Artigos da Federaçãooo
Adiamento do primeiro jogo de apuramento para a Liga Feminina
O primeiro jogo da fase de Apuramento para a Liga Feminina, entre Esgueira/Aveiro/Sarifer e CB Queluz, e que estava agendado para este sábado, foi adiado. Na sequência da avaliação de risco, face ao resultado obtido em testes ao COVID-19 ao plantel do CB Queluz e no cumprimento das competências das Autoridades de Saúde, entendeu-se não estarem reunidas as condições necessárias para a realização da partida.
A Federação Portuguesa de Basquetebol recebeu uma comunicação da Autoridade de Saúde de Sintra, que confirma que o CB Queluz não tem pelo menos oito atletas em condições de jogar, o que, à luz do Regulamento para a retoma da prática competitiva do Basquetebol, permite o adiamento do jogo referente ao Apuramento para a Liga Feminina. Os dois clubes serão contactados pela FPB no sentido de reagendar o referido jogo.
“Queremos muito ficar na Liga Placard”
Penso que fizemos uma preparação muito detalhada do nosso adversário, com base no conhecimento adquirido na época anterior e já esta temporada. Foi uma estratégia feliz, e o mérito da execução do plano traçado vai para os jogadores. Jogámos um basquetebol inteligente e capaz, fomos sempre lúcidos, gerimos bem as partidas, do ponto de vista emocional. Contornámos a ansiedade, normal nestes tipos de decisão, e isso foi algo muito importante.A Académica teve um caso de Covid, na preparação para o apuramento, e viu-se mesmo privada de treinar. Temeu que isso tivesse uma influência decisiva nos dois jogos?
Tivemos um percalço, mas toda a equipa soube dar a melhor resposta. A infelicidade do caso positivo do Bakary colocou em causa a nossa estratégia inicial, mas a substituição atempada pelo Robert devolveu otimismo. Não foi fácil gerir tudo isto, o confinamento poderia ter criado alguns problemas, mas houve uma rápida resposta de toda a estrutura, sem esquecer a colaboração das autoridades de saúde e o comportamento exemplar da Câmara Municipal de Coimbra, com destaque para o vereador Carlos Cidade. Tivemos condições excecionais para preparar o embate frente ao CD Póvoa. Houve maturidade da estrutura, que nos ajudou a colocar em prática aquilo que planeámos na teoria. Estou muito satisfeito com o auxílio que nos foi dado.Com a presença garantida na Liga Placard, haverá ainda muitas mexidas na equipa? A Académica poderá beneficiar por já estar a trabalhar intensamente há algum tempo?
Levamos quatro semanas importantes de trabalho, algo que poderá ser benéfico na fase inicial do campeonato. Faremos alguns ajustes na equipa, esta é uma semana decisiva nesse aspeto, e por isso têm decorrido reuniões no sentido da Académica dar passos sustentados. Não queremos cometer erros do passado, o objetivo é dotar a equipa de um melhor nível competitivo. Poderemos apostar em mais um ou dois jogadores, mas isso vai depender das negociações. Pelo meio há sempre alguns contratempos, a situação do Bakary preocupa-nos e tem de ser clarificada, mas obviamente que contamos com ele. Precisamos de tomar decisões, a breve prazo, para que possamos ter uma noção mais clara daquilo que vai ser a participação da Académica na Liga.Já está definida alguma meta para a campanha na Liga Placard 2020/21?
A meta mais realista passa pela manutenção na Liga. Haverá quatro equipas despromovidas, e por isso queremos muito ficar na Liga Placard. Queremos honrar a camisola que vestimos e batermo-nos contra todos os adversários, mas temos de ser realistas.
Académica/Efapel garante lugar na Liga Placard
A Académica/Efapel garantiu a subida ao escalão máximo do basquetebol português, depois de voltar a vencer o CD Póvoa, agora na Póvoa de Varzim, por 82-77. No primeiro jogo da eliminatória de apuramento para a Liga Placard, na sexta-feira, os “estudantes” tinham triunfado por 84-72.
No encontro deste domingo, os poveiros entraram com vontade de recuperar a desvantagem de 12 pontos que traziam do jogo de Coimbra, mas a boa entrada no 1.º quarto desvaneceu-se graças a erros própríos (turnovers) e também à excelente resposta dos comandados por Ivo Rego. Os “estudantes” saltaram para a liderança no 2.º quarto e não vacilaram até à buzina final.
Com Malcolm Richardson (21pts, 9res, 5ast, 3rb) e Paulo Caldeira (18pts, 2res, 4ast, 2rb, 1dl) especialmente inspirados, os homens de Coimbra também contaram com boas prestações individuais de Robert McCoy (13pts, 6res, 2ast, 2rb, 1dl) e Daniel Relvão (11pts, 11res, 2ast, 3dl).
Pelos visitados, o destaque foi para Anthony Smith (29pts, 4res, 2ast, 1dl), Mark Matthews (23pts, 8res, 6ast, 1rb) e Eduardo Coelho (10pts, 4res, 1ast, 2rb, 1dl).
Parabéns à Académica/Efapel pela subida à Liga Placard!
FPB volta a reunir com clubes da Liga Placard e da Proliga
A reunião abriu com uma declaração de boas-vindas a todos os clubes e associações presentes, por parte do presidente Manuel Fernandes, a que se seguiu um período de informações sobre o projeto «Assistência FPB/Wilson»; inscrições sobre atletas estrangeiros (até 17 anos); inscrições, revalidações e transferências de agentes; e o lançamento do programa «Valorizar» para a época 2020/21.
Seguiu-se um espaço sobre Comunicação, Imagem e Marketing, com temas como as transmissões RTP e A Bola TV ou a recolha de dados e suportes publicitários em cima da mesa. A mudança de imagem da FPBtv e a apresentação da nova OTT – plataforma de de distribuição de conteúdos media através da internet – e respetiva aplicação móvel também mereceram amplo destaque.
A ordem de trabalhos prosseguiu com a partilha de informações sobre organização do jogo, incluindo o regulamento da retoma de competições e respetivo plano de contingência, as deslocações às regiões autónomas, e o boletim digital, entre outros temas. A reunião contou com uma ronda de intervenções de todos os clubes e associações e terminou com uma declaração final do líder federativo.
No próximo sábado, dia 19 de setembro, a FPB reune com os emblemas da Liga Feminina.
Académica em vantagem no apuramento para a Liga Placard
No aguardado regresso do basquetebol aos pavilhões portugueses, a Académica/Efapel venceu o CD Póvoa por 84-72, em Coimbra, e colocou-se em vantagem na eliminatória de apuramento para edição 2020/21 da Liga Placard. A decisão sobre quem ocupa a 14.ª e última vaga do escalão máximo do basquetebol nacional fica reservada para o segundo e decisivo jogo, este domingo (15 horas), na Póvoa de Varzim.
Os comandados por Ivo Rêgo tiveram uma excelente entrada na partida e, no arranque do 2.º quarto, chegaram a dispor de uma vantagem de 23 pontos (37-14), mas os poveiros reentraram na discussão do resultado e reduziram a desvantagem para apenas 5 pontos (57-52). No entanto, a equipa orientada por José Ricardo Rodrigues voltou a deixar escapar os “estudantes”, que dilataram o marcador até à buzina final.
Robert McCoy (23pts, 5res, 3ast, 4rb, 1dl) brilhou pelos visitados, bem secundado por Malcolm Richardson (17pts, 3res, 3ast, 5rb), Paulo Caldeira (17pts, 1res, 1ast, 2rb) e Daniel Relvão (12pts, 8res, 4ast, 1rb, 1dl).
Do lado do CD Póvoa, destaque para Anthony Smith (18pts, 7res, 1ast, 4rb), Eduardo Coelho (14pts, 3res, 1ast, 2rb), Mark Matthews (12pts, 9res, 1ast, 1rb), João Embaló (12pts, 4res, 2ast, 1rb, 2dl) e Nuno Oliveira (11pts, 3res, 3ast, 1rb).
Académica e CD Póvoa decidem apuramento para a Liga Placard
Académica/Efapel e CD Póvoa decidem, este fim-de-semana, a última vaga da Liga Placard 2020/21. “Estudantes” e poveiros disputam uma eliminatória de apuramento a duas mãos, com o primeiro jogo a decorrer em Coimbra, esta sexta-feira (20h30), e o segundo agendado para a Póvoa de Varzim, no domingo (15 horas).
A FPBtv transmite, em direto e exclusivo, ambas as partidas e, esta semana, marcou presença nos últimos treinos das duas equipas para ouvir os protagonistas.
Ana Teresa Faustino: “Vou ter o melhor dos dois mundos”
Ana Teresa Faustino atravessou o Atlântico para jogar na cotada Universidade de Oregon State. A ex-atleta do GDESSA Barreiro, emblema que representou durante 14 anos, recebeu uma bolsa completa para estudar Bioengenharia e o convite para jogar na NCAA foi “impossível de recusar”. Em entrevista à FPB, a base de 19 anos fala da forma como foi acolhida e revela os objetivos para esta nova aventura nos Estados Unidos da América.
Como estão a correr os primeiros dias desse lado do Atlântico?
As primeiras duas semanas foram complicadas visto que tive que estar de quarentena, logo não podia fazer muito ou quase nada. Contudo, depois disso, as coisas melhoraram significativamente uma vez que voltei a pisar as quatro linhas e tenho tido a oportunidade de visitar sítios magníficos aqui em Oregon. Para além disso, tenho a sorte de ter pessoas que têm tornado todo este ‘’ajuste’’ mais fácil. Por outro lado, a família, os amigos e a comida portuguesa, sobretudo, às vezes fazem falta.
Como surgiu este convite da Universidade de Oregon State?
Este convite surgiu já num período tardio e fora do tempo normal de recrutamento, visto que uma das ex-jogadoras pediu transferência para outra faculdade deixando assim um lugar em aberto na equipa. Recebi uma bolsa de estudo completa, o que para mim foi importante, uma vez que vou ter o melhor dos dois mundos: um basquetebol a um nível altíssimo e ter o privilégio de estudar numa faculdade privilegiada, isto no que toca a Bioengenharia.
Depois do contacto inicial, como se desenrolou todo o processo?
A pandemia impossibilitou qualquer visita à faculdade e, como tal, o meu foco principal e da minha família foi, sobretudo, tratar daquelas burocracias necessárias para poder entrar, estudar e jogar nos Estados Unidos. Foi sem dúvida um processo exaustivo, uma corrida contra o tempo, mas tanto as pessoas e treinadores ligados à Universidade como a minha família e outras entidades foram fulcrais para eu ter a oportunidade de estar aqui. Tudo acabou por encaixar na perfeição.
Que referências tiveste da universidade, que é um dos bem cotados programas universitários da NCAA?
O basquetebol universitário sempre me fascinou desde jovem e já tinha conhecimento do valor desta Universidade. Por outro lado, também tenho o privilégio de ter contacto com treinadores que estão muito bem informados no que toca à competição da NCAA e eles foram importantes em orientar-me nesse aspeto. É, sem dúvida, um programa de basquetebol ao mais alto nível e agora que estou aqui ainda mais me apercebo disso.
Fazer formação académica e desportiva nos Estados Unidos era um objetivo?
Acredito que era uma ambição que eu tinha aos 15/16 anos. Contudo, honestamente, não estava nos meus planos ir para os Estados Unidos quando esta proposta surgiu. Pretendia ficar em Portugal a estudar e jogar, mas após ponderar seriamente apercebi-me que esta é uma oportunidade que não aparece todos os dias. Vou jogar numa das melhores equipas da D1 e ter oportunidade de estudar aquilo que eu realmente gosto. Impossível recusar.
Quais as primeiras impressões da localidade onde estás, da universidade, da equipa, dos treinadores e de toda a comunidade?
A universidade de Oregon State localiza-se em Corvallis, que é uma pequena cidade universitária e isso faz-me gostar de estar aqui, porque há aquele sentimento de confraternização. As pessoas são muito amáveis e estão sempre prontas a ajudar quando mais precisas. Relativamente à equipa e treinadores, só tenho coisas boas a dizer. As minhas colegas têm-me ajudado a inserir na comunidade, pois têm noção que não é fácil para as jogadoras internacionais. E os meus treinadores têm sido impecáveis, têm trabalhado comigo todos os dias, a cada treino sinto que saio de lá uma jogadora mais matura. Eles têm sido importantes, sobretudo, no aspeto mental do jogo, valorizam muito jogadoras focadas, que saibam lidar com a pressão e retirar o melhor desses momentos.
O que esperas deste teu primeiro ano na equipa?
Espero ter a oportunidade de absorver os conhecimentos transmitidos pelas minhas colegas e pelos meus treinadores, de modo a que os possa aplicar nos jogos. Em termos coletivos, ajudar a equipa a chegar o mais longe possível, pois temos capacidades para isso. Em termos individuais, quero superar-me, sair da minha zona de conforto e trabalhar para ter um papel importante na equipa. Tenho a noção que isto é um processo e como tal pretendo tentar ser paciente e consistente o máximo possível.
Este ano, a tua universidade colocou uma atleta na WNBA (Mikayla Pivec foi escolhida na 25.ª posição do draft). É uma ambição que tens?
Uma ambição ainda não sei, honestamente. É algo que não pensei ainda muito ou quase nada. Neste momento, a minha única ambição é evoluir o máximo possível dentro de campo e acredito que tópicos como a WNBA acabarão por surgir de forma natural.
Em Portugal representaste apenas um clube, e durante 14 anos: o GDESSA Barreiro. Que palavras queres deixar ao clube e a todas as pessoas com quem te cruzaste ao longo da tua formação?
Só tenho a dizer que sem eles não estaria aqui, sem querer desvalorizar o meu trabalho. Foram eles que me ajudaram a trabalhar e a evoluir de modo a que hoje possa estar a jogar a este nível. Esta é a pergunta mais difícil, porque há sempre tanto para agradecer e falar no que toca ao GDESSA. É uma família, sem dúvida. Estarei sempre a torcer pelas pessoas envolvidas no clube e tenho a certeza que eles irão fazer o mesmo por mim.
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Sónia Teixeira no papel de “Tutor Referee”
Sónia Teixeira, árbitra internacional portuguesa, assumiu papel de destaque nos últimos meses enquanto “Tutor Referee” da FIBA, num convite que partiu da entidade que gere o basquetebol mundial e que consiste em dar formação a outros juízes.
A juíza de 43 anos não esconde a satisfação por esta oportunidade: “A experiência foi muito boa, toda a equipa que esteve dedicada a este projeto (duas instrutoras e cinco árbitras) teve um feedback muito positivo por parte dos responsáveis da FIBA e das árbitras e comissárias internacionais que assistiram às formações. Foi algo marcante por três ordens de razão: pelo facto do convite ter sido endereçado pela FIBA; por poder fazer algo de que gosto muito – dar formação – a um nível bastante superior, o que me obrigou a sair da zona de conforto; e porque foi um momento de grande aprendizagem também para mim, pois aprende-se ainda melhor quando se tem a responsabilidade de ensinar”, afirma.
Sónia Teixeira explica, mais concretamente, as suas funções: “Preparei e realizei os webinars em coordenação com as instrutoras, com base no material técnico da FIBA (apresentações powerpoint e vídeos). Para cada apresentação tive que estudar os conteúdos e prepará-las individualmente. Depois, tinha uma simulação da apresentação, em conjunto com o staff FIBA dedicado ao projeto, onde eram afinados todos os detalhes. Por último, tinha uma sessão de treino com a instrutora, para ultimarmos pormenores da nossa articulação”, descreve.
É inevitável fugir ao atual contexto pandémico, e por isso Sónia Teixeira projeta a temporada 2020/21: “Estou em crer que será uma época mais desafiante e complexa. E o desafio maior será o de remarmos todos no mesmo sentido, para que consigamos ter de volta o nosso basquetebol com todas as condições de segurança, de modo a que não haja retrocessos na situação. É demasiado importante, para a vida de demasiadas pessoas, para que nos possamos dar ao luxo de falhar ou de remarmos em sentidos distintos. É muito importante que nos mantenhamos positivos e otimistas, procurando influenciar positivamente as coisas que podemos controlar. Não adianta estarmos ansiosos ou pessimistas a pensar em tudo o que pode correr mal, a menos que seja para anteciparmos problemas e encontrarmos soluções. Da minha parte, mantenho-me positiva, otimista e com confiança em todos os responsáveis da modalidade, e é com este pensamento que estou a preparar-me para a nova época”, vinca.
São várias as jovens árbitras portuguesas que vão surgindo no panorama da modalidade. Sónia Teixeira, categorizada juíza europeia, deixa-lhes conselhos: “A lei natural da vida é que as gerações futuras venham a ser melhores do que as anteriores. Há uma evolução natural, que resulta de conhecimentos adquiridos, novos métodos que se desenvolvem, novas formas de trabalhar mais eficazes, mais tecnologia dedicada ao aperfeiçoamento da tarefa. Estou em crer que se irá verificar essa evolução natural e desejo que as jovens árbitras nacionais cheguem longe e tenham sucesso. É preciso, no entanto, estar ciente de que, sem trabalho, não se chega a lado nenhum. É muito importante o potencial, sem dúvida, mas há tantas pessoas com potencial que não chegam longe porque não se dedicaram o suficiente… Claro que por vezes é preciso aquela pontinha de sorte, mas sem trabalho… pode-se lá chegar, mas depois não se consegue manter. Para finalizar, um desejo e uma mensagem também para o futuro dessas jovens árbitras: que, num futuro breve, não estejamos a falar de árbitras mulheres ou árbitros homens, e que isso seja indiferente às pessoas quando vêem o/a árbitro/a entrar em campo. O que importa é a competência e a qualidade, não é o género. Que sejam estas jovens árbitras as principais transmissoras desta mensagem, através do seu exemplo e atitude”, finaliza.
O convite dirigido a Sónia Teixeira merece elogios de António José Coelho, presidente do Conselho de Arbitragem: “O convite dirigido à Sónia para “Tutor Referee” é uma mais-valia para a arbitragem portuguesa, em particular, e uma forma de mostrar a outros países europeus a qualidade e forma do trabalho que se desenvolve no nosso país e na nossa Federação. O trabalho que a Sónia tem desenvolvido, tanto a nível nacional, como por exemplo na Jr. NBA e formações específicas em pontos altos e do quadro dos Potenciais Talentos, assim como ao nível internacional, em que é preletora convidada em campos de arbitragem e em formações por videoconferência da FIBA, tem contribuído para o desenvolvimento da arbitragem em Portugal e na Europa. Ainda recentemente estivemos presentes num curso de instrutores, organizado pela Federação Internacional, e ela foi considerada uma das melhores participantes, tanto nos aspetos teóricos, como nos práticos. A Sónia recebeu um convite direto da FIBA para estar presente nessa formação, face à qualidade que já reconhecem nas suas intervenções, o que contribui para a valorização e conhecimento da arbitragem que se pratica em Portugal, que na minha opinião está ao nível dos melhores campeonatos da Europa”, enaltece.
Também António José Coelho aborda o futuro, e analisa a chamada de algumas jovens juízas para Webinars da FIBA: “É um incentivo e vem dar razão ao Conselho de Arbitragem e à política desportiva da Federação, sobre a aposta que desde há dois anos a esta parte se tem desenvolvido na arbitragem feminina em Portugal. Não são todos os países que conseguem colocar cinco árbitras nacionais nas formações internacionais. Tivemos uma visão estratégica quanto ao futuro, pois agora a própria Federação Internacional revelou uma estratégia idêntica ao programa que este CA apresentou nas eleições de 2018. Vamos continuar a desenvolver e a dinamizar este setor, assim como a proporcionar oportunidades e, a tentar chamar para a arbitragem, mais jovens através dos programas de formação e das Festas do Basquetebol, que espero que no próximo ano possam voltar em grande força. É uma porta com grandes janelas, que temos de voltar a abrir, para todos os jovens praticantes, em geral, e para os jovens árbitros, em particular”, enfatiza.
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Apuramento da Liga Placard reagendado
Os dois jogos de apuramento para a Liga Placard, entre Académica e CD Póvoa, foram reagendados para 11 e 13 de setembro. As partidas estavam inicialmente marcadas para os dias 4 e 6 deste mês, mas a FPB entendeu que as equipas devem ter mais sete dias de treino sem restrições, antes de iniciarem a competição oficial na época 2020/21.
A decisão federativa surge na sequência da publicação da Orientação da DGS n.º 036/2020, emitida no passado dia 25 de agosto, que permite, a partir dessa data, o treino sem restrições para os escalões de seniores.
Os dois jogos terão transmissão, em direto e exclusivo, na FPBtv.
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João “Betinho” Gomes é o Jogador da Década
João “Betinho” Gomes é o Jogador da Década 2010-20 da Liga Placard. Após votação realizada por 44 personalidades ligadas ao basquetebol nacional, o extremo de 35 anos superou a concorrência e conquistou a distinção. Na Equipa da Década, “Betinho” tem a companhia de José Barbosa, Nuno Marçal, Carlos Andrade e Sasa Borovnjak.

Na última década, João “Betinho” Gomes conseguiu médias de 12.7 pontos, 6.3 ressaltos, 1.5 assistências e 1.2 roubos de bola em 78 partidas realizadas na Liga Placard. O ex-internacional português é o oitavo mais eficaz da década nos lançamentos de dois pontos (60,8%) e está no top-20 dos rankings da média de pontos (12.7 PPJ), da média de ressaltos (6.3 RPJ) e de valorização individual (16.5 MVP).
O jogo “all-around” de Carlos Andrade coloca-o no top-20 de 4 dos 5 itens estatísticos principais: 19.º melhor marcador (1592), 9.º melhor ressaltador (910), 18.º do ranking das assistências (390) e 14.º nos roubos de bola (199). O ex-jogador somou médias de 10.1 pontos, 5.8 ressaltos, 2.5 assistências e 1.3 roubos de bola em 158 jogos realizados na Liga Placard, na última década.
Nuno Marçal foi MVP da Liga Placard três épocas seguidas (entre 2014 e 2017) e, num total de 117 jogos, conseguiu médias de 16.5 pontos, 7.8 ressaltos, 1.5 assistências e 1.2 roubos de bola. O antigo jogador detém a terceira melhor média de pontos da década e a melhor entre atletas portugueses (16.5 PPJ), é o 8.º melhor ressaltador total (912) e regista a segunda melhor média de valorização da década (20.7 MVP).
José Barbosa foi um de apenas cinco atletas com mais de 240 jogos na última década, nos quais o base registou médias de 6.7 pontos, 2.0 ressaltos, 4.6 assistências e 1.6 roubos de bola. O internacional português é o único jogador com mais de mil assistências (1114) e também liderou o ranking dos roubos de bola (377).
O poste Sasa Borovnjak foi o 5.º melhor marcador da década (2371 pontos) e, em 146 jogos realizados na Liga Placard, somou médias de 16.2 pontos, 6.0 ressaltos e 1.2 assistências.


Na Liga Feminina, a Jogadora da Década foi Márcia Costa , que teve a companhia de Laura Ferreira, Daniela Domingues, Joana Lopes e Ana Teixeira na Equipa da Década. Da segunda melhor equipa feminina fazem parte Inês Viana, Sara Djassi, Josephine Filipe, Jasmine Crew e Ladondra Johnson.
O convite foi feito a treinadores que fazem parte de todas as seleções nacionais masculinas e femininas, jornalistas especializados em basquetebol da Agência Lusa e dos três diários desportivos (A Bola, Record e O Jogo), e comentadores da FPBtv (entre atletas e treinadores atuais ou já retirados).
Ao todo, 44 personalidades ligadas à modalidade votaram nesta sondagem inédita no basquetebol nacional. O único critério definido à partida foi o de incluir apenas atletas que participaram em, pelo menos, 50 jogos da fase regular da Liga Placard ou Liga Feminina entre as épocas 2010/11 e 2019/20.
“Foi um percurso especial, desafiante, com altos e baixos, mas não trocava nada”
Aos 38 anos, Mário Fernandes anunciou o final de uma carreira recheada de êxitos, e marcada por 113 internacionalizações ao serviço de Portugal. O antigo capitão da Seleção Nacional, já no papel de treinador, fez um balanço do seu percurso enquanto jogador e olhou para o futuro.
És dono de uma longa, excelente e titulada carreira. Esperavas ter jogado tantos anos ao mais alto nível?
Nunca pensei muito a longo prazo. Fui construindo a minha carreira época a época, e a verdade é que foram 20 anos como profissional a um bom nível.
Quais os melhores momentos da tua carreira, no que diz respeito aos clubes?
O primeiro título nunca se esquece, e essa Taça da Liga, em 2005, fica para a história como o meu primeiro trofeú sénior e também do meu clube, o CAB Madeira, no principal escalão português. Depois, sem dúvida, a primeira Taça de Portugal e Supertaça, com a Ovarense, na época 2008/09, e mais tarde ter sido campeão nacional três vezes, em quatro anos, no Benfica.
A presença no EuroBasket 2007 foi a cereja no topo do bolo? O que significa estar ligado à melhor classificação de sempre do basquetebol nacional?
Sinto-me um privilegiado por fazer parte de um grupo restrito de 12 jogadores que estiveram em Espanha, e que alcançaram um tão grande resultado. É, sem dúvida, um dos pontos altos da minha carreira.
Tens um total de 113 internacionalizações e capitaneaste a Seleção. Foi uma das tuas maiores responsabilidades?
Tenho 105 internacionalizações pela Seleção principal e 8 pela universitária. Vestir a camisola nacional e ser capitão significa representar todos os jogadores nacionais, todo o basquetebol portugês e todo um país, e isso é um orgulho e uma honra, mas também implica responsabilidade e compromisso que têm de ser obrigatórios para todos os que por lá passam.
Como avalias as tuas passagens pelo basquetebol espanhol e sueco?
Foram experiências que me fizeram crescer e melhorar enquanto jogador de basquetebol e ser humano. Quando nós mais evoluimos é quando saímos da nossa zona de conforto. Isso exige sempre mais de nós e torna-nos mais fortes e capazes. Foram dois momentos difíceis pela distância, mas extramamente enriquecedores.
Tens um trajeto muito ligado ao CAB. É o clube do teu coração?
O CAB Madeira é tudo para mim. Foi o clube que me formou, que me deu bases para poder jogar profissionalmente e construir uma carreira no basquetebol.
Já fazes parte da equipa de selecionadores regionais da AB Madeira. O teu futuro passa pela carreira de treinador? É um objetivo teu?
Ligado ao basquetebol, acredito que sempre estarei. Este ano vou treinar os Sub18 e a equipa B do CAB Madeira, e serei selecionador regional de Sub16 da AB Madeira. Depois vamos ver o que acontece.
Sentes-te um embaixador do basquetebol madeirense?
Não, mas penso que poderei servir de exemplo para os mais novos que têm o objetivo de chegar a profissional de basquetebol. Costumo dizer que se eu consegui, qualquer um consegue. Resiliência, compromisso e força de vontade para ultrapassar todos os obstáculos, que serão muitos, e alcançar os seus objetivos.
Como resumes a tua carreira?
Foi um percurso especial, desafiante, com altos e baixos, mas não trocava nada.
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Sporting CP joga acesso à Champions na Bulgária
Devido à atual situação pandémica na Europa, e de forma a garantir a segurança de todos e a facilitar a logística, foram aprovadas alterações ao formato da qualificação para a Liga dos Campeões 2020/21. Sendo assim, o Sporting CP, único clube português presente, vai disputar uma vaga na competição em sistema de Final Four, na cidade búlgara de Botevgrad.
Os “leões” defrontam a formação suíça do Fribourg Olympic, na meia-final agendada para 23 de setembro. Em caso de triunfo, o clube de Alvalade joga a final do Grupo C dois dias depois (25 de setembro) contra o vencedor da outra meia-final, entre U-BT Cluj Napoca e Igokea. Só o clube que ganhar a Final Four tem lugar reservado na fase de grupos da Champions.
Nicósia, capital de Chipre, será o outro palco do apuramento, com todos os encontros a decorrerem à porta fechada.
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Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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