser obrigada a usar a expressão mais badalada do ano: queremos estar na linha da frente de todas as competições, e é nisso que estamos focadas, agora que o nosso plantel, com os treinos e com a chegada de mais jogadoras, começa a ganhar a estrutura idealizada pela direção”, aponta.

Sobre o União Sportiva, Márcia Costa não espera facilidades: “O Sportiva, tal como nós, ainda só fez um jogo. É difícil ter a certeza das maiores qualidades a partir de um jogo, não é representativo da qualidade da equipa, os primeiros 40 minutos de época. De qualquer maneira, com base nos últimos anos, o Sportiva tem construído plantéis competitivos e com qualidade, e por isso não esperamos menos este ano”, projeta.

Do lado insular, Ana Ramos realça o ponto forte do adversário de domingo: “O GDESSA tem um jogo interior muito forte e conta com atletas que já alinham juntas há bastante tempo, o que é uma mais-valia para elas”, salienta.

A base de 21 anos promete um Sportiva lutador e pronto para os grandes momentos: “A nossa equipa é trabalhadora e lutadora, e vai dar tudo em todos os jogos. O Sportiva vai lutar para estar presente nas três finais de competição (Taça de Portugal, Taça Federação e Liga)! Queremos trazer, pelo menos, uma taça para a ilha”, deixa a mensagem.

Depois dos vários anos passados nos EUA, na Universidade de San Diego, Ana Ramos mostra-se satisfeira com o regresso a Portugal e elogia a nossa competição: “Já tinha saudades do basquetebol europeu! Estou a gostar bastante de estar no Sportiva, a nossa Liga é bastante competitiva este ano, toda a gente pode ganhar a toda a gente, o que me faz querer trabalhar ainda mais para ser melhor!”, afirma.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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